Top PDF Propriedades vibracionais da L-Asparagina monohidratada sob pressões de até 30GPA

Propriedades vibracionais da L-Asparagina monohidratada sob pressões de até 30GPA

Propriedades vibracionais da L-Asparagina monohidratada sob pressões de até 30GPA

Por conta disso, muitos estudos relacionados às propriedades estruturais e vibracionais de aminoácidos foram realizados nos últimos anos e uma série de resultados já são conhecidos. Por exemplo, a glicina quando é submetida a altas pressões, até cerca de 23 GPa, não sofre nenhuma modificação estrutural (Murli et al., 2003). Ligações de hidrogênio relativamente curtas do tipo N- H…O formam camadas paralelas ao plano ac e são conectadas por ligações de hidrogênio mais fracas que formam camadas duplas antiparalelas (Murli et al., 2003). Uma possível justificativa para explicar a estabilidade da estrutura a altas pressões é a dificuldade de rearranjar as duplas camadas em uma estrutura cristalina (Boldyreva, 2007). Este fato é bastante diferente do que ocorre com as formas - e da glicina. A -glicina tem uma estrutura bastante similar à da -glicina, embora esta última forma seja mais estável e possa ser obtida da forma - sob determinadas condições físicas (Dawson et al., 2005). Para o cristal de glicinafoi observado por espectroscopia Raman e luz polarizada uma transição de fase reversível em aproximadamente 0,76 GPa (Goryainov et al., 2005). Tal transição de fase é acompanhada por pronunciadas mudanças nos espectros Raman do material, em particular por grandes descontinuidades na curva de frequencia versus pressão. Adicionalmente, a transição é caracterizada por uma rápida propagação de uma fronteira de interface acompanhada por formação de rachadura no cristal conforme verificado pelos autores da Ref. (Goryainov et al., 2005). Sob descompressão, a fase de altas pressões (glycine) transforma-se na fase glicinasem histerese (Goryainov et al., 2005). Enquanto as e da glicina cristalizem-se em uma estrutura monoclínica, respectivamente, nos grupos espaciais P2 1 /n e P2 1 , a
Mostrar mais

110 Ler mais

Propriedades vibracionais da LAsparagina monohidratada sob pressões de até 30GPA

Propriedades vibracionais da LAsparagina monohidratada sob pressões de até 30GPA

Nessa Tese foi estudado o comportamento vibracional do cristal de L-asparagina monohidratada no intervalo de pressão entre 0 e 29,6 GPa com a amostra tendo como meio compressor o argônio líquido. Apesar do alto valor de pressão atingido nos experimentos a ordem de longo alcance foi preservada, ou seja, não existe nenhum indício de que o cristal sofra amorfização. Entretanto, uma série de modificações conformacionais e estruturais foi observada. Elas ocorreram nos seguintes intervalos de pressão: (i) 2,1 – 3,1 GPa; (ii) 4,7 – 6,6 GPa; (iii) 9,3 – 9,9 GPa; (iv) 15,0 – 17,0 GPa; (v) 22,4 – 25,1 GPa. Pelos efeitos nos espectros Raman pode-se interpretar que a primeira transição de fase envolve principalmente uma mudança conformacional das moléculas na célula unitária. A segunda transição de fase possivelmente envolve modificação nas ligações de hidrogênio. Já a transição (iii) é uma transição de fase estrutural, uma vez que são observadas mudanças em todas as regiões espectrais tanto de modos de baixa quanto de altas freqüências. Isso indica que deve estar ocorrendo nessa transição além de mudanças conformacionais, grande modificações nas ligações de hidrogênio. A quarta transição de fase possui um caráter de rearranjo de moléculas na célula unitária, enquanto, finalmente, na quinta transição de fase ocorreria uma mudança conformacional das moléculas, precedida por cerca de 2 GPa, de mudanças nas ligações de hidrogênio.
Mostrar mais

110 Ler mais

Propriedades vibracionais da LAsparagina monohidratada sob pressões de até 30GPA.

Propriedades vibracionais da LAsparagina monohidratada sob pressões de até 30GPA.

