Top PDF Protozoários ciliados em ovinos suplementados com gordura protegida

Protozoários ciliados em ovinos suplementados com gordura protegida

Protozoários ciliados em ovinos suplementados com gordura protegida

O presente trabalho tem por objetivo quantificar os protozoários ciliados no rúmen de ovinos em relação à suplementação com gordura protegida de óleo de palma. O experimento foi realizado na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Dois Vizinhos, na UNEPE de metabolismo animal, no período de junho a agosto de 2014. Foram utilizados quatro ovinos machos fistulados no rúmen com peso vivo médio de 50 kg. Estes animais foram mantidos em gaiolas com bebedouros e comedouros individuais alimentados com 20% de feno de Tifton 85 e 80% de concentrado. Nos tratamentos foram adicionados 0, 2, 4 e 6% de gordura protegida de óleo de palma. O período experimental foi de 80 dias, com 14 dias de adaptação e um dia de coleta do líquido ruminal, o qual foi utilizado para a quantificação dos protozoários e determinação do pH. O delineamento experimental utilizado foi Quadrado Latino (4x4), com quatro níveis de inclusão da gordura e quatro períodos. O pH foi determinado com pHmetro digital, nos tempos 0, 2, 4, 6 e 8 horas após o fornecimento da dieta. A coleta para quantificação dos protozoários foi feita nos tempos zero e duas horas. Foi utilizada Câmara de contagem adaptada de Sedgewick-Rafter, as amostras coletadas foram fixadas em formalina 18,5% e depois aplicadas em solução de lugol (100 mL de água destilada, cinco gramas de iodo e dez gramas de iodeto de potássio), foram consideradas as médias das contagens feitas em 100 campos independentes, realizadas em duplicata e analisados em microscópio com aumento de 10x. Dos alimentos fornecidos aos animais foram retiradas amostras dos dias da coleta e feita a pré-secagem em estufa de ventilação forçada a 55ºC por 72h para posteriores análises bromatológicas de matéria seca, matéria orgânica, proteína bruta e fibra em detergente neutro. Os dados foram submetidos a análise de variância e o efeito do nível de inclusão da gordura foi analisado por regressão. Não foi observada diferença significativa na contagem total de protozoários ciliados o rúmen de ovinos (P>0,05) para os níveis de inclusão de gordura protegida na dieta (0, 2, 4 e 6%), no entanto houve diferença (P<0,05) entre os tempos 0 e 2 horas após a alimentação. Em relação ao pH, houve diferença significativa (P<0,05) em relação as dietas fornecidas e o tempo de coleta e apresentou valor mínimo 6,1 com nível de 0,18% de inclusão de gordura, as 5,35 horas após a alimentação. O uso da gordura protegida de óleo de palma até 6% no concentrado em dieta de ovinos não afeta a população de ciliados no rúmen. A câmara adaptada de contagem de protozoários permite a contagem de acordo com a metodologia recomendada da literatura. Observa-se redução de protozoários ruminais com a diminuição do pH ruminal e presença constante de oxigênio.
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Quantificação de protozoários ciliados em borregos alimentados com níveis de inclusão de triguilho

Quantificação de protozoários ciliados em borregos alimentados com níveis de inclusão de triguilho

De acordo com estudo desenvolvido por Wlodarski (2015), a inclusão de níveis (0, 2, 4 e 6%) de gordura protegida não resultou em diferenças no número total de protozoários ciliados, entretanto, encontrou-se valores superiores no tempo que antecede o fornecimento do alimento. O número médio de protozoários/mL ficou entre 0,32 a 0,49 x 10 4 , estes valores são menores de acordo com o trabalho realizado e de acordo com outros trabalhos da literatura, de acordo com o autor isso pode ser explicado devido a quantidade de abertura das cânulas dos animais, acarretando na alteração da temperatura ruminal maior entrada de oxigênio e subsequente morte dos microrganismos.
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Fermentação ruminal de ovinos alimentados com alto concentrado e grãos de girassol ou gordura protegida.

Fermentação ruminal de ovinos alimentados com alto concentrado e grãos de girassol ou gordura protegida.

