Top PDF Qualidade de vida relacionada à saúde bucal e depressão em pacientes com doença renal crônica submetidos à hemodiálise

Qualidade de vida relacionada à saúde bucal e depressão em pacientes com doença renal crônica submetidos à hemodiálise

Qualidade de vida relacionada à saúde bucal e depressão em pacientes com doença renal crônica submetidos à hemodiálise

Pacientes com doença renal crônica (DRC) submetidos à hemodiálise apresentam alta prevalência de sintomas depressivos e risco aumentado de doenças dos dentes e da gengiva. O presente estudo teve por objetivo principal verificar associação entre qualidade de vida relacionada à saúde bucal e depressão em pacientes com doença renal crônica submetidos à hemodiálise. Foram estudados 177 pacientes com doença renal crônica com mais de 18 anos de idade e com pelo menos três meses em tratamento hemodialítico. Todos os pacientes da amostra eram tratados nas duas unidades de diálise que são referência para o tratamento da DRC na região noroeste do estado do Ceará. Foram coletados dados demográficos, clínicos e laboratoriais, além da aplicação de questionários acerca dos hábitos de higiene bucal praticados como também acerca da utilização dos serviços odontológicos pelos pacientes. A avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde bucal foi realizada pela aplicação do instrumento OHIP que engloba sete dimensões da qualidade de vida: limitação funcional, dor física, desconforto psicológico, deficiência física, deficiência psicológica, incapacidade social e desvantagem social. O OHIP gera pontuações de 0 a 56 sendo que quanto maior a pontuação pior a qualidade de vida. O rastreamento dos sintomas depressivos foi realizado pelo instrumento CES-D que gera pontuações de 0 a 60. Pontuação igual ou maior do que 18 classifica o indivíduo como depressivo. A amostra foi composta por maioria de homens (62,0%), com média de idade de 49 anos e maior concentração nas classes sociais C e D (87,5%). A maioria (92,1%) realizou pelo menos uma consulta odontológica, sendo a consulta realizada nos últimos 12 meses para 57% dos sujeitos. Quase metade (45%) utilizava prótese odontológica e 42,4% nunca receberam qualquer orientação
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Métodos de enfrentamento religioso se associam com depressão, aspectos sociais da qualidade de vida e vitalidade entre pacientes com doença renal crônica submetidos à hemodiálise

Métodos de enfrentamento religioso se associam com depressão, aspectos sociais da qualidade de vida e vitalidade entre pacientes com doença renal crônica submetidos à hemodiálise

Uma série de medidas terapêuticas podem ser implementadas em todos os estágios da DRC, antes da evolução para as fases terminais. Dentre as conservadoras, podemos citar as não-medicamentosas, que consistem em orientações para a mudança de estilo de vida (atividade física regular adequada às condições do indivíduo, controle de peso, controle da hipertensão arterial e do diabetes, ingestão de dieta hipoproteica e hipossódica, interrupção do tabagismo, do alcoolismo e do uso de substâncias ilícitas), e também as medidas medicamentosas, entre elas, o controle da hipertensão com inclusão de anti-hipertensivos nefroprotetores como inibidores da enzima de conversão da angiotensina e bloqueadores do receptor da angiotensina, controle da anemia com o uso do hormônio eritropoietina, controle da doença mineral óssea com quelantes de fósforo e/ou reposição de vitamina D (RIEGERSPERGER; SUNDER-PLASSMANN, 2007; LEVIN et al., 2008; KIRSZTAJN et al., 2011).
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Qualidade de vida relacionada à saúde: comparação entre pacientes submetidos à hemodiálise e voluntários saudáveis

Qualidade de vida relacionada à saúde: comparação entre pacientes submetidos à hemodiálise e voluntários saudáveis

Os estudos sobre a função sexual apontam aspectos desfavoráveis para os pacientes em HD, como as mudanças físicas, psicológicas e o uso de medicamentos (KOREVAAR et al., 2002; DUARTE; CICONELLI; SESSO, 2005). Os fatores físicos são relacionados com intermitente uremia, anemia contínua e outras complicações da doença e do tratamento (LEVY, 1979). Há evidência de alterações funcionais do sistema endócrino (hormonal e disfunção gonadal) com dano, espermatogênese, no caso dos homens. A depressão e a ansiedade podem reduzir interesse e habilidade em atividades diárias, incluindo sexo. A perda de micção no sexo masculino é percebida como um efeito eunuco, uma vez que há redução da ereção frequente do órgão sexual. Finalmente, a utilização de anti-hipertensivos pode levar à redução da libido e à impotência nos homens (LEVY, 1979).
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Capacidade funcional e qualidade de vida de pacientes com doença renal crônica pré-dialítica e em hemodiálise - Um estudo transversal.

Capacidade funcional e qualidade de vida de pacientes com doença renal crônica pré-dialítica e em hemodiálise - Um estudo transversal.

Para a mensuração da QV foi utilizado o questionário Medical Outcomes Study 36- Item short- Form Health Survey (SF-36). Este questionário é um instrumento genérico, utilizado para avaliar de forma ampla e completa o termo qualidade de vida. É formado por 36 itens, englobados em 8 dimensões, sendo elas a capacidade funcional (dez itens), os aspectos físicos (dois itens), os aspectos emocionais (três itens), a dor (dois itens), o estado geral de saúde (cinco itens), a vitalidade (quatro itens), os aspectos sociais (dois itens), a saúde mental (cinco itens) e mais uma questão de avaliação comparativa entre as condições de saúde atual e as de um ano atrás, que é de extrema importância para o conhecimento da doença do paciente. Esse instrumento avalia tanto aspectos negativos (doença) como os aspectos positivos (bem-estar). Apresenta um escore final de 0 a 100, na qual zero corresponde a pior estado geral de saúde e 100 o melhor estado de saúde. 28
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Avaliação da saúde oral de pacientes com insuficiência renal crônica submetidos à hemodiálise: estudo descritivo

Avaliação da saúde oral de pacientes com insuficiência renal crônica submetidos à hemodiálise: estudo descritivo

Com o aumento da expectativa de vida e o avanço nas ciências da saúde, é cada vez mais frequente, o aparecimento de condições crônico-degenerativas. As doenças renais estão nesta gama, e evoluem de forma a submeter o paciente ao tratamento hemodialítico. O presente estudo, trata da saúde bucal dos pacientes em hemodiálise, com o objetivo de obter índices de validade universal em levantamentos de saúde bucal, para esse grupo específico. Trata-se de um estudo transversal, descritivo, epidemiológico. A partir da avaliação de 25 pacientes em hemodiálise encontrou-se resultados por meio de verificação de índices como o CPOD (Dentes Perdidos, Cariados e Obturados), CPI (Índice Periodontal Comunitário) e PIP (Perda de Inserção Periodontal) incompatíveis com aqueles colocados como metas pela OMS para o ano de 2010. Os resultados encontrados estavam na média de 17,1 para o CPOD, 40 % dos pacientes apresentavam CPI 3 ou 4, correspondente à bolsa periodontal e em relação ao PIP os pacientes mais jovens apresentavam menor índice de perda de inserção periodontal. A partir destes resultados e sua comparação com aqueles da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal, pode-se demonstrar a necessidade de elaboração de programas específicos, de saúde bucal para os pacientes em hemodiálise.
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Prevalência de ansiedade e depressão e suas comorbidades em pacientes com doença renal crônica em hemodiálise e diálise peritoneal.

Prevalência de ansiedade e depressão e suas comorbidades em pacientes com doença renal crônica em hemodiálise e diálise peritoneal.

que a depressão e a ansiedade têm diferentes cursos nos pacientes em HD. Os pacientes que continuaram com depressão após 16 meses de seguimento apresentaram diminuição da qualidade de vida e maior gravidade da depressão. Esses pacientes se encaixaram em três padrões de evolução da doença: alguns pacientes não tinham diagnóstico de depressão e apresentaram sinto- mas leves após o seguimento, outros pacientes tinham sintomas intermitentes de depressão e apresentaram ní- veis moderados no segundo momento, e o terceiro gru- po manteve sintomas graves de depressão. A ansiedade não segue esse padrão, não apresentando diferenças nos pacientes que apresentavam ansiedade intermiten- te ou crônica após o seguimento. Porém, a prevalência de depressão associada à ansiedade foi maior após 16 meses de seguimento. Uma limitação do nosso estudo é não ter o seguimento dos pacientes ao longo do tem- po para diagnosticar possíveis evoluções ou remissões nos sintomas de ansiedade ou depressão ao longo do tempo. Ginieri-Coccossis et al. 13 encontraram redução
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QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES COM DOENÇA RENAL EM ESTÁGIO TERMINAL COM BAIXA MASSA MUSCULAR SUBMETIDOS A HEMODIÁLISE

QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES COM DOENÇA RENAL EM ESTÁGIO TERMINAL COM BAIXA MASSA MUSCULAR SUBMETIDOS A HEMODIÁLISE

Mesmo assim, a terapia hemodialítica modifica o estilo de vida do paciente e da família devido à quantidade de tempo dispensada ao tratamento, consultas médicas e restrições alimentares e hídricas. O fato de estar cronicamente doente também pode gerar conflito, frustração, culpa, desespero e até depressão (RIBEIRO et al., 2009). A não aceitação da doença, por exemplo, pode dificultar a adesão (ou continuação) ao tratamento, os relacionamentos interpessoais e o convívio social (SOUSA, MARTINO e LOPES, 2007), proporcionando consequentemente baixa QV (SANTOS, 2010). Até mesmo entre pacientes jovens com baixo grau de comorbidade encontra-se níveis de QV bastante reduzidos na presença da DRC (SANTOS, 2008). Assim, os sentimentos subjetivos sobre a QV perceptível dos pacientes que realizam HD podem ser um forte marcador prognóstico de morbimortalidade. Na verdade, mais do que um marcador, a QV constitui o principal resultado entre estes pacientes, uma vez que a mortalidade continua alta (SANTOS, 2010), pois a chance de óbitos entre pacientes com DRC em hemodiálise é 20 vezes maior do que na população geral (SANTOS e PONTES, 2007).
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Representações sociais da doença renal crônica e da hemodiálise e sua relação com a qualidade de vida

Representações sociais da doença renal crônica e da hemodiálise e sua relação com a qualidade de vida

Foi no início da década de 90 que parece ter se consolidado um consenso entre os estudiosos da área quanto aos aspectos da subjetividade e multidimensionalidade inerentes a QV. No que se refere à subjetividade, trata-se de considerar a percepção da pessoa sobre o seu estado de saúde e sobre aspectos não-médicos da vida. Ou seja, a avaliação do indivíduo sobre sua situação pessoal em cada uma das dimensões relacionadas à qualidade de vida. Quanto à multidimensionalidade está relacionada ao reconhecimento de que o construto é composto por diferentes dimensões. Pesquisas científicas têm buscado identificar essas dimensões, em estudos empíricos, usando metodologias qualitativas (Bowling, 1995) e quantitativas (WHOQOL- Group,1998; Smith, Avis, & Assmann, 1999). Portanto, o conceito de QV é multidimensional, possui componentes objetivos e subjetivos passíveis de avaliação.
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Declínio cognitivo, depressão e qualidade de vida em pacientes de diferentes estágios da doença renal crônica.

Declínio cognitivo, depressão e qualidade de vida em pacientes de diferentes estágios da doença renal crônica.

Os níveis plasmáticos de creatinina foram mais ele- vados nos grupos com DRC em comparação aos pa- cientes hipertensos do grupo-controle (p < 0,000), o mesmo observado com relação à ureia (p < 0,000), ao fosfato (p < 0,000) e ao PTH (p < 0,03). Por outro la- do, os níveis de hemoglobina sanguínea foram menores nos pacientes em hemodiálise comparativamente aos outros grupos (p < 0,000). O Kt/V médio (± desvio- padrão) dos pacientes em HD foi de 1,4 ± 0,4 e dos pacientes em DP foi de 1,8 ± 0,3. A Figura 1 mostra a porcentagem dos pacientes que apresentaram altera- ções nos testes cognitivos MEEM e no teste de Fluência Verbal. No teste MEEM, os pacientes em hemodiálise com menor média de idade foram os que apresentaram
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Exercício resistido em pacientes com doença renal crônica em hemodiálise: influência na força muscular, capacidade funcional e qualidade de vida

Exercício resistido em pacientes com doença renal crônica em hemodiálise: influência na força muscular, capacidade funcional e qualidade de vida

Os indivíduos com DRC que necessitam de tratamento dialítico apresentam comumente redução da capacidade aeróbica associada com aumento da incidência de anemia, doença vascular periférica, doença coronariana, hipertensão arterial e desequilíbrios eletrolíticos (KOUDI et al., 1998; DELIGIANNIS et al., 1999). Estas alterações contribuem para presença de fraqueza, fadiga muscular e dor principalmente na coluna vertebral, quadris, joelhos e extremidades inferiores (OBRADOR, PEREIRA, 2002). Os indivíduos com DRC também apresentam redução progressiva na funcionalidade e no condicionamento físico, com influência negativa na qualidade de vida (CHEN, 2010). A inatividade significativa encontrada nos pacientes em diálise está associada com o aumento da mortalidade e, desta forma, medidas que visem evitar a inatividade devem ser propostas pela equipe de saúde (KOLKO et al., 2014), inclusive no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
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Efeitos do exercício físico e sua influência da doença renal crônica sobre a força muscular, capacidade funcional e qualidade de vida em pacientes submetidos à hemodiálise

Efeitos do exercício físico e sua influência da doença renal crônica sobre a força muscular, capacidade funcional e qualidade de vida em pacientes submetidos à hemodiálise

Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, a Doença Renal Crônica é definida como uma perda lenta, progressiva e irreversível das funções renais, uma questão de saúde pública, na medida em que aumentam a incidência e a prevalência de pessoas em programas dialíticos. A doença e o tratamento desencadeiam alterações no sistema cardiorrespiratório e musculoesquelético, interferindo na capacidade funcional, força muscular e na qualidade de vida dos pacientes. Há cerca 30 anos vem sendo discutido programas de exercícios físicos para reabilitação física e funcional de indivíduos submetidos à Hemodiálise. Objetivo: Realizar revisão da literatura atual sobre a influência dos exercícios físicos em pacientes renais crônicos e sua influência sobre a força muscular nos indivíduos submetidos à Hemodiálise na força muscular, capacidade funcional e qualidade de vida e verificar os efeitos da fisioterapia realizada com esses indivíduos. Materiais e Métodos: pesquisa retrospectiva com levantamento bibliográfico como referência as bases de dados MEDLINE, PUBMED e Lilacs. Foram selecionados de 16 artigos publicados entre 2008 e 2015 relacionados ao tema de estudo. Nos centros dialíticos é fundamental uma equipe multidisciplinar, considerando as alterações musculoesqueléticas e cardiopulmonares, reforça-se a necessidade da presença do fisioterapeuta na reabilitação dos pacientes.
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Qualidade de vida de crianças e adolescentes com insuficiência renal crônica em hemodiálise:...

Qualidade de vida de crianças e adolescentes com insuficiência renal crônica em hemodiálise:...

Outra questão apresentada nos relatos foi a do estigma sofrido por estas crianças e adolescentes, o que pode interferir de forma negativa em suas vidas e, consequentemente, no manejo de sua doença. O preconceito expressado nos depoimentos, demonstra o sofrimento vivido, em virtude dos comentários das outras pessoas, principalmente em relação à presença do cateter venoso aparente, pelo braço da FAV ou ainda pelo crescimento prejudicado. Este tipo de comentário é vivenciado, principalmente, no ambiente escolar, sendo vítimas de “bullyng”, pela forma como são tratados ou apelidados pelos colegas. A depressão associada ao “bullyng”, pode estar relacionada à menor adesão ao tratamento, prejudicando o autocuidado e também trazer complicações futuras (PITTET et al., 2009). O estigma demonstra que, as pessoas, em sua maioria desconhecem a IRC, possuem curiosidade ou se afastam daqueles que não se enquadram nos padrões de normalidade, atitudes que podem acentuar os sentimentos de isolamento experimentados por estas crianças e adolescente podendo gerar diminuição da autoestima e fazer com que se sintam discriminados (VIEIRA; LIMA, 2002).
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QUALIDADE DE VIDA EM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA QUE REALIZAM HEMODIÁLISE

QUALIDADE DE VIDA EM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA QUE REALIZAM HEMODIÁLISE

Introdução: Os pacientes com insuficiência renal crônica (IRC) apresentam perda gradativa e irreversível da função renal, devido as alterações que o tratamento acarreta na vida diária destes pacientes, os mesmos, podem apresentar alterações importantes em sua qualidade de vida (QV). Objetivo: Analisar a QV de porta- dores de IRC que realizam hemodiálise (HD) no município de Ijuí/ RS. Métodos: Foram entrevistados 22 indivíduos portadores de IRC submetidos a HD, com 58±11 anos, 73% do gênero masculi- no. Foi utilizado o Short-Form Questionnaire (SF-36) para avaliar a QV. Este questionário é subdividido em oito domínios classifi- cados como: aspectos físicos (AF), aspectos sociais (AS), aspec- tos emocionais (AE), capacidade funcional (CF), dor (DF), estado geral de saúde (GS), vitalidade (VT), e saúde mental (SM). As escalas de classificação variam de 0 a 100 (melhor estado de saúde). Os resultados foram expressos com frequências e M±DP ou mediana e valor mínimo e máximo, de acordo com a normalida- de avaliada pelo teste de Kolmogorov-Smirnov. Resultados: Em geral a QV não é muito boa (50 pontos), sendo que o para CF foi 55±17, AF 58±38, DF 46±23, GS 68±21, VT 63±15, AS 75±8, AE 67±30 e SM 64±14. Conclusões: Os pacientes que realizam HD possuem redução da QV.
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Religiosidade e qualidade de vida de pacientes com insuficiência renal crônica em hemodiálise.

Religiosidade e qualidade de vida de pacientes com insuficiência renal crônica em hemodiálise.

IRC de um hospital da região oeste do esta- do de Santa Catarina que o domínio relações sociais apresentou as maiores médias. Os do- mínios físicos e psicológicos apresentaram os menores percentuais de médias. No domínio físico, o comprometimento se justiica pela cronicidade da doença, que resulta em di- versos comprometimentos osteomioarticu- lares. No domínio psicológico, observou-se uma percepção negativa para QV, manifesta- da por meio das alterações comportamentais. Os pacientes declararam a existência de sen- timentos negativos, alterações de sono e con- centração, insatisfação consigo mesmo (au- toconceito), com a aparência (autoimagem) e com a situação de portador de patologia crônica. Também os aspectos desesperança, ansiedade, depressão e autoconceito resulta- ram em níveis negativos no sentido de piorar seu quadro emocional, naquele estudo.
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Avaliação do estado de humor, da função sexual e da qualidade de vida em pacientes com insuficiência renal crônica submetidos a hemodiálise

Avaliação do estado de humor, da função sexual e da qualidade de vida em pacientes com insuficiência renal crônica submetidos a hemodiálise

Agradeço a valiosa colaboração das psicólogas que prestam assistência nos serviços em que foi realizado o estudo, Roberta Marchini Loureiro, Janaina Couvaneiro, Ludmila D’Avila e Silva e Karin Ribeiro P. de Castro. Assim como dos médicos Álvaro Malega, Flávio José de Moura, Joaquim Carlos Barros Neves e Maria Tereza Vargas. A enfermeira Sônia Alves de Aquino, ao nutricionista Vinícius Barbosa Brito, a assistente social Danielly Oliveira Grance. Ao Prof. David Duarte, a quem fico muito agradecido por nos indicar Gustavo Alvarenga pela “máscara” e transposição para o SPSS. À Profª Priscila Duarte, que validou o questionário de avaliação de qualidade de vida relacionado à saúde de pacientes com insuficiência renal crônica terminal.
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Relação Diádica e Qualidade de Vida de Pacientes com Doença Renal Crônica.

