Top PDF A qualidade de água das praias urbanas de Fortaleza-CE: uma revisão

A qualidade de água das praias urbanas de Fortaleza-CE: uma revisão

A qualidade de água das praias urbanas de Fortaleza-CE: uma revisão

Esse trabalho apresenta uma revisão bibliográfica sobre a qualidade de água das praias de Fortaleza-Ce. Foi observado o grau de poluição bacteriológica de 31 pontos da orla da capital cearense. Trabalhos, artigos, revistas e pesquisas no Scielo, Science Direct e nos dados coletados na biblioteca da SEMACE, sobre o Programa de Monitoramento das Praias de Fortaleza, foram utilizados e colaboraram para que fosse feito uma comparação de dados antigos e atuais. Verificou-se que, em anos anteriores a balneabilidade não era muito preocupante como nos dias de hoje, onde os pontos com má qualidade de água eram poucos. A causa mais comum para isso acontecer, seria, provavelmente, o aumento populacional e o grande avanço da urbanização no entorno dessas praias. No entanto, deve-se considerar também o derramamento de detritos sem tratamento adequado no mar, onde, além de poluir ainda pode vir a causar doenças aos banhistas que usam a praia para seu momento de lazer.
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Estatística multivariada aplicada a qualidade da água subterrânea em sub-bacias urbanas em Fortaleza – CE

Estatística multivariada aplicada a qualidade da água subterrânea em sub-bacias urbanas em Fortaleza – CE

conta da presença de minerais primários, a concentração dos sais. Foi, portanto, nessa bacia, que houve maior concentração de íons Na + , e Cl - . Condição semelhante pode ser encontrada na Bacia E que está associada parcialmente ao sistema cristalino, porém com cobertura aflorante sedimentar do sistema barreiras, no entanto, a baixa profundidade do Barreiras nesse setor permite que os poços atinjam frequentemente o sistema fissural cristalino, promovendo um regime misto de bombeamento. A Bacia D por estar associada ao sistema aluvião sob a planície flúvio- marinha do rio Cocó, possui influência de água marinha injetada no estuário durante a maré cheia.
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Qualidade bacteriológica da areia e água de duas praias do litoral cearense

Qualidade bacteriológica da areia e água de duas praias do litoral cearense

Quanto às leveduras, somente as areias secas da Praia do Iguape apresentaram crescimento de <10 a 7.750 UFC/g. Segundo a Legislação de Portugal, a Praia do Iguape estava com as areias secas Impróprias durante quase todo o período de coletas, uma vez que estas devem apresentar uma quantidade de le- veduras de 30 a 60 UFC/g, limite não ultrapassado apenas na sétima e décima-segunda coletas. Resultados semelhantes foram encontrados por Vieira et al. (2002) em amostras de areia seca de três praias de Fortaleza-CE, dentre as quais a Praia do Futuro apresentou maior percentual de areias conta- minadas com leveduras (41,03%), seguida por Caça e Pesca (33,33%) e Mucuripe (25,64%), destacando-se que a Praia do Futuro detém uma grande concen- tração de barracas destinadas ao consumo de pes- cado. A areia seca não sofre inluência das marés e ondas, motivo por que são contaminadas por bacté- rias, leveduras e fungos e parasitas, através dos es- gotos, lixo orgânico, pássaros entre outros vetores (Pinto et al., 2011). Na Baía de Guanabara/RJ, as amostras de areia seca apresentaram um percentual mais alto de leveduras (60%) que as molhadas (40%), segundo Rego (2010).
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Avaliação da qualidade da água das praias do Litoral oeste de Fortaleza, Ceará, Brasil

Avaliação da qualidade da água das praias do Litoral oeste de Fortaleza, Ceará, Brasil