Manualmente, foram retiradas amostras de conteúdo ruminal nos tempos 0, 2, 5 e 8 horas após a alimentação. Em camadas de pano fino (fraldas), foi separada a fase líquida da fase sólida do conteúdo ruminal para separação, quantificação e qualificação das bactérias líquido-associadas e bactérias sólido-aderidas de acordo com metodologia adaptada de Martin et al. (1994). Não foi possível isolar os protozoários do conteúdo ruminal, possivelmente pela elevada proporção de concentrado na dieta ou pela alta concentração de extrato etéreo devido à inclusão de fontes lipídicas. Portanto, foram isoladas somente as bactérias do conteúdo ruminal dos ovinos.
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Fermentação e parâmetros ruminais de ovinos alimentados com gordura protegida

Fermentação e parâmetros ruminais de ovinos alimentados com gordura protegida

O termo de proteção da gordura envolve alguns fatores, entre eles a a proteção dos ácidos graxos contra a biohidrogenação ruminal, sendo que esta só será eficiente caso seja capaz de resistir a mastigação e ruminação dos animais, e a proteção ás bactérias do rúmen contra os efeitos antimicrobianos da gordura sobre a degradação da fibra (LÓPEZ e LÓPEZ, 2005). Church (1998), citado por de Paula et al. (2012), explica que a biohidrogenação é um processo importante que ocorre no rúmen, onde as bactérias ruminais, através da inserção de íons de hidrogênio, transformam as ligações insaturadas em saturadas e esse é um mecanismo de defesa dos microorganismos. Petit (2003), citado por Afonso (2008), relata que a gordura tem alguns efeitos antimicrobianos sobre os protozoários e bactérias, e para não causar problemas nas ações ruminais, a proteção da gordura deve ser eficiente. Essa proteção pode ser química, na qual a gordura passa associada a sais de cálcio, ou física, através de sementes oleosas que são fisicamente protegidas por suas cascas, e não sofrem biohidrogenação no rúmen.
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Gordura protegida de óleo de palma na dieta para ovinos

Gordura protegida de óleo de palma na dieta para ovinos

Para Jenkins (1993), a biohidrogenação é um processo importante que ocorre no rúmen, onde as bactérias ruminais, através da inserção de íons de hidrogênio, transformam as ligações insaturadas em saturadas e esse é um mecanismo de defesa dos microrganismos. Segundo Afonso (2008), a gordura tem alguns efeitos antimicrobianos sobre os protozoários e bactérias, e para não causar problemas nas ações ruminais, a proteção da gordura deve ser eficiente. Segundo o mesmo autor, essa proteção pode ser química, na qual a gordura passa associada a sais de cálcio, ou física, através de sementes oleosas que são fisicamente protegidas por suas cascas, e não sofrem biohidrogenação no rúmen.
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Fontes de lipídeos e monensina na alimentação de novilhos Nelore e sua relação com a população de protozoários ciliados do rúmen.

Fontes de lipídeos e monensina na alimentação de novilhos Nelore e sua relação com a população de protozoários ciliados do rúmen.

gênero Entodinium (p<0,01), enquanto os tratamen- tos CRTL e SC foram semelhantes para este gênero. Os protozoários do gênero Entodinium foram encon- trados em maior número absoluto para todos os tratamen- tos, semelhante ao observado por Towne et al. (1990), ao adicionarem gordura nas formas de sebo (4%) ou na forma protegida (3,5%), em dietas para bovinos de corte. Os protozoários dos gêneros Diplodinium, Epidinium e Dasytricha apresentaram comporta- mento similar (p>0,10), embora, nos tratamentos con- tendo caroço de algodão, não tenham sido encontra- dos protozoários dos gêneros Epidinium e Dasytricha. Para o gênero Isotricha, não houve diferença entre os tratamentos (p>0,10). Entretanto, os trata- mentos com caroço de algodão apresentaram valores absolutos menores que os demais.
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Função ovariana de novilhas Nelore alimentadas com dieta suplementada com gordura protegida ruminal.

Função ovariana de novilhas Nelore alimentadas com dieta suplementada com gordura protegida ruminal.

Colheitas de sangue foram realizadas pela punção da veia jugular, em tubos sem anticoagulante, nos seguintes períodos: quatro dias após a inserção do dispositivo intravaginal de progesterona, a fim de se detectar um possível efeito da gordura no metabolismo da progesterona; e 7 e 14 dias após a ovulação subsequente ao terceiro tratamento com PGF2α, para que se dosasse a concentração sérica de progesterona. Após a colheita, o sangue foi mantido por 4 horas à temperatura ambiente e, então, foi submetido à temperatura de 4ºC, por 24 horas. As amostras foram centrifugadas a 1.529 g por 15 min, para obtenção do soro. Em seguida, as amostras foram armazenadas a -20ºC, para análise posterior.
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Suplementação de gordura protegida na produção de progesterona, momento da luteólise e prenhez em vacas nelore

