Top PDF A questão da avaliação nas aulas de educação física escolar: uma das vertentes da prática pedagógica

A questão da avaliação nas aulas de educação física escolar: uma das vertentes da prática pedagógica

A questão da avaliação nas aulas de educação física escolar: uma das vertentes da prática pedagógica

tativas de avaliar o aluno de forma qualitativa. Entram em cena os desenvolvimentistas, com suas teorias. En- tretanto, a Educação Física ainda estava fortemente liga- da a uma avaliação formal e inúmeras vezes permanece desta maneira até os dias de hoje. O que nos assusta é que, apesar da grande discussão sobre os problemas da avaliação quantitativa em Educação Física, vemos mui- tos professores ligados a essas metodologias excluden- tes. Os procedimentos de avaliação em Educação Física não são de fácil mensuração, pois cada indivíduo possui seu tempo de desenvolvimento e aprendizagem motora. Isto porque o desenvolvimento motor está relacionado á idade, porém não depende dela (Gallahue, 2000). Então, surge uma grande questão, já que não podemos avaliar o desempenho de crianças e adolescentes numa mesma idade escolar sem levar em consideração a sua individu- alidade fisiológica, psicológica e afetiva. Para o Coletivo de Autores (1992), a avaliação em educação física vem sendo utilizada para cumprir uma exigência burocrática da escola e do sistema de ensino: selecionar alunos para competições e apresentações.
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Processo de inclusão-exclusão nas aulas de educação física escolar

Processo de inclusão-exclusão nas aulas de educação física escolar

A partir das observações e questionário aplicado neste estudo, foi possível perceber a presença da afetividade nas relações entre professor e aluno, haja vista que existe certa proximidade, verificaram-se intensos diálogos entre professor e aluno, diálogos com temas informais, entretanto, na prática pedagógica assumida pelo docente, estas se expressam nas seguintes posturas: não há um planejamento da disciplina, também não se levam em consideração os limites e possibilidades dos alunos; na escolha dos procedimentos de ensino, verificou-se que as aulas são sempre ministradas em local não adequado, conforme já citado. A forma de expor o conteúdo, na avaliação e no compartilhamento das responsabilidades que as situações pedagógicas exigem não se percebe um acompanhamento do aluno, assim não há um resultado positivo no decorrer de todo processo de ensino e aprendizagem.
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O esporte como conteúdo da educação física escolar: um estudo de caso de uma prática pedagógica

O esporte como conteúdo da educação física escolar: um estudo de caso de uma prática pedagógica

As disciplinas específicas e, particularmente, as que tratavam sobre o tema esportes de uma maneira em geral era uma questão bem técnica. Lembro que se trabalhava bastante direcionado para a escola, bem didático e ao mesmo tempo era técnico, de como ensinar, o que ensinar como a gente faria em aula. Eu me esforcei em cima disso, de como ensinar e sempre refletindo, a gente simulava aulas e depois vinham os estágios. Quando nós acadêmicos íamos para os congressos de Educação Física a gente percebia que a Unijuí tinha um discurso que era parâmetro, porque tinha uma linha diferente, a gente percebia entre outras universidades, a questão da escola era muito enfatizada, eu acho que o curso não separava os cuidados pedagógicos em relação às habilitações do bacharelado e licenciatura, mas por outro lado diferenciava o que trabalhar e seus objetivos. Eu diria que as aulas foram bem técnicas, no sentido de dar aula, com o cuidado com a didática, com os alunos, com o planejamento. Hoje eu vejo que o nosso curso se refez, mudou o currículo, mudou o sentido. Dessa forma, como estamos experimentando nos últimos anos, eu acho que é mais trabalhoso, mas muito mais tranquilo, a gente vê um retorno da aprendizagem dos alunos. (Professor Gilmar).
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USO DAS TECNOLOGIAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

USO DAS TECNOLOGIAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

O professor deve estar atento ao seu planejamento, pois precisa escolher os games baseados no tipo de esforço, habilidade envolvida, duração, função social entre outras características. Isso deve ser abordado da ótica da quantidade de participantes também. Uma questão ainda pouco explorada é a forma de avaliação dentro dessa metodologia. Vaghetti et al. (2011) avaliaram jogos de três plataformas domésticas além de iniciativas experimentais traçando um paralelo entre os Jogos e os objetivos de disciplinas de formação na licenciatura em Educação Física. Além disso, caracterizaram as habilidades exigidas em cada um deles, como coordenação motora geral, coordenação motora de membros superiores, coordenação motora fina; resistência, força, velocidade e equilíbrio. Os consoles que utilizam o rastreio do movimento humano possibilitam um trabalho de coordenação geral, enquanto os tradicionais se limitam apenas aos membros que controlam o Joystick.
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Educação física escolar: a questão da avaliação da aprendizagem escolar

Educação física escolar: a questão da avaliação da aprendizagem escolar

O presente trabalho propõe-se a analisar a avaliação da aprendizagem escolar no âmbito da Educação Escolar e da disciplina escolar Educação Física considerando as contribuições da metodologia de ensino crítico-superadora, da teoria histórico-cultural e da teoria histórico- crítica, como também tomando como referência a perspectiva da prática pedagógica do professor no que tange à avaliação da aprendizagem escolar na perspectiva da formação omnilateral e da emancipação humana. Dessa forma, analisamos a concepção de avaliação da aprendizagem escolar contida nos documentos oficiais (LDB, o PCN e as DCN’s), como também na produção do conhecimento científico (em especial, livros e artigos) sobre o objeto de estudo em questão visando problematizar o lugar desta categoria pedagógica no processo de trabalho pedagógico da disciplina escolar Educação Física de forma que sustente nossas defesas, além de contribuir na incorporação de elementos que revelam a importância da avaliação da aprendizagem escolar no processo de exclusão/inclusão na escola e na sociedade. Visto que, localizados em uma sociedade de classes que tem como princípio a propriedade privada, alguns indivíduos são excluídos da divisão dos bens produzidos pela sociedade e é nessa lógica que a educação, em consequência a avaliação da aprendizagem escolar, se inserem. Como teoria do conhecimento utilizaremos o Materialismo Histórico-Dialético para a interpretação, explicação e compreensão da realidade concreta e contraditória. Nos resultados deste estudo fica explícito as contribuições da psicologia histórico cultural, da Pedagogia histórico-crítica e da abordagem crítico-superadora para a avaliação da aprendizagem escolar. Na teoria pedagógica reiteramos a importância de considerar os cinco passos que o autor Saviani sugere, da prática social inicial à prática social final, considerando a complexidade e movimento do processo de ensino-aprendizagem. Quanto à teoria psicológica mostra-se a importância da incorporação da aprendizagem por conceitos e dos elementos sobre as zonas de desenvolvimento como subsidio da prática pedagógica. E em relação à metodologia de ensino defendemos os elementos da cultura corporal como objeto de estudo da educação física, além de prezar pela avaliação em todos os momentos da atividade pedagógica avaliando a aproximação ou distanciamento do objetivo estabelecido em cada aula, para que assim possa haver elevação do pensamento teórico dos alunos.
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Metamorfoses na avaliação em educação física: da formação inicial à prática pedagógica escolar

Metamorfoses na avaliação em educação física: da formação inicial à prática pedagógica escolar

A estruturação da prática pedagógica em Educação Física caracteriza-se como um processo dinâmico permeado por intensas transformações, especificamente as metamorfoses nas práticas avaliativas. Elas se iniciam com as pré-concepções incorporadas ou vivenciadas nas experiências em relação à avaliação nos ensinos fundamental e médio. Com a entrada no curso de formação inicial, o indivíduo experimenta um processo de modelação pelo contato com os conteúdos e discussões desenvolvidas nas diversas disciplinas curriculares, modificando ou consolidando suas concepções iniciais. O ingresso no mercado de trabalho e o impacto com a cultura docente já instalada geram adaptações na sua prática pedagógica, especialmente no processo de avaliação da aprendizagem. Nessa perspectiva, esta investigação analisou o processo de estruturação das práticas avaliativas implementadas na Educação Física escolar pelos egressos do curso de Educação Física da UNIOESTE. Para tanto, utilizou-se a metodologia descritiva-interpretativa com abordagem qualitativa dos dados. Os participantes consistiram de professores egressos, docentes formadores e estudantes formandos do curso de Educação Física da UNIOESTE. O instrumento utilizado na coleta dos dados consistiu de entrevista semi-estruturada, com questões abertas. Em relação às experiências advindas dos ensinos fundamental e médio, verificou-se que os docentes formadores e os professores egressos vivenciaram com maior ênfase a avaliação de desempenho físico e técnico, já os estudantes formandos experimentaram mais a avaliação voltada à participação nas aulas práticas. No que se refere ao período de formação inicial em Educação Física, percebeu-se que a maioria vivenciou avaliações que privilegiavam identificar a quantidade e o grau de retenção dos conhecimentos teóricos assim como avaliações do desempenho técnico e físico. Na análise das características das práticas avaliativas implementadas na Educação Física escolar, identificou-se que os professores egressos enfatizavam a análise da participação nas aulas, utilizando a observação, com o objetivo principal de estimular o envolvimento dos alunos com as atividades propostas. Neste sentido, observou-se o fraco impacto da formação inicial no processo de estruturação das práticas avaliativas, já que a experiência profissional advinda da realidade educacional foi mais significativa na consolidação das concepções de avaliação.
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Tematizando as lutas na educação física escolar: relato de uma prática pedagógica no contexto do PIBID

Tematizando as lutas na educação física escolar: relato de uma prática pedagógica no contexto do PIBID

Este estudo foi desenvolvido no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência no contexto do subprojeto “Educação Física escolar: construindo possibilidades pedagógicas a partir de uma perspectiva cultural” do curso de licenciatura em Educação Física da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) – Campus XII. As ações pedagógicas foram desenvolvidas em uma instituição de ensino básico da rede pública, situada no município de Guanambi (BA), compreendido no período de março a novembro de 2017. As informações necessárias à elucidação do problema da pesquisa foram produzidas no contexto da intervenção pedagógica e posteriormente sistematizadas e analisadas. Essas informações foram coletadas por meio de registros reflexivos – ou diários de bordo – realizados cotidianamente, nos quais foram transcritos detalhes relativos ao desenvolvimento das aulas. Foi utilizado também, como fonte para a obtenção dos resultados, a gravação em áudio das discussões e rodas de conversa. A partir dos desdobramentos decorrentes das problematizações e da avaliação realizada ao final do ano letivo, identificamos nos alunos uma possível desconstrução das representações ou signos da cultura dominante, inicialmente presentes em seus discursos. Ao final, identificamos, a partir das problematizações e vivências, que alguns discursos estereotipados a respeito das lutas se desestabilizaram.
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As atividades circenses nas aulas de Educação Física: seus desafios e possibilidades na prática pedagógica

As atividades circenses nas aulas de Educação Física: seus desafios e possibilidades na prática pedagógica

Ao chegar no local foi feito um circulo para demonstrar algumas possibilidades do primeiro objeto, a cano para equilibrar, após a demonstração entregamos um para cada criança e pedindo para tentar equilibrar, no momento da prática percebeuse que eles iam variando as formas de equilibrar(na palma da mão, no dorso, na testa, no nariz) , alguns tinham maior facilidade, outros demoraram um pouco mais, porém todos conseguiram manter equilibrado. Em um segundo momento apresentamos a clave, como não haviam muitas crianças formamos duplas, o objetivo da atividade era de passarem a clave entre eles sem dei cair, experienciando o objeto, aos poucos inserimos uma bolinha para aumentar um pouco a dificuldade, alguns conseguiram trocar a bolinha e a clave ao mesmo tempo, outros continuaram jogando apenas um objeto. Num terceiro momento foi apresentado o davil stick, demonstramos como jogava, mostrando que dois bastões controlavam o do meio, e disponibilizamos três davil sticks para experienciarem, cada um tentou fazer um pouco, por exigir um grau maior de dificuldade ninguém conseguiu tirar o bastão do meio do chão, mas o importante é que tiveram uma aproximação e a primeira experiencia com esse objeto. Após todos experienciarem apresentamos a surpresa, o devil stick com fogo, todos ficaram vidrados, demonstrando surpresa, durante a exibição dos vídeos referentes aos malabares eles falavam muito do malabares com fogo, muitos nunca tinham visto pessoalmente, foi algo que lhes despertou muita atenção, a demonstração foi rápida por questão de segurança. No final da aula foi realizado uma avaliação da aula, todos falaram que gostaram das atividades, a apresentação utilizando o fogo foi a que mais chamou atenção, encerrando a avaliação acompanhamos eles ate refeitório.
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Gingado na prática pedagógica escolar : expressões lúdicas no quefazer da Educação Física

Gingado na prática pedagógica escolar : expressões lúdicas no quefazer da Educação Física