A contaminação das águas das praias do litoral oeste de Fortaleza, pela descarga de esgotos domés- ticos, representa risco à saúde dos banhistas e fre- quentadores desses ambientes de lazer. Os esgotos escoados através de galerias pluviais, através da rede de drenagem urbana, contribuem de forma pontual para a poluição das águas e podem apresentar um impacto signiicativo sobre o meio ambiente. Além de ligações domiciliares, muitas delas clandestinas, é importante ressaltar que as águas pluviais drenam áreas de favelas ou zonas urbanas carentes, onde a limpeza pública e a coleta de lixo não são regular- mente praticadas. Nessas áreas carentes de sane- amento básico, a lavagem das ruas após as chuvas constitui uma contribuição equivalente à de esgotos primários (Jordão & Pessoa, 1995). As praias moni- toradas no litoral oeste de Fortaleza se enquadram dentro desta realidade, pois apresentam um sistema de drenagem e saneamento básico bastante precário, comprometendo a qualidade da água e conseqüente- mente suas condições de balneabilidade. Há mais de uma década, Vieira et al. (2001) já chamavam atenção para a poluição da costa de Fortaleza advinda de galerias pluviais receptoras, provavelmente de liga- ções de esgotos clandestinas. Mais tarde, Vieira et al. (2011) alertaram para a Impropriedade de três ga- lerias situadas na costa Leste de Fortaleza, nas Praias do Meireles, Diários e Mucuripe, todas elas apresen- tando cargas de bactérias de origem fecal incompa- tíveis com índices de balneabilidade considerados seguros sob o ponto de vista da Saúde Pública.
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IMPACTO DO USO DE DOMISSANITÁRIOS NO COMBATE A PRAGAS URBANAS – ESTUDO DE CASO EM MANGUEZAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA – CE

IMPACTO DO USO DE DOMISSANITÁRIOS NO COMBATE A PRAGAS URBANAS – ESTUDO DE CASO EM MANGUEZAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA – CE

18 Os agrotóxicos alcançam as zonas estuarinas por meio de transporte e deposição dos sedimentos das bacias de drenagens dos rios. Os fatores que governam a retenção de contaminantes em estuários estão ligados, principalmente, às frações da matéria orgânica (carbono negro, ácidos húmicos e fúlvicos, teor de lipídios). Os agrotóxicos podem estar na fração aquosa dissolvida, associados à matéria orgânica dissolvida e ficar disponíveis na coluna d’água, ou ao material particulado suspenso e sedimentar, degradando a qualidade ambiental desse ecossistema (ARIAS-ESTÉVEZ et al., 2008; HUNG et al., 2007; SOUZA et al., 2008; TREMBLAY et al., 2005).
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Qualidade ambiental de praias urbanas: Desafios e contribuições para a gestão da orla de Fortaleza-CE

Qualidade ambiental de praias urbanas: Desafios e contribuições para a gestão da orla de Fortaleza-CE

Assim como toda praia urbanizada, as oito praias da cidade de Fortaleza, estudadas neste trabalho, sofrem com os mesmos problemas trazidos pelo uso intenso de seus recursos, observados em outras praias urbanas. Pode haver uma situação crítica de convergência de fatores negativos, entre os quais, sua grande atratividade turística, localização (orla de uma cidade grande, com mais de 2,4 milhões de habitantes), a grande ocupação dos espaços de pós-praia, o acentuado processo de erosão, obrigando o uso de espigões e enrocamento e a falta de informação e segurança sobre o uso dos espaços, favorecem uma acentuada redução das áreas de areia disponíveis, principalmente em horários de maré alta e em grandes eventos sediados no ambiente praial (caso do Aterro da praia de Iracema e Aterrinho, que tem seus espaços comumente utilizados para grandes eventos artísticos), nos locais mais procurados, devido elevada utilização de usuários e comerciantes.
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Avaliação da qualidade da água das praias fluviais na Bacia do Rio Cávado: propostas de melhoria ambiental

Avaliação da qualidade da água das praias fluviais na Bacia do Rio Cávado: propostas de melhoria ambiental

A água balnear de Adaúfe apresentou também valores reduzidos a nível dos parâmetros microbiológicos. No entanto, registou alguns episódios pontuais de contaminação. O primeiro ocorreu em junho de 2016, para o parâmetro Enterococos intestinais, possivelmente devido a uma possível descarga no meio hídrico e o segundo em julho de 2017, em que ambos os parâmetros ultrapassaram o valor limite. Este aumento pode ter correspondido a um episódio de contaminação pontual com origem numa possível descarga. De acordo com o Boletim Climatológico de julho de 2017 do IPMA, o dia em que se registou a precipitação máxima diária desse mês, em Braga, foi 6 de julho. Salienta-se que a amostra que apresentou estes valores foi recolhida a 7 de julho. Na ocorrência de precipitação, resíduos resultantes da agricultura e/ou pecuária podem ser arrastados para o rio, que por consequência, alteram a qualidade da água. No perfil da água balnear de Adaúfe, os campos agrícolas localizados nas proximidades estão identificados como possíveis fontes de contaminação (APA, 2019c). O terceiro episodio de contaminação ocorreu em agosto de 2017, tendo sido detetado na amostra que foi colhida no dia 22 de agosto. Através da análise do Boletim Climatológico de agosto de 2017 do IPMA, observou- se que a temperatura máxima ocorreu no dia 20 e que o mês foi extremamente seco. As temperaturas elevadas e o caudal reduzido, ou uma possível descarga no rio podem representar possíveis causas para a ocorrência do episódio de contaminação. Apesar da ocorrência de episódios de contaminação, a água balnear de Adaúfe possui qualidade “excelente” e é a única praia fluvial do Rio Cávado premiada com o galardão “Bandeira Azul”.
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Balneabilidade, índice de qualidade da água e bioensaios de toxicidade nas praias do reservatório de Ilha Solteira/SP

