Top PDF Qualidade de vida de pessoas vivendo com o vírus e síndrome da imunodeficiência humana

Qualidade de vida de pessoas vivendo com o vírus e síndrome da imunodeficiência humana

Qualidade de vida de pessoas vivendo com o vírus e síndrome da imunodeficiência humana

Aponta-se que os estudos desenvolvidos sobre a temática, no âmbito nacional, são característicos do campo de conhecimento da saúde. Assim, urge que profissionais de Enfermagem e Psicologia busquem evidências acerca de fatos ou circunstâncias que afe- tem a qualidade de vida dessas pessoas, de modo a demonstrar a preocupação das categorias em desen- volver cuidado mais humanizado, voltado às questões biopsicossociais de pessoas que vivem com HIV/ Aids . A assistência em saúde vem se destacando pela prática do cuidado dos indivíduos de forma integral, acolhendo-os pela escuta e olhar sensível durante a terapêutica, possibilitando assistir indivíduos diante da subjetividade, cultura e história, não se destacando apenas a doença, mas a pessoa que traz consigo um agravo (21) . Estudo sobre qualidade de vida de mulhe-
Mostrar mais

10 Ler mais

Qualidade de vida, perfil socioeconômico, conhecimento e atitude sobre sexualidade de "pessoas que vivem" com o Vírus da Imunodeficiência Humana.

Qualidade de vida, perfil socioeconômico, conhecimento e atitude sobre sexualidade de "pessoas que vivem" com o Vírus da Imunodeficiência Humana.

Objetivos: analisar a qualidade de vida dos “pacientes” com o vírus da imunodeficiência humana e relacioná-la ao perfil socioeconômico, conhecimento e atitudes sobre sexualidade. Método: estudo transversal e analítico, com 201 pessoas com 50 anos ou mais. Aplicados os instrumentos Targeted Quality of Life e Aging Sexual Knowledge and Attitudes Scale por meio de entrevistas. Para análise dos dados utilizou-se a Regressão Linear Múltipla. Resultados: as dimensões da qualidade de vida mais comprometidas foram preocupação com sigilo (39,0), atividade sexual (45,9) e preocupação financeira (55,6). Escores de conhecimentos e atitudes sobre sexualidade foram: 31,7 e 14,8, respectivamente. Houve correlação significante entre as atitudes e os domínios função geral, preocupação com saúde, preocupação com medicação e aceitação do HIV. Conclusão: orientações sobre formas de contágio, tratamento e evolução da patologia, além de suporte social e psicológico poderiam minimizar os efeitos negativos da doença sobre a qualidade de vida dos pacientes que vivem com o vírus da imunodeficiência humana.
Mostrar mais

8 Ler mais

Qualidade de vida de gestantes infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) na cidade de São Paulo

Qualidade de vida de gestantes infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) na cidade de São Paulo

OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida (QV) de gestantes infectadas pelo HIV, utilizando o questionário HIV/ AIDS – Targeted Quality of Life (HAT-QoL). MÉTODOS: Estudo descritivo que incluiu 60 gestantes atendidas no Núcleo Multidisciplinar de Patologias Infecciosas na Gestação (NUPAIG) – UNIFESP/EPM e na rede de referência da Secretaria Municipal de São Paulo. Foi realizado no período de fevereiro de 2011 a outubro de 2012. Foram coletadas variáveis sociodemográicas e clínicas de 60 gestantes infectadas pelo HIV, que responderam o questionário HAT-QoL, o qual incluiu 34 questões sobre qualidade de vida. RESULTADOS: A média de idade foi 30 anos e o tempo médio de infecção pelo HIV foi de 5,7 anos. Somente 8,3% das pacientes tinham contagem de células CD4 ≤200 células mm³ e 45% apresentavam carga viral indetectável. Os escores médios dos domínios variaram entre 47,5 e 83,7. Os domínios com escores mais baixos foram preocupações inanceiras e preocupações com o sigilo. Os domínios com escores mais altos e menor impacto na qualidade de vida foram preocupações com a medicação e coniança no proissional. CONCLUSÃO: Neste estudo inicial, com 60 grávidas, concluímos que o HAT-QOL poderá contribuir para a avaliação da qualidade de vida na população de gestantes infectadas pelo HIV no Brasil.
Mostrar mais

