Top PDF Qualidade de frutos de melão com aplicação de revestimento com óleos essenciais.

Qualidade de frutos de melão com aplicação de revestimento com óleos essenciais.

Qualidade de frutos de melão com aplicação de revestimento com óleos essenciais.

O efeito dos óleos essenciais e suas misturas na qualidade dos frutos de melão foi avaliado, analisando-se o efeito das diferentes concentrações dos óleos. Os frutos foram adquiridos no estádio 2 de maturação, lavados em solução de hipoclorito de sódio 1%, enxaguados com água destilada para retirada do hipoclorito e secos a temperatura ambiente. Os frutos de melão foram armazenados em câmara úmida localizada na empresa EMBRAPA AGROINDÚSTRIA TROPICAL e analisados em períodos diferentes (P1 = 0 dias de armazenamento, P2 = 10 dias de armazenamento, P3 = 20 dias de armazenamento e P4 = 30 dias de armazenamento), os tratamentos foram: T1 = Testemunha, T2 = frutos revestidos com quitosana, T3 = revestimento de quitosana + Óleo de Lippia sidoides (500 ppm), T4 = revestimento de quitosana + Óleo de Lippia sidoides (1000 ppm), T5 = revestimento de quitosana + Óleo de Ocimum micranthum (1000 ppm) e T6 = revestimento de quitosana + Óleo de Ocimum micranthum (1500 ppm). Após os períodos de armazenamento, os frutos foram processados, sendo a polpa dos mesmos refrigerada e submetidas às análises de coloração da polpa, pH, sólidos solúveis totais, acidez total titulável, firmeza, açúcares totais e relação SST/AT. Concluiu-se que a ação dos óleos e revestimento não afetaram a qualidade dos frutos de melão e também foram efetivos no controle de podridões pós-colheita.
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Aplicação de fontes e doses de cálcio na produção e qualidade de frutos de melão

Aplicação de fontes e doses de cálcio na produção e qualidade de frutos de melão

Os açúcares totais foram linearmente proporcionais às doses de Ca aplicadas, com aumento de 14,10%, entre a teste- munha e a maior dose (Tabela 2). En- tretanto, não se observou diferença es- tatisticamente para as fontes estudadas. As maiores doses de cálcio podem ter favorecido uma maior absorção de po- tássio, como observado por Bissoli Junior (1992) em mangas tratadas com cálcio na pré-colheita. Dessa forma, o potássio seria responsável pela maior translocação de fotoassimilados das fo- lhas para os frutos, resultando em maio- res acúmulos de açúcares nos mesmos. Os teores de SST, observados no tra- balho, não apresentaram diferença es- tatisticamente significativa para os fa- tores fontes e doses de cálcio. Muitos países usam os valores de SST como um guia de mercado para a aceitabilidade, com uma variação entre 8 e 10%. Os valores médios obtidos neste estudo fi- caram em torno de 7,4%, ou seja, abai- xo do mínimo exigido pelo mercado externo. Entretanto, usar esse atributo como parâmetro de avaliação de quali- dade de fruto, pode ser considerado um erro (Menezes, 1996). Comportamento semelhante do SST foi encontrado por Amaral (1995), em citros, por Bissoli Junior (1992) em mangas e por Fernandes (1996) em melões, com di- ferentes doses e fontes de cálcio aplica- das na pré e pós-colheita.
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Efeitos de reguladores vegetais na qualidade de frutos de melão rendilhado

Efeitos de reguladores vegetais na qualidade de frutos de melão rendilhado

A manutenção da taxa fotossintética para o tratamento com ácido giberélico pode ser um dos fatores que colaboraram para a maior firmeza e SS. A firmeza dos frutos aumenta pela pulverização pré-colheita com ácido giberélico, sendo esse efeito morfológico atribuído ao aumento no número de células nos frutos remanescentes na árvore, bem como, ao aumento da relação entre parede celular:volume celular, o que melhora a firmeza da polpa (CHITARRA E CHITARRA, 2005), além de, aumentar o teor de açúcares neutros insolúveis em água da parede celular. Enquanto, a colaboração para maior teor de sólidos solúveis, pode ser devido a alteração do padrão de distribuição de assimilados dentro da planta e essas modificações, especificamente o aumento do acúmulo de açúcares no local de aplicação deste regulador vegetal.
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Efeito de reguladores vegetais na qualidade de frutos de melão rendilhado

