Top PDF Qualidade de vida e saúde mental de estudantes universitários

Qualidade de vida e saúde mental de estudantes universitários

Qualidade de vida e saúde mental de estudantes universitários

uma instituição pública de ensino superior de Sobral, Ceará, Brasil. Trata-se de estudo quantitativo, descritivo de delineamento transversal. A população foi composta por universitários da Universidade Estadual Vale do Acaraú. Para o cálculo da amostra fixou-se P em 50% e nível de significância de 5% e o intervalo de 95% de confiança. A amostra de participantes foi constituída de 880 alunos. Os critérios de inclusão foram estudantes com idade igual ou superior a 18 anos e frequentar a universidade durante o período de coleta, bem como o aceite no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. A coleta de dados ocorreu de Abril a Junho de 2019 e foi realizada de forma presencial e on-line. Para a coleta dos dados foram utilizados um questionário sociodemográfico e acadêmico, o Whoqol Bref e o Inventário de Saúde Mental. Empregaram-se os testes ANOVA, Teste Qui-quadrado e coeficiente de correlação de Sperman. A pesquisa seguiu os pressupostos éticos do Conselho Nacional de Saúde e foi aprovada pelo Comitê de Ética sob Parecer n° 3.241.897. O estudo tem como hipótese que os estudantes universitários da UVA apresentam baixos níveis de Qualidade de Vida associados a elevados níveis de problemas de Saúde Mental. Como resultados, no Domínio Físico apresentou média de 60,6±15,9, sendo o item sobre o sono que apresentou menor média com valor de 2.93. O Domínio Psicológico apresentou média de 56,2±18,6, em que o item correspondente a concentração dos estudantes, apresentou menor pontuação, com valor de 3,05, seguida pela frequência de sentimentos negativos, com média de 3,11. As Relações Sociais apresentaram média de 59,9±20,8, estando a maior preocupação relacionada a vida sexual, com média de 3,27. O Meio Ambiente recebeu a pior avaliação, com média de
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Qualidade de vida e saúde mental de residentes em Instituições de Longa Permanência...

Qualidade de vida e saúde mental de residentes em Instituições de Longa Permanência...

Convidamos o(a) senhor(a) _______________________________________________, portador de Cédula de Identidade R.G. nº ________________________, abaixo assinado, para participar da pesquisa intitulada: Qualidade de vida e saúde mental de idosos residentes em asilos no município de Ribeirão Preto, trata-se de um estudo para avaliar a qualidade de vida e a saúde mental de idosos moradores em instituições em Ribeirão Preto. Caso o senhor(a) aceite em participar do estudo, o senhor (a) será submetido a uma avaliação do estado mental, onde serão avaliadas a orientação e memória, caso o exame revele orientação e memória preservadas, o senhor(a) será selecionado para o estudo e responderá verbalmente a um questionário contendo os seus dados pessoais e dois questionários com perguntas sobre a sua satisfação quanto a sua qualidade de vida. Depois, o senhor(a) responderá verbalmente a outro questionário de questões para a avaliação sobre o seu bem-estar mental. Para isso, o senhor(a) demorará aproximadamente 120 minutos. Este convite está sendo feito devido o senhor(a) ser morador das Instituições de Longa Permanência que aceitaram em participar deste estudo e assim, sua participação contribuirá demonstrando para os dirigentes e cuidadores de idosos, de como a sua qualidade de vida influi na saúde mental, desta forma este estudo possibilitará em melhorias no seu cuidado de forma integral, contribuindo assim com melhor qualidade de vida e saúde mental.
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Sono, qualidade de vida e saúde mental em alunos do ensino superior

