Top PDF Qualidade da atenção aos idosos: risco de lesão por pressão como condição marcadora

Qualidade da atenção aos idosos: risco de lesão por pressão como condição marcadora

Qualidade da atenção aos idosos: risco de lesão por pressão como condição marcadora

A lesão por pressão é um dano localizado na pele e/ou tecidos moles subjacentes que, geralmen- te, aparece sobre proeminência óssea e pode estar relacionada ao uso de dispositivo médico ou outro artefato (1) . Esse tipo de lesão não só pode causar dor e desconforto, como também aumenta a morbimorta- lidade, principalmente entre idosos. Decorre disso um tratamento oneroso e aumento da carga de trabalho da equipe de saúde e cuidador, por isso esse tipo de lesão merece atenção para sua prevenção. No Brasil, dados relativos à lesão por pressão no domicílio apon- tam que há entre 41,2% e 59,0% de risco para seu de- senvolvimento, com prevalência entre oito e 23,0% (2) . Muito se tem discutido sobre a prevenção de lesão por pressão nos serviços de alta e média com- plexidade. O cuidado deve ser realizado igualmente na atenção primária à saúde, sob responsabilidade da Equipe de Saúde da Família, a partir de diretrizes já estabelecidas para a atenção domiciliar (3) . Lembre- -se, ainda, que o Protocolo de Prevenção de Úlcera por Pressão (2) provê recomendações a serem aplicadas a todos os indivíduos que estejam em risco de desenvol- ver lesões dessa natureza em distintos ambientes de cuidados, como o domicílio.
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Úlcera por pressão em idosos institucionalizados: análise da prevalência e fatores de risco.

Úlcera por pressão em idosos institucionalizados: análise da prevalência e fatores de risco.

Estudos como este não têm o objetivo direto de modificar a realidade, mas pelo menos podem indicar caminhos, soluções, lançar ideias e chamar a atenção dos profissionais de saúde, das autorida- des e dirigentes das ILPIs para a problemática. Assim, o enfermeiro deve atuar na prevenção, pois a UP não é apenas uma lesão aberta, exposta ao meio ambiente; é uma porta de entrada para a ocor- rência de outras situações agravantes para o idoso. Algumas recomendações são essenciais para a prevenção e acompanhamento dos idosos com UP: elaboração de um programa de prevenção que inclua medidas higiênico-dietéticas, reposiciona- mentos, utilização de superfícies de suporte à pres- são, colchões, coberturas protetoras (películas e óleos), curativos e antibióticos; no tocante aos pro- fissionais de saúde: desenvolvimento de pesquisas relacionadas à prevalência e incidência das UPs nas ILPIs, nos hospitais e no domicílio, no intuito de conhecer a realidade de cada local.
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Risco para úlcera por pressão em idosos institucionalizados

Risco para úlcera por pressão em idosos institucionalizados

Os idosos que estão institucionalizados trazem uma preocupação ainda maior, pela fragilidade social, psicológica e física em que podem se encontrar. Percebe-se que estes idosos demandam, progressivamente, cuidados de enfermagem mais qualificados, justificados pelo nível de dependência, patologias instaladas, número de medicamentos utilizados e riscos de complicações apresentadas. Por outro lado, muitas ILPI não estão preparadas para oferecer um cuidado adequado, sobretudo no que diz respeito a estrutura física e qualificação de pessoal que presta os cuidados, muitas vezes leigos e despreparados. Assim, faz-se necessária a implementação de políticas públicas direcionadas aos cuidados com os idosos institucionalizados, a fim de garantir uma atenção adequada, segura, ética e com qualidade à esta população.
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Sintomas depressivos e qualidade de vida em idosos na atenção primária

