Top PDF Quantificação de víbrios e de coliformes totais e fecais na ostra nativa Crassostrea rhizophorae e na água do estuário do rio Jaguaribe, Fortim-CE

Quantificação de víbrios e de coliformes totais e fecais na ostra nativa Crassostrea rhizophorae e na água do estuário do rio Jaguaribe, Fortim-CE

Quantificação de víbrios e de coliformes totais e fecais na ostra nativa Crassostrea rhizophorae e na água do estuário do rio Jaguaribe, Fortim-CE

Com relação às análises de água, seguiu-se os padrões para corpos d'água estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente — CONAMA em sua Resolução 357/2005 que determina que para[r]

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Quantificação de víbrios, de coliformes totais e  em ostra nativa Crassostrea rhizophorae, e na água do estuário do Rio Jaguaribe, FortimCE

Quantificação de víbrios, de coliformes totais e em ostra nativa Crassostrea rhizophorae, e na água do estuário do Rio Jaguaribe, FortimCE

________________________________________________________________________________ RESUMO: Este trabalho objetivou a quantificação de Vibrio e de coliformes totais (Ct) e fecais ou termotolerantes (CT) através do Número Mais Provável (NMP) em amostras de ostra (Crassostrea rhizophorae) e das águas onde elas foram capturadas. As amostras foram coletadas no estuário do Rio Jaguaribe e transportadas em caixas isotérmicas ao laboratório, onde foram realizados os testes microbiológicos. Para Ct o NMP variou de <1,8 a 3.500/100mL na água, e de <1,8 a 9.200/g nas ostras, enquanto que para CT, variou de <1,8 a 490/100mL e <1,8 a 430/g para água e ostra, respectivamente. A análise estatística revelou concentrações significativamente maiores de Vibrio e Coliformes nas ostras do que na água, confirmando o potencial bioacumulador destes organismos. As amostras de água mantiveram-se dentro dos limites para CT estabelecidos pela Resolução N°357/2005 do CONAMA. As ostras foram avaliadas segundo The European Union Shellfish Quality Assurance Programme-EUSQAP, tendo em vista a inexistência no Brasil
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Quantificação de víbrios, de coliformes totais e termotolerantes em ostra nativa Crassostrea rhizophorae, e na água do estuário do Rio Jaguaribe, Fortim CE

Quantificação de víbrios, de coliformes totais e termotolerantes em ostra nativa Crassostrea rhizophorae, e na água do estuário do Rio Jaguaribe, Fortim CE

rhizophorae) and its living water by Vibrio, total coliforms (TC) and thermotolerants fecal coliforms (TFC) through Most Probable Number (MPN) estimates. The material consists of samples withdrawn at the Jaguaribe River estuary (Ceará State) which were readily taken over to laboratory where the pertinent microbiological tests were made. The MPN estimates for TFC varied in the ranges of <1.8 – 3,500/100mL and <1.8 – 9,200/g in water and oyster, while those for CT varied in the ranges of <1.8 - 490/100mL and <1.8 - 430/g, respectively. Contents of Vibrio and coliforms were found to be statistically greater in oysters than in water, what attests to the bioaccumulative potential of these organisms. The water-derived estimates were kept within the limits set up by CONAMA’s Act  357/2005. The oyster-derived estimates were also kept within acceptable quality limits, but in this case according to standards set up by The European Union Shellfish Quality Assurance Programme, given the lack of lawful MPN values for Vibrio and TFC to regulate the consumption of fresh oysters in Brazil. Since most bivalve mollusks, especially oysters, are eaten in their raw state, it would be highly desirable that specific guidelines were undertaken to prevent their contamination by Vibrio and coliforms.
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Importância da análise de água para a saúde pública em duas regiões do Estado do Rio de Janeiro: enfoque para coliformes fecais, nitrato e alumínio.

Importância da análise de água para a saúde pública em duas regiões do Estado do Rio de Janeiro: enfoque para coliformes fecais, nitrato e alumínio.