Sono, qualidade de vida e saúde mental em alunos do ensino superior

universitários portugueses, recorrendo a questionários de autorresposta preenchidos pelos próprios. De acordo com a literatura, os problemas de sono podem afetar diversas áreas da vida bem como acarretar inúmeros problemas de saúde (Dement, 2000; Lund et al., 2010). Os resultados obtidos sugerem que a QdV dos estudantes universitários parece ser influenciada de forma significativa pela qualidade de sono mesmo quando os indicadores de psicopatologia são controlados. A qualidade de sono apenas não contribui para predizer o domínio das relações sociais da QdV. Estes resultados vão de encontro aos encontrados em estudos similares por Pilcher et al. (1997) e por Buboltz et al. (2009), também em estudantes universitários, que referem que uma pobre qualidade de sono está associada a uma redução significativa do bem-estar físico e psicológico. Contudo, estes autores não controlaram a psicopatologia, contrariamente ao realizado no presente estudo, podendo ser essa variável a responsável pelos resultados. Também nos estudos de Souza (1996) e Zammit (1988) os estudantes universitários indicaram uma QdV melhor aquando uma noite de sono satisfatória.
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Qualidade de vida e saúde mental em portadores de esclerose múltipla

Qualidade de vida e saúde mental em portadores de esclerose múltipla

influenciar a QV e saúde mental de sujeitos com EM. Desta forma, foi possível verificar que a fadiga se repercute significativamente ao nível mental e físico na vida destes sujeitos (Merkelbach, Sittinger & Koening, 2002 cit. in Olascoaga, 2010). Esta tem um efeito estrondoso nas actividades de vida diária de pessoas com EM, interferindo no trabalho, vida familiar e nas actividades sociais. Assim, associa-se significativamente a baixos valores de qualidade de vida, independente do curso clínico ou grau de incapacidade da doença (Furtado & Tavares, 2005). Importa referir, aqui, que a fadiga é entendida como o estado de redução na capacidade de trabalho após um período de actividade mental ou física e merece ter o seu conceito ampliado, pois existem constantemente, relatos de fadiga, independente de esforços ou mesmo após o repouso (Schwid, Covington & Benjamin, 2002). Por sua vez, a depressão é a perturbação mental mais frequente em portadores de esclerose múltipla, afectando negativamente a qualidade de vida destes pacientes. A relação entre estas duas dimensões (fadiga e depressão) tem sido objecto de numerosos estudos. Enquanto alguns autores pensam que a fadiga é uma manifestação de depressão, outros têm um ponto de vista contrário. A depressão pode afectar consideravelmente o curso da terapia de doenças e reabilitação, assim, visivelmente prejudicando a qualidade de vida (QV) (Miletic, Toncev, Jevdjic, Jovanovic, & Canovic, 2011).
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Estilo de vida de agentes comunitários de saúde: uma associação com a qualidade de vida e saúde mental

Estilo de vida de agentes comunitários de saúde: uma associação com a qualidade de vida e saúde mental

Um bom estado de saúde mental envolve, dentre outras ações, a promoção de saúde que muitas vezes exige mudanças no estilo de vida. Algumas regiões no mundo, conhecidas por “Blue Zones”, estão sendo alvo de pesquisas por apresentarem níveis significativamente maiores de longevidade com qualidade de vida, que se justificam por meio de um estilo de vida diferenciado (POULAIN, HERM, PES, 2013). As regiões definidas como “Blue Zones” são: Loma Linda – EUA, Nicoya – Costa Rica, Sardenha – Itália, Ikaria – Grécia e Okinawa – Japão, e possuem práticas em comum que envolvem: (1) Prática rotineira de atividade física; (2)“Objetivo” - considerado como um “plano de vida” ou “senso de propósito”, (3) “Downshift”, traduzido por condutas que reduzem o estresse, como momentos de reflexão, meditação ou lazer, (4) “Regra dos 80%”, seria o ato de comer apenas a quantidade necessária, ou seja, comer até que seu estômago esteja 80% cheio e realizar sua última refeição do dia no final da tarde ou início da noite. A restrição calórica e jejum intermitente também são hábitos comuns nas Blue Zones;(5) Alimentação natural – ou seja, o baixo consumo de produtos industrializados e refinados, como verduras e hortaliças frescas, grãos e leguminosas, pouca ou nenhuma carne; (6) Participação em comunidades ligadas à práticas baseadas na fé, (7) comprometimento com a família, como senso prioridade;(8) Pertencimento a grupos que compartilham hábitos de vida saudáveis e (9) Evitar toxinas – tais regiões apresentam baixos índices de poluentes pesados, como de áreas urbanas muito populosas, há também o pouco consumo de álcool, sendo apenas o vinho incluído na rotina de consumo (BUETTNER, 2016).
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Qualidade de Vida e Bem-Estar Subjetivo de Estudantes Universitários