Sintomas depressivos e qualidade de vida em idosos na atenção primária

Um estudo na população norte-americana, em faixas etárias a partir dos 51 anos, avaliou marcadores de bem estar como: boa auto percepção de saúde, independência nas atividades diárias, capacidade de trabalho preservada, ausência de doenças crônicas comuns e boa percepção de qualidade de vida, observando que 48% dos que tinham entre 51 e 54 anos e 28% daqueles com 85 anos ou mais relataram estado de saúde ótimo ou muito bom. Por outro lado, 89% dos adultos com 51 a 54 anos e 56% dos que tinham mais de 85 anos reportaram limitações em relação à saúde no trabalho e em casa (Lowsky, Olshansky, Bhattacharya & Goldman, 2014). Desta forma, muitos indivíduos adultos apresentavam significativo comprometimento da sua saúde, levando a se desmistificar a ideia de envelhecimento caracterizada por aumento das limitações e declínio da saúde. O estudo sugere que é tempo de reconsiderar a importância do envelhecimento cronológico e estabelecer melhores políticas sociais que reflitam melhores condições de saúde e bem estar ao longo da vida da população (Lowsky, Olshansky, Bhattacharya & Goldman, 2014).
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Prevalência de lesão por pressão em um hospital geral

Prevalência de lesão por pressão em um hospital geral

Objetivo: Identificar a prevalência de lesão por pressão em um hospital geral e verificar o perfil clínico epidemiológico dos pacientes atendidos. Métodos: Foi realizado um estudo quantitativo, tipo transversal, onde foram analisados todos os casos de lesão por pressão notificada à comissão de curativos, no período de janeiro de 2017 a dezembro de 2018, através de frequências absolutas e relativas. Resultados: A prevalência das lesões por pressão foi de 1,2%, distribuídas igualmente entre ambos os sexos, a faixa etária mais prevalente foi nos pacientes > 60 anos (45,9%), a principal causa de internamento foram as neoplasias (15,6%), as enfermarias de adultos tiveram 55,1% dos casos, a região mais acometida foi a sacral com 66,2%, e 21,7% das lesões se encontravam no estágio II. Considerações finais: Os resultados apontaram que do ano de 2017 para 2018 ocorreu uma diminuição das LPP, mais que deve ser mantido o monitoramento deste indicador para que venha proporcionar maior nível de segurança aos pacientes e ajudar na redução de custos relacionados a eventos adversos que são altamente evitáveis pelas instituições.
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Associação entre risco de desenvolvimento de úlcera por pressão e risco nutricional em idosos internados em um serviço de geriatria de um hospital universitário

Associação entre risco de desenvolvimento de úlcera por pressão e risco nutricional em idosos internados em um serviço de geriatria de um hospital universitário

