Top PDF Qualidade do carvão vegetal de madeiras amazônizas - Balbina.

Qualidade do carvão vegetal de madeiras amazônizas - Balbina.

Qualidade do carvão vegetal de madeiras amazônizas - Balbina.

Qualidade do carvão vegetal 527.. A matéria volátil residual do carvão vegetal é composta, basicamente, de hídrocaj^ bonetos, monóxidos e diõxido de carbono e hidrogênio. No carvão an[r]

6 Ler mais

EFEITO DA CARBONIZAÇÃO DA MADEIRA NA ESTRUTURA ANATÔMICA E DENSIDADE DO CARVÃO VEGETAL DE Eucalyptus.

EFEITO DA CARBONIZAÇÃO DA MADEIRA NA ESTRUTURA ANATÔMICA E DENSIDADE DO CARVÃO VEGETAL DE Eucalyptus.

Observa-se que a fração parede dos clones avaliados neste estudo foi entre 47,0% (clone 1) e 55,6% (clone 6). Esses dois clones diferiram significativamente entre si, a 5% de probabilidade, contudo, ambos não apresentaram diferenças significativas dos demais clones. Madeiras caracterizadas pela presença de fibras com alto valor de fração parede são potenciais para a produção de carvão vegetal (PAULA, 2005), apresentando maior massa para sustentar a decomposição térmica da madeira, favorecendo o rendimento e a qualidade FIGURA 4: Microscopia eletrônica de varredura da seção longitudinal radial da madeira e carvão vegetal de Eucalyptus : (A) Seção radial da madeira (aumento de 75 vezes); (B) Seção radial do carvão (aumento de 75 vezes); (C) Detalhes de fibras e parênquima radial da madeira (aumento de 1.800 vezes); (D) Detalhes de fibras e parênquima radial do carvão (aumento de 1.800 vezes). FIGURE 4: Scanning electron microscopy of radial longitudinal section of wood and charcoal from
Mostrar mais

13 Ler mais

Qualidade da madeira de cinco espécies de ocorrência no cerrado para produção de carvão vegetal.

Qualidade da madeira de cinco espécies de ocorrência no cerrado para produção de carvão vegetal.

RESUMO: Este trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade da madeira e do carvão vegetal de algumas espécies de ocorrência do cerrado mineiro visando o uso siderúrgico. Foram utilizadas cinco espécies de madeiras de ocorrência no cerrado procedentes do Estado de Minas Gerais. Na madeira foram avaliadas a densidade básica e os teores de lignina, extrativos totais, holocelulose e cinzas. No carvão vegetal foram avaliados os rendimentos em carvão vegetal e em carbono fixo, os teores de carbono fixo, materiais voláteis e cinzas, o poder calorífico superior e a densidade relativa aparente. Na avaliação do experimento utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições. Utilizou-se ainda a análise multivariada de componentes principais. As espécies Casearia sylvestris e Luehea divaricata apresentaram os maiores rendimentos gravimétricos em carvão vegetal e em carbono fixo, bem como elevados teores de lignina na madeira. O carvão vegetal da espécie Trema micrantha possui elevado poder calorífico superior, mas a menor densidade relativa aparente. A espécie Guazuma ulmifolia se destacou pelo elevado teor de carbono fixo e grande potencial para uso siderúrgico, juntamente com a espécie Casearia sylvestris.
Mostrar mais