Qualidade de Vida e Bem-Estar Subjetivo de Estudantes Universitários

Quanto aos estudos sobre estudantes universitários e qualidade de vida, Benjamin (1994) realizou uma revisão de estudos publicados com a temática de qualidade de vida e estudantes universitários e concluiu que ainda assim é necessário dar maior destaque aos estudos de qualidade de vida em estudantes universitários tendo em vista a pouca literatura a respeito. O referido autor sugere a seguinte definição para o conceito de qualidade de vida em estudantes: “Percepção de satisfação e felicidade, por parte do estudante, em relação a múltiplos domínios de vida à luz de fatores psicossociais e contextuais relevantes e estruturas de significados pessoais” (p.60).
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Espiritualidade, qualidade de vida e stress em estudantes universitários

Espiritualidade, qualidade de vida e stress em estudantes universitários

Ainda considerando o papel da espiritualidade, mas focando a esperança/otimismo face ao futuro, as pontuações obtidas correlacionaram-se positivamente com todos os domínios da qualidade de vida. As correlações mais fortes foram encontradas ao nível dos domínios físico, psicológico e das relações sociais (Ramos-Dias et al., 2010). O estudo de Pillay e colaboradores (2016) é consistente com estes achados apontando para uma associação entre elevados níveis de espiritualidade e uma melhor perceção da qualidade de vida (Pillay et al., 2016). Pois a espiritualidade enquanto construto na dimensão de transcendência individual produz a capacidade no indivíduo para encarar as dificuldades e desafios da vida de forma mais otimista (Coyle, (2002). Nesta perspetiva, os estudantes universitários com mais espiritualidade revelam melhor saúde mental com repercussões na qualidade de vida, na medida em que, como postula Deb, McGirr e Sun (2016) quanto maior forem as crenças espirituais, maior a qualidade de vida percecionada pelo estudantes universitários (Deb, McGirr & Sun, 2016).
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Saúde mental, qualidade de vida e religião em idosos de um Programa de Saúde da Família.

Saúde mental, qualidade de vida e religião em idosos de um Programa de Saúde da Família.

Objetivo: Avaliar as relações entre as dimensões da vida sociocultural, como rede social de apoio e religião, saúde mental e qualidade de vida (QV) em idosos de um Programa de Saúde da Família (PSF). Métodos: Avaliou-se uma amostra de 82 idosos (≥ 60 anos), cadastrados em um PSF. Foram descritos o perfil de saúde física e mental, a capacidade funcional e a qualida- de de vida, assim como fatores demográficos, socioeconômicos e culturais associados a essas dimensões. Foram utilizados os seguintes instrumentos: Inventário Sociodemográfico, Clínico e de Religiosidade, MINI, WHOQOL-bref e o Índice de Barthel. Resultados: Dos 82 idosos, 47 (57%) eram mulheres e 35 (43%) homens, porquanto 42 (51%) com de idade de 60 a 69 anos e 40 (49%) com idade de 70 anos ou mais. Por meio de modelos multivariados, identificou-se que a presença de transtornos mentais associa-se a morar só ou com apenas uma pessoa. Apresentaram uma pior QV os idosos que não recebem aposentadoria e que fizeram uso de benzodiazepínicos no último ano. A religião revelou-se dimensão importante associada à QV; em todos os domínios da WHOQOL-bref os idosos membros de igrejas evangélicas apresen- taram piores escores. Conclusões: O presente estudo evidencia que idosos com menores escolaridade e renda tendem a ter pior QV e saúde.
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Qualidade de vida no trabalho, estresse e saúde mental dos professores universitários: um estudo comparativo entre instituições públicas e privadas em Belo Horizonte - MG

Qualidade de vida no trabalho, estresse e saúde mental dos professores universitários: um estudo comparativo entre instituições públicas e privadas em Belo Horizonte - MG

Identificar as diferenças de qualidade de vida no trabalho, estresse e saúde mental entre professores de ensino superior, de instituições públicas e privadas em Bel[r]

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Saúde vocal e o impacto na qualidade de vida de estudantes universitários.

