Top PDF Prova de Língua Portuguesa: um instrumento de mediação do professor

Prova de Língua Portuguesa: um instrumento de mediação do professor

Prova de Língua Portuguesa: um instrumento de mediação do professor

provas revelam sobre as concepções do professor? Essas perguntas direcionam este trabalho que busca discutir uma prática pedagógica comum: a avaliação da aprendizagem em língua materna. A avaliação é um processo contínuo, que deve ter um variado conjunto de instrumentos de análises: observações diárias, trabalhos, testes, seminários, provas, resenhas, resumos, dentre outros. Segundo Hoffman (2009) a avaliação deve ser mediadora, ou seja, a autora postula que a aprendizagem é um processo permanente, em que os pontos de chegada são sempre provisórios. Neste sentido, nosso objetivo foi perceber a mediação realizada pelo professor, ao se colocar entre o conteúdo e o aluno, diante de um entre vários instrumentos de avaliação do ensino-aprendizagem: a prova. Entendemos que a avaliação trata-se de uma prática mediada pelo professor uma vez que este ensina e faz escolhas ao elaborar um instrumento para verificar a aprendizagem dos alunos, além de ser um instrumento de reflexão contínua sobre sua prática pedagógica. Tratamos a prova como gênero, pois entendemos é uma esquematização textual (produzida pelo professor) que traz consigo uma série de consequências formais e funcionais (que refletem e refratam tanto no aluno quanto no professor).
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<b>O microensino como instrumento de formação do professor de língua portuguesa</b> - DOI: 10.4025/actascihumansoc.v31i1.1821

<b>O microensino como instrumento de formação do professor de língua portuguesa</b> - DOI: 10.4025/actascihumansoc.v31i1.1821

O microensino realmente foi uma boa oportunidade de encararmos uma sala de aula. Realmente alguns aspectos de nossa aula não saíram da forma que pensávamos. Agora ‘caiu a ficha’ do que discutimos em nossas aulas acerca da interação professor-aluno. Quando a professora me perguntou ‘quem respondeu as questões de leitura?’ meu chão caiu, como podia ter sido tão autoritária? É claro que devia ter dado tempo para o aluno, ouvir mais, mas talvez pelo tempo do microensino e pela avaliação (queríamos mostrar que fizemos bem) agimos de forma tradicional, perguntando e já respondendo, sem dar tempo dos alunos se quer pensarem, aí a aula não fluiu. Agora percebi como esse aspecto é importante numa aula, porque de nada adianta planejarmos questões adequadas de leitura se não levamos em conta o próprio aluno, se queremos impor a resposta que julgamos correta. Não sei por que agi assim, mas acho que se tivéssemos tido mais tempo talvez fizéssemos diferente.
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Desafios do professor de língua portuguesa: redimensionando o ensino-aprendizagem da língua

Desafios do professor de língua portuguesa: redimensionando o ensino-aprendizagem da língua

Tendo em vista as avaliações acima citadas, podemos conferir que o principal objetivo não é mais avaliar se o aluno conhece e domina as regras da gramática normativa e se sabe classificá-la e aplicar apropriadamente sua nomenclatura, mas sim verificar a competência de ler, compreender, interpretar, relacionar informações e produzir textos. Até mesmo os grandes vestibulares do Brasil não têm mais como objetivo apenas avaliar se o aluno domina regras da norma-culta, pelo contrário, temos como exemplo a UNICAMP que elabora a prova do vestibular de modo a avaliar o domínio que o candidato possui dos recursos lingüísticos do português padrão ao ler, escrever e interpretar.
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Imagens do professor de língua portuguesa em concursos públicos da Grande São Pa...

Imagens do professor de língua portuguesa em concursos públicos da Grande São Pa...