Efeito de reguladores vegetais na qualidade de frutos de melão rendilhado

Kondo et al. (1999) observaram que a aplicação de auxina sintética (2,4-DP) acentua a perda da firmeza, enquanto os frutos controle diminuíram a firmeza em menor grau. Além disso, Majumder e Mazumdar (2001) relataram que o tratamento com auxina acumulou maior teor de pectinas solúveis em água. Segundo Oliveira Junior et al. (2004), a enzima pectimametilesterase (PME) é uma das pectinases envolvidas no processo de amaciamento com conseqüente aumento nos teores de pectinas solúveis. A alta atividade da pectinametilesterase no início deste experimento para o tratamento com auxina (Tabela 1) pode ser o responsável pela rápida perda na firmeza em relação à maioria dos tratamentos, já que esta enzima precede a atuação de outras enzimas degradadoras da parede celular.
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Relações entre cátions trocáveis do solo e suas correlações com a qualidade de frutos de melão.

Relações entre cátions trocáveis do solo e suas correlações com a qualidade de frutos de melão.

lixiviados, originam regiões no campo com fertilidade diferente da média uti- lizada para recomendação de corretivos e fertilizantes. Por isto, mesmo em cam- pos com fertilidade média adequada, a qualidade dos produtos agrícolas pode ser reduzida em regiões com pH e teores de nutrientes inadequados (Silva, 2000; França et al., 2000). Tal fato foi confir- mado por Miranda et al. (2005), que as- sociaram a variabilidade espacial da qua- lidade dos frutos de melão com caracte- rísticas químicas e físicas dos solos, fos- sem estas inerentes ao solo, ou causadas por práticas inadequadas de manejo, como a aplicação desuniforme de água, fertilizantes e corretivos (Gonçalves et al., 1999; Schlindwein & Anghinoni, 2000; Bergez & Nolleau, 2003).
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Variabilidade espacial da qualidade de frutos de melão em áreas fertirrigadas

Variabilidade espacial da qualidade de frutos de melão em áreas fertirrigadas

N a agricultura, a qualidade e quan- tidade do produto colhido variam de forma espacialmente correlacionada com os fatores de variabilidade no cam- po (STAFFORD et al., 1996). Estes fa- tores influenciam principalmente a dis- ponibilidade de nutrientes, o suprimento de água e as condições para o crescimento das raízes (MANTOVANI et al., 1998). A confecção de mapas de produtividade da cultura deve ser o primeiro passo para a adoção do manejo localizado, pois per- mite a visualização completa da variabi- lidade dos fatores de produção. A análi- se destes mapas e da correlação entre as propriedades do solo e da cultura permi- te a tomada de decisões de manejo asso- ciadas à irrigação e drenagem, ao plan- tio, à aplicação localizada de sementes, Brasileira, Brasília, v.23, n.2, p.242-249, abr-jun 2005.
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Produção e qualidade de frutos de melão submetidos a dois sistemas de irrigação.

Produção e qualidade de frutos de melão submetidos a dois sistemas de irrigação.

O sistema de irrigação por gotejamento foi desenvolvido para alta freqüência de aplicação e manutenção de conteúdo de água no solo, próximo ao limite superior de água disponível (Bresler, 1978; Phene et al., 1979; Phene et al., 1991). A aplicação locali- zada da água nesse sistema evita que a parte aérea e a faixa entre as fileiras de plantio sejam molhadas, minimizando a incidência de doenças foliares e a proliferação de plantas da- ninhas. Dentre as principais vantagens comparativas desse sistema com a ir- rigação por sulcos de infiltração, pode- se destacar o menor consumo de água e utilização de mão-de-obra, obtenção de maior produtividade, elevada efi- ciência de aplicação de água, maior adequação ao uso da fertirrigação, além de adaptar-se aos mais diversos tipos de solo, topografia e clima.
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Alterações morfofisiológicas em plantas de melão e pepino, qualidade de frutos de melão e proteção de pepino contra Colletotrichum lagenarium, ocasionadas pelo paclobutrazol

Alterações morfofisiológicas em plantas de melão e pepino, qualidade de frutos de melão e proteção de pepino contra Colletotrichum lagenarium, ocasionadas pelo paclobutrazol

