Top PDF Qualidade de vida no trabalho: um estudo sobre a percepção dos trabalhadores da unidade de gestão da empresa Integral Agroindustrial

Qualidade de vida no trabalho: um estudo sobre a percepção dos trabalhadores da unidade de gestão da empresa Integral Agroindustrial

Qualidade de vida no trabalho: um estudo sobre a percepção dos trabalhadores da unidade de gestão da empresa Integral Agroindustrial

No atual contexto de competitividade no âmbito empresarial, as pessoas, principal ativo das empresas, podem trazer vantagem competitiva à organização. Portanto, é muito importante que as empresas ofereçam um ambiente de trabalho saudável. Nesse sentido, a Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), torna-se um diferencial competitivo para as organizações, contribuindo para a satisfação dos colaboradores.Este trabalho tem o objetivo geral de identificar a percepção dos trabalhadores da unidade de Gestão da empresa Integral Agroindustrial em relação à Qualidade de Vida no Trabalho. O referencial teórico deste trabalho abordou os seguintes tópicos: origem e evolução da QVT, conceituação de QVT, modelos de avaliação da QVTe programas de QVT da empresa Integral Agroindustrial. A metodologia utilizada consistiu em uma pesquisa classificada, quanto aos meios, como bibliográfica e como estudo de caso e, quanto aos fins, como descritiva, com abordagem quantitativa. O estudo de caso foi realizado na unidade de Gestão da empresa Integral Agroindustrial. O instrumento utilizado foi um questionário composto por 35 questões objetivas, que buscou avaliar a QVT sob as oito categorias do modelo de Walton (1973), de acordo com a percepção dos colaboradores da unidade em estudo. A partir da análise dos resultados, foi possível verificar que, de modo geral, os colaboradores da unidade Integral Gestão estão satisfeitos com o nível de QVT na organização.Ainda de acordo com os resultados obtidos, as categorias do modelo de Walton foram avaliadas com resultados que variam de satisfatórios a muito satisfatórios, não havendo resultados insatisfatórios para nenhuma das categorias.
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Qualidade de vida no trabalho e comportamentos de saúde dos trabalhadores de uma empresa multinacional

Qualidade de vida no trabalho e comportamentos de saúde dos trabalhadores de uma empresa multinacional

A flexibilidade quer de trabalho quer de horário de trabalho é apontada como um dos factores com influência para a QVT. Korney (2007) refere que a flexibilidade nos horários de trabalho deixou de ser excepção e tornou-se regra em grande parte das empresas. Este autor defende ainda que as organizações devem oferecer aos seus colaboradores uma ampla oportunidade de escolha para que estes se comprometam em adoptar um estilo de vida saudável. Os resultados obtidos por Costa, Sartori e Akerstedt (2006) no seu estudo sobre a relação entre variabilidade e flexibilidade do horário de trabalho com a saúde e o bem-estar vêm corroborar esta afirmação, pois apontam para fortes níveis de saúde e bem-estar psico- social, em particular quando associados a elevada flexibilidade e baixa variabilidade. O trabalho físico, a idade e a flexibilidade constituem os três factores com influência na saúde e bem-estar, mais importantes; e a flexibilidade surge igualmente como factor com maior influência na satisfação com o trabalho. Bridgeford (2008) realizou um estudo com um objectivo semelhante, uma vez que pretendia examinar a percepção de flexibilidade no local de trabalho e comportamentos de saúde. Os resultados demonstraram que a média dos níveis de sono eram mais elevados em trabalhadores que concordaram ou concordaram fortemente que tinham a flexibilidade que necessitavam no seu local de trabalho, em comparação com aqueles que sentiam que a empresa não proporcionava flexibilidade suficiente. A média da frequência de actividade física era maior naqueles que concordaram ou concordaram fortemente que tinham flexibilidade suficiente, em comparação com os que discordaram. Os trabalhadores que concordaram ou concordaram fortemente com o estado de flexibilidade sentem que o seu estilo de vida é mais saudável, em comparação com os trabalhadores que discordaram.
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Open Avaliação da qualidade de vida no trabalho na percepção dos funcionários: um estudo de caso numa empresa prestadora de serviço de eletricidade