Saúde vocal e o impacto na qualidade de vida de estudantes universitários.

Objetivo: avaliar o impacto da voz na qualidade de vida e conhecer os cuidados pessoais relaciona- dos à saúde vocal entre estudantes universitários, e, relacionar qualidade de vida e cuidados vocais. Métodos: trata-se de um estudo transversal, com aplicação do protocolo Qualidade de Vida e Voz e um questionário para conhecer os cuidados relacionados à voz em 56 estudantes que participaram de uma intervenção educativa. Resultados: a média dos escores do protocolo foi de médio impacto para os domínios físico (72,45) e global (77,4), baixo impacto para o domínio socioemocional (85). Em relação aos cuidados com a saúde vocal, caracterizaram-se como saberes de senso comum, concentrados em ações da isiologia das pregas vocais. Não houve diferença estatística do impacto da voz na qualidade de vida entre os estudantes que lecionavam e aqueles que apenas estudavam. Conclusão: o estudo evidenciou que os estudantes não têm grandes problemas com o impacto da voz na sua qualidade de vida. O estudante durante a graduação não dispõe de conhecimentos sui- cientes em relação aos cuidados com a voz, o que torna fundamental abordar esse tema na formação proissional. Percebeu-se a necessidade de fomentar um processo de conscientização do autocui- dado e de relexões críticas acerca das condições laborais impostas ao professor.
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Impacto da disciplina de qualidade de vida na mundança de comportamento para a prática de atividades físicas em estudantes universitários

Impacto da disciplina de qualidade de vida na mundança de comportamento para a prática de atividades físicas em estudantes universitários

Em relação à influência dos diferentes programas da disciplina Qualidade de Vida sobre o nível de atividade física habitual no tempo de lazer, verificou-se que o programa com orientação acadêmico-prática obteve os efeitos mais positivos após o tratamento experimental. No entanto, o que chamou a atenção foram os resultados do grupo controle, que não foi submetido a nenhuma intervenção educacional, mas cujos resultados também foram positivos a curto e médio prazo no nível de atividade física. Tais dados indicam que as intervenções educacionais não constituem as únicas formas para incentivar a adoção de estilos de vida mais ativos. Por se tratar de estudantes universitários com conhecimentos avançados, acredita-se que outros fatores provocaram efeitos positivos sobre o nível de prática de atividades físicas.
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Definindo qualidade de vida de pessoas portadoras de problemas de saúde mental.

Definindo qualidade de vida de pessoas portadoras de problemas de saúde mental.

O conceito de qualidade de vida que se pode extrair deste trabalho dá uma dimensão da complexidade que é a vida das pessoas portadoras de algum problema de saúde mental. Esta complexidade indica que a assistência não pode ater-se somente aos aspectos da doença mental, pois os fatores que concorrem para o bem estar do doente ultrapassam estes aspectos. Esta complexidade também fala em favor de se adotar formas de assistência que possibilitem lidar com os diversos problemas que a pessoa doente enfrenta no seu dia a dia, decorrentes da doença ou de exigências do meio onde vive o doente.
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Profissionais de saúde mental: estresse, enfrentamento e qualidade de vida.

Profissionais de saúde mental: estresse, enfrentamento e qualidade de vida.

Uma parcela considerável dos proissionais de saúde men- tal estudados apresenta manifestações de estresse, estando quase sua totalidade na fase de resistência. Nesse momento, o estresse já se encontra instalado, exigindo esforços na tentativa de restabelecer o equilíbrio interno. A energia para adaptação é inita (Selye, 1983), havendo a necessidade de que esses proissionais desenvolvam estratégias para melhor manejar os eventos estressores, evitando um maior enfraque- cimento físico e o posterior desenvolvimento de doenças. Os indicadores de estresse apresentados são predominantemente de natureza física, como tensão muscular, taquicardia, do- res de cabeça, desgaste físico constante, entre outros. Tais sintomas podem interferir negativamente na disposição do indivíduo, inclusive em suas atividades laborais voltadas ao cuidado do usuário, demandando o desenvolvimento de estratégias mais adaptativas por esses proissionais.
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SAÚDE MENTAL E A RELAÇÃO ENTRE QUALIDADE DE VIDA E AMBIENTE DE TRABALHO