Nesta pesquisa teve-se como objetivo analisar imagens do professor de língua portuguesa presentes em concursos públicos da Grande São Paulo; para tanto, foram selecionados como corpora dezesseis editais e cinco provas para contratação de professores dos últimos anos do ensino fundamental, todos publicados entre 2002 e 2008. O conceito de imagem empregado origina-se da Análise do Discurso, mais especificamente, das considerações de Pêcheux (1993b) acerca das formações imaginárias, que se caracterizariam por imagens que os interlocutores fazem de si mesmos, do outro e do referente no ato da comunicação. Assim, considerando-se as especificidades de um concurso público para seleção de professores, chegou-se a duas formações cruciais para a pesquisa: “que imagem o instituto e o município fazem do professor para selecioná-lo?” e “que imagem o instituto e o município fazem do conteúdo necessário para selecionar o professor?”. Dada a complexidade do material analisado, recorreu-se a conceitos advindos de diferentes linhas teóricas, como Análise do Discurso, Análise Crítica do Discurso, Filologia, Sociologia, História Cultural e Teoria da Enunciação, para que fosse possível discutir de forma ampla as características dos corpora. Inicialmente, procurou-se verificar quais eram os livros mais indicados nos editais e as tendências decorrentes para, posteriormente, examiná-las também nas provas. No que concerne ao conteúdo que se espera do professor de língua portuguesa, as análises indicaram que prevalecem as imagens do trabalho com textos e com a perspectiva gramatical, todavia a observação das provas permitiu constatar que há um cruzamento entre essas tendências, o que impede a realização plena do trabalho com textos. Também foram abordadas características não ligadas ao conteúdo, mas que da mesma forma diziam respeito à imagem acerca do candidato, como, por exemplo, o fato de indicações bibliográficas de concursos por vezes serem copiadas de outros editais, os erros em títulos de livros, a indicação de livros didáticos e a impossibilidade de o candidato permanecer com o caderno de questões após a realização da prova em determinados concursos. Concluiu-se que as imagens, ligadas ou não ao conteúdo que se espera do professor de língua portuguesa, concentram-se predominantemente em sua capacidade de leitura. No entanto, ao mesmo tempo em que se exige uma perspectiva de trabalho centrada na produção de textos, subestima-se o candidato durante as etapas do concurso no que diz respeito à leitura, fato perceptível, por exemplo, pela indicação de livros inexistentes e didáticos.
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8 o ano TECENDO LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA MANUAL DO PROFESSOR

8 o ano TECENDO LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA MANUAL DO PROFESSOR

As gramáticas classificam as palavras em substantivo, adjetivo, verbo, advérbio, conjun- ção, pronome, numeral, artigo e preposição. Os poetas classificam as palavras pela alma porque gostam de brincar com elas e para brincar com elas é preciso ter intimidade primeiro. É a alma da palavra que define, explica, ofende ou elogia, se coloca entre o significante e o significado para di- zer o que quer, dar sentimento às coisas, fazer sentido. [...] A palavra nuvem chove. A palavra triste chora. A palavra sono dorme. A palavra tempo passa. A palavra fogo queima. A palavra faca corta. A palavra carro corre. A palavra palavra diz. O que quer. E nunca desdiz depois. As palavras têm corpo e alma mas são diferentes das pessoas em vários pontos. As palavras dizem o que querem, está dito e pronto. As palavras são sinceras, as segundas intenções são sempre das pessoas. [...] As palavras também têm raízes mas não se parecem com plantas, a não ser algumas delas, verde, caule, folha, gota. As células das palavras são as letras. Algumas são mais importantes do que as outras. As consoantes são um tanto insolentes. Roubam as vogais para construírem sílabas e obrigam a língua a dançar dentro da boca. A boca abre ou fecha quando a vogal manda. As palavras fechadas nem sempre são mais tímidas. A palavra sem-vergonha está aí de prova. Prova é uma palavra difícil. Porta é uma palavra que fecha. Janela é uma palavra que abre. Entreaberto é uma palavra que vaza. Vigésimo é uma palavra bem alta. Carinho é uma palavra que falta. Miséria é uma palavra que sobra. A palavra óculos é séria. Cambalhota é uma palavra engraçada. A pala- vra lágrima é triste. A palavra catástrofe é
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O ESTUDO SOBRE A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA NO PARFOR LETRAS

