Top PDF Propriedades vibracionais e estruturais do aminoácido DL-Norvalina

Propriedades vibracionais e estruturais do aminoácido DL-Norvalina

Propriedades vibracionais e estruturais do aminoácido DL-Norvalina

Os aminoácidos são importantes para o funcionamento do organismo dos seres vivos, assim, o estudo desses compostos é de fundamental ajuda no entendimento desse funcionamento. Os aminoácidos são compostos químicos constituídos por um grupo amina, um grupo carboxila, uma molécula de hidrogênio e um radical ligados ao carbono central. O radical ligado ao carbono central é o que diferencia os vários tipos de aminoácidos existentes. Neste trabalho foram estudadas as propriedades vibracionais e estruturais do cristal DL-Norvalina (C5H11NO2). A técnica para o crescimento do cristal foi por difusão a vapor, demorando em média um mês para a formação do cristal. Foi realizado medidas de difração de raios-X, confirmando a estrutura cristalina da amostra, e medidas de espectroscopia Raman à temperatura ambiente na região espectral entre 50 cm -1 e 3200 cm -1 . É apresentada uma tentativa de classificação dos modos normais de vibração realizada por meio da comparação com trabalhos anteriores.
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Estudo das propriedades vibracionais e estruturais do ácido Gamaaminobutírico em condições extremas de temperatura e de pressão

Estudo das propriedades vibracionais e estruturais do ácido Gamaaminobutírico em condições extremas de temperatura e de pressão

Neste cap´ıtulo s˜ao apresentados diversos resultados relativos `as propriedades estruturais e vibracionais do cristal de GABA. Inicialmente, faz-se uma discuss˜ao acerca da identifica¸c˜ao dos modos normais de vibra¸c˜ao desse cristal. Para isso utilizam-se resul- tados obtidos em outros cristais de amino´acidos j´a publicados na literatura. Esse aux´ılio ´e poss´ıvel porque o GABA, tamb´em sendo um amino´acido, possui muitas estruturas co- muns a esta fam´ılia de materiais. Em segundo lugar, ´e discutido o comportamento do cristal de GABA quando submetido a diversas condi¸c˜oes termodinˆamicas como diferen- tes temperaturas e diferentes press˜oes. Como ser´a visto, embora o material seja est´avel num grande intervalo de temperatura – como tamb´em seja verificado com outros cris- tais de amino´acidos, embora n˜ao seja uma regra geral – ele sofre uma transi¸c˜ao de fase em valores de press˜ao relativamente baixos. Possivelmente isto se deve `a forma como as liga¸c˜oes de hidrogˆenio mantˆem as mol´eculas de GABA empacotadas na estrutura crista- lina, como teremos oportunidade de discutir mais adiante. Desta forma, espera-se fornecer uma contribui¸c˜ao ao entendimento das propriedades f´ısicas deste importante material, em particular no que diz respeito `as propriedades vibracionais e estruturais.
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Estudo das propriedades vibracionais e estruturais dos cristais  de Llisina dihidratada e  de DLlisina

Estudo das propriedades vibracionais e estruturais dos cristais de Llisina dihidratada e de DLlisina