SAÚDE MENTAL E A RELAÇÃO ENTRE QUALIDADE DE VIDA E AMBIENTE DE TRABALHO

Os achados permitem inferir que as organizações têm percebido cada vez mais a importância do ser humano para o alcance de resultados. Pois sabe-se que a capacidade de raciocínio, de criatividade, de solucionar problemas, está presente nas pessoas e não nas máquinas. Os resultados vão de encontro com premissas de Cavassani e Biazin (2006), ao afirmarem que as empresas passam a se preocupar em oferecer um ambiente de trabalho que traga ao indivíduo: conforto, respeito, segurança e bem-estar. Sendo assim, as mesmas devem oferecer um ambiente para seus colaboradores que favoreça o uso de suas capacidades. Muitos fatores contribuem para o desenvolvimento de algum problema de saúde, por isso devem ser identificados e combatidos com ações que visem minimizar ou mesmo eliminar tais questões que afetam não apenas o trabalho realizado, mas também a vida familiar e social dos trabalhadores. (CAVASSANI; BIAZIN, 2006).
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Saudades de Casa: indicativos de depressão, ansiedade, qualidade de vida e adaptação de estudantes universitários

Saudades de Casa: indicativos de depressão, ansiedade, qualidade de vida e adaptação de estudantes universitários

mana. É aceito pela psicologia que as difi culdades na transição da infância à vida adulta expressam-se de diferentes maneiras, estando presentes, entre ou- tros, as difi culdades em assumir os pró- prios interesses, habilidades e tomadas de decisão. Numa visão da psicologia psicodinâmica, conforme descritos por Aberastury (1983) e Knobel (1981), em que comportamentos regressivos são anseios pela proteção e segurança infan- til, e são reações defensivas contra as exi- gências ambientais (dos pais, da escola, do ambiente em geral) fazendo pensar num retorno ao mundo infantil frente à impotência em lidar com o mundo adul- to e às perdas que a própria adolescên- cia infl ige ao corpo e ao ego. Assim, o in- gresso ao ensino superior, por si mesmo, já representa um processo de mudança e implica amadurecimento pessoal, em separação dos pais, entre outras perdas e ganhos. É quando o desprendimento dos pais (da família) torna-se presente, dado ao próprio afastamento geográ- fi co, e, assim, são intensifi cados os me- dos, a insegurança. E, como salientou Simmons (2000), a reação de adaptação a qualquer demanda feita a uma pessoa requer um reajuste para restabelecer o equilíbrio normal. Silva (2013) chamou tais reações e emoções de “saudade de casa” e atribuiu as consequências ao estilo de vinculação, às estratégias de adaptação estabelecidas. Numa visão psicodinâmica da psicologia, Simon (2006) argumenta que o organismo não restabelece o mesmo equilíbrio anterior, mas sim um novo patamar adaptativo e que, no caso dos estudantes do presente estudo, indicou adaptação inefi caz.
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Qualidade de vida e saúde mental em cuidadores formais de idosos

Qualidade de vida e saúde mental em cuidadores formais de idosos

Segundo alguns autores, a saúde mental quando comprometida pode-se tornar condicionante do equilíbrio e bem-estar do profissional (Maslach & Leiter, 2008; Canavarro, 1999). De acordo com alguns estudos, os principais fatores que sugerem o desenvolvimento de sintomatologia psicopatológica entre técnicos de saúde e prestadores de cuidados a idosos são as exigências profissionais, o baixo reconhecimento social, a falta de suporte, a existência de conflitos interpessoais e as reduzidas estratégias de coping (Jenaro, Flores & Arias, 2007; Leiter, 2005; Salanova, Bakker, & Llorens, 2006). Como seria espectável os nossos resultados evidenciam que as variáveis ansiedade e depressão e sintomas psicopatológicos encontram-se significativas e negativamente
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Qualidade de vida e saúde mental em consumidores de drogas: que relação?

