Top PDF Provedor de serviços logísticos – perspectivas do modelo 4pl

Provedor de serviços logísticos – perspectivas do modelo 4pl

Provedor de serviços logísticos – perspectivas do modelo 4pl

Considerando a importância da performance dos serviços logísticos, Gerbl, Mcivor e Humphreys (2016) destacam a importância de monitorar a terceirização, e Selviaridis (2016) aponta que o desempenho e os resultados obtidos pelos 3PL têm forte dependência do próprio cliente e de subcontratados. Neste sentido, a avaliação dos 3PL via KPIs (Key Performance Indicators) devem ser acompanhados de especificações explicitas e claras, especialmente aquelas exigidas pelos clientes e seus parceiros da cadeia de suprimentos (CS), podendo com isso minimizar sua contestabilidade. Estes autores alertam a respeito dos efeitos nocivos dos KPIs na relação com os clientes e sustentam a importância de os 3PL trabalharem esta questão com seus clientes e subcontratados, mantendo sempre um processo de revisão contínua. Eles sugerem que é preciso caminhar para um gerenciamento do desempenho amparado por coleta e análise de dados, sejam eles adquiridos por sistemas de informação ou recursos humanos dedicados, podendo por meio disso, evitar que os envolvidos nas operações fomentem uma cultura de culpa mútua por falhas de serviço. Neste caso, sugere-se que o 3PL assuma essa tarefa, pois ela aumenta a transparência em relação à alocação de ganhos e riscos, reforça o nível de equidade distributiva, já que isso é percebido pela parte contratante.
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A indústria de prestação de serviços logísticos e o modelo de negócio ASP: perspectivas e tendências no mercado brasileiro

A indústria de prestação de serviços logísticos e o modelo de negócio ASP: perspectivas e tendências no mercado brasileiro

investigaram uma amostra de 424 empresas que aturam no mercado de 1999 a 2002. Dessas, 203 faliram, 40 foram adquiridas e 8 foram fundidas. Somente 173 empresas das 424 sobreviveram. Isso dava uma boa visão de que o mercado apresentava-se turbulento e somente aquelas empresas que oferecessem alguma vantagem competitiva permaneceriam. Rubens Caparica, gerente sênior da Accenture citado em Marassi (2002), também identificou um amadurecimento do modelo no mercado ao longo dos anos, caracterizando uma evolução do mesmo a partir de três momentos distintos. No primeiro momento, no período de 1998 e 1999, grandes empresas provedoras de software descobriram no ASP um novo canal de vendas. Nessa fase aconteceram problemas, principalmente devido ao fato dos softwares e aplicativos desenvolvidos para serem distribuídos na modalidade de licença, não serem totalmente adequados para serem distribuídos através da internet. Portanto, o objetivo das ISVs acabou não sendo atingido, uma vez que o mercado tendeu a utilizar o modelo ASP somente para softwares padronizados e aplicativos usados em funções não-críticas, como e- mail e mensagem. Esses aplicativos comoditizados não justificavam os altos investimentos para as empresas ASP. Portanto, a formatação inicial não possibilitaria a validação do modelo ASP como uma base de fornecimento de softwares empresariais mais sofisticados e de valor agregado percebido pelo mercado.
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A evolução dos prestadores de serviços logísticos no Brasil: o surgimento dos 4PLs

A evolução dos prestadores de serviços logísticos no Brasil: o surgimento dos 4PLs

Figura 1: Abordagem da evolução dos prestadores de serviços logísticos .............. Figura 2: A cadeia de valor ....................................................................................... Figura 3: Escopo da logística empresarial ................................................................ Figura 4: Fluxos e atividades logísticos na cadeia de suprimentos .......................... Figura 5: Os estágios de evolução da logística ao Supply Chain Management ....... Figura 6: A evolução dos prestadores de serviços logísticos ................................... Figura 7: O novo conceito de terceirização logística: o modelo 4PL ........................ Figura 8: Fases de transformação da UPS em 4PL para determinada supply chain Figura 9: Uma das possíveis estruturas existentes num ASP Puro ......................... Figura 10: Modelo do Estudo .................................................................................... Figura 11: Origem dos Operadores Logísticos ......................................................... Figura 12: Infra-estrutura dos Operadores Logísticos .............................................. Figura 13: Segmentação das empresas atendidas por setor ................................... Figura 14: Setores que mais utilizam os serviços dos 3PLs ..................................... Figura 15: Tipos de Política de Especialização adotada pelos 3PLs ....................... Figura 16: Número de Regiões Brasileiras cobertas pelos 3PLs ............................. Figura 17: Regiões Brasileiras onde atuam os 3PLs ............................................... Figura 18: Relacionamento entre 3PLs e Subcontratados ....................................... Figura 19: Porcentagem de 3PLs que desenvolvem serviços com outros 3PLs ...... Figura 20: Taxa de crescimento para o ano de 2003 ............................................... Figura 21: Taxa de crescimento estimada para os próximos 3 anos .......................
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Gestão de custos logísticos fundamentada em um mapa de objetivos estratégicos aplicado a um provedor de serviço de internet

Gestão de custos logísticos fundamentada em um mapa de objetivos estratégicos aplicado a um provedor de serviço de internet

No cenário atual de incertezas do mercado, o sistema logístico surge como um mecanismo fundamental para empresas no ramo de serviços voltado para o varejo, pois permite a geração de valor e aumento da satisfação dos clientes e ainda a diminuição de custos. Neste contexto, este trabalho tem com objetivo desenvolver o processo de planejamento, acompanhamento e controle de custos logísticos aplicados a provedor de acesso a redes de comunicação. Para isto, desenvolve-se um mapa de objetivos estratégicos do setor logístico e indicadores para mensuração destes, utilizando as perspectivas do Balanced Scorecard; assim como foram analisados, por meio, de pesquisas bibliográficas, os principais conceitos e custos logísticos que abrangem o contexto no qual um provedor de internet está inserido. Além disso, com base em dados coletados em campo, foram mensurados os custos logísticos que a empresa em estudo obteve no mês de setembro de 2019 e realizado o custeio baseado em atividades do setor, a fim de determinar quais atividades mais consomem recurso para serem executadas e, assim, traçar rotinas de acompanhamento e controle e, também, traçar planos de ação para otimização dessas atividades e minimização de custos logísticos. Com isso, através das análises feitas, identificou- se que 20% das atividades são responsáveis por quase 90% do consumo dos recursos e, após realização das análises, determinaram-se 8 planos de ação que contribuirão para otimização do setor.
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Proposta de modelo multicritério para seleção de fornecedores de serviços logísticos

Proposta de modelo multicritério para seleção de fornecedores de serviços logísticos

Dentre os critérios estratégicos destaca-se o relacionamento estratégico, um critério im- portante para a manutenção do relacionamento com os parceiros logísticos, pois proporciona o compartilhamento de informações, conhecimento das estratégias e dificuldades dos parceiros e envolvimento da alta gerência. A reputação foi o critério com maior peso dentro do fator e remete a entregas sem que ocorram roubos, acidentes, avarias ou sinistros, de forma que a distribuição seja feita com pontualidade na coleta e na entrega e o produto seja entregue ao consumidor com a mesma integridade da saída da fábrica. Além disso, também está relacionada à saúde financeira do parceiro, a quantidade de empréstimos, financiamentos e dívidas. Outro critério do fator es- tratégico que se destaca é a flexibilidade em se adaptar às mudanças de mercado. Segundo Ellram (1990), as perspectivas para o futuro estão intimamente relacionadas ao ajuste estratégico, pois a empresa compradora espera que o fornecedor ajuste suas estratégias de acordo com suas perspecti- vas e requisitos ao longo da parceria, que é projetada para ser um relacionamento contínuo. Dessa forma, a flexibilidade em se adaptar às mudanças de mercado está relacionada às perspectivas para o futuro e contribui para o ajuste estratégico, visto que o fornecedor de serviços logísticos deve ter flexibilidade para lidar com diferentes situações de mercado e mudanças de exigências dos clientes principalmente quando se trata da entrega no varejo, em que as exigências do mercado são altas e requerem alto desempenho logístico.
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Análise do comportamento do cliente que contrata serviços logísticos: estudo de caso

Análise do comportamento do cliente que contrata serviços logísticos: estudo de caso

Outro conceito utilizado, segundo Cahill (2006) define a terceirização de logística como um relacionamento no qual o provedor de serviço oferece pelo menos dois serviços que estão incluídos no pacote e combinados, com um simples ponto de contabilidade e usando sistemas de informações distintos que são dedicados integralmente ao processo logístico. As definições mais novas são muito mais amplas ainda, tais como aquelas de Lambert, Emmelhainz, e Gardner (1999, p.165) que dizem que a terceirização de logística é “o uso de um provedor terceirizado para um todo ou parte de uma operação de logística de uma organização” ou as definições de Rabinovich et al. (1999, p. 353), que define terceirização de logística como “contratos de curto ou longo prazo ou alianças entre empresas de manufatura ou serviços e provedores de serviços logísticos terceirizados”. Em contraste com as definições já mencionadas, Africk e Calkins (1994, p. 49) tomam uma posição a respeito da terceirização de logística definindo “contratos de logística terceirizada toda ou parte da função de logística da companhia”. Os autores ressaltam que na contratação dos serviços básicos as ofertas de contrato de logística englobam um número maior de funções, e são caracterizados pelos relacionamentos de longo prazo benéfico para ambos.
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O NÍVEL DE SERVIÇOS LOGÍSTICO: ANÁLISE COMPARATIVA DE METODOLOGIAS DE INDICADORES DE DESEMPENHO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS

O NÍVEL DE SERVIÇOS LOGÍSTICO: ANÁLISE COMPARATIVA DE METODOLOGIAS DE INDICADORES DE DESEMPENHO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS

O tema apresentado, sobre os indicadores de desempenho utilizados em grandes organizações como ferramenta para avaliar a satisfação do cliente, foi escolhido por se tratar de processo fundamental na qualidade dos serviços prestados aos clientes. Ainda existem falhas nos processos operacionais nas organizações, desta forma se faz necessário o aprimoramento das práticas de mensuração das atividades de operações logística, a fim de auxiliar o cliente e o operador logístico no acompanhamento da capacidade do serviço executado, que se inicia na coleta da mercadoria e termina quando o cliente fornece o feedback.
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A evolução da indústria de prestação de serviços logísticos no Brasil: uma análise de mercado

A evolução da indústria de prestação de serviços logísticos no Brasil: uma análise de mercado

As mudanças macro-ambientais têm provocado um aumento dos fluxos físicos e de informações dentro e entre as organizações. A maior necessidade de gerenciar, de forma eficiente, estes fluxos tem elevado o status da logística nas organizações, ao mesmo tempo em que vem exigindo maiores investimentos e novas competências. Alavancar estas competências logísticas através da terceirização, ou seja, substituir a organização interna pelo mercado, é uma opção cada vez mais adotada pelas empresas. Esta crescente tendência de terceirização de serviços logísticos, iniciada nos Estados Unidos nos anos 80, como resultado da desregulamentação do setor de transporte de cargas, tem provocado o crescimento da Indústria de Prestação de Serviços Logísticos numa escala global. No Brasil, este processo foi acelerado como resultado, principalmente, de uma transferência de know-how entre empresas que se instalaram no Brasil, sejam embarcadores ou prestadores de serviços logísticos internacionais, e as empresas nacionais. A muito tradicional oferta de serviços logísticos discretos ampliou-se em escala e escopo. A complexidade da função logística e a necessidade de uma relação mais próxima entre cliente e PSL para a obtenção de melhores resultados leva as organizações à utilização de novas abordagens baseadas na parceria ou aliança logística. Neste contexto, a escolha de um parceiro ganha importância, devido aos maiores riscos associados a um mais estreito relacionamento, exigindo um melhor conhecimento do mercado. Mas a classificação destes PSL é complexa, sobretudo pelas características inerentes a uma indústria em crescimento e que evolui rapidamente. Uma estrutura que permita identificar diferenças fundamentais entre os PSL, com base na atual oferta do mercado, fornece informações valiosas para aqueles que querem contratar ou oferecer serviços logísticos, além de permitir vislumbrar adaptações neste cenário. Neste trabalho, é desenvolvido um quadro teórico de referência sobre o tema e apresentada uma proposta de estrutura tridimensional para classificação dos PSL. Para tanto, são aplicadas técnicas de análise estatística multivariada sobre uma base de dados secundária, composta de 105 empresas e 58 variáveis, de forma a identificar um número menor de dimensões principais que mantenha a maior parte de informações contidas nas variáveis originais. O objetivo é fornecer elementos para apoiar a escolha de PSL e, conseqüentemente, reduzir os significativos custos associados à busca de informações no mercado e riscos de insucesso no processo de terceirização.
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O Repositório Digital Seguro na perspetiva de um provedor de serviços de certificação : o caso da Multicert SA