10 Ler mais

Qualidade da madeira de Eucalyptus para a produção de carvão vegetal

Qualidade da madeira de Eucalyptus para a produção de carvão vegetal

Por outro lado, geralmente a madeira de cerne possui maior densidade, e madeiras com maior densidade são requeridas para produção de carvão vegetal. Contudo, esta diferença na densidade da madeira de cerne e alburno geralmente é verificada em árvores que possuem madeira adulta. Segundo Tomazello Filho et al. (2008), a densidade do cerne é maior em decorrência da deposição de substâncias como extrativos fenólicos e óleos nas células do parênquima radial. Oliveira et al. (2005) apresentaram modelos de variação da densidade no sentido medula-casca para amostras retiradas do DAP de sete espécies de Eucalyptus com idade aproximada de 16 anos. Os modelos evidenciam o aumento da densidade básica no sentido medula-casca, entretanto os autores fazem referência à diminuição dos valores de densidade básica, no trecho final dos diagramas, que coincide com a região de alburno das árvores, sendo este o modelo de variação mais frequente para o gênero Eucalyptus. Entretanto, a variação radial da densidade da madeira de Eucalyptus spp. foi avaliada em alguns trabalhos, por exemplo em Trevisan et al. (2008) e Arantes (2009), não tendo sido observado decréscimo de densidade na região mais próxima à casca, correspondente ao alburno, em árvores com 14 e 7 anos, respectivamente.
Mostrar mais

103 Ler mais

Qualidade do carvão vegetal produzido com madeiras da região de Manaus em fornos de alvenaria.

Qualidade do carvão vegetal produzido com madeiras da região de Manaus em fornos de alvenaria.

(1982) verificou que a friabi1 idade ou seja a maior ou menor resis- tência do carvão vegetal a geração de finos esta relacionada com ocondicionamento da ma deira antes da carbonização [r]

16 Ler mais

Propriedades químicas de madeiras nativas comerciais

Propriedades químicas de madeiras nativas comerciais

Resumo: A qualidade da madeira está relacionada com seu uso e o conjunto das propriedades químicas, físicas, anatômicas e mecânicas que lhe conferem características tecnológicas. O objetivo deste trabalho foi analisar o teor de extrativos, o teor de lignina e o pH de madeiras de florestas autóctones, visando predizer e/ou aprimorar suas utilizações. Foram quantificados os teores de extrativos solúveis em água fria e quente, NaOH 1% e etanol/tolueno, o teor de lignina e o pH. A partir do teste de médias, constataram-se as diferenças estatísticas entre as espécies. Concluiu-se, portanto, que as madeiras de espécies nativas podem ser indicadas para a produção de carvão vegetal, para fabricação de produtos reconstituídos de madeira e para uso em construções rurais.
Mostrar mais

14 Ler mais

Resfriamento artificial de carvão vegetal em fornos de alvenaria

Resfriamento artificial de carvão vegetal em fornos de alvenaria

RESUMO: O setor siderúrgico nacional supriu 21,6% de suas necessidades energéticas consumindo 84,8% da produção de carvão vegetal. Parte desta produção de carvão, proveniente de florestas plantadas, vem aumentando nos últimos anos, sendo o processo de resfriamento artificial do carvão vegetal em fornos de alvenaria, uma técnica adotada para aumento da produção. Metodologias de resfriamentos vêm sendo pesquisadas e empregadas após o processo de carbonização, porém sem a avaliação de fatores que possam influenciar na qualidade do carvão vegetal. O objetivo principal ao executar este trabalho foi avaliar o resfriamento de uma massa de carvão vegetal contida em um protótipo de forno retangular, usando um trocador de calor. Especificamente, objetivou-se analisar a influência da variação da velocidade de escoamento do fluido refrigerante pela massa de carvão na qualidade final do produto e propor metodologia de dimensionamento de sistemas de resfriamento para fornos de carbonização. Para a realização do experimento, utilizou-se quatro velocidades de escoamento, em 3 repetições, totalizando doze carbonizações da madeira. O trocador de calor proporcionou redução no tempo de resfriamento de 76 para 28 horas. A maior redução (63% de redução em relação ao resfriamento por convecção natural) foi obtida com a menor velocidade de escoamento. Nas maiores velocidades, ocorreu queima do carvão na seção de saída dos gases do forno, o que provocou aumento no tempo de resfriamento. No entanto, verificou-se que essas perdas de carvão, devido à queima, não causaram diferença significativa no rendimento gravimétrico em relação à testemunha. Para as velocidades adotadas, verificou-se que não houve diferença significativa entre os tratamentos e a testemunha, nos parâmetros de qualidade do carvão. Finalmente, no dimensionamento de trocadores de calor, estes não devem proporcionar diferença de pressão entre a sucção e injeção dos gases no forno, capaz de promover infiltração de ar atmosférico para o interior do forno.
Mostrar mais

