Top PDF Protagonismo juvenil e cultura de paz: a experiência do programa clube do jornal

Protagonismo juvenil e cultura de paz: a experiência do programa clube do jornal

Protagonismo juvenil e cultura de paz: a experiência do programa clube do jornal

Tendo em foco uma visão do jovem enquanto sujeito protagonista e (re)construtor do seu meio, trazemos, a seguir, uma discussão sobre a experiência do Programa Clube do Jor- nal, enquanto[r]

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PROTAGONISMO JUVENIL NA PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA E PROMOÇÃO DA CULTURA DA PAZ EM UMA CIDADE DO INTERIOR DA BAHIA

PROTAGONISMO JUVENIL NA PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA E PROMOÇÃO DA CULTURA DA PAZ EM UMA CIDADE DO INTERIOR DA BAHIA

O crescimento da violência constitui-se como objeto de estudo de vários pesquisadores da saúde coletiva, a fim de compreender seus determinantes e identificar grupos e populações de risco, colaborando para o controle dos processos e dinâmicas geradores do fenômeno. O elevado número de óbitos e lesões em pessoas jovens tem produzido prejuízos econômicos e sociais para o país, evidenciando a necessidade de se conhecer as circunstâncias de ocorrência dos agravos e estabelecer ações que possam reduzir as taxas de morbimortalidade por causas violentas. Este artigo trata-se de um relato de experiência de extensão que objetiva disseminar ações de enfrentamento da violência entre estudantes, educadores e outros profissionais envolvidos com a escola e a comunidade com vistas à formação de agentes multiplicadores da paz social e também estimular a produção de tecnologias sociais para a prevenção da violência e promoção da cultura da paz nas escolas da rede pública e privada de Feira de Santana. As intervenções realizadas por uma equipe multiprofissional basearam-se em oficinas e feiras abordando os temas: violência, cultura da paz, cidadania, solidariedade, drogas, saúde, convívio social e protagonismo juvenil e capacitação dos alunos para produção de materiais educativos voltados para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz. Como produtos de tais ações notou-se-se: melhorias na relação entre professores e alunos; redução das ocorrências de vandalismo e violência na escola; redução do número de advertências e suspensões e engajamento de alunos vistos como indisciplinados em ações construtivas na escola.
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Programa Ética e Cidadania - Convivência Democrática: Protagonismo Juvenil

Programa Ética e Cidadania - Convivência Democrática: Protagonismo Juvenil

O relato que vamos apresentar traz uma proposta que tem como principal objetivo implantar a cultura de paz no ambiente escolar. Valendo-se do conceito de mediação na resolução de conflitos, analisa, cuidadosamente, vários de seus aspectos: origem, aplicabilidade, características, qualidades do mediador, seu processo no Brasil, etc. Desenvolvida em duas escolas do município do Rio de Janeiro, acreditamos que a referida experiência possa aportar elementos que nos ajudem: a nos relacionar, a compartilhar os problemas que surgem de nossa convivência diária e a elaborar soluções conjuntas. Em última instância, que nos ajudem a erradicar as condutas violentas e agressivas, nas instituições escolares e na sociedade.
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Protagonismo juvenil na literatura especializada e na reforma do ensino médio.

Protagonismo juvenil na literatura especializada e na reforma do ensino médio.