O Repositório Digital Seguro na perspetiva de um provedor de serviços de certificação : o caso da Multicert SA

Desta forma, sistematizaram-se e apresentaram-se os resultados obtidos através de um Documento de Especificação de Requisitos com vista à conformidade e eventual certificação do Repositório. O documento de requisitos aparece estruturado em três grandes secções: Infraestrutura Organizacional; Gestão de Objetos Digitais; Infraestrutura e Gestão de Riscos de Segurança. Este documento está, também, dividido em requisitos funcionais e não funcionais. Os requisitos funcionais descrevem os serviços que o sistema deve fornecer, especificando como este deve reagir por exemplo a solicitações dos utilizadores (Pinheiro, 2003). Dizem respeito à definição das funções que um sistema ou um componente de um sistema deve fazer. Descrevem as funções a realizar nas entradas de um sistema ou em um dos seus componentes, a fim de que se produzam saídas (Lopes, 2004).
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Projeto de um provedor de serviços criptográficos embarcado para infra-estrutura de chaves públicas e suas aplicações

Projeto de um provedor de serviços criptográficos embarcado para infra-estrutura de chaves públicas e suas aplicações

Como pudemos ver no decorrer deste capítulo, a importância do uso dos métodos de criptografia nos levou à criação de estruturas para o seu gerenciamento. Estas estruturas, por sua vez, adquirem grande complexidade do ponto de vista organizacional. O ponto de vista da segurança, normalmente o foco de uma ICP, é ga- rantido pelo zelo e boa guarda das chaves de todas as ACs componentes da referida ICP. Este zelo normalmente é obtido através do uso de provedores de serviços criptográficos, os quais são devidamente preparados para resistir a ataques comumente utilizados contra as chaves.
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Táticas vinculantes, reputação do provedor de serviços, confiança e compromisso como antecedentes da retenção de clientes

Táticas vinculantes, reputação do provedor de serviços, confiança e compromisso como antecedentes da retenção de clientes

A segunda limitação diz respeito ainda à aplicação da pesquisa. Por se tratar de pesquisa destinada à abordagem de clientes de provedores de serviços contábeis, e isto implicar em questão estratégica de cada provedor contemplado, os dados dos clientes não foram disponibilizados ao pesquisador. Desta forma, os formulários não puderam ser enviados eletronicamente aos clientes, nem tão pouco aplicados diretamente pelo pesquisador aos clientes, o que poderia elevar significativamente o nível de entendimento das questões. Para viabilização da pesquisa foram contratados funcionários (um de cada provedor) pelo período de sessenta dias para que pudessem proceder à aplicação da pesquisa, desde a entrega dos formulários (questionário de pesquisa) até o controle do retorno dos formulários preenchidos. E, ainda no que diz respeito à aplicação da pesquisa, a terceira limitação faz referência aos respondentes do questionário. Os formulários foram enviados aos provedores de serviços contábeis para que fossem respondidos pelos principais executivos ou gestores do setor administrativo-financeiro, responsáveis pelos contratos de serviços contábeis. No entanto, como pode ser visualizado na Tabela 17, houve uma parcela de 12,5% de respondentes com função de Auxiliar Administrativo/Financeiro ou ainda outras funções. Estes respondentes não possuem o poder de decisão sobre a continuidade (ou não) da prestação de serviços contábeis, provavelmente não se configurando como informantes-chave. E, ainda, em algumas empresas a decisão de manutenção do contrato de prestação de serviços contábeis não recai a um único gestor. Diante disto, é válido relatar que diferentes percepções (de diferentes gestores de uma mesma empresa) poderiam interferir nos resultados encontrados.
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A Qualidade em Serviços Logísticos Como um Fator Relevante para a Lealdade do Cliente Ecommerce

A Qualidade em Serviços Logísticos Como um Fator Relevante para a Lealdade do Cliente Ecommerce

