Top PDF Propriedades psicométricas da escala de sentido do trabalho em professores do ensino superior

Propriedades psicométricas da escala de sentido do trabalho em professores do ensino superior

Propriedades psicométricas da escala de sentido do trabalho em professores do ensino superior

O trabalho é uma das atividades centrais na vida das pessoas. Este estudo tem por objetivo testar uma escala Sentido do Trabalho, analisando suas propriedades psicométricas. A escala de cinco pontos, composta inicialmente de 24 itens relacionados ao sentido do trabalho, dividida em três dimensões: individual, social e organizacional, foi aplicada em uma amostra de 151 docentes de nível superior privado no nordeste brasileiro, acompanhada de um questionário sobre aspectos sociodemográficos e laborais. A amostra consistiu de docentes de ambos os sexos (44,4% masculino e 55,6% feminino), com idade média de 40,52 anos (DP=9,37). Dos 24 itens iniciais foram retidos 17 com cargas fatoriais satisfatórias. A análise fatorial exploratória revelou três fatores: dimensão individual, dimensão social e dimensão organizacional, mostrando boa consistência interna e corroborando o modelo teórico em que se baseou. Os três fatores explicaram 52,23% da variância comum dos escores. A confiabilidade da escala mostrou-se satisfatória apresentando um alfa de Cronbach de 0,89.
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Diferentes vínculos profissionais dos professores com a instituição de ensino superior e sua influência sobre o sentido do trabalho

Diferentes vínculos profissionais dos professores com a instituição de ensino superior e sua influência sobre o sentido do trabalho

O campo revelou que o senso de pertencimento não é percebido pelos professores sem vínculo e nem pelos professores com vínculo que estão em início de carreira, diferentemente do que ocorre com os professores de mais idade e com mais tempo de casa. Para os professores sem vínculo mais jovens, a ligação com a marca da Instituição é suficiente para alcançar a satisfação do trabalho; já para os mais velhos e com mais tempo de aulas na IES, foi encontrada uma relação de gratidão com a Instituição. A sala de aula para os professores com vínculo é vista como secundária já que estes profissionais são avaliados pelas pesquisas e para o professor convidado há uma avaliação feita pelos alunos que é a que os mantém na Instituição. Não é realizada uma avaliação formal pela Instituição sobre o desempenho do professor em sala de aula nos diferentes vínculos. Sendo assim, os resultados apontam uma necessidade da Instituição direcionar maior atenção ao feedback aos professores nos diferentes vínculos. Faz- se necessária uma política institucional para motivar e acompanhar o desempenho dos mesmos em sala de aula.
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Tradução, adaptação e exploração de propriedades psicométricas da Escala Interação Trabalho-Família Nijmen (SWING) em uma amostra de professores brasileiros.

Tradução, adaptação e exploração de propriedades psicométricas da Escala Interação Trabalho-Família Nijmen (SWING) em uma amostra de professores brasileiros.

Os valores da correlação item-total corrigida foram ele- vados, evidenciando que cada dimensão do SWING pode ser considerada com uma função linear dos itens que a compõem. Os valores obtidos para assimetria indicam adequação dos da- dos. O valor mais elevado foi identifi cado no item nove (As = 1,04) que pertence à dimensão IFT-, o qual não compromete a normalidade. De acordo com Miles e Shevlin (2005), os valo- res de assimetria aceitáveis estão contidos no intervalo de ±1 para que se possa concluir que o modelo tem uma distribuição normal. De acordo com os autores, a assimetria apresentada pelo item nove não compromete a normalidade dos dados. O item nove também é o que apresenta menor média e correla- ção item-total corrigida em comparação a todos os demais da escala. Por outro lado, itens com médias mais elevadas (13, 22 e 18), foram os que apresentaram assimetria negativa, dentro do intervalo aceitável.
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Propriedades psicométricas da escala de orientação para objetivos de VandeWalle: um estudo como uma amostra de estudantes do ensino superior no contexto do seu primeiro processo de socialização organizacional