Introdução: úlcera por pressão (UP)é definida como lesão causada pela pressão nos tecidos que resultam em danos ao tecido subcutâneo, músculos, articulações e ossos. Poucos estudos são encontrados na literatura sobre a incidência de UP em pacientes internados em Unidade Geriátrica, porém, sabe-se que a prevalência nos pacientes idosos no ambiente hospitalar é muito alta. Objetivo: analisar a associação entre risco de desenvolvimento de úlcera por pressão e risco nutricional em idosos internados em um serviço de geriatria de um hospital universitário. Métodos: trata-se de umestudo de coorte. Foram avaliados 70 pacientes internados consecutivamente na Unidade Geriátrica de Internação do Serviço de Geriatria do Hospital São Lucas da PUCRS, Porto Alegre, no período de agosto a dezembro de 2010. Foram aplicadas as escalas de Braden e Waterlow (para avaliação de risco de UP) e coletadas informações demográficas, de saúde e do estado nutricional (miniavaliação nutricional - MAN, avaliação antropométrica) no momento da baixa hospitalar e realizada inspeção da pele (na baixa, diariamente e na alta hospitalar). Resultados: a amostra foi composta por 62,9% pacientes do sexo feminino. A média de idade foi de 81,2±8,6 anos. A incidência de UP foi de 17,1% (IC95%: 9,6 – 27,3%). Na concordância entre as escalas de Braden e Waterlow, obteve-se o coeficiente de correlação de Pearson significativo, negativo de grau regular (r=- 0,607; p<0,001). Avaliando o grau de concordância entre as escalas, através do coeficiente de concordância kappa, foi detectado um coeficiente fraco (k=0,383; p<0,001). Na comparação da escala de Waterlow com a MAN, foi detectada uma correlação significativa, positiva de grau regular (r=-0,328; p=0,006); na comparação da escala de Braden, a correlação também foi significativa e de grau regular, só que positiva (r=+0,357; p=0,002). A escala de Braden mostrou-se com escores significativamente inferiores nos pacientes com UP em relação aos com UP (p<0,001), resultado esperado pois quanto mais baixo o escore, maior é o risco de desenvolvimento de UP. Sua classificação também mostrou diferença estatisticamente significativa (p<0,001), sendo que os pacientes com UP mostraram- se associados à classificação de alto risco. Já sexo, idade, faixa etária, parâmetros antropométricos (IMC, MAN, CB e CP - escore e classificação), tabagismo, número de medicações ingeridas diariamente e escala de Waterlow (escore e classificação) não mostraram diferença estatisticamente significativa na comparação entre os pacientes com e sem UP. Conclusão: no presente estudo, observou-se correlação entre risco de desenvolvimento de UP avaliado pelas escalas de Braden e Waterlow e risco nutricional avaliado pela MAN em idosos internados em um serviço de geriatria.
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Conhecimento dos enfermeiros da atenção primária à saúde sobre fatores de risco para Lesão Renal Aguda

Conhecimento dos enfermeiros da atenção primária à saúde sobre fatores de risco para Lesão Renal Aguda

à lesão renal aguda (LRA) em hipertensos e/ou diabéticos na atenção primária à saúde (APS). Método: Estudo transversal e quantitativo. Amostra constituída de 57 enfermeiros atuantes na APS. Adotou-se questionário semiestruturado para coleta de dados. Realizou-se análise descritiva e inferencial. Considerou-se significativo resultado com p≤0,05. Resultados: O perfil dos enfermeiros era jovem (idade 42± 9 anos) e tempo de exercício profissional de 9±6 anos. O conhecimento sobre aspectos gerais relacionados a LRA mostrou-se abaixo da média (48±19 pontos), embora, uma maioria, tenha descrito o conceito corretamente 41 (71,9%). Os fatores de risco relacionados à LRA foram majoritariamente: exposição às drogas 56 (98,2%) e diabetes mellitus 49 (86%). O tempo de atuação na APS aliado ao conhecimento insuficiente sobre alteração do valor da creatinina sérica implicou na decisão sobre a necessidade de encaminhamento ao nefrologista (p=0,004). Conclusões e implicações para a prática: O conhecimento dos enfermeiros mostrou-se insuficiente para reconhecimento dos fatores de risco, prevenção e autocuidado da doença renal. Evidencia-se, portanto, a necessidade de capacitação dos enfermeiros da APS para otimizar a identificação precoce da LRA, evitando progressão e cronificação dessa doença.
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Percepção das pessoas com lesão medular sobre a sua condição.

Percepção das pessoas com lesão medular sobre a sua condição.