Open Avaliação da qualidade de vida no trabalho na percepção dos funcionários: um estudo de caso numa empresa prestadora de serviço de eletricidade

No contexto de mudanças o ambiente empresarial vem se tornando competitivo, e para alcançar produtos e serviços de qualidade, os trabalhadores precisam estar satisfeitos com o trabalho. Nesse sentido, o tema qualidade de vida pode ser um elemento estratégico na gestão de recursos humanos, visto que pode gerar seus efeitos sobre a qualidade dos bens ou serviços produzidos pelas organizações. Esta dissertação aborda este tema cujo objetivo é avaliar a qualidade de vida no trabalho na percepção dos funcionários de uma empresa prestadora de serviço em eletricidade. Para atingir esse objetivo utilizou-se a pesquisa quali-quantitativa cujos dados foram coletados a partir da aplicação de um questionário composto de 28 questões para 145 respondentes, tendo como referência as dimensões e variáveis do modelo de qualidade de vida no trabalho de Walton (1975) que contempla cinco dimensões: Condições de Trabalho; Oportunidade de Crescimento, Segurança, e Integração Social da Organização; Uso e Desenvolvimento de Capacidade, e Lazer e Entretenimento; Saúde Preventiva e Relevância Social da Vida no Trabalho; e Compensação Justa e Adequada. As respostas dos itens desse questionário foram expressas por meio da escala de Likert (1 muito insatisfeito, 2 insatisfeito, 3 nem satisfeito nem insatisfeito, 4 satisfeito e 5 muito satisfeito). Para a verificação dos resultados da presente pesquisa, os dados coletados foram quantificados utilizando-se o método de Análise Fatorial Exploratória e analisados de acordo com cada dimensão. A partir da análise fatorial detectou-se que as variáveis correspondentes aos fatores (dimensões) de maior impacto na QVT, segundo a percepção dos funcionários, foram bem-estar físico e mental, limpeza e organização, condições ambientais, equipamento de proteção, cumprimento dos direitos, ascensão profissional, aprimoramento de conhecimento, reconhecimento do trabalho, motivação e desempenho, liberdade de expressão, realização pelas atividades, satisfação com o trabalho, habilidade e conhecimento, autonomia, ginástica laboral, imagem da organização, responsabilidade social, renda adequada, equidade interna e equidade externa. Os resultados da pesquisa revelaram que a maioria dos trabalhadores se declarou parcialmente satisfeita com sua qualidade de vida no trabalho. Neste sentido é possível dizer que segundo a percepção dos trabalhadores, o nível de qualidade de vida no trabalho oferecido pela empresa é pelo menos bom. Verificou-se também que a partir da média dos escores, os trabalhadores externos apresentaram uma avaliação de qualidade de vida no trabalho mais positiva do que os trabalhadores que executam atividades no ambiente interno da empresa.
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Gestão da saúde e qualidade de vida no trabalho: análise de um modelo estruturado de avaliação da saúde de trabalhadores de uma empresa mineradora de grande porte

Gestão da saúde e qualidade de vida no trabalho: análise de um modelo estruturado de avaliação da saúde de trabalhadores de uma empresa mineradora de grande porte

Dessa forma, o álcool reduz a percepção e as respostas aos riscos, aumentando a possibilidade de ocorrência de acidentes no trabalho. O risco hepático é dado pela dosagem da enzima gama glutamil transferase (gama GT) e é muito utilizada no diagnóstico de doenças obstrutivas hepáticas. Devido a sua grande concentração no fígado, esta enzima aparece elevada em quase todas as desordens hepatobiliares, sendo um dos testes mais sensíveis no diagnóstico destas condições e o que faz dela um marcador sensível a agressões hepáticas induzidas por medicamentos e álcool. Devido aos efeitos do consumo de álcool nos níveis de gama GT, aceita-se este como um marcador sensível de alcoolismo crônico (embora não seja um marcador específico), especialmente quando seus aumentos não são acompanhados de aumentos similares de outras enzimas hepáticas.
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Programa de qualidade de vida no trabalho da UFRN: uma avaliação centrada na percepção dos trabalhadores