Propriedades psicométricas da escala de orientação para objetivos de VandeWalle: um estudo como uma amostra de estudantes do ensino superior no contexto do seu primeiro processo de socialização organizacional

De acordo com Dweck (1989), a orientação para objetivos, na sua qualidade de disposição individual, decorre das teorias implícitas que os indivíduos possuem acerca do seu grau de controlabilidade sobre a sua competência e as suas capacidades. Neste prisma, os indivíduos que tendem a adotar uma orientação para a aprendizagem, assumem a visão de que a competência é maleável e inclui um conjunto de capacidades que são suscetíveis de melhoria através do esforço e da experiência (incremental theory). Como tal, estes tendem a adotar objetivos focados no progresso da sua aprendizagem, manifestando altos níveis de esforço no sentido do desenvolvimento a sua competência e não apenas para demonstrar o seu nível atual de capacidade (Dweck & Legget, 1988). Logo, esta orientação promove a exibição de uma resposta comportamental mais adaptativa, orientada para a mestria e que reforça a manifestação de esforço (Diener & Dweck, 1978). Este padrão comportamental tende a refletir- se no estabelecimento de objetivos mais difíceis, num maior envolvimento em tarefas desafiantes e na demonstração de níveis mais elevados de persistência perante as dificuldades (Button et al., 1996; DeShon & Gillespie, 2005). A investigação de meta-análise tem evidenciado que a orientação para a aprendizagem constitui um preditor válido da adoção de estratégias de aprendizagem mais eficazes, da autoeficácia e do próprio desempenho académico e no trabalho (Payne et al., 2007; Richardson et al., 2012).
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Propriedades psicométricas da escala de percepção de estressores ocupacionais dos professores (EPEOP).

Propriedades psicométricas da escala de percepção de estressores ocupacionais dos professores (EPEOP).

A EPEOP teve como base dois instrumentos. O pri- meiro foi a Escala de Estressores Ocupacionais das Linhas de Produção, construída e validada por Neto (2007), com- posta por 36 itens, com o objetivo de avaliar os principais fatores do trabalho (aspectos físicos e psicológicos) que podem ocasionar estresse nos trabalhadores. Em relação a cada um dos 36 itens os sujeitos respondiam com uma nota de 1 a 100 atestando a presença do estressor. Esse tipo de resposta que exige uma nota relacionada a um determinado fator ou índice é comumente utilizada em pesquisas percep- tuais (Stevenson, 1960). Na pesquisa de validação da escala original, foram utilizados o Job Content Questionnaire (JCQ) na sua versão em português (vide Araújo, Graça & Araújo, 2003) e o Inventário de Sintomas de Stress Lipp (ISSL; Lipp, 2000) para veriicar a validade de constructo, encontrando- -se valores signiicativos nas correlações (p<0,01). A conia- bilidade foi computada por meio de teste-reteste (40 pesso- as responderam duas vezes ao teste) e foram encontradas correlações entre 0,98 e 0,99 (r de Pearson) entre as duas aplicações. Foram utilizados 10 itens dessa escala oriundos de suas duas partes (seis estressores físicos e quatro psi- cológicos).
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Tradução, adaptação e exploração de propriedades psicométricas da escala de tecnoestresse (RED/TIC).