5 Ler mais

Avaliação da autopercepção estética e qualidade de vida em pessoas vivendo com HIV/AIDS com síndrome lipodistrófica (SLD) em uso de antirretrovirais

Avaliação da autopercepção estética e qualidade de vida em pessoas vivendo com HIV/AIDS com síndrome lipodistrófica (SLD) em uso de antirretrovirais

Em 1996 com a introdução no Brasil da Highly Active Antiretroviral Therapy (HAART) melhorando a sobrevida e diminuindo o número de óbitos entre os portadores do HIV/Aids, surgem relatos de alterações metabólicas e morfológicas - Síndrome Lipodistrófica (SLD). Portanto, este estudo busca avaliar a partir da autopercepção estética de pessoas que vivem com HIV/AIDS (PVHA) em uso de terapia antirretroviral (TARV) o impacto da SLD na qualidade de vida. Pesquisa exploratória observacional com dados quantitativos e qualitativos, que contou com a multidisciplinaridade, a partir dos critérios de inclusão os voluntários eram captados pelo médico infectologista assistente. Foi realizada com base nos princípios da Resolução 196/96-CNP. A amostra foi composta por 48 PVHA, com idade entre 32 a 66 anos. 89,6% demonstraram interesse em mudar partes do corpo que perceberam enquanto alteradas ou comprometidas pela SLD, dado reforçado quando estes afirmam que se “percebem” (35,4%) e “sentem” (35,4%) que as outras pessoas os vêem de forma diferente. Quanto a qualidade de vida o domínio da espiritualidade, religião e crenças pessoais alcançou maior média (14,7) com DP 4,0 neste estudo. A pesquisa permitiu uma publicação internacional (Journal of Public Health and Epidemiology-JPHE) e várias participações com publicação em eventos (nacionais e internacionais). O estudo sugere que a infecção por HIV e a presença da SLD a partir da autopercepção dos sujeitos entrevistados pode afetar a qualidade de vida. E destaca a importância de ações que ressaltem o suporte social como motivador para o autocuidado.
Mostrar mais

93 Ler mais

ANALISE DESCRITIVA DE ASPECTOS RELACIONADOS A ATIVIDADE FÍSICA HABITUAL, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA EM ADULTOS PORTADORES DO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA

ANALISE DESCRITIVA DE ASPECTOS RELACIONADOS A ATIVIDADE FÍSICA HABITUAL, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA EM ADULTOS PORTADORES DO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA

Imunodeficiencia Adquirida ou Acquired ImmuneDeficiency Syndrome (Aids) foi reporta- da pelo Centers Disease Control (CDC) em Atlanta, nos Estados Unidos em Junho de 1981. Atualmente esta doen9a e considerada urn pro- blema de saude publica, tanto em paises desen- volvidos como em paises em desenvolvimento. Esta doenfi:a e causada pelo virus da imunodeficiencia humana ou Human ImmuneDeficiciency Virus (HIV).

9 Ler mais

Utilidade da teoria de autocuidado na assistência ao portador do Vírus da Imunodeficiência Humana/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

Utilidade da teoria de autocuidado na assistência ao portador do Vírus da Imunodeficiência Humana/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

Assim, com vistas à assistência de portadores do Vírus da Imunodeficiência Humana/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (HIV/AIDS), tem sido implementado o uso de modelos e teorias, no intuito de explanar fenômenos relacionados ao cuidado, orientar soluções que respondam às necessidades e interesses das pessoas envolvidas e instrumentalizar o enfermeiro para proporcionar ajuda ao paciente a cuidar de si, pois a AIDS é uma doença crônica que depende do cuidado pessoal do paciente para melhorar a qualidade de vida e prolongar sua sobrevida.
Mostrar mais

