Top PDF A relação entre abundância e frequência na floresta equatorial de terra firme.

Efeitos da distância entre iscas nas estimativas de abundância e riqueza de formigas em uma floresta de terra-firme na Amazônia Central.

Efeitos da distância entre iscas nas estimativas de abundância e riqueza de formigas em uma floresta de terra-firme na Amazônia Central.

Coletas com iscas são amplamente utilizadas para investigar a atividade de formigas de solo e vegetação e também podem ser empregadas para estimar o número de espécies e a abundância de formigas. Apesar de ser barata e fácil de implementar, a riqueza e abundância das formigas estimadas por iscas podem ser enviesadas por alguns fatores, como a distância entre iscas. Neste trabalho, avaliamos se a distância entre iscas altera as estimativas de abundância e riqueza de formigas e qual distância entre iscas resulta na melhor relação entre custo financeiro e número de espécies amostradas, objetivo da maioria dos relatórios de impacto ambiental. Amostramos 30 transectos de 100 m com distância entre iscas diferentes (2,5; 3,4; 5; 6,7; 10 e 20 m), distribuídos em uma área de 1 km 2 em uma floresta de terra-firme ao norte de Manaus. Independente da distância entre iscas,
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Distribuição de abundância e tamanho do corpo de invertebrados do folhiço em uma floresta de terra firme na Amazônia Central, Brasil.

Distribuição de abundância e tamanho do corpo de invertebrados do folhiço em uma floresta de terra firme na Amazônia Central, Brasil.

superior esquerdo do envelope de restrição (ver abaixo), mostrando uma tendência na diminuição do tamanho do corpo das espécies com o aumento da abundância de indivíduos (Fig. 1). A relação entre o log n da abundância máxima para diferentes classes de tamanho médio do corpo corroborou a EER (b = - 1.0693, t 0,75 = - 2,13; P = 0.079). No entanto, essa relação entre abundância e tamanho de corpo seguiu de fato um padrão triangular de distribuição, formando um envelope de restrição. Em nenhuma das 5000 aleatorizações o número de espécies que está alocado dentro do envelope de restrição foi maior do que o observado, de modo que a probabilidade de que as espécies estejam restritas em um envelope triangular
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EFEITO DA CONVERSÃO DE FLORESTA AMAZÔNICA DE TERRA FIRME EM PLANTAÇÃO DE PALMA DE DENDÊ (ELAEIS GUINEENSIS JACQ.) SOBRE A FAUNA DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE

EFEITO DA CONVERSÃO DE FLORESTA AMAZÔNICA DE TERRA FIRME EM PLANTAÇÃO DE PALMA DE DENDÊ (ELAEIS GUINEENSIS JACQ.) SOBRE A FAUNA DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE

Neste estudo verificamos o efeito da conversão de áreas de floresta amazônica de terra firme em plantação de palma de dendê sobre a riqueza, composição e abundância de mamíferos de médio e grande porte. Também avaliamos algumas modificações ambientais sofridas pela conversão de floresta em palma que pudessem influenciar na estrutura da comunidade de mamíferos, considerando variáveis como a abertura de dossel, a densidade de sub-bosque e a altura da serrapilheira. Os habitats de floresta e palma diferiram na abertura de dossel e na altura de serrapilheira, mas não houve influencia com relação à densidade de sub-bosque. Não houve efeito da diferença de habitats sobre a riqueza de espécies, entretanto, este efeito foi evidenciado na composição e abundância de espécies de mamíferos de médio e grande porte. As espécies mais afetadas foram as arborícolas, como os primatas e os sciurídeos e as menos afetadas parecem ser as espécies onívoras e generalistas terrestres, como algumas espécies de canídeos. A plantação de palma de dendê pode ser uma matriz permeável para grande parte da fauna de mamíferos de médio e grande porte, entretanto, a disposição dos fragmentos florestais em relação à matriz, pode influenciar nesta permeabilidade e isto deve ser levado em consideração na estratégia de plantio.
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Composição florística e abundância de pteridófitas em três ambientes da bacia do rio Guamá, Belém, Pará, Brasil.

Composição florística e abundância de pteridófitas em três ambientes da bacia do rio Guamá, Belém, Pará, Brasil.

O ambiente de terra firme foi aquele que apresentou maior densidade de pteridófitas, com 5 mil indivíduos por hectare. O igapó também apresentou uma densidade elevada, com 4.467 indivíduos. A floresta de transição entre a terra firme e o igapó incluiu um número bem menor de indivíduos, representando apenas 20 % da densidade verificada no ambiente de terra firme. Com relação à diversidade de pteridófitas, foram registradas 12 espécies nos ambientes estudados, distribuídas em nove famílias botânicas. A transição terra firme-igapó apresentou maior riqueza específica inventariada (nove espécies, 75 % do total), seguida do igapó (oito espécies, 66,67 %) e por último, com poucas espécies, a terra firme (cinco espécies, 41,67 %). O número de famílias seguiu a mesma tendência das espécies, com o ambiente de transição incluindo mais famílias, seguido do igapó e da terra firme. A transição apresentou três espécies exclusivas ou restritas a este ambiente e o igapó duas. A terra firme não apresentou nenhuma espécie cuja distribuição seja restrita a ela, compartilhando com os outros ambientes todas as suas espécies (Tabela 1). Comparando-se as espécies encontradas neste trabalho com as 38 listadas por Rodrigues (1994) para todos os ambientes da APEG, constata-se que somente 30 % foram detectados na amostragem, não obstante a lista de Rodrigues (1994) incluir o ambiente de várzea, que não foi contemplado no presente estudo. Desta forma a listagem de fetos da APEG corresponde a 13,6 % riqueza específica total indicada por Tryon & Conant (1975) para a região amazônica.
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Estimativa do volume de madeira partindo do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

Estimativa do volume de madeira partindo do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

É possível estimar o volume de árvores em áreas de floresta de terra firme que foram desmatadas ilegalmente e que não existe informações sobre o volume de madeira colhido, medindo-se apenas o diâmetro das cepas que ficaram na área após a exploração, ou no caso de cepas irregulares em consequência da presença de sapopemas, estimando o diâmetro da cepa com fator de estimação médio da população amostrada no caso de medido o , ou estimando o diâmetro da cepa com base em uma TABELA 6: Estimadores dos parâmetros e medidas de precisão das equações ajustadas para estimar o fator de estimação do diâmetro da cepa partindo da variável diâmetro da cepa tomado ao nível do corte (F cc ), para uma área de floresta de terra firme.
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Balanço hídrico de pequena bacia hidrográfica em floresta amazônica de terra firme

Balanço hídrico de pequena bacia hidrográfica em floresta amazônica de terra firme

A s s i m , considerando-se esses aspectos, em que se supõe que os valores da evapotrans- piração real e potencial sejam muito seme- lhantes para o local estudado ou mesmo outros cober[r]

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ASPECTOS FLORÍSTICOS QUANTITATIVOS E COMPARATIVOS DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

ASPECTOS FLORÍSTICOS QUANTITATIVOS E COMPARATIVOS DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

Inventário ecológico em floresta pluvial tropical de terra firme, Serra Norte, Carajás, Pará. Ecological studies on rain forest in Northern Suriname[r]

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DO CONCEITO DE FERTILIDADE AO DE SUSTENTABILIDADE

DO CONCEITO DE FERTILIDADE AO DE SUSTENTABILIDADE

É a partir das experiências de Liebig (1803-1873), que a fertilidade do solo passou a ser tratada como o estoque de nutrientes nele contida, determinando a necessidade ou não de adição de produtos químicos, incorporando-se os principais elementos necessários ao desenvolvimento das plantas instaladas (Coelho e Verlengia, s/d). Esse tipo de tratamento generalizou-se ao longo dos últimos séculos, transformando os vegetais em projetos (plantas) industriais, considerando-se apenas os seus aspectos finalísticos, independente da sua relação com os ecossistemas nos quais estão situados e interagindo. A fertilização das plantas passou a ser encarada como um fator que se resolve a partir de fora do ecossistema e não dentro dele mesmo. Este comportamento metodológico desnaturalizou os vegetais domesticados no sentido de que suas funções passaram a ser determinadas não por suas características intrínsecas mas pelas necessidades daqueles que os utilizam.
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Diversidade, taxonomia e distribuição por estados brasileiros das famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae e Leucobryaceae (Bryophyta) da Estação Científica Ferreira Penna, Caxiuanã, Pará, Brasil.

Diversidade, taxonomia e distribuição por estados brasileiros das famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae e Leucobryaceae (Bryophyta) da Estação Científica Ferreira Penna, Caxiuanã, Pará, Brasil.

The inventory of the species of mosses (Bryophyta) was conducted in the Scientific Station Ferreira Penna, municipality of Melgaço, state of Pará. This station possesses 85% of its area of well conserved, terra-firme vegetation. Although the phanerogams are relatively well studied, the mosses are only now moving forward with this work. Besides inventorying the species of mosses inhabiting the area, other objectives are to expand knowledge regarding the geographical distribution of the species reported for the area, and to register the substratum type and ecosystem where they occur. There were identified 84 species, 37 genera and 19 families. This work is part of a series of studies accomplished with the mosses of ECFPn, just treating the 47 species belonging to the families Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae and Leucobryaceae. For each táxon they were mentioned place-type, herbarium, references of descriptions, comments regarding morphological characteristics, Brazilian geographical distribution and examined material. Herein we include new references for Amazonian Brazilian, Fissidens pauperculus M.Howe and Octoblepharum costatum H.A.Crum and for the state of Pará, Syrrhopodon incompletus Schwägr. var. berteroanus (Brid.) W.D.Reese and Leucobryum crispum Müll.Hal.
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DO CONCEITO DE FERTILIDADE AO DE SUSTENTABILIDADE

DO CONCEITO DE FERTILIDADE AO DE SUSTENTABILIDADE

É a partir das experiências de Liebig (1803-1873), que a fertilidade do solo passou a ser tratada como o estoque de nutrientes nele contida, determinando a necessidade ou não de adição de produtos químicos, incorporando-se os principais elementos necessários ao desenvolvimento das plantas instaladas (Coelho e Verlengia, s/d). Esse tipo de tratamento generalizou-se ao longo dos últimos séculos, transformando os vegetais em projetos (plantas) industriais, considerando-se apenas os seus aspectos finalísticos, independente da sua relação com os ecossistemas nos quais estão situados e interagindo. A fertilização das plantas passou a ser encarada como um fator que se resolve a partir de fora do ecossistema e não dentro dele mesmo. Este comportamento metodológico desnaturalizou os vegetais domesticados no sentido de que suas funções passaram a ser determinadas não por suas características intrínsecas mas pelas necessidades daqueles que os utilizam.
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Flebotomíneos (Díptera: Psychodidae) de uma Floresta Primária de Terra Firme da Estação Experimental de Silvicultura Tropical, Estado do Amazonas, Brasil.

Flebotomíneos (Díptera: Psychodidae) de uma Floresta Primária de Terra Firme da Estação Experimental de Silvicultura Tropical, Estado do Amazonas, Brasil.

No Equador, em área endêmica na floresta primária e secundária, a mais importante espécie antropofílica L. gomezi tem sido considerada um suposto vetor de leishmaniose. Segundo Mendonza-León et al. (1997) as espécies Leishmania ( Viannia ) colombiensis Kreutzer, Corredor, Grimaldi, Grol, Rowton, Young, Morales, McMahon- Pratt, Guzman & Tesh, 1991 e L. ( V ) panamensis Lainson & Shaw, 1978, são veiculadas por L. gomezi. Ainda, segundo Christensen et al. (1983) no Panamá e Young & Rogers (1984) no Equador, a L. gomezi pode também transmitir a L. braziliensis.

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A pesquisa em etnobotânica e o retorno do conhecimento sistematizado à comunidade: um assunto complexo.

A pesquisa em etnobotânica e o retorno do conhecimento sistematizado à comunidade: um assunto complexo.

No contexto da investigação etnobotânica, o pesquisador procura conhecer a cultura e o dia-a-dia da comunidade pesquisada, os conceitos locais de doença/saúde, o modo como a comunidade se vale dos recursos naturais para a ‘cura’ de seus males, atrair ou afastar animais, construir habitações mais adequadas ao local e outros. Ele procura repassar o conhecimento apreendido para o meio científico sem incorrer em erros de interpretação. É recomendado que a sua relação com a comunidade não entre no campo do envolvimento pessoal. Entretanto, freqüentemente a barreira de pesquisador/pesquisado é ultrapassada e vínculos afetivos são criados, sobretudo com os indivíduos que mais usualmente acom- panham o pesquisador no contato com a comunidade e, quando necessário, nas florestas, hortas ou quintais onde se encontram as plantas utilizadas.
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Resumen La interdependencia entre estado y MST en la constitución de un asentamiento de reforma agraria

Resumen La interdependencia entre estado y MST en la constitución de un asentamiento de reforma agraria

Essas percepções ressaltam a dissonância que há em relação à publicização de um Programa ou política pública para a pequena produção agrícola e a forma como efetivamente elas estão sendo operacionalizadas, na localidade e no Assentamento onde foi realizada uma parte deste estudo. Os fatos relatados, além de evidenciarem assimetria na destinação de recursos e incentivos por parte do Estado aos grandes produtores do agronegócio, em relação aos pequenos produtores rurais, também demonstraram que há restrição ao acesso das políticas públicas aos assentados com uma produção agropecuária relacionada aos preceitos orientados pelo MST. Somado a isto, as agências de fomento e pesquisas em agropecuária do Estado em relação ao estímulo das técnicas agropecuárias associadas à realidade da pequena produção, no Assentamento Santa Rosa, tem a seguinte forma de atuação, conforme relatou o assentado C. “É aquilo que os companheiros já falam... a EMBRAPA, é aquele quadradinho, vieram fazer dois anos de experiência aqui e não tiveram a interferência de ninguém. Eles vieram aqui e fizeram o modelo tradicional”.
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FACULDADE DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

FACULDADE DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

Whitmore (1990) reconheceu três fases nesse processo sucessional das florestas tropicais: fase de clareira (gap), fase de (re)construção (building) e fase madura (mature). A fase de clareira se dá pelo início da recomposição florestal, com grande número de plântulas provenientes da germinação de sementes já existentes no solo ou que chegam de fora, após a abertura da clareira ou da regeneração pré-estabelecida no sub-bosque. A fase de (re)construção é onde os indivíduos, com forma de varas estão em intenso crescimento em altura, nesta fase ocorre fortes competições entre os indivíduos e morte de espécies intolerantes à sombra. A última fase, madura, é aonde a maioria dos indivíduos chega à fase reprodutiva, estando a floresta em equilíbrio dinâmico e a biomassa tendendo a se estabilizar na capacidade produtiva do ecossistema (clímax); nesta fase há predomínio do crescimento diamétrico, com a expansão lateral das copas. A rapidez com que a vegetação vai se reconstruir durante o processo sucessinal esta sujeito ao grau e a natureza do distúrbio causado e do período de formação, que poderá indicar quais espécies colonizarão o ambiente (Clark & Clark 1990).
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O potencial madeireiro da terra firme em relação à demanda das serrarias do Amazonas.

O potencial madeireiro da terra firme em relação à demanda das serrarias do Amazonas.

Embora representem percentagens insignificantes em relação ao total de madeira demandado pelas serrarias, essas espécies apresentam um potencial volumétrico bastante significativo na t[r]

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Sebastião Maciel2 Marcio Roberto Pietrobom

Sebastião Maciel2 Marcio Roberto Pietrobom

Ocorre na Costa Rica, Panamá, Antilhas, Trinidad, Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia (Mickel 1995). No Brasil é citada no Amazonas, Pará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (Tryon & Conant 1975; Novelino & Oliveira 1999; Brade, 2003). Na área estudada a espécie foi observada crescendo preferencialmente no interior da floresta de igapó, próximo as margens dos rios.

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Estimativa do volume de madeira a partir do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

Estimativa do volume de madeira a partir do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

O INPE estima que o desmatamento no período de agosto de 2004 a agosto de 2005 foi de 18.967 km 2 , com uma margem de erro de 4% (INPE, 2006). A área acumulada relativa ao desflorestamento da Amazônia brasileira aumentou de 41,5 milhões de hectares em 1990 para 58,7 milhões de hectares em 2003. Em um período de apenas dez anos, o país perdeu uma área de floresta equivalente ao dobro do tamanho de Portugal ou do Paraguai. Nos dois anos que seguiram ao alarmante índice de desflorestamento de 1994-95, houve otimismo entre os analistas, pois as taxas de desmatamentos começaram a cair (Kaimowitz et al., 2003). Recentemente foi anunciada pelo Governo Federal a redução de 30% no desmatamento na Amazônia entre agosto de 2005 a julho de 2006, quase o mesmo valor verificado entre 2004 e 2005 (31%). De acordo com o Projeto Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes), a previsão é de que a taxa entre 2005 e 2006 corresponda a 13,1 mil quilômetros quadrados de desflorestamento (Máximo, 2006).
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