Tradução, adaptação e exploração de propriedades psicométricas da escala de tecnoestresse (RED/TIC).

a cultura, a organização social e as relações interpessoais. No contexto laboral contemporâneo, de acordo com Vale (1996), o trabalhador utiliza cada vez mais novas ferramentas para conseguir acompanhar os diversos estágios de concepção e elaboração de produtos e serviços e com eles interagir. Neste sentido, novas características são exigidas, dando origem a um novo perfil de trabalhador. O profissional deve saber lidar com conceitos, processar e interpretar dados, reconhecer modelos e entender o processo produtivo como um todo, o que é radicalmente distinto do trabalhador fragmentado e preso ao pensamento mecanicista, que apenas executa seu trabalho. Segundo Pacheco, Ferreira Jr., Pereira e Pereira Filho (2005), as organizações inserem tecnologias da informação (hardware) nos seus meios de produção e para isso alteram substancialmente os métodos de produção (software), que, por sua vez, exigem alterações na forma de coordenação interna (orgware), como também um novo perfil de seu pessoal (peopleware). É um fenômeno recente que, na ótica organizacional, altera as diretrizes do negócio e, por conseguinte, todos os elementos de produção.
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Propriedades psicométricas da versão brasileira da Escala de Entrincheiramento na Carreira.

Propriedades psicométricas da versão brasileira da Escala de Entrincheiramento na Carreira.

Sabendo-se que as motivações para se tornar e permanecer entrincheirado podem ser significativas e efetivas para muitos sujeitos, cabe examinar as implicações práticas dessa forma de vínculo com o trabalho e a carreira para indivíduos e organizações. Se profissionais entrincheirados estão resignados a sua situação, é aceitável a hipótese de que isso não trará conseqüências importantes para os mesmos. Porém, os seus empregadores podem se ressentir de uma força de trabalho pouco motivada para a inovação e o crescimento. Em contraste, aqueles profissionais que assistem a suas metas e sonhos profissionais sucumbirem num processo de entrincheiramento, vivem uma situação altamente conflituosa em suas vidas. E essa situação se tornará também problemática para a organização, que necessita do engajamento de seus colaboradores nos projetos empresariais. Por fim, sugere-se que o desenvolvimento do construto de entrincheiramento e sua investigação são relevantes para o entendimento dos dilemas de carreira dos trabalhadores contemporâneos e para a definição de políticas de gestão de pessoas mais adequadas a este cenário. Nesse sentido, revela-se a necessidade de contar com uma medida adequada deste fenômeno (Carson & Carson, 1997).
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Propriedades psicométricas da Escala de Responsividade Social-2 para Transtornos do Espectro Autista.

Propriedades psicométricas da Escala de Responsividade Social-2 para Transtornos do Espectro Autista.

medem o mesmo constructo. Esses itens podem, então, ser ordenados em um contínuo linear com intervalos precisos. O modelo assume que a probabilidade de um respondente endossar um item é uma função logística da diferença entre, por exemplo, a gravidade dos sintomas e a gravidade do sin- toma representado pelo item. Desse modo, espera-se que itens que representem sintomas de maior gravidade tenham menor probabilidade de serem endossados pelos casos mais leves. A endossabilidade (tradicionalmente chamada de “difi- culdade”) de um item é o ponto na escala da variável latente em que as categorias maior e menor têm a mesma probabi- lidade de serem observadas. No caso, um item considerado “fácil” é mais provável de ser endossado pelos pais de filhos com autismo e os itens mais “difíceis” serão endossados pro- vavelmente apenas pelos casos de maior gravidade.
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Propriedades psicométricas da Escala de Bem-Estar Subjetivo pelo Rating Scale Model

Propriedades psicométricas da Escala de Bem-Estar Subjetivo pelo Rating Scale Model

Positive Psychology has gained momentum in the international scenario, and one of its first constructs that has been studied in Brazil is subjective well-being. This study aims to verify the Escala de Bem-Estar Subjetivo (Subjective Well- Being Scale) Scale’s psychometric properties by independently applying the Item Response Theory’s rating scale model to each scale component. Evidence of validity was verified based on internal structure and reliability coefficients, which were assessed through internal consistency. In order to do so, a subject database consisting of 182 male and female college students aged between 18 and 57 years old was used (mean age of 24.6 years). Results showed evidence of unidimensionality of all three factors of the scale. In addition, only one of the factors’ response category did not have the expected results. Participants tended to choose mostly Positive Affect items, and negative affect had the lowest theta average. The implications of these findings to the instrument’s psychometric quality are thoroughly discussed.
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Inteligência espiritual: Propriedades psicométricas da escala de inteligência espiritual integrada (EIEI)