Com relação à água de poço das duas áreas, os resultados, quando comparados com os pa- drões de potabilidade da Portaria 36/90 do Mi- nistério da Saúde (Brasil, 1990), mostraram que, no Parque Fluminense, 30,4% das amostras de nitrato encontram-se em desacordo com a re- ferida Portaria. Em água de poço, 55,5% das amostras do Parque Fluminense e 62% do Co- lubandê apresentaram índices de coliformes fecais acima dos padrões estabelecidos na Por- taria e, em água de rede, os valores foram 6,2% para o Parque Fluminense e 6,6% para o Colu- bandê. A elevada porcentagem de amostras com cloro residual igual a zero na rede de dis- tribuição, e, mais ainda, na água de caixa d’á- gua, indicam a existência de problemas de ma- nutenção e operação da rede de distribuição e das próprias caixas d’água. Os resultados de pH encontrados nas duas áreas também mos- tram que os materiais das redes de distribuição podem estar sendo afetados pela acidez das águas distribuídas. No Parque Fluminense, 51% das amostras e, no Colubandê, 20% apresenta- ram valores de pH inferior a 6,5, sendo, portan- to, inferiores ao intervalo recomendado pela Portaria 36/90 (Brasil, 1990). Com relação ao alumínio, 100% das amostras de água de poço nas duas regiões e na água de rede do Coluban- dê apresentaram valores em desacordo com a Portaria do Ministério da Saúde. Na água de re- de do Parque Fluminense, 75% das amostras analisadas estavam fora dos padrões estabele- cidos pela Portaria.
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Efeito conjunto da salinidade, densidade de estocagem e tempo de troca de água, sobre o crescimento e sobrevivência larval da ostra-do-mangue, Crassostrea rhizophorae (Guilding, 1828)

Efeito conjunto da salinidade, densidade de estocagem e tempo de troca de água, sobre o crescimento e sobrevivência larval da ostra-do-mangue, Crassostrea rhizophorae (Guilding, 1828)

cultivadas sob a salinidade de 35 apresentaram maior sobrevivência no experimento 1, porém esta não foi signifi cativamente diferente da salinidade de 25 com trocas de água a cada 72 h. No segundo experimento a sobrevivência foi maior na salinidade de 25. O crescimento foi superior na salinidade de 25 em ambos experimentos. Trocas de água de 48 e 72 h aumentaram signifi cativamente o crescimento e a sobrevivência. As densidades de estocagem não apresentaram efeito signifi cativo no crescimento em comprimento, porém a altura foi incrementada nas densidades de 3 e 6 larvas ml -1 . A sobrevivência apresentou
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Impactos  no Estuário do Rio Jaguaribe: o Caso da Cidade de AracatiCe.

Impactos no Estuário do Rio Jaguaribe: o Caso da Cidade de AracatiCe.