Suplementação de gordura protegida na produção de progesterona, momento da luteólise e prenhez em vacas nelore

Não foi detectado efeito de tratamento na luteólise natural (experimento 1 e 3) ou após a aplicação de PGF no dia 6 do ciclo estral (experimento 2), diferente de hipótese proposta e a incidência de ciclo curto (48,8%) ficou abaixo do encontrado por Sá Filho et al. (2006) que relataram a incidência de 79,0% de ciclo curto em vacas Bos indicus no primeiro ciclo estral pós-parto. Williams & Stanko (1999) sugerem que o possível mecanismo pelo qual os PF aumentam a concepção seria devido o aumento do tempo de meia vida do CL, atrasando a luteólise. Lopes et al. (2009) mostraram que em animais suplementados por apenas 16 dias após a IA não foi detectado aumento de prenhez, enquanto que a suplementação por 28 dias após a IA aumentou de 39,1 para 50,0% a taxa de prenhez, sugerindo efeito dos PF entre 16 e 28 dias pós IA reduzindo a morte embrionária precoce. Burke et al. (1997) sincronizaram a ovulação de 341 vacas (GnRH – 7d – PGF 2 ) e detectaram que as concentrações séricas de P4
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Correlações entre padrões hematológicos, parasitológicos e desempenho animal de ovelhas suplementadas com gordura protegida

Correlações entre padrões hematológicos, parasitológicos e desempenho animal de ovelhas suplementadas com gordura protegida

B ISHOP et al . (2004), trabalhando com cordeiros da raça Texel, com infecções naturais e, G AULY et al . (2002) com infecções artificiais, relataram que as cor- relações fenotípicas entre peso e OPG são próximas de zero. Fato este também constatado por N IETO et al. (2002), que utilizaram ovelhas cruzadas com as raças Corriedale X Bergamácia ou Hampshire Down, e encontraram uma correlação de -0,02 entre OPG e ganho de peso. Os resultados encontrados nesse tra- balho estão de acordo com essas afirmações, para dieta com gordura protegida (r=-0,07), mas não na dieta controle (r=0,31). M UGAMBI et al . (2005) relata- ram valores negativos de baixa (r=-0,08**) e de mé- dia (r=-0,18***) magnitudes para os coeficientes en- tre essas variáveis.
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Suplementação com gordura protegida para vacas de corte desmamadas precocemente mantidas em pastagem natural.

Suplementação com gordura protegida para vacas de corte desmamadas precocemente mantidas em pastagem natural.

Na região Sul do Brasil, as matrizes alimentam- se basicamente de pastagens nativas, as quais estão sujeitas às oscilações no valor nutritivo e na produção de forragem, que afetam consequentemente seu desempenho reprodutivo. Para promover maior aporte nutricional às matrizes, a suplementação lipídica pode ser uma alternativa, já que a porcentagem de gordura na dieta de ruminantes mantidos somente em pasto está entre 1 e 4% na matéria seca (MS). De acordo com Palmquist e Jenkis (1980), a gordura deve ser limitada de 5 a 6% na MS da dieta, pois valores mais altos podem afetar negativamente a digestibilidade da fibra e o consumo de alimentos. Uma forma de fornecer suplementação lipídica sem prejuízo aos animais seria a utilização de gordura protegida. O uso de sais de cálcio de ácidos graxos na dieta aumenta a densidade energética da dieta, refletindo em incremento na produção de leite (Nörnberg et al., 2006) e com efeitos positivos diretos na reprodução (Lopes et al., 2009).
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Rendimentos dos componentes extra carcaça de cordeiros mestiços Lacaune alimentados com gordura protegida

Rendimentos dos componentes extra carcaça de cordeiros mestiços Lacaune alimentados com gordura protegida

