Top PDF Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia.

Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia.

Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia.

RESUMO – (Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia). A partir de recentes coletas de Uredinales realizadas no Parque Nacional do Itatiaia e em áreas de proteção ambiental ao redor deste parque, foram identifi cadas novas ocorrências para o Brasil: Dicheirinia binata (Berkeley & Curtis) Arthur, Maravalia manettiae Jørstad, Prospodium bignoniacearum (Spegazzini) Cummins, Puccinia anci- zari Mayor, Puccinia investita Schweinitz, Puccinia lasiacidis Kern, Puccinia mandevillae Jackson & Holway e Uredo chusqueae Pardo-Cardona. Estas espécies já haviam sido reportadas em alguns países adjacentes ao Brasil. Além disso, após minuciosa análise bibliográfi ca, é proposta a sinonimização de Puccinia interjecta Jackson para Puccinia ancizari Mayor. Estas coletas permitiram incrementar as coleções brasileiras e as coleções do Herbário do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (RB).
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Campanulaceae no Parque Nacional do Itatiaia, Brasil.

Campanulaceae no Parque Nacional do Itatiaia, Brasil.

Neste estudo foram registradas sete espécies de Campanulaceae distribuídas em três gêneros, Lobelia com duas espécies: L. camporum e L. fistulosa, Siphocampylus, com quatro espécies: S. duploserratus, S. longepedunculatus, S. umbellatus e S. westinianus e Wahlenbergia, com uma espécie: W. linarioides. A maioria das espécies tem ampla distribuição, encontradas em regiões serranas, campos de altitude, brejo, restingas e menos frequentemente em cerrados. Os exemplares coletados foram encontrados majoritariamente nos campos de altitude, geralmente em beira de trilhas ou afloramentos rochosos com vegetação graminóide abundante ao redor. Somente Siphocampylus longepedunculatus foi encontrada na beira de trilhas em sub-bosque de floresta ombrófila, em locais onde a umidade é maior.
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Cerambycidae (Coleoptera) do Parque Nacional da Serra das Confusões, Piauí, Brasil: novas espécies e novos registros.

Cerambycidae (Coleoptera) do Parque Nacional da Serra das Confusões, Piauí, Brasil: novas espécies e novos registros.

foram coletados entre 7 a 17 de dezembro de 2010, na região Riacho dos Bois, 09°13’13,68”S, 43°29’23,46”W (Figs 1, 2). Foram utilizadas 14 armadilhas luminosas “Luiz de Queiroz” (Figs 3, 4), dispostas cerca de 1 km de distância entre elas e revisadas diariamente. Também foram realizadas capturas ativas com rede entomológica. Os indivíduos foram triados, preparados e estão depositados na coleção Prof. Johann Becker do Museu de Zoologia da Universidade Estadual de Feira de Santana (MZFS), Bahia, Brasil. A lista das espécies apresentada segue a ordem alfabética dos táxons e dados sobre a distribuição geográfica segue Monné & Bezark (2011).
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Inventário das espécies de Cassidinae (Insecta, Coleoptera, Chrysomelidae) do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

Inventário das espécies de Cassidinae (Insecta, Coleoptera, Chrysomelidae) do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

Resumo: É apresentado um levantamento das espécies de Cassidinae que ocorrem no Parque Nacional do Itatiaia, Rio de Janeiro. O Parque Nacional do Itatiaia (PNI) é situado no Estado do Rio de Janeiro, Brasil e é uma das mais importantes Unidades de Conservação da Mata Atlântica. Pouco se sabe sobre as espécies de Coleoptera desse parque. Dois inventários de Cassidinae foram realizados previamente no Estado do Rio de Janeiro, totalizando 80 espécies para o PNI. O objetivo do trabalho é realizar uma atualização do inventário das espécies e fornecer uma chave de identificação para as tribos de Cassidinae que ocorrem no parque. Foram examinados exemplares da coleção do Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Fundação Instituto Oswaldo Cruz. Em adição, foram realizadas coletas no período de setembro de 2007 a janeiro de 2010. Este estudo resultou em 88 espécies distribuídas em 29 gêneros e sete tribos. Dezenove apresentam novos registros de distribuição sendo que destes, oito são para o Estado do Rio de Janeiro, Parque Nacional do Itatiaia.
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Inventário das espécies de Lepturinae, Parandrinae e Prioninae (Insecta, Coleoptera, Cerambycidae) do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

Inventário das espécies de Lepturinae, Parandrinae e Prioninae (Insecta, Coleoptera, Cerambycidae) do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

Este trabalho visa dar continuidade ao projeto que vem sendo desenvolvido no PNI, sobre atualizar o inventário das espécies de Cerambycidae e que foi iniciado com a subfamília Cerambycinae (Monné et al. 2009). Objetiva-se atualizar os dados das espécies de Lepturinae, Parandrinae e Prioninae que ocorrem no parque com base em dados da literatura, da coleção de Cerambycidae do Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro e de coletas de campo; contribuir com dados de distribuição para as espécies e, eventualmente, novos registros. Fornecer, pela primeira vez, uma tabela, atualizada até fevereiro de 2010, com o número de gêneros e espécies de Lepturinae, Parandrinae e Prioninae que ocorrem na região Neotropical, na Mata Atlântica e no Parque Nacional do Itatiaia.
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Novos registros de Ferrugens (Uredinales) sobre Fabaceae para o Brasil.

Novos registros de Ferrugens (Uredinales) sobre Fabaceae para o Brasil.

Segundo Walker (2001), o gênero Atelocauda tem como tipo a espécie Atelocauda incrustans, a qual foi descrita a partir de dois espécimes coletados no Panamá, em 1920, sobre folhas de Lonchocarpus sp. (Fabaceae). O espermogônio subcuticular, sem paráfises (tipo 7 de Hiratsuka & Hiratsuka,1980) e os télios subepidermais que produzem teliósporos unicelulares, marrons, pedicelados e com ornamentações cubiformes caracterizam o gênero.

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Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil.

Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil.

No campo, os espécimes foram coletados manualmente com auxílio de faca e acondicio- nados em sacos de papel. No laboratório, foram feitas anotações relativas à cor das superfícies abhimenial e himenial, do contexto, dos tubos e da margem, utilizando-se a carta de cores de Maerz & Paul (1950), e anotações relativas à largura, altura e espessura do basidiocarpo. Na preservação e herborização seguiu-se Fidalgo & Bononi (1989), com modificações relativas à secagem do material, que era deixado, no míni- mo, uma semana em estufa a 50ºC. As espécies foram depositadas no Herbário Padre Camilo
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Octavio Ianni e o proletariado rural no Brasil — Outubro Revista

Octavio Ianni e o proletariado rural no Brasil — Outubro Revista

Do nosso ponto de vista, as reflexões lançadas por Octavio Ianni naquele artigo de 1971 possuem uma riqueza heurística extraordinária, repleta de elementos atuais a serem problematizados. Ao longo do desenvolvimento deste texto, longe da perspectiva de esgotar o debate, demonstraremos as razões que justificam tal posição, bem como a relevância que possui para refletir a configuração contemporânea da contradição capital-trabalho no universo agrário nacional. Assim, entendemos que a atualização do debate referente à proletarização do trabalhador rural no Brasil implica necessariamente, numa primeira aproximação, a interlocução direta com os clássicos do pensamento social crítico brasileiro, trazendo-os para o centro da discussão, num importante esforço de retomada da contribuição desses autores para melhor refletir e sistematizar as problemáticas emergentes na quadra histórica em curso, as quais devem estar sempre conectadas ao processo histórico.
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Resultados Preliminares | ano base 2007 |

Resultados Preliminares | ano base 2007 |

O BEN é um documento anualmente publicado pela EPE e que compreende extensa pesquisa e a contabilidade relativas à oferta e ao consumo de energia no Brasil, contemplando as ati- vidades de extração de recursos energéticos primários, sua con- versão em formas secundárias, a importação e a exportação, a distribuição e o uso final da energia.