O rio Jaguaribe foi fundamental para o desenvolvimento da cidade do Aracati. Nas últimas décadas verifica-se a degradação do ecossistema fluviomarinho ocasionado por vários impactos ambientais. Analisar os impactos socioambientais no estuário do rio Jaguaribe, destacando o processo de expansão urbana da cidade entre os anos de 1980 a 2008, relacionados com o desenvolvimento do turismo, da indústria e o agronegócio da carcinicultura e sugerir medidas que reduzam os impactos ambientais é o principal objetivo deste trabalho. A teoria geossistêmica contribuiu como método para a análise das relações entre o processo de urbanização, as formas de uso e ocupação das unidades geoambientais e os impactos socioambientais no estuário do rio Jaguaribe. Utilizou-se o roteiro de entrevista semiestruturada e o enfoque fenomenológico como procedimento qualitativo para compreender e interpretar a visão da sociedade em relação à importância e a degradação ambiental no rio Jaguaribe. Através do trabalho de campo foi possível observar o modo de vida da sociedade e entrevistar agentes políticos e lideranças comunitárias locais. Constatou- se que a urbanização acelerada da cidade, nas últimas décadas, foi responsável pelos seguintes impactos socioambientais: ocupação irregular das margens fluviais, contaminação do solo através do lançamento de esgoto oriundo de fossas sépticas, que correspondem a 80% do destino final dos efluentes domésticos da cidade e o tratamento ineficiente dos resíduos sólidos no lixão inserido no bairro Pedregal. O agronegócio da carcinicultura desenvolvido no estuário do rio Jaguaribe promoveu o desmatamento do manguezal, o lançamento de efluentes no rio contendo substâncias químicas utilizadas nos criatórios de camarão; instalação de empreendimentos sem as licenças dos órgãos ambientais, promovendo o assoreamento, a redução de 60% das espécies marítimas e estuarinas, o comprometimento da fauna silvestre causado pelo desmatamento do mangue, promovendo prejuízos econômicos para os pescadores. A conclusão obtida é que são necessárias iniciativas de conservação e recuperação das áreas degradadas, dentre elas: uma rigorosa fiscalização, por parte dos agentes públicos e dos órgãos ambientais das esferas municipal, estadual e federal; o cumprimento da legislação ambiental que proíbe a ocupação de APP’s; maior participação das comunidades tradicionais nas decisões sobre a instalação de empreendimentos econômicos; a implementação de projetos de educação ambiental em parceria com a sociedade aracatiense, a fim de que esta atue como agente de fiscalização e conservação do patrimônio natural da cidade.
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Seleção de áreas potenciais para o cultivo de ostra nativa, crassostrea spp. e sururu, Mytella falcata, em Raposa, Maranhão

Seleção de áreas potenciais para o cultivo de ostra nativa, crassostrea spp. e sururu, Mytella falcata, em Raposa, Maranhão

This paper identiies potential areas for the cultivation of mangrove oyster, Crassostrea spp. and mussel, Mytella falcata, in Raposa county, Maranhão in order to promote the development of sustainable mariculture in this state. For this we referred to 16 environmental descriptors and a database containing data for use and occupation of land, conservation areas and hydrological network that originated the local landscape units. As a result we reached the deinition of three bands for potential cultivation of oysters and mussels in this area which have been proposed to demarcate 13 collective aquaculture areas, three in Mujijáia, ive in Igarapé das Ostras and ive in Igarapé da Juçara, rounding up to 5.75 hectares of effective covering. The adopted biotic and abiotic descriptors revealed outstanding characteristics in the region for the installation of farming systems, and they may also occur in line with other activities such as tourism, ishing and shellish, permitting increased family income and job opportunities.
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Avaliação de biomarcadores bioquímicos na ostra-do-mangue (Crassostrea rhizophorae) (Mollusca:bivalvia) exposta a óleo diesel em diferentes salinidades

Avaliação de biomarcadores bioquímicos na ostra-do-mangue (Crassostrea rhizophorae) (Mollusca:bivalvia) exposta a óleo diesel em diferentes salinidades

In the last decades, there has been a significat influx of athropogenic contaminants, including petroleum-derived, to coastal zones. As a consequence, mangroves ecosystems, which are influenced by large salinity changes, are strongly impacted and vulnerable. The mangrove oyster Crassostrea rhizophorae (Mollusca: Bivalvia), an euryhaline osmoconformer mollusk with wide distribution at Brazilian coast, can be used as an sentinel organism in biomonitoring programs. The aim of this study was to investigate the influence of salinity (35, 25, 15 and 9) on the enzyme activities of glutathione S-transferase (GST), glucose 6-phosphate dehidrogenase (G6PDH), catalase (CAT) and acetilcholinesterase (AChE) in the digestive gland of C. rhizophorae exposed for 7 days to diesel oil (0.01, 0.1 and 1 ml/L) and submitted to depuration for 24 hours and 7 days. The antioxidant capacity of plasma was also analyzed at the same conditions. The GST activity showed a dose-dependent increase with relation to contaminant concentrations at salinities of 25 and 15. This results indicates a better organism adaptation at these salinities, probably due to a higher filtration rate and energy supplied by food, providing adequated conditions to an efficient xenobiotic conjugation. However, there was no significant difference between the treatments at salinities 35 and 9. The G6PDH, CAT and AChE activities did not present alterations between the groups analysed. Likewise, the antioxidant capacity did not show any response to the treatments tested. The results obtained suggests that GST activity in the digestive gland of C. rhizophorae could be used as a biomarker of aquatic diesel oil contamination, particularly at mangrove ecosystems where the input of contaminants is frequently associated with a freshwater influx which reduces the salinity to the 25 and 15 range.
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A carcinicultura no estuário do rio Jaguaribe, Itamaracá/PE

A carcinicultura no estuário do rio Jaguaribe, Itamaracá/PE

O presente trabalho aborda a questão do desenvolvimento da carcinicultura marinha em áreas estuarinas, o conflito com a pesca extrativa e suas implicações sócio- ambientais. A área em estudo é caracterizada como um ecossistema estuarino, com suas típicas espécies de fauna e flora, compondo um ambiente de alta produtividade. O estuário do rio Jaguaribe, em Itamaracá/PE, cobre uma área de 85 ha, a qual foi classificada como moderadamente degradada. A população local, que vive no bairro das Salinas, depende dos recursos naturais do manguezal deste estuário para sua subsistência, utiliza-o como fonte de energia e para a pesca. O estudo foi realizado entre 1999 – 2001, coletando informações ‘in loco’, através de entrevistas e relatos de pescadores e de moradores locais. Em 1998, as Salinas contavam com 118 viveiros. Nessa época, 85% dos mesmos pertenciam a moradores da comunidade, e os 15% restantes à famílias tradicionais do município. Atualmente 19,2% dos viveiros ainda pertencem a pessoas da comunidade e o restante a empresários. A nova atividade trouxe melhorias para a população local e ao mesmo tempo riscos. Verifica-se que o processo de apropriação dessas áreas pelos empresários é inevitável. Contudo a discussão está na sustentabilidade desta, uma vez que está ocorrendo um processo de ampliação da mesma, e que se mal conduzida pode trazer conseqüências negativas para a pesca.
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Distribuição e recrutamento da ostra-portuguesa, Crassostrea angulata (Lamarck, 1819), no estuário do Sado

Distribuição e recrutamento da ostra-portuguesa, Crassostrea angulata (Lamarck, 1819), no estuário do Sado

Vários autores defendem que a desova dos adultos e, consequentemente, o aparecimento das larvas na coluna de água depende de fatores ambientais como a temperatura, a salinidade e a quantidade de alimento no meio, destacando a temperatura (Le Dantec, 1968; Shumway, 1996; Pouvreau et al., 2015). Monitorizar a abundância larvar, a temperatura e a salinidade perto dos bancos naturais de ostra onde decorreram as experiências de assentamento foi importante para se conhecer o momento em que se despoletou a reprodução na população, pois o período de assentamento não é fixo e muda de ano para ano. As medições dos parâmetros abióticos evidenciaram flutuações diárias de temperatura e salinidade devido à maré, ao período de insolação e à precipitação. Nas medições mais a jusante é mais notório o efeito de águas oceânicas no ambiente, sendo as oscilações de temperatura e salinidade ligeiras. Nas medições de montante, a influência fluvial e das condições atmosféricas na parte superior do estuário traduz-se em maiores amplitudes de temperatura e de salinidade (Oliveira e Coutinho, 1992; Santos e Miranda, 2006). No âmbito do presente estudo, a partir do momento em que se registaram temperaturas na água superiores a 18 - 20 ºC (início de abril), começaram a ocorrer larvas de ostra no plâncton e no momento em que as temperaturas baixaram desse valor as larvas tornaram-se praticamente inexistentes, observações que estão de acordo com registos anteriores sobre a reprodução de ostras (Vilela, 1975). Relativamente à salinidade registada perto dos bancos naturais (sensor da ponte), as ostras estiveram sujeitas a variações entre 5 a 30 unidades de salinidade. A salinidade do meio é apontada como um fator que, quando é baixo, pode inibir a desova ou mesmo o desenvolvimento pré-desova, sendo ainda mal conhecido (Shumway, 1996). Todavia, a ostra-portuguesa pode sobreviver a salinidades entre 2 a 6 unidades durante pouco tempo e após forte pluviosidade (Ruano, 1997), sendo que os valores mais baixos se registaram efetivamente durante períodos de maior pluviosidade (IPMA, dados não publicados).
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Vibrio parahaemolyticus isolados de ostras (Crassostrea rhizophorae) comercializadas em Fortaleza-CE, Brasil

Vibrio parahaemolyticus isolados de ostras (Crassostrea rhizophorae) comercializadas em Fortaleza-CE, Brasil

Figura 4 — Comparação da quantificação de Vibrio total (Vt), Vibrio sacarose positivo (Sac+) e Vibrio sacarose negativo (Sac-) em UFC g-1 para amostras de ostras comercializadas i[r]

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Avaliação da qualidade da ostra nativa Crassostrea brasiliana congelada em concha em função da composição química e análise sensorial

Avaliação da qualidade da ostra nativa Crassostrea brasiliana congelada em concha em função da composição química e análise sensorial

A ostreicultura surgiu da necessidade em atender a crescente demanda de ostras, sem ameaçar o estoque natural através do extrativismo. Os métodos de cultivo foram aperfeiçoados ao longo dos anos em diversos países permitindo um crescente aumento na produção deste molusco. Em alguns lugares este aumento da produção está sendo superior ao volume consumido in natura, e como conseqüência, torna-se necessário o aperfeiçoamento da tecnologia pós-colheita. Para alcançar tal objetivo, foi realizado o congelamento de ostras inteiras (vivas) em túnel de ar forçado. Amostras de ostras frescas e congeladas, com 0 (recém congelada), 30 e 60 e 90 dias foram submetidas às análises de composição química, testes sensoriais e estudo dos índices de condição. A composição química da ostra fresca mostrou teores médios de umidade de 81,71± 0,56% e 83,25 ± 0,12; de proteína de 9,96 ± 0,48 e 11,02 ± 0,59; lipídeo de 0,51 ± 0,11 e 0,27 ±0,14; carboidrato de 6,06 e 3,22, para os experimentos 1 e 2, respectivamente. Com relação ao processamento da ostra, foram detectadas alterações em sua composição química, tanto em função do congelamento quanto do armazenamento, em ambos experimentos. Os dois índices de condição estudados mostraram diferenças entre as ostras frescas e as congeladas, e de modo geral estão de acordo com os valores descritos na literatura. Com a análise sensorial foi possível verificar que a ostra congelada foi satisfatoriamente aceita para o consumo humano, com índices de aceitabilidade acima de 70%.
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LISTERIA SPP., COLIFORMES TOTAIS E FECAIS E E.COLI NO LEITE CRU E PASTEURIZADO DE UMA INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS, NO ESTADO DA PARAÍBA (BRASIL).

LISTERIA SPP., COLIFORMES TOTAIS E FECAIS E E.COLI NO LEITE CRU E PASTEURIZADO DE UMA INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS, NO ESTADO DA PARAÍBA (BRASIL).