O objetivo do trabalho foi avaliar os efeitos de níveis de inclusão de gordura protegida na dieta de cordeiros confinados sobre o rendimento dos componentes extra carcaça. O experimento foi conduzido na Universidade Tecnológica Federal do Paraná – campus Dois Vizinhos, com 28 cordeiros Lacaune x Texel. Os animais foram distribuídos aleatoriamente em quatro tratamentos (T0%; T2%; T4%; T6%) conforme o nível de gordura protegida (GP) adicionado à dieta, fornecida diariamente, permitindo 10% de sobras. A proporção da dieta foi 80% concentrado e 20% volumoso, água e sal mineral à vontade. Após atingirem peso pré-estabelecido de 35 Kg os mesmos foram destinados ao abate para posterior avaliação do efeito da dieta sobre o desenvolvimento dos componentes extra carcaça. Os dados foram submetidos a análise de variância a 5% de probabilidade. As variáveis, caídos, baço e rins + gordura perirrenal apresentaram diferença (P<0,05) de acordo com o nível de inclusão de gordura protegida na dieta. O mesmo não foi observado para as variáveis, sangue, trato gastro vazio, aparelho respiratório, aparelho reprodutivo, fígado, coração e gordura omental, que não apresentaram diferença (P>0,05). Com base nos resultados encontrados, o nível de inclusão de gordura protegida proporcionou aumento da gordura nos rins.
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Efeito da gordura protegida sobre a produção e composição do leite em ovelhas da raça Bergamácia

Efeito da gordura protegida sobre a produção e composição do leite em ovelhas da raça Bergamácia

O efeito da suplementação com gordura protegida foi observado por Chilliard & Bocquier (1993), Caja & Bocquier (2000) e Bocquier & Caja (2001), que, após ampla revisão, verificaram que o uso da gordura protegida aumentou a produção de leite de vacas leiteiras, mas nem sempre aumentou a produção em cabras e ovelhas, no entanto, o inverso ocorreu com o teor de gordura do leite, que não apresentou diferença entre os grupos controle e gordura protegida (P>0,05), antes da desmama (semanas 1 a 6) (Tabela 3). Esperar-se-iam valores mais altos, porém a gordura permaneceu retida nos alvéolos, já que nesse sistema de produção o cordeiro era o estímulo para a liberação do leite, e não a ordenhadeira. De acordo com Labussière (1969), a distribuição da gordura do leite é de apenas 25% na fração cisternal e 75% na fração alveolar, a qual é retida quando ocorre alguma falha na ejeção do leite. Os teores de gordura do leite mantiveram-se semelhantes durante todo o período em que as ovelhas amamentaram seus cordeiros, para ambos os grupos, controle e gordura protegida (3,5% na dieta), e assim que os cordeiros foram desmamados, os teores de gordura das dietas com gordura protegida,diminuiram em relação ao grupo controle na 7 a e 8 a semana, mas na 9 a voltaram a ser
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Utilização de gordura protegida de óleo de palma na alimentação de ovelhas em gestação e lactação

Utilização de gordura protegida de óleo de palma na alimentação de ovelhas em gestação e lactação

O Brasil possui um grande potencial para a produção de ovinos de corte, porém, nos deparamos com um grande problema, que consiste em um rebanho com baixo desempenho produtivo. Para melhorar estes índices e consequentemente a produção deve-se ter um cuidado maior com as ovelhas em gestação, sendo que, a gestação pode ser dividida em dois períodos bem definidos, o primeiro período que consiste nos dois primeiros terços de gestação (90 a 100 dias) no qual ocorre um baixo crescimento fetal. Já no segundo período, terço final de gestação, ocorre o aumento de 70% do tamanho do cordeiro (SIQUEIRA, 1990).
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Características quantitativas de carcaça de cordeiros mestiços Lacaune alimentados com gordura protegida

Características quantitativas de carcaça de cordeiros mestiços Lacaune alimentados com gordura protegida

O rendimento de carcaça está diretamente relacionado à comercialização dos cordeiros, sendo de extrema importância para o produtor e para o mercado. O rendimento médio de carcaça obtido neste trabalho foi de 46,33%, resultado superior ao Da Rosa et al. (2010), no qual obteve rendimento comercial de carcaça de 45,41%, trabalhando com cordeiros machos não castrados resultante do cruzamento entre as raças Corriedale e Lacaune abatidos com peso médio de 26,08 kg, submetidos a suplementação com diferentes níveis de extrato etéreo (3% e 5%), sendo a base da alimentação pastagem de azevém, esse resultado inferior pode estar relacionado ao peso de abate dos cordeiros, uma vez que os autores acima citados utilizaram peso de abate menor, quanto comparado a esta pesquisa. Entretanto, Ortiz (2011) trabalhando com cordeiros não castrados, mestiços da raça Suffolk, abatidos com peso médio de 34,83 kg, alimentados com níveis crescentes de gordura protegida, obteve rendimento médio de carcaça de 48,14%, valor superior ao presente trabalho, teoricamente este resultado pode estar associado ao fato da raça Suffolk ser uma raça especializada na produção de carne.
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Produção de ovinos em pastagem de capim-massai suplementados na estação seca

