Top PDF Protocolo de acolhimento com classificação de risco em pediatria

Protocolo de acolhimento com classificação de risco em pediatria

Protocolo de acolhimento com classificação de risco em pediatria

Diante desse contexto, evidencia-se o uso do “PROTOCOLO DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM PEDIATRIA” como uma tecnologia em saúde confiável e válida quanto ao conteúdo, à aparência e na prática clínica. O qual tem como objetivo orientar o profissional classificador na identificação dos indicadores clínicos de saúde (queixa principal) de crianças e adolescentes em situação de urgência/emergência, além de favorecer o julgamento clínico e a tomada de decisão na determinação da prioridade de atendimento por meio de cinco cores (Vermelho, Laranja, Amarelo, Verde e Azul) que indicam o tempo de espera para o atendimento médico.
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DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM PEDIATRIA

DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM PEDIATRIA

Diante desse contexto, evidencia-se o uso do “PROTOCOLO DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM PEDIATRIA” como uma tecnologia em saúde confiável e válida quanto ao conteúdo, à aparência e na prática clínica. O qual tem como objetivo orientar o profissional classificador na identificação dos indicadores clínicos de saúde (queixa principal) de crianças e adolescentes em situação de urgência/emergência, além de favorecer o julgamento clínico e a tomada de decisão na determinação da prioridade de atendimento por meio de cinco cores (Vermelho, Laranja, Amarelo, Verde e Azul) que indicam o tempo de espera para o atendimento médico.
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Validação do protocolo de acolhimento com classificação de risco em pediatria

Validação do protocolo de acolhimento com classificação de risco em pediatria

Dentre as tecnologias destinadas ao cuidado de Enfermagem, destacam-se os protocolos, os quais podem estabelecer critérios favoráveis ao julgamento clínico e à tomada de decisão em situações de urgência e emergência. O Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco (ACCR) em Pediatria visa classificar a prioridade de atendimento de crianças e adolescentes a partir do risco de complicações e morte nas unidades de emergência. Teve-se como objetivo geral: validar o Protocolo de ACCR em Pediatria para classificar a prioridade de atendimento de crianças e adolescentes em situações de urgência e emergência. Estudo metodológico desenvolvido a partir da validação de aparência e conteúdo do referido protocolo, com a participação de nove juízes. A coleta de dados foi realizada de março a julho de 2012, sendo emitidas aos juízes carta-convite e instrumento contendoos dados de identificação, os aspectos relativos à aparência do protocolo com seis itense os aspectos relacionados à validade de conteúdo,divididos em 14 itens gerais do protocolo e a lista de 72 atributos (sinais de alerta com indicadores clínicos), os quais foram avaliados quanto os critérios de simplicidade, clareza e relevância. Os conceitos dos sinais de alerta, seus antecedentes e consequentes foram estabelecidos a partir da revisão de literatura. Os dados foram organizados em tabelas, quadros e figuras, sendo analisados estatisticamente pelo índice de validade de conteúdo (IVC). O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa, conforme protocolo nº 325/11. Como resultados, foi possível definir os conceitos, atributos e consequentes dos 30 itens inseridos no protocolo. Quanto à validação por juízes, a aparência foi tida como adequada quanto à simplicidade, clareza e relevância, uma vezque houve IVC acima de 80% em cinco dos seisitens em análise. Quanto ao conteúdo, constatou-se que a avaliação de aspectos gerais e estruturais do protocolo, obteve uma média de 0,837 de IVC. No que se refere avalidade de conteúdo, para avaliação dos sinais de alerta, indicadores clínicos, bem como apropriação e correspondente classificação de risco determinada pelo juiz e a do protocolo em estudo; compreendeu-se de atendimento, os quais foram considerados apropriados aqueles que compreenderem mais de 80,0% de concordância dos juízes, considerando simplicidade, clareza e relevância. O protocolo foi considerado válido quanto à aparência e ao conteúdo para determinar a prioridade de atendimento de crianças e/ou adolescentes emunidades de urgência e emergência.
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Validação na prática clínica do protocolo de acolhimento com classificação de risco em pediatria

Validação na prática clínica do protocolo de acolhimento com classificação de risco em pediatria