O ESTUDO SOBRE A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA NO PARFOR LETRAS

Os procedimentos metodológicos foram os listados: a composição do corpus se deu por meio de “documentos e depoimentos de egressos, gerados a partir de entrevistas semiestruturadas, tendo com [sic] alvo a primeira turma de LETRAS (Habilitação Língua Portuguesa), formada pelo programa no município de Cametá-PA” (p. 7). O procedimento de interpretação dos dados se deu nos moldes da Análise de Conteúdo; o Método foi o histórico dialético. O pesquisador utilizou o gravador para coletar as entrevistas. A análise dos dados ocorreu seguindo categorias analíticas próprias do materialismo histórico-dialético, a saber, da “totalidade”, “história” e “contradição” e categorias empíricas da “formação”, “qualificação” e “valorização”. A filiação teórica foi estabelecida nessas categorias centrais já mencionadas do materialismo histórico-dialético. Pelo fato de o instrumento de coleta e de geração do corpus da pesquisa ter acontecido por meio de entrevista, cujo registro das informações fornecidas pelo sujeito acontece pela modalidade oral da língua, a escrita do graduando do PARFOR não foi investigada. Isso se constata ao estudarmos o capítulo de análise da dissertação, onde Valente (2015) analisa trechos das falas dos alunos-professores que apresentam suas opiniões a respeito das ações formativas vivenciadas durante o curso do PARFOR e as repercussões em sua formação como egressos do curso.
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LÍNGUA PORTUGUESA NO ENEM: HOUVE MUDANÇAS ENTRE A PROVA DE 2008 E A DE 2009?

LÍNGUA PORTUGUESA NO ENEM: HOUVE MUDANÇAS ENTRE A PROVA DE 2008 E A DE 2009?

Competência de área 1 - Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida. [...] Competência de área 2 - Conhecer e usar língua(s) estrangeira(s) moderna(s) como instrumento de acesso a informações e a outras culturas e grupos sociais [...] Competência de área 3 - Compreender e usar a linguagem corporal como relevante para a própria vida, integradora social e formadora da identidade. [...] Competência de área 4 - Compreender a arte como saber cultural e estético gerador de significação e integrador da organização do mundo e da própria identidade. [...] Competência de área 5 - Analisar, interpretar e aplicar recursos expressivos das linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção. [...] Competência de área 6 - Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela
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O PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA E SUA HISTÓRIA COM A LEITURA

O PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA E SUA HISTÓRIA COM A LEITURA

Nessa perspectiva, destaca-se a importância da mediação da leitura na instituição escolar, pois “hoje, como em outras épocas, ainda que a ‘escola’ tenha todos os defeitos, sempre existe algum professor singular, capaz de iniciar os alunos em uma relação com os livros que não seja a do dever cultural, a da obrigação austera” (PETIT, 2009b, p. 158). Sendo assim, compreende-se que assumir o papel de mediador nesse ambiente implica o planejamento de estratégias de fomento à leitura, tais como a sugestão de livros, comparti- lhamento de experiências literárias e entusiasmo em relação a essa atividade. Ações estas que só são possíveis quando o profissional é um leitor.
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FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA O CONTEXTO DIGITAL EM MATO GROSSO

FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA O CONTEXTO DIGITAL EM MATO GROSSO