Inteligência espiritual: Propriedades psicométricas da escala de inteligência espiritual integrada (EIEI)

Realizámos, via e-mail, o pedido de autorização aos autores da escala original – Amram e Dryer – explicitando os objetivos da investigação. Para validar a escala para a população portuguesa realizou-se a tradução da versão americana. A versão portuguesa resultou de um processo formal de adaptação linguística com tradução e retroversão por parte de especialistas na língua inglesa e em psicologia, no sentido de criar uma versão equivalente à original, tanto do ponto de vista da estrutura linguística quanto do ponto de vista do conteúdo semântico. O processo formal de recolha dos dados teve início com a elaboração de um estudo piloto com 10 participantes de forma a garantir-se a compreensão das instruções e dos itens que compõem a escala. Esta fase foi realizada online através do Google Docs na presença de um dos investigadores. Seguidamente, partilhou- -se o link para o preenchimento do questionário e da escala através da rede social Facebook, da lista de contactos de e-mails pessoais e de palavra em palavra. Durante todo o processo foi garantido o anonimato e confidencialidade dos dados.
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Competência educativa parental: estudo de propriedades psicométricas da escala com amostra brasileira

Competência educativa parental: estudo de propriedades psicométricas da escala com amostra brasileira

A análise fatorial confirmatória revelou que a estru- tura da escala tem um ajustamento muito bom aos dados da amostra. Contudo, houve necessidade de descartar um certo número de questões da escala original, devido a sua fraca relação com as correspondentes dimensões latentes. A exclusão desses itens mostrou-se necessária para assegurar a validade fatorial do instrumento, tornan- do-o mais robusto e a sua aplicabilidade mais confiável. Previamente, outros estudos já haviam apresentado que alguns itens têm baixos pesos fatoriais na escala, denun- ciando a pertinência de estes serem excluídos nas avalia- ções. A título de exemplo, Gilmores e Cuskely (2008) precisaram descartar o item Q5 (que não saturou em ne- nhum fator na análise fatorial exploratória) e os itens Q1 e Q7 (para obter uma boa consistência interna da escala global). Também Ohan et al. (2000) verificaram que, na análise fatorial exploratória, o item Q5 apresentou um peso fatorial abaixo de 0,40 para os pais, o mesmo acon- tecendo com o item Q12 para as mães. Por outro lado, no estudo de Ngai et al. (2007), onde não houve exclusão de itens, os coeficientes de regressão estandardizados da análise factorial confirmatória eram abaixo do recomen- dável. No presente estudo também houve necessidade de descartar esses mesmos itens (Q1, Q5, Q7, Q12). A versão reduzida permite diferenciar os participantes de forma similar ao uso da escala com todos os itens, com a vantagem de avaliar com maior rigor as dimensões da eficácia e da satisfação parental.
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Estilos motivacionais de professores: propriedades psicométricas de um instrumento de avaliação.

Estilos motivacionais de professores: propriedades psicométricas de um instrumento de avaliação.