anos (4%). São representados pelo sexo masculino neste estudo 88% dos participantes, com lesão adquirida pela violência (ferimento por arma de fogo – 40%, acidente de trânsito – 28%, quedas e acidente de trabalho – 20%). O tempo da lesão foi de 4 meses a 14 anos, muitos dos quais com menos de quatro anos de lesão (72%). A idade na ocorrência do trauma oscilou entre 3 a 63 anos, onde dos 3 a 15 anos (14%), dos 16 a 25 anos (36%), dos 26 a 35 (28%), dos 36 a 50 (28%), dos 51 a 60 anos (4%). A escolaridade variou entre ensino fundamental e superior completo, este último somente com uma pessoa (4%). Quanto ao estado civil, há um equilí- brio entre solteiros e casados e, excetuando duas pessoas, todas moram com suas famílias. Sobre o nível e classificação da lesão dos participantes estes variaram da segunda vértebra lombar (L2) a quarta vértebra cervical (C4), e classificação da American Spinal Injury Association (ASIA) (A) a ASIA (D), predominando as paraplegias completas, ASIA (A). Em relação ao grau de independência das pessoas, dado pela realização das atividades da vida diária (AVD), tornou-se evidente alguma de- pendência, especialmente no cateterismo vesical e transferências. Vários métodos avaliam a indepen- dência funcional (10) . No Brasil (11) são utilizados a
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Percepção da pessoa com lesão medular sobre sua condição

Percepção da pessoa com lesão medular sobre sua condição

Este estudo tem sua temática voltada à percepção da pessoa com lesão medular e integra o Trabalho de Conclusão do Curso de Graduação Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina. Foi realizado junto à disciplina Estágio Supervisionado II, e teve como campo de estágio o Centro Catarinense de Reabilitação. A pessoa com lesão medular se depara com uma condição grave e incapacitante por um longo período de tempo, ou mesmo para o resto da vida, onde há alteração na sua imagem corporal e a busca do reconhecimento da nova condição física, sua relação com o mundo que o cerca. Objetivou-se, no estudo, compreender a percepção da pessoa com lesão medular sobre sua condição e investigar algumas de suas características: idade, sexo, tempo, causa e nível da lesão medular. Foi realizada uma pesquisa qualitativa, do tipo exploratória e descritiva. Foram realizadas entrevistas semi- estruturadas a 25 pessoas com lesão medular, no período de agosto a outubro de 2010, e os dados foram analisados através da análise temática. O estudo mostrou que as pessoas com lesão medular, em sua maioria, são homens jovens, sendo a família nuclear a principal rede de apoio. Destaca-se que as pessoas com lesão medular percebem de maneiras diferentes a sua condição, o que gerou a categoria, Lesão Medular: Diferentes Percepções. Considera-se que há a necessidade de novos estudos sobre as diversas estratégias de enfrentamento, assim como sobre as diferentes percepções da pessoa com lesão medular frente à sua independência funcional, já que este estudo evidenciou que a altura e a classificação da lesão não é são os únicos elementos que interferem na independência para as atividades da vida diária..
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Fragilidade e risco de quedas em idosos de uma unidade de atenção primária à saúde

Fragilidade e risco de quedas em idosos de uma unidade de atenção primária à saúde

A doença de Parkinson foi referida nesse estudo por poucos idosos, porém é um agravo crônico de natureza degenerativa e que provoca muito sofrimento e desgaste ao idoso. É a segunda enfermidade neurodegenerativa mais prevalente. Um estudo realizado na Bahia com idosos com doença de Parkinson mostrou que a degeneração da saúde, a limitação do viver cotidiano, a dependência, constrangimentos e insegurança emocional são concepções citadas pelos idosos sobre sua doença. Os achados mostram a necessidade de políticas públicas voltadas para essa patologia no âmbito individual e coletivo visando estratégias para o cuidado ao idoso na busca pela preservação da qualidade de vida mesmo diante de doenças incapacitantes (SANTOS; MENEZES, SOUZA, 2009)
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Open Risco e prevalência de úlcera por pressão em idosos de instituições de longa permanência

Open Risco e prevalência de úlcera por pressão em idosos de instituições de longa permanência