Nessa Tese foi estudado o comportamento vibracional do cristal de L-asparagina monohidratada no intervalo de pressão entre 0 e 29,6 GPa com a amostra tendo como meio compressor o argônio líquido. Apesar do alto valor de pressão atingido nos experimentos a ordem de longo alcance foi preservada, ou seja, não existe nenhum indício de que o cristal sofra amorfização. Entretanto, uma série de modificações conformacionais e estruturais foi observada. Elas ocorreram nos seguintes intervalos de pressão: (i) 2,1 – 3,1 GPa; (ii) 4,7 – 6,6 GPa; (iii) 9,3 – 9,9 GPa; (iv) 15,0 – 17,0 GPa; (v) 22,4 – 25,1 GPa. Pelos efeitos nos espectros Raman pode-se interpretar que a primeira transição de fase envolve principalmente uma mudança conformacional das moléculas na célula unitária. A segunda transição de fase possivelmente envolve modificação nas ligações de hidrogênio. Já a transição (iii) é uma transição de fase estrutural, uma vez que são observadas mudanças em todas as regiões espectrais tanto de modos de baixa quanto de altas freqüências. Isso indica que deve estar ocorrendo nessa transição além de mudanças conformacionais, grande modificações nas ligações de hidrogênio. A quarta transição de fase possui um caráter de rearranjo de moléculas na célula unitária, enquanto, finalmente, na quinta transição de fase ocorreria uma mudança conformacional das moléculas, precedida por cerca de 2 GPa, de mudanças nas ligações de hidrogênio.
Mostrar mais

110 Ler mais

Caracterização do haloperidol (C21H23ClFNO2) por espectroscopias Raman e infravermelha, cálculos DFT e propriedades vibracionais a altas pressões

Caracterização do haloperidol (C21H23ClFNO2) por espectroscopias Raman e infravermelha, cálculos DFT e propriedades vibracionais a altas pressões

Um exemplo mais interessante onde ocorrem transições estruturais e transições conformacionais foi o fornecido pela L-asparagina monohidratada [43]. Num estudo rea- lizado variando-se a pressão até 30 GPa descobriu-se a ocorrência de uma transição de fase estrutural em 10 GPa e modificações nos espectros Raman entre 2,1 e 3,1 GPa e entre 15 e 17 GPa que foram interpretados como mudanças conformacionais das moléculas. Nesse estudo observou-se que algumas bandas associadas às ligações de hidrogênio, tais como ν(C = O), ν A (N H 2 ) e ν S (H 2 O) apresentam comportamentos que indicam diferentes regimes para a intensidade das ligações de hidrogênio. Obviamente, essa compressão foi conseguida de forma indireta, uma vez que foi feita a partir de uma análise do número de onda daquelas vibrações.
Mostrar mais

115 Ler mais

Propriedades vibracionais do Dipeptideo aLAspartilLAlanina em condições extremas de temperatura

Propriedades vibracionais do Dipeptideo aLAspartilLAlanina em condições extremas de temperatura

Experimentos de espectroscopia de infravermelho foram realizados no intervalo espectral entre 470 e 3450 cm -1 para diferentes valores de temperatura entre 293 e 413 K. Da análise dos resultados obtidos, é possível afirmar que o espectro apresenta diversas mudanças para valores de temperatura superiores a 373 K. Utilizando a técnica Análise da Componente Principal (PCA), foi possível observar indícios de que o cristal de α-Asp-Ala sofre uma transição de fase entre 373 e 383 K, ou seja, no mesmo intervalo de temperatura indicado pelos dados da espectroscopia Raman. Esta transição envolve modificações nas ligações de hidrogênio, possivelmente a ruptura de pelo menos uma delas, além de mudança na conformação da molécula como um todo. Um tipo similar de transição de fase - envolvendo tanto fortes mudanças nas ligações de hidrogênio quanto modificações conformacionais - já foi verificado na L-asparagina monohidratada: (i) em altas temperaturas (em torno de 363 K) [72] e (ii) em altas pressões (na transição de fase que ocorre em 9,9 GPa) [73].
Mostrar mais

140 Ler mais

Espectroscopia vibracional e cálculos de primeiros princípios no cristal de 2'deoxyadenosina monohidratada e propriedades vibracionais sob altas pressões