Programa de qualidade de vida no trabalho da UFRN: uma avaliação centrada na percepção dos trabalhadores

Inicialmente, nessa seção, serão analisados e discutidos os resultados encontrados a partir da análise documental para conhecer o programa e a política institucional da UFRN no que se refere à QVT, como é o caso do projeto em construção do Programa de QVT da UFRN, o Viver em Harmonia, o capítulo de análise do PQVT da UFRN de Torres e Paschoal (2015), além do Plano de Gestão da UFRN e do Plano de Desenvolvimento Institucional. Segundo esses documentos, a UFRN, que é uma instituição de relevante expressão no Brasil, localizada no estado do Rio Grande do Norte, possui um amplo quadro de funcionários, contando em agosto de 2014 com 6.056 (seis mil e cinquenta e seis) trabalhadores, o que traz uma grande responsabilidade para os gestores da organização quanto ao gerenciamento da sua força de trabalho. Nesse mesmo período de 2014, a IES contava com uma população de 50.967 (cinquenta mil novecentos e sessenta e sete) discentes ativos dentre graduação, pós-graduação, e ensinos fundamental e médio. Como informado em capítulo anterior, o número de discentes vem crescendo a cada ano, enquanto que o de trabalhadores não vem acompanhando esse crescimento. Essa realidade é bastante preocupante, pois a sobrecarga de trabalho só vem a contribuir para o aumento dos episódios de adoecimento da população trabalhadora, caso ela não possua condições favoráveis para o desenvolvimento do trabalho diário, ou seja, se ela não possuir uma boa qualidade de vida no trabalho, exigindo uma permanente qualificação dos trabalhadores a fim de prestar um serviço de boa qualidade, que seja eficiente. A situação destacada exige, em contrapartida, que os gestores da instituição possuam visão e postura diferenciadas quanto às condições oferecidas para o desenvolvimento das tarefas laborais diárias e o impacto destas na saúde dos trabalhadores.
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Qualidade de vida no trabalho: percepção de trabalhadores noturnos no aeroporto de FortalezaCeará

Qualidade de vida no trabalho: percepção de trabalhadores noturnos no aeroporto de FortalezaCeará

De acordo com o quadro 13 acima, a unidade de contexto Condição de Trabalho registrou 152 fragmentos. Walton (1973) propõe que horários razoáveis por um período normal de trabalho padronizado e ambiente físico e seguro que resguarde à saúde e a vida do trabalhador são sugestões para melhoria desta dimensão. Destes, as unidades de registro Jornada Adequada e Ambiente Físico e Seguro tiveram respectivamente 45 fragmentos, representando 30% do total e 41 fragmentos equivalentes a 27%, registrando assim as unidades mais citadas deste contexto. Para a maioria dos e ntrevistados, como afirma A6: “a carga de horário do trabalho é boa, por que a gente trabalha 6 horas aqui e é legal e compensa”. No entanto, houve uma considerável insatisfação por parte dos entrevistados (A1, A4, A9, A12, A15, A16, A17) em relação ao ambiente de trabalho, como diz A1: “O espaço físico não é tão bom. Eu acho pequeno e não tão adequado. Mas o espaço não é da empresa, ele é cedido pelo o aeroporto. Na verdade é alugado e realmente o aeroporto por está defasado, ele não tem outra opção.”
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Trabalho noturno, saúde e vida: a percepção dos trabalhadores de enfermagem de uma unidade de urgência e emergência do sistema único de saúde - SUS

Trabalho noturno, saúde e vida: a percepção dos trabalhadores de enfermagem de uma unidade de urgência e emergência do sistema único de saúde - SUS