[...] o processo de trabalho que foi desenvolvido ao longo deste mês, quando a gente pega a capoeira como tema de aula, ele tem e se mostrou com uma série de elementos importantes para a reflexão no ambiente específico da escola. Componentes que me vêm sempre à cabeça, quando penso como professor, são a organização e a sistematização de um tema para as aulas, é entender que aquele assunto é uma atividade humana, não algo que cai do céu e que se constituiu sem raiz. Então a capoeira, nesse sentido, sendo uma atividade humana, é uma construção sócio-histórica e tem toda uma carga de sentidos que dizem respeito a como o africano foi tratado no nosso País, trazendo, a partir desses entendimentos, uma série de significados que se expressam em diversas dimensões dessa manifestação cultural. Baseado nessa premissa é que eu acho que você conseguiu fazer com que a capoeira fosse pedagogizada, transformada em conhecimento, e que, nesse processo e nessa transformação do conhecimento, ela fosse vivida a partir de uma possibilidade, mas que não é a única diante da própria realidade na qual os conhecimentos e as construções sociais são vividos. Nesse caso, a capoeira não é nem santo nem demônio, mas também não é apenas aquilo que se faz dela; ela é uma produção histórica que tem nos seus significados uma série de valores que podem ser tratados pedagogicamente, apresenta conhecimentos relativos a gestos que podem ser tratados pedagogicamente e ela traz seguidos elementos da sua historicidade que podem ser tratados pedagogicamente, e isso aconteceu legal nas aulas (informação verbal) 55 .
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Esportes de invasão nas aulas de Educação Física: diálogos com a prática pedagógica na experiência de Estágio Supervisionado

Esportes de invasão nas aulas de Educação Física: diálogos com a prática pedagógica na experiência de Estágio Supervisionado

Na execução do plano de ação para o trato do basquete, no estágio supervisionado II, com registro no (diário de campo 18), buscou-se outra forma de iniciar a abordagem sobre do conteúdo, por meio da pesquisa que os alunos questionariam o conhecimento dos pais ou familiares. Baseando-se nesta técnica de ensino, a atividade foi apresentada a um total de 63 alunos, onde apenas 5 trouxeram algumas respostas, os demais não opinaram tampouco quiseram se expressar. Antes mesmos de discutir os dados obtidos e apresentados pelos próprios alunos, é preciso refletir o fato de somente cinco alunos (as) retornarem com a pesquisa. Isso demonstra a falta de variação nas técnicas de ensino na Educação física escolar, a acomodação dos alunos a forma tradicional de aprender, ou seja, de “esperar” que o conhecimento seja dado ao invés deles mesmos serem os protagonistas etc.
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O professor de educação física escolar e a influência da motivação em sua prática pedagógica

O professor de educação física escolar e a influência da motivação em sua prática pedagógica

Avelar (2015) salienta que, se um professor estiver desmotivado, não conse- guirá motivar o seu aluno para a realização das atividades escolares. Por outro lado, se o docente estiver motivado, conseguirá transmitir ao aluno a motivação e o entusiasmo necessário para a participação efetiva em suas aulas. Ainda nesse sentido, Martins e Freire (2013) relatam que o professor, percebendo o interesse e o envolvimento dos alunos pelas aulas, também se motiva a aprimorar sua ação docente, pois sente seu valor, trabalhando assim com maior satisfação.

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Motivos da prática de dança de salão nas aulas de educação física escolar.

Motivos da prática de dança de salão nas aulas de educação física escolar.

Por outro lado, fatores como utilizar esta prática como um motivo para sair de casa, estar obrigado a realizá-la, valer-se dela para potencializar sua auto valorização ou afi liação, ou mesmo a infl uência de professores e pertencer a um grupo, são aspectos secundários, ou seja, nada ou pouco importantes, mas que porém deve ser considerado no mínimo intrigante associando-se ao fato de que fazer novas amizades e estar com amigos foram considerados motivos importantes. Dentre estes dois motivos o fazer novas amizades associou-se negativamente com o gênero masculino, assim como o motivo pretexto para sair de casa. Sendo assim, os alunos possuem uma percepção clara da atividade que realizam destacando como aspectos mais relevantes aqueles inerentes à prá- tica da modalidade em questão. Entretanto, F REITAS
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Dança de salão nas aulas de educação física: uma reflexão a partir dos dispositivos políticos e da prática pedagógica

Dança de salão nas aulas de educação física: uma reflexão a partir dos dispositivos políticos e da prática pedagógica