Produção de ovinos em pastagem de capim-massai suplementados na estação seca

RESUMO: A baixa qualidade dos pastos tropicais na estação seca justifica o uso de suplementos alimentares para atender as necessidades nutricionais dos ovinos de corte. Assim, objetivou-se com este experimento avaliar as características agronômicas do capim-massai na época seca e o efeito de suplementos proteicos no desempenho e produtividade de ovinos de corte em pastejo. Os suplementos proteicos avaliados foram: farelo de soja, feno de Leucena, feno de Gliricídia e mistura múltipla. Os animais foram manejados em pastos de capim-massai sob lotação intermitente e suplementados diariamente. Foram utilizados 24 ovinos ½ Santa Inês x ½ SPRD (sem padrão racial definido), machos não castrados, com idade média de 90 dias em delineamento inteiramente casualizado. Foi avaliado o desempenho dos ovinos quanto ao ganho de peso vivo médio diário, ganho por área e a taxa de lotação (animais de 25 kg/ha). O pasto foi avaliado quanto à massa de forragem total no pré e pós-pastejo, as porcentagens de participação dos constituintes morfológicos e seus valores nutritivos e as taxas de acúmulo de forragem. A massa de forragem total diminuiu ao longo da estação seca. Teores de proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria orgânica da lâmina foliar foram superiores no estrato superior a 15 cm do dossel. O ganho de peso médio diário dos animais suplementados com feno de leguminosas foi semelhante ao ganho obtido pelos animais suplementados com farelo de soja nos quatro ciclos de pastejo. O ganho de peso vivo total dos animais suplementados com feno de leguminosas foi maior do que os animais suplementados apenas com mistura múltipla nos dois primeiros ciclos de pastejo. Os fenos de Leucena e de Gliricídia podem ser indicados para suplementação de ovinos mantidos em pasto.
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Degradabilidade ruminal in vitro e desempenho de ovinos suplementados com pinhão manso

Degradabilidade ruminal in vitro e desempenho de ovinos suplementados com pinhão manso

Objetivou-se com este trabalho avaliar o desempenho, características de carcaça e parâmetros hematológicos e bioquímicos de ovinos Santa Inês suplementados com torta de pinhão manso atóxica e destoxificada. Para isto, foram feitos dois ensaios. No primeiro ensaio, de 60 dias, foram utilizados 24 cordeiros inteiros com média de 18,8 ± 0,8 kg de peso vivo e idade média de quatro meses. As dietas fornecidas aos animais foram feno de tifton (Cynodon dactylon cv. Tifton-85) e concentrados formulados com a inclusão de 20, 40 e 60% de torta de pinhão manso na PB e sem a inclusão da torta - grupo controle (CO). A pesagem e colheita de sangue foram feitas com intervalo de 15 dias. Após o período experimental, os animais foram abatidos e suas carcaças avaliadas. Não houve diferença (P<0,05) entre os tratamentos para ganho de peso médio diário, conversão alimentar e peso vivo ao final do experimento assim como para todos os dados da carcaça. No segundo experimento com a torta destoxificada, também foram utilizados 24 cordeiros inteiros com média de 17,7 ± 1,3 kg de peso vivo e idade média de quatro meses, seguindo o mesmo protoloco experimental do primeiro. Durante o desempenho houve 3 perdas no grupo com 60% de inclusão da torta, sendo que na necropsia pode-se observar congestão nos intestinos, úlceras no abomaso, linfonodos mesentéricos edematosos, congestão hepática, flacidez no coração, congestão e edema pulmonar. Outros animais dos grupos com inclusão da torta apresentaram diarréia, secreção nasal, inapetência, desidratação e dispnéia. Então o desempenho foi suspenso com 40 dias e após este período experimental, os animais foram pesados e foram feitas as medidas biométricas. Onde os tratamentos que receberam o pinhão manso destoxificado tiveram desempenho inferior ao controle, havendo diferença (P>0,05) entre os tratamentos para ganho de peso médio diário, conversão alimentar e peso vivo ao final do experimento assim como para a maioria dos dados da biometria. Desta forma, a torta de pinhão manso atóxica se mostrou promissora para a nutrição de ruminantes até os níveis estudados, no entanto, a detoxificacao da torta em 80% para o éster de forbol, não foi suficiente para que os animais tivessem um desempenho satisfatório.
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Desempenho e características de carcaça de cordeiros Laucane alimentados com níveis de gordura protegida de óleo de palma