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Roberto Schaeffer Alexandre Salem Szklo André Frossard Pereira de Lucena Raquel Rodrigues de Souza Bruno Soares Moreira Cesar Borba Isabella Vaz Leal da Costa Amaro Olimpio Pereira Júnior Sergio Henrique F. da Cunha

Roberto Schaeffer Alexandre Salem Szklo André Frossard Pereira de Lucena Raquel Rodrigues de Souza Bruno Soares Moreira Cesar Borba Isabella Vaz Leal da Costa Amaro Olimpio Pereira Júnior Sergio Henrique F. da Cunha

apoiado pelo Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira (Probio), do Ministério do Meio Ambiente, e pelas seguintes instituições: Banco Mundial (Bird); Ban- co Interamericano de Desenvolvimento (BID); Global Environment Facility (GEF); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); e pelo Global Opportunity Fund. As projeções climáticas para o Brasil foram produzidas por uma equipe de especialistas do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe). Baseiam-se em dois dos quatro cenários de emissões de gases do efeito estufa (cenário A2, emissões altas; e B2, emissões baixas) propostos pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) em seu Relatório Especial sobre Cenários de Emissões, publicado em 2000.
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A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

A dissolução do exército regular e a sua substituição pelo “povo armado” (a Guarda Nacional que havia impulsionado a Comuna); o fim das atribuições políticas da polícia e o conjunto dos cargos burocráticos sendo exercido, mesmo no judiciário, por pessoas eleitas (e de mandato revogável pelos seus eleitores), remuneradas com padrão operário; o caráter flexível da proposta de federação de comunas; as instituições com bases ver- dadeiramente democráticas, tudo isto era visto por Marx como “um governo da classe operária, fruto da luta da classe produtora contra a classe apropriadora, a forma política afinal descoberta para levar a cabo a emancipação econômica do trabalho.” 5
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Comunidade de aves de sub-bosque em uma área de entorno do Parque Nacional do Itatiaia, Rio de Janeiro, Brasil.

Comunidade de aves de sub-bosque em uma área de entorno do Parque Nacional do Itatiaia, Rio de Janeiro, Brasil.

(1999) comparando uma floresta secundária (FS) vizinha ao Parque Estadual Intervales (São Paulo) com área de floresta pri- mária (FP) naquela Unidade de Conservação, encontrou maior número de espécies (157) e maior diversidade (H’ = 4,34) na FS do que na FP (141 sp; H’ = -4,16). P ROTOMASTRO (2001) também registrou em florestas secundárias em diferentes estágios de sucessão, maior riqueza de espécies que a floresta primária. Neste tipo de hábitat pode-se encontrar maior abundância de espéci- es de clareira, borda de mata e ambientes alterados, devido à coexistência de espécies de interior de mata e espécies de ambi- entes de estágios sucessionais iniciais. Na floresta primária, a contribuição de ambientes secundários para o acervo de espé- cies é marginal (A LEIXO 1999).
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Distribuição ecológica de comunidades de macroalgas de ambientes lóticos do Parque Nacional de Itatiaia (RJ, MG), Brasil

Distribuição ecológica de comunidades de macroalgas de ambientes lóticos do Parque Nacional de Itatiaia (RJ, MG), Brasil

Os valores encontrados situaram-se dentro das amplitudes reportadas para riqueza de espécies (2,9 x 1,8-5,6) e abundância (14% x 6%-43% de cobertura) em outros estudos (Sheath & Cole 1992, Branco & Necchi Júnior 1996b, 1998, McClintic et al. 2003, Necchi Júnior et al. 2000a, 2003). Os padrões gerais de distribuição descritos para comunidades de macroalgas lóticas (Sheath et al. 1986, Sheath & Cole 1992, Necchi Júnior et al. 2000a) foram em geral corroborados pelos dados gerais dos rios/riachos do PNI, a saber: distribuição em mosaico, evidenciada pela correlação positiva entre riqueza, abundância e diversidade de espécies (as comunidades mais abundantes são também as mais diversas); forte dominância por poucas espécies, verificada pela dominância quantitativa (em termos de cobertura percentual nos pontos de amostragem) ou predominância qualitativa (em termos de número de registros de ocorrência na região de estudo) de uma ou poucas espécies nos pontos de amostragem). Em síntese, este estudo confirma que tais padrões parecem ser aplicáveis universalmente às comunidades de macroalgas lóticas.
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O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O RENDIMENTO EDUCACIONAL¹

O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O RENDIMENTO EDUCACIONAL¹

Há, todavia, lacunas importantes a serem pre- enchidas. Ampla literatura relaciona, a partir de diferentes metodologias e fontes, características sociodemográficas a trajetórias de insucesso, destacando-se as diferenças de classe social, raça e gênero, além dos diversos estudos sobre edu- cação no Brasil dedicam-se a analisar o fracasso escolar, como podem ser bem analisados a par- tir das obras de Barbosa (2009), Veloso (2009) e Tavares Jr (2011). Contudo, ainda são raros os estudos que se dedicam a investigar o sucesso es- colar e o desenvolvimento educacional como um todo (BONAMINO & FRANCO, 2005; BARBO- SA, 2009; BROOKE & SOARES, 2008; SOARES, 2002 e 2007). Destaque crescente tem sido dado às políticas de responsabilização (BROOKE, 2006; SAKAMOTO & TAVARES JÚNIOR, 2013; MAGRONE & TAVARES JÚNIOR, 2014), traje- tórias (CASTRO & TAVARES JÚNIOR, 2016) e à análise da eficácia escolar e seus fatores asso- ciados (FRANCO; MANDARINO; ORTIGÃO, 2001; ALBERNAZ; FERREIRA; FRANCO, 2002; TAVARES JÚNIOR & SCOTTON, 2014; NEU- BERT, TAVARES JÚNIOR e MONTALVÃO, 2016). Ainda que não seja possível apontar ou negar relações causais diretas, importa tentar identificar correlações que permitam inferir pos- síveis redes de nexos já diagnosticadas e analisa- das em outros estudos sobre o tema. Daí também a importância de abrir novos flancos de investi- gação através do desenvolvimento de novo mo- delos empíricos (MURNANE & WILLET, 2011) para análises que proporcionem tanto inferên- cias adequadas quanto a consideração de dados sociais, como origem, classes, distribuição de oportunidades e outras características que não estão disponíveis nas bases de avaliação, mas es- tão disponíveis nas pesquisas demográficas de largo escopo, como é o caso das PNADs.
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A ofensiva da direita para criminalizar os movimentos sociais no Brasil

A ofensiva da direita para criminalizar os movimentos sociais no Brasil

Ora, cabe à Brigada Militar (Polícia Militar do Rio Grande do Sul) realizar este tipo de “inteligência”, divulgando em programas de TV que os movimentos sociais são um caso de polícia? Creio que não pode haver maior evidência quanto à criminalização dos movimentos sociais e à mal resolvida transição democrática brasileira que ainda mantém como ocupantes de cargos públicos pessoas que mandaram ou realizaram prisões arbitrárias, torturas e ostensivo monitoramento ideológico durante o regime de exceção ocorrido no país. Importante saber também que, contrariando as conclusões da Brigada Militar e do MP, a Polícia Federal concluiu em inquérito penal promovido durante todo o ano de 2007, que não há o menor indício ou evidência de vínculos do MST com as Farc ou qualquer outro tipo de contato com organização estrangeira que vise agredir a soberania nacional.
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Influências de Usinas Hidrelétricas no Funcionamento Hidro-Ecológico do Pantanal Mato-Grossense - Recomendações

Influências de Usinas Hidrelétricas no Funcionamento Hidro-Ecológico do Pantanal Mato-Grossense - Recomendações

conservação da principal Unidade de Conservação e Sítio Ramsar do bioma, o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense. Grande parte (73%) do total desses empreendimentos refere-se a Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), todavia localizadas e/ou previstas para um mesmo rio, resultando num impacto conjunto significativo. Além disso, mesmo operando à “fio d’água”, sem necessariamente formar reservatório, há alteração da descarga de nutrientes e material em suspensão e, portanto, da ciclagem de nutrientes nos corpos d’água afetados. Por outro lado, a presença da barreira física de uma barragem sabidamente impede a movimentação das espécies de peixes migratórios na fase de piracema, afetando a produção pesqueira a médio e longo prazos (FERNANDES et al., 2009; SUZUKI et al., 2009). Todas essas alterações e impactos no funcionamento hidro-ecológico de cada sub-bacia formadora do Pantanal deveriam ser avaliados de forma conjunta, integrada em termos da área da bacia hidrográfica do Alto Paraguai, antes de se implementar tais projetos.
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SANDRA MARIA SILVA DE OLIVEIRA O SADEAM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM DUAS ESCOLAS DE MANAUS: IMPLICAÇÕES DO FAZER PEDAGÓGICO PARA O LETRAMENTO

SANDRA MARIA SILVA DE OLIVEIRA O SADEAM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM DUAS ESCOLAS DE MANAUS: IMPLICAÇÕES DO FAZER PEDAGÓGICO PARA O LETRAMENTO

O projeto político traçado para a nação por meio da Constituição Federal de 1988 (BRASIL, 1988) e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) (BRASIL, 1996) exige compromisso e [r]

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EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

Após o sucesso histórico do multilateralismo com a assinatura do Acordo de Paris, em dezembro de 2015, a maré política global pareceu virar no sentido do isolacionismo nos meses seguintes: no meio do ano, o Reino Unido decidiu em referendo, por curta mar- gem de votos, sair da União Europeia, enfraquecendo o bloco que liderava a transição global para a descarbonização. Em novembro, o Colégio Eleitoral dos Estados Unidos ga- rantiu a vitória a Donald Trump na sucessão de Barack Obama, e o maior emissor históri- co de gases de efeito estufa do planeta efetivamente retirou-se do processo multilateral. Trump, que se elegera prometendo “cancelar” o Acordo de Paris, iniciou a desestrutu- ração de todas as políticas públicas de clima na esfera federal com poucos meses de mandato. Em junho de 2017, anunciou que os EUA sairiam do acordo do clima ou busca- riam “renegociá-lo”, provocando reação imediata da comunidade internacional. Embora a saída dos EUA possa não chegar a se concretizar, já que pelas regras do acordo isso só poderia ocorrer a partir de 2020, o cancelamento das contribuições americanas ao Fundo Verde do Clima tende a contaminar o debate sobre financiamento das NDCs (Contribui- ções Nacionalmente Determinadas) condicionais dos países em desenvolvimento. O real prejuízo das mudanças nos EUA e na União Europeia sobre a ação climática glo- bal ainda é desconhecido no momento em que este relatório é publicado. Há, porém, um terceiro grande emissor de gases de efeito estufa que sofreu um terremoto político em 2016 com impactos nitidamente negativos para a agenda de clima e para as emis- sões: o Brasil.
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Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

No sentido de “rediscutir mais amplamente” o Programa de Transi- ção, optamos por reapresentá-lo a partir de um de seus enfoques centrais: aquele no qual se debruça sobre a questão agrária. Procuraremos, neste artigo, avaliar a atualidade das teses postuladas por Trotsky, em 1938. Para tanto, estaremos cotejando o teor do referido texto com as posições políti- co-econômicas expressadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem- Terra, do Brasil (MST) O objetivo deste artigo é, então, o de demonstrar a existência de alguns importantes elos programáticos, normalmente não explicitados, entre os principais setores da vanguarda das lutas agrárias — em especial o agrupamento constituído em torno do MST, além de outras correntes políticas envolvidas na questão — e as táticas propostas no Pro-
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