Outra explicação pode estar no perfil de respondentes. Conforme identificado, cerca de 95% dos respondentes são de unidades federativas onde a empresa atua online e offline. Mais especificamente, 64% dos respondentes residem em municípios onde a empresa possui ao menos uma loja física. Blut et al. (2015) afirmam que, no comércio eletrônico, a falta de contato com o produto no momento da compra gera ansiedade no cliente em relação ao prazo e às condições em que o produto será entregue. Nesse caso, o fato de ter uma loja próxima ao local em que reside pode reduzir a sensação de ansiedade do cliente, uma vez que ele pode sentir mais confiança de que não terá dificuldade em receber o produto ou em resolver o problema, caso haja necessidade de troca ou devolução. Esse efeito sinérgico entre os canais de venda (site e loja física) é confirmado por Pauwels e Neslin (2015), que afirmam que eles oferecem propostas de valor diferentes para o cliente. Enquanto a loja virtual se destaca por proporcionar variedade, conveniência e disponilidade de informações, a loja física se destaca no atendimento, serviços de pós-venda e redução de riscos.
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Avaliação da Qualidade dos Serviços Logísticos Prestados por Websites Utilizando o SERVQUAL

Avaliação da Qualidade dos Serviços Logísticos Prestados por Websites Utilizando o SERVQUAL

exigentes em relação à escolha de um serviço, o que faz com que as empresas busquem um di- ferencial competitivo que supere as expectativas dos clientes, onde quando se trata do comércio eletrônico uma maneira de buscar esse diferen- cial é através da qualidade dos serviços logísticos. Portanto é fundamental saber o que os clientes esperam dos serviços, bem como sua percepção sobre eles. Neste trabalho foi utilizado o SERV- QUAL para avaliar a qualidade dos serviços logís- ticos prestados pelos websites, através da iden- tificação das lacunas entre as expectativas e a percepção dos serviços logísticos prestados pelos websites. Os resultados mostraram que a qualida- de dos serviços prestados foi baixa na maioria dos casos, mostrando que as expectativas dos usuá- rios não foram atendidas. Com base na análise de quartil foram propostas medidas de correção e/ou prevenção dos maiores gaps encontrados, visan- do melhorar a qualidade dos serviços logísticos prestados pelos websites.
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Serviços logísticos em canais de distribuição: um estudo de caso no setor de alimentos

Serviços logísticos em canais de distribuição: um estudo de caso no setor de alimentos

Por fim, supply chain management pode ser compreendida como o gerenciamento de toda a rede interconectada de negócios (HARLAND, 1996), na qual uma cadeia influencia e é influenciada por outras cadeias. A rede, neste caso, é formada por cadeias que possuem um elo (empresa) com atuação concomitante em duas ou mais cadeias individuais. As organizações alcançarão uma posição de vantagem competitiva quando conseguirem utilizar os recursos disponíveis na rede de uma maneira mais eficiente do que os seus concorrentes diretos (CUNNINGHAM 4 , 1990 apud HARLAND, 1996). Há inúmeros aspectos importantes a serem considerados para os objetivos de incremento dessa eficiência quando incorporadas também às decisões pela ótica e objetivos dos canais de distribuição, em que os processos logísticos representam, a bem da verdade, um de seus vários fluxos (BOWERSOX e CLOSS, 2001; COUGHLAN et al., 2002).
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Diploma. Estatuto do Provedor de Justiça. Estatuto do Provedor de Justiça

Diploma. Estatuto do Provedor de Justiça. Estatuto do Provedor de Justiça

2 - O Provedor de Justiça pode exercer também funções de instituição nacional independente de monitorização da aplicação de tratados e convenções internacionais em matéria de direitos humanos, quando para o efeito for designado. 3 - O Provedor de Justiça assegura a cooperação com instituições congéneres e com as organizações da União Europeia e internacionais no âmbito da defesa e promoção dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos.