A evolução de intensidade das bandas ao longo da compressão indica que uma ligeira conformação molecular ocorre durante o aumento da pressão. Esse fato foi observado anteriormente em uma investigação realizada em cristais DL-leucina submetidos a elevada pressão pelos pesquisadores Abagaro et al. [32]. A partir daí pode-se entender a transição de fase se estabeleça entre 2,8 e 4,0 GPa, como já discutimos no parágrafo, em relação ao número de onda de modos de baixo energia vibracional, a conformação molecular da molécula de lisina é verificado em todo o intervalo de pressão. Sob alta pressão outros aminoácidos recentemente foram estudados em que foram investigados a recristalização desses materiais. Para cristais de L-alanina, os pesquisadores Tumanov et al. [92] observaram a recuperação sob descompressão, retornando a seu tamanho original. Neste presente trabalho, nós observamos cuidadosamente a ocorrência de um fenômeno semelhante com o cristal de DL-lisina.HCl, porém nenhuma evidência dessa natureza foi encontrada. É provável que o tempo total que a amostra de DL-lisina.HCl permaneceu sob pressão justifique o fenômeno, assim como sugerido por esses pesquisadores. Por outro lado, os experimentos realizados sobre a L-alanina em cada ponto de pressão foi mantida durante cerca de 6 horas [92], enquanto no experimento com DL-lisina.HCl o tempo entre dois valores de pressões diferentes não excedeu mais que duas horas. Assim, serão necessários trabalhos mais aprofundados sobre este assunto. Os coeficientes dos fittings para os elementos dos experimentos e dos números de onda dos modos em condições ambiente discutidos nesta seção, e assim como as atribuições dos modos encontrados no intervalo de 0,1 a 9,8 GPa estão apresentados na Tabela 23.
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Estudo das propriedades vibracionais e estruturais dos cristais monocloridrato de L-lisina dihidratada e monocloridrato de DL-lisina

Estudo das propriedades vibracionais e estruturais dos cristais monocloridrato de L-lisina dihidratada e monocloridrato de DL-lisina

Há na literatura diversas pesquisas com cristais de aminoácidos caracterizando seus modos vibracionais e estudando suas estruturas em condições ambientes e sob variações de parâmetros termodinâmicos. Entretanto, verificou-se em pesquisas minuciosas que o aminoácido lisina tem sido pouco estudado, apesar da L-lisina apresentar aspectos qualitativos e quantitativos tanto quanto vários metais [8] que são aplicados em opto- eletrônica, piezoeletricidade e ferroeletricidade, por exemplos. Além de ser um número muito pequeno de trabalhos na literatura em especial com esse aminoácido, a maioria daqueles encontrados no campo da espectroscopia vibracional reduz-se a caracterizá-los sob condições de temperatura e pressão ambiente, utilizando para isso na maioria das vezes, as técnicas de espectroscopia infravermelho e Raman. Portanto, sob a óptica da escassez de estudos do comportamento dos modos vibracionais e das estruturas cristalinas dos cristais envolvendo a lisina, investigamos neste trabalho, cristais de monocloridrato de L-lisina dihidratada (L-lisina.HCl.2H 2 O) e cristais de monocloridrato de DL-lisina (DL-
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Propriedades vibracionais e estruturais de cadeias lineares de carbono

Propriedades vibracionais e estruturais de cadeias lineares de carbono

sendo ν ν a frequên ia vibra ional. Para uma molé ula isotrópi a, o tensor polarizabili- dade se reduz a um es alar ( α = α ), pois as mesmas propriedades físi as são mantidas, independente da direção onsiderada. Expandindo α em série de Taylor em função da oordenada interna q ν , temos;

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Propriedades vibracionais e estruturais de cadeias lineares de carbono

Propriedades vibracionais e estruturais de cadeias lineares de carbono

dutores om  band gap ” pequeno, sendo esta lassi ação oriunda das propriedades de simetria do grafeno. Dado o par (n, m) que determinam a quiralidade do nanotubo, tem-se que quando n − m for múltiplo de três o nanotubo será semi ondutor de gap ” quase nulo, aso ontrário será semi ondutor e quando o orrer o aso em que n = m o nanotubo será metáli o. Nos tubos metáli os há sempre estados de energia que ruzam

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Propriedades Vibracionais de Perovskitas Complexas Ordenadas