Qualidade de vida e saúde mental em consumidores de drogas: que relação?

Utilizando o teste de Spearman obtivemos uma correlação posiUJWBNPEFSBEBNFOUFTJHOJĕDBUJWB S Q Podemos concluir que esta população consumidora de drogas apresenta valores positivos de qu[r]

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Nível de atividade física, qualidade de vida e fatores associados de estudantes universitários de Educação Física

Nível de atividade física, qualidade de vida e fatores associados de estudantes universitários de Educação Física

O período universitário representa um período de vida marcado pela adoção de novos hábitos. Entre estes, podemos citar o uso de bebida alcóolica, fumo, alteração dos hábitos alimentares e físicos. Este último levando ao sedentarismo. Conhecidos como comportamento de risco para a saúde, analisar e conhecer estes diferentes perfis desta população pode ser de grande importância prática para a definição de políticas públicas voltadas à qualidade de vida. O objetivo deste estudo foi descrever e comparar os níveis de atividade física e qualidade de vida de estudantes de Educação Física. Foram avaliados por meio de questionário composto por questões relativas à caracterização da amostra, do Whoqol-bref e IPAQ versão curta, 154 estudantes de Educação Física, sendo 88 pertencentes a UEMG, unidade Passos, e 66 da UNIFAFIBE, Bebedouro. Considerando o nível de atividade física, não foi observada diferença significativa entre os grupos (Ativos: UEMG: 76,14%; UNIFAFIBE: 80,30%). Em se tratando da qualidade de vida, foi observada diferença significativa entre os grupos para o domínio psicológico (UEMG: 71,16 ± 14,02; UNIFAFIBE: 66,48 ± 15,13) e meio ambiente (UEMG: 62,86 ± 13,18; UNIFAFIBE: 58,19 ± 12,19). Algum tipo de comportamento de risco é adotado por 69% alunos da UEMG e 48% alunos da UNIFAFIBE, havendo diferença entre os grupos com relação ao uso de bebida alcoólica (UEMG: 57,95%; UNIFAFIBE: 31,82%). Embora os indivíduos reportem boa qualidade de vida e represente um grupo populacional com alto percentual de indivíduos ativos, parece ainda haver lacuna para a adoção de políticas que elevem a percepção da qualidade de vida em alguns campos de avaliação.
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Saúde mental e qualidade de vida na moradia estudantil da Universidade de Brasília.

Saúde mental e qualidade de vida na moradia estudantil da Universidade de Brasília.

A percepção subjetiva atual e individual do grau de estresse ou trauma presente na infância do sujeito foi avaliada por meio da Escala de Trauma e Abuso Infantil (CAT). Para o levantamento da história de vida nos últimos 12 meses, foi utilizado o Inventário de Even- tos de Vida (LES). Como indicador de grupos de pessoas que tenham ideação suicida, ou que, de fato, já tenham feito alguma tentativa de suicídio, foi utilizado o Ques- tionário de Comportamento Suicida (SBQ-R). A frequên- cia de pensamentos e sentimentos positivos rela- cionados ao comportamento suicida foi avaliada por meio do Inventário de Ideação Positiva e Negativa (PANSI). Esses instrumentos foram traduzidos e adapta- dos para utilização em universitários por Montenegro (2005), que manteve a sigla original dos nomes das escalas.
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Relação da qualidade de vida com problemas de saúde mental em universitários de medicina

Relação da qualidade de vida com problemas de saúde mental em universitários de medicina

Identificou-se como limitações deste estudo a utilização de amostra com alunos apenas de cinco períodos, já que o curso de medicina da faculdade analisada é novo. Além disso, a maior porcentagem desses alunos pertencia ao 5º semestre, fato que pôde interferir nos resultados encontrados, pois se tratava da turma pioneira a qual vivencia mudanças constantes na metodologia de ensino- aprendizagem, já que a instituição utiliza como estratégia educacional a ABP, método diferente do ensino tradicional. Ainda, a maioria dos estudantes vive longe da família, o que pode contribuir para o desenvolvimento de problemas de saúde mental.
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