Introdução: A úlcera por pressão (UPP) é uma complicação de pele decorrente da pressão exercida na região de proeminência óssea combinada ao atrito. Objetivo: Analisar o risco e a prevalência de úlcera por pressão em idosos de instituições de longa permanência para idosos no município de João Pessoa. Metodologia: Trata-se de estudo transversal, de base populacional e abordagem quantitativa, realizado a partir da análise de parte do banco de dados proveniente da pesquisa intitulada “Prevalência e Incidência de úlcera por pressão em Instituições de Longa Permanência para Idosos em João Pessoa”. Para análise do banco de foi utilizado o SPSS, versão 20.0. Resultados: Os dados sociodemográficos revelaram que 128 (39,5%) idosos tinham entre 80-90 anos, 244 (75,3%) eram do sexo feminino, 289 (89,2%) solteiros e 192 (59,3%) estavam institucionalizados há menos de cinco anos. A prevalência de úlcera por pressão correspondeu a 26 casos (8%), dos quais 20 (77%) tiveram apenas uma lesão, 16 (61,5%) em Estágio I e 8 (30,8%) desenvolveram a lesão na região sacral. As condições clínicas de associações estatisticamente significativas com a ocorrência de UPP foram as variáveis doenças neurológicas (p=0,011) e alteração da visão (p=0,005). Quanto aos fatores de risco destacaram-se incontinência fecal (p<0,001), incontinência urinária (p<0,001), déficit cognitivo (p<0,007) e limitação física (p<0,001). A força de associação evidenciada pelo coeficiente de contingência foi moderada para déficit cognitivo (0,375) e incontinência fecal (0,365). Os resultados do modelo de regressão logística revelaram que incontinência urinária aumenta oito vezes a chance de ocorrência da úlcera por pressão (OR=8,805) e doenças ostearticulares cinco vezes (OR=5,899). Conclusão: O estudo permitiu ampliar o conhecimento acerca das condições clínicas, fatores de risco e úlcera por pressão em idosos institucionalizados da capital paraibana, conferindo contribuições às pesquisas que abordam a temática e aos profissionais que atuam nessas instituições, uma vez que ainda são escassos os estudos nesses cenários.
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IDENTIFICAÇÃO DE RISCO DE LESÃO POR PRESSÃO EM INDIVÍDUOS HOSPI- TALIZADOS: UMA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA
							| Focando a Extensão

IDENTIFICAÇÃO DE RISCO DE LESÃO POR PRESSÃO EM INDIVÍDUOS HOSPI- TALIZADOS: UMA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA | Focando a Extensão

Essas lesões são responsáveis pela elevação dos custos terapêuticos, pelo aumento da carga de trabalho da equipe, pelo aumento da deman- da de profissionais e de materiais, e ainda pelo sofrimento físico e emocional do paciente e de seus familiares, repercutindo, assim, de modo significativo, no contexto em que se apresenta (BARBOSA; BECCARIA; POLETTI, 2014). Em virtude disso, é necessário que o enfermeiro identifique os fatores de risco para o desenvolvi- mento de LP e planeje sua assistência visando à prevenção com o objetivo de atenuar as morbi- dades e reduzir a mortalidade (SOUSA; SAN- TOS; SILVA, 2006; ARAÚJO et al., 2010).
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Relação entre pressão plantar, mobilidade, equilíbrio e risco de queda em idosos diabéticos

Relação entre pressão plantar, mobilidade, equilíbrio e risco de queda em idosos diabéticos