98 Ler mais

Potencialidades de inserção do carvão vegetal em bolsa de mercadorias

Potencialidades de inserção do carvão vegetal em bolsa de mercadorias

A volatilidade do preço é um instrumento útil para auxiliar na tomada de decisão a respeito da incorporação, ou não, de uma commodity em bolsa de mercadorias, uma vez que quanto maiores forem as variações nos preços, maiores serão as buscas por meios alternativos de comercializações que possam auxiliar na proteção do mercado. Conforme observado, constata-se que o carvão vegetal apresentou grande volatilidade de preços nas principais regiões consumidoras, o que indica que a implementação dessa commodity na bolsa poderá tornar-se referência na formação de preços, o que será de grande utilidade para os agentes do setor e órgãos governamentais. Isso seria uma excelente ferramenta para auxiliar na redução dos riscos de grandes variações nos preços.
Mostrar mais

88 Ler mais

Produção de briquetes de carvão vegetal com alcatrão de madeira

Produção de briquetes de carvão vegetal com alcatrão de madeira

De acordo com BHATTACHARYA (1990), a produção e o consumo de briquetes de finos de carvão já estão consolidados nos EUA e em alguns países da Europa, que possuem um mercado específico para esses combus- tíveis, bem como para alguns países do Sudeste Asiático que produzem briquetes de resíduos agroflorestais em escala industrial. No Brasil, a situação é favorável por causa das grandes quantidades desses resíduos que são desperdiçados anualmente e que se processados pela compactação poderiam competir no mercado com outros combustíveis semelhantes. Já é realizada a compactação de serragem proveniente de indústria madeireira em escala industrial, visando o mercado doméstico e comercial tais como padarias, pizzarias, restaurantes, entre outros, e a geração de vapor em algumas indústrias têxteis e alimentícias, principalmente nos estados do Sul do país. As principais vantagens do briquete estão no fornecimento regular, no formato geométrico definido, na facilidade de armazenamento e nas propriedades uniformes (umidade e poder calorífico).
Mostrar mais

64 Ler mais

EXTRATIVOS E PROPRIEDADES ENERGÉTICAS DA MADEIRA E DO CARVÃO VEGETAL

EXTRATIVOS E PROPRIEDADES ENERGÉTICAS DA MADEIRA E DO CARVÃO VEGETAL

RESUMO – A produção de carvão vegetal se destaca como matéria-prima para a produção de energia renovável. A holocelulose e a lignina são mais abordadas em estudos sobre a qualidade da madeira para fins energéticos, enquanto a influência de extrativos nesse parâmetro é pouco conhecida. O objetivo foi avaliar a relação entre o teor de extrativos em água fria, diclorometano e totais e as propriedades energéticas da madeira e do carvão vegetal de seis espécies. Os extrativos foram removidos com diferentes solventes para serem contabilizados e o poder calorífico superior da madeira, determinado. A madeira foi carbonizada a uma taxa de aquecimento de 1,67 o C/min, temperatura máxima de 450 o C e tempo de residência de 30 min. O
Mostrar mais

6 Ler mais

Demanda dos Estados Unidos por carvão vegetal brasileiro.

Demanda dos Estados Unidos por carvão vegetal brasileiro.

Para obter o preço pago pelo carvão vegetal, fez-se a razão entre o valor pago pelos EUA e quantidade importada por este país de cada um dos fornecedores analisados (Brasil, México e Argentina). Os dados fornecidos pelo FAS - Foreign Agricultural Service (2011), não discriminam as espécies das quais são produzidas o carvão vegetal exportado para os EUA. Conforme Angelo et al. (2009), em trabalhos quantitativos é bastante comum que índices de quantidade e preço que agregam diversos bens sejam utilizados, o que a princípio, não tem nenhum problema, porém, é importante que sejam respeitados os objetivos propostos pelo estudo e a avaliação dos resultados seja cautelosa.
Mostrar mais

9 Ler mais

Melhoramento genético das propriedades do carvão vegetal de Eucalyptus.