Relação Diádica e Qualidade de Vida de Pacientes com Doença Renal Crônica.

Introdução: A Insuficiência Renal Crônica (IRC) e o tratamento dialítico provocam uma sucessão de situações para o doente renal crônico, que compromete o seu aspecto, não só físico como psicológico, com repercussões pessoais, familiares e sociais. Objetivo: (1) verificar a existência de diferenças do relacionamento diádico (RD) de acordo com o Tratamento Substitutivo Renal (TSR) e (2) verificar a existência de diferenças da qualidade de vida (QDV) de acordo com o TSR. Métodos: O presente estudo transversal é de carácter descritivo mediante inquéritos, exploratório e correlacional. A amostra é constituída por 125 participantes. Destes, 31 encontravam-se a efectuar TSR por diálise peritoneal automatizada (DPA) e 94 por hemodiálise (HD). Os participantes foram selecionados de três centros renais: (1) Centro Renal da Prelada (Porto); (2) Centrodial (São João da Madeira); e Centro Renal da Misericórdia de Paredes (Paredes). O estudo realizou-se durante 6 meses. Aplicou-se os seguintes instrumentos: Questionário Sociodemográfico e clínico (QSD&C); Dyadic Adjustment Scale (DAS); World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-Bref). Resultados: Os resultados demonstram a existência de diferenças estatisticamente significativas entre o tipo de TSR e a maioria dos domínios de QDV, bem como, a existência de diferenças estatisticamente significativas entre as subescalas do Ajuste Diádico avaliadas e o tipo de TSR. Conclusão: O presente estudo demonstra um maior comprometimento ao nível da QDV dos indivíduos submetidos a tratamento por HD quando comparados com os submetidos à DPA. Verifica-se, igualmente, que o AD é mais fortemente percebido pelos pacientes em DPA do que com HD.
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QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM TRATAMENTO DE HEMODIÁLISE

QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM TRATAMENTO DE HEMODIÁLISE

A qualidade de via (QV) é um aspecto importante em pessoas com doenças crônicas graves e limitantes que se submetem a tratamentos prolongados e dolorosos e apresentam maior vulnerabilidade às co-morbidades, como é o caso dos pacientes em tratamento por hemodiálise. A doença e do tratamento impactam de forma diferente de pessoa para pessoa com relação às condições de vida e, desta forma, direcionar a assistência a esses pacientes, de forma individual e coletiva. Este estudo oferece subsídios para que o enfermeiro e sua equipe de saúde percebam a necessidade de avaliar a qualidade de vida das pessoas com doença renal crônica e as atividades cotidianas, que são comprometidas com o tempo, para promover transformações condizentes com a realidade e prevenir o comprometimento dessas atividades cotidianas.
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"Qualidade de vida relacionada à saúde de pacientes em hemodiálise no município...

"Qualidade de vida relacionada à saúde de pacientes em hemodiálise no município...