Investigou-se a qualidade microbiológica do leite in natura e na linha de produção (leite recém-pasteurizado e leite ensacado), de uma usina de beneficiamento em Campina Grande-PB. Foi pesquisada a presença de Listeria spp. e sua diversidade de espécies, os níveis de coliformes totais (CT), coliformes fecais (CF) e Escherichia coli. Analisou-se um total de 75 amostras de leite, sendo 45 de leite cru, 15 de leite recém-pasteurizado e 15 de leite ensacado. Os resultados foram reunidos em dois gru- pos segundo o período de monitoramento: antes e após mudan- ças no processo de higienização da usina. Foi evidenciada ele- vada contaminação nas amostras de leite cru nas duas épocas. Na primeira (março-abril/1998), todas as amostras de leite be- neficiado estiveram fora dos padrões da legislação vigente para CT e CF; na segunda (maio-agosto/1998), houve acentuada re- dução dos níveis destas bactérias indicadoras, porém as melhorias na higienização não foram suficientes para solucionar este pro- blema, visto que 11,1% das amostras recém-pasteurizadas es- tavam fora dos padrões para CT e 33,3% para CF. Das amos- tras ensacadas, 22,2% estavam fora dos padrões para CT e 44,4% para CF. Comparando-se os resultados de CT, CF, e E.coli nas amostras de leite recém-pasteurizado e não ensacado com as amostras de leite ensacado, foi verificado que as amostras após serem pasteurizadas e ensacadas apresentaram valores de CT e CF levemente mais elevados, sugerindo contaminação durante o processo de ensacamento ou falhas na armazena- gem. Observou-se que 33 (73,3%) das amostras de leite cru e 9 (30%) das de leite pasteurizado estavam contaminadas com Listeria spp., sendo identificadas L. monocytogenes em 17 (51,5%) amostras de leite cru e em 9 (100%) de leite beneficiado (4 recém-pasteu- rizadas e 5 ensacadas). Em relação à diversidade de espécies, nas amostras de leite cru foram encontradas: L. monocytogenes (66,6%), L. innocua (25,3%), L. ivanovii (3,9%), L. welshimeri (2,5%) e L. grayi (1,5%). Nas amostras de leite pasteurizado isolaram-se: L. monocyogenes e L. innocua. O conjunto dos resultados evidenciou deficiências higiênico-sanitárias no leite in natura e ao longo do processo de produção, resultando em porcentagens elevadas de amostras que ultrapassaram os valo- res padrões de CT e CF além de apresentarem-se contamina- das por Listeria spp., com predominância de L. monocytogenes, sugerindo a existência de uma relação direta entre os altos índi- ces de coliformes e a presença de Listeria spp.
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DISTRIBUIÇÃO DE MERCÚRIO, MATÉRIA ORGÂNICA, E DENSIDADE EM PERFIL DE SEDIMENTO COMO INDICADORES PALEOAMBIENTAIS DO ESTUÁRIO DO RIO JAGUARIBE – CE, NORDESTE DO BRASIL

DISTRIBUIÇÃO DE MERCÚRIO, MATÉRIA ORGÂNICA, E DENSIDADE EM PERFIL DE SEDIMENTO COMO INDICADORES PALEOAMBIENTAIS DO ESTUÁRIO DO RIO JAGUARIBE – CE, NORDESTE DO BRASIL

A concentração de Hg no sedimento se mantém entre valores médios (<0,06 até 11,99 ηg/g) desde o registro mais antigo analisado do perfil, em 232 cm (6,90 ± 1,050 ηg/g), cm até os 70 cm de profundidade (0,94 ± 1,014 ηg/g), quando a partir de então, a concentração do metal aumenta de maneira significativa alcançando 19,6 ± 0,68ηg/g em 52 cm de profundidade, provavelmente como resultado do aumento da ocupação humana no estuário, uma vez que a deposição de sedimento contendo Hg a partir de 70cm em direção à superfície se deu ao longo dos últimos 70 anos. Políticas voltadas a diminuição da poluição ambiental ocorrentes a partir da década de 1980 mostraram um efeito positivo no sentido de diminuir a emissão de poluentes como o Hg na natureza devido a supressão das fontes antrópicas do metal para a região de estudo, através da instalação de planta de tratamento e da adequação da disposição de resíduos sólidos urbanos (Lacerda, 2013). Muito embora os níveis de Hg recentes sejam maiores que os níveis mais antigos, é notável ainda na camada mais recente uma diminuição da concentração de Hg total a partir de 52cm até a superfície, onde a concentração de Hg sai de 19,6 ηg/g para 3,73 ηg/g em 6 cm de profundidade.
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DISTRIBUIÇÃO DE MERCÚRIO NA FAUNA ESTUARINA DO RIO JAGUARIBE – CE

DISTRIBUIÇÃO DE MERCÚRIO NA FAUNA ESTUARINA DO RIO JAGUARIBE – CE

O rio Jaguaribe possui uma zona estuarina impactada pela escassez de chuvas, de- vido as mudanças climáticas globais, e por modificações na paisagem natural, como a construção de barramentos, que contribuem com alterações na hidrodinâmica e na hidro- química desse estuário, favorecendo a retenção das massas de água continentais e condi- ções para maior mobilidade e reatividade do Hg, favorecendo sua biodisponibilidade (Lacerda et al., 2013). Estudos recentes (Costa & Lacerda, 2014; Rios et al., 2016; Moura & Lacerda, 2018) tem sugerido um aumento na concentração de Hg na biota local como con- sequência desta maior biodisponibilidade. Assim, este trabalho objetiva quantificar as con- centrações de Hg na biota da região estuarina do rio Jaguaribe, afim de entender os fatores biológicos e ecológicos responsáveis por sua distribuição.
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Bioacumulação de mercúrio no gradiente estuarino do rio Jaguaribe, CE

Bioacumulação de mercúrio no gradiente estuarino do rio Jaguaribe, CE

Rios et al. (2016), por exemplo, compararam as concentrações de mercúrio em ostras, Crassostrea rhizophora, coletadas no estuário do rio Jaguaribe em 2003 e 2015 e observaram um aumento significativo das concentrações do metal nesses organismos, e sugeriram como principais causas deste aumento de concentração a expansão da área e da produção das fazendas de camarão, uma fonte conhecida de mercúrio (Lacerda et al., 2011). Além disto, alterações ambientais podem estar associadas à mudança do clima e aos usos da bacia de drenagem, que podem resultar em aumentos na biodisponibilização do mercúrio. Assim, apesar do número pequeno de indivíduos das espécies estudadas em vários períodos na região, é possível que os aumentos constatados em algumas espécies, particularmente de carnívoros, seja um reflexo dos mesmos vetores sugeridos por Rios et al. (2016).
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O Conflito de uso da água do Açude Jom Távora (Jaguaribe) – CE

O Conflito de uso da água do Açude Jom Távora (Jaguaribe) – CE

com o objetivo principal de atender a irrigação e a piscicultura. A sua construção possibilitou a instalação de moradores na região, surgindo assim o distrito de Feiticeiro, que se apresentava como uma localidade propícia à permanência, inclusive nos períodos de estiagem, comuns na região, passando, também, a ser utilizado para abastecimento, perenização do Riacho Feiticeiroe lazer. Os múltiplos usos desse açude podem produzir vários problemas, especialmente quando a disponibilidade de água é limitada por sua quantidade ou por sua qualidade, o que pode gerar conflitos. No caso do açude Joaquim Távora, observa-se que, nos anos de “fartura hídrica”, as questões relacionadas à disponibilidade de água não são discutidas, o conflito pelo acesso e uso da água fica esquecido, retornando, contudo, nos períodos de baixo aporte hídrico, aliado ao aumento da demanda e a falta de mais políticas públicas eficientes. Essa pesquisa investigou o conflito que foi estabelecido pelo uso d´água do açude público Joaquim Távora, levando ao Termo de Ajustamento de Conduta – TAC, estabelicido pela Promotoria Pública Estadual da Comarca de Jaguaribe, com assinaturas dos irrigantes no dia 03 de outubro de 2012, que teve como determinação exigir que os irrigantes se responsabilizassem pela limpeza do trecho do riacho respectivo a sua propriedade, respeitando uma margem mínima de dois metros de largura. O termo também prevê a adequação dos barramentos existentes ao longo do riacho e outras irregularidades que venham a comprometer o fluxo de água no leito do riacho feiticeiro. A pesquisa teve ainda como objetivos: identificar os principais usuários envolvidos no conflito; localizar e mapear os pontos de resistência ao cumprimento ou não do TAC; relacionar os usos múltiplos da água do reservatório e identificar os meios de captação de água utilizada pelos usuários, tanto no entorno do açude quanto na região a jusante. Para chegar aos resultados alcançados, foi adotada uma metodologia de investigações diretas e indiretas, com aplicação de questionários dirigidos às populações rurais localizadas no entorno do açude; visitas, para obter dados quantitativos e qualitativos; e aplicação de questionários aos usuários da água do açude.
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Avaliação do Petrifilm™ EC e HS para enumeração de coliformes totais e Escherichia coli em água

Avaliação do Petrifilm™ EC e HS para enumeração de coliformes totais e Escherichia coli em água

For fecal coliforms enumeration, 0.03 mL from each positive tube in the presumptive test was transferred to tubes containing Escherichia coli (EC) broth (Micromed, Jacaré, Rio de Janeiro, Brazil) and incubated at 44.5 ± 1ºC for 24 h in water bath. Positive tubes were those that showed clouding in the culture medium and gas production (Durhan tubes). The MPN of total fecal coliforms in 100 mL was determined by the number of positive tubes in each dilution, and correlating them in a MPN table (1).

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Quantificação do efeito do açude castanhão sobre o fluxo de material particulado em suspensão e nutrientes para o estuário do rio jaguaribe, Ceará  Brasil

Quantificação do efeito do açude castanhão sobre o fluxo de material particulado em suspensão e nutrientes para o estuário do rio jaguaribe, Ceará Brasil

The coastal zone is composed by highly environmental relevance ecosystems therein biodiversity is based on transitional land and marine features. This area has large biological productivity which is sustained by intricate biogeochemistry cycle of chemical species influenced by both adjacent watershed and coastal processes. Another feature of this area is the highly anthropogenic pressures that drive significant modifications of riverine material fluxes. Among such modifications, we can exemplify the damming of rivers and reservoir flooding usually occurred on the State of Ceará. The semi-arid climate enforce a large scheme of water management based on reservoir flooding which might induce changes on riverine fluxes from watershed to the coast as well as the ecosystem feature modification. Considering the above-mentioned scenario, this work aim to quantify the fluxes and budgets of water, suspended matter, and nutrients for the Castanhão reservoir from which the reservoir retention or export capacity of the riverine fluxes of the Jaguaribe watershed to the coast were estimated. Across the Castanhão reservoir water sampled were collected at three areas to characterize the concentration, fluxes, and budgets of riverine materials. According to proposed budget, there were a reduction of suspended matter, phosphorous, and nitrogen concentration. Additionally, the strong reduction of water outflow compared to inflow into reservoir was measured and it is the main process inducing the modification of riverine material fluxes. The budgets showed that the Castanhão reservoir and the operational dam procedure invert the natural functioning of the portion of Jaguaribe drainage basin. According to these results the reservoir changes the land-sea water, suspended matter and nutrient fluxes reducing and trapping from 88% to 98% of inflow loads into reservoir over hydrological and chemical conditions measured.
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Salmonelas e coliformes fecais em águas de bebida para animais.

Salmonelas e coliformes fecais em águas de bebida para animais.

De acordo com o Decreto 8468 de 08 de setembro de 1976 8 , que classifica as águas in- teriores do Estado de São Paulo, podem ser utilizadas, na dessedentação de animais, as águas perten[r]

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