À Prof.ª Dr.ª Francisca Elisângela Teixeira Lima, pelas orientações e oportunidades ao longo desse caminho, contribuindo com mais essa conquista. Obrigada pela amizade que vim a descobrir, pela dedicação e pelo exemplo de pessoa; que a cada dia mais venho a admirá-la. Aos Professores Doutores Lorena Ximenes, Paulo César, Elizabeth Mesquita, Karla Rolim, Fernanda Guimarães e Mirna Frota, pela cordialidade e simpatia com que aceitaram o convite para participar da Banca Examinadora e especiais contribuições para melhoria desta pesquisa. Aos juízes especialistas , acadêmicos de enfermagem e enfermeiros classificadores deste estudo, os quais desfrutam de enorme experiência profissional quanto ao Acolhimento com Classificação de Risco, aos discriminadores e indicadores clínicos de saúde das crianças e adolescentes em situação de urgência/emergência. Obrigada pela simpatia e por terem aceitado emitir suas contribuições para a validação na prática clínica do Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco em Pediatria.
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Protocolo de acolhimento com classificação de risco em pediatria: art fjmagalhães

Protocolo de acolhimento com classificação de risco em pediatria: art fjmagalhães

Ademais a esse levantamento bibliográico, destaca-se o Protocolo de Acolhimento com Classii- cação de Risco em Pediatria como instrumento para classiicação de risco, que favorece a caracterização, a avaliação e a classiicação do grau de comprome- timento da criança e/ou adolescente, com vistas a identiicar a prioridade de atendimento no servi- ço de urgência/emergência. Este instrumento foi elaborado pela Secretaria de Saúde de Fortaleza- Ceará-Brasil, o qual se utiliza de cinco cores para classiicar o risco e determinar o tempo previsto para atendimento médico: vermelho (prioridade I), com atendimento médico imediato; laranja (atendimento médico em até 15 minutos, poden- do ser reavaliado pelo(a)enfermeiro(a) a cada 15 minutos); amarelo (atendimento médico em até 30 minutos, podendo ser reavaliado pela enfermei- ra a cada 30 minutos); verde (atendimento médico em até 60 minutos, podendo ser reavaliado pela enfermeira a cada 60 minutos); e azul (atendimen- to médico por ordem de chegada ou direcionado à unidade de atenção primária com garantia de aten- dimento).Este foiavaliado por juízes em Pediatria e ACCR, sendo considerado válido quanto ao con- teúdo e à aparência. (4)
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Construção e validação de um guia abreviado do protocolo de acolhimento com classificação de risco em pediatria

Construção e validação de um guia abreviado do protocolo de acolhimento com classificação de risco em pediatria

O acolhimento com classificação de risco (ACCR) a pacientes pediátricos nos serviços de emergência é uma estratégia adotada pelo Ministério da Saúde para organizar o atendimento conforme o grau de complexidade. A função do enfermeiro neste setor é acolher o paciente, identificar urgências e emergências com base na avaliação de critérios estabelecidos por protocolos e dar prioridade aos casos mais graves. Sendo assim, o estudo teve como objetivo construir e validar um guia abreviado do protocolo de ACCR em pediatria do município de Fortaleza-CE. Trata-se de uma pesquisa metodológica desenvolvida em duas etapas: elaboração do instrumento e validação de conteúdo. A elaboração da primeira versão do guia abreviado desenvolveu-se com base no conteúdo do protocolo ACCR de pediatria de Fortaleza, além de outros instrumentos, tais como: Paediatric Triage Tool, Canadian Paediatric Triage and Acuity Scale (PaedCTAS) e Manchester Triage System (MTS), entre outros. Apresenta-se em material com trinta células de um quadro, subdivididas em cinco colunas e sete linhas. A primeira linha identifica os tópicos das colunas através de cinco indicadores de risco denominados vias aéreas/respiração, circulação/hemodinâmica, nível de consciência, dor, eliminação/hidratação. Cada indicador de risco foi subdividido em duas colunas referentes a queixas principais e sinais e sintomas. A primeira versão do guia abreviado foi submetido à avaliação por nove juízes, sendo quatro docentes/pesquisadores experts em psicometria, denominados juízes de conteúdo selecionados por meio da pesquisa por “Assunto” na Plataforma Lattes e, cinco enfermeiros residentes em Fortaleza, com experiência clínica em classificação de risco – juízes técnicos, selecionados por meio da amostragem por bola de neve. Todos os juízes atingiram pontuação
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Acolhimento com avaliação e classificação de risco: concordância entre os enfermeiros e o protocolo institucional.