necessidades imediatas da população e dos próprios jovens. Entretanto, carrega consigo a possibilidade de despolitizar o olhar sobre as determinações da pobreza e sua manutenção, desviando o foco das preocupações do debate político e social sobre tais determinações para o da ação individual ou coletiva, com vistas a mino- rar, de modo funcionalista, “os aspectos negativos do pós-industrialismo”, designa- ção eufêmica para os desdobramentos sociais e econômicos da atual fase do capi- talismo mundial. Nesse sentido, apesar do teor de questionamento das decorrên- cias negativas do “pós-industrialismo”, o protagonismo pode encaminhar a promo- ção de valores, crenças, ações etc. de caráter mais adaptativo que problematizador. Tal perspectiva desloca para o âmbito de ação da sociedade civil, por meio da ação de ONGs e outras instituições, responsabilidades que cabem ao Estado, tendo em vista os direitos subjetivos dos cidadãos. Além disso, transfere para jovens e adolescentes, individualmente ou em grupo, em especial para os que fazem parte dos setores empobrecidos, a responsabilidade de, conforme o conceito de resiliência, contribuir para superação da adversidade. Um exemplo atualmente muito visível, relativo à perversidade da ênfase nesse tipo de protagonismo, diz respeito aos processos de inserção e manutenção no mercado de trabalho, quando a responsabilidade é deslocada para os indivíduos “[embora se saiba] que fatores de ordem macro e mesoeconômias contribuem decisivamente para essa situação [de desemprego]” (Hirata, apud Shiroma, Campos, 1997, p.28).
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Implementando Cultura de Paz

Implementando Cultura de Paz

Resumo: O Programa Implementando Cultura de Paz tem como objetivo promover ações de assistência social preventiva construindo conhecimento, projetos e metodologias com vistas á capacitar comunidade acadêmica e profissionais educadores da rede Estadual para atuação em programas e projetos de educação para a paz. Tem por finalidade contribuir com o desenvolvimento e fortalecimento da Cultura de Paz a partir do desenvolvimento de um processo de formação continuada de gestores e professores e alunos da rede pública educacional estadual da área de abrangência da 35ª Coordenadoria Regional de Educação de São Borja. Ainda apresenta como norte o fortalecimento de alunos para redução da evasão. Por meio do trabalho dos alunos bolsistas tem formado e capacitado, multiplicadores dessa nova forma de educação a partir da prevenção e enfrentamento da violência por meio da mediação de conflitos, instituindo um novo paradigma de resolução de conflitos que é a justiça restaurativa, como processo de construção de uma nova cultura. A partir da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, o projeto apresenta possibilidades de construção de espaços para debates e proposições referentes à temática em foco articulando saberes interdisciplinares em parceria com o poder público
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Compliance e a cultura de paz

Compliance e a cultura de paz

RESUMO O Direito à Paz como Direito Fundamental tem origem em um movimento que vem ao encontro de outro que se denomina a Era do Compliance. A partir desses dois movimentos que se exteriorizam como a Cultura de Paz e a Cultura de Integridade, busca­ ­se estabelecer no presente texto uma relação existente entre os fins colimados por ambos através de um Sistemas de Gestão de Compliance. Esse sistema que envolve a boa governança pública e privada, pode ser considerado como uma das ferramentas de se viabilizar o Direito à Paz. A correlação se estabelece com base nos movimentos sociais, na classificação dos direitos fundamentais e, ainda, pela necessidade de uma mudança comportamental que se solidifica com a educação e a ética. Os Programas de Compliance, enquanto sistemas de gestão, permitem um melhor controle e capacitação de todos os atores sociais envolvidos que vão desde pessoas à Organizações (públicas ou privadas).
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DEMANDAS E PROTAGONISMO JUVENIL:  políticas curriculares no ensino médio

DEMANDAS E PROTAGONISMO JUVENIL: políticas curriculares no ensino médio

Este trabalho aborda protagonismo juvenil no ensino médio em meio a demandas curriculares. No campo metodológico, apresenta resultados de pesquisa realizada em manchetes midiáticas, as quais deram visibilidade a alguns movimentos em defesa da educação pública. Destaca dois movimentos tendo como protagonistas jovens alunos (e possivelmente seus professores) do ensino médio, desencadeados por demandas curriculares, ambos acontecidos no período entre final de 2015 e início de 2016, com ocupações de escolas nos estados de Goiás e de São Paulo. No campo teórico, trata de uma abordagem pós- estrutural com base na Teoria do Discurso de Laclau e Mouffe (2015). Nessa perspectiva, considera como demandas curriculares os eventos propostos pelas
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O direito humano ao protagonismo juvenil vivenciado no Projeto Batuque