Propriedades Vibracionais de Perovskitas Complexas Ordenadas

realizado por Bonny (56) por difra¸c˜ao de raios-X em monocristal e difra¸c˜ao de p´o com radia¸c˜ao s´ıncrotron, todos os resultados contradit´orios foram reunidos numa nova e con- sistente nota¸c˜ao. Por causa das dificuldades bem conhecidas em preparar cerˆamicas este- quiom´etricas de perovsquitas baseados em chumbo, e por causa da proximidade das duas transi¸c˜oes de fase no PFN os autores sugeriram que os resultados podem ser fortemente dependentes da amostra quando os experimentos s˜ao executados em p´o. Ent˜ao nos es- tudos deles usaram somente monocristais ou p´o obtidos por moagem. Seus resultados d˜ao evidˆencias claras da existˆencia das duas transi¸c˜oes de fase ferr´oicas unindo as trˆes fases. Os sistemas cristalinos das trˆes fases foram determinados respectivamente como monocl´ınico (T < 355 K), tetragonal (355K < T < 376 K) e c´ ubico (T > 376 K). A fase tetragonal foi associada ao grupo n˜ao centrossim´etrico P4mm por causa das suas propriedades ferroel´etricas. A simetria monocl´ınica foi indicada como Cm, com uma es- trutura baseada numa cela diagonal com volume duas vezes o da c´ ubica simples. Da´ı, devido a falta de dados estruturais Lampis et al.(26), apresentaram os refinamentos dos dados de difra¸c˜ao de raios-X e nˆeutrons em p´o das trˆes estruturas do PFN atrav´es do m´etodo de refinamento Rietveld. A Tabela 3 reproduz os parˆametros de redes para cada fase e as distˆancias das liga¸c˜oes dos c´ations aos ˆanions de oxigˆenio. A Figura 32 mostra a cela unit´aria de cada uma das fases.
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Propriedades Vibracionais e Térmicas do Topiramato Cristalino

Propriedades Vibracionais e Térmicas do Topiramato Cristalino

Nesta seção apresentamos os espectros Raman de policristais de topiramato para temperaturas variando entre 16 e 373 K. Este estudo teve como objetivo a observação do comportamento das bandas Raman com a variação da temperatura bem como a procura de indícios de mudanças estruturais, tão importantes quando se trata de substâncias utilizadas como drogas. Para maior clareza, os espectros Raman a serem apresentados foram divididos por região espectral e por região de temperatura (abaixo e acima da ambiente), e são apresentados nas Figuras 21 a 38. Para temperaturas inferiores à ambiente houve detrimento da qualidade do sinal devido às oscilações inerentes ao funcionamento do criostato. Esta limitação não se faz presente nos experimentos realizados a altas temperaturas. Ainda, os espectros referentes às temperaturas de 237 e 208 K estão com a linha base e intensidades diferentes dos demais devido a dificuldades encontradas na focalização. Em geral, a diminuição da temperatura, resultado de um menor grau de agitação das moléculas, melhora a resolução espectral e demanda uma maior energia para que as vibrações aconteçam, deslocando os números de onda para valores maiores.
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Propriedades vibracionais de nanotubos e nanobastões de óxido de molibidênio

Propriedades vibracionais de nanotubos e nanobastões de óxido de molibidênio

As propriedades espectrais (largura de linha Γ, frequˆencia ω e intensidades relati- vas) dos espectros coletados durante o tratamento t´ermico dos nanobast˜oes evoluem em fun¸c˜ao da temperatura de tratamento t´ermico com algumas caracter´ısticas peculiares. Identificamos trˆes regi˜oes de comportamento ω x T e Γ x T nos dados experimentais. O comportamento dessas grandezas foge ao que ´e previsto pelo modelo anarmˆonico de de- caimento de um fˆonon ´otico em fˆonons ac´ usticos. Em princ´ıpio, as mudan¸cas observadas (descontinuidade nos gr´aficos ω x T e Γ x T) poderiam ser interpretadas como mudan¸cas estruturais. Uma an´alise detalhada dos dados mostram que de fato temos uma mudan¸ca de morfologia ocorrendo no intervalo de 150 o C a 350 o C. Essa interpreta¸c˜ao ´e refor¸cada
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Propriedades vibracionais de nanotubos de carbono de parede tripla

