Top PDF Relações cálcio, magnésio e potássio sobre a produção de matéria seca de milho.

Relações cálcio, magnésio e potássio sobre a produção de matéria seca de milho.

Relações cálcio, magnésio e potássio sobre a produção de matéria seca de milho.

RESUMOzyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA — O presente estudo teve o objetivo de avaliar o equilíbrio Ca/Mg na correção da acidez do solo e medir o efeito da aplicação[r]

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Influência de doses de calcário com diferentes relações cálcio: magnésio na produção de matéria seca e na composição mineral da alfafa.

Influência de doses de calcário com diferentes relações cálcio: magnésio na produção de matéria seca e na composição mineral da alfafa.

A irrigação foi efetuada diariamente com água destilada, procurando-se manter, através da pesagem dos vasos, a umidade do solo próxima a 60% da capacidade de campo. Setenta dias após a semeadura, a parte aérea foi cortada a 8 cm do solo, colocada em sacos de papel e secadas a 65°C, por 72 horas. A colheita coincidiu com o florescimento completo das plantas. As determinações de N na matéria seca da parte aérea foram realizadas após a digestão sulfúrica, pelo método colorimétrico de Nessler (Cataldo et al., 1974). Após a digestão nítrico-perclórica das amostras da matéria seca da parte aérea (Johnson & Ulrich, 1959), os teores de Ca e Mg foram determinados por espectrofotometria de absorção atômica, os de K, por fotometria de emissão de chama e, os de P, por colorimetria, segundo Braga & Defelipo (1974).
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Sistema radicular do capim-tanzânia adubado com potássio e magnésio.

Sistema radicular do capim-tanzânia adubado com potássio e magnésio.

RESUMO - Um experimento em casa de vegetação foi conduzido no período da primavera de 2004 visando à obtenção de informações relativas aos atributos do sistema radicular de Panicum maximum Jacq. cv. Tanzânia adubado com combinações de potássio e magnésio em solução nutritiva. Utilizou-se o delineamento experimental de blocos ao acaso, com quatro repetições, em esquema fatorial 5 2 incompleto, com 13 combinações de doses de potássio e magnésio, em mmol/L: 0,4K/0,05Mg; 0,4K/1,35Mg; 0,4K/2,65Mg; 3,2K/0,70Mg; 3,2K/2,00Mg; 6,0K/0,05Mg; 6,0K/1,35Mg; 6,0K/2,65Mg; 8,8K/0,70Mg; 8,8K/2,00Mg; 11,6K/0,05Mg; 11,6K/1,35Mg e 11,6K/2,65Mg. Após o segundo corte das plantas, realizou-se a coleta das raízes, utilizando- se água corrente e água desionizada com auxílio de peneiras de 0,25 e 1,00 mm. As combinações de doses de potássio e de magnésio foram determinantes para a produção de matéria seca de raízes, o comprimento radicular, a concentração de magnésio nas raízes e as concentrações conjuntas de potássio, magnésio e cálcio. De forma isolada, as doses de potássio alteraram a superfície radicular, o comprimento e a superfície radicular específicos e a concentração de potássio nas raízes. As doses de magnésio, isoladamente, promoveram aumento na superfície radicular e decréscimo na concentração de cálcio nas raízes. As maiores respostas do sistema radicular do capim-tanzânia foram obtidas com o fornecimento de potássio de 6,0 a 8,8 mmol/L e de magnésio de 1,4 a 2,0 mmol/L na solução nutritiva. A participação do potássio foi de 35 a 53% e a do magnésio em torno de 20% na concentração total de potássio, magnésio e cálcio nas raízes.
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Disponibilidade de potássio e suas relações com cálcio e magnésio em soja cultivada em casa-de-vegetação.

Disponibilidade de potássio e suas relações com cálcio e magnésio em soja cultivada em casa-de-vegetação.

80% (Bear & Toth, 1948). No entanto, essa proporção é variável com a cultura, o tipo de solo e também com o nível de saturação por bases. A resposta da soja à fertilização potássica tem se mostrado dependente da relação (Ca+Mg)/K trocável nos solos, alcançando as produtividades mais elevadas quando seus valores encontravam-se entre 22 e 31 (Mascarenhas et al., 1987; Mascarenhas et al., 1988; Mascarenhas et al., 2000) ou menores que 40 (Rosolem et al., 1992). Contudo, a correlação entre o (Ca+Mg)/K trocável no solo e a produção de matéria seca pelas plantas não tem apresentado resultados satisfatórios para solos e culturas distintos (Usherwood, 1982), inclusive para a soja (Rosolem et al., 1992).
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EFEITO DA ADUBAÇÃO FOSFATADA SOBRE O RENDIMENTO  DE FORRAGEM E COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE PASPALUM  ATRATUM BRA-009610Newton de Lucena Costa, Antonio N. A. RODRIGUES, Valdinei Tadeu PAULINO

EFEITO DA ADUBAÇÃO FOSFATADA SOBRE O RENDIMENTO DE FORRAGEM E COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE PASPALUM ATRATUM BRA-009610Newton de Lucena Costa, Antonio N. A. RODRIGUES, Valdinei Tadeu PAULINO

O efeito de níveis de fósforo (0, 30, 60, 90 e 120 mg/dm3 de P) sobre o rendimento de matéria seca (MS) e composição química de Paspalum atratum BRA-009610 foi avaliado sob condições de casa-de-vegetação. A adubação fosfatada incrementou significativamente os rendimentos de MS e teores de nitrogênio e fósforo, contudo não afetou os de cálcio, magnésio e potássio. O máximo rendimento de MS foi obtido com a aplicação de 106,6 mg/dm3 de P, enquanto que os maiores teores de nitrogênio e fósforo foram registrados com a aplicação de 87,3 e 82,9 mg/dm3 de P, respectivamente. O nível crítico interno de fósforo, relacionado a 90% da produção máxima de MS, foi estimado em 0,15%, o qual foi obtido com a aplicação de 54,8 mg/dm3. A eficiência de utilização de fósforo foi inversamente proporcional às doses aplicadas.
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Relações entre nutrientes na fase sólida e solução de um latossolo durante o primeiro ano nos sistemas plantio direto e convencional.

Relações entre nutrientes na fase sólida e solução de um latossolo durante o primeiro ano nos sistemas plantio direto e convencional.

preparo, a disponibilidade dos nutrientes às plantas dependerá da dinâmica dos elementos na fase sólida e na solução. A fase sólida do solo é uma mistura heterogênea de compostos orgânicos e minerais, cujas superfícies apresentam cargas permanentes ou pH- dependentes, que estão em equilíbrio com os íons de carga oposta presentes na solução do solo, formando um sistema denominado complexo de troca do solo (SPOSITO, 1989). É a fase sólida do solo, portanto, que irá determinar o ambiente químico às raízes das plantas, afetando a composição e a atividade dos íons na solução do solo por meio do princípio de produto de solubilidade e de reações de sorção (ADAMS, 1974). Todavia, a quantidade de cargas na fase sólida de um solo pode ser alterada, quando utilizado o sistema plantio direto, pelo incremento do teor de matéria orgânica ao longo do tempo, devido ao aumento da carga protônica líquida (σH) do solo (SALET, 1994). Pelo aumento da σH negativa, com a maior dissociação de prótons dos grupos funcionais da matéria orgânica, ocorre uma compensação pela carga dos íons de carga oposta, aumentando a capacidade do solo em reter e trocar cátions (CTC).
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ISSN 0871-018 X (impressãoprint) ISSN 2183-041X (Online)

ISSN 0871-018 X (impressãoprint) ISSN 2183-041X (Online)

A stévia [Stevia rebaudiana Bertoni] é uma cultura em expansão em todo o mundo devido à sua crescente utilização na indústria alimentar. Este trabalho foi iniciado com os objetivos de avaliar a adaptação da stévia às condições ecológicas do interior norte de Portugal, a resposta da planta à aplicação de diferentes doses de azoto, fósforo e potássio, bem como dois regimes de corte: simples e duplo. Os ensaios de campo decorreram em Bragança (na Terra Fria Transmontana) e no vale da Vilariça (na Terra Quente Transmontana). Foi avaliada a sobrevivência das plantas ao inverno, a produção de matéria seca, a composição elementar dos tecidos e determinados diversos índices de vegetação. Os resultados reve- laram que as plantas não sobreviveram ao inverno, apresentando mortalidade superior a 95%, significando que a stévia só poderá ser cultivada como se de uma cultura anual se tratasse, com instalação de novos campos todos os anos. A produção de matéria seca aumentou significativamente com a adubação azotada. Na modalidade mais produtiva (100 kg N/ha) atingiram -se valores de matéria seca de folhas e total de 1560 e 4961 kg/ha, respetivamente. A concen- tração de azoto nas folhas não variou significativamente com a dose de azoto aplicada, apesar dos aumentos registados na produção de matéria seca, o que deixa antever dificuldades na monitorização do estado nutricional azotado das plantas em campo e no estabelecimento de programas de fertilização para a cultura.
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Mineralização de palha de milho e adsorção de carbono, cálcio, magnésio e potássio em substratos com caulinita natural e goethita sintética.

Mineralização de palha de milho e adsorção de carbono, cálcio, magnésio e potássio em substratos com caulinita natural e goethita sintética.

A decomposição dos resíduos de origem vegetal tem papel fundamental na dinâmica da matéria orgânica, nas características químicas, físicas e biológicas do solo e grande importância no fenômeno de aquecimento global (Stevenson, 1994). Durante os processos de decomposição e mineralização dos resíduos de culturas, compostos orgânicos e nutrientes são liberados para a solução do solo, onde podem sofrer vários tipos de interação com a fase mineral (Cornejo & Hermosín, 1996).

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Adubação NK no desenvolvimento e na concentração de macronutrientes no florescimento do feijoeiro.

Adubação NK no desenvolvimento e na concentração de macronutrientes no florescimento do feijoeiro.

A condutividade elétrica do solo foi determinada ao final do experimento para verificar a ocorrência de efeito salino causado pela interação significativa entre as doses dos fertilizantes cloreto de potássio-KCl e a própria uréia-CO(NH 2 ) 2 (TABELA 3). O aumento nas doses desses adubos, visando incremento de produtividade, pode, a longo prazo, causar injúrias no embrião das sementes ou às plântulas das espécies cultivadas posteriormente. Doses elevadas de cloreto de potássio podem reduzir em até 50% a população final de plantas de feijão, como verificado por Kluthcouski et al. (1999). Os mesmos pesquisadores, também, observaram que leguminosas são mais sensíveis à salinização que as gramíneas.
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Nodulação e absorção de nitrogênio pelo amendoim em resposta à calagem, cobalto e molibdênio.

Nodulação e absorção de nitrogênio pelo amendoim em resposta à calagem, cobalto e molibdênio.

A melhoria da nodulação das plantas proporcionada pela calagem (Figura 2) resultou em maior absorção de nitrogênio pelo amendoim (Figura 3a). Esse aumento na absorção de nitrogênio pode ser conseqüência da melhoria da nodulação das plantas ocasionada pela redução do alumínio tóxico do solo (Blamey & Chapman, 1982; Blamey, 1983). Também não se pode desprezar o efeito da calagem na maior mineralização de nitrogênio orgânico do solo em função da elevação do pH (Rosolem et al., 1990). Em solos com baixo valor de pH, a concentração de alumínio trocável pode impedir o crescimento da plantas, mas Nakagawa et al. (1987) concluíram que a toxicidade de manganês é mais importante do que a de alumínio para o cultivar Tatu. Além disso, Caires & Rosolem (1991) verificaram que o cálcio trocável apresentou maior correlação do que o alumínio trocável com o crescimento de raízes de amendoim. Nota-se, por outro lado, que a absorção de manganês foi sensivelmente reduzida com a calagem (Figura 3b), certamente em decorrência da redução da solubilidade de manganês no solo pela elevação do pH. Resultados semelhantes foram obtidos por Rosolem & Caires (1998) com a aplicação de 4 t ha -1 calcário, a qual elevou o pH (CaCl
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Litíase Urinária: Fatores de Risco Específicos e Recomendações Fármaco-Dietéticas

Litíase Urinária: Fatores de Risco Específicos e Recomendações Fármaco-Dietéticas

O médico londrino Robertson et al. descreveu um episódio curioso relativamente à dureza da água assistido durante a sua prática clínica – tratava-se de um caso onde o paciente vivia numa área de águas carateristicamente duras. O médico concluiu que ingerir 4 a 5 L de água da torneira não filtrada podia resultar numa excreção urinária de cálcio superior a 12 mmol/dia, e que ao aconselhar o paciente a mudar seu consumo de água para água engarrafada (que no Reino Unido geralmente tem um teor muito baixo de cálcio), reduziu a excreção urinária de cálcio de mais de 12 mmol/dia para 6–7 mmol/dia. No entanto, a água dura geralmente contém um alto teor de magnésio, um inibidor da formação de cálculos de cálcio, que parcialmente atua como um agente formador de complexos que, ligando-se ao oxalato intestinal, diminui a disponibilidade do mesmo para absorção no intestino. Além disso, o efeito de consumir maior quantidade de líquido (mesmo que seja de uma área de água dura) consistentemente diluirá as concentrações urinárias de todos os outros fatores de risco para a formação de cálculos. (22, 26)
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Marcos Aurelio Saquet Doutor em Geografia pela FCTUNESP (2001) Professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq Endereço eletrônico: saquetmarcoshotmail.com Marcos Leandro Mondardo Mestre em Ge

Marcos Aurelio Saquet Doutor em Geografia pela FCTUNESP (2001) Professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq Endereço eletrônico: saquetmarcoshotmail.com Marcos Leandro Mondardo Mestre em Ge

Nesse sentido, vale ainda apontar que, de acordo com Saquet (2003 e 2007), o território efetiva-se, necessariamente, em rede, envolvendo áreas e manchas, linhas e pontos no espaço. As redes, portanto, estão presentes tanto na desterritorialização como na reterritorialização, movimento no qual ocorrem, simultaneamente, processos de enraizamento e fluidez, materialidade e imaterialidade. Assim, o território é multiescalar e multitemporal, isto é, relacional (reticular) e histórico, acontecendo uma constante interligação entre os próprios migrantes e entre migrantes e não-migrantes, conectando diversos lugares e tempos, ritmos rápidos e lentos. E, para o autor, “cada indivíduo age, ao mesmo tempo, em diversas redes, participando com objetivos, formas, intensidades e significados distintos, no mesmo ou entre diferentes lugares” (SAQUET, 2007, p.159). Há, pois, construção de territórios em rede no interior das relações sociais produzidas pelos migrantes e não-migrantes, entre os territórios de origem e destino, na mobilidade espacial.
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Perfil metabólico e ponderal de leitões submetidos a dietas com diferentes teores de fósforo em ambientes térmicos distintos.

Perfil metabólico e ponderal de leitões submetidos a dietas com diferentes teores de fósforo em ambientes térmicos distintos.

Os tratamentos consistiram de: uma ração basal, sem suplementação com fósforo, composta principalmente por milho e farelo de soja, suplementada com vitaminas, minerais e aminoácidos, contendo 0,107% de fósforo disponível (dieta 1); e dessa ração basal suplementada com quatro concentrações de fosfato bicálcico comercial: 0,214% (dieta 2), 0,321% (dieta 3), 0,428% (dieta 4) e 0,535% (dieta 5) de fósforo disponível. As dietas foram isoproteicas, isoenergéticas e isocálcicas (Tabela 1). As rações foram formuladas de acordo com as recomendações para leitões de 15 a 30 kg, segundo Rostagno et al. (2005), exceto quanto ao fósforo. Os animais receberam as rações experimentais e água ad libitum, e foram pesados no início (M0) e no fim do período experimental (M1), para a determinação do ganho de peso corporal.
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Brachiaria humidicola (Rendle) Schweick em diferentes idades de rebrota submetida a doses de nitrogênio e potássio.

Brachiaria humidicola (Rendle) Schweick em diferentes idades de rebrota submetida a doses de nitrogênio e potássio.

Avaliou-se o efeito da aplicação de doses de nitrogênio associado ao potássio, em quatro idades de rebrota, sobre o índice de área foliar (IAF), produção de matéria seca (MS), teores de proteína bruta (PB) e fibra em detergente neutro (FDN) e relação folha/ colmo (F/C) de Brachiaria humidicola (Rendle) Schweick. Foram testadas as seguintes doses de nitrogênio (N), na forma de uréia agrícola, e de potássio (K 2 O), na forma de cloreto de K, em kg/ha/ano: 0 de N + 100 de K 2 O; 100 de N + 100 de K 2 O; 200 de N + 200 de K 2 O e 400 de N + 400 de K 2 O. As aplicações foram feitas em quantidades equivalentes a 1/6 do total anual (parceladas em 6 vezes), para melhorar a eficiência da fertilização. Os resultados demonstraram efeito significativo para as idades de rebrota e adubação na produção de MS. Não foi observado efeito (P>0,05) sobre os teores de FDN em resposta aos tratamentos estudados. As variáveis relação F/C, PB e IAF foram influenciadas (P<0,05) pelas idades de rebrota da gramínea estudada.
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Influência da adubação com npk na produção e composição química de brachiaria brizantha cv mg4.

Influência da adubação com npk na produção e composição química de brachiaria brizantha cv mg4.

A produção de forragem é função do meio, da temperatura e da radiação e é limitada pela disponibilidade de fatores manejáveis, basicamente, nutrientes e água. A remoção de parte dessa limitação pela introdução de insumos, tais como fertilizantes e irrigação, vai depender do clima e, obviamente, da relação custo-benefício. Os custos dificilmente podem ser alterados para um dado nível de insumos e, por isso, deve-se concentrar esforços para maximizar os benefícios, ou seja, otimizar a produção. Assim, a produtividade de uma pastagem e sua qualidade são determinadas, em qualquer momento, pelo conjunto de fatores do meio, capazes de agir sobre a produção e sobre a utilização da forragem, e pela resposta própria de cada espécie forrageira a tais fatores (EUCLIDES, 2001).
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O potencial sustentável da bovinocultura de corte do Brasil

O potencial sustentável da bovinocultura de corte do Brasil

Com a tecnologia intensiva, pode-se extinguir todas as categorias de machos hoje, acima de um ano (Tabela 10), o que representa 29,76 milhões de cabeças a menos. Considerando que um bovino emite de 40 kg a 70 kg de meta- no por ano, a eliminação de animais significará, no mínimo, redução de 1,2 bilhão de quilos de gás metano, redução de 19,33% das emissões. Em termos de sustentabilidade, a tecnologia intensiva avaliada neste trabalho, pode alocar, portanto, em um hectare, 11,93 cabeças do rebanho cruzado Angus x Nelore, entre vacas, touros e bezerros de até 12 meses. Considerando que será necessário, também, manter o rebanho nelore para produção de fêmeas de reposição, mais um hectare será requerido. Para manter um rebanho de 124,2 milhões de cabeças (158,9 milhões de cabeças atuais menos 29,7 milhões de cabeças extintas), serão necessários apenas 20 milhões de hectares de pastagem. Isso disponibilizará 105 milhões de hectares, que poderão ser utilizados de maneira eficiente para produção de grãos, madeira, celulose, cana, café e fruticultura, por exemplo.
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Perfil sanguíneo de híbridos de surubim (Pseudoplatystoma reticulatum X P. coruscans) criados em diferentes densidades de estocagem

Perfil sanguíneo de híbridos de surubim (Pseudoplatystoma reticulatum X P. coruscans) criados em diferentes densidades de estocagem

Peixes do gênero Pseudoplatystoma são conhecidos por sua elevada taxa de crescimento e bom rendimento de carcaça, assim como por sua carne de sabor delicado e sem mio-espinhos. Muitos estudos têm sido desenvolvidos objetivando determinar as melhores condições de cultivo destes animais. Nestas situações, o perfil sanguíneo pode ser uma ferramenta relevante, uma vez que é considerado um indicador de saúde nos peixes ajudando, desta forma, a determinar a influência do manejo sobre a homeostase desses animais, o que possibilita a detecção precoce de condições que estejam afetando o desempenho da produção. Diante deste contexto e frente às escassas informações a respeito das variáveis hematológicas, bioquímicos e do perfil protéico de Pseudoplatystoma spp. objetivou-se analisar o perfil sanguíneo de surubins híbridos (P. reticulatum X P. coruscans) submetidos à diferentes densidades de estocagem em sistema de recirculação de água, em duas distintas fases de produção, de 150 a 400 g (Experimento 1) e de 400 a 1000 g (Experimento 2). Foram determinadas as concentrações de hemoglobina (Hg), volume globular (VG), concentração de hemoglobina corpuscular média (CHCM), proteínas total e fracionadas, glicose, colesterol, triglicérides, ureia, creatinina, fosfatase alcalina (FA), aspartato aminotransferase (AST), lactato desidrogenase (LDH), cálcio, fósforo, potássio e magnésio. Possivelmente, os valores de proteína total, albumina, beta e gama-globulinas, glicose, colesterