Top PDF Qualidade de vida das mulheres com bexiga hiperativa: Influência das eletroestimulações do nervo tibial posterior e parassacral

Qualidade de vida das mulheres com bexiga hiperativa: Influência das eletroestimulações do nervo tibial posterior e parassacral

Qualidade de vida das mulheres com bexiga hiperativa: Influência das eletroestimulações do nervo tibial posterior e parassacral

Segundo BEZERRA (2013), o termo “bexiga hiperativa” pode ser encontrada na literatura também como sintomas irritativos da bexiga, instabilidade vesical ou hiperatividade do detrusor – onde este último termo pressupõe a análise do Estudo Urodinâmico (EUD) interpretado por contrações da músculo detrusor durante a fase de enchimento vesical (fase da cistometria). De acordo com MORENO (2009), os pacientes que apresentam sinais e sintomas de BH diagnosticado por meio do EUD, é necessário investigar se a causa é neurogênica (se existe uma condição neurológica relevante) ou simplesmente, de origem idiopática (de causa desconhecida). MARQUES et al. (2009) e ABRAMS (2002), afirmam ainda que, o EUD não é obrigatório e a BH é identificada a partir dos sinais clínicos específicos, independente da presença ou ausência das contrações involuntárias do detrusor durante a fase de enchimento vesical. Deste modo, pode-se iniciar o tratamento fisioterapêutico sem necessariamente ter realizado o EUD. A recomendação da ICS para tratamento de primeira linha da BH deve ser a terapia comportamental (mudança de estilo de vida) e a fisioterapia pélvica (terapia conservadora), sendo considerado na diretriz da American Urological Association (AUA) por GORMLEY (2012) como um tratamento que são tão eficazes quanto o tratamento medicamentoso. BOARETTO (2019) reconhece que existem várias opções de tratamento para BH, sendo o usual, o tratamento por medicação oral antimuscarínica (exemplo, Oxibutinina), que são capazes de reduzir as sintomatologias, porém, apresentam efeitos indesejáveis adversos que afetam na Qualidade de Vida (QV). Segundo GORMLEY na publicação do Jornal da AUA (2012), as drogas antimuscarínicas assumem terapia de segunda linha.
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Estudo comparativo entre a eletroestimulação transcutânea do nervo tibial posterior e a transcutânea parassacral no tratamento da Síndrome da Bexiga Hiperativa em mulheres idosas

Estudo comparativo entre a eletroestimulação transcutânea do nervo tibial posterior e a transcutânea parassacral no tratamento da Síndrome da Bexiga Hiperativa em mulheres idosas

A eletroestimulação de superfície tem sido usada no tratamento da Síndrome da bexiga hiperativa. O objetivo do estudo é comparar o efeito da eletroestimulação transcutânea do nervo tibial posterior e da eletroestimulação transcutânea parassacral no tratamento da Síndrome da bexiga hiperativa em idosas. Mulheres idosas diagnosticadas com Síndrome da bexiga hiperativa foram randomizadas em dois grupos de acordo com o tipo eletroestimulação transcutânea: eletroestimulação transcutânea do nervo tibial posterior (G1), transcutânea parassaral (G2).Todas as participantes receberam eletroestimulação (DUALPEX 961 â - marca Quark) de acordo com a locação do grupo, duas vezes por semana, por 30 minutos à baixa frequência (10Hz) por 8 sessões. Todas as pacientes receberam uroterapia. Como avaliação primária foi considerado o questionário de qualidade de vida (ICIQ-SF) e questionário de sintomas miccionais (ICIQ-OAB). Os desfechos secundários foram o diário miccional de 3 dias e o teste do absorvente de 1 hora. Ambos os tratamentos são eficazes na melhora dos sintomas pelos questionários ICIQ-SF (G1 = <0.001; G2 = <0.001) e ICIQ-OAB (G1 = <0.001; G2 = <0.001). No diário de 3 dias, o G1 reduziu o número de noctúria (p<0.001), urgência miccional (p<0.001), e urge-incontinência (p<0.001). Enquanto que no G2 houve diminuição no número de episódios de noctúria (p<0.001). Não houve diferença entre os grupos (p=0,668) no teste do absorvente. Não houve diferença significativa entre os grupos, ambos os tratamentos propostos são eficazes na melhora da Síndrome da Bexiga Hiperativa em idosas. Porém, o grupo de eletroestimulação transcutânea do nervo tibial posterior apresentou melhora em mais variáveis comparado ao grupo de eletroestimulação parassacral.
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Qualidade de vida de mulheres com bexiga hiperativa refratária tratadas com estimulação elétrica do nervo tibial posterior.