Espectroscopia vibracional e cálculos de primeiros princípios no cristal de 2'deoxyadenosina monohidratada e propriedades vibracionais sob altas pressões

Dos estudos realizados at´ e agora nos cristais de amino´ acidos pode-se entender que o comportamento desses materiais sob altas press˜ oes ´ e dif´ıcil de ser previsto. De fato, ao se avaliar o comportamento dos cristais de amino´ acidos sob altas press˜ oes, o quadro fornecido pelos estudos experimentais ´ e bem complexo [43]. A α-glicina submetida at´ e press˜ oes de 23 GPa n˜ ao apresenta nenhuma transi¸c˜ ao de fase, enquanto a β-glicina apresenta uma transi¸c˜ ao de fase em apenas 0,76 GPa. A L-leucina apresenta modifica¸c˜ oes em trˆ es diferentes intervalos de press˜ ao, 0-0,4 GPa, 0,8-1,46 GPa e em aproximadamente 3,6 GPa. O contraste entre os casos da α-glicina e aqueles da β-glicina e da L-leucina mostra que n˜ ao ´ e trivial a identifica¸c˜ ao dos fatores que contribuem para que a estabilidade dos cristais sob altas press˜ oes seja prevista. Isso ´ e o que justifica o estudo de altas press˜ oes realizado nesse trabalho. Vamos agora tentar fornece uma interpreta¸c˜ ao para os resultado obtidos na DM.
Mostrar mais

100 Ler mais

Estudo das propriedades vibracionais e estruturais dos cristais monocloridrato de L-lisina dihidratada e monocloridrato de DL-lisina

Estudo das propriedades vibracionais e estruturais dos cristais monocloridrato de L-lisina dihidratada e monocloridrato de DL-lisina

Sob baixas temperaturas no intervalo de 295 a 10 K e utilizando a técnica de espectroscopia Raman foram realizados estudos com monocristais de L-arginina monohidratada cloridrato pelos pesquisadores Lima et al. [25]. Nesse trabalho, o comportamento das bandas Raman, o número de onda e a intensidade de várias bandas associadas a ligações de hidrogênio foram observadas e discutidas. Segundo os pesquisadores, os desaparecimentos de algumas bandas da região dos modos externos estão relacionados a uma transição de fase que foi observada entre as temperaturas de 110 e 100 K. Os pesquisadores Mukerji et al. [26] também estudaram cristais de L-arginina monohidratada cloridrato através de estudos realizados por diversas técnicas, entre elas; a espectroscopia infravermelho, análise térmica diferencial e termogravimetria. Nesse trabalho, os pesquisadores identificaram os grupos funcionais e constataram a estabilidade da forma hidratada do cristal desde a temperatura ambiente até sua temperatura de decomposição em torno de 343 K. Gonçalves et al. [27], através de espectroscopia Raman sob variações termodinâmicas, estudaram os cristais de L-arginina monocloridrato hidratada e de L-arginina monocloridrato dihidratada. Nesse trabalho, os pesquisadores investigaram os aspectos estruturais gerais desses cristais e fizeram a classificação dos seus modos vibracionais à temperatura e pressão ambiente. Sob condições variadas de temperatura, os pesquisadores analisaram os espectros vibracionais da L-arginina monocloridratado dihidratada no intervalo entre 303 e 473 K. Anomalias como mudanças na inclinação de curvas dω/dT para modos de baixa frequência em torno de 318 K e perda de intensidade de bandas em 323 K foram interpretados como resultados de uma transição de fase sofrida pelo cristal entre essas temperaturas. Adicionalmente a esse estudo foram realizados experimentos de análise térmica diferencial (DTA) e análise termogravimétrica (TG). Os cristais de L-arginina monocloridrato dihidratada nesta pesquisa também foram submetidos a experimentos de altas pressões até cerca de 8 GPa. Com base no comportamento das bandas da região dos modos externos, uma transição de fase foi observada em torno de 2,5 GPa. Entretanto, para pressões no intervalo entre 2,5 e 8,0 GPa nenhuma outra transição de fase foi observada.
Mostrar mais