Desempenho e características de carcaça de cordeiros Laucane alimentados com níveis de gordura protegida de óleo de palma

A avaliação de Escore Corporal é um parâmetro utilizado para predizer o estado de engorduramento da carcaça, podendo estimar a quantidade de músculos e tecido adiposo, em relação à proporção óssea, funcionando como um indicador para momento o abate dos animais aos ovinocultores. Embora não tenha havido influência da utilização de gordura protegida no parâmetro avaliado (3,55), os resultados obtidos nos tratamentos encontram-se dentro do esperado para o abate, indicando que as carcaças apresentam quantidade de gordura adequada, sem haver necessidade de retirada no toilet e dificultando a perda de líquidos durante o resfriamento. Quando os animais estão com pesos e idades semelhantes, a utilização de escore corporal (que estima a cobertura de gordura) e da conformação (morfologia) são critérios para uniformidade e podem ser usados na melhoria da carcaça (OSÓRIO et al., 2012).
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Grãos de girassol ou gordura protegida em dietas com alto concentrado e ganho compensatório de cordeiros em confinamento.

Grãos de girassol ou gordura protegida em dietas com alto concentrado e ganho compensatório de cordeiros em confinamento.

Os valores obtidos nesta pesquisa para o rendimento de carcaça estão de acordo com outros trabalhos realizados com animais desta raça e categoria e indicam que, tanto o regime alimentar como as dietas não influenciaram esses parâmetros, possivelmente em razão do peso corporal uniforme, que foi estipulado para o momento do abate, homogeneizando assim os rendimentos de carcaça obtidos. Os totais de gordura foram maiores (P<0,05) para os cordeiros mantidos com as dietas com adição de fonte de lipídio. As porcentagens, em relação ao peso corporal ao abate, da gordura omental foram de 4,3; 2,2 e 1,6, respectivamente, para as dietas com gordura protegida, com grãos de girassol e controle (Tabela 6). A inclusão de
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Características da carcaça de bovinos de quatro grupos genéticos submetidos a dietas com ou sem adição de gordura protegida.

Características da carcaça de bovinos de quatro grupos genéticos submetidos a dietas com ou sem adição de gordura protegida.

Robelin & Geay (1984) afirmam, com base em dados compilados de diversos autores, que, entre os componentes físicos da carcaça, o mais susceptível a variações da proporção entre as diferentes raças seria a gordura (sobretudo a subcutânea e intramuscular), seguida do componente músculo, enquanto os ossos apresentam variação bem mais discreta. Estes resultados corroboram os obtidos por Galvão et al. (1991), que encontraram maior porcentagem de músculo, menores EGC e menores porcentagens de tecido adiposo nos animais mestiços F 1 Nelore x Limousin, comparados a animais Nelore puros, em estádios equivalentes de maturidade. Con- cordam também com Bayler et al. (2001), que obser- varam maior média de EGC para mestiços F 1 Nelore x Aberdeen, em relação aos F 1 Nelore x Canchim. Entretanto, diferem dos resultados obtidos por Peron et al. (1995) e Euclides et al. (1997), que não verificaram efeito do grupo genético sobre as propor- ções de músculo, gordura e ossos de novilhos Nelore e seus mestiços.
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Avaliação do suco ruminal de ovinos (Ovis aries) suplementados com mananoligissacarídeo e saccharomyces cerevisiae

Avaliação do suco ruminal de ovinos (Ovis aries) suplementados com mananoligissacarídeo e saccharomyces cerevisiae

ruminal, além de coletas de sangue por punção de veia jugular para análise bioquímica. Foram adicionados 7 gramas de suplemento, 2 vezes ao dia, em horário pré-determinado, durante 30 dias e realizadas coletas semanalmente de suco ruminal. Observou-se aumento da porcentagem de infusórios médios e redução de pequenos, maior percentual de protozoários vivos, aumento do tempo de sedimentação e flutuação e tempo de redução de azul de metileno e aumento de pH. Os parâmetros bioquímicos sofreram redução nos valores de proteínas séricas, durante as semanas. O uso do suplemento aumentou a quantidade de protozoários vivos, reduzindo a de mortos e aumentou a população de protozoários médios, estabilizando o pH, melhorando a atividade bacteriana, demonstrada pela diminuição do tempo de azul de metileno, além disso, melhorou a fermentação dos alimentos, estabilizando o processo de sedimentação e flutuação do suco ruminal e no exame bioquímico os animais mantiveram seus parâmetros fisiológicos normais.
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