Qualidade de vida de mulheres com bexiga hiperativa refratária tratadas com estimulação elétrica do nervo tibial posterior.

Os critérios de exclusão foram idade inferior a 18 anos, pre- sença dos sintomas irritativos do trato urinário inferior decor- rentes de BH com comprometimento neurológico, gestantes ou mulheres que tinham a intenção de engravidar durante o estudo, presença de infecção no trato urinário demonstrado por urocultura atual ou no último ano, diagnóstico de câncer vesical, carcinoma vesical in situ, malignidade vesical, cistite intersticial diagnosticada, litíase no trato urinário, doença cardiopulmonar severa, uso de marcapasso cardíaco, presença de afecções ginecológicas ou na pelve, diabetes descompen- sada há mais de seis meses, presença de qualquer doença neurológica, realização de outras formas de fisioterapia para os sintomas urinários durante o estudo, obstrução vesical demonstrada pelo estudo fluxo-pressão, uso de medicação anticolinérgica para o tratamento da BH, de antidepressivos tricíclicos, alfa-bloqueadores, adrenérgicos e antidepressivos, em duas semanas antes do estudo ou durante ele.
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Estudo prospectivo e randomizado da comparação da eletroestimulação do nervo tibial posterior versus oxibutinina verusu a associação da eletroestimulação do nervo tibial posterior com a oxibutinina no tratamento de mulheres com síndrome da bexiga hipertat

Estudo prospectivo e randomizado da comparação da eletroestimulação do nervo tibial posterior versus oxibutinina verusu a associação da eletroestimulação do nervo tibial posterior com a oxibutinina no tratamento de mulheres com síndrome da bexiga hipertativa = Randomized prospective study of comparison of posterior tibial nerve stimulation versus oxybutynin versus association of posteior tibial nerve stimulation with oxybutynin in the treatment of women with overactive bladder syndrome

Pacientes e Métodos: Foram randomizado 75 mulheres com sintomas clínicos de bexiga hiperativa, divididas em 3 grupos de 25 pacientes, grupo I (G I) – eletroestimulação do nervo tibial posterior (EENTP), grupo II (G II) – oxibutinina e grupo III (G III) – eletroestimulação + oxibutinina (Multimodal). Todas pacientes responderam os questionários “International Consultation on Incontinence Short- Form” (ICIQ-Short-Form) e “International Consultation on Incontinence-OAB” (ICIQ-OAB) para avaliar a presença de incontinência urinária e os sintomas de bexiga hiperativa com escala analógica de zero a dez para quantificar o impacto causado por cada sintoma na qualidade de vida, e preencheram um diário miccional de três dias. Foram reavaliadas após o tratamento.
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Efeito da eletroestimulação no nervo tibial posterior para bexiga hiperativa em mulheres: revisão sistemática

Efeito da eletroestimulação no nervo tibial posterior para bexiga hiperativa em mulheres: revisão sistemática