139 Ler mais

Propriedades Vibracionais e Térmicas do Topiramato Cristalino

Propriedades Vibracionais e Térmicas do Topiramato Cristalino

É interessante destacar que, embora o intervalo de temperatura empregado para aquecimento não seja muito grande, estudos anteriores realizados no cristal de L-asparagina monohidratada mostraram que uma variação de 60 graus é suficiente para imprimir aos espectros mudanças substanciais (por exemplo, entre 303 e 363 K). 89 Isto pode ser atribuído ao fato de que na asparagina as ligações de hidrogênio são bastante efetivas, assumindo um papel considerável na estrutura cristalina. Por outro lado, este tipo de ligação é de energia menor que as ligações covalentes, que seguram os átomos em cada molécula; assim, o efeito da temperatura sobre ele torna-se mais pronunciado. Como no topiramato as ligações de hidrogênio já são fracas, presume-se que elas não tenham uma grande contribuição na estabilidade da estrutura do cristal e, portanto, não foram observadas mudanças significativas nos espectros sob variação de temperatura. Estes resultados, portanto, constituem um dado complementar às medidas térmicas que serão apresentadas mais adiante, que foram realizadas exclusivamente para temperaturas acima da ambiente.
Mostrar mais

130 Ler mais

Propriedades vibracionais de cristais de DLleucina e Lprolina monohidratada submetidos a altas pressões

Propriedades vibracionais de cristais de DLleucina e Lprolina monohidratada submetidos a altas pressões

Em relac¸˜ao aos resultados existentes sobre as propriedades vibracionais de cristais de amino- ´acidos hidratados submetidos a condic¸˜oes de altas press˜oes, o primeiro deles ´e a L-asparagina monohidratada. Medidas realizadas entre 0 e 2,0 GPa mostraram que o cristal sofre trˆes dife- rentes transic¸˜oes de fase que ocorrem (i) entre 0,0 e 0,2 GPa; (ii) entre 0,2 e 0,6 e (iii) entre 0,9 e 1,3 GPa. [2]. Posteriormente, um estudo mais completo nesse cristal mostrou um quadro ainda mais complexo [31]. De acordo com este estudo do material submetido at´e 30 GPa, a L-asparagina monohidratada sofreria mais cinco transic¸˜oes de fases nos seguintes intervalos: (a) 2,1 - 3,1 GPa; (b) 4,7 - 6,6 GPa; (c) 9,3 - 9,9 GPa; (d) 15,0 - 17,0 GPa; (e) 22,4 -25,1 GPa. A partir do que foi observado nos espectros Raman pode-se inferir que a transic¸˜ao (a) envolve uma mudanc¸a conformacional das mol´eculas na c´elula unit´aria. A transic¸˜ao de fase (b) envolveria modificac¸˜oes nas ligac¸˜oes de hidrogˆenio. A transic¸˜ao de fase (c) seria uma transic¸˜ao de fase estrutural, haja vista que grandes mudanc¸as s˜ao observadas nos espectros tanto na regi˜ao dos modos internos quanto na regi˜ao dos modos externos. A transic¸˜ao de fase (d) foi interpretada como sendo devida a um rearranjo de mol´eculas na c´elula unit´aria, enquanto que na transic¸˜ao de fase (e) observou-se a ocorrˆencia de uma mudanc¸a conformacional, precedida por modificac¸˜oes nas ligac¸˜oes de hidrogˆenio.
Mostrar mais

116 Ler mais

PROPRIEDADES VIBRACIONAIS E DIELÉTRICAS DA MULITA
Bi2Mn4O10

PROPRIEDADES VIBRACIONAIS E DIELÉTRICAS DA MULITA Bi2Mn4O10

Como foi discutido acima os modos em 660 e 580 (494) cm -1 possui movimentos ao longo de direções diferentes, o que naturalmente nos faz esperar que tais bandas apresentem comportamentos distintos para uma variação anisotrópica de volume do cristal. Entretanto encontra-se na literatura que todas as bandas acima de 450 cm -1 do BMO apresentam comportamentos semelhantes quando o cristal é submetido à variação de pressão, ou seja, essas apresentam derivadas positivas em relação à pressão da ordem de 4 cm -1 /GPa [14]. Tal resultado nos faz supor que a variação do volume do BMO sob pressão é aproximadamente homogênea. Para comprovar a validade dessa suposição, simulamos as propriedades físicas do BMO até uma pressão de 10 GPa (ver seção 5.4). Os cálculos mostraram que a razão c/a mostrou-se aproximadamente constante, diferindo apenas na terceira casa decimal, sendo igual a 0,77 (ver Figura 5-23) em pleno acordo com a nossa hipótese.
Mostrar mais