Melhoramento genético das propriedades do carvão vegetal de Eucalyptus.

em outros trabalhos (BRITO et al., 1987; TRUGILHO, 1995; ANDRADE e MACHADO, 2004). Em relação à qualidade de carvões para fins siderúrgicos, evidencia- se a importância da sua densidade, pois essa característica está diretamente relacionada à resistência mecânica do carvão. A DRA relaciona-se com importantes aspectos operacionais e produtivos das usinas siderúrgicas. Além disso, quanto maior a referida densidade, menores os custos de transporte e de armazenamento do carvão e, simultaneamente, melhor o aproveitamento do volume útil do alto-forno siderúrgico, e isso permite o aumento da sua produtividade em determinado espaço de tempo.
Mostrar mais

8 Ler mais

Open Análise da  da produção de carvão vegetal na Paraíba

Open Análise da da produção de carvão vegetal na Paraíba

A presente dissertação analisou a sustentabilidade da produção de carvão vegetal de uma empresa no Estado da Paraíba utilizando, para isso, uma ferramenta baseada no DASHBOARD OF SUSTAINABILITY. A empresa é uma carvoaria legalizada cuja sede administrativa encontra-se na capital do Estado, João Pessoa, e sua planta operacional encontra-se instalada no município de Emas, na região conhecida como Seridó Paraibano. A carvoaria apresenta um diferencial único que é seu formo denominado de Carbonizador Metálico Semi-Contínuo. Trata-se de um forno produzido e criado pelo dono da empresa cuja capacidade de produção em relação à fornos convencionais chega a ser sete vezes mais rápida, tendo um tempo médio de produção de carvão de 24 horas (1 dia) contra sete dias de média da produção de carvão nos outros. Para a consecução deste trabalho resolveu-se utilizar os critérios estabelecidos no ano de 2010 pela FAO através de seu documento denominado Criteria and Indicators for Sustainable Woodfuels. A medição dos indicadores foi feita através de um método comparativo, método tal utilizado pela ferramenta adotada, onde se estabeleceu como cenário perfeito, quando o mesmo não está sendo indicado pelo próprio índice ou indicador, a observância de padrões exigidos por instituições de reconhecimento internacional, como a ONU, OIT e OMS fazendo um contra-ponto em relação à situação encontrada na pesquisa, obtendo-se assim um resultado. Nos resultados da pesquisa mostra-se a análise feita nas dimensões: econômica, social, institucional e ambiental da carvoaria, tendo a própria, após análise das quatro dimensão analisadas, obtido um nível mediano de sustentabilidade.
Mostrar mais

152 Ler mais

Integração espacial no mercado mineiro de carvão vegetal.

Integração espacial no mercado mineiro de carvão vegetal.

A variabilidade de preços no mercado de carvão vegetal se deve, em parte, ao grande número de produtores e fornecedores (GUIMARÃES e JARDIM, 1982), a exemplo do produtor profissional, do fazendeiro, do intermediário, das reflorestadoras e do produtor eventual, e à oferta de que, dadas as condições edafoclimáticas, está sujeita às flutuações estacionais e aleatórias (SILVA e SILVA, 1996), visto que a demanda desse produto é estável. Além disso, o carvão vegetal é um energético consumido nas diversas regiões do Brasil, com destaque para o Estado de Minas Gerais (maior consumidor devido ao parque siderúrgico) e para a região siderúrgica de Carajás, nos Estados do Maranhão e Pará. Tais fatos, aliados às condições climáticas, pressões ecológicas por parte da sociedade civil organizada, legislação (os grandes consumidores ficam obrigados a se auto- abastecerem), conjunturas interna e externa e concorrência do carvão mineral importado, entre outros, favorecem um ambiente de elevada incerteza para os agentes dessa cadeia agroindustrial.
Mostrar mais

10 Ler mais

QUALIDADE DO CARVÃO VEGETAL PARA O CONSUMO DOMÉSTICO COMERCIALIZADO NA REGIÃO SERRANA SUL DE SANTA CATARINA1.