condição que tem como principal causa a hiperatividade do músculo detrusor e que afeta muitas mulheres. Tem origem idiopática quando não está vinculada a outra patologia. Em contrapartida, quando possui origem neurogênica, tem como causas alterações neurológicas associadas ao mecanismo da micção. Os tratamentos utilizados para a bexiga hiperativa são medicamentoso, fisioterapia e terapia comportamental. Um dos métodos utilizados na fisioterapia é a eletroestimulação do nervo tibial posterior (PTNS), cujo objetivo é impossibilitar a contração involuntária do músculo detrusor de forma exacerbada. OBJETIVO: Identificar o efeito do uso da eletroestimulação percutânea no nervo tibial posterior como forma de tratamento em mulheres com diagnóstico de bexiga hiperativa associada à perda urinária. MATERIAIS E MÉTODOS: Uma revisão sistemática de literatura, que utilizou artigos de ensaios clínicos randomizados encontrados na base de dados Cochrane. A busca dos artigos foi realizada por dois revisores no período compreendido entre agosto e outubro de 2017, realizada de seguinte forma (Urinary Bladder, Overactive AND Tibial nerve AND Transcutaneous Electric Nerve Stimulation). Resultados: Foram encontrados 17 artigos; destes, 4 foram selecionados. As variáveis dos artigos analisados foram noctúria, urgência miccional, qualidade de vida, frequência urinária. O PTNS apresentou-se como um método eficaz para o controle da frequência urinária, a noctúria e a incontinência urinária de urgência. CONCLUSÃO: O tratamento através da eletroestimulação percutânea no nervo tibial posterior (PTNS) torna-se um método eficaz, para o controle da frequência
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Tratamento da Síndrome da Bexiga Hiperativa refratária: Toxina botulínica vs Neuromodulação sagrada

Tratamento da Síndrome da Bexiga Hiperativa refratária: Toxina botulínica vs Neuromodulação sagrada

As terapêuticas apresentadas são eficazes a curto e longo prazo, apesar de poderem estar associadas a diminuição da mesma ao longo do tempo e uma percentagem importante de doentes não alcançar a continência completa. São ambas custo-efetivas nas condições em que atualmente se realizam. Os efeitos adversos a que se associam não são desprezíveis e devem ser considerados, na medida em que podem influenciar a escolha e satisfação do doente. Assim sendo, a escolha da terapêutica deve ser adequada a cada indivíduo, de acordo com as suas comorbilidades, patologias concomitantes e, eventualmente, com alguns fatores atualmente identificados como preditores de resposta à terapêutica, onde se incluem características clínicas e urodinâmicas. Deste modo, de acordo com os estudos apresentados, os doentes que mais podem beneficiar da terapêutica com toxina botulínica são mulheres em que a incontinência urinária faça parte da constelação de sintomas da síndrome de bexiga hiperativa. Dos indivíduos com incontinência urinária, os doentes mais jovens e com menos comorbilidades apresentam melhor resposta à terapêutica. Urodinamicamente, deve-se considerar esta abordagem em doentes que apresentem MCC > 100mL, BC > 10 mL/cm H 2 O com ou sem
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Tratamento da síndrome da bexiga hiperativa refratária : toxina botulínica vs neuromodulação sagrada

Tratamento da síndrome da bexiga hiperativa refratária : toxina botulínica vs neuromodulação sagrada

As terapêuticas apresentadas são eficazes a curto e longo prazo, apesar de poderem estar associadas a diminuição da mesma ao longo do tempo e uma percentagem importante de doentes não alcançar a continência completa. São ambas custo-efetivas nas condições em que atualmente se realizam. Os efeitos adversos a que se associam não são desprezíveis e devem ser considerados, na medida em que podem influenciar a escolha e satisfação do doente. Assim sendo, a escolha da terapêutica deve ser adequada a cada indivíduo, de acordo com as suas comorbilidades, patologias concomitantes e, eventualmente, com alguns fatores atualmente identificados como preditores de resposta à terapêutica, onde se incluem características clínicas e urodinâmicas. Deste modo, de acordo com os estudos apresentados, os doentes que mais podem beneficiar da terapêutica com toxina botulínica são mulheres em que a incontinência urinária faça parte da constelação de sintomas da síndrome de bexiga hiperativa. Dos indivíduos com incontinência urinária, os doentes mais jovens e com menos comorbilidades apresentam melhor resposta à terapêutica. Urodinamicamente, deve-se considerar esta abordagem em doentes que apresentem MCC > 100mL, BC > 10 mL/cm H 2 O com ou sem
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Influência da atividade física na qualidade de vida e auto-imagem de mulheres incontinentes.

Influência da atividade física na qualidade de vida e auto-imagem de mulheres incontinentes.