Balneabilidade, índice de qualidade da água e bioensaios de toxicidade nas praias do reservatório de Ilha Solteira/SP

Segundo a Resolução CONAMA 274/00, a qualidade das águas doces, salobras e salinas destinadas à balneabilidade terá sua condição avaliada nas categorias própria e imprópria. As águas consideradas próprias poderão ser subdivididas nas categorias Excelente, Muito Boa e Satisfatória. A classificação dar-se-á de acordo com as densidades de coliformes fecais (termotolerantes), Escherichia coli ou enterococos (em águas marinhas) amostrados durante cinco semanas consecutivas ou cinco amostragens com intervalo mínimo de 24 horas entre elas. As águas são consideradas impróprias quando ultrapassarem os índices bacteriológicos admitidos e houver incidências elevadas de enfermidades transmissíveis por via hídrica, presença de resíduos como esgotos sanitários, óleos, graxas e outras substâncias capazes de oferecer riscos à saúde, floração de algas ou outros organismos ou presença de transmissores potenciais de esquistossomose e outras doenças de veiculação hídrica.
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Variação nas condições de balneabilidade das praias urbanas de Maceió ao longo de uma década

Variação nas condições de balneabilidade das praias urbanas de Maceió ao longo de uma década

No cenário dos países desenvolvidos, onde o trato com os assuntos ambientais tem sua relevância considerada, seja em termos de investimento na educação da população, seja na construção de um conjunto de normas e leis abrangentes e modernas ou nas ações fiscalizadoras e punitivas, o Brasil continua a enfrentar problemas básicos de saneamento ambiental e todas as suas consequências para saúde, economia e bem-estar da população (ADAS, 1993; COSTA, 1994). O problema encontra-se principalmente na falta de novos investimentos, na falta de manutenção das soluções existentes como também na ausência de uma fiscalização eficiente. Em Maceió, esta realidade do problema não é diferente: a estrutura de saneamento básico é ainda precária tendo apenas 34% dos seus dejetos recolhidos e tratados no emissário submarino existente, de forma primária antes de serem lançados ao mar (ATLAS..., 2011). Dessa forma, muitas vezes esses dejetos não tratados são lançados diretamente nas praias e afluentes, influenciando de maneira negativa a balneabilidade. Estima-se que 50% da população mundial vivem em cidades localizadas a menos de 100 km da linha de costa (STEWART et al. 2008). No Brasil, estudos mostram que 1/3 da população vive a beira-mar e cerca de50% vive a menos de 200 km da costa (MMA, 2008).
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Colimetria das areias de algumas praias da costa de Fortaleza - Ceará

Colimetria das areias de algumas praias da costa de Fortaleza - Ceará

As amostras das areias foram coletadas no período de outubro de 1997 a março de 1998, em três importantes praias da costa de Fortaleza (Figura 2) sendo estas: a Praia do Mucuripe, em f[r]

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Aspectos socioambientais e qualidade da água de dessalinizadores nas comunidades rurais de Pentecoste-CE

Aspectos socioambientais e qualidade da água de dessalinizadores nas comunidades rurais de Pentecoste-CE