Acolhimento com avaliação e classificação de risco: concordância entre os enfermeiros e o protocolo institucional.

Objetivo: verificar o grau de concordância entre os níveis de prioridade atribuídos no acolhimento com avaliação e classificação de risco, realizado pelos enfermeiros, em relação ao protocolo institucional e entre os pares. Método: trata-se de estudo descritivo, utilizando um questionário com trinta casos clínicos fictícios com base no protocolo institucional, considerado padrão-ouro, respondido por vinte enfermeiros. Resultados: pela análise de concordância pelo coeficiente Kappa, concluiu-se que a concordância entre a priorização dos níveis de gravidade entre os enfermeiros e o protocolo institucional foi moderada. Quando avaliada a concordância entre os pares, essa foi baixa, representada pela densidade colorimétrica nas tonalidades de cinza claro. Conclusão: no Brasil, algumas instituições desenvolveram protocolos próprios, o que torna fundamental o desenvolvimento de ferramentas para avaliar a acurácia dos profissionais em relação aos protocolos, evidenciando as necessidades de capacitação para essa atividade, contribuindo para a segurança do paciente.
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Validação do guia de acolhimento com classificação de risco em pediatria na prática clínica

Validação do guia de acolhimento com classificação de risco em pediatria na prática clínica

Com a superlotação e o tempo de espera prolongado nas emergênicia, o Acolhimento com Classificação de Risco (ACCR) de pacientes, tornou-se importante estratégia de melhoria da qualidade do atendimento. O Guia de ACCR em Pediatria é uma tecnologia de avaliação clínica, de fácil manuseio e apresentação simples, usada por enfermeiros na avaliação de indicadores clínicos e parâmetros biofisiológicos a partir da queixa principal, para identificar, adequadamente, a prioridade de atendimento dos pacientes, conforme os cinco níveis de classificações: vermelho (prioridade I), laranja (prioridade II) amarelo (prioridade III), verde (prioridade IV) e azul (prioridade V). O objetivo do estudo foi validar o Guia de ACCR em Pediatria na prática clínica. Estudo metodológico, desenvolvido em três etapas. Na primeira etapa realizou-se a revisão do conteúdo da 1ª versão do guia, por meio da análise de dois experts na temática. Na segunda etapa, avaliou-se a confiabilidade interobservadores da 2ª versão do guia entre a pesquisadora e duas enfermeiras (E1 e E2) treinadas pela pesquisadora com 206 crianças e/ou adolescentes, em junho de 2016, em um hospital municipal pediátrico de Fortaleza-CE. Na terceira etapa, realizou-se a aplicação da 2ª versão do guia na prática clínica com 400 participantes, exclusivamente pela pesquisadora, em julho e agosto de 2016, na referida instituição. Os dados foram analisados no SPSS 20.0, utilizando-se o índice Kappa com intervalo de confiança (IC) de 95% para análise da confiabilidade. Avaliou-se o efeito do uso do guia na prática clínica, por meio da associação entre a classificação de risco e as variáveis idades, sexo, peso, discriminador de risco, procedimentos realizados e destino após alta pelos testes Fisher-Freeman-Halton exact considerando estatísticamente significantes quando p<0,05 e a razão de verossimilhança com IC 95% . As variáveis que apresentaram valores
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Protocolo de acolhimento com classificação de risco do Hospital Geral Universitário - HGU de Cuiabá/Mato Grosso

Protocolo de acolhimento com classificação de risco do Hospital Geral Universitário - HGU de Cuiabá/Mato Grosso