IU,apresentaram diminuição significativa tanto no número de partes do corpo em que referiam sentir dores, como também no número de partes de que referiam “não gostar”. Esses dados reforçam a importância de propostas de atividade física para mulheres com IU que, além dos exercícios direcionados ao fortalecimento da musculatura do períneo, levem em conta a saúde global da pessoa e promovam experiências corporais integradas, que levem os indivíduos a sentimentos de prazer e satisfação. Essas tendem a facilitar o desenvolvimento de uma imagem corporal mais positiva e coesa, em detrimento de experiências corporais fragmentadas que, além de limitar os benefícios da prática de atividade física, podem enfatizar aspectos negativos da pessoa e assim estimular uma percepção negativa e desagradável do corpo.
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Aneurisma verdadeiro bilateral de artéria tibial posterior.

Aneurisma verdadeiro bilateral de artéria tibial posterior.

diagnóstico do aneurisma à direita; assim como ocorre em muitos casos com o aneurisma da artéria poplítea, houve desenvolvimento posterior de um aneurisma na artéria contralateral. Merece também destaque, neste caso, a presença do aneurisma trombosado da artéria peroneira esquerda, porém, a presença de aneurismas em sítios diferentes é também observada em outros tipos de aneurismas periféricos 1,2,6-10 .

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Influência do exercício físico na qualidade de vida de mulheres pós-menopáusicas com osteoporose.

Influência do exercício físico na qualidade de vida de mulheres pós-menopáusicas com osteoporose.

O presente estudo teve por objetivo realizar uma revisão sobre a associac¸ão entre exercício físico e qualidade de vida em mulheres pós-menopáusicas com osteoporose. Foi realizada busca nas bases de dados PubMed, Scielo, SpringerLink e Sport Discus a fim de identificar artigos relevantes que tratassem dessa associac¸ão. Utilizaram-se os seguintes descritores, em língua inglesa e portuguesa: osteoporosis, exercise, menopause, women, physical activity, quality of life/osteoporose, exercício físico, menopausa, mulheres, atividade física, qualidade de vida. Com relac¸ão à qualidade de vida e aspectos físicos como forc¸a e equilíbrio, com excec¸ão de dois estudos encontrados, os demais relataram melhoria na qualidade de vida e nos indicadores físicos das participantes. A intervenc¸ão com exercício físico demonstrou ser fundamental para o aprimoramento da qualidade de vida de mulheres na pós-menopausa que sofrem de osteoporose. Atividades que têm por objetivo o aperfeic¸oamento da forc¸a e do equilíbrio são essenciais para evitar a ocorrência de quedas e, consequentemente, reduzir a incidência de fraturas nessa populac¸ão.
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A influência do método pilates sobre a qualidade de vida em mulheres climatéricas

A influência do método pilates sobre a qualidade de vida em mulheres climatéricas

O MOS SF-36 foi validado no Brasil por Ciconeli et al em 1999 11 , é um questionário que se baseia no pressuposto de que qualidade de vida é um construto subjetivo, multidimensional, sendo constituído por 36 questões, que abrangem 8 domínios: capacidade funcional, aspectos físicos, dor, estado geral de saúde, vitalidade, aspectos sociais, aspectos emocionais e saúde mental. Os quatro primeiros domínios compõem o Sumário do Componente Físico (SCF), e os quatro últimos, o Sumário do Componente Mental (SCM). Para a obtenção dos escores, as questões foram pontuadas de acordo com normas pré-estabelecidas. Posteriormente, os valores das questões foram transformados em escores, para cada um dos oito domínios. Após ponderação dos dados e cálculo de raw scale, cada domínio, analisado separadamente, resultou num escore que varia de zero a cem, onde 0 representa o pior estado de saúde e 100 o melhor.
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A influência da dor e da espiritualidade na qualidade de vida das mulheres com câncer de mama

A influência da dor e da espiritualidade na qualidade de vida das mulheres com câncer de mama