QUALIDADE DO CARVÃO VEGETAL PARA O CONSUMO DOMÉSTICO COMERCIALIZADO NA REGIÃO SERRANA SUL DE SANTA CATARINA1.

econômico-financeira da produção de carvão vegetal no Rio Grande do Sul. Pelotas: 2011. p.7. (Comunicado técnico, 264) MEIRA, A. M. D.; BRITO, J. O.; RODRIGUEZ, L. C. E. Estudo de Aspectos técnicos, econômicos e sociais da produção de carvão vegetal no Município de Pedra Bela, São Paulo, Brasil. Revista Árvore, v.29, n.5, p.809-817, 2005. NEVES, T. A.; DE PAULA PROTÁSIO, T.; COUTO, A. M.; TRUGILHO, P. F.; SILVA, V. O.; VIEIRA, C. M. M. Avaliação de clones de Eucalyptus em diferentes locais, visando à produção de carvão vegetal. Pesquisa Florestal Brasileira, v.31, n.68, p.319-330, 2011.
Mostrar mais

10 Ler mais

DÁRIO PINHEIRO SILVA O COMPARTILHAMENTO DE CARGAS HORÁRIAS NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINOSEDUC-AMAZONAS

DÁRIO PINHEIRO SILVA O COMPARTILHAMENTO DE CARGAS HORÁRIAS NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINOSEDUC-AMAZONAS

Uma vez atendidas as diretrizes (legais e financeiras) nacionais para a lotação dos profissionais do magistério público para a educação básica no estado do Amazonas para atuação de acordo com a jornada de trabalho, cabe à SEDUC-AM acionar o Departamento de Políticas e Programas Educacionais – DEPPE, na figura do diretor, para que este organize os técnicos das Gerências de Ensino Fundamental e Médio e o Departamento de Gestão Escolar – DEGESC na pessoa do diretor em conjunto com a Comissão Permanente de Análises e Prestação de Contas do Programa Dinheiro Direto na Escola – PDDE para darem o suporte técnico de acompanhamento necessário à melhoria da qualidade do ensino.
Mostrar mais

103 Ler mais

OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

Buscar a qualidade é uma máxima dos dias atuais, inclusive no campo educacional, onde o termo nos remete a uma reflexão sobre sua definição, pois, neste contexto, pode assumir significados diferentes daqueles com os quais estamos acostumados a trabalhar. Em relação a essa particularidade conceitual da qualidade, Oliveira e Araújo (2005) apontam principalmente três aspectos: a expansão do ensino, a ampliação quantitativa da educação e a aferição de desempenho discente, principalmente por meio de avaliação em larga escala. Concordando com os autores, no estado do Amazonas, as avaliações externas e os resultados insatisfatórios demonstrados levaram ao planejamento e à implementação de algumas políticas públicas, entre elas o PQSPE.
Mostrar mais

93 Ler mais

Redução do teor de cinzas dos finos de carvão vegetal por concentração gravítica a seco

Redução do teor de cinzas dos finos de carvão vegetal por concentração gravítica a seco

Quando se comparam os gráficos de mesma velocidade do fluido, variando apenas a “altura”, pode-se dizer que os comportamentos apresentados são semelhantes. Contudo, quando se varia a velocidade mantendo constante a “altura”, observam-se algumas diferenças significativas nos resultados. Para velocidades do fluido menores (aqui representada pela velocidade de 13m/s) a separação entre o carvão e as impurezas é mais crítica, devido à proximidade entre elas e também à ocorrência do chamado “curto circuito”, representado pela distância entre o início da curva e o eixo das abscissas. À medida que a velocidade do ar e a granulometria vão aumentando, as curvas vão se distanciando indicando ser mais fácil a separação nessas condições, porém para qualquer velocidade do fluido, a separação em granulometrias inferiores a 1mm é bastante complicada ou inviável. Finalmente, as curvas da alimentação sempre “acompanham” a curva do carvão como era esperado uma vez que a maior parte do material é composto de carvão (ver caracterização).
Mostrar mais