Esta proposta de protocolo de acolhimento e classificação de risco para avaliar os riscos cardiovasculares foi apresentada, inicialmente, pela Comissão de Pesquisa do Hospital Geral Universitário (HGU) do município de Cuiabá (MT) com o parecer favorável ao desenvolvimento deste estudo (ANEXO I). Assim, houve a participação de todos os profissionais do setor de urgência e emergência cardiológica para a discussão das principais queixas dos usuários, com seus sinais e sintomas prevalentes. A partir da obtenção dos resultados, os profissionais de saúde deste setor serão reunidos para análise e discussão dos dados, bem como elencar possíveis sugestões dos participantes. O autor deste projeto será o responsável pela organização dos dados e elaboração do relatório para os gestores do hospital e, também as secretarias de saúde municipais e estaduais.
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Proposta de protocolo de acolhimento e classificação de risco: atenção às urgências e emergências adultas

Proposta de protocolo de acolhimento e classificação de risco: atenção às urgências e emergências adultas

O (a) Sr (a) está convidado (a) a participar, voluntariamente, da pesquisa “PROPOSTA DE PROTOCOLO DE ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO: ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS ADULTAS” que objetiva validar o protocolo de acolhimento com classificação de risco a pessoas atendidas no Pronto Atendimento Médico do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (PAM-HRMG) nos aspectos conteúdistas, clínicos e técnico- operacionais. Este projeto é de autoria e responsabilidade do Enfermeiro Danilo Vaz Marques (Av. Engenheiro Luthero Lopes, 36, Bairro Aero Rancho V, Campo Grande, MS) sob orientação da Profa. MSc. Danielle Bezerra Cabral vinculada à Escola de Enfermagem de Ribeirao Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP).
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Proposta de implantação do protocolo de acolhimento com classificação de risco em um hospital público do Piauí

Proposta de implantação do protocolo de acolhimento com classificação de risco em um hospital público do Piauí

O Acolhimento com Classificação de Risco (ACR) é uma importante ferramenta desenvolvida para promover melhorias na organização dos serviços de urgência/emergência, onde os atendimentos são realizados conforme o grau de gravidade apresentado pelo paciente, por riscos de agravamento ou ainda pelo grau de vulnerabilidade dos mesmos. O objetivo deste trabalho é descrever uma proposta de implantação do Protocolo de ACR, preconizado pelo Ministério da Saúde, em um hospital público do estado do Piauí. O hospital em questão fica localizado no município de Elesbão Veloso, que possui uma população em torno de 15 mil habitantes. Estudo descritivo e documental, desenvolvido no período de dezembro de 2013 a maio de 2014, por meio de revisão de bibliográfica em base de dados online e consulta a documentos, leis e portarias oficiais da área de urgência/emergência. Após a leitura destes materiais, foi elaborada uma proposta de implantação contendo: 1) diagnóstico situacional da realidade, 2) fundamentação teórica, e 3) plano de ação para aplicação na realidade. Espera-se com a implantação deste protocolo humanizar o atendimento aos usuários, diminuindo o tempo de espera, bem como melhorar a qualidade da assistência oferecida e o ambiente de trabalho dos profissionais envolvidos na assistência.
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Proposta de implantação do protocolo de acolhimento com classificação de risco em um município do Ceará

Proposta de implantação do protocolo de acolhimento com classificação de risco em um município do Ceará

O acolhimento com classificação de risco é um processo dinâmico de identificação dos pacientes que necessitam de tratamento imediato, de acordo com o potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento. O objetivo deste trabalho é descrever uma proposta de implantação do protocolo de acolhimento com classificação de risco preconizado pelo Ministério da Saúde em um hospital do estado do Ceará. O hospital em questão fica localizado no município de Ocara, realizando atendimento de média complexidade em urgência/emergência clínica e traumatológica. Como proposta de implantação foi realizada um plano de ação que contemple as estratégias de: sensibilizar, treinar/capacitar e avaliar os sujeitos envolvidos no processo, traçando ações específicas em cada uma das estratégias para o alcance dos resultados. Espera-se humanizar o atendimento mediante a implantação do protocolo, por meio da escuta qualificada ao paciente que busca atendimento de urgência/emergência na unidade de saúde visando à melhoria da qualidade da assistência prestada.
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Implantação do protocolo de acolhimento com classificação de risco no hospital do Seridó - Caicó/RN

Implantação do protocolo de acolhimento com classificação de risco no hospital do Seridó - Caicó/RN