Além disso, participo da defesa do SUS, no meu local de trabalho bem como nas ações do Fórum Capixaba em Defesa da Saúde Pública. Vale ressaltar, que o SINDIENFERMEIROS se aproxima cada dia mais dos trabalhadores da Enfermagem, em especial os enfermeiros, de trabalhadores da saúde e de outros setores, da comunidade em geral, atuando em diversas frentes de trabalho, numa constante busca por negociações, alianças e parcerias com entidades, representantes sindicais e dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário nas três esferas governos (municipal, estadual e nacional) na busca dos direitos do trabalhador, na construção e implementação da Política Nacional de Saúde do Trabalhador da Saúde, na politização da Enfermagem brasileira, bem como, seu entendimento do contexto trabalhista e da classe trabalhadora, através de fóruns, seminários, reuniões, assembleias de classe e populares, onde se discute assuntos referentes o trabalhador de enfermagem e suas relações com o trabalho, a saúde do trabalhador da saúde, o SUS, cidadania, entre outros. Destaco o poder das redes sociais para o fortalecimento da comunicação, organização e participação dos enfermeiros do ES nas lutas travadas em busca de melhor qualidade de vida dentro e fora do trabalho.
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Qualidade de vida no trabalho: estudo do programa e sua percepção pelos trabalhadores da Universidade Federal da Bahia

Qualidade de vida no trabalho: estudo do programa e sua percepção pelos trabalhadores da Universidade Federal da Bahia

Nessa perspectiva, duas iniciativas pioneiras foram realizadas no ano de 2018 e tiveram como principal foco conhecer como se trabalha a QVT na UFBA e trazer os trabalhadores para a discussão da temática. A primeira foi a elaboração de uma pesquisa de levantamento denominada “ Inventário de Ações de Qualidade de Vida no Trabalho”, para se obter um panorama das ações de QVT que são realizadas pelas unidades da UFBA, de forma isolada e desvinculada à PRODEP. Essa iniciativa permite identificar possíveis parcerias que agreguem na promoção da QVT na instituição. O instrumento do levantamento foi elaborado e validado após discussões junto à equipe gestora de QVT, e aplicado com os gestores de unidades ou seus representantes. O questionário contém questões sobre a realização ou não de práticas de QVT na unidade de trabalho, aspectos que embasam as ações de QVT desenvolvidas e sugestão de ações de QVT de acordo com o contexto de trabalho específico da unidade. Entre os principais resultados da pesquisa estão os aspectos principais que embasam as ações de QVT desvinculadas da PRODEP, que são a promoção da integração e bem-estar nas relações de trabalho, se alinhando com os objetivos do PQVT da UFBA. Ressalta-se também o baixo número de unidades que realizam ações de QVT desvinculadas à PRODEP, sendo que, nas unidades que desenvolvem ações de QVT, há uma baixa adesão dos trabalhadores.
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Um estudo de caso sobre os impactos na qualidade de vida no trabalho a partir da percepção de motoristas de ônibus em uma empresa do transporte coletivo de Fortaleza-CE

Um estudo de caso sobre os impactos na qualidade de vida no trabalho a partir da percepção de motoristas de ônibus em uma empresa do transporte coletivo de Fortaleza-CE

Assédio moral no trabalho – é uma situação que envolve um conjunto de atitudes e comportamentos praticados dentro das organizações, deliberada e sistematicamente, com o objetivo de causar constrangimentos, ameaças e humilhações aos trabalhadores, de modo a ferir sua dignidade e pressioná-los a abandonar um projeto, um cargo ou o próprio local de trabalho (CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, 2008, p. 12). O medo e a ansiedade são dois estados corporais que provoca alterações comportamentais e fisiológicas. Sendo que o medo é quando existe um perigo real, enquanto que a ansiedade se configura em ameaças. Essas reações são respostas do corpo para criar uma espécie de defesa contra o que possa acontecer. Em relação aos motoristas de ônibus, esses dois estados são rotineiros no ambiente de trabalho, em virtude da exposição a violência, sendo que essa condição constantemente deteriora uma vida saudável, causando problemas de desempenho e raciocínio (LIMA, MANELLA e BOAS, 2011).
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Gestão de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT): análise sobre a percepção dos colaboradores de uma empresa de saúde de Londrina-PR

Gestão de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT): análise sobre a percepção dos colaboradores de uma empresa de saúde de Londrina-PR

O estudo foi desenvolvido em uma empresa do ramo de saúde, localizada no norte do município de Londrina, no estado do Paraná. Suas atividades começaram no ano de 2006, sendo especializada na fabricação e venda de produtos ortopédicos (órteses e próteses), além de prestar assistência técnica de equipamentos médicos utilizados em diagnósticos por imagem, como aparelhos de ultrassom e transdutores. Apesar de uma oferta ampla de serviços, a empresa conta com apenas 8 funcionários no total, dentre os quais estão engenheiros, gestores e demais profissionais especializados, a fim de manter um alto nível de atendimento a clientes de todo o país. Dessa forma, a missão da empresa é suprir as necessidades e superar as expectativas de seus clientes, garantindo qualidade, agilidade e confiabilidade. Através de seus serviços, busca gerar integração de pessoas que possuem qualquer grau de deficiência física e proporcionar melhores condições de vida a todos, através da valorização do capital humano, excelência em atendimento e transparência. Atualmente, a empresa vem procurando expandir ainda mais sua participação no mercado, investindo em novos formatos de vendas (e-commerce), otimizando o seu nível de serviço e aumentando a produtividade.
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Qualidade de vida no trabalho: um estudo de caso na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT

Qualidade de vida no trabalho: um estudo de caso na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT

padronizações, controle mais efetivo das tarefas e aumento de produtividade. Sendo assim, uma Empresa Pública, que possui um ritmo acelerado de trabalho, gera normalmente muita insatisfação por parte dos colaboradores, que por sua vez entram em conflito no trabalho, o que Rossi et al. (2011, p. 3) definem como “[...] um processo dinâmico que ocorre quando os indivíduos vivenciam reações emocionais negativas a desacordos e interferências percebidas no que se refere à realização de suas metas”. Dentro deste contexto, encontra-se a função do SO, que tem contato direto com os trabalhadores no sentido de fiscalizar, coordenar, e exigir o cumprimento de metas, o que vem gerando descontentamento e desgaste por parte destes trabalhadores, pois possuem uma longa jornada de trabalho e atuam em um ambiente altamente diversificado e conflitante.
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Percepção de segurança dos trabalhadores em uma empresa florestal

Percepção de segurança dos trabalhadores em uma empresa florestal

O empregador rural deve garantir a realização de exames médicos, incluindo o exame médico admissional e o exame médico periódico. O instrumento também reza que o estabelecimento rural deve ser equipado com material necessário à prestação de primeiros socorros, e que deve ter um trabalhador treinado para prestar este serviço caso o estabelecimento tenha 10 ou mais trabalhadores. Além disso, deve ser possibilitado o acesso dos trabalhadores aos órgãos de saúde com fins a prevenção e a profilaxia de doenças endêmicas e a aplicação de vacina antitetânica. Quando constatada a ocorrência ou agravamento de doenças ocupacionais, caberá ao empregador providenciar a emissão da Comunicação de Acidentes do Trabalho (CAT), além de afastar o trabalhador da exposição ao risco e encaminhá-lo à previdência social para estabelecimento de nexo causal, avaliação de incapacidade e definição da conduta previdenciária em relação ao trabalho.
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QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: UM ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE MÉDIO PORTE DE PELOTAS/RS

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: UM ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE MÉDIO PORTE DE PELOTAS/RS

RESUMO: O trabalho é um dos elementos mais importantes da produção social, senão o mais. De certo modo todo trabalho exige uma grande quantidade de energia física e psíquica, que, nesse processo, é chamado de força do trabalho. Estudos ligados à qualidade de vida no trabalho – QVT – começaram a surgir nos anos 50 e apresentaram inúmeras fases. É muito provável que funcionários motivados, capacitados e bem remunerados passem a ter um desempenho acima da média, reduzindo custo, apresentando melhores soluções aos clientes e gerando como desdobramento maior vitalidade financeira, que, mais do que nunca, pode significar a sobrevivência da empresa. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi analisar a qualidade de vida no trabalho em uma construtora civil da cidade de Pelotas/RS, sob o enfoque da convivência, qualidade de vida, bem estar, direitos na percepção de seu informante chave. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa de caráter descritivo e abordagem qualitativa, cujo método foi um estudo de caso. Como instrumento de coleta de dados utilizou-se o roteiro de entrevista semiestruturada, cuja aplicação ocorreu no mês de março de 2017 dirigido ao responsável pelo setor de Recursos Humanos – RH. Conclui-se que a organização, a partir do relato do informante chave, apresentou percepção limitada e fragmentada sobre QVT. A organização adota um projeto sobre voltada a esta temática e que se encontra em fase inicial. Como fatores limitantes em investimentos na área encontram-se: o aspecto financeiro e a falta de apoio do gestor, a falta de tempo, demanda elevada
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Análise da qualidade de vida, capacidade para o trabalho e idade em trabalhadores industriais

