Top PDF Qualidade operacional da colheita mecanizada de amendoim em sucessão a cana de açúcar

Qualidade operacional da colheita mecanizada de amendoim em sucessão a cana de açúcar

Qualidade operacional da colheita mecanizada de amendoim em sucessão a cana de açúcar

O amendoim (Arachis Hypogaea L.) é uma oleaginosa de grande importância no mercado nacional e internacional, no Brasil, o amendoim aos anos 70 obteve um déficit em sua produção, devido, principalmente, a fatores tecnologicos. Hoje é utilizado amplamente em rotação de cultura na região sudeste, aonde vêm ganhado força e mercados internos. No processo de colheita do amendoim ocorrem muitas perdas, e um dos fatores pertinente a estas perdas, são a uma característica peculiar da plantas, a formação da vagem abaixo da superfície do solo, desta forma fica difícil a determinação da maturação do seu fruto. Assim, objetivou-se neste trabalho avaliar a qualidade do processo da colheita do amendoim através do controle estatístico do processo. O experimento foi realizado em duas localidades situadas na região do Triangulo Mineiro no Estado de Minas Gerais, onde 20 amostras foram coletadas para cada variável analisadas, perdas visíveis no arranquio (PVA), perdas invisíveis no arranquio (PIA) e perdas totais no arranquio (PTA). O delineamento experimental seguiu as premissas do Controle Estatístico de Processos, por meio do uso de cartas de controle de valores individuais e amplitude móvel, além de análise descritiva para cada indicador de qualidade. Verificou-se que as perdas invisíveis e totais no arranquio foram as mais criticas, atendendo pouca as exigências dos indicadores de qualidade refletindo nas maiores perdas e na menor qualidade do processo. No entanto parte do processo se manteve sob controle para a maioria dos indicadores avaliados, indicando que os dados ficaram próximos às médias encontradas apontando, assim, temos uma boa qualidade do processo.
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Qualidade operacional do plantio de cana-de-açúcar.

Qualidade operacional do plantio de cana-de-açúcar.

O trabalho foi dividido em três etapas (Figura 1): definição dos indicadores críticos; avaliação dos itens e propostas de melhorias; implantação e avaliação das melhorias. Para apoiar o desenvolvimento do trabalho foi formada uma equipe com os profissionais pertencentes ao quadro de funcionários da empresa, denominada equipe técnica. Esta equipe constituiu-se de dois engenheiros agrônomos, responsáveis pelo suporte técnico da usina e sete técnicos agrícolas, coordenadores das áreas de: preparo de solo, transporte, plantio e colheita mecanizada, plantio semimecanizado, operações com piloto automático, adubação e tratos culturais e topografia.
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Controle estatístico aplicado ao processo de colheita mecanizada de cana-de-açúcar.

Controle estatístico aplicado ao processo de colheita mecanizada de cana-de-açúcar.

Conforme DODSON (1998), sob o ponto de vista agronômico, a qualidade pode ser definida como a realização de operações agrícolas ou a obtenção de produtos que estão dentro de especificações ou de determinados padrões agronômicos recomendados. O autor constatou, ainda, que fatores relacionados com a qualidade não são avaliados adequadamente, dificultando a verificação de sua influência no rendimento financeiro de produção. O CEP foi utilizado pelo autor para identificar pontos que apresentassem problemas e que não se adequassem às especificações agronômicas, na operação de semeadura de milho. Assim, DODSON (1998) procurou comprovar que a qualidade operacional exerce influência no rendimento final, uma vez que indicadores de qualidade escolhidos se mostraram adequados para inferir se o resultado da operação alcançou ou não a qualidade desejada. A sugestão para abrir nova linha de pesquisa, em fatores ligados à qualidade de implantação e condução de lavouras, é válida, pois os resultados obtidos foram satisfatórios.
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Desempenho efetivo e influência no sistema de limpeza da colheita mecanizada de cana-de-açúcar utilizando diferentes velocidades de deslocamento e rotações do extrator primário

Desempenho efetivo e influência no sistema de limpeza da colheita mecanizada de cana-de-açúcar utilizando diferentes velocidades de deslocamento e rotações do extrator primário