A dança de salão é uma prática corporal de movimento que por suas características, trazem consigo um grande potencial de conhecimento, não só numa perspectiva de saber praticar a atividade em si, mas sim de todas as dimensões de conhecimento intrínsecas a ela. Contudo, a dança de salão ainda é pouco utilizada como conteúdo nas aulas de Educação Física e também pouca são as publicações acadêmicas dessa prática corporal de movimento no âmbito escolar. Deste modo, esta pesquisa teve como objetivo refletir sobre como a dança de salão está posta em documentos políticos brasileiros da Educação Física, analisando e discutindo sobre suas potencialidades e limites nas aulas, a partir da experiência adquirida nas disciplinas de Educação Física no Ensino Médio e Estágio Supervisionado III e IV, com o interesse de ampliar a visibilidade dessa prática como conteúdo. Sendo assim, foi utilizado como método uma revisão documental de caráter descritivo e abordagem qualitativa, tendo como base os PCN’s e a BNCC. Por fim, podemos concluir que a prática tem dificuldades de aplicação, principalmente, no que se refere à hegemonia esportiva. Todavia, o planejamento e estudo dos professores na transformação da cultura das aulas de Educação Física facilitariam a inserção de tal conteúdo, aproveitando assim todo seu potencial de conhecimento humano.
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Formação continuada em exercício de professores da educação física escolar: contribuições para a prática pedagógica

Formação continuada em exercício de professores da educação física escolar: contribuições para a prática pedagógica

Em 1999 o Ministério da Educação publicou os PCNS do Ensino Médio com o objetivo de proporcionar aos professores apoio e oportunidade de reflexão acerca da prática. Esta reflexão visa ao planejamento das aulas e à construção de um currículo baseado nos princípios da LDB, coerentes com conteúdos e metodologias capazes de proporcionarem aos estudantes formação humana que os prepare para a vivência em sociedade, através do aprender a conhecer, a fazer e a viver (BRASIL, 1999). O texto está dividido em: bases legais; apresentação do documento; LDB; diretrizes curriculares para o Ensino Médio (DCNEM); as diversas áreas do conhecimento. Nestas há alocação de disciplinas como: linguagens, códigos e suas tecnologias (competências e habilidades em língua portuguesa, língua estrangeira moderna, educação física, arte e informática); ciências da natureza, matemática e suas tecnologias (competências e habilidades em biologia, física, química e matemática); ciências humanas e suas tecnologias (competências e habilidades em história, geografia, sociologia, antropologia, política e filosofia).
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O bullying no ambiente escolar e sua incidência nas aulas de educação física

O bullying no ambiente escolar e sua incidência nas aulas de educação física

O intuito deste estudo é o de verificar a prática do bullying no contexto escolar e sua incidência nas aulas de educação física, buscando-se compreender e destacar os principais elementos que caracterizam o fenômeno bullying. Ao pro- por a investigação em uma escola particular em um bairro periférico na cidade de Fortaleza, buscou-se uma avaliação da prática do bullying em um ambiente de fragilidade social, e ao mesmo tempo, investigar suas causas e consequências no ambiente escolar, e em especial nas aulas de educação física. A realização do estudo envolveu diferentes etapas: revisão bibliográfica, observações dos partici- pantes e aplicação de questionário aos estudantes do 5º, 6º e 7º anos dos turnos manhã e tarde. Evidenciou-se um cenário em que a violência é tratada como “co- mum”, principalmente a violência moral e psicológica. Na pesquisa fica clara a prática do bullying nos estudantes avaliados, já que sofreram bullying através de xingamento, apelidos ou boatos maldosos, em intensidades e maneiras diferentes. As considerações apontaram para a importância do aprofundamento das discus- sões sobre o conceito de bullying, relativizando a polarização vítima-agressor e ampliando o contexto de análise, com o entendimento de que os vínculos esta- belecidos na escola, em especial professor-aluno, são elementos fundamentais a diminuição deste fenômeno em nossos escolares.
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As questões de gênero na educação física escolar e a prática pedagógica de professores e professoras do município de Maracanaú-CE

As questões de gênero na educação física escolar e a prática pedagógica de professores e professoras do município de Maracanaú-CE