Reeve,฀Bolt฀e฀Cai฀(1999)฀demonstraram฀lacunas฀e฀falhas฀ no฀desenvolvimento฀e฀aplicação฀do฀referido฀instrumento฀em฀ pesquisas฀e฀objetivaram฀corrigi-las฀para฀uso฀em฀investigações฀ subseqüentes.฀A฀primeira฀falha,฀segundo฀os฀autores,฀refere- se฀ aos฀ resultados฀ das฀ análises฀ estatísticas฀ realizadas฀ para฀ validação฀inicial฀do฀teste.฀Em฀decorrência฀de฀novas฀análises฀ correlacionais฀entre฀as฀variáveis฀e฀de฀testes฀de฀consistência฀ interna฀das฀questões฀propuseram฀fórmulas฀alternativas฀para฀a฀ avaliação฀numérica฀do฀desempenho฀dos฀professores฀no฀teste.฀ Uma฀lacuna฀constatada฀seria฀proveniente฀da฀falta฀de฀estudos฀ visando฀relacionar฀os฀resultados฀obtidos฀no฀questionário฀e฀as฀ interações฀promovidas฀em฀sala฀de฀aula.฀A฀pesquisa฀de฀Reeve฀ e฀cols.฀(1999),฀utilizando฀uma฀situação฀de฀ensino฀controlada,฀ de฀laboratório,฀conirmou฀padrões฀interativos฀diferenciados฀ entre฀professores฀com฀alto฀e฀baixo฀desempenho฀no฀teste,฀ou฀ seja,฀professores฀promotores฀de฀autonomia฀e฀controladores.฀ Neste฀aspecto,฀observações฀de฀situações฀reais฀de฀sala฀de฀aula฀ poderiam฀ampliar฀o฀conhecimento฀sobre฀as฀possibilidades฀de฀ identiicação฀dos฀estilos฀motivacionais฀oferecidas฀pelo฀ques- tionário.฀Por฀último,฀os฀autores฀destacam฀que,฀atualmente,฀ descobrir฀as฀formas฀especíicas฀através฀das฀quais฀professores฀ promotores฀da฀autonomia฀motivam฀e฀ensinam฀seus฀alunos฀e,฀ por฀outro฀lado,฀conhecer฀as฀relações฀entre฀as฀variáveis฀sócio- contextuais฀(tempo฀de฀experiência฀no฀ensino,฀horas฀semanais฀ trabalhadas,฀ número฀ de฀ alunos฀ por฀ classe)฀ e฀ a฀ opção฀ por฀ determinado฀estilo฀motivacional฀são฀importantes฀problemas฀ a฀serem฀investigados.
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Propriedades psicométricas da versão brasileira da escala triangular do amor de sternberg.

Propriedades psicométricas da versão brasileira da escala triangular do amor de sternberg.

Outras aplicações da escala, em diversas partes do mun- do, também encontraram os mesmos problemas aponta- dos por Sternberg (1997). A análise fatorial de Hendrick e Hendrick (1989) com a versão original (apesar de ele ter utilizado uma escala Likert de 5 pontos) também se mos- trou problemática, com vários itens saturando em mais de um fator. Chojnacki e Walsh (1990) encontraram uma ele- vada concordância na reaplicação da ETAS após duas se- manas, mas citaram a correlação entre os fatores como o ponto fraco da escala. Yela (1996), com uma amostra de 412 sujeitos, não encontrou total apoio empírico à estru- tura fatorial da ETAS. Assim, uma solução apontada na literatura é a redução de itens. Com uma escala semelhan- te à proposta por Sternberg, porém com somente 20 itens, Lemieux e Hale (2000) obtiveram um instrumento que praticamente eliminou a sobreposição de itens em fatores não pretendidos. Assim, os autores sugerem que a ETAS deve ser um instrumento mais curto e mais preciso.
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Questionário de crenças irracionais e escala de crenças irracionais: propriedades psicométricas.

Questionário de crenças irracionais e escala de crenças irracionais: propriedades psicométricas.

O RBI (Shorkey & Whiteman, 1977) foi desenvolvido com o propósito de avaliar os pacientes e planejar e avaliar RETs. É um inventário de tipo self-report, com respostas em escala Likert de 5 pontos, constituído de 38 itens distribuídos por 11 fatores (sub-escalas), sendo que um mesmo item aparece em duas sub-escalas. Elas se referem respectivamente a: 1) avaliação da seriedade de situações frustrantes; 2) sentimentos de culpa e atribuição de culpa a outros por desvios de costumes e valores tradicionais; 3) demanda por perfeccionismo em todas as áreas do comportamento; 4) quadro de referências do qual o indivíduo faz juízo de valor sobre seus atributos, idéias e comportamentos; 5) demanda de que todas as pessoas preocupem-se e ajudem umas às outras; 6) tendência a responsabilizar e culpar a si e a outros por enganos, pecados e erros; 7) habilidade para conter tendência de esquiva aceitando dificuldades e trabalho em tarefas desprazíveis; 8) aceitação de independência em tomada de decisão e aceitação de conseqüências de ações ou decisões; 9) tendência a se perturbar com avaliações negativas de atributos pessoais e circunstâncias de vida; 10) tendência a se perturbar com possíveis infortúnios futuros, independentemente da probabilidade de sua ocorrência; 11) crenças relacionadas ao controle sobre as emoções.
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ESCALA MITOS NA DOENÇA MENTAL: ESTUDO PRELIMINAR E PROPRIEDADES PSICOMÉTRICAS

ESCALA MITOS NA DOENÇA MENTAL: ESTUDO PRELIMINAR E PROPRIEDADES PSICOMÉTRICAS

Para a recolha de dados foram utilizados instrumentos de autorresposta, via online, cons- tituído por um questionário sociodemográfico e uma escala de avaliação dos mitos as- sociados à doença mental e crime, desenvolvida pelos autores. O período de recolha estendeu-se por três meses. Foi garantido o anonimato, informado os participantes que a participação era voluntária e que poderiam desistir a qualquer momento sem qualquer tipo de prejuízo, bem como elucidados que os resultados seriam utilizados unicamente para fins de investigação.
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Avaliação das propriedades psicométricas do Questionário de Saúde Mental Positiva em estudantes portugueses do ensino superior

Avaliação das propriedades psicométricas do Questionário de Saúde Mental Positiva em estudantes portugueses do ensino superior

O processo de tradução do QSM+ foi sistemático e conduzido de formarigorosa,demodoaassegurara equivalênciaconcetual,dositens,semântica,operacio- nal,demedida,efuncional,talcomopreconizadopor Herdman,Fox-RushbyeBadia(1998).Aanálisefato- rialcon"rmatóriafoi,deummodogeral,deencontro ao que havia sido obtido por Lluch (2003) aquando do seutrabalhode construção e análisepsicométrica do QSM+.Porém, na análise fatorial realizadaforam de"nidas cargas fatoriais mínimas para os itens ten- doemconsideraçãootamanhodaamostra,peloque acabaramporserrealizadasalgumasalteraçõesnoque serefereàsdimensõesaquepertencecadaitem. Aindaassim,optou-sepornãoalteraranomeaçãodas dimensões sugerida por Lluch (2003) na medida em que,apesardeseteremveri"cadoalgumasalterações signi"cativas,sobretudonadimensão5,seconsiderar queeramantidaacongruênciaentreadesignaçãodas dimensõeseositensquenelasseencontravamincor- porados.Aindaaoníveldaanálisefatorial,veri"ca-se e destaca-se, como aspetopositivo,o facto deos seis fatoresextraídosterempermitidoexplicarumamaior percentagemdavariânciatotaldoQuestionário(51,0%) doquenocasodoestudorealizado,em2003,porLluch (46,8%).
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Propriedades psicométricas da Escala de Atitudes Alimentares Transtornadas para adultos do sexo masculino.

Propriedades psicométricas da Escala de Atitudes Alimentares Transtornadas para adultos do sexo masculino.