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO - (TCLE) Senhora, este é um convite para você participar voluntariamente da pesquisa intitulada: “INFLUÊNCIA DA DOR E DA ESPIRITUALIDADE NA QUALIDADE DE VIDA EM MULHERES COM CÂNCER DE MAMA”, que é coordenada e desenvolvida por Ana Katherine da Silveira Gonçalves, juntamente com Weruska Alcoforado Costa. Sua participação é voluntária, o que significa que você poderá desistir a qualquer momento, retirando seu consentimento, sem que isso lhe traga nenhum prejuízo ou penalidade. Caso decida aceitar o convite, você participará da pesquisa, em horário ou momento em que você deseje escolher, de acordo com os seus dias de atendimento seja no ambulatório de mastologia, clínica da dor e/ou nos dias de tratamentos quimioterápico ou radioterápico, portanto sem custos de deslocamento.
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Fatores associados à Síndrome da Bexiga Hiperativa em idosas da comunidade : um estudo transversal

Fatores associados à Síndrome da Bexiga Hiperativa em idosas da comunidade : um estudo transversal

A prevalência e os fatores de risco associados aos sintomas geniturinários em mulheres têm sido bastante estudados, tais como: idade, índice de massa corpórea, paridade, prática de atividade física, tabagismo, etilismo, dentre outras. As diferenças de prevalência são identificadas nos diversos grupos etários e em diferentes populações. Todavia, no Brasil, são poucos os estudos sobre esta prevalência ou até mesmo sobre seus fatores de risco, como por exemplo, em mulheres idosas 7-16 . Observa-se, inclusive, que os resultados destes estudos são bastante conflitantes 23 .
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Polimorfismo dos receptores Beta 3 adrenérgicos e sua correlação com a síndrome de bexiga hiperativa

Polimorfismo dos receptores Beta 3 adrenérgicos e sua correlação com a síndrome de bexiga hiperativa

Baseado nessa origem multifatorial,coube ao presente estudo ressaltar a importância dos receptores adrenérgicos ( -AR) presentes no detrusor de diversos mamíferos, incluindo os humanos, que apresentam a função de mediar o relaxamento vesical durante o armazenamento urinário (Morita et al, 1990; Li et al, 1992; Andersson, 1993). Inicialmente, foram identificados dois tipos de receptores, os 1 e os 2, sendo que, na maioria das espécies, os receptores 2 possuíam a função mais importante no relaxamento vesical (Maggi, Meli, 1982; Levin et al, 1988). Em humanos, a hipótese de que o relaxamento vesical dependeria de um terceiro tipo de receptor adrenérgico resultou do fato de que a substância comumente utilizada para induzir o relaxamento vesical (isoproterenol), não era inibido pelo practolol (antagonista seletivo 1) e nem pela butoxamina (antagonista seletivo 2), sugerindo que havia um terceiro subtipo envolvido nessa função (Nergardh et al, 1977; Larssen, 1979). Como já se sabia da existência de um terceiro tipo de receptor adrenérgico envolvido na mediação de funções metabólicas de lipólise, termogênese e processos de motilidade gastrointestinal, este terceiro receptor começou a ser investigado também na bexiga (Arch et al, 1984; Bond, Clark, 1988).
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Estudo comparativo da ação do fator de crescimento de fibroblastos e fragmentos de nervo na regeneração de nervo tibial em ratos.

Estudo comparativo da ação do fator de crescimento de fibroblastos e fragmentos de nervo na regeneração de nervo tibial em ratos.

Para análise dos resultados utilizamos também o teste de Mann- Whitney, o que analisa os lados como entidades isoladas. Este teste trabalha com a média dos postos de cada grupo, não retirando o efeito individual dos ratos. O teste de Wilcoxon analisa também os postos, verificando as diferenças de cada rato. Todos os testes demonstraram que havia diferença estatisticamente significante. O uso de tubo de silicone como enxerto de nervo periférico tem sido objeto de pesquisa de inúmeros autores, porém os resultados mostraram que não podem ser usados como substituto de enxerto de nervo autólogo. Alguns bons resultados (6,23) são discordantes de
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Estudo radiográfico da inserção tibial do ligamento cruzado posterior.

Estudo radiográfico da inserção tibial do ligamento cruzado posterior.