Trata-se de uma intervenção que objetiva a Implantação do Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco em um Hospital/Maternidade pública, município de Caicó-RN. O interesse por esta temática surgiu a partir da problemática vivenciada, enquanto profissional atuante nesta unidade hospitalar na condução de assistente aos partos de risco habitual e dos princípios do diagnóstico situacional, cujas inquietações comprovou a contextualização da realidade: Inexistência do Protocolo de Acolhimento com Classificação de risco. Diante a isso, se fez relevante o desenvolvimento das operações (ações) de intervenção que viabilizaram solucionar a inexistência do protocolo de acolhimento com classificação de risco no setor de obstetrícia, o que trará como consequência, a resolução do problema. Nessa perspectiva, as ações/intervenções serão: Sensibilização dos profissionais (médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem) e atores sociais (gestores, coordenadores, residentes e alunos) acerca da temática; Adequação coletiva do protocolo de acolhimento com classificação de risco da rede cegonha; Construção do boletim de atendimento; Capacitação e estimulação dos profissionais quanto ao uso desse protocolo, como forma de padronizar o acolhimento/assistência obstétrica. Portanto, implantar protocolo de acolhimento padronizados, permite que o serviço/atendimento seja organizado e previsível, caracterizando o aperfeiçoamento da prática, a evolução no cuidado e o progresso no desempenho dos profissionais envolvido.
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Protocolo de acolhimento com classificação de risco em urgência e emêrgencia pediátrica: relato de  experiência

Protocolo de acolhimento com classificação de risco em urgência e emêrgencia pediátrica: relato de experiência

A reflexão sobre a implantação de tal serviço por meio de uma oficina possibilitou-nos a detecção de fatores que influenciam de forma negativa a realização do Acolhimento com Classificação de Risco como: falta de treinamento técnico sobre o protocolo a todos os profissionais, recursos humanos e materiais insuficientes, espaço físico inadequado e falta de compromisso dos trabalhadores além do desconhecimento do protocolo por parte da população assistida.

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Protocolo de acolhimento com classificação de risco da gestante: instrumento reorganizador no processo de trabalho

Protocolo de acolhimento com classificação de risco da gestante: instrumento reorganizador no processo de trabalho

O estudo objetivou humanizar o atendimento para que seja capaz de acolher e garantir um melhor acesso ao serviço de atendimento a gestante e organizar o processo de trabalho e ambiência hospitalar. Além de melhorar a informação para as usuárias e seus familiares sobre sua situação de saúde e sua expectativa de atendimento e tempo de espera. Classificar mediante protocolo as gestantes em qualquer grau de urgência afim de identificar as que necessitam de atendimento médico mediato ou imediato.Construir um fluxo de atendimento a gestante considerando todos os serviços da rede de assistência a saúde. Fomentar a rede de atenção de saúde articulando a atenção básica e maternidades com vistas a atenção integral. Prioritariamente foi elaborado um pré-projeto do Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco a gestante com base no Protocolo de Manchester, no segundo momento foram realizadas oficinas de trabalho com a participação de profissionais da enfermagem que atuam na assistência nos setores envolvidos. Observamos a necessidade de desenvolver parcerias com Hospitais que já atuam na área de maternidade e hoje são considerados referências, com essas parcerias realizar trocas de experiências visando também capacitações para a equipe, com isso construir um fluxo de atendimento de qualidade e humanizado. Concluímos que é de extrema importância a construção e a implantação do protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco da Gestante como instrumento reorganizador no processo de trabalho.
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e avaliação de software para uso no acolhimento com classificação de risco em pediatria

e avaliação de software para uso no acolhimento com classificação de risco em pediatria

CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM PEDIATRIA que tem por objetivo avaliar a qualidade técnica e o desempenho funcional de um software para o auxílio da tomada de decisão no processo de Acolhimento com Classificação de Risco (ACCR) em pediatria e a concordância deste software em relação ao uso do protocolo impresso. Leia atentamente as informações abaixo e faça qualquer pergunta que desejar, para que todos os procedimentos desta pesquisa sejam esclarecidos. Para participar desta pesquisa, o(a) senhor(a) responderá a um questionário. Ressalto que sua participação não é obrigatória e que poderá desistir de participar da pesquisa a qualquer momento, caso assim deseje, sem que isso venha a lhe causar nenhum prejuízo. O(A) senhor(a) terá o benefício de possuir acesso à versão de teste do software de ACCR em pediatria desenvolvido para esta pesquisa. Será assegurado total sigilo à sua identidade, pois as informações conseguidas por meio de sua participação não permitirão a identificação de sua pessoa. Este termo de consentimento deverá ser assinado em duas vias, sendo uma destinada à sua posse e outra para arquivamento pelo pesquisador. Qualquer informação poderá ser obtida diretamente com o pesquisador ou junto ao Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Ceará (UFC)
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Percepção dos usuários atendidos nos prontos socorros sobre o protocolo de acolhimento com classificação de risco: uma revisão de literatura

Percepção dos usuários atendidos nos prontos socorros sobre o protocolo de acolhimento com classificação de risco: uma revisão de literatura

Acolher toda a demanda de usuários, que procuram pelos serviços de saúde, garantir o acesso referenciado aos demais níveis de assistência e transferências seguras às outras unidades mais complexas, conforme a necessidade do paciente; incluir a elaboração de protocolo clínico, eliminando intervenções desnecessárias e respeitando a individualidade do paciente são diretrizes do Acolhimento com Classificação de Risco (ACR), nas unidades de urgência e emergência (BRASIL, 2009).

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Acolhimento com classificação de risco nos serviços de urgência e emergência :  na enfermagem

Acolhimento com classificação de risco nos serviços de urgência e emergência : na enfermagem

Quanto aos conflitos entre os integrantes da equipe que atua no serviço em estudo, pode-se inferir que o seguimento adequado do protocolo elaborado pela própria equipe não teve adesão de todos os integrantes, pois se há discordância é porque existem lacunas no instrumento. Além disso, demonstra aos gestores a necessidade de se revisar o fluxo dos atendimentos e realizar capacitação de toda a equipe, incluindo, especialmente, os médicos buscando capacitá-los a trabalhar no coletivo e para assumir a sua função conforme acordos coletivos programados. Os acordos coletivos devem ser construídos por toda equipe a fim de padronizar as ações/atendimentos pactuando com a equipe médica, respeitando o tempo de espera preconizado para cada uma das classificações, para que se evitem agravos na saúde do usuário.
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Acolhimento com classificação de risco : concepção de enfermeiros de um pronto socorro

Acolhimento com classificação de risco : concepção de enfermeiros de um pronto socorro

Neste contexto, o Protocolo de Acolhimento e Classificação de Risco nos Serviços de Urgência visa estabelecer uma análise do processo de trabalho com o objetivo de reconhecer e organizar o atendimento de acordo com as necessidades do usuário, substituindo a triagem excludente por um modelo acolhedor (3) . Assim, indica-se este protocolo com o objetivo prioritário de não retardar o atendimento prestado aos que necessitam de uma conduta imediata, sendo que sempre há o embasamento na avaliação primária do paciente. Para execução desta avaliação, o Ministério da Saúde designa o enfermeiro, propondo a utilização de um fluxograma de atendimento para incentivar este profissional a uma reflexão profunda sobre o processo de trabalho no contexto em questão (3) .
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Avaliação do acolhimento com classificação de risco em uma unidade de emergência

Avaliação do acolhimento com classificação de risco em uma unidade de emergência

Pelo fato do HETSHL não possuir este protocolo próprio e de nem todos os profissionais terem acesso ao protocolo do MS, a classificação funciona nesse aspecto de forma assistemática, sem um direcionamento comum. Não existe um consenso técnico dentro da própria equipe do AACR, sendo as ações norteadas pelo que cada profissional acredita ser um caso a ser classificado como vermelho, amarelo ou verde. A maioria dos profissionais do pronto-socorro também não possui essa compreensão, travando constantes embates com a equipe do AACR para saber quem está com a razão sobre determinado caso. As disputas são frequentes e muitos médicos, apesar de não fazerem parte da equipe de classificação, estariam a ditar regras, intervindo no serviço do AACR, sem respaldo de um protocolo preexistente. Esses fatos estão expressos nos trechos a seguir:
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