(Tabela 2). De acordo com a classificação da água para irrigação (Richards,1954; Pizarro, 1985; Ayers e Westcot, 1999) essas fontes hídricas apresentam elevado risco de salinidade, se enquadrando na classe de salinidade C4. Não são apropriadas para irrigação sob condições normais, porém podem ser usadas ocasionalmente em circunstâncias muito especiais. Os solos devem ser permeáveis, a drenagem adequada, devendo ser aplicada água em excesso para se obter uma boa lixiviação de sais e, mesmo assim, devem ser explorados com culturas altamente tolerantes aos sais. De acordo com o MMA (2005) estas águas se classificam como salobras apresentando valores de condutividade elétrica bem superiores ao limite estabelecido para o consumo humano pela Organização Mundial da Saúde (OMS, 2011) que é de 0,8 dS m - 1 . Portanto, tanto a água dos poços quanto a água do rejeito são impróprias para os
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ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA PRECIPITAÇÃO NA QUALIDADE DA ÁGUA DO SISTEMA DE MACRODRENAGEM DE BACIAS URBANAS

ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA PRECIPITAÇÃO NA QUALIDADE DA ÁGUA DO SISTEMA DE MACRODRENAGEM DE BACIAS URBANAS

R. gest. sust. ambient., Florianópolis, v. 9, n. 2, p. 74-95, abr/jun. 2020. 85 Os dados apresentados na Tabela 3 também apontam para uma água de qualidade similar à de esgoto doméstico bruto quando comparadas com características do referido esgoto apresentadas por Jordão e Pessoa (2011), na Tabela 4. De acordo com o apresentado na tabela, apenas o ponto P4 apresenta características de esgoto forte para DBO e DQO. Os pontos P2 e P3 se adequam aos valores de esgoto médio, e, por fim, os pontos P1, P5, P6, P7 e P8 podem ser classificados como esgoto fraco, provavelmente diluídos por outras águas advindas de processos como lavagem de calçadas, áreas comuns, roupas, entre outros.
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Prejuízo na funcionalidade e baixa qualidade de vida de indivíduos acometidos por Chikungunya em Fortaleza-CE

Prejuízo na funcionalidade e baixa qualidade de vida de indivíduos acometidos por Chikungunya em Fortaleza-CE

A Sociedade Brasileira de Reumatologia, em 2017, apresentou algumas recomendações para o manejo da CHIK. A maior parte eram medicamentosas e de acordo com os sintomas e a fase que o paciente se encontra. As recomendações não medicamentosas foram: educação do paciente, orientações posturais, terapia manual e exercícios de leve intensidade na fase aguda. Nas fases pós-aguda e crônica, mantêm-se as recomendações anteriores, acrescentando a elas o uso de terapia com calor, exercícios ativos livres, resistidos, de propriocepção, aeróbicos, alongamentos e aquáticos. Contudo, os estudos aos quais o grupo se baseou não mostravam um protocolo de tratamento e apresentavam uma qualidade muita baixa de evidência. (Marques et al., 2017).
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Qualidade de água em fontes alternativas de abastecimento na chapada do Araripe, CE.

Qualidade de água em fontes alternativas de abastecimento na chapada do Araripe, CE.

A utilização de cisternas vai além da captação da água de chuva, pois as mesmas podem ser abastecidas, também, por água oriunda de carros-pipa, sendo esta uma prática comum, apesar de não prevista nos preceitos do P 1MC . Também, as cisternas são muito suscetíveis à contaminação microbiana, pois dependem de cuidado no manejo da água em todas as etapas (i.e. captação, armazenamento e retirada) (BESERRA; SOUSA; PINHO, 2010). As famílias beneficiadas são responsáveis pelo controle e monitoração da água, para assegurar qualidade à mesma. Ressalta-se ainda, que nos períodos de estiagem mais intensos também há a utilização de barreiros (estruturas de terra de pequeno porte escavadas para armazenamento de água), mais vulneráveis à contaminação. Portanto, a escassez hídrica peculiar do semiárido não deve ser preocupante somente em termos de quantidade, mas também referente à qualidade.
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Qualidade da água do manancial subterrâneo em áreas urbanas de Feira de Santana (BA) .

Qualidade da água do manancial subterrâneo em áreas urbanas de Feira de Santana (BA) .