Estes limites também são apontados pelo professor Leitor, que muitas vezes disse estar realizando um bom trabalho com os estudantes e por uma questão de tempo e comodidade acabou conduzindo a aula no modo automático, sem promover reflexões e atribuindo isso devido ao número excessivo de estudantes por turma e ao fato de precisar dividir o espaço da quadra com outros professores. Ainda neste sentido, a professora Serena compartilhou a sua primeira experiência em uma escola pública do município de Maracanaú, na qual as condições materiais e de espaço eram descritas por ela como precárias e, com isso, sua motivação para lecionar era inexistente, levando-a apenas a cumprir horários. Por fim, a professora Alma, no atual momento disse viver uma realidade, em uma das escolas em que trabalha, onde o diálogo com a gestão escolar é mínima, fato a reverberar diretamente no modo como se relaciona com as turmas e a prejudicar sua prática pedagógica.
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Avaliação do ambiente escolar para o ensino e prática da educação física no ensino fundamental

Avaliação do ambiente escolar para o ensino e prática da educação física no ensino fundamental

Em relação à utilização do espaço e à organização das atividades, deve-se lançar mão de divisões em pequenos grupos (por habilidade, afinidade pessoal, conhecimentos específicos, idades), alternando-as com situações coletivas de toda a classe. Por exemplo: a quadra — ou o espaço disponível — pode ser dividida em quatro partes, nas quais os subgrupos trabalhem com atividades diferenciadas. Isso permite que os alunos tenham tempo de experimentar determinados movimentos, treiná-los, perceber seus avanços e dificuldades, criar novos desafios para si mesmos, etc. (IDEM, 1997, p. 51). Por essa razão, e por compreender que as aulas de educação física são ministradas em turmas separadas, havendo grande flexibilidade no uso dos equipamentos durante as aulas, optou-se por incluir uma questão que averigue o uso de rodízio entre as práticas e modalidades durante as aulas, tal como recomendam os PCN.
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Perspectiva do uso das mídias nas aulas de educação física escolar

Perspectiva do uso das mídias nas aulas de educação física escolar

As mídias por meio de imagens, sons e informações acabam influenciando a maneira como os alunos interpretam o esporte e as diversidades da cultura corporal. Desta forma, destaca-se a necessidade dos professores utilizarem de recursos midiáticos em aulas para que o aluno aprenda a refletir sobre estas questões e criar estratégias didáticas para usufruir deste aparato. Com esta pesquisa busca-se analisar o uso de recursos midiáticos para abordar conteúdos da cultura e possibilidades de uma proposta para a prática pedagógica com o uso de recursos midiáticos para abordar conteúdos da cultura corporal por meio das aulas de Educação Física escolar. O recurso midiático como recurso para pratica pedagógico nas aulas de educação física escolar trás possibilidades para os alunos de refletir de maneira critica tornando as aulas enriquecedoras para o ensino aprendizagem.
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Possibilidades de avaliação e dificuldades na adequação da prática pedagógica para alunos com deficiência na Educação Física

Possibilidades de avaliação e dificuldades na adequação da prática pedagógica para alunos com deficiência na Educação Física

Durante a realização das regências os estagiários obtiveram experiências positivas para o seu crescimento profissional, como melhorias na elaboração das aulas, levando em consideração as diferentes particularidades apresentadas pelos estudantes. No entanto, nas primeiras regências foi possível perceber a ansiedade e o medo dos estagiários de lidar com o novo, devido não terem vivenciado de forma efetiva em nenhum momento da graduação. Porém, no decorrer das aulas criou-se vínculos de confiança que facilitou o andamento de todo o processo.
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Condicionantes que facilitam a prática pedagógica em educação física escolar na rede municipal de São Paulo

Condicionantes que facilitam a prática pedagógica em educação física escolar na rede municipal de São Paulo

Uma boa relação entre os professores de EF e os alunos também foi percebido como um fator que facilitava a efetivação da prática pedagógica. Nesse aspecto, comentaram que o docente de EF costumava ter uma relação mais próxima com os estudantes, cativando para a aula principalmente aqueles que tinham um comportamento considerado mais complicado pelos demais profissionais da escola. A prática pedagógica é facilitada, segundo os profissionais que participaram do estudo, quando o professor consegue trabalhar com estudantes de uma faixa etária que corresponda às características de seu perfil pessoal. Em geral, os docentes declararam possuir mais facilidade para organizar a sua aula com estudantes de uma determinada idade, em relação à outra. Nem sempre o professor consegue trabalhar com as turmas de alunos da faixa etária com a qual o docente possui mais afinidade porque as aulas são atribuídas no início do ano de acordo com a pontuação do professor atribuída atendendo a vários critérios.
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