O direito humano ao protagonismo juvenil vivenciado no Projeto Batuque

Ao longo da história,a relação entre o jovem e a sociedade no qual ele está inserido sofreu modificações bastante significativas. Os jovens deixaram de ser vistos apenas como adolescentes rebeldes e tornaram-se sujeitos de direitos com a garantia constitucional de participação social, devendo ser-lhes possibilitado, tanto pelo Estado como pela sociedade civil, o direito de expressar-se livremente por meio de pensamento e opinião, atuando juntamente com os adultos na busca por soluções para os conflitos e problemas sociais com os quais eles convivem. Essa participação social também é denominada protagonismo juvenil e tem como proposta possibilitar o desenvolvimento pessoal e o social dos jovens, principalmente daqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Por meio do protagonismo juvenil que também é um direito humano garantido pela legislação nacional e internacional, criam-se espaços e condições capazes de possibilitar aos adolescentes o envolvimento em atividades direcionadas à solução de problemas reais, atuando como fonte de iniciativa, liberdade e compromisso. A presente pesquisa teve por objetivo verificar qual a compreensão de um grupo de jovens que integram um grupo de percussão – Projeto Batuque, desenvolvido pela Organização Não Governamental Núcleo de Apoio ao Desenvolvimento Social de Garanhuns (NADESG) – acerca do que vem a ser o direito humano ao protagonismo juvenil e se o mesmo é vivenciado e garantido pela instituição da sociedade civil acima mencionada, visto ser este um dos objetivos da ONG na busca pela garantia dos direitos de crianças e adolescentes. A compreensão do protagonismo juvenil se dá a partir dos estudos do pesquisador e pedagogo mineiro Antônio Carlos Gomes da Costa (2006), pioneiro nos estudos sobre esta temática no Brasil, bem como com base
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Jogos Lógicos de Tabuleiro: uma ferramenta para o Protagonismo Juvenil

Jogos Lógicos de Tabuleiro: uma ferramenta para o Protagonismo Juvenil

Juvenil, o qual leva o nome do projeto desenvolvido pela escola, já formado e atuante nesta instituição desde 2014, sendo ininterrupto até a presente data. Justifica-se pela importância de reconhecer a Escola como espaço de formação geral que ofereça um conjunto de ações sob a forma de práticas e vivências apoiando e orientando o jovem na adequada elaboração do seu projeto de vida, desenvolvendo suas habilidades. O mesmo traz em seu objetivo organizar atividades que favoreçam o desenvolvimento das potencialidades do aluno no qual atua como autor e ator de suas decisões tendo, como proposta fundamental o oferecimento de um espaço livre para criação.
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PROTAGONISMO JUVENIL - DOS MEIOS TRADICIONAIS ÀS NOVAS MÍDIAS

PROTAGONISMO JUVENIL - DOS MEIOS TRADICIONAIS ÀS NOVAS MÍDIAS

A Secretaria Nacional da Juventude (SNJ), por meio da 3ª Conferência Nacional da Juventude realizada em 2015, dissertou que pessoas de todas as idades sofrem preconceitos e discriminações quando se refere ao gênero, orientação sexual, raça, etnia, deficiência, religião, local de origem ou de moradia, entre muitas outras. Contudo, a condição juvenil potencializa os riscos e sofrimentos. Essa situação provocou a juventude a se instituir em benefício da aceitação da diversidade e ao combate à discriminação e ao preconceito, objetivando também a expansão dos espaços democráticos e conduzir demandas e garantir políticas públicas que atuem a favor das minorias. Essas são as principais bandeiras levantadas pela juventude ciberativista (SNJ, 2015).
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Micropolítica escolar e estratégias para o desenvolvimento do protagonismo juvenil.

Micropolítica escolar e estratégias para o desenvolvimento do protagonismo juvenil.