O uso de colhedoras automotrizes representa um avanço da mecanização na colheita da cana-de-açúcar, sendo utilizada principalmente em áreas com topografia adequada, ou seja, com declividades abaixo de 12%. Entretanto, ainda são necessárias diversas alterações técnicas, como: sistematização dos terrenos e dimensionamento de talhões para reduzir o número de manobras; determinação do espaçamento mais adequado juntamente a um paralelismo na sulcação, para que evite o pisoteio da soqueira da cana-de-açúcar, além da utilização de variedades adequadas para o processo da colheita mecanizada, havendo, ainda, aquelas mudanças relacionadas à capacidade operacional das máquinas, melhorias na qualidade de matéria-prima colhida e na redução das perdas, o que proporcionaria ganhos na capacidade de colheita e na produtividade agrícola da cultura (BENEDINI; DONZELLI, 2007).
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Desempenho operacional da colheita mecanizada de cana-de-açúcar (saccharum spp.) em função da velocidade de deslocamento e rotação do motor da colhedora

Desempenho operacional da colheita mecanizada de cana-de-açúcar (saccharum spp.) em função da velocidade de deslocamento e rotação do motor da colhedora

A matéria-prima com qualidade tecnológica considerada ideal para o processamento industrial deve conter colmos maduros ou em estágio avançado de maturação, sadios, recém-cortados, livres de impurezas e com o mínimo possível de ocorrência de pragas ou doenças (MAGALHÃES et al., 2008). Segundo os autores, a planta da cana-de-açúcar é composta pelo colmo industrializável (porção da planta que vai do solo ao ápice, até um ponto fácil de ser quebrado, representando 81,2% do total da biomassa), o ponteiro ou palmito (está acima do colmo, com cerca de 200 mm de comprimento e representa, cerca de, 6,1% do total), as folhas verdes do ápice (estão juntas aos ponteiros, 5,6%) e as folhas secas ou palha (estão unidas ao colmo pelas laterais, representam em torno de 7,1% do total).
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Efeito da Aplicação de um Sistema de Automação Agrícola em Colheita Mecanizada de Cana-de-Açúcar como Ferramenta de Gestão e Controle de Custo Operacional

Efeito da Aplicação de um Sistema de Automação Agrícola em Colheita Mecanizada de Cana-de-Açúcar como Ferramenta de Gestão e Controle de Custo Operacional

Nos últimos dez anos, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro apresentou um crescimento expressivo de 70,36%, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA, 2019). Com o constante crescimento da cadeia produtiva do agronegócio brasileiro, os produtores buscam cada vez mais investir em tecnologia e inovação, visando melhoria na qualidade do produto, eficiência produtiva e melhor rentabilidade financeira. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da implantação de um sistema de automação agrícola em colheita de cana-de-açúcar mecanizada, de forma a identificar o comportamento dos custos operacionais de produção em uma usina no interior de São Paulo. Para realização da pesquisa, optou-se pela pesquisa exploratória qualitativa, com utilização de estudo de caso, e com levantamento bibliográfico. Foi possível constatar que o processo de corte, colheita e transporte, quando mecanizados, tendem a ser menos oneroso para as empresas deste segmento e os investimentos necessários para viabilizar a operação foram amortizados no período de dois anos. Também se observou que o processo de mecanização agrícola proporciona o uso de ferramentas gerenciais para obtenção de informações ágeis, on-line e precisa, diminuindo o uso de planilhas manuais e controles paralelos, com reflexos na redução de erros e atrasos na tomada de decisão.
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Planejamento da qualidade no processo de colheita mecanizada da cana-de-açúcar

Planejamento da qualidade no processo de colheita mecanizada da cana-de-açúcar

O processo de produção de cana-de-açúcar é constituído de uma série de operações desde o preparo do solo à colheita e o transporte de matéria prima para a Usina. Essas operações são interdependentes e podem ser interpretadas como uma relação cliente - fornecedor. A colheita é uma operação de extrema importância devido ao fornecimento contínuo de matéria prima à indústria. Ela é a última operação da área agrícola, e recebe influência de muitas outras tais como: reforma da área para sistematização, aumentando o rendimento operacional da colhedora; variedades plantadas, de forma a otimizar as mudanças das frentes de colheita e o teor de açúcar total recuperável (ATR); cultivo bem realizado, para que não haja formação de torrões próximos à linha da cultura e consequentemente transporte de terra à indústria; controle efetivo de plantas daninhas, evitando assim paradas das colhedoras para limpeza e envio de matéria estranha vegetal para a indústria, entre outros fatores.
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Balanço de gases de efeito estufa e emissões de CO2 do solo nos sistemas de colheita da cana-de-açúcar manual queimada e mecanizada crua