O objetivo do nosso estudo foi definir as distâncias radi- ográficas dos centros das inserc¸ões tibiais das bandas do ligamento cruzado posterior até as corticais medial e late- ral da tíbia, nas radiografias em anteroposterior, e desses centros até o ponto mais proximal da faceta do LCP, nas radi- ografias em perfil, a fim de que possam orientar a criac¸ão de túneis anatômicos, durante as cirurgias, e para que sirvam de parâmetros analíticos do posicionamento dos túneis ósseos, no pós-operatório.

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Qualidade de vida em mulheres adultas mastectomizadas

Qualidade de vida em mulheres adultas mastectomizadas

Estes resultados vão ao encontro do estudo de Hughet et al. (2009), quando afirmam que mulheres mais jovens têm uma QV inferior às mais velhas, pois estas são mais resilientes, aceitam melhor a doença e o seu tratamento, ao contrário das primeiras, que possuem maior risco de disfunção sexual e stresse psicológico, menor amadurecimento para lidar com o processo de doença, além de terem os seus planos de maternidade adiados ou mesmo abandonados em decorrência do tratamento. Também Rebelo, Rolim, Carqueja e Ferreira (2007) no estudo desenvolvido sobre a avaliação da QV em mulheres com cancro da mama, onde utilizaram a mesma escala (EORTC), verificaram que as mulheres mais velhas apresentavam, comparativamente com as mais jovens, melhor QV, em termos de funcionamento físico e sexual e mais problemas sintomáticos. Aspetos como o valor atribuído à mama e a feminilidade, variam com a idade e os diferentes momentos de vida, pelo que Kenny et al. (2000) verificaram que as mulheres mais velhas apresentam melhores scores de QV. Diversos aspetos a ter em conta que podem justificar os resultados obtidos para o presente estudo.
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Estudo da anatomia do nervo tibial e seus ramos ao nível do terço distal da perna.

Estudo da anatomia do nervo tibial e seus ramos ao nível do terço distal da perna.

Objetivo: Determinar, através de dissecção em cadáveres frescos, a anatomia topográfica do nervo tibial e seus ramos ao nível do tor- nozelo, em relação ao túnel do tarso. Métodos: Foram realizadas dissecções bilaterais em 26 cadáveres frescos e as localizações da bifurcação do nervo tibial e seus ramos aferidas em milímetros, com relação ao eixo maleolar-calcaneal (EMC). Para os ramos calcâneos, a quantidade e seus respectivos nervos de origens também foram analisados. Resultados: A bifurcação do nervo tibial ocorreu sob o túnel em 88% dos casos e proximalmente em 12%. Quanto aos ramos calcâneos, o medial apresentou-se com um (58%), dois (34%) e três (8%) ramos, com a origem mais comum do nervo tibial (90%) e o inferior com ramo único por perna, tendo o nervo plantar lateral como origem mais comum (70%). Nivel de Evidência V, Opinião de especialista.
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Qualidade de vida de mulheres com cancro da mama

Qualidade de vida de mulheres com cancro da mama

O cancro da mama, assim como o cancro de maneira geral, é considerado uma doença multifatorial, determinada por fatores conhecidos e alguns fatores que permanecem obscuros. Dentre os fatores conhecidos estão a idade, onde se verifica que mulheres mais velhas estão mais suscetíveis ao cancro da mama; as características reprodutivas, nomeadamente a menarca precoce, a menopausa tardia, a idade ao nascimento do primeiro filho depois dos 30 anos ou a nuliparidade; a história familiar de cancro da mama e a predisposição genética ao desenvolvimento de cancro da mama, mais especificamente a presença de mutações nos genes BRCA1 ou BRCA2; o estilo de vida e a dieta. O uso de anticoncepcionais combinado orais pode estar associado a um maior risco de desenvolvimento do cancro da mama, porém esta associação permanece em estudos, não sendo comprovada até o momento. Não é, no entanto , necessário que estes fatores estejam presentes para o desenvolvimento do cancro da mama. Por outro lado, sabe-se que uma dieta equilibrada combinada com a prática regular de exercícios físicos, a gestação do primeiro filho próxima dos 20 anos, e a amamentação ao peito podem ser fatores protetores contra o desenvolvimento do cancro da mama (Coyle, 2009).
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