Um estudo epidem iológico de corte trans- versal iden tificou todas as un idades prediais das du as áreas estu dadas (área 1 e área 2). O estudo foi desenvolvido em duas etapas, duran- te o ano de 2000. Na primeira etapa, foi condu- zido um inquérito para avaliar a freqüência de dom icílios qu e u tilizavam águ a su bterrân ea. Após levan tam en to dos logradouros em cada área, as ruas a serem estudadas foram sortea- das por procedimento aleatório (lista de núme- ros randômicos do Epi-Info, versão 6.0). Todas as unidades prediais das ruas incluídas no es- tudo, n as duas áreas, foram visitadas. Foram investigadas 1.646 unidades prediais, das quais, 1.579 eram domicílios. O consumo humano da água subterrânea foi observado em 368 dom i- cílios. Na segun da etapa, foi feita a seleção de 120 domicílios para coleta e análise da água do manancial subterrâneo. O tamanho da amostra (n = 120) foi estabelecido em fun ção do custo das análises. Calculou-se am ostras proporcio- n ais por área estudada, de acordo com o per- cen tu al de poços en con trados em cada área. Na área 1, na qual foi encontrada 82% dos po- ços dom iciliares, foram avaliadas am ostras de 98 poços, e na área 2, na qual se registrou 18% do total dos poços, estudou-se 22 domicílios. A seleção dos locais para coleta das am ostras de água foi feita por procedim ento aleatório (lis- tagem de números aleatórios, gerada pelo Pro- grama Epi-Info, versão 6.0), a partir dos núme- ros atribuídos a cada domicílio no qual foi en- contrado poço para captação da água subterrâ- nea na primeira etapa.
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Efeito da mudança do manancial na qualidade de água de abastecimento da cidade de Alcântaras- CE.

Efeito da mudança do manancial na qualidade de água de abastecimento da cidade de Alcântaras- CE.

Na proteção dos poços, vários países têm adotado os perímetros de proteção que são áreas delimitadas no seu interior para evitar atividades que possam contaminar a água (TELLES et al.,2013). Há alternativas viáveis para abastecer cidades pequenas como no caso da SABESP que utilizou a filtração lenta seguida por desinfecção para tratar a água dos poços da cidade de Caraguatatuba - SP, pois é um sistema eficiente que evita a presença de CT e E.coli, possui baixa quantidade de impurezas suspensas e dissolvidas e não é de alto custo. No caso da cidade de Alcântaras, uma proposta seria realizar teste de jarro (jar-test) para otimizar a etapa de coagulação. Este teste auxilia na escolha do melhor coagulante, bem como sua dosagem ótima, e é recomendado ser feito a cada vez que as características físico-químicas da água bruta variam drasticamente (LIBÂNIO 2008). Outra proposta seria a troca da tecnologia de tratamento de água. A tecnologia de filtração direta, usada na cidade de Alcântaras, é recomendada para águas com cor aparente e turbidez inferiores a 20 uH e 20 uT, respectivamente. A agua bruta da cidade de Alcântaras em muitos períodos apresenta valores superiores a esses. Uma das opções seria adotar dupla filtração como tecnologia de tratamento, pois ela consegue funcionar eficientemente com águas de até 50 uH e 50 uT (LIBÂNIO 2008). Em compensação, esta tecnologia tem a desvantagem de utilizar grandes quantidade de água para lavagem dos filtros. Atualmente, a região metropolitana de Fortaleza, Ceará, utiliza tecnologia de dupla filtração em uma das suas duas ETAs. Para reduzir as perdas de água pela lavagem dos filtros, essa ETA possui tecnologia de aproveitamento de água de rejeito dos filtros. Outra possibilidade é o uso do tratamento em ciclo completo, que recebe águas com no máximo 1000 uH e 3000 uT. Entretanto, essa tecnologia utiliza grandes quantidades de coagulante e necessita de uma área de instalação maior que as tecnologias anteriormente mencionadas (LIBÂNIO 2008).
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Mercado varejista de pescado em Fortaleza - CE

Mercado varejista de pescado em Fortaleza - CE

de prego mais baixo no mercado A, 20,2% abaixo do prego m5 dio de todos os mercados. Neste mesmo mercado o camurupim mais caro 3,7% embora mais barato do que o prego médio deste entre[r]

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Avaliação da perceção da qualidade das praias pelos visitantes : o caso das praias do município de Grândola

Avaliação da perceção da qualidade das praias pelos visitantes : o caso das praias do município de Grândola

De acordo com Vieira (2007), embora a campanha “Bandeira Azul” não esteja integrada nos instrumentos de gestão de orla costeira é importante referi-la pois é uma campanha muito relevante para o turismo. Esta teve início em 1987 na Europa, durante o Ano Europeu do Ambiente, sob o patrocínio da Comissão da União Europeia. Existem quatro critérios para que uma praia possa possuir bandeira azul, são eles: a qualidade da água deve estar de acordo com os limites estabelecidos pela EU, a limpeza e higiene da praia e suas infraestruturas, vigilância da praia e dos banhistas e existência de informação diversificada que será facultada aos banhistas.
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Mapeamento da criminalidade na cidade de Fortaleza/CE