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PERSPECTIVAS DOS SERVIÇOS DE REFERÊNCIA DIGITAL

PERSPECTIVAS DOS SERVIÇOS DE REFERÊNCIA DIGITAL

Os softwares denominados de Web Contact Centers ou de Real-Time Live Web Reference são, também, tecnologias de chat só que com um nível muito maior de interatividade entre bibliotecários e usuários. Inicialmente, esse tipo de software foi de- senvolvido para atender às necessidades dos em- presários que queriam prover serviços online aos seus clientes, mas, hoje, já representam a real ten- dência dos serviços de referência prestados via Web. Todos esses softwares de chat, além de viabilizarem a troca de mensagens entre usuários e bibliotecários, permitem também ao bibliotecário visualizar a página em que o usuário está nave- gando, sincronizar a página do usuário com a do bibliotecário para que toda página visitada por este também apareça na tela do usuário (collaborative browsing) e enviar um correio eletrônico para o usu- ário com a transcrição de toda conversa ao final do chat.
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Importância e performance dos serviços logísticos ao cliente no fornecimento de embalagens para a indústria de bebidas

Importância e performance dos serviços logísticos ao cliente no fornecimento de embalagens para a indústria de bebidas

Esta dissertação lida com os serviços logísticos ao cliente prestados pelos fornecedores de embalagens às pequenas, médias e grandes indústrias de bebidas do Brasil. O principal objetivo foi o de mensurar a performance e a importância de atributos associados aos serviços logísticos, na visão das indústrias de bebidas. A metodologia caracterizou-se pela utilização de técnicas qualitativas e quantitativas, com destaque para a aplicação de questionários auto- administrados postados. Os principais resultados indicam que existem diferenças de performance dos atributos, dependendo do tipo de embalagem, e mostram que alguns fornecedores prestam um melhor serviço do que outros. No entanto, a importância relativa dos atributos não varia significativamente de acordo com o tipo de embalagem. Foi observada também uma forte correlação entre os nove atributos.
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Avaliação dos serviços logísticos ofertados para empresas de grande porte na óptica dos contratantes

Avaliação dos serviços logísticos ofertados para empresas de grande porte na óptica dos contratantes

Para Fleury et al. (2001), a redução de custos é, provavelmente, o motivo mais visível para a terceirização da logística. No entanto, apontam que, o fator crítico em se procurar serviços logísticos de terceiros estaria na ênfase em agregar valor geral ao negócio e não só em um único atributo isolado como o custo. Prahalad e Hamel (1990), explanam que a entrega de atividades logísticas a um terceiro permite que, a companhia realize um uso mais efetivo dos seus recursos no desenvolvimento de suas competências principais, com consequente aprimoramento no nível de satisfação do cliente. Além disso, a operacionalização e gestão da logística para empresas que não são desse ramo em geral é complexa.
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Regulamento do Provedor do Cliente

Regulamento do Provedor do Cliente

1. Nos termos conjugados do art. 158.º, n.º 1, do RJASR e do art. 12.º, n.º 2. da Norma Regulamentar 10/2009, de 25 de Junho, emitida pela Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (“ASF”), são consideradas elegíveis para efeitos de apresentação ao Provedor do Cliente as reclamações dos tomadores de seguros, segurados, beneficiários ou terceiros lesados às quais não tenha sido dada resposta pela Açoreana no prazo máximo de 20 dias contados a partir da data da respetiva receção ou quando, tendo sido dada resposta nesse prazo, o reclamante discorde do sentido da mesma, prorrogando-se o prazo máximo para 30 dias nos casos que revistam especial complexidade.
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A avaliação de serviços em Audiologia: concepções e perspectivas.

A avaliação de serviços em Audiologia: concepções e perspectivas.

A avaliação dos serviços vem ocupando posição de destaque no planejamento e gestão em saúde, uma vez que um sistema efetivo pode reordenar a execução das ações e serviços para contemplar as necessidades da população alvo e otimizar os recursos inanceiros. Embora existam algumas experiências internacionais na avaliação dos serviços de saúde auditiva, sua contribuição é limitada, devido às particularidades da Política de Atenção à Saúde Auditiva de cada país. No Brasil, o atendimento integral ao deiciente auditivo foi garantido pela Portaria GM/MS nº 2.073/04, com a proposta da organização de uma rede hierarquizada, regionalizada e integrada na Atenção básica, Média e Alta Complexidade. O aprimoramento desta Política é uma consequência natural, depois do início de sua implantação, a im de constituir serviços públicos de saúde auditiva com qualidade, não somente no ato de sua criação, mas também e principalmente, na manutenção e no aprimoramento constante do processo de atendimento de pessoas com deiciência auditiva, assegurando a efetividade do processo. Para tanto, faz-se imprescindível a formação proissional e o incentivo de discussões referentes à avaliação da qualidade dos serviços de saúde auditiva do Sistema Único de Saúde.
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