Propriedades vibracionais de nanotubos de carbono de parede tripla

A espectroscopia Raman ressonante tem desempenhado um papel muito importante na caracteriza¸c˜ao desse material, tendo sido usada para avaliar o processo de s´ıntese e purifica¸c˜ao dos nanotubos, e para acessar as propriedades eletrˆonicas, vibracionais e estruturais com precis˜ao e sensibilidade [9]. Esta t´ecnica pode ser usada para diferenciar de forma simples e precisa nanotubos de paredes simples de outros com um maior n´ umero de paredes, tubos met´alicos de semicondutores, presen¸ca de defeitos, diferenciar bordas zig-zag e armchair, etc. [10]. A espectroscopia Raman em SWNTs permite determinar com grande precis˜ao o diˆametro d t e o ˆangulo quiral θ [11].
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Propriedades vibracionais de Ltreonina e Dtreonina sob altas pressões

Propriedades vibracionais de Ltreonina e Dtreonina sob altas pressões

Os aminoácidos são moléculas orgânicas que representam a menor unidade elementar na constituição de uma proteína e, portanto, formam as bases moleculares dos organismos vivos. Nos últimos anos, um crescente interesse nas propriedades vibracionais e estruturais de cristais de aminoácidos tem sido observado [1]. Um dos motivos se deve ao fato destes constituírem sistemas moleculares em que as interações de forças de Van der Waals e ligações de hidrogênio (sendo as mais comuns da forma N + -H···O, que é estabelecida entre um grupo amina de uma molécula com um grupo carboxílico de outra) desempenham papéis importantes na estabilidade de sua estrutura cristalina; neste caso, o aminoácido assume uma conformação de estrutura bipolar zwitteriônica [2]. Outro ponto importante diz respeito a possibilidade de produção de polimorfos sob altas pressões, que tem sido muito relevante nas ciências farmacêuticas [3]. Dentre os diversos aspectos relacionados ao polimorfismo podemos mencionar a tentativa de se encontrar experimentalmente ou prever teoricamente todos os possíveis polimorfos de determinado composto ou até mesmo de ainda se descobrir experimentalmente ou predizer quais os polimorfos que serão desenvolvidos sob condições experimentais especiais. E ainda, os espectros vibracionais das moléculas dos aminoácidos servem para obter informações sobre a conformação molecular e fornecer percepções para a topologia de moléculas mais complexas [1].
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Propriedades vibracionais da LAsparagina monohidratada sob pressões de até 30GPA.

Propriedades vibracionais da LAsparagina monohidratada sob pressões de até 30GPA.

Por conta disso, muitos estudos relacionados às propriedades estruturais e vibracionais de aminoácidos foram realizados nos últimos anos e uma série de resultados já são conhecidos. Por exemplo, a glicina quando é submetida a altas pressões, até cerca de 23 GPa, não sofre nenhuma modificação estrutural (Murli et al., 2003). Ligações de hidrogênio relativamente curtas do tipo N- H…O formam camadas paralelas ao plano ac e são conectadas por ligações de hidrogênio mais fracas que formam camadas duplas antiparalelas (Murli et al., 2003). Uma possível justificativa para explicar a estabilidade da estrutura a altas pressões é a dificuldade de rearranjar as duplas camadas em uma estrutura cristalina (Boldyreva, 2007). Este fato é bastante diferente do que ocorre com as formas - e da glicina. A -glicina tem uma estrutura bastante similar à da -glicina, embora esta última forma seja mais estável e possa ser obtida da forma - sob determinadas condições físicas (Dawson et al., 2005). Para o cristal de glicinafoi observado por espectroscopia Raman e luz polarizada uma transição de fase reversível em aproximadamente 0,76 GPa (Goryainov et al., 2005). Tal transição de fase é acompanhada por pronunciadas mudanças nos espectros Raman do material, em particular por grandes descontinuidades na curva de frequencia versus pressão. Adicionalmente, a transição é caracterizada por uma rápida propagação de uma fronteira de interface acompanhada por formação de rachadura no cristal conforme verificado pelos autores da Ref. (Goryainov et al., 2005). Sob descompressão, a fase de altas pressões (glycine) transforma-se na fase glicinasem histerese (Goryainov et al., 2005). Enquanto as e da glicina cristalizem-se em uma estrutura monoclínica, respectivamente, nos grupos espaciais P2 1 /n e P2 1 , a
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Propriedades estruturais, mecânicas, eletrônicas e vibracionais de novas  baseadas em adamantano