O Paclobutrazol (PBZ) é um fitorregulador derivado do grupo dos triazóis também utilizado na ativação e regulação de processos envolvidos na biossíntese de defesa de plantas. Este trabalho foi dividido em três experimentos distintos e objetivou: verificar a ação do PBZ sobre as alterações morfofisiológicas em plantas de pepino; a sensibilidade in vitro de isolados de C. lagenarium ao PBZ; e seu potencial elicitor sobre este patógeno. No bioensaio, foram testados dois isolados de C. lagenarium (CLKJ11 e CLKJ25) em seis tratamentos: meio BDA puro (testemunha) e acrescidos com concentrações de PBZ (50, 100, 200 e 400 mg L -1 ), FTT (Tebuconazole + Trifloxystrobin) (100 mg L -1 ) e FTB (Tebuconazole) (200 mg L -1 ). Para avaliar as alterações morfofisiológicas e verificar o potencial elicitor sobre o patógeno, plantas de pepino foram tratadas com quatro doses de PBZ (50, 100, 200 e 400 mg planta -1 ) e suas folhas inoculadas com a suspensão do isolado CLKJ25, na concentração 1x10 -8 conídios mL -1 . O PBZ inibiu o crescimento micelial in vitro de C. lagenarium e demonstrou ser extremamente eficaz na redução do crescimento de plantas de pepino. Além disso, as alterações morfofisiológicas decorrentes da sua aplicação atrasaram a infecção do patógeno nas folhas, proporcionado redução na área foliar lesionada. A melhor concentração de PBZ foi a de 50 mg PBZ L -1 ou 50 mg PBZ planta -1 . Apesar desses resultados, este fitorregulador não pode ser considerado um agente indutor de resistência de plantas devido ao efeito tóxico sobre o patógeno desafiante.
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Influência do Ethrel na expressão do sexo, produtividade e qualidade de frutos de cultivares de melão

Influência do Ethrel na expressão do sexo, produtividade e qualidade de frutos de cultivares de melão

A aplicação do Ethrel ou ethephon, nome comercial do etileno produz diversos efeitos relacionados aos processos fisiológicos, em grandes variedades de cultura, tais como induzir floração, frutificação, maturação e coloração precoce em diversas frutíferas e leguminosas. Este composto peculiar depois de aplicado ás plantas, libera o etileno no tecido vegetal. Uma vez na superfície da folha, ele é prontamente absorvido na planta (TAIZ; ZEIGER, 1991). Tem a capacidade de liberar gás etileno, podendo induzir o florescimento, desbastar os cachos de uva e antecipar o amadurecimento. Este atua em concentrações muito baixas e participa da regulação de praticamente todos os processos de crescimento, desenvolvimento e senescência (FELIPE, 1986).
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Doses de fósforo na produção e qualidade de frutos de melão amarelo

Doses de fósforo na produção e qualidade de frutos de melão amarelo

RESUMO – O fósforo é um dos nutrientes mais importantes para a cultura do meloeiro, que influencia significativamente a economia da região Nordeste. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da aplicação de doses de P na produção e qualidade de frutos de melão amarelo, cultivar Goldex F1. O experimento foi desenvolvido no Colégio Agrícola de Teresina/UFPI, entre maio e agosto de 2008. O delineamento experimental foi montado em 4 blocos casualizados em parcelas (tratamentos principais), com doses de P (0, 120, 240, 360 e 480 kg ha -1 de P 2 O 5 ); as parcelas foram subdivididas no tempo (tratamentos
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Fontes e doses de potássio na produção de frutos e teor de óleos essenciais de coentro

Fontes e doses de potássio na produção de frutos e teor de óleos essenciais de coentro

O potássio (K) é um dos macronutrientes mais exigido pelos cultivos agrícolas sendo o cloreto de potássio a fonte mais utilizada. No entanto, esse fertilizante não é recomendado para diversas culturas devido ao seu alto teor de cloro promover perdas na qualidade do produto final, sendo substituído pelo sulfato de potássio. Objetivou- se neste trabalho avaliar a produção, os teores de macronutrientes, de óleos essenciais e de linalol em frutos de coentro submetidos a diferentes fontes e doses de potássio. O experimento foi realizado em casa de vegetação, em caixas de plásticos com capacidade de 46 kg, tendo uma mistura de solo com areia como substrato. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, em arranjo fatorial 2x4, sendo duas fontes de potássio (cloreto e sulfato de potássio) e quatro doses (50, 100, 150 e 200 mg de K/kg de substrato), com quatro repetições. As maiores produtividades de frutos, teor de fósforo e de enxofre nos frutos foram obtidos em plantas adubadas com K 2 SO 4 . A aplicação de doses crescentes de potássio, independente da fonte, resultou em aumento no teor de K, decréscimo nos teores de Ca e não afetou os teores de N e Mg nos frutos. A maior concentração de óleos essenciais nos frutos (0,15 g) e linalol nos óleos essenciais (0,42 mg), foram obtidas quando se aplicou, respectivamente, 153,8 e 131,3 mg de K/ kg de substrato, utilizando-se K 2 SO 4 .
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ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE ÓLEOS ESSENCIAIS

ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE ÓLEOS ESSENCIAIS

Devido ao aumento da resistência de microrganismos patogênicos a múltiplas drogas e a susceptibilidade de atuarem sobre numerosos tipos de substratos, com dife- rentes temperaturas, pH e condições do meio ambiente, surge a preocupação para a procura de novas alternativas terapêuticas o que incentiva a procura por antibióticos naturais. Os óleos essenciais podem apresentar ação an- timicrobiana por três formas: interferência na dupla ca- mada fosfolipídica da parede celular da bactéria, pelo aumento da permeabilidade e perda dos constituintes celulares, e por alteração de uma variedade de sistemas enzimáticos como os envolvidos na produção de energia celular e síntese de componentes estruturais ou destrui- ção do material genético 22 .
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Óleos essenciais na alimentação de equinos

Óleos essenciais na alimentação de equinos

Mesmo assim, a membrana externa das Gram-negativas confere apenas proteção parcial, pois não é totalmente impermeável a substâncias hidrofóbicas. Compostos de baixo peso molecular, a exemplo do carvacrol e timol, podem interagir com a água via pontes de hidrogênio. Assim, por meio da difusão, essas substâncias cruzam a parede externa através dos lipopolissacarídeos ou proteínas da membrana, chegando à dupla camada fosfolipídica da parede celular interna da bactéria Gram-negativa. Este é um dos principais fatores que conferem ao carvacrol uma potente atividade antimicrobiana. A verificação dos efeitos de alguns óleos essenciais sobre bactérias Gram-negativas constitui-se numa clara limitação, já que esta propriedade reduz a seletividade e aumenta a dificuldade de manipulação da fermentação ruminal (CALSAMIGLIA et al., 2007).
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Extração de Óleos Essenciais para Aplicação como Biopesticidas - Estratégias de Prevenção da Contaminação Ambiental

Extração de Óleos Essenciais para Aplicação como Biopesticidas - Estratégias de Prevenção da Contaminação Ambiental

Para a extração foram utilizadas folhas na fase adulta, saudáveis e frescas, recolhidas a partir dos ramos superiores das plantas. As plantas foram colhidas no dia anterior à extração e depositadas num ambiente com ventilação e protegido da ação direta da luz no laboratório onde se encontravam os equipamentos para a realização das experiências. As porções das plantas que não foram utilizadas no dia da extração foram armazenadas em sacos de plásticos no frigorifico a aproximadamente 3 °C e reutilizadas no máximo até dois dias após a colheita (podem causar variabilidade no rendimento ou qualidade do óleo essencial)
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Atividade antimicrobiana de óleos essenciais

Atividade antimicrobiana de óleos essenciais

A atividade citotóxica é o principal efeito que justifica a sua aplicação contra os fungos e bactérias. Este efeito encontra-se dependente não só da composição química dos óleos essenciais, nomeadamente teor em fenóis, aldeídos e álcoois, mas também do estado de divisão do organismo patogénico. Os óleos essenciais atuam por diferentes mecanismos, avaliados com recurso a diferentes técnicas in vitro e microscopia eletrónica (Bakkali, et al., 2008). Por se tratar de compostos com elevado grau de lipofilia, atravessam a parede e a membrana celular o que provoca a sua permeabilização. Como consequência, nas bactérias observa-se perda de iões, redução do potencial da membrana, colapso da bomba de protões e perda de ATP. Os óleos essenciais podem também coagular o citoplasma e danificar os lípidos e proteínas, conduzindo à lise das células. Já nas células eucarióticas (fungos), os óleos provocam a despolarização da membrana da mitocôndria atuando nos canais de cálcio e outros canais iónicos o que reduz o pH. A redução do pH resulta no colapso da bomba de protões e perda de ATP, tal como nas bactérias. Afetam ainda a fluidez das membranas tornando-as permeáveis, o que permite perda de radicais, iões de cálcio proteínas o que resulta na morte da célula por necrose e apoptose (Bakkali, et al., 2008; Raut e Karuppayil, 2014).
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Alterações  bioquímicas  e  fisiológicas  em  couve  submetidas  à  aplicação  de  óleos  essenciais  e  húmus  de  minhoca

Alterações bioquímicas e fisiológicas em couve submetidas à aplicação de óleos essenciais e húmus de minhoca