Tendo em vista o crescente interesse tanto no que diz respeito à formação de professores quanto no que diz respeito à inclusão digital, propomos, como tema desta pesquisa, a formação de professores para o ensino e aprendizagem de Língua Portuguesa em ambiente digital. Assim, nosso objetivo geral é discutir os desafios, as possibilidades e o processo de formação continuada do professor para promover o ensino de Língua Portuguesa em ambientes digitais e virtuais na modalidade presencial. O propósito subjacente foi fortalecer a prática pedagógica dos professores de Língua Portuguesa para o uso da tecnologia – TIC - em ambientes digitais. Para cumprir com nossos objetivos, adotamos a abordagem qualitativa, de natureza descritivo-explicativa, porém não descartamos o uso do questionário, instrumento quantitativo, pois, para Godoy (1995), pesquisadores podem distinguir pesquisas de cunho quantitativo de qualitativo, mas as diferenças de abordagem dessas pesquisas não apresentam relação de oposição entre elas. Assim, nossa abordagem é qualitativa, com a utilização de instrumentos quantitativos (questionário) e qualitativos (observação, registro de notas de campo, entrevista). Selecionamos, em um universo de nove escolas contempladas pelo Projeto UCA em Mato Grosso, duas delas por serem da rede estadual, mas pertencerem a municípios diferentes e possuírem IDEB 2009 semelhante. Embasamo-nos, inicialmente, na concepção de Schon (1992) sobre a formação de professores desenvolvida em serviço, reflexiva e processual. Tal formação não busca um produto pronto, mas a criação de um movimento cuja dinâmica se estabelece quando refletimos na ação e sobre a ação. Valemo- nos, em nossa fundamentação teórica, principalmente, das contribuições de Vygotsky (1991), das discussões sobre metacognição docente de Paris, Cross e Lipson (1984); da concepção de formação do professor reflexivo
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Prova Escrita de Língua Portuguesa

Prova Escrita de Língua Portuguesa

Sempre que da aplicação desta proporcionalidade resultar um número decimal, o professor classificador deve proceder ao arredondamento para o número inteiro correspondente. Os descontos por aplicação dos factores de desvalorização no domínio da correcção linguística são efectuados até aos limites das pontuações indicadas para esse parâmetro.

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A FORMAÇÃO EM SERVIÇO DO PROFESSOR E AS MUDANÇAS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

A FORMAÇÃO EM SERVIÇO DO PROFESSOR E AS MUDANÇAS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Mas, como permitir às camadas menos favorecidas o domínio de conhecimentos sistematizados, se a Escola sequer tem conseguido garantir a estas o acesso à cultura da língua escrita? Por isso, faz-se necessário que a Escola Pública proporcione a seus alunos o efetivo acesso ao conhecimento. Se os alunos têm fracassado, isto reflete a dificuldade que a escola tem tido para implantar um ensino de qualidade. Na verdade, ela tem apresentado dificuldades de ensinar os conteúdos por ela mesma propostos. Envolvido diretamente no problema do ensino-aprendizagem está o professor. Se concebermos que o papel principal do professor é o de mediador entre o aprendiz e o conhecimento, avaliamos que se sua prática não consegue efetuar essa mediação, o trabalho escolar torna- se ineficaz. Para o exercício dessa mediação, o professor precisa de um conhecimento consistente do objeto do conhecimento a ser trabalhado. Com base nesta premissa, tem-se defendido, nos últimos anos, o processo de formação em serviço 1 como um dos
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Avaliação de um instrumento de correção da produção escrita em Língua Portuguesa

Avaliação de um instrumento de correção da produção escrita em Língua Portuguesa

Segundo Antunes (2009), os professores precisam conhecer as implicações lexicais, gramaticais e discursivas dos diversos tipos de textos de acordo com seu gênero. Devem ter domínio de questões textuais como coesão e coerência, saber como se pode dar um tratamento textual às unidades da gramática; conhecer os problemas básicos de intertextualidade e o seu peso na elaboração de textos. Em outras palavras, são muitas as responsabilidades do professor para inserir o aluno no mundo da escrita, tornando-o capaz de elaborar textos. Para essa autora, não basta apenas a competência linguística do professor; é indispensável que ele saiba articular o processo de ensino e sua avaliação. Esta atribuição é inerente à prática pedagógica, no entanto, torna-se bastante complexa, pois se atrela a questões teóricas e práticas da área da Avaliação. No que se refere especificamente à produção textual, percebe-se que existem diversas dúvidas em relação à objetividade na avaliação dos textos produzidos pelos alunos. Há muita subjetividade, interesses particulares, experiências pessoais, envolvidas no processo de avaliar. Assim, a correção dos textos tem se caracterizado como superficial e subjetiva, visto que boa parte dos professores não possui critérios adequados para avaliar o texto de seu aluno.
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O efeito de histeresis na constituição do habitus linguístico do professor de língua portuguesa

O efeito de histeresis na constituição do habitus linguístico do professor de língua portuguesa

1.Ao ministrar a disciplina constante do terceiro período de Letras, Língua Portuguesa II, foi possível observar a impossibilidade de cumprir a ementa destinada ao desenvolvimento da sintaxe tal qual está exposta na grade curricular, onde prevê, em primeiro plano, a revisão crítica da gramática tradicional (período simples e composto) e, em segundo plano, o estudo da gramática gerativa transformacional – conteúdo que exige por parte do discente estudos teóricos dos postulados chomskyanos acompanhados do sistema de aplicação no português da teoria dos constituintes sintagmáticos; 2. Durante as 75h destinadas à Língua Portuguesa III, o professor de Língua, seguindo a orientação da ementa, postula formar uma atitude crítica em relação à sintaxe tradicional, ao mesmo tempo que pretende mostrar ao discente as incoerências dos conceitos e definições apresentadas nas gramáticas tradicionais.
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Escala de Esperança de Herth: instrumento adaptado e validado para a língua portuguesa

Escala de Esperança de Herth: instrumento adaptado e validado para a língua portuguesa

Este estudo teve por objetivo disponibilizar a Escala de Esperança de Herth adaptada e validada para a língua portuguesa em es- tudo realizado em pacientes com doença crônica. A escala originou-se do instrumen- t o americano Herth Hope Index e possi- bilit ou a exist ência de um inst rum ent o específico para mensuração da esperança, antes inexistente no Brasil. Para a adapta- ção cultural e validação foram seguidos os mét odos preconizados pela lit erat ura. A amostra foi composta por 131 indivíduos divididos em t rês grupos, sendo 47 pa- cient es oncológicos, 40 pacient es diabé- ticos do tipo 2 e 44 acompanhantes destes pacientes. O instrumento constitui-se de 12 afirmações com respostas em escala do tipo Likert com escores de 1 a 4 para cada uma delas, e quanto maior o escore, maior a esperança. A Escala de Esperança de Herth demonst rou propriedades psicomét ricas adequadas e por isso está disponível para a utilização.
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A língua portuguesa como instrumento político de afirmação e sua difusão em organismos internacionais

A língua portuguesa como instrumento político de afirmação e sua difusão em organismos internacionais

47 A OIF (Organização Internacional da Francofonia) possui como língua oficial o inglês, o português, o espanhol e o árabe. Foi criada em 1970, e tem como objetivo a uma solidariedade ativa entre os 70 Estados e governos que a compõem (sendo 56 membros e 14 observadores) – seus membros correspondem a mais de um terço dos Estados membros das Nações Unidas – o que totaliza uma população de cerca de 870 milhões de pessoas, dos quais 200 milhões são francófonas. Fazem parte da organização Cabo Verde, Moçambique, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, dentre os países da CPLP. A OIF para beneficiar as populações francófonas, implementa ações políticas e de cooperação multilateral. “A sua atuação está submetida ao respeito pela diversidade cultural e linguística e ao serviço da promoção da língua francesa, da paz e do desenvolvimento durável” 31
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IMPACTOS DA PROVA BRASIL NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA SEGUNDO DIZERES DE ESTUDANTES