111 Ler mais

PREPARAÇÃO DO CARVÃO ATIVADO A PARTIR DO CARVÃO VEGETAL E SUA AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ADSORÇÃO DO COBRE PRESENTE EM CACHAÇA ARTESANAL

PREPARAÇÃO DO CARVÃO ATIVADO A PARTIR DO CARVÃO VEGETAL E SUA AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ADSORÇÃO DO COBRE PRESENTE EM CACHAÇA ARTESANAL

temperatura de tratamento térmico a 600°C, para ser utilizado como adsorvente na remoção do cobre presente na cachaça artesanal. Para o procedimento de ativação, o carvão vegetal foi triturado e separado em peneiras nas granulometrias menor que 0,15 mm, de 0,15 a 0,50 mm e 0,50 a 1,00 mm. Na caracterização do carvão vegetal ativado (CVA) produzido, um dos aspectos importantes analisados foi a área superficial específica, que obteve um aumento significante para todas as granulometrias. Um estudo de equilíbrio de adsorção foi realizado para cada granulometria do CVA, para avaliar o percentual de remoção do cobre na cachaça contaminada com 100 mg/L, variando o tempo de contato entre 15 a 240 minutos na temperatura de 20 e 60°C, na proporção de 1:50 (gramas do CVA: volume em mL de cachaça). O melhor resultado de remoção do cobre apresentado foi de 24,83%, para o CVA na granulometria de 0,50 a 1,00 mm no tempo de 240 minutos a 20 °C. Um planejamento estatístico constatou que todos os fatores analisados, tempo de contado, temperatura e granulometria tem efeito significativo na resposta de remoção do cobre na faixa experimental trabalhada. Gráficos de isoterma e cinética de adsorção foram elaborados para análise da capacidade de adsorção em equilíbrio e tempo de saturação do CVA, que apresentou resultados de 2,25 mg/g e 120 minutos, respectivamente. O modelo de Langmuir foi o que melhor representou os dados experimentais na isoterma, na cinética o melhor modelo foi o de Elovich. Em relação à termodinâmica de adsorção, os parâmetros mostraram que o processo é de natureza física, espontâneo, exotérmico e com um pequeno grau de organização. O tratamento da cachaça contaminada com 10 mg/L de cobre no leito fixo não foi satisfatório para o CVA produzido, pois apresentou baixa capacidade de remoção do cobre e aumento no teor de acidez.
Mostrar mais

86 Ler mais

Características do carvão de um clone de Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden x Eucalyptus urophylla S. T. Blake.

Características do carvão de um clone de Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden x Eucalyptus urophylla S. T. Blake.

RESUMO: Neste trabalho, objetivou-se determinar a variabilidade existente nas características do carvão de um clone de Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla aos 6 anos, plantado no município de Martinho Campos, MG. As árvores foram distribuídas em três classes de diâmetro e a amostragem consistiu na retirada de discos, de 2,5 cm de espessura, a 2%, 10%, 30% e 70% da altura comercial, além de um a 1,30 m do solo (DAP) e, a partir deste ponto, de metro em metro até a altura comercial. Foram tomadas amostras ao longo do raio nos discos, considerando os dois lados em relação à medula. As amostras foram carbonizadas em forno elétrico de laboratório, sendo determinados os rendimentos e a qualidade do carvão vegetal produzido. Pelos resultados, verificou- se que para a primeira carbonização, a classe diamétrica influenciou significativamente o rendimento gravimétrico em carvão vegetal, em líquido pirolenhoso e o teor de cinza do carvão vegetal produzido, e que o rendimento em gás não condensável, o teor de materiais voláteis e o de carbono fixo não foram influenciados pela classe diamétrica; para a segunda carbonização o rendimento gravimétrico aumentou da casca para a medula, para todas as classes diamétricas e ocorreu redução dessa característica com a diminuição das classes diamétricas e que os valores de densidade relativa aparente tenderam a aumentar no sentido medula-casca, em todas as classes diamétricas.
Mostrar mais

10 Ler mais

Show all 10000 documents...