Propriedades estruturais, mecânicas, eletrônicas e vibracionais de novas baseadas em adamantano

Nesta dissertação é apresentado um estudo das propriedades estruturais, mecânicas, eletrônicas e vibracionais de nanofios, nanoplanos e nanotubos baseadas em adamantano. Para essas estruturas foram efetuadas otimizações da geometria usando dois métodos diferentes: Teoria do funcional da densidade na aproximação do gradiente generalizado (GGA) com o funcional de troca e correlação de Perdew, Burke e Ernzerhof (PBE) [1, 2] e a aproximação da densidade local (LDA) com o funcional de troca e correlação de Perdew-Wang (PWC) [1]. A partir da otimização dessas estruturas, foi possível calcular propriedades como a energia total, energia de formação, Gap de energia, estrutura de bandas e Densidade de estados, utilizando os programas Dmol3, Castep e DFTB+. Os resultados mostram que diferentes simetrias podem ser obtidas para cada nanoestrutura e que elas preservam os comprimentos de ligação da molécula do adamantano (para o caso dos nanotubos a medida que aumentamos o raio). Observamos também que o módulo de Young longitudinal é sempre maior que o transversal. Quanto à estabilidade ter- modinâmica, temos que os primeiros resultados mostram que todas as estruturas podem existir a temperatura ambiente. Para as propriedades eletrônicas, temos que são desde semicondutoras de gap largo até isolantes. Com respeito às propriedades vibracionais, temos que cada uma delas apresenta uma assinatura particular no espectro Raman e IR, podendo assim ser diferenciadas umas das outras, contudo, elas também carregam em sua assinatura picos característicos correspondentes ao adamantano.
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Estudo das propriedades vibracionais do aminoácido DLmetionina por  Raman

Estudo das propriedades vibracionais do aminoácido DLmetionina por Raman

Geralmente estas moléculas cristalizam-se com várias unidades por célula unitária, então várias ligações de hidrogênio poderão ser formadas. Estas ligações de hidrogênio desempenham papéis importantes na estabilidade da estrutura cristalina, pois submetendo o cristal de aminoácido à variação de algum parâmetro termodinâmico tal como temperatura ou pressão, fará com que as moléculas modifiquem suas posições, afetando em consequência, as ligações de hidrogênio. Eventualmente estas modificações induzem a ocorrência de uma transição de fase e o material assume uma nova simetria cristalina. Além disso, a possibilidade de produzir os polimorfos sob diferentes condições externas é uma questão de importância fundamental na indústria farmacêutica devido a diferentes polimorfos do mesmo composto de fármaco poderem ter propriedades físicas e químicas muito diferentes que afetam a biodisponibilidade, o processamento, a velocidade de dissolução, e estabilidade, entre outros [1,2,3]. Além disso, apesar do aminoácido, por si só não ser classificado como uma droga é frequentemente usada para preparar muitos medicamentos. Portanto, é importante estudar as propriedades estruturais de tais compostos sob condições extremas para facilitar o processo de produtos para uso das indústrias farmacêuticas.
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Estudo das propriedades vibracionais do aminoácido DL-metionina por espectroscopia Raman

Estudo das propriedades vibracionais do aminoácido DL-metionina por espectroscopia Raman