Mapeamento da criminalidade na cidade de Fortaleza/CE

A violência e a criminalidade ainda são temas complexos para trabalhar principalmente devido aos diversos fatores que estão relacionados a essa problemática, como também a não explicação da sua causa e isso aflige a população em todo o mundo. Nas cidades, a violência é designada como "urbana" e se distribui de maneira que ainda hoje torna-se difícil estabelecer estratégias para combatê-la. Sendo então, a criminalidade uma questão que afeta a qualidade de vida das sociedades e modifica suas rotinas. A cidade de Fortaleza/Ceará está inclusa nesse cenário, relacionado a isso estão os ataques das facções criminosas na região que só aumentam com o passar do tempo. O objetivo deste estudo é mapear a criminalidade na cidade de Fortaleza/Ceará, bem como analisar os indicadores de criminalidade do período de 2017 a 2019, a partir das Áreas Integradas de Segurança (AIS) que compõem a capital cearense. Como metodologia foi realizada uma revisão de literatura para basear o estudo teoricamente, um levantamento de dados dos indicadores de criminalidade através da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS/CE) e utilizado o software livre QGis para a construção dos mapas. Foi criado também o índice de criminalidade para que fosse possível examinar a criminalidade de forma geral e identificar de fato as áreas mais perigosas da cidade. Assim, observou-se um aumento na criminalidade entre os anos de 2017 e 2018. Contudo há intervenções que a SSPDS/CE e a Prefeitura de Fortaleza estão investindo, como tecnologias dentro do sistema policial para auxiliá-los no combate a violência. Conclui- se então que a cidade de Fortaleza ainda necessita de políticas de combate aos homicídios dolosos, roubos e furtos, indicadores estes que preocupam os cidadãos e que são recorrentes no cotidiano da capital.
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A qualidade do ar na região metropolitana de Fortaleza – CE sob a perspectiva do sistema clima urbano

A qualidade do ar na região metropolitana de Fortaleza – CE sob a perspectiva do sistema clima urbano

Esta pesquisa objetivou avaliar a qualidade do ar na Região Metropolitana de Fortaleza. Tal estudo se fundamentou no canal físico-químico do Sistema Clima Urbano de Monteiro (1976). Buscou-se, também, verificar a influência do ritmo climático nas concentrações de polunetes detectadas. Foram coletadas amostras de Material Particulado Respirável (MPR) e Compostos Carbonílicos (CCs), detectados através de amostradores do ar. As análises dos contaminantes ocorreram durante o dia e à noite, em dias representativos da semana e do domingo, em estações sazonais contrastantes, período chuvoso e período seco. O trabalho foi realizado em três áreas: bairro Meireles, bairro Messejana e Distrito Industrial de Maracanaú. As coletas ocorreram em triplicata, com três pontos em cada área de coleta, os quais apresentavam dinâmica urbana e características geoecológicas diferenciadas. Após a quantificação dos poluentes, foi estimado o Risco de Câncer (RC), ao qual a população circunvizinha às áreas de coleta estaria exposta. Além da mensuração dos poluentes, verificou-se o fluxo de veículos, a dinâmica climática e os elementos do clima. Depreendeu-se, a partir dos resultados obtidos, que: o Distrito Industrial de Maracanaú apresentou as maiores concentrações de MPR e CCs, seguido pelo bairro Messejana e pelo bairro Meireles. As maiores concentrações de poluentes nas áreas de estudo foram detectadas durante a semana, devido ao maior fluxo de veículos e atividade industrial, havendo uma diminuição dos mesmos durante o domingo. A influência do efeito fotoquímico resultou na transformação dos poluentes primários em secundários, gerando uma maior concentração de CCs durante o dia se comparados com a noite. As maiores concentrações de MPR também foram verificadas durante o dia. Evidenciou-se no Distrito Industrial a maior possibilidade de desenvolvimento do RC. Tanto os sistemas atmosféricos, quanto os elementos do clima foram de suma importância para a dispersão e/ou concentração dos poluentes, nas áreas analisadas. Após a análise de todos esses resultados, concluiu-se que as maiores concentrações de CCs foram detectadas no período chuvoso. O MPR, por sua vez, exibiu as maiores concentrações durante o período seco. Tais situações ocorreram, possivelmente, em virtude dos elementos do clima e da dinâmica urbana.
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