6 Ler mais

Validação do conteúdo de instrumento para caracterizar pessoas maiores de 50 anos portadoras do Vírus da Imunodeficiência Humana/Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

Validação do conteúdo de instrumento para caracterizar pessoas maiores de 50 anos portadoras do Vírus da Imunodeficiência Humana/Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

Trata-se de instrumento inédito no meio nacional. Sua aplicação permitirá a obtenção de informações importantes para nortear as prioridades da assistência aos pacientes maio- res de 50 anos portadores de HIV/aids. O uso do instrumen- to em diferentes ambientes culturais permitirá a comparação e identificação de pontos similares que podem tornar-se alvo de ações coletivas com vistas a melhorar a qualidade do atendimento em saúde e de seus resultados com a este grupo de pacientes, que tem sido subestimado na atualidade.

7 Ler mais

Diagnósticos de enfermagem em pacientes com o Vírus da Imunodeficiência Humana/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida em assistência ambulatorial.

Diagnósticos de enfermagem em pacientes com o Vírus da Imunodeficiência Humana/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida em assistência ambulatorial.

A amostra compôs-se dos 51 pacientes com HIV/ AIDS que iniciaram acompanhamento ambulatorial, entre julho e dezembro de 2006. O levantamento de dados ocorreu por meio de entrevista apoiada por um questionário com referencial na Teoria de Orem, que requeria respostas objetivas e descritivas, constando de identificação do paciente, dados sociodemográficos e questões relacionadas ao autocuidado, envolvendo: o uso de antirretrovirais, realização de exercícios físicos, alimentação, sono, aceitação do diagnóstico/doença, mudanças na vida após diagnóstico, atividades de lazer, atividade sexual e hábitos de higiene. O questionário foi criado e validado pelos pesquisadores especialmente para este fim. Após o levantamento dos dados, os diagnósticos de enfermagem foram formulados, de acordo com a Taxonomia da North American Nursing Diagnosis Association (NANDA) (7) .
Mostrar mais

7 Ler mais

Cuidados prestados a parceiros sexuais de pessoas que vivem com o vírus da imunodeficiência humana

Cuidados prestados a parceiros sexuais de pessoas que vivem com o vírus da imunodeficiência humana

A comunicação efetiva dos profissionais de saú- de, com o objetivo de solucionar dúvidas e estabele- cer vínculos com os usuários apresenta fragilidades. O preparo dos profissionais envolve a distribuição e a entrega de medicamentos sem a preocupação de prestar apoio a outros pontos importantes, como aco- lhimento e acompanhamento, e na criação de vínculo com o paciente. O profissional desempenha um papel crucial para obter boas perspectivas de ruptura da cadeia de transmissão desse vírus entre parceiros se- xuais e na qualidade de vida desses pacientes.
Mostrar mais

8 Ler mais

Saúde auditiva, o vírus da imunodeficiência humana e a síndrome da imunodeficiência adquirida: uma revisão

Saúde auditiva, o vírus da imunodeficiência humana e a síndrome da imunodeficiência adquirida: uma revisão

Tema: a Síndrome da Imunodeiciência Adquirida (SIDA/AIDS) é causada pelo Vírus da Imunodeiciência Humana (VIH/HIV), e resulta numa imunidade reduzida, o que torna o indivíduo mais susceptível a doenças e infecções oportunistas. Com o avanço da doença as estruturas do sistema auditivo central podem ser comprometidas pela ação direta do vírus ou decorrente de infec- ções secundárias e neoplasias. O portador do HIV/AIDS pode também se tornar mais vulnerável a outras patologias do ouvido. Objetivo: o objetivo desta revisão foi exploratório, visando identii- car os possíveis pontos de interseção entre distúrbios auditivos e a Síndrome da Imunodeiciência Adquirida. Realizou-se uma revisão da literatura sobre a saúde auditiva dos portadores de HIV/AIDS e foi discutido o impacto potencial de patologias auditivas na qualidade de vida. Conclusão: a lite- ratura sugere que várias possiveis associações existam entre os distúrbios auditivos e a Síndrome da Imunodeiciência Adquirida e o Vírus da Imunodeiciência Humana. Proissionais de saúde, inclu- sive aqueles dos serviços públicos no Brasil, deveriam examinar a necessidade de iniciativas de saúde auditiva dirigida aos portadores de HIV/AIDS para prevenir patologias auditivas ou reduzir seu impacto na qualidade de vida.
Mostrar mais

7 Ler mais

Elaboração e validação do fluxograma de atendimento à pessoa vivendo com vírus da imunodeficiência humana no município de Natal-RN

Elaboração e validação do fluxograma de atendimento à pessoa vivendo com vírus da imunodeficiência humana no município de Natal-RN

Considera-se que os objetivos propostos foram alcançados. Como também, aponta para uma tecnologia nos planos da gestão e da assistência, inerente a qualidade técnica do trabalho bem como no sentido político de direitos e cidadania envolvidos na construção de um cuidado integral. Viabiliza a conexão de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, estruturando um projeto de trabalho por meio de ações matriciais para atender a complexidade de fatores que interferem na saúde e qualidade de vida das pessoas vivendo com o vírus da imunodeficiência humana.
Mostrar mais

85 Ler mais

ANÁLISE ESTRUTURAL DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE A AIDS ENTRE PESSOAS QUE VIVEM COM VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA

ANÁLISE ESTRUTURAL DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE A AIDS ENTRE PESSOAS QUE VIVEM COM VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA

Constatou-se a negatividade dos termos que compõem o núcleo central em comum às represen- tações geradas pelas análises. No contexto da análise estrutural, “doença” se destacou como o termo de mais baixa ordem de evocação e maior frequência, o que demonstra a sua forte saliência no contexto desta análise. Além disso, apresenta conexão com vários outros termos na análise de similitude, fazen- do dele o elemento mais central da representação em questão e, desse modo, organiza parcela significati- va dos elementos cognitivos referentes ao tema aids. A conexidade direta do termo “doença” com palavras como “vírus”, “tratamento”, “remédio”, “preservativo” e “sem cura” evidencia a ancora- gem em dois aspectos fundamentais da patologia. Primeiramente no aspecto biomédico, tendo em vista que a aids é uma patologia transmitida pelo “vírus” HIV, o qual ataca o sistema imunológico do organismo. Sendo assim, pessoas que vivem com aids demandam “tratamento” contínuo com “remédios” antirretrovirais específicos que redu- zem a morbimortalidade, melhoraram a qualidade e a expectativa de vida sem, no entanto, erradicar a infecção, uma vez que ela não tem cura. 15 Sua ligação
Mostrar mais

10 Ler mais

Adesão terapêutica na infecção pelo vírus da imunodeficiência humana

Adesão terapêutica na infecção pelo vírus da imunodeficiência humana

A utilização da TARV tem vindo a demonstrar resultados positivos nos países em que os indivíduos infectados pelo VIH têm acesso aos medicamentos. Os benefícios prendem-se com a redução significativa dos óbitos secundários à SIDA e com a ocorrência de infecções oportunistas (Antunes, 2004). Além disso, a TARV tem proporcionado ao indivíduo seropositivo uma maior sobrevida, um aumento na sua qualidade de vida, relacionado directamente com uma melhor condição física e emocional (Volderbing, 2004; Sarmento e Castro, 2004b). Outros aspectos a considerar, e não menos importantes, prendem-se com o facto dos indivíduos em idade economicamente activa poderem permanecer produtivos, não desgastando os recursos da Segurança Social. Por outro lado, a redução da morbilidade e mortalidade da infecção pelo VIH em crianças e a redução substancial da transmissão vertical (principal via de transmissão relacionada à SIDA em crianças) e ainda a possível diminuição pela transmissão sexual, em consequência da redução da carga vírica no sémen e nas secreções vaginais, apresenta um impacto sobre a dinâmica da epidemia de forma alguma negligenciável (Volberding, 2004).
Mostrar mais