Consensos, conflitos, dissimulações e omissões registrados parecem con- firmar que a pretensão de impor diretrizes centralizadoras, sem consideração dos processos internos de releitura ou ressignificação, enfraquece, já a priori, qualquer iniciativa oficial. Nas escolas estudadas, o protagonismo juvenil, tal qual proposto por órgãos centrais, tinha pouca penetração. Essa circunstância pode ser explicada, em parte, pelo desconhecimento que os profissionais entrevis- tados demonstraram a respeito das diretrizes oficiais. Por outro lado, parece válido, à luz do exposto, levantar a hipótese de que a superficialidade com que o tema foi tratado nas escolas deve-se, também, à ausência ou, pelo menos, à compreensão apenas parcial do significado do termo, no mais das vezes con- fundido com participação formal ou com ativismo, sem desafio intelectual mais efetivo e/ou sem possibilidade de compromisso com a ação coletiva. As situa- ções relatadas sugerem que as tentativas apressadas de tornar didáticos ou operacionais conceitos presentes nos documentos da reforma acabam por produzir distorções que dificultam a compreensão crítica deles, por sua natu- ralização e transformação em recomendações simplificadas sobre o caminho a ser trilhado. Apesar disso, as dinâmicas freqüentemente conflitivas do coti- diano, às vezes permeadas pela retórica oficial sobre a importância do prota- gonismo juvenil, acabam criando algumas oportunidades para a construção da autonomia dos alunos.
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Estudos sobre a paz e cultura da paz

Estudos sobre a paz e cultura da paz

Nesta experimentação da incerteza, estamos todos convocados a reinventar a política não mais como a arte do possível mas sim como a arte do impossível. Muitos dos acontecimentos cruciais das últimas décadas – da descolonização à solução pacífica de inúmeros conflitos, passando pelo fim da guerra fria – constituem provas irrefutáveis de que resultados desejados podem ocorrer mesmo quando todos os discursos científicos e todas as formas dominantes de nacionalidade estabelecem que jamais será assim. O impossível pode acontecer. Não por passividade expectante, mas como resultado de compromissos e lutas sérios e continuados. Ao proclamar o ano 2000 como Ano Internacional da Cultura da Paz, pela sua Resolução 52/15, de 15 de Janeiro de 1998, e tendo então adoptado uma Declaração e um Programa de Acção sobre a Cultura da Paz, a Assembleia Geral das Nações Unidas associou-se a esta recusa de um olhar fatalista sobre o futuro. Ao declarar que a paz é sempre possível e que a violência é evitável, as Nações Unidas colocaram-se em oposição à inevitabilidade da força e da política de poder como vias únicas. E, mais ainda, sublinharam a necessidade de superar uma visão tecnocrática do desenvolvimento sustentável. Porque a sustentabilidade não se traduz na conservação do desenvolvimento nos seus fundamentos tradicionais adicionando-lhe um ligeiro tempero ambiental; a sustentabilidade envol- ve exigências de profundas transformações nos domínios social, econó- mico e político que dotem os indivíduos e os grupos de uma base de confiança e optimismo para olharem o futuro.
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Protagonismo juvenil: uma avaliação do programa agente jovem de desenvolvimento humano na cidade de Natal RN (2006/2007).

Protagonismo juvenil: uma avaliação do programa agente jovem de desenvolvimento humano na cidade de Natal RN (2006/2007).

Este trabajo presenta un rescate crítico acierca de la juventud, al tiempo que se presenta como la vida útil de entre 15 y 24 años. Características de rescatar a dos en la literatura. La primera considera la juventud como un periodo de transición y la que la segunda fase de una predisposición a la rebelión. Explica el plural diseño de ese plazo, considerando la juventud a los aspectos sociales e históricos de las diferentes sociedades a que se refiere, destaca la importancia de darse cuenta de la diversidad de la misma. Cuando el objeto de la investigación, el Programa Agente Joven, el objetivo general del estudio es evaluar la efefetividad de las acciones del Programa Agente Joven para el Desarrollo Humano en Natal-RN. Específicamente tiene como objetivo evaluar la efetividad del programa de agentes jóvenes: a) como un potenciador de la integración de los jóvenes en espacios sociales de la familia, escuela y comunidad, b) como para (re) inserción y la incorporación de cuestiones relacionadas con la salud en la adolescencia, y C ) sobre la labor de los jóvenes como multiplicadores de las acciones del programa. Con respecto a los procedimientos metodológicos se presenta una revisión de la literatura sobre la juventud, y las categorías de desarrollo humano, liderazgo y evaluación de las políticas de juventud para la construcción de un enfoque teórico y analítico, mediante la recopilación de datos documentales en el Municipal de Trabajo y Servicios Sociales - SEMTAS en el Programa Agente Joven, y entrevistas con los actores involucrados en el programa. Por último, evalúa la efectividad del Programa de la joven agente de la perspectiva de los participantes.
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Aspectos críticos do protagonismo juvenil em Antônio Carlos Gomes da Costa