No que respeita à pressão plantar, verificou-se não existir uma correlação estatisticamente significativa com a idade (PP pé esq.: ρ=-0,017 e p=0,868; PP antepé esq.: ρ=-0,140 e p=0,162; PP retropé esq.: ρ=0,141 e p=0,159; PP pé dto.: ρ=0,072 e p=0,473; PP antepé dto.: ρ=-0,054 e p=0,591; PP retropé dto.: ρ=0,078 e p=0,437) nem com o IMC (PP pé esq.: ρ=-0,075 e p=0,458; PP antepé esq.: ρ=-0,115 e p=0,254; PP retropé esq.: ρ=-0,013 e p=0,894; PP pé dto.: ρ=0,045 e p=0,655; PP antepé dto.: ρ=- 0,131 e p=0,192; PP retropé dto.: ρ=0,086 e p=0,391). Na literatura essa correlação não é consensual. No estudo realizado por Hills et al. (2001) 90 em obesos e não obesos aparentemente saudáveis, com uma média de idades de 41,2 anos, verificaram a existência de uma maior pressão plantar na região do médiopé e antepé nos indivíduos obesos comparativamente aos não obesos, os autores verificaram que a correlação entre o IMC e a pressão plantar era mais forte nas mulheres obesas do que nos homens obesos, e que essa diferença poderia ser explicada pela redução da força dos ligamentos e consequente achatamento do arco longitudinal nas mulheres. Porém, o estudo de Teh et al. (2006) 91 não encontrou diferenças na pressão plantar estática entre o género feminino e masculino quando estudaram a relação da obesidade na pressão plantar, concluindo também, que a força plantar total e os valores da área de contacto total aumentam à medida que o IMC aumenta, sendo a pressão plantar do antepé maior em indivíduos obesos (esse aumento no pico de pressão é devido ao deslocamento do centro de massa para a frente por causa do excesso de tecido adiposo, provocando uma carga excessiva na região anterior do pé) e a pressão plantar do retropé maior em indivíduos com peso normal do que nos obesos.
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Alterações cognitivas e funcionais e sua relação com o risco de quedas em idosos da atenção primária

Alterações cognitivas e funcionais e sua relação com o risco de quedas em idosos da atenção primária

Um estudo realizado pela Pontifica Universidade Católica de São Paulo, considerando o cenário do Sistema Único de Saúde, constatou que em todo país foram realizadas 399.681 internações hospitalares por quedas em idosos em um intervalo de 5 anos (de 2005 a 2010), gerando um custo de aproximadamente R$460 milhões, sendo que 59,66% desses gastos foram destinados à população feminina (6) . Além do desempenho físico, as alterações cognitivas também são importantes no contexto das quedas em idosos. Quando prejudicada, a capacidade cognitiva parece ter relação com a perda de autonomia e de independência dos idosos. O comprometimento de funções como a atenção e a rapidez de processamento dos estímulos também refletem em prejuízo de marcha, exigindo maior atenção e assistência do cuidador e da família (8) .
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O ENFERMEIRO E A SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AO PACIENTE COM LESÃO POR PRESSÃO

O ENFERMEIRO E A SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AO PACIENTE COM LESÃO POR PRESSÃO

A Lesão por Pressão (LP) é consequência da interação de múltiplos fatores: fisiopatológicos (percepção sensorial prejudicada, mobilidade prejudicada, alteração do nível de consciência), biomecânicos (compressão, fricção, cisalhamento e pressão) e agravantes (umidade) (CARVALHO et al., 2011; GOMES et al., 2010; MUNIZ, 2009). Geralmente, ocorre nas regiões de proeminências ósseas e são graduadas em estágios, conforme o grau de danos observados nos tecidos e podem resultar em uma condição de difícil tratamento, que gera frequentemente dor, desfiguramento e prolongada hospitalização (COSTA, 2009; POTTER; PERRY, 2007).
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Patentes disponíveis para prevenção e tratamento de lesão por pressão

Patentes disponíveis para prevenção e tratamento de lesão por pressão

Resumo : Analisar as patentes existentes nas modalidades de invenção ou modelo de utilidade, quanto à titularidade, nacionalidade e sua inserção no mercado. Foi realizada revisão bibliográfica da literatura, empregada na busca de documentos de patentes. Os dados foram coletados em base de dados gratuitos (USPTO) United States Patent and trademark oficce, (INPI) Instituto Nacional da propriedade intelectual e (EPO) European Patente Oficce. Foi realizada a seleção dos documentos de interesse através de análise de seus resumos. Foram encontradas 32 patentes de invenção. Em relação ao registro, 28 patentes registradas por pessoa jurídica e 28 patentes encontram-se inseridos no mercado. Prevaleceu o maior número de patentes nos Estados Unidos, totalizando 13. A análise de patentes demonstra uma ferramenta importante de interesse de mercado de empresa em relação à prevenção e tratamento de lesão por pressão.
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O que os enfermeiros desconhecem sobre a prevenção da lesão por pressão?