159 Ler mais

Religiosidade, adesão e qualidade de vida em pessoas vivendo com AIDS em uso de

Religiosidade, adesão e qualidade de vida em pessoas vivendo com AIDS em uso de

Teve-se como objetivo geral avaliar a relação da religiosidade na efetividade da adesão e da qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV/aids utilizando terapia antirretroviral. Trata-se de estudo de corte transversal, exploratório, com abordagem quantitativa, realizado no ambulatório de infectologia do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC) da Universidade Federal do Ceará. Participaram 215 pessoas infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), em uso de terapia antirretroviral (TARV) por meio de entrevista estruturada, utilizada para a coleta de dados sociodemográficos e clínicos, sendo aplicados três instrumentos: o Questionário de avaliação da adesão ao tratamento antirretroviral (CEAT-VIH) que possui 20 itens; o Questionário para avaliação de qualidade de vida (WHOQOL-HIV Bref), composto por seis domínios; e a Escala de índice de religiosidade da Universidade Duke (Duke Religious Index – Durel) com três dimensões: Religiosidade Organizacional (RO), Religiosidade Não-Organizacional (RNO) e Religiosidade Intrínseca (RI). Os dados coletados foram analisados utilizando-se o programa estatístico STATA versão.11. Foram descritos os totais das principais características do estudo e estratificados de acordo com os graus de adesão. Realizou-se análises bivariadas, aplicados diferentes testes para comparação entre proporções e correlações. Para avaliação da consistência interna das respostas aos itens dos instrumentos, foi utilizado o coeficiente Alfa de Cronbach. Para avaliar a magnitude da adesão, foi utilizada a prevalência e a Razão de Prevalência. Em todas as análises foi adotado o nível de significância estatística de 5%. O estudo foi aprovado pelo comitê de ética em pesquisa do HUWC. Os resultados demonstraram que as mulheres se apresentaram 45% menos aderentes
Mostrar mais

80 Ler mais

Qualidade de vida e fatores associados em pessoas vivendo com HIV/AIDS.

Qualidade de vida e fatores associados em pessoas vivendo com HIV/AIDS.

Os critérios de inclusão do estudo foram: indiví- duos de ambos os sexos, com idade superior ou igual a 18 anos; resultado de exame sorológico reagente para HIV, tendo desenvolvido ou não a síndrome; uso da terapia antirretroviral; estar no Serviço de Assistência Especializado no momento da coleta de dados; ser domiciliado em Teresina (PI); apresentar condições físicas, mentais e psicológicas para par- ticipar da entrevista e aquiescer em participar do estudo. Foram critérios de exclusão: indivíduos pri- vados de liberdade e com dificuldades cognitivas.

7 Ler mais

Comportamentos relacionados à saúde sexual de pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana.

Comportamentos relacionados à saúde sexual de pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana.

Objetivo: Analizar las conductas relacionadas con la salud sexual de personas con VIH de acuerdo con el Modelo de Promoción de la Salud. Objetivos específicos: Identificar características y comportamientos anterior de los sujetos; describir sentimientos, autoeficacia, barreras, beneficios y influencias relacionadas con comportamientos importantes para ser modificados; construir un plan de acción acordado con el individuo en estas conductas. Métodos: Estudio cualitativo realizado em 2014 con 14 participantes através de entrevista semi-estructurada en una clínica especializada en Maceió/AL. El Modelo de Pender se utilizó como marco teórico-metodológico. Resultados: Cuatro categorías se señalaron los cambios en la vida sexual-afectiva-relacional de los sujetos: El uso (no) de preservativos durante las relaciones sexuales y la responsabilidad por sí mismos y a otros; La suspensión/restricción de la vida sexual y la falta de relaciones sentimentales; Géneros, relaciones de poder y la salud sexual de las mujeres con VIH; El fortalecimiento de la vida sexual y afecto relacional. Conclusión: La seropositividad parecía mostrar cómo situación en que se reconsideran comportamientos, sin embargo, los deseos de cambio de comportamiento aparecen permeado por estigma y falta de apoyo para toma de decisiones. Este estudio indica el modelo aplicado como una herramienta útil para enfermeras y otros profesionales.
Mostrar mais