127 Ler mais

Propriedades vibracionais de nanotubos de carbono de parede tripla

Propriedades vibracionais de nanotubos de carbono de parede tripla

Pouco tempo ap´os a descoberta dos fulerenos, em 1991, S. Iijima publicou um trabalho pioneiro propondo a estrutura dos nanotubos de carbono de paredes m´ ultiplas (MWNTs). Os tubos relatados eram formados por folhas de grafite enroladas de forma concˆentrica formando cabos coaxiais [2]. Dois anos ap´os a descoberta dos MWNTs, Iijima et al. [3] e Bethune et al. [4] publicaram independentemente as primeiras evidˆencias experimentais de nanotubos de carbono de parede simples (Single Wall Carbon Nanotubes - SWNTs), Figura 2. Os nanotubos de carbono (Carbon Nanotubes - CNTs) surgiram como materiais promissores para diversas aplica¸c˜oes devido as suas propriedades especiais, tais como: excelentes condutividade t´ermica e el´etrica, propriedades eletrˆonicas e ´oticas peculiares, alta resistˆencia mecˆanica `a tra¸c˜ao e estabilidade qu´ımica e f´ısica.
Mostrar mais

57 Ler mais

Estudo das propriedades vibracionais do aminoácido DLmetionina por  Raman

Estudo das propriedades vibracionais do aminoácido DLmetionina por Raman

Os espectros Raman da L-valina sob altas pressões apresentam várias mudanças significativas na intensidades dos modos de estiramento do CH, ν (CH), aparecimentos de bandas e a mudança de inclinação no gráfico da frequência versus pressão de diversos modos. Este conjunto de alterações indica que o material sofra transições de fase em 3 GPa e em 5,3 GPa. Já os estudos por espectroscopia Raman a baixas temperaturas na L-valina aponta uma transição de fase entre 100 k e 120 k [25] e nenhuma transição foi observada desde a temperatura ambiente até a temperatura de fusão do cristal [26]. Em outro experimento com espectroscopia Raman, Murli et al. [27] investigaram o comportamento de policristais de DL- valina sob altas pressões de até 12 GPa. Os autores observaram uma leve descontinuidade de todas as curvas de número de onda versus pressão em torno de 3,0 GPa. Essa transição foi acompanhada do “splitting” das bandas associadas a vibração de deformação do esqueleto molecular além, da perda significativa da intensidade dessas bandas após a pressão de 3,0 GPa. Outras bandas que perdem intensidade foram aquelas classificadas pelos autores como associadas aos modos de vibração das ligações N+-H· · · O.
Mostrar mais

88 Ler mais

Propriedades estruturais e vibracionais de carbonatos fosfatos  (Sidorenkitas)

Propriedades estruturais e vibracionais de carbonatos fosfatos (Sidorenkitas)

volume da célula unitária do arranjo cristalino, modificando a distância de equilíbrio das ligações atômicas, provocando uma alteração substancial no número de onda dos seus modos normais de vibração. Por isso, visto que informações essenciais das propriedades químicas e estruturais dos mais variados tipos de carbonatos fosfatos são reveladas pela técnica da espectroscopia Raman de forma confiável, sua utilização se torna indispensável para o desenvolvimento de métodos e o planejamento de um material eficiente e comercialmente viável para as inovadoras baterias de íons de sódio.
Mostrar mais