IMPACTOS DA PROVA BRASIL NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA SEGUNDO DIZERES DE ESTUDANTES

efetiva o real sentido do gênero do discurso, visto que “uma determinada função [...] e determinadas condições de comunicação discursiva, específicas de cada campo, geram determinados gêneros” (BAKHTIN, 2003, p. 266). Conforme aponta o participante Martins, “Eram mais textos, assim, pegos na Internet, era algo que eu nunca tinha visto em uma prova, porque era mais poesia, receita, algo assim”. Mesmo estando no quinto ano, Martins não via, até então, a relação destes gêneros com provas, mas situado em outro contexto. Segundo Bakhtin (2003, p. 266), “em cada campo existem e são empregados gêneros que correspondem às condições específicas de dado campo [...]”. Assim, gêneros discursivos que circulam em outros contextos sociais podem causar estranhamento aos estudantes, quando utilizados com o fim de compor as avaliações educacionais.
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Tradução e validação para a língua portuguesa de um instrumento de alfabetização em saúde bucal

Tradução e validação para a língua portuguesa de um instrumento de alfabetização em saúde bucal

Esta análise indica a semelhança entre os valores obtidos nas duas versões, essencial para a confirma- ção da possibilidade de utilização da versão por- tuguesa. A versão portuguesa do OHLI foi baseada na versão original (em língua inglesa) tendo sido, antes da sua aplicação, avaliada por um painel de peritos da área. A validação foi estabelecida efe- tuando uma comparação entre os resultados obtidos na versão portuguesa e na versão original do OHLI Assim, quando observada a comparação dos valores obtidos por sexo verifica-se que estes valores apre- sentam bastantes semelhanças para o OHLI, não ten- do sido encontradas diferenças estatisticamente sig- nificativas em ambas as versões, (p=0,887 na versão portuguesa e de 0,660 na versão original).
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ANÁLISE DA INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO EM AULAS TRADICIONAIS DE LÍNGUA PORTUGUESA

ANÁLISE DA INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO EM AULAS TRADICIONAIS DE LÍNGUA PORTUGUESA

A noção de gesto didático inclusivo ora apresentada está respaldada pelos seguintes pressupostos. Primeiro, numa sala de aula, a compreensão e assimilação são imprescindíveis, portanto,o ato locutório do professor deve ser pensado na perspectiva interativa, o estímulo à resposta do aluno deve ser enfatizadopelo professor para que seu gesto didático seja eficaz e o processo de produção do conhecimento, de fato, aconteça. Segundo: cada sala de aula possui uma composição de indivíduos, heterogeneidade que singulariza os gestos didáticos conforme ocontexto imediato em que ocorrem.Terceiro: para a escola contemporânea, é importante a promoção dialógica de ensino. Nesta perspectiva, são discutidos os conceitos sociointeracionistas propostos por Bronckart, bem como as possibilidades dialógicas da língua conforme postula Bakhtin. Assim, considera-se que a língua e as ações mediadoras a partir desta determinam se um ato de fala torna-se mais interativo, isto é, se aos indivíduos envolvidos é dada a possibiliade de interagirem mutuamente ou se um deles, dada a assimetria de poder, determina uma postura monológica a seus atos de fala.
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Escala da Satisfação com a decisão em saúde: instrumento adaptado e validado para língua portuguesa.

Escala da Satisfação com a decisão em saúde: instrumento adaptado e validado para língua portuguesa.

A tomada de decisão é uma área de investigação na saúde que tem vindo a ganhar importância quer pelos modelos de parceria de cuidados que dão protagonismo ao paciente e família, quer pela preocupação crescente com a qualidade e satisfação do cliente com os cuidados disponibilizados. Assim, propusemo-nos efetuar a adaptação transcultural e avaliar as propriedades psicométricas da versão portuguesa da “The Satisfaction with Decision Scale” de Holmes-Rovner (1996), que visa avaliar a satisfação com as decisões tomadas em saúde. A amostra foi constituída por 521 estudantes da Escola Superior de Enfermagem do Porto. Os resultados obtidos nos testes de fiabilidade revelam uma boa consistência interna para o total dos itens (Alpha Cronbach = 0,88). O estudo psicométrico permite-nos afirmar que a versão em Português da “The Satisfaction with Decision Scale”, que denominamos “Escala da Satisfação com a Decisão em Saúde”, é um instrumento fidedigno e válido.
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