Os índices encontrados neste estudo referem–se principalmente à incapacidade física relacionada à doença crônica, às comorbidades e ao tratamento a que são submetidos. A hemodiálise, que na maioria das vezes proporciona melhorias do ponto de vista físico, estabilizando a pressão arterial, o edema, a “falta de ar”, é vista por muitos pacientes como um “problema”. Quando questionados sobre este item (AF), muitos pacientes referiram estar impossibilitados de realizarem muitas atividades que realizavam anteriormente ao aparecimento da doença, como trabalhar, realizar exercício físicos, caminhar, etc; principalmente aqueles que possuíam outras patologias associadas, os diabéticos, por exemplo. Outros se referiam a questão AF, relacionados as intercorrências clínicas ou complicações que apresentam durante as sessões de diálise ou até mesmo depois: cefaléia, náuseas, câimbras, etc; além das limitações físicas devido aos cuidados relacionados à fístula arteriovenosa.
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Avaliação da força muscular respiratória e função pulmonar de pacientes com doença renal crônica submetidos à hemodiálise

Avaliação da força muscular respiratória e função pulmonar de pacientes com doença renal crônica submetidos à hemodiálise

Logo após o diagnóstico, o tratamento dialítico deve ser instituído o mais precoce possível; caso contrário, a ocorrência de complicações pode levar à morte. A hemodiálise (HD) é o tratamento mais utilizado, que deve ser realizada pelos portadores de DRC por toda a vida ou até se submeterem a um transplante renal bem-sucedido. Apesar de promoverem a manutenção e o prolongamento da vida, as terapias renais substitutivas não oferecem uma cura para a doença e, em longo prazo, acabam por prejudicar a vida cotidiana e a qualidade de vida (QV) do paciente (4).
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Religiosidade e Qualidade de Vida dos Pacientes com Insuficiência Renal Crônica em Hemodiálise

Religiosidade e Qualidade de Vida dos Pacientes com Insuficiência Renal Crônica em Hemodiálise

%, o alfa de Cronbach foi de 0,86. Foi observado na pesquisa que a autoavaliação da QV apresentou uma média de 3,8 com um desvio padrão de 0,8. Na satisfação com a sua saúde, obteve-se uma média de 3,2 com um desvio padrão de 1. O Domínio Físico obteve uma média de 9,6 com um desvio padrão de 2,5. No Domínio Psicológico se verificou uma média de 22 com um desvio padrão de 4. No Domínio Nível de Independência observou-se uma média de 12 com desvio padrão de 3. No Domínio Relações Sociais se obteve uma média de 11 com um desvio padrão de 2,5. Por fim, o Domínio Ambiental, onde chegou-se a uma média de 29 com um desvio de 4,5. O componente 1 da Escala de Atitude Religiosa se correlacionou com o domínio psicológico do Formulário WHOQOL-Abreviado (r = 0,21, p<0,05). Além disso, também há uma correlação positiva entre este componente e o domínio relações sociais (r = 0,25, p<0,05). Pode-se verificar também uma correlação positiva entre o componente 2 da atitude religiosa com o nível de independência de QV (r = 0,28, p< 0,01) e com o domínio de relações sociais (r = 0,22, p<0,05). Por fim, é possível observar uma correlação positiva entre o componente 3 da Escala de Atitude Religiosa com o domínio nível de independência (r=0,22, p<0,05), com o domínio relações sociais (r =0,22, p<0,05) e com o domínio ambiental (r =0,23, p<0,05). Houve também uma correlação positiva entre a satisfação com a QV e o componente de religiosidade 2 (r = 0,22 , p<0,05). Quanto ao tempo da doença e tempo de tratamento com os domínios da QV, observou-se uma correlação negativa entre o tempo da doença com o domínio físico (r = -0,20, p<0,05), uma correlação negativa entre o tempo da doença e o domínio nível de independência (r = -0,24, p<0,05), e uma correlação negativa com forte significância estatística entre o tempo de doença e o domínio relações sociais (r = -0,27, p<0,01). Verificou-se neste trabalho que há uma influência da religiosidade com a QV dos pacientes renais crônicos, ou seja, foi observado que os componentes da atitude religiosa tiveram uma correlação positiva com os domínios relações sociais, psicológico, nível de independência e ambiental. Entretanto, não houve uma influência da religiosidade com o domínio físico. Assim, foi observado que a religiosidade é uma fonte de conforto e esperança para os pacientes, fortalecendo-os e promovendo bem-estar geral, ajudado a aceitação da condição inevitável.
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