Neste contexto, o uso de óleos essenciais de plantas bioativas e de húmus de minhoca surgem como possibilidades de insumos alternativos para ser utilizado na segunda etapa da transição agroecológica. São classificadas como bioativas as chamadas plantas medicinais, aromáticas, condimentares, tóxicas, inseticidas, fungicidas, repelentes, atrativas, entre outras (SCHIEDECK, 2007). Estas plantas possuem compostos secundários que podem desempenhar funções importantes nas interações planta-patógeno, seja através de ação antimicrobiana ou também na ativação de mecanismo de defesa de plantas cultivadas (BONALDO, 2003), ou seja, funcionam como elicitores (STANGARLING et al., 2010). Dentre estas espécies destaca-se o chinchilho (Tagetes minuta L.) e o alecrim (Rosmarinus officinalis L.), ambos de amplo conhecimento dos agricultores da região sul do Brasil e com potencial bioativo comprovado.
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Produtividade e qualidade de frutos de melão pele-de-sapo em duas densidades de plantio.

Produtividade e qualidade de frutos de melão pele-de-sapo em duas densidades de plantio.

Dos aspectos internos do fruto, a fir- meza da polpa é essencial, uma vez que é uma das características que determi- nam o tempo de vida útil pós-colheita de uma cultivar (Menezes et al., 2001). A experiência tem mostrado que frutos de melão do tipo pele-de-sapo quando colhidos com firmeza de polpa na faixa de 26 a 28 N chegam às prateleiras eu- ropéias com boa conservação pós-co- lheita. Com efeito, pode-se inferir, a partir das estimativas das médias de fir- meza da polpa do presente trabalho, que apenas os frutos dos híbridos PS 07 (ex- perimento I) PS 21 (experimento II) não estariam adequados para exportação (Tabela 2).
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Óleos essenciais para o controle pós-colheita do mofo-azul e a qualidade de maçãs 'Fuji'

Óleos essenciais para o controle pós-colheita do mofo-azul e a qualidade de maçãs 'Fuji'

SHAO, X.; CAo, B.; XU, F.; XIE, S.; yU, D.; WANG, H. Effect of postharvest application of chitosan combined with clove oil against citrus green mold. Postharvest Biology and Technology, v.99, p.37-43, 2015. DOI: 10.1016/j.postharvbio.2014.07.014. SILVEIRA, J.P.G.; AMARANTE, C.V.T.; STEFFENS, C.A.; CoRREA, T.R. PAES, F.N. Potencial produtivo e qualidade de frutos de macieiras tratadas com giberelina e inibidor da biossíntese de giberelinas. Revista Brasileira de Fruticultura, v.36, p.771-779, 2014. DOI: 10.1590/0100-2945-352/13.

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Foco, Motivação e Óleos Essenciais

Foco, Motivação e Óleos Essenciais

Sabemos que, como cada indivíduo tem preferências, atitudes e batalhas pessoais únicas, não há uma solução única que ajude todos a se sentirem focados e motivados. Felizmente, há uma variedade de óleos essenciais disponíveis que são conhecidos por suas propriedades calmantes, de controle emocional, animadoras ou revigorantes e têm o potencial de criar um ambiente que é benéfico para promover foco e motivação. Além dos vastos benefícios e opções de aplicação que os óleos essenciais contêm, o uso de óleos essenciais também pode ser combinado com outras práticas para te ajudar a se sentir focado ou motivado.
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NÚMERO DE FRUTOS POR PLANTA NA PRODUÇÃO E QUALIDADE DE MELÃO RENDILHADO CULTIVADO EM SUBSTRATO

NÚMERO DE FRUTOS POR PLANTA NA PRODUÇÃO E QUALIDADE DE MELÃO RENDILHADO CULTIVADO EM SUBSTRATO

O tutoramento das plantas foi feito com fitilhos plásticos presos a arames localizados rente ao vaso e a 2,0m de altura. Quando a planta atingiu máxima altura foi realizada capação, sendo conduzida uma planta por vaso e uma haste por planta. A partir do 8° nó caulinar foi permitido o desenvolvimento dos brotos (hastes secundárias) para a fixação dos frutos. A polinização foi realizada manualmente e os frutos foram fixados entre o 10° e 18° internódios, e sempre que necessário foi efetuado o raleio, para deixar dois, três ou quatro frutos, de acordo com o tratamento estabelecido. Foi realizada a poda apical dos brotos laterais deixando-se uma folha depois do fruto. Para a sustentação dos frutos foram utilizados ganchos feitos com arame encapado e presos através de fios de ráfia aos arames esticados no sentido horizontal.
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