O que os enfermeiros desconhecem sobre a prevenção da lesão por pressão?

Com relação a categoria Avaliação da pele e dos tecidos, a recomendação mais desconhecida foi: “Realizar uma avaliação completa da pele de forma contínua, com base no contexto clínico e no grau de risco do indivíduo”(65,2%). Enfermeiros da prática clínica devem ser capazes de verificar a pele e diagnosticar qualquer sinal de início da LP, pois são responsáveis pela manutenção da integridade da mesma e tal esforço é direcionado para a redução da incidência de LP a partir de ações preventivas 14 . No que se

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Conhecimento de acadêmicos de enfermagem sobre lesão por pressão

Conhecimento de acadêmicos de enfermagem sobre lesão por pressão

Objetivo: analisar o conhecimento de acadêmicos de enfermagem sobre lesão por pressão. Métodos: pesquisa transversal, realizada com 56 acadêmicos de enfermagem de duas instituições de ensino superior, utilizando-se do teste de conhecimento sobre lesão por pressão. Dados analisados por estatística descritiva e teste de Mann- Whitney, ao nível de significância de 0,05. Resultados: a maioria dos acadêmicos era do sexo feminino (87,5%), solteira (80,3%), sem vínculo empregatício (75,0%) e idades entre 20 e 25 anos (67,8%). Um acadêmico de enfermagem apresentou conhecimento considerado adequado sobre lesão por pressão. Dos itens relacionados à avaliação e classificação, 33,3% foram considerados conhecidos; e dos referentes à prevenção, 36,3%. Conclusão: evidenciou-se que o conhecimento dos acadêmicos pesquisados foi considerado inadequado. Descritores: Lesão por Pressão; Estudantes de Enfermagem; Conhecimento.
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Fatores de risco cardiovascular e qualidade de vida em idosos ativos e sedentários

Fatores de risco cardiovascular e qualidade de vida em idosos ativos e sedentários

Em relação à CA foram constatados maiores valores no GS comparado ao GA. Outro estudo realizado com pacientes de 20 a 69 anos encontrou média de CA maior naqueles que não praticavam AF ou que o faziam três vezes ou mais na semana, enquanto aqueles que praticavam num intervalo menor que três vezes na semana tinham menor média da CA, o que pode ser reflexo da causalidade reversa, limitação inerente aos estudos transversais (CASTANHEIRA; OLINTO; GIGANTE, 2003). O excesso de peso e, especialmente, a obesidade abdominal correlacionaram-se com a maioria dos FRCs, principalmente com níveis elevados de triglicérides e reduzidos de HDL, apresentando maior impacto sobre a elevação da pressão arterial, como visto na literatura (CARNEIRO et al., 2003). O perímetro da cintura é indicador da distribuição abdominal da gordura e também da gordura corporal total (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2012).
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Fragilidade e qualidade de vida de idosos usuários da atenção básica de saúde.

Fragilidade e qualidade de vida de idosos usuários da atenção básica de saúde.

A população alvo foi composta por idosos que aguardavam consulta na UBS, selecionados por meio dos seguintes critérios de inclusão: a) ter idade igual ou superior a 60 anos; b) estar cadastrado na Unidade Básica de Saúde de realização da pes- quisa; c) apresentar capacidade cognitiva, ou seja, ser capaz de responder aos questionários do estudo, identificado por meio dos pontos de corte do Mini Exame do Estado Mental (MEEM). Foi critério de exclusão do idoso: possuir doenças, problemas e sintomas físicos e mentais que, por qualquer motivo, impe- dissem a aplicação dos questionários e a realização dos testes.
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