Balanço de gases de efeito estufa e emissões de CO2 do solo nos sistemas de colheita da cana-de-açúcar manual queimada e mecanizada crua

As emissões de compostos orgânicos referentes à cultura da cana foram associadas com as aplicações de torta de filtro e vinhaça. Estes são subprodutos da produção de açúcar e etanol. A vinhaça é um líquido, cujo teor de matéria seca corresponde a cerca de 4% (vinhaça diluída), e 50% (vinhaça concentrada) (DOELSCH et al. 2009). Dependendo das doses de aplicação, a vinhaça poderia resultar em impactos positivos (aumento de carbono orgânico, densidade do solo e aumento de produtividade da cultura) ou efeitos negativos no ambiente (TEJADA & GONZALEZ, 2005). Para cada litro de etanol produzido nas destilarias, 12 a 14 litros de vinhaça são gerados; assim, em 1 hectare de cana-de-açúcar, considerando-se o rendimento de 81 t de cana ha -1 , podemos ter de 82.620 a 96.390 litros de vinhaça. No cálculo utilizado, o conteúdo de N da vinhaça foi considerado como sendo 0,368 kg de N m -3 , com a taxa
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Colheita de cana-de-açúcar com auxílio mecânico.

Colheita de cana-de-açúcar com auxílio mecânico.

Ademais, atualmente, o processo de colheita da cana vem sofrendo, também, modificações em função da entrada em foco do aproveitamento do palhiço para aplicações não consolidadas ainda comercialmente, tais como geração de energia e cobertura vegetal para agricultura convencional ou orgânica. Perfila-se, dessa forma, novo conceito de colheita, que visa ao aproveitamento integral da cultura, envolvendo operações adicionais para a retirada do palhiço e a disposição adensada de colmos e palhiço para o transporte. Essa abordagem tem implicações profundas nos processos convencionais de colheita, tanto manual quanto mecânica, implicações essas associadas às perdas de colmos, contaminação do produto com matéria-prima mineral, altos investimentos para a colheita e a recuperação do palhiço, além da inviabilidade econômica do despalhamento manual. Cabe destacar os esforços realizados pelos usuários e fabricantes para adaptar as máquinas a essa nova realidade, mas o sucesso tem sido parcial e tudo indica que os princípios utilizados por esses equipamentos precisam ser reformulados para enfrentar as novas exigências da colheita integral da planta.
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QUALIDADE NA COLHEITA MECANIZADA DE MILHO SEMEADO EM DIFERENTES VELOCIDADES

QUALIDADE NA COLHEITA MECANIZADA DE MILHO SEMEADO EM DIFERENTES VELOCIDADES

RESUMO - As perdas na colheita podem estar relacionadas tanto a colhedora, como também a fatores ligados a cultura como: mau preparo do solo, densidade de plantas, inadequação da época de semeadura são alguns deles. O presente estudo objetivou determinar a influência da velocidade de semeadura no processo de colheita mecanizada de milho, por meio do controle de qualidade do processo. O experimento foi conduzido em Latossolo Vermelho, textura argilosa e relevo suave ondulado. O delineamento foi baseado na óptica do Controle Estatístico de ProcessoCEP, onde os dados foram coletados em pontos aleatórios em função do tempo. Os indicadores de qualidade avaliados foram divididos em parâmetros de semeadura (população de plantas e distribuição longitudinal de plântulas); e de colheita (Perdas de grãos e distribuição de palha) em função de seis velocidades de deslocamento (aproximadamente 2,0; 4,0; 6,0; 9,0; 10,0 e 12,0 Km.h -1 ). Os dados foram submetidos a análise descritiva para análise do comportamento. Como ferramentas do controle estatístico de processo utilizou-se, run charts ou gráfico sequencial e carta de controle de valores individuais para análise da qualidade do processo. A maior velocidade (V6) apresentou a maior variabilidade dos dados para todas as variáveis. A operação da colheita mecanizada de milho foi influenciada por fatores extrínsecos e intrínsecos a ela. Palavras-chave: Controle estatístico de processo, espaçamentos normais, perdas, população de plantas.
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COLHEITA MECÂNICA DA CANA-DE-AÇÚCAR: ALGUNS PARÂMETROS

COLHEITA MECÂNICA DA CANA-DE-AÇÚCAR: ALGUNS PARÂMETROS

A crescente demanda brasileira pelo álcool combustível tem sido motivada pelos constantes aumentos do petróleo com reflexos imediatos no preço da gasolina. Some-se a isso o fato do país ter desenvolvido a tecnologia dos motores bicombustíveis, que permite aos consumidores escolher o tipo de combustível que irão usar: álcool e/ou gasolina. Maiores demandas pelo álcool implicam em maior produção do combustível, que por sua vez requer maiores quantidades de matéria-prima: a cana-de-açúcar. Neste contexto, os programas de melhoramento genético da gramínea têm tido papel fundamental ao desenvolver variedades mais produtivas. Anualmente, novas variedades são lançadas no mercado prometendo maiores produtividades e melhor adaptação à mecanização. No presente, as principais siglas de variedades no Brasil são: CTC (Centro de Tecnologia Canavieira), IAC (Instituto Agronômico de Campinas) e RB (Ridesa). Atualmente, os produtores podem contar com mais de 50 cultivares produzidos pelo três centros, tornando mais complexa a decisão pelo plantel varietal mais adequado às suas necessidades edafoclimáticas e de manejo. A escolha das variedades de cana-de-açúcar que serão cultivadas é de suma importância para o produtor, sendo assim, ele deverá estar atento a um conjunto de características que serão fundamentais para a produtividade dos seus canaviais, tais como: maior produção por unidade de área, melhor adaptação à região de cultivo, melhores características agroindustriais, resistência a doenças e pragas, e, obviamente, aptidão à colheita mecanizada.
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COLHEITA MECÂNICA E MANUAL DA CANA-DE-AÇÚCAR: HISTÓRICO E ANÁLISE

COLHEITA MECÂNICA E MANUAL DA CANA-DE-AÇÚCAR: HISTÓRICO E ANÁLISE

No âmbito da produção agrícola, é importante que se reconheça que 60% do custo de produção do etanol e açúcar é representado pela matéria-prima, sendo o restante representado pelo processamento e custos administrativos, de transporte e de distribuição. Neste âmbito, a colheita mecanizada da cana, que tem crescido nos últimos anos, é tema importante e altamente relevante. Atualmente, 40% da área colhida de cana-de-açúcar utiliza o processo mecanizado de colheita, com ou sem queima previa para limpeza do canavial, principalmente em áreas com topografia adequada e com problemas relacionados a disponibilidade de mão-de-obra. Contudo, a adoção do sistema mecanizado de colheita de cana picada introduz certos inconvenientes, tais como aumento dos índices de impurezas na carga, que implicam a redução da qualidade tecnológicas da matéria-prima fornecida para moagem e perdas de cana no campo (MAGALHÃES; BRAUNBECK, 1998).
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Atributos químicos e qualidade da matéria orgânica do solo em sistemas de colheita de cana-de-açúcar com e sem queima.

Atributos químicos e qualidade da matéria orgânica do solo em sistemas de colheita de cana-de-açúcar com e sem queima.

Além disso, nas áreas de 12 anos, o grau de humificação dos AH foi semelhante entre os sistemas  de colheita nas três metodologias (Kalbitz et al., 1999;  Zsolnay et al., 1999; Milori et al., 2002). A área sem  queima apresentou maior deposição da palhada do que a área queimada, e esperava-se menor grau de humificação. Entretanto, isso não foi observado e pode  ser resultado tanto do pouco tempo de adoção desse sistema de colheita quanto do estímulo à atividade microbiana e à degradação da MOS mais recalcitrante, já presente no solo em consequência da deposição do  ponteiro da cana-de-açúcar (efeito priming) (Fontaine et al., 2007), que ocorre mesmo em áreas queimadas. Os graus de humificação semelhantes, entre os tratamentos  com 12 anos e entre as profundidades, também podem ser explicados pela homogeneização do solo, decorrente das operações de preparo que ocorrem durante a reforma do canavial (Favoretto et al., 2008; Segnini et al., 2013).
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Análise do custo energético de produção de cana-de-açúcar: lavoura mecanizada e não-mecanizada

Análise do custo energético de produção de cana-de-açúcar: lavoura mecanizada e não-mecanizada

O custo de energia de óleo diesel é extremamente al- to, sendo o combustível o principal item no balanço energético geral da lavoura mecanizada (Tabela 4), O maior consumo de óleo dá-s[r]

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Eficiência operacional na colheita mecanizada em lavouras de arroz irrigado.

Eficiência operacional na colheita mecanizada em lavouras de arroz irrigado.

Informações sobre a operação de colheita podem indicar ações capazes de reduzir o seu custo e consequentemente aumentar a rentabilidade das lavouras de arroz irrigado. O correto planejamento, mais especifi camente por meio de um adequado dimensionamento da colhedora evita sua subutilização. Porém, para efetuar esse dimensionamento de forma adequada, é necessário conhecer informações sobre as efi ciências dessa operação, segundo as condições em que as colhedoras irão operar.

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Controle estatístico aplicado ao processo de colheita mecanizada de sementes de amendoim

Controle estatístico aplicado ao processo de colheita mecanizada de sementes de amendoim

indicando que houve pouca variabilidade deste indicador em torno da média. Desta forma as condições de umidade de solo para o arranquio podem ser consideradas adequadas. Em relação ao teor de água da matéria vegetal e das vagens (Figuras 15-b e 15-c), observa-se comportamento semelhante dos mesmos, uma vez que as mesmas foram coletadas após a inversão das leiras, sendo submetidas ao mesmo efeito de secagem parcial, por meio da ação dos raios solares. Constata-se que, estes dois indicadores apresentaram para a carta de valores individuais, 9,8% das observações acima do LSC e 17,1% abaixo do LIC, demonstrando pequena variabilidade entre os pontos. Esta variabilidade pode ser atribuída ao fato de que os pontos um a sete estavam situados sobre o camalhão do terraço, ou seja, em uma região mais alta da área apresentando, portanto, teores de água mais baixos do que a média geral. Por outro lado, os pontos que se situaram acima do LSC estavam situados no canal do terraço, apresentando então, maior teor de água. Convém ressaltar ainda que, a maior parte das observações encontrou-se próximas à média, tanto para o teor de água da matéria vegetal, quanto das vagens. As cartas de amplitude que indicam a variação do processo, apesar de apresentarem-se fora de controle, demonstraram menor variabilidade do que as cartas de valores individuais. Assim, para que o processo seja estável, devemos realizar a operação de arranquio em condições climáticas adequadas à realização da operação de arranquio e “cura” do amendoim.
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Dependência espacial dos atributos físicos de três classes de solos cultivados com cana-de-açúcar sob colheita mecanizada.

Dependência espacial dos atributos físicos de três classes de solos cultivados com cana-de-açúcar sob colheita mecanizada.

Objetivou-se, neste trabalho, avaliar as propriedades físicas de três classes de solo cultivadas com cana-de- açúcar em sistema de colheita mecanizada na região de Mato Grosso do Sul. O local de estudo pertence à Usina Eldorado, Grupo ETH Bioenergia S/A, localizada no município de Rio Brilhante, MS. A amostragem em cada área experimental foi realizada a partir de uma malha, com 180 m de comprimento e 145,6 m de largura, totalizando 90 pontos em forma de grade, com 9 colunas e 10 linhas, onde foram coletadas amostras de estrutura indeformada nas camadas de 0-0,2 m e 0,2-0,4 m de profundidade nas entrelinhas da cultura. Após coleta, as amostras foram processadas para determinação da densidade do solo (D S), porosidade total (PT) e umidade do solo (  ) para interpretação dos dados. A palhada deixada sobre superfície auxiliou na mantença de bom nível de matéria orgânica, corroborando na formação, agregação e estabilidade de poros, impedindo o aumento da densidade. A redução da porosidade total e consecutivo aumento na densidade do solo, principalmente na profundidade de 0,2-0,4 m, indicam compactação nesta camada, justificada pelo intenso tráfego de veículos e ausência de revolvimento do solo.
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Seleção de pontos de verificação do instrumento ergonomic checkpoints in agriculture para o processo de colheita mecanizada da cana-de-açúcar

Seleção de pontos de verificação do instrumento ergonomic checkpoints in agriculture para o processo de colheita mecanizada da cana-de-açúcar

No processo de colheita mecanizada da cana-de-açúcar, o corte é realizado pela máquina colhedora de cana-de-açúcar. De acordo com Narimoto (2012), a máquina colhedora, durante o percurso pelo talhão, inicialmente, realiza o corte dos pendões da cana-de-açúcar, com o despontador, em seguida, os colmos são movidos pelos divisores de linha e rolos tombador e separador, que permitem o corte pela base dos feixes de cana-de-açúcar por discos laminados rotativos, de forma a não arrancar as soqueiras. Depois de cortados, os colmos são tragados pela máquina colhedora por rolos alimentadores e transportadores que conduzem aos rolos picadores, para a realização do corte da cana-de-açúcar em rebolos, que são depositados no cesto do elevador, onde ocorrerá a primeira limpeza do material colhido, pelo extrator primário. Esses rebolos, previamente limpos, são conduzidos, pelo elevador, para o extrator secundário, no qual é feita uma segunda limpeza do material. Por fim, os rebolos limpos são depositados, através do flap, na caçamba tracionada pelo trator.
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Aplicação mecanizada de N-P-K individualizada na cultura da cana-de-açúcar

Aplicação mecanizada de N-P-K individualizada na cultura da cana-de-açúcar

Comparando a capacidade de campo operacional (CcO) com a capacidade de campo efetiva (CcE), a menor variabilidade foi no CcO, mas houve seis pontos fora de controle afetando o processo (Figura 23 a), deixando-o instável e não ficou dentro da margem aceitável dos 11% para o processo ser admissível, podendo ter apenas cinco pontos fora de controle, diante disso, os problemas verificados durante a condução como de ruas mortas; pisoteio do rodado pelo trator, em virtude do espaçamento entre linhas de 1,40 m ter sido menor equiparada ao tamanho da bitola do trator; plantio e adubação sem utilização do piloto automático; e talhão irregular. Enquanto, o CcE apresentou maior variabilidade, tendo três pontos fora de controle, ademais esse processo ficou dentro da margem dos 11% sendo considerado aceitável, portanto o CcE apresentou melhor resultando em relação ao CcO (Figura 22 a).
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Adubação mecanizada: aplicação individualizada de nitrogênio, fósforo e potássio em cana-de-açúcar

Adubação mecanizada: aplicação individualizada de nitrogênio, fósforo e potássio em cana-de-açúcar

RESUMO - Com a expansão de áreas de cultivo de cana-de-açúcar, a adubação mecanizada mostra-se fundamental por proporcionar maior desempenho operacional, otimização do fornecimento de nutrientes, aumento da produtividade. Porém, esta adubação pode apresentar algumas deficiências na distribuição, tais como, fluidez, segregação, granulometria, entre outros. Assim, está sendo desenvolvido um novo conceito de adubação, capaz de realizar aplicação individualizada de nitrogênio, fósforo e potássio, distribuindo-os com diferentes dosagens; maior eficiência de aplicação; utilização da agricultura de precisão e taxa variável. Objetivou-se com este trabalho avaliar a qualidade da adubação mecanizada individualizada de NPK em cana-soca por meio do Controle Estatístico de Qualidade - CEQ. O experimento foi desenvolvido no município de Matão, São Paulo. A área experimental pertence à Fazenda Cascavel. O delineamento experimental foi baseado nas premissas básicas do CEQ ao longo do espaço, monitorando a adubação mecanizada individualizada de NPK em 30 pontos amostrais. As parcelas desse tratamento foram compostas por seis linhas de cana-de-açúcar, espaçamento entrelinhas de 1,5 m, área útil 1.571 m² e a cada 30 m coletou-se por 5 segundos o fertilizante nos pontos amostrais. O mecanismo dosador helicoidal foi uma das causas especiais que afetou a qualidade operacional, pois não foi eficiente na distribuição. Concluiu-se que a qualidade da adubação individualizada de fertilizante aplicou a dosagem acima da recomendada para todos os fertilizantes, devido à regulagem e o mecanismo dosador helicoidal. O nitrogênio (ureia protegida) apresentou maior variabilidade de distribuição enquanto o fósforo (MAP) apresentou a melhor qualidade operacional devido a menor quantidade recomendada.
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