9 Ler mais

Experiência da adesão ao tratamento entre mulheres com Vírus da Imunodeficiência Humana/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

Experiência da adesão ao tratamento entre mulheres com Vírus da Imunodeficiência Humana/ Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

Uma prática que se tornou realidade após o diagnóstico para o HIV, na vida das mulheres deste estudo, foi a religiosidade no viver diário. Fazer um trato com Deus para que o organismo aceitasse a medicação foi primordial para I-7. Já que seu corpo não aceitava os coquetéis, a forma encontrada foi estabelecer um pacto com Deus. A fé em Deus, nesta trajetória do tratamento, constitui-se uma razão para viver. A religião ajuda as pessoas a suportarem as pressões emocionais, possibilitando a saída para explicações empíricas para o caos, o infortúnio. A religiosidade capacita a mulher para enfrentar as questões para as quais ela não tem resposta, na religião encontra forças para superar os limites morais afetados (5) . Assim, por meio da religião, os
Mostrar mais

7 Ler mais

AS FACETAS DA FÉ PARA PESSOAS QUE VIVEM COM O VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA

AS FACETAS DA FÉ PARA PESSOAS QUE VIVEM COM O VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA

Resumo: para a inconstância das situações adversas de vida, percebe-se a fé como fonte de estímulo ao equilíbrio na vida das Pessoas Vivendo com HIV (PVHIV). Este estudo é exploratório, descritivo com abordagem qualitativa, embasado pela Teoria das Represen- tações Sociais (TRS), e objetiva analisar a fé no contexto da TRS. Foi realizado com 166 PVHIV atendidas num ambulatório especializado. Foram colhidas evocações ao termo espiritualidade e, em seguida, justificativas, a partir destas, analisamos os sentidos do cognema fé com o auxílio do software IRAMUTEQ. A partir da análise foram geradas 8 classes que mostram os diferentes sentidos na fé dentro das representações sociais da espiritualidade. Assim conclui-se que os participantes representam a fé, como um objeto dessacralizado e importante para as atividades cotidianas e de enfrentamento, e também há uma forte relação da fé com o divino e a religiosidade. Tais dimensões podem ser ob- servadas e valorizadas durante o cuidado.
Mostrar mais

9 Ler mais

Vacinação no vírus da imunodeficiência humana - perspectiva atuais

Vacinação no vírus da imunodeficiência humana - perspectiva atuais

A diversidade genética dos subtipos de VIH, das formas circulantes recombinantes e das estirpes é maior do que na maioria dos vírus, isto reflete-se na diversidade antigénica do envelope (37,38) . O VIH gera 10 10 viriões por dia, tem uma taxa de mutação de 3x10 -5 por base nucleotídica por ciclo de replicação, isto leva à geração de imensas variantes de VIH no mesmo doente num dia. A variedade também aumenta com a natureza propensa a erros da replicação retroviral, visto que, a transcriptase reversa não tem os mecanismo de revisão de erros associados as ADN polimerases. Os genomas dos retrovírus são copiados com baixa fidelidade e a transcrição do ADN para ARN pela ARN polimerase também não é fiável (7) .
Mostrar mais

43 Ler mais

Implicações Éticas da lHagemSorológica para o Vírus da Imunodeficiência Humana

Implicações Éticas da lHagemSorológica para o Vírus da Imunodeficiência Humana

No confronto pugilístico entre Biggs e Tyson, de repercussão mundial, os espectadores presentes e os que viram a luta pela televisão notaram que treinadores e segundos usavam luvas. A Respeito desse cuidado, agiram erroneamente tocando em cordas, baldes e outros equipamentos. Acima de tudo, porém, a milhares de pessoas ocorreu divulgação da importância da AIDS, pois a percepção da presença das lavas e os comentários dos locutores fizeram com que houvesse contato com o perigo constituído pela terrível enfermidade, estando o sangue claramente envolvido.

18 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados