Top PDF Recursos genéticos de espécies frutíferas nativas da Amazônia Brasileira.

Recursos genéticos de espécies frutíferas nativas da Amazonia Brasileira

Recursos genéticos de espécies frutíferas nativas da Amazonia Brasileira

Os técnicos da CEPLAC que buscam variantes genéticos en- contram diversos indivíduos de cupuaçu que parecem ser resistentes à Vassoura de Bruxa (Crinipellis perniciosa (Stahel) Singe[r]

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Árvores frutíferas nos quintais urbanos de Boa Vista, Roraima, Amazônia brasileira.

Árvores frutíferas nos quintais urbanos de Boa Vista, Roraima, Amazônia brasileira.

A tendência do uso dominante de espécies arbóreas frutíferas originadas fora da Amazônia pode se repetir tanto em jardins urbanos como em rurais, talvez como resultado da degradação do conhecimento cultural, científico e comercial das espécies do período pré-colombiano que possuíam algum grau de domesticação na região (Clement, 1990; 1999a; 1999b). Entretanto, Saragoussi et al. (1990), em seu trabalho com três comunidades rurais situadas próximas da cidade de Manaus (AM), indicaram que as espéciesnativas” (derivadas da época pré-colombiana) eram maioria (> 60%) naqueles quintais, embora espécies “tradicionais” como manga, abacate e citros, tenham sido numericamente mais plantadas pelos agricultores. Estas espécies são populares por razões comuns, tais como por serem tradicionalmente difundidas (troca de material ou presente) e com sementes de fácil transporte sem perda da viabilidade (Gajaseni & Gasajeni, 1999; Coomes & Ban, 2004), além de sabor de fácil assimilação humana, fácil cultivo devido a não necessidade de tratos culturais excessivos e alta produtividade.
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Áreas prioritárias na Amazônia para conservação dos recursos genéticos de espécies florestais nativas: fase preliminar.

Áreas prioritárias na Amazônia para conservação dos recursos genéticos de espécies florestais nativas: fase preliminar.

O primeiro passo para o estudo dos locais adequados para conservação de determinada espécie é saber a sua ocorrência (distribuição geográfica e habitats) para que os estudos [r]

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Pastas químicas soda-antraquinona de algumas essências nativas da Amazônia Brasileira, comparadas com polpas Soda-AQ de espécies papeleiras clássicas introduzidas na região.

Pastas químicas soda-antraquinona de algumas essências nativas da Amazônia Brasileira, comparadas com polpas Soda-AQ de espécies papeleiras clássicas introduzidas na região.

SUDAM - Departamento de Recursos Naturais/Faculdade de Ciências Agrárias do Para - 1979. Características silviculturais das espécies nativas e exóticas dos plantios do Cen- tro de Tecnol[r]

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Aechmea rodriguesiana (L. B. Sm.) L. B. Sm. (Bromeliaceae) uma espécie endêmica da Amazônia brasileira.

Aechmea rodriguesiana (L. B. Sm.) L. B. Sm. (Bromeliaceae) uma espécie endêmica da Amazônia brasileira.

Bromeliaceae, com distribuição essencialmente neotropical, é constituída por cerca de 56 gêneros e 3.010 espécies (Luther & Sief 1994, 1997; Luther 2000, 2001, 2004). No Brasil, os representantes da família encontram-se distribuídos em praticamente todos os ecossistemas, desde o nível do mar até as regiões montanhosas de altitudes mais elevadas, atingindo ca. 4.000m (Smith & Downs 1974, 1977, 1979).

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As espécies de Coccoloba P. Browne (Polygonaceae) da Amazônia brasileira.

As espécies de Coccoloba P. Browne (Polygonaceae) da Amazônia brasileira.

Distribuição geográfica e ecologia. Coccoloba mollis apresenta ampla distribuição geográfica ocorrendo na Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela, Suriname, Guiana Francesa, Equador, Bolívia e Brasil, onde é amplamente difundida, em todas as regiões com exceção da região Sul, desde o Amapá, Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Mato Grosso, Acre, Rondônia, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. Na Amazônia ocorre em matas de capoeira, matas de terra firme e matas de igapó, sobre solos argilosos, arenosos ou rochosos, em altitudes que variam de zero a 800msm. Floresce de maio a dezembro e frutifica de janeiro a maio e de agosto a novembro. Na descrição original de Coccoloba dugandiana, Fernández (1952) destacou as características distintivas da espécie, como sendo a consistência coriácea e rígida das folhas, forma e ápice emarginado. No entanto, essas características também foram observadas nos espécimes de C. mollis, tanto em exemplares provenientes da região amazônica, como em exemplares de outras localidades, no Brasil. Sendo assim, C. dugandiana está sendo sinonimizada por apresentar características que não se distinguem de C. mollis, como a consistência e pilosidade das folhas e frutos. Apesar das variações observadas nos espécimes, principalmente em relação às folhas, tamanho, consistência e pilosidade, a espécie é de fácil identificação pelas inflorescências altamente ramificadas e paniculadas. Distingue-se de C. latifolia, pelo formato da lâmina foliar, que é oval ou oblongo-ovalada com ápice acuminado, pelo pericarpo liso e pela pubescência geral das folhas, pecíolos e ócreas, enquanto C. latifolia é totalmente glabra, com folhas obovado-arredondadas e ápice emarginado. Material examinado: Brasil. Acre, Macauã, VIII.1933, A. Krukoff 5550 (NY); Porto Acre, XI.1993, D.C.Daly et al. 8027 (MEXU, NY); Rio Branco, X.1980, C.A.Cid & B.W.Nelson 2971 (K, MG); Rio Branco, VII.1988, I. Flores Rego & J.M.A. Souza 25 (MG); X.1980, C. A. Cid Ferreira & B. W. Nelson 2971 (INPA); Sena Madureira, X.1993, M. Silveira et al. 560 (NY). Amapá,
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Sinopse das espécies de Marlierea Cambess. (Myrtaceae) na Amazônia brasileira.

Sinopse das espécies de Marlierea Cambess. (Myrtaceae) na Amazônia brasileira.

No presente estudo, verificou-se que em Marlierea as inflorescências são do tipo panícula (Figura 5A), porém pode haver reduções para racemos, cimeiras ou dicásios. Marlierea bipennis, M. caudata, M. scytophylla e M. umbraticola apresentam inflorescências axilares, embora sejam observadas raramente com inflorescências terminais. Vale ressaltar que em M. caudata, M. scytophylla e M. umbraticola isto é observado apenas na zona final dos ramos em que se tem a inserção das folhas, mais ou menos nos três últimos pares de folhas. Por outro lado, Marlierea ferruginea, M. ensiformis, M. mcvaughii, M. spruceana, M. summa e M. velutina formam o grupo de espécies que apresentam inflorescências freqüentemente terminais. Porém, M. velutina pode ser encontrada com inflorescências terminais e axilares. Marlierea subulata pode ser considerada uma exceção, já que a raque está inserida num ponto intermediário às inserções das folhas, geralmente entre os dois últimos nós de folhas, raramente terminal no ramo, além de haver indícios da redução da panícula para cimeira.
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Conservação de espécies nativas em um assentamento rural do município de Apodi-RN: impactos socioambientais e econômicos e o uso da biotecnologia como alternativa promissora

Conservação de espécies nativas em um assentamento rural do município de Apodi-RN: impactos socioambientais e econômicos e o uso da biotecnologia como alternativa promissora

O Manejo Sustentável da Caatinga vem sendo adotado com sucesso em áreas de assentamentos rurais do Nordeste, proporcionando ganhos não só de ordem ambiental, pela manutenção da biodiversidade, mas também econômicos (em decorrência da manutenção de espécies com potenciais forrageiros, apícolas, energéticos, medicinais) e sociais (garantia de soberania alimentar, geração de emprego e renda, promoção do associativismo). Apesar da comprovação científica de todos esses benefícios, a área total da Caatinga abrangida por essa técnica ainda é modesta, com aproximadamente 295 mil hectares. Os últimos seis anos vêm demonstrando um aumento significativo de áreas sob planos de manejo, o que pode significar uma tendência à consolidação do manejo florestal como alternativa de uso sustentável da Caatinga (BRASIL, 2010).
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Caracterização de acessos de pimentas do Amazonas.

Caracterização de acessos de pimentas do Amazonas.

Em Capsicum, estudos de diversi- dade das espécies têm sido realizados através de caracterizações agronômicas, morfológicas e moleculares (Toquica et al., 2003; Sudré et al., 2006; Buttow et al., 2010; Sudré et al., 2010, Rêgo et al., 2011). A caracterização morfológica permite diferenciar os acessos existentes na coleção através da obtenção progra- mada e sistemática de dados baseada em descritores capazes de descrever os acessos existentes. Em geral, são considerados caracteres da folha, flor, fruto e semente. Segundo Rodriguez et al. (2005), a caracterização de ger- moplasma é um elo importante entre a conservação e utilização dos recursos genéticos vegetais de forma eficiente, para que variabilidade genética existente na região seja adequadamente estudada, preservada e utilizada em benefício da sociedade.
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O desenvolvimento sustentável em unidade de conservação: a "naturalização" do social.

O desenvolvimento sustentável em unidade de conservação: a "naturalização" do social.

A partir dos anos de 1990, o Ibama passou a receber recursos financeiros do Programa Nacio- nal do Meio Ambiente (PNMA) para executar a implantação de unidades de conservação, incluin- do os planos de gestão. Como o Ibama não pos- suía quadro técnico que pudesse realizar a im- plantação da APA de Guaraqueçaba, compôs parcerias, seguindo a orientação geral deste ór- gão. Tais parcerias foram firmadas, sobretudo, com uma ONG ambientalista paranaense, a Socie- dade de Pesquisa em Vida Silvestre e Educação Ambiental (SPVS), que ficou responsável pela ela- boração de diagnósticos e propostas voltadas à conservação na APA. Ao atrair recursos de ONGs e empresas nacionais e internacionais e ao estru- turar um amplo quadro técnico, essa entidade tor- nou-se, também, o órgão executor das propostas. Inicialmente, em 1991, a ONG parceira ela- borou o Plano de Gerenciamento para a Região de Guaraqueçaba, com recursos da ONG norte-
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Compilação atualizada das espécies de morcegos (Chiroptera) para a Amazônia Brasileira.

Compilação atualizada das espécies de morcegos (Chiroptera) para a Amazônia Brasileira.

Não é objetivo deste trabalho a solução dos diversos problemas taxônomicos que envolvem gêneros e espécies de morcegos com ocorrência na Amazônia Brasileira e, de forma a gerar uma lista para a região, frequentemente tivemos que decidir sobre a inclusão ou exclusão de espécies cujo status taxonômico encontra-se incerto. Estas decisões foram tomadas baseadas principalmente em revisões e na argumentação expressa em trabalhos publicados, na consulta direta a especialistas, ou ainda baseadas no nosso melhor discernimento. Neste processo de escolha, a nomenclatura dos registros aqui adotados seguiu Simmons (2005), com exceções de Vampyressa brocki e Vampyressa bidens, aqui tratadas como Vampyriscus (veja Baker et al. 2003), de Natalus, cujos registros previamente atribuídos a N. stramineus para o Brasil reconhecemos como N. espiritosantensis (Tejedor 2006, Tejedor et al. 2005), de Platyrrhinus, em função de significativas revisões recentes e descrições de novas espécies para o gênero (Velazco 2005, Velazco & Gardner 2009, Velazco & Patterson 2008, Velazco et al. 2010), e incluindo ainda Artibeus planirostris e não A. jamaicensis como espécie válida para a Amazônia Brasileira (Lim et al. 2004, Tavares et al. 2008), e Mimon cozumelae como sinônimo júnior de M. bennettii (mas veja Gregorin et al. 2008). Outros esclarecimentos sobre mudanças nomenclaturais desde Simmons (2005) podem ser obtidos em Gardner (2008) e Tavares et al. (2008).
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Parâmetros genéticos das características produtivas e reprodutivas de búfalos na Amazônia brasileira.

Parâmetros genéticos das características produtivas e reprodutivas de búfalos na Amazônia brasileira.

Dos bubalinos introduzidos no Brasil, quatro raças são reconhecidas oficialmente pela Associação Brasileira de Criadores de Búfalos: Carabao, Jafarabadi, Mediterrâ- nea e Murrah, e, com exceção da Mediterrânea, todas as demais são de origem asiática. Os bubalinos adapta- ram-se bem à Região Norte, em razão da semelhança das condições ambientais locais com as de seus países

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Utilização de madeiras de espécies nativas e exóticas da Amazônia visando a produção de celulose Kraft.

Utilização de madeiras de espécies nativas e exóticas da Amazônia visando a produção de celulose Kraft.

No que concerne âs características de resistências, basicamen- te, os melhores valores para tração, alongamento e arrebentamento, veri ficados tanto para o Bauer como para o Jokro foram[r]

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Estud. av.  vol.16 número45

Estud. av. vol.16 número45

Enfim, uma nota de luto para o IEA e para todos os que, na uni- versidade brasileira, se preocupam com a pesquisa científica aliada a políticas públicas democráticas: a última página homenageia o inesti- mável colaborador e amigo que nos deixou, o Professor Alberto Car- valho da Silva.

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O BEM COMUM QUE SE TRANSFORMA ILEGALMENTE EM PROPRIEDADE PRIVADA  Camile Serraggio Girelli, Alessandra Vanessa Teixeira

O BEM COMUM QUE SE TRANSFORMA ILEGALMENTE EM PROPRIEDADE PRIVADA Camile Serraggio Girelli, Alessandra Vanessa Teixeira

Em várias regiões do Brasil, não só da Amazônia, os estrangeiros desembarcam, muitas vezes com vistos de turista, e entram na floresta, ou se instalam nas comunidades, estudam as espécies vegetais ou animais, seus usos e suas aplicações. Em seguida, coletam exemplares e, de posse dessas informações, voltam a seus países onde, tanto as propriedades dos bens analisamos como o conhecimento de nossas populações nativas, são utilizados pelas indústrias farmacêutica, cosmética, agrícola, industrial ou qualquer outra a que a “descoberta” possa benificar para fabricar novos bens e colocá-los no mercado mundial.
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Quantificação e Avaliação das Principais Espécies Florestais Licenciadas no Estado do Acre de 2005 a 2012.

Quantificação e Avaliação das Principais Espécies Florestais Licenciadas no Estado do Acre de 2005 a 2012.

A Fundação de Tecnologia do Estado do Acre (FUNTAC, 1990) observou que, em 1990, a exploração madeireira no estado concentrava-se em sete espécies, que representaram 79,21% do total processado naquele ano. As espécies mais utilizadas nesse período, em ordem decrescente, foram: mogno (Swietenia macrophylla L.), cerejeira (Amburana acreana Ducke), cedro (Cedrela spp.), sumaúma (Ceiba spp.), jatobá (Hymenaea spp.), angelim (Hymenolobium spp.) e copaíba (Copaifera spp.). Segundo o trabalho de Silva (2002), entre 2000 e 2001, as dez espécies mais licenciadas pelo IBAMA, em ordem decrescente, foram: cumaru-ferro (Dipteryx spp.), sumaúma, garapeira, cedro, cerejeira, jatobá, copaíba, angelim, açacu (Hura spp.), mururé (Brosimun spp.) e abiu (Micropholis spp. e Pouteria spp). Tais espécies representaram 78,3% do volume total autorizado.
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Micodiversidade Associada a Árvores de Copaifera langsdorffii Desf. em Brasília, Distrito Federal.

Micodiversidade Associada a Árvores de Copaifera langsdorffii Desf. em Brasília, Distrito Federal.

O gênero Copaifera L. pertence à família Leguminosae, com 28 espécies catalogadas, das quais 16 são endêmicas do Brasil (Dwyer, 1951), principalmente nos biomas Amazônico e do Cerrado. As espécies desse gênero são em geral árvores com altura de 15 a 40 metros, com casca aromática, folhagem densa, flores pequenas, frutos secos do tipo vagem monospérmica e deiscente. Dentre as espécies do gênero, Copaifera langsdorffii é uma das mais comuns no Brasil. Ocorre em florestas de terra firme, terras alagadas, margens de lagos e igarapés da Bacia Amazônica e nas matas do Cerrado do Brasil Central. É encontrada tanto em solos arenosos como argilosos e, geralmente, seus espécimes adultos ocupam o dossel da floresta ou emergem ocasionalmente (Rigamonte-Azevedo et al., 2004).
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Uma nova espécie de Croton sect. Geiseleria (Euphorbiaceae) da Amazônia Oriental brasileira.

Uma nova espécie de Croton sect. Geiseleria (Euphorbiaceae) da Amazônia Oriental brasileira.

Agradecimentos – Ao CNPq, pelo auxílio concedido para estudo das Euphorbiaceae da Amazônia (Proc. no. 301.252/ 86-6); ao Dr. William Rodrigues, da UFPR., pela elaboração do texto em latim; ao desenhista Carlos A. Alvarez, pela confecção da ilustração; ao Dr. Paul E. Berry, da University of Michigan, pelas imagens cedidas, o que permitiu melhor

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Caracterização das epidemias de malária nos municípios da Amazônia Brasileira em 2010.

Caracterização das epidemias de malária nos municípios da Amazônia Brasileira em 2010.

Nesta pesquisa, observou-se que a ocorrência de epidemias em municípios com áreas de po- pulações de características especiais (indígenas, assentamentos, garimpos e municípios de fron- teiras) de fato foi superior à média das epidemias verificadas no total de municípios dos estados da Amazônia Brasileira. Os elevados percentuais de epidemias em municípios com áreas indígenas, de assentamentos, de garimpos e de fronteiras evidenciaram o agravamento da malária nesses locais, tornando adequada a classificação dessas áreas como de populações com características especiais, pois geralmente são áreas com a pre- sença de pessoas não imunes, vivendo em con- dições precárias de habitação e trabalho. Esse quadro facilita a transmissão da doença, em face do aumento da exposição e consequentemen- te do contato vetor/habitantes, e requer maior atenção dos serviços de saúde, já que, conforme foi constatado, nos municípios com essas áre- as especiais, o risco de apresentar epidemias de malária é maior do que nos municípios sem essas áreas. Ademais, quanto mais tipos de áreas espe- ciais coexistirem no município, maior também
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