54 Ler mais

Propriedades estruturais e vibracionais de nanotubos e nanofitas de titanato

Propriedades estruturais e vibracionais de nanotubos e nanofitas de titanato

materiais em sua maioria s˜ao sintetizados atrav´es de rea¸c˜oes de estado s´olido. Contudo, existem outros m´etodos de s´ıntese desses materiais, por exemplo, o m´etodo sol-gel. (31) Uma grande quantidade de fases estruturais existentes s˜ao representadas como titana- tos de s´odio, ou simplesmente titanatos e ´e demonstrado que algumas das propriedades f´ısicas e aplica¸c˜oes dos materiais s˜ao dependentes da sua forma cristalina, por exemplo, a fotocat´alise.(30–33) Portanto a identifica¸c˜ao da fase estrutural ´e de extrema importˆancia para a sua aplica¸c˜ao em fotocat´alise. Neste estudo vamos focar nas fases chamadas de trititanato de s´odio (Na 2 Ti 3 O 7 ) e hexatitanato de s´odio (Na 2 Ti 6 O 13 ) devido ao fato de
Mostrar mais

68 Ler mais

Propriedades vibracionais de nanotubos e nanobastões de óxido de molibidênio

Propriedades vibracionais de nanotubos e nanobastões de óxido de molibidênio

C). O n´ umero de ´atomos ou de ´ıons na superf´ıcie ´e uma fra¸c˜ao significativa do n´ umero total de ´atomos ou ´ıons do material, fazendo com que a energia de superf´ıcie tenha um papel significativo na estabilidade termodinˆamica desses sistemas. Consequen- temente, em muitos materiais, as propriedades devem agora ser revisitadas `a luz do fato de que um aumento consider´avel na raz˜ao superf´ıcie/volume, associada com a redu¸c˜ao no tamanho, frequentemente tem um efeito proeminente nas propriedades do material. A maioria das propriedades fundamentais dos materiais no estado s´olido, tais como o m´odulo el´astico, foram caracterizadas utilizando-se t´ecnicas macrosc´opicas, e, mais recen- temente, microsc´opicas. Entretanto, com os avan¸cos da nanofabrica¸c˜ao, a maioria destas propriedades j´a n˜ao s˜ao suficientes para prever o desempenho dos materiais quando os dispositivos s˜ao fabricados com dimens˜oes criticamente pequenas.
Mostrar mais

85 Ler mais

Propriedades vibracionais e estruturais de cadeias lineares de carbono

Propriedades vibracionais e estruturais de cadeias lineares de carbono

sendo ν ν a frequên ia vibra ional. Para uma molé ula isotrópi a, o tensor polarizabili- dade se reduz a um es alar ( α = α ), pois as mesmas propriedades físi as são mantidas, independente da direção onsiderada. Expandindo α em série de Taylor em função da oordenada interna q ν , temos;

214 Ler mais

Crescimento e propriedades vibracionais de cristais a base de óxidos

Crescimento e propriedades vibracionais de cristais a base de óxidos

The XRPD result showed the as-grown crystals of R3c LN phase structure, the crystal theory and experimental densities were determined, the UV absorption edge method and Rama[r]

105 Ler mais

Crescimento e propriedades vibracionais de cristais a base de óxidos

Crescimento e propriedades vibracionais de cristais a base de óxidos

The Raman scattering technique has also been used to investigate phase transitions in.. the CBN and SBN compounds.[r]

105 Ler mais

PROPRIEDADES VIBRACIONAIS NO COMPOSTO AURIVILLIUS Bi₃Fe₀ ₅Nb₁ ₅O₉

PROPRIEDADES VIBRACIONAIS NO COMPOSTO AURIVILLIUS Bi₃Fe₀ ₅Nb₁ ₅O₉

A estrutura tipo Aurivillius tem recebido notável atenção nos últimos anos por se tratar de uma estrutura com forte potencial tecnológico. Por se tratarem de materiais multiferróicos, que exibem simultaneamente pelo menos duas ordens ferróicas (ferromagnetismo e ferroeletricidade), em uma única fase, têm atraído considerável atenção devido as suas favoráveis propriedades para aplicação em dispositivos multifuncionais [15,16]. Adicionalmente, estes compostos apresentam interações entre propriedades eletrônicas e magnéticas e são, portanto, importantes para aplicações avançadas tais como dispositivos magneto-elétricos (ME); i.e., sensores que convertem variações do campo magnético para sinais elétricos e vice-versa [17]. Esses materiais multifuncionais revelam um Figura 1: Representação da camada de [Bi 2 O 2 ] 2+ que aparece na estrutura tipo Aurivillius. Pode-se
Mostrar mais

129 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados