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Relação entre atividade física no lazer e burnout em trabalhadores da indústria

Relação entre atividade física no lazer e burnout em trabalhadores da indústria

O objetivo do presente estudo consiste em analisar a relação entre a atividade física no lazer e as dimensões da síndrome de burnout em trabalhadores da indústria. Utilizou-se para a caracterização da amostra um questionário estruturado contendo idade, gênero, estado civil, percepção de saúde e nível de escolaridade. A mensuração do risco de burnout foi realizada utilizando o Maslach Burnout Inventory – General Survey (MBI-GS) e o nível de atividade física no lazer, ocupacional e de locomoção foi realizado por meio do questionário de atividade física habitual de Baecke. Participaram da pesquisa 150 funcionários do gênero masculino com predomínio de indivíduos na faixa etária de 20 a 29 anos, que estudaram o ensino médio completo, casados e com percepção de saúde excelente/muito boa. Os resultados indicaram um risco moderado de desenvolver a síndrome de burnout nas três dimensões e uma situação pouco favorável quanto a prática de atividade física. As dimensões de burnout não apresentaram diferença estatisticamente significativa para as características individuais, entretanto houve diferença para a percepção de saúde quando relacionadas à atividade física ocupacional, exercício físico no lazer e escore total de atividade física, e para a variável escolaridade quando relacionada a exercício físico no lazer e escore total de atividade física. A relação entre as dimensões da atividade física e as dimensões da síndrome de burnout, mostrou uma correlação significativa positiva entre atividade física ocupacional e exaustão emocional e negativa entre despersonalização e exercício físico no lazer. Conclui-se que quanto mais atividade física os trabalhadores executam no momento de trabalho, maior exaustão emocional ele apresentará, e quanto mais exercício o trabalhador realizar em seus momentos de lazer, menor o risco de que ele desenvolva a síndrome de burnout, especificamente na dimensão despersonalização. Sendo assim, sugerem-se novos estudos que relacionem a síndrome de burnout e a atividade física em diversos domínios, principalmente a realizada no lazer em diversas classes trabalhadoras, principalmente a industrial, a fim de buscar preencher a lacuna que existe na literatura acerca desse tema, pois trata-se de uma discussão importante no que se refere à saúde e qualidade de vida do trabalhador.
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Qualidade de sono, atividade física durante o tempo de lazer e esforço físico no trabalho entre trabalhadores noturnos de uma indústria cerâmica.

Qualidade de sono, atividade física durante o tempo de lazer e esforço físico no trabalho entre trabalhadores noturnos de uma indústria cerâmica.

A partir da observação de características dos traba- lhadores dos dois grupos (boa qualidade de sono e qua- lidade de sono ruim), notou-se maior gasto energético na atividade física realizada no trabalho, na atividade física habitual total e no escore global do PSQI entre os trabalhadores do grupo de má qualidade do sono. Os resultados da análise mostraram não haver diferenças entre os grupos em relação à idade, IMC, tempo no tra- balho noturno e gasto energético no lazer (Tabela 3).

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Relação entre o suporte social e a prática de atividade física no lazer em trabalhadores

Relação entre o suporte social e a prática de atividade física no lazer em trabalhadores

A atividade física é um importante tema de pesquisa dado a sua inequívoca relação com a diminuição nos ín- dices de morbidade e mortalidade na população (PAFFENBARGER et al., 1993; SHEPARD, 1995; USDHHS, 1996; WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2009). Apesar dos conhecidos benefícios que a atividade física proporciona sobre a saúde, uma grande parcela da população ainda é considerada insuficientemente ativa. Nesse sentido, um re- cente levantamento com informações oriundas de 122 países identificou que cerca de um terço (31%) da população mundial adulta não atende as recomendações atuais quanto a prática de atividade física (HALLAL et al., 2012), ou seja, 30 minutos de atividades físicas de intensidade moderada em cinco dias da semana, ou, 20 minutos de ativi- dades de intensidade vigorosa em três dias por semana (HASKELL et al., 2007). Assim, um dos grandes desafios enfrentados pelos pesquisadores é o de criar estratégias para a promoção da prática da atividade física na população. É importante mencionar que o sucesso das intervenções voltadas à promoção da atividade física perpassa pelo entendimento dos fatores que determinam este comportamento. O modelo ecológico dos determinantes da atividade física apresentado por Bauman et al. (2012) indica que estes determinantes podem ser de origem in- dividual (fatores psicológicos e biológicos), interpessoal (suporte social, práticas e normas culturais), ambiental (ambiente social, construído e natural), além das políticas nacionais e/ou regionais (sistema de transporte, pla- nejamento urbano, parques e setores de recreação, planos nacionais de atividade física, etc.) e de aspectos globais (desenvolvimento econômico, normas culturais e sociais, mídia, urbanização, etc.).
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Fatores associados à inatividade física no lazer e principais barreiras na percepção de trabalhadores da indústria do Sul do Brasil.

Fatores associados à inatividade física no lazer e principais barreiras na percepção de trabalhadores da indústria do Sul do Brasil.

As variáveis comportamentais (nível de es- tresse, fumo, consumo de bebidas alcoólicas) e a variável de trabalho (satisfação no trabalho) es- tavam inseridas no módulo II. A variável estres- se foi mensurada com base na questão: “Como você classifica o nível de estresse em sua vida?”. Com quatro opções de resposta que foram sub- sequentemente dicotomizadas (raramente/às vezes = não; quase sempre/sempre = sim). A vari- ável fumo foi medida com base na questão: “Com relação ao fumo, qual a sua situação?”. Com seis opções de resposta: nunca fumei; parei de fumar há mais de dois anos; parei de fumar há menos de dois anos; fumo até 10 cigarros/dia; fumo de 10 a 20 cigarros/dia; fumo mais de 20 cigarros/ dia. Posteriormente, a variável fumo foi categori- zada em três categorias. Já a variável consumo de bebidas alcoólicas foi mensurada pela questão: “Quantas doses de bebidas alcoólicas você toma em uma semana normal?”. Quanto à satisfação no trabalho, foi formulada a seguinte questão: “Como você se sente, atualmente, quando está no trabalho?”. As descrições das categorias estão na Tabela 1.
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Estudo do perfil de risco cardíaco e nível de atividade física em trabalhadores de uma indústria de refrigerantes

Estudo do perfil de risco cardíaco e nível de atividade física em trabalhadores de uma indústria de refrigerantes

perguntas relativas a estilo de vida e fatores para risco cardíaco. Foi aferida pressão arterial, circunferência de cintura, Índice de Massa Corpórea, Frequência Cardíaca de Repouso, avaliação do nível de atividade física (IPAQ). Foram calculadas as médias para classificação do grupo. Resultados: as médias foram Idade (anos) 35±11.1, CC: 87,6±10,6, IMC (kg/m2) 26,0±3,8. PAS 130±9.9 PAD 8±9,7, Nível de AF irregularmente ativo A 15,21%, irregularmente ativo b 15,21%, sedentário 32,60%. Discussão: em relação ao IMC, 57,96% dos participantes estão acima do peso. O percentual de pessoas com CC acima do primado como fora dos padrões de risco é um total de 41,29% dos avaliados. Cerca de 63% dos participantes são não ativos, pois ou estão realizando atividades irregularmente ou são sedentários. O grupo de participantes teve classificação como limítrofes para hipertensão arterial, no momento da aferição. Conclusão: em conclusão, faz necessário para essa população programas de qualidade de vida,
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Estresse e Burnout em trabalhadores da indústria petrolífera

Estresse e Burnout em trabalhadores da indústria petrolífera

exigência pela maior produtividade, a complexidade das tarefas e a limitação do tempo podem potencializar as possibilidades de acidentes e agravos à saúde, entre eles, o Estresse e a Síndrome de Burnout. Dessa forma, é importante que o enfermeiro, como membro da equipe de saúde, tenha a compreensão da relação saúde-doença no ambiente de trabalho da indústria petrolífera, almejando gerar subsídios para a intervenção de enfermagem no estresse desses trabalhadores, melhor condição de vida ao trabalhador e a qualidade no trabalho. Objetivo: Determinar a intensidade de estresse, burnout e os estressores dos trabalhadores da indústria petrolífera. Metodologia: Estudo transversal, exploratório, descritivo, de campo, com abordagem quantitativa, realizado com 89 trabalhadores da indústria petrolífera de um município do Rio de Janeiro, Brasil. Os dados foram coletados utilizando instrumentos autoaplicáveis: Formulário Sociodemográfico e de trabalho; Escala de Estresse no Trabalho e Inventário de Burnout de Maslach. Resultados: Os participantes foram do sexo masculino (79,8%); na faixa etária até 30 anos (49,4%) com renda mensal de 2 a 4 salários mínimos (43,8%); dos setores operacional (52,8%) e administrativo (47,2); com “até 2 anos” de tempo na função (44,9%). A intensidade de estresse foi moderado/alto (74,2 %), correlacionado com renda (p-valor 0,005) e tempo na função (p-valor 0,018). A intensidade de exaustão emocional do burnout foi alta (52,8%), correlacionado com a faixa etária (p-valor 0,033), setor administrativo (p-valor 0,004) e tempo na função (p-valor 0,041). Os estressores foram categorizados em: “Condições de trabalho” (52,77%); “Relações interpessoais” (44,44%) e “Reconhecimento profissional” (2,77%). Produto: Tecnologia educativa, na forma de cartilha sobre estresse e burnout na saúde do trabalhador da indústria petrolífera, destinada a esclarecer os enfermeiros do trabalho sobre estresse e burnout. Conclusão: Os trabalhadores da indústria petrolífera possuem alta intensidade de estresse no trabalho e a cronicidade desse estresse é comprovada pela exaustão emocional de burnout do trabalhador. Os resultados encontrados corroboram com achados de outros estudos que sinalizaram a importância da identificação do estresse e estressores, dados de grande relevância para a implementação de ações em saúde pelo enfermeiro do trabalho, visando favorecer o planejamento de intervenções para prevenção de agravos, promoção à saúde e bem estar do trabalhador.
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Inatividade física no lazer em trabalhadores da indústria do Rio Grande do Sul, Brasil.

Inatividade física no lazer em trabalhadores da indústria do Rio Grande do Sul, Brasil.

Já no estudo realizado por MARTINEZ- GONZÁLEZ e colaboradores (2001), em uma amostra representativa de adultos da União Européia, os autores observaram que em ambos os sexos, os resultados mostraram uma tendência significativa de aumento de tempo de prática de atividade física no lazer nos indivíduos não fumantes. Além disso, uma associação inversa foi encontrada entre o índice de massa corporal e a prática de atividade física. Em nossos achados, apesar de não ser observada a relação entre o índice de massa corporal e a inatividade física, indivíduos fumantes também apresentaram maior probabilidade de inatividade física no lazer. Tal resultado comprova a importância de estudos de diagnóstico e monitoramento sobre comportamentos de risco à saúde, que geralmente tendem a ser somatizados em um mesmo indivíduo.
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Fatores associados à atividade física de trabalhadores da indústria do  petróleo

Fatores associados à atividade física de trabalhadores da indústria do petróleo

Tanto a prática de AF quanto de EF apresentam componentes e determinantes de ordem biopsicossocial, cultural e comportamental (PITANGA, 2002). São comportamentos complexos influenciados por vários fatores, como idade, nível socioeconômico, características demográficas, ambientais, educacionais, sexo, nível de conhecimento, atitudes e crenças acerca das AFs (SILVA et al., 2011). No entanto, ainda existem controvérsias sobre a influência desses fatores nos níveis de AF da população brasileira, sobretudo pelo fato de a AF estar presente basicamente em quatro domínios: lazer, trabalho, serviços domésticos e deslocamentos, e os fatores associados em cada domínio serem diferentes (THOMAZ et. al., 2010; SILVA et al., 2011).
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Aspectos psicossociais para atividade física e prática de atividade física no tempo de lazer: correlatos sociodemográficos em adolescentes catarinenses

Aspectos psicossociais para atividade física e prática de atividade física no tempo de lazer: correlatos sociodemográficos em adolescentes catarinenses

No Brasil, Hardman et al. (2013) investigaram a associação entre a participação nas aulas de Educação Física e o gosto e a preferência por atividades de lazer fisicamente ativas em estudantes com idade entre 14 e 19 anos, do Estado de Pernambuco. Os participantes deveriam opinar, a partir de cinco opções de resposta em escala tipo Likert, sobre a afirmativa “Eu gosto de fazer AF”, variável categorizada, posteriormente, em “concorda” (para aqueles que responderam que concordavam totalmente ou parcialmente) e “discorda” (para quem discordava totalmente, em parte ou nem concordava/nem discordava). Verificou-se que 76,3% dos adolescentes referiram gostar de fazer AF e que a proporção de estudantes que concordaram com a afirmativa sobre o gosto pela prática foi significativamente maior entre os rapazes em confronto as moças e nos trabalhadores em relação aos que não trabalhavam. Quando ajustado para faixa etária, local de residência, situação ocupacional e turno escolar, o gosto pela prática de AF estava estatisticamente associado à participação nas aulas de Educação Física, com odds 73% maior nos rapazes e 93% nas moças quando comparados àqueles que não participavam das aulas (HARDMAN et al., 2013).
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Estudo da relação entre a actividade física e a presença de dor-desconforto em trabalhadores da indústria de distribuição de produtos alimentares

Estudo da relação entre a actividade física e a presença de dor-desconforto em trabalhadores da indústria de distribuição de produtos alimentares

para além de processos de análise de dados bastante complexos. Por outro lado nos métodos de terreno são menos complexos e têm como vantagem o facto de serem aplicáveis em contextos diferenciados e em amostras de grande dimensão, porém a sua validade pode ser posta em causa. Dentro da categoria dos métodos do terreno os mais utilizados são os detectores de movimento como os pedómetros e os acelerómetros. O pedómetro é um instrumento simple de baixo custo que é capaz de medir a distância percorida ou o número de passos durante um determinado tempo (Strycker, et al 2007). Os acelerómetros são aparelhos mais sofisticados capazes de medir objectivamente e de uma forma directa a frequência, intensidade e duração da actividade física realizada (Duncan, et al 2006). Os métodos de terreno socorrem-se dos questionários que são meios mais usuais e práticos para avaliar a Actividade física em pesquisas epidemiológicas. As principais vantagens são o baixo custo, o reduzido tempo despendido na sua aplicação e a possibilidade de recolher grande quantidade de informação com uma validade aceitável. De entre as diferentes propostas temos, o questionário de Baecke et al. (1982) tem sido o mais utilizado no nosso país. Apresenta um número de itens cujo propósito fundamental é avaliar os níveis habituais de actividade física. Foi testado na população holandesa e validado, para a população portuguesa por Barros (2003) com base na análise em componentes principais, que identificou três vectores: (1) AF no trabalho, (2) AF no desporto e, (3) AF nas actividades de lazer.
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Ocorrência de dor em trabalhadores da indústria metalúrgica e sua relação com o trabalho

Ocorrência de dor em trabalhadores da indústria metalúrgica e sua relação com o trabalho

Quando relacionados os sintomas osteomusculares relativos a dor/desconforto com a função exercida na empresa, verificou-se que: na função de Pintor, 77% referiram sentir dor/desconforto com frequência ou sempre, em alguma região do corpo; na função de Auxiliar de produção esse percentual foi de 63%; para a função de Operador Industrial, 50%; Lider Industrial e Conferente, apenas 33%; a função Especialista em Carregamento de Pintura, conta com apenas um trabalhador que referiu sentir dor/desconforto na região lombar e na região da cintura e coxa; a função de Operador de Empilhadeira, conta com apenas dois trabalhadores, sendo que um deles que referiu sentir dor/desconforto no antebraço, coluna torácica e joelhos; nas funções de Supervisor Industrial e Técnico em Química nenhum trabalhador referiu sentir dor/desconforto com frequência ou sempre (figura 10).
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Atividade física de lazer das pessoas portadoras de deficiência – que constrangimentos?

Atividade física de lazer das pessoas portadoras de deficiência – que constrangimentos?

Um dos exemplos práticos utilizados na seleção das fontes, consistiu na utilização dos termos “Recreational Sport” e “Spinal cord injury” que resultou num total de 113 registos. Após a eli- minação de três registos repetidos, restaram 110 registos, que foram analisados, resultando na exclusão de 109 referências por não serem coincidentes com o problema tratado, isto é, foram apenas incluídos artigos que tratavam de forma explícita a atividade física no contexto de lazer ou desporto de recreação (critério de inclusão), restando assim a fonte produzida por Stephens et al. (2012).
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Resiliência e burnout em trabalhadores de enfermagem

Resiliência e burnout em trabalhadores de enfermagem

Os participantes do estudo apresentaram altos valores na resiliência e baixos na exaustão emocional e na desper- sonalização, o que permite inferir que a resiliência em níveis elevados pode ser agente protetora e promotora da saúde mental dos trabalhadores de enfermagem perante as adversidades vivenciadas no ambiente de trabalho. Um estudo recente que também encontrou altos níveis de resiliência e ausência de burnout numa amostra de en- ljơɭȟơǫɭȶɽǠȶɽɢǫʋŔȍŔɭơɽ࡬Ŕ˪ɭȟŔɩʠơŔɭơɽǫȍǫƦȥƃǫŔƢʠȟŔʽŔɭǫŖʽơȍƃŔɢŔ˖ƎơɭơƎʠ˖ǫɭŔʽʠȍȥơɭŔŹǫȍǫƎŔƎơƎȶɽơȥljơɭȟơǫɭȶɽŪ exaustão emocional, e que elevados valores de resiliência estão associados ao aumento da esperança de vida e de ɭơƎʠƇŴȶƎȶɽʋɭơɽɽ࡬ɽơȥƎȶʠȟljŔʋȶɭƎơɢɭȶʋơƇŴȶƃȶȥʋɭŔȶ%ʠɭȥȶʠʋ࢏èʠɽǠʋȶȥ࡬%ŔʋƃǠơȍȍơɭ࡬òƃǠɭȶơƎơɭơ7ȶȥȶǠʠơ࡬ࠁ߿ࠀࠄ࢐ࡳ %ơȍŔȥƃǫơɭǫơ‘ŔǠǠŔȍơ࢏ࠁ߿ࠀࠀ࢐ŔƃɭơƎǫʋŔȟɩʠơʋɭŔŹŔȍǠŔƎȶɭơɽɩʠơŔɢɭơɽơȥʋŔȟƃȶȟɢȶɭʋŔȟơȥʋȶɽɭơɽǫȍǫơȥʋơɽ࡬ȶʠɽơǿŔ࡬ ŔɩʠơȍơɽɩʠơɢɭȶƃʠɭŔȟȶơɩʠǫȍǭŹɭǫȶơȟȶƃǫȶȥŔȍơƃȶȥǠơƃơɭ࢛ɽơŔɽǫɢɭȷɢɭǫȶɽ࡬ɢɭơɢŔɭŔȟ࢛ɽơʋƢƃȥǫƃȶ࢛ƃǫơȥʋǫ˪ƃŔȟơȥʋơ ƎơŔƃȶɭƎȶƃȶȟŔɽơˉǫnjƦȥƃǫŔɽȍŔŹȶɭŔǫɽ࡬ŔȥʋơʽơơȟŔɽƎǫ˪ƃʠȍƎŔƎơɽ࡬ƃȶȥɽʋɭȶơȟȥȶʽȶɽɽơȥʋǫƎȶɽơŔƇɝơɽơơȍŔŹȶɭŔȟ ơɽʋɭŔʋƢnjǫŔɽƎơơȥljɭơȥʋŔȟơȥʋȶɢơɭŔȥʋơŔɽƎǫ˪ƃʠȍƎŔƎơɽɩʠȶʋǫƎǫŔȥŔɽŔɩʠơơɽʋŴȶɽʠŹȟơʋǫƎȶɽƃȶȟȶƎƢ˪ƃǫʋƎơɭơ- ƃʠɭɽȶɽǠʠȟŔȥȶɽ࡬ƎơɭơƃʠɭɽȶɽȟŔʋơɭǫŔǫɽ࡬˪ȥǫʋʠƎơơɽȶljɭǫȟơȥʋȶƎȶɽɢŔƃǫơȥʋơɽ࡬ƃȶȥ˫ǫʋȶǫȥʋơɭɢơɽɽȶŔȍ࡬ơȥʋɭơȶʠʋɭȶɽࡳ Conclusões
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INTER-RELAÇÃO ENTRE ATIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E APTIDÃO FÍSICA

INTER-RELAÇÃO ENTRE ATIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E APTIDÃO FÍSICA

Na Grécia antiga, a cura de doenças estava fortemente ligada a divindades ou os deuses gregos. Os gregos cultuavam, além da divindade da medicina, Asclepius, ou Aesculapius, duas outras deusas: Higieia, a Saúde, e Panacea, a Cura. Higieia era considerada como uma manifestação de Athena, a deusa da razão, e o seu culto, representava uma valorização das práticas de higiene. E Panacea representa a idéia de que tudo pode ser curado, nota-se que a cura, para os gregos, era obtida pelo uso de plantas e de métodos naturais, e não apenas por procedimentos ritualísticos. Tendo a saúde ligada a intervenção dos deuses e aos remédios preparados para os enfermos, mantendo uma relação ligada de saúde ao misticismo religioso empregados aos deuses.(SCLIAR,2007).
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Desporto/Esporte, Lazer e Atividade Física. o Estatuto da Cidade

Desporto/Esporte, Lazer e Atividade Física. o Estatuto da Cidade

Portanto, podemos depreender que, quando do uso da palavra esporte, pode-se estar querendo destacar uma atividade amadora, realizada por entretenimento e prazer. O entendimento da palavra esporte, com essas duas últimas conotações, viu-se reforçado por professores alemães que aqui estiveram (e/ou tiveram suas obras traduzidas) e pela disseminação do termo feita entre nós por professores brasileiros ao retornarem de seus períodos de formação na Alemanha. Neste país, após a segunda guerra mundial, os educadores abandonaram o uso da expressão educação física por julgarem-na muito marcada por seu comprometimento com as práticas físicas durante o período do nacional-socialismo (nazismo). Por isto substituíram aquela expressão pela palavra
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Fatores associados à atividade física insuficiente no lazer entre idosos.

Fatores associados à atividade física insuficiente no lazer entre idosos.

Além disso, pode ter ocorrido o viés de sobrevida, já que este é um aspecto relevante em estudos com indivíduos ido- sos. Apesar dessas limitações, o estudo avaliou um contingente expressivo de pessoas (N= 562), incluindo idosos residentes em todos os subdistritos do município estudado, o que permitiu estimar a frequência de participação em atividades físicas no lazer nesse município e sua relação com outras variáveis.

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Atividade física de lazer e risco cardiometabólico em crianças e adolescentes.

Atividade física de lazer e risco cardiometabólico em crianças e adolescentes.

O tipo de AFL e o tempo gasto com sua prática foram convertidos em equivalentes metabólicos (m/hora/semana) por meio do software de análise de nutric ¸ão e forma física Food Processor, versão 10.12.0 (ESHA Research Inc., Oregon, EUA). A AFL (m/hora/semana) foi categorizada em tercis, cujos pontos de corte foram determinados com base na distribuic ¸ão de AFL nos participantes de peso normal. Assim, a AFL foi classificada como leve (≤ 21,72 m/hora/semana), moderada (21,73 a 53,1 m/hora/semana) e intensa (> 53,1 m/hora/semana). As crianc ¸as cuja AFL e cujo consumo total de energia eram inferiores ou superiores a três desvios padrão da média foram excluídas da análise (61/1.441 crianc ¸as ou 4,23% da amostra).
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MULHERES COM CÂNCER E SUA RELAÇÃO COM A ATIVIDADE FÍSICA

MULHERES COM CÂNCER E SUA RELAÇÃO COM A ATIVIDADE FÍSICA

Falamos, então, em reinserção social, familiar, cultural. Observamos que, com a nova realidade pós- câncer, papéis antes desempenhados pela mulher podem ficar impossibilitados ou ser desempenhados insatisfatoriamente. Dessa maneira, pode ocorrer, em um primeiro momento, uma reclusa, uma redução nas atividades sociais, um receio com relação ao entendimento social e aquilo que possa lhe dar prazer. Reafirmamos aqui a necessidade de divulgação e incentivo à atividade física como um meio de prevenção às doenças e de implantação de programas capazes de atender às especificidades das pessoas acometidas de câncer. Entendemos que, para o sucesso de um programa de atividade física, é necessário que essa prática seja incorporada ao repertório cultural da vida dessas pessoas. É preciso, ainda, que elas vislumbrem como efetiva as melhoras prognosticadas e, para tal, estudos com essa temática precisam ser ampliados.
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Análise da intervenção de um programa de atividade física nos hábitos de lazer.

Análise da intervenção de um programa de atividade física nos hábitos de lazer.

*#(, Atividades físicas, preferidas e executadas pelos trabalhadores do grupo III do setor da marcenaria da UNICAMP, nas horas do lazer, antes e após o programa de atividade física.. Obs[r]

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Efeito da atividade física de lazer no prognóstico da cirurgia de revascularização do miocárdio.

Efeito da atividade física de lazer no prognóstico da cirurgia de revascularização do miocárdio.

Alguns estudos mostram que a atividade física praticada no pré-operatório de cirurgia geral beneficia o resultado cirúrgico [12-14]. Entretanto, poucos estudos avaliaram o efeito da atividade física regular em pacientes referidos para cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) [15-17]. O efeito da prática de atividade física no tempo livre (AFiTL), no período pré-operatório sobre a incidência de eventos cardíacos maiores (ECM), imediatamente após a cirurgia, em pacientes submetidos a CRM, não é bem documentado. Este estudo teve como objetivo contribuir para melhor compreensão dos potenciais benefícios dessa prática.
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