Aspectos críticos do protagonismo juvenil em Antônio Carlos Gomes da Costa

No protagonismo juvenil prega-se autonomia e responsabilidade dos jovens perante a sua formação, ou seja, a capacidade dos jovens serem os empreendedores deles mesmos, “O protagonismo juvenil é uma forma de empreendedorismo na esfera social. O empreendedorismo produtivo do jovem é uma forma de protagonismo na esfera produtiva” 13 (COSTA, 2001a, p. 56), mas não apenas isso, sobretudo, a competência. O jovem deve estar apto a dominar competências e habilidades mínimas para o mundo do trabalho, esta ideia funde-se com o que é empregado no Relatório “Educação, um tesouro a descobrir”, produzido pela UNESCO, sobre direção de Jacques Delors, analisa a educação como ato contínuo, permanente durante toda a vida e atualizada com as tendências e inovações do mundo tecnológico, principalmente, na vida profissional “vem dar resposta ao desafio de um mundo em rápida transformação” (DELORS, et al. 2006, p. 19). Por isso o domínio mínimo de competências e habilidades são os requisitos da sociedade moderna. Serão adquiridos para os indivíduos através das quatro aprendizagens fundamentais, citados no Relatório:
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Protagonismo juvenil e práticas semióticas: exame de algumas propostas da teoria

Protagonismo juvenil e práticas semióticas: exame de algumas propostas da teoria

Em primeiro lugar, vemos que tal definição, ao utilizar a expressão “ator principal”, confere a um destinador-julgador narrativo – discursivamente implícito – o papel de sancionar positivamente ou de conferir destaque ao destinatário-julgado. Este último actante estaria manifestado textualmente, no caso, pela figura do ator que é considerado protagonista pelo enunciador. Quando observamos o uso da expressão “o agente de uma ação”, ainda da definição acima, há, no contexto da frase, a adoção de um posicionamento. O uso do artigo definido “o” mostra que, dentre várias ações possíveis, é apenas um curso prático que goza de destaque no “modo de ver” daquele que assume a voz do texto. Assim, é a escolha tomada por esse actante da enunciação que desempenha um papel decisivo na determinação daquele ator que é considerado importante para a perspectiva tomada. A partir dessa reflexão, podemos afirmar que a instauração do protagonismo segundo essa visão – assim como o ato de conferir destaque a um fazer qualquer por meio de um discurso – pode ser também uma forma de atribuição de poder.
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O protagonismo juvenil na conservação da Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais

O protagonismo juvenil na conservação da Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais

A EA nasce como um processo educativo que conduz a um saber ambiental materializado nos valores éticos e nas regras políticas de convívio social e de mercado, que implica a questão distributiva entre benefícios e prejuízos da apropriação e do uso da natureza (SORRENTINO et al., 2005, p. 288), ou seja, se apresenta como um dos instrumentos que pretendem contribuir na formação de cidadãos críticos em relação à sua realidade. Neste contexto, a juventude, através da compreensão crítica da sua realidade e do mundo que a cerca, é capaz de construir seu processo cognitivo e intervir na melhoria da qualidade de vida de suas comunidades. Por isso, é preciso que o educador esteja atento ao contexto social e histórico, para que possa desenvolver um programa de EA onde os jovens não sejam apenas coadjuvantes, mas possam estar atuando como protagonistas da transformação socioambiental. Isto só será possível através de uma proposta de EA crítica e emancipatória (LOUREIRO et al., 2009).
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PRODUÇÃO AUDIOVISUAL: UM CAMINHO PARA LIBERDADE E PROTAGONISMO JUVENIL NA EDUCAÇÃO BÁSICA

PRODUÇÃO AUDIOVISUAL: UM CAMINHO PARA LIBERDADE E PROTAGONISMO JUVENIL NA EDUCAÇÃO BÁSICA

educomunicación, entendida aquí como un conjunto de actividades orientadas al uso de los medios de comunicación alineados a la práctica de la ciudadanía (SOARES, 2004), este artículo desarrolla una reflexión sobre las contribuciones del cine y del vídeo como lenguajes y tecnologías auxiliares en el proceso pedagógico de la enseñanza regular. Se adoptó como territorio de investigación el cotidiano de dos grupos de educación secundaria de una escuela pública en Barra do Garças, en el estado de Mato Grosso. El proceso de investigación contempló un conjunto de talleres de producción audiovisual impartidos a los estudiantes, dando como resultado la producción de cortometrajes del género documental y ficcional. Esta experiencia constató que es posible vincular a la enseñanza tradicional dinámicas educativas más participativa que, además del saber formal, posibiliten también experiencias socio-cognitivas llevando a los estudiantes a reflexionar sobre cuestiones que implican su sociabilidad y estimulando el protagonismo de sus acciones.
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Esta é uma prática de cultura de paz?

Esta é uma prática de cultura de paz?

Assim, após a coordenadora pedagógica repassar os conteúdos que deveriam ser trabalhados nas turmas de 5° ano do ensino fundamental, a professora, antes de desen- volver qualquer conteúd[r]

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Clube virtual de matemática: ensinando numa perspectiva baseada na educação para a paz

Clube virtual de matemática: ensinando numa perspectiva baseada na educação para a paz

Esta pesquisa constitui-se em um estudo que investiga a relação entre: Ensino de Matemática, Informática na Educação e Educação para Paz. Considerou-se que a integração dessas especialidades de forma reflexiva e crítica, juntamente com a Internet e seus recursos articuladores ou mediadores, pudesse melhorar as relações entre o professor e seus estudantes, pois as situações de violência sejam elas no ambiente escolar ou na sociedade de um modo geral, têm se destacado na mídia como um todo, bem como os casos recorrentes de bullying. As escolas e professores não podem deixar de buscar, estudar e compreender esse fato. Desse contexto estabeleceu-se o seguinte objetivo: Investigar as possibilidades de trabalhar conteúdos de Matemática como elementos articuladores que auxiliem a promover na escola a reflexão acerca de Educação para a Paz, considerando o espaço do Clube Virtual. A pesquisa foi exploratória com abordagem qualitativa. Os sujeitos envolvidos na investigação foram estudantes do 8°ano do Ensino Fundamental de uma escola privada do município de Porto Alegre/RS. A pesquisa foi estruturada em uma fundamentação teórica que aborda a Violência nas Escolas, a Cultura de Paz e a Educação para a Paz. Na coleta dos dados foram utilizados três questionários em momentos distintos: um sociograma, relatórios dos estudantes e o diário de campo do professor. As atividades realizadas na pesquisa deram um enfoque ao bullying e a conscientização dos estudantes para rever suas atitudes e capacidades de realizar uma profunda reflexão referente ao seu próprio estado comportamental, bem como o favorecimento na mudança de suas concepções frente a uma aprendizagem significativa da Matemática. Ocorreu, na maioria dos estudantes, uma significativa mudança de postura em relação às atitudes inadequadas em sala de aula. Este trabalho auxiliou a promover na escola uma reflexão sobre as possibilidades da disciplina de Matemática contribuir para uma cultura de Educação para a Paz, bem como disponibilizar aos colegas professores de Matemática uma proposta de uso dos recursos associados à Internet e alguns softwares educacionais como elementos apoiadores das atividades com os estudantes.
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