Geralmente estas moléculas cristalizam-se com várias unidades por célula unitária, então várias ligações de hidrogênio poderão ser formadas. Estas ligações de hidrogênio desempenham papéis importantes na estabilidade da estrutura cristalina, pois submetendo o cristal de aminoácido à variação de algum parâmetro termodinâmico tal como temperatura ou pressão, fará com que as moléculas modifiquem suas posições, afetando em consequência, as ligações de hidrogênio. Eventualmente estas modificações induzem a ocorrência de uma transição de fase e o material assume uma nova simetria cristalina. Além disso, a possibilidade de produzir os polimorfos sob diferentes condições externas é uma questão de importância fundamental na indústria farmacêutica devido a diferentes polimorfos do mesmo composto de fármaco poderem ter propriedades físicas e químicas muito diferentes que afetam a biodisponibilidade, o processamento, a velocidade de dissolução, e estabilidade, entre outros [1,2,3]. Além disso, apesar do aminoácido, por si só não ser classificado como uma droga é frequentemente usada para preparar muitos medicamentos. Portanto, é importante estudar as propriedades estruturais de tais compostos sob condições extremas para facilitar o processo de produtos para uso das indústrias farmacêuticas.
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Crescimento e caracterização de cristais do aminoácido Isoleucina nas formas L e DL

Crescimento e caracterização de cristais do aminoácido Isoleucina nas formas L e DL

Neste trabalho foram investigadas as propriedades vibracionais dos cristais de Isoleucina (C6H13NO2), um dos 20 aminoácidos que compõe as proteínas encontradas nos seres vivos, nas formas L (quiral) e DL (racêmico). Os cristais foram crescidos pelo método da evaporação lenta do solvente. Medidas de difração de raios-X confirmaram a estrutura cristalina de ambas as amostras. Medidas de espectroscopia Raman foram realizadas em temperatura ambiente e uma classificação tentativa dos modos Raman foi feita baseando-se em trabalhos prévios e em outros aminoácidos.
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Propriedades estruturais, eletrônicas e vibracionais de Cristais do Ácido Aspártico (ASP): simulações  no formalismo DFT

Propriedades estruturais, eletrônicas e vibracionais de Cristais do Ácido Aspártico (ASP): simulações no formalismo DFT

Simulações computacionais no formalismo da Teoria do Funcional da Densidade (DFT) foram empregadas para obter a geometria e as propriedades optoeletrônicas e vi- bracionais de cristais do ácido aspártico nas formas L-anidra, L-monohidratada e DL ani- dra. Os funcionais de troca e correlação LDA, GGA e GGA+TS (correção de dispersão) foram empregados para a obtenção das células unitárias de menor energia para cada cris- tal e dados de difração de raios X serviram como ponto de partida para as otimizações. No caso do cristal L-anidro, o espectro de absorção óptica foi medido, obtendo-se uma esti- mativa do gap principal em cerca de 5,02 eV. As estruturas de banda obtidas teoricamente, por outro lado, sugerem que este gap deve ser indireto.
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Propriedades Vibracionais do Dipeptídeo LAlanilAlanina submetido a deformações homogêneas

Propriedades Vibracionais do Dipeptídeo LAlanilAlanina submetido a deformações homogêneas

temperaturas foram interpretadas como interações concorrentes opostas das forças de empacotamento cristalino e acoplamento carga-fônon como um efeito Jahn-Teller [38]. O mais importante aspecto é que embora a L-alanina exiba algumas anomalias à baixas temperaturas, a fase ortorrômbica apresentada à temperatura ambiente é estável até 10 K. Similarmente, quando a α-glicina é investigada através de espectroscopia Raman, nenhuma evidência de transição de fase é observada em condições de baixas temperaturas, embora um aumento no comprimento da ligação de hidrogênio entre camadas é verificado através da análise da vibração associada ao estiramento N–H [39]. Um outro exemplo de cristal de aminoácido onde se observa uma estrutura estável à baixas temperaturas é de DL-serina. Por outro lado, quando a L-serina foi investigada por espectroscopia de Raman, verificou-se que o cristal sofre uma transição dinâmica a 140 K [40]. Esta transição foi interpretada como uma reorientação de fragmentos da cadeia lateral –CH 2 OH com respeito ao esqueleto da molécula; como um resultado de
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Propriedades estruturais, eletrônicas e vibracionais de Cristais do Ácido Aspártico (ASP): simulações computacionais no formalismo DFT

Propriedades estruturais, eletrônicas e vibracionais de Cristais do Ácido Aspártico (ASP): simulações computacionais no formalismo DFT

al. [54] 2008 L-Valine da Silva, J. H., Lemos, V., Freire, P. T. C., et al. [55] 2009 L-Valine da Silva, J. H., Lima, J. A., Freire, P. T. C., et al. [56] 2009 L-Alanine de Souza, J. M., Freire, P. T. C., Argyriou, D. N., et al. [57] 2009 L-Leucine Facanha, P. F., Freire, P. T. C., Melo, F. E. A., et al. [58] 2009 L-Alanine Goncalves, R. O., Freire, P. T. C., Bordallo, H. N., et al. [59] 2009 L-Isoleucine Sabino, A. S., De Sousa, G. P., Luz-Lima, C., et al. [60] 2009 DL-Alanine Belo, E. A., Lima, J. A., Freire, P. T. C., et al. [61] 2010 L-Arginine Faria, J. L. B., Freire, P. T. C., Goncalves, R. O., et al. [62] 2010 DL-Alanine Lima, J. A., Freire, P. T. C., Melo, F. E. A., et al. [63] 2010 – Freire, P. T. C. [64] 2010 L-Histidine de Sousa, G. P., Freire, P. T. C., Lima, J. A., et al. [65] 2011 L-Leucine Facanha, P. F., X. S. Jiao, P. T. C. Freire, et al. [66] 2011 L-Glutamic acid Luz-Lima, C., de Sousa, G. P., Lima, J. A., et al. [67] 2012 DL-Leucine Abagaro, B. T. O., Freire, P. T. C., Silva, J. G., et al. [68] 2013 L-Histidine De Sousa, G. P., Freire, P. T. C., Mendes, J., et al. [69] 2013 L-Methionine Fischer, J., Lima, J. A., Freire, P. T. C., et al. [70] 2013 D-Threonine Holanda, R. O., Freire, P. T. C., Silva, J. A. F., et al. [71] 2013 L-Methionine Lima, J. A., Freire, P. T. C., Melo, F. E. A., et al. [72] 2013 L-Alanine Lima, R. J. C., Santos, E. C., Moreno, A. J. D., et al. [73] 2013 L-Histidinato Maia, J. R., J. A. Lima, Jr., P. T. C. Freire, et al. [74] 2013 L-Glutamic Facanha Filho, P. F., P. T. C. Freire, A. O. dos Santos, et al. [75] 2014 D-Methionine Melo, W. D. C., P. T. C. Freire, J. Mendes Filho, et al. [76] 2014 Aminoácidos não investigados/com estudos não publicados pelo Departamen-
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Propriedades vibracionais de cristais de valina e ácido glutâmico monohidratado na forma dl

Propriedades vibracionais de cristais de valina e ácido glutâmico monohidratado na forma dl

Os aminoácidos protéicos constituem um grupo de 20 componentes, em que a asparagina foi o primeiro aminoácido identificado em 1806, e a treonina, o último, em 1938 [1]. As células de alguns seres vivos, dentre elas as dos humanos, não conseguem sintetizar os 20 aminoácidos que entram na constituição das proteínas. Dessa forma, os aminoácidos não sintetizáveis (também chamados de essenciais) pelas nossas células, precisam ser adquiridos por meio da alimentação. Os aminoácidos essenciais constituem um grupo de 8 componentes: leucina, valina, isoleucina, fenilalanina, metionina, triptofano, lisina e treonina. São chamamos de aminoácidos não-essenciais aqueles que o nosso organismo é capaz de produzir. Esses aminoácidos formam um conjunto de 12 componentes: ácido glutâmico, ácido aspártico, arginina, alanina, asparagina, glutamina, cisteína, glicina, prolina, tirosina, serina e histidina.
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