Análise da qualidade de vida, capacidade para o trabalho e idade em trabalhadores industriais

Com que idade começou a trabalhar? Qual a principal ocupação atual? Descreva as principais tarefas que você faz no trabalho: Há quanto tempo trabalha na atual empresa? É funcionário terceirizado? Sim ( ) Não ( ) É funcionário com registro em carteira de trabalho? Sim ( ) Não ( ) Recebe adicional de insalubridade ou de penosidade? Sim ( ) Não ( ) Trabalha durante a noite (em turnos alternantes ou sempre durante a noite)? Sim ( ) Não ( ) As exigências de seu trabalho são principalmente: Mentais...............................................................................................1
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Qualidade de vida no trabalho: estudo na percepção dos colaboradores da CAGEPA em Campina Grande - PB

Qualidade de vida no trabalho: estudo na percepção dos colaboradores da CAGEPA em Campina Grande - PB

A preocupação com a Qualidade de Vida no Trabalho – QVT está cada vez mais notória, devido à necessidade que os trabalhadores têm de conviver em um ambiente que lhes proporcione condição favorável e agradável para trabalhar. Teve como objetivo analisar a percepção dos colaboradores do setor SLBO, sobre a QVT, na Cagepa Regional da Borborema, em Campina Grande – PB. Caracterizou- se como estudo de caso, acompanhado de pesquisas exploratória, descritiva, bibliográfica, de campo; o método adotado foi o quantitativo. O universo da pesquisa foi composto por dezoito colaboradores do setor SLBO, da Cagepa. O instrumento utilizado foi um questionário composto por seis questões relacionadas ao perfil socioeconômico e vinte e duas baseadas no modelo de QVT, proposto por Walton distribuídas em 08 fatores. Também foi utilizada a escala Likert, adaptada para três categorias: Concordância, Neutralidade e Discordância. Nos resultados, verificou-se que a maioria concordou com Relevância social do trabalho na vida; Integração social na organização e O trabalho e o espaço total da vida. Verificou-se que em Constitucionalismo e Oportunidade de crescimento e segurança, houve um percentual mais elevado, mas que não atingiu maioria. Quanto a Uso e desenvolvimento de capacidades, apenas metade, concordou. Entretanto, em Compensação justa e adequada, houve um percentual elevado, mas que não atingiu maioria que informou simultaneamente concordância e/ou neutralidade. Apenas, em Condições de trabalho, obteve-se um percentual mais elevado, mas que não atingiu maioria, de neutralidade. Espera-se que a organização objeto de estudo procure implantar estratégias que melhorem o grau de satisfação dos participantes da pesquisa no que diz respeito a QVT.
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Qualidade de vida no trabalho e bem-estar no trabalho : que relações? : estudo exploratório numa amostra de trabalhadores do sector do turismo

Qualidade de vida no trabalho e bem-estar no trabalho : que relações? : estudo exploratório numa amostra de trabalhadores do sector do turismo

Em relação aos resultados obtidos é possível verificar que, em geral, e respondendo aos objectivos a) e b), os níveis quer de BET quer da QVT se apresentaram bastante positivos. Este é um dado interessante, tendo em conta a importância destes dois aspectos para um melhor funcionamento organizacional, uma vez que a QVT tem uma considerável influência em diversos comportamentos organizacionais, de entre os quais se podem destacar o empenhamento e a satisfação organizacionais, o desempenho no trabalho, a intenção de turnover, o absentismo, a identificação com a organização, a produtividade, a qualidade de produtos e serviços, bem como despesas elegíveis com saúde e afins (Huang, Lawler & Lei, 2007; Rafael, 2009; Rafael & Lima, 2008b; Sirgy, Efraty, Siegel, & Lee, 2001). Uma elevada QVT é também responsável pelo aumento do nível das relações interpessoais que se estabelecem entre os seus membros, e destes com o exterior, a par de mais benefícios que são partilhados entre a organização e os seus trabalhadores (Pereira & Bernhardt, 2004). Também como já haviam referido autores como Zwetsloot e Pot (2004, cit. por Bakker & Schaufeli, 2008), o bem-estar dos trabalhadores constitui uma estratégia essencial para a valorização de uma organização que se traduz em benefícios directos para a organização.
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Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), Bem-EstarMal-Estar no Trabalho e Reconversão Tecnológica: Representações de Trabalhadores em Empresa Pública Brasileira

Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), Bem-EstarMal-Estar no Trabalho e Reconversão Tecnológica: Representações de Trabalhadores em Empresa Pública Brasileira

A escala de desgastes provenientes do trabalho evidenciou aspectos que impactam nos afetos negativos e positivos dos trabalhadores. No contexto pesquisado, sentir-se cansado e trabalhar no limite da sua capacidade foram os itens percebidos como mais críticos (desgastes altos). Por sua vez, como consequência, os afetos negativos em destaque no contexto foram ansiedade e preocupação. Bragard et al. (2012) identificaram a relação entre QVT e outros constructos, como o burnout, identificando emoções como esgotamento emocional e estresse que oferecem risco psicosocial e impactam negativamente na QVT. Paschoal e Tamayo (2008) entendem as emoções e os humores no trabalho como uma dimensão afetiva do bem-estar no trabalho. Os autores afirmam (p. 20), que o “contexto de trabalho apresenta-se como um lugar privilegiado de emoções e, fundamentalmente, de realização e de construção da felicidade pessoal”. Ou seja, as atividades são orientadas para objetivos e metas, mas o objetivo final é a busca da felicidade (Dupuis et al., 1989). Assim, entende-se que investigar o impacto dos afetos sobre o bem-estar pode subsidiar gestores na identificação de estratégias de promoção de QVT.
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Qualidade de vida no trabalho e satisfação de papéis de vida numa amostra de trabalhadores por turnos

Qualidade de vida no trabalho e satisfação de papéis de vida numa amostra de trabalhadores por turnos

vida no trabalho apenas tenha sido redigida em 1970 na Conferência Internacional da Universidade da Colúmbia (Lourenço, 2014). A criação do Center for Quality of Working Life nos Estados Unidos por Louis Davis aproxima, em termos de conceito, “a QVT do Desenvolvimento de Recursos Humanos, e dimensões como “humanisation of work”, “industrial democracy”, “workplace democracy”, “work redesign”, “organisational redesigning”, “participative work” e, mais tarde, qualidade de vida no trabalho foram utilizados indiferenciadamente para designar a mesma coisa” (Saklani, 2004; cit. por Rafael & Lima, 2008). É também frequente, conceitos e temáticas como bem-estar, motivação, satisfação, saúde e segurança no trabalho, surgirem identificados, e mesmo fazendo parte, da conceptualização da qualidade de vida no trabalho (Rafael & Lima, 2008). E apesar desta indefinição ou falta de concordância quanto ao conceito da qualidade de vida no trabalho, este assume-se em diversas caracterizações na literatura como sendo algo que “caracteriza a relação entre o bem-estar do indivíduo e o seu trabalho, tendo em conta que as suas experiencias de trabalho são satisfatórias (Rafael, 2014; cit. por Cordeiro, 2017). Também segundo Rafael (2010), citando Roan & Diamond (2003) e Rose, Beh, Uli & Idris (2006), a qualidade de vida no trabalho distingue-se do conceito de Satisfação no Trabalho apesar de estar intimamente ligada às funções desempenhadas, ao ambiente físico e social, ao sistema de carreiras e à relação trabalho-vida em geral. Subtil (2010) atribui também à dimensão qualidade de vida no trabalho, uma forte preocupação pelo impacto produzido pelo trabalho nos colaboradores, assim como, pelo seu desempenho na organização. Espera-se que este desempenho aumente a produtividade organizacional se a qualidade de vida no trabalho for um pré- requisito da organização (Mosedeghrad, 2011), tornando as organizações altamente competitivas e produtivas (Korunka, Hoonakker & Carayon, 2008; cit. por Cordeiro, 2017), produzindo efeitos positivos e reduzindo o absentismo e turnover, originando satisfação no trabalho (Mosedeghrad, 2011; cit. por Cordeiro, 2017). Neste contexto organizacional com apoio e qualidade de vida no trabalho, os colaboradores sentem reconhecido o seu empenho pela atribuição de tarefas com significado, adequadas renumerações e benefícios, segurança no emprego e novos campos de oportunidades (Mosadeghrad et al., 2011 cit. por Cordeiro, 2017).
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Qualidade do sono e qualidade de vida no trabalho em trabalhadores industriais de turnos fixos

Qualidade do sono e qualidade de vida no trabalho em trabalhadores industriais de turnos fixos

Já o estudo de Karagozoglu e Bingol (2008), realizado com profissionais da saúde, submetidos aos turnos noturnos, manhã inteira, meio tarde-noite, utilizando o PSQI para mensurar a QS, constatou que o componente “uso de medicamentos para dormir” apresentou o pior índice no turno fixo manhã inteira. O turno manhã inteira apresentou diferença significativa com valor de p<0,05 em relação ao turno meio tarde-noite, convergindo com os resultados encontrados na presente pesquisa. No entanto, Karagozoglu e Bingol (2008) afirmam que os trabalhadores do turno manhã inteira, utilizam de medicamentos para dormir, com o intuito de evitar a sonolência excessiva no turno de trabalho e melhorar o desempenho produtivo. Porém, analisando os estudos de Ferguson e Dawson (2012), Kucharczyk, Morgan e Hall (2012), Won Kim et al. (2013) evidencia-se que os trabalhadores do turno manhã inteira utilizam em maior escala de medicamentos para dormir, não com o intuito de melhorar o seu desempenho produtivo, mas como necessidade fisiológica, pois, sentem que o ciclo do sono-vigília esta comprometido.
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Qualidade e trabalho: um estudo de caso em sindicato de trabalhadores sobre os programas de controle de qualidade total.

Qualidade e trabalho: um estudo de caso em sindicato de trabalhadores sobre os programas de controle de qualidade total.

“Por exemplo, as empresas (...) até certo tempo, alguns anos atrás, qual era a atitude das empresas para os funcionários, (...) com os trabalhadores? Era do chefe, carrasco. Daquele chefe que quando saía no corredor, da área de produção, todo mundo voltava pra máquina, ninguém ia no banheiro. Se tivesse no banheiro, o chefe chegava, a turma saía, quer dizer, era o “chicote”. Não conversavam, não sentavam junto, o encarregado num sentava junto com os trabalhadores pra manter aquela impressão, aquela relação de hierarquia, de autoridade. Hoje isso tá muito mudado. As empresas maiores, melhor estruturada, tem outra relação. Quer dizer, elas trabalha com os trabalhadores, às vezes vestindo a mesma roupa, não diferencia mais a roupa; comendo no mesmo restaurante. De primeiro tinha dois restaurante um “classe A”, o outro “classe B”, digamos assim, pra gente separar, um da piãozada e outro da parte da chefia, da supervisão. A maioria hoje é um restaurante só (...). Então, é uma tendência da empresa, teoricamente, apresentar como se fosse todos iguais. Então ela (...) tem ganho muito a cabeça dos trabalhadores em função disso. E é claro que cada vez que as empresa faz isso, dificulta mais a organização. Eu não quero não, não é que a gente tá torcendo pra que ela trabalhe, (...) com o “reio” na mão, com o “chicote”. Mas, em alguns casos os trabalhadores chegam a pensar que vai haver uma certa melhora e etc., chega até a cair no “conto do vigário”. (...) O trabalhador, dentro de um curto prazo, ele vai ver que aquelas mudança, aquelas relações foram superficiais, elas não trouxeram alteração de fato (...), Acho que o quadro que, avista aí, social, tem dado condição, (...) pra gente, num curto prazo de tempo mostrar pros trabalhador a contradição dessa modernidade. Essa modernidade é falsa, e o trabalhador consegue compreender isso.” (depoimento de Elieser Mariano)
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