Este estudo tem a limitação de ter avaliado uma amostra não probabilística, que pode, portanto, ser não homogênea. De qualquer forma, as validades convergente, known-groups e coniabilidade teste-reteste da EAAT foram adequadas en- tre o público masculino (mesmo se considerando o grupo pequeno que respondeu ao reteste e ao N limitado de ho- mens com TA – que foi o máximo possível coletado junto ao único grupo que atende esse público no Brasil). Deve-se considerar ainda a limitação metodológica relacionada aos dois diferentes formatos de aplicação do instrumento no presente trabalho: em papel em duas instituições e online nas demais, uma vez que se sabe que a resposta online gera uma resposta mais ou menos idedigna. Para escala original em português e validação em espanhol e japonês, as respos- tas foram em papel; por outro lado, a validação em inglês e para adolescentes foi realizada com respostas online – por questões de acesso ao público. Dessa forma, acredita-se que a escala possa ser aplicada em ambos os formatos – embora a diferença entre esses métodos de coleta deva ser poste- riormente mais bem avaliada.
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Questionário de Bem-Estar no Trabalho: estrutura e propriedades psicométricas.

Questionário de Bem-Estar no Trabalho: estrutura e propriedades psicométricas.

O Questionário do Bem-Estar no Trabalho cor- responde à estrutura do modelo teórico que o funda- menta e possui excelentes propriedades psicométricas. Além disso, apresenta um duplo valor: (a) avalia espe- cificamente o bem-estar laboralmente situado, aten- dendo às faces positiva e negativa dessa experiência e a seus fatores pessoais e organizacionais; e (b) foi pro- duzido e validado no contexto ibero-americano e apli- cado no âmbito específico de atividades profissionais de serviços a pessoas. Entre suas limitações consta o fato de que, neste momento, apenas permite obter uma informação descritiva. No que se refere a seu uso prático como ferramenta de diagnóstico, está-se trabalhando na construção de parâmetros que permitam estabelecer grupos de comparação por setores profissionais. A experiência permite dizer que o qBET é um instrumento de fácil aplicação, na medida em que requer instruções simples, com possibilidade de administração tanto individual quanto coletiva.
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FORMAÇÃO DE PROFESSORES, TRABALHO DOCENTE NO ENSINO SUPERIOR E MERCADO DE TRABALHO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES, TRABALHO DOCENTE NO ENSINO SUPERIOR E MERCADO DE TRABALHO

O trabalho desses profissionais também é destaque aqui porque a análise da relação entre número de alunos matriculados nos cursos oferecidos presencialmente ou por meio da EAD e o número de professores contratados revela a exploração do trabalho docente exercido nessas instituições, pois, muitas vezes, o mesmo profissional é responsável pela construção do material impresso, pelas gravações de teleaulas ou aulas oferecidas por meio de web conferências, pela avaliação, pelo atendimento ao aluno via 0800, e-mails e outros tantos recursos utilizados pelo Ensino a Distância. O mesmo profissional, na maioria das vezes, é contratado para trabalhar em diferentes cursos de graduação, ou seja, já não interessa sua formação e área de atuação específica. Ele precisa ser um profissional polivalente.
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Escala de Avaliação dos Estilos de Ensino: qualidades psicométricas dos dados.

Escala de Avaliação dos Estilos de Ensino: qualidades psicométricas dos dados.

É possível identificar no comportamento interactivo materno outras dimensões positivas, como é o caso do ensino activo (Bornstein & Tamis-Le-Monda, 1997; Wakschlag & Hans, 1999). Esta dimensão refere- se à atitude activa positiva assumida pela mãe quando ensina, estrutura e traça limites, enfatizando o uso da linguagem, o afecto positivo e a demonstração do uso de brinquedos ou outros materiais (Wakschlag & Hans, 1999). Assim, a situação de interacção com a criança pode ser abordada pelas mães como uma oportunidade para, de forma relaxada e gratificante, se envolverem com os seus filhos, respondendo aos seus interesses e emoções, ou como uma oportunidade para ensinar, estimular e promover o desenvolvimento da criança. No primeiro caso predomina a atitude responsiva, enquanto que no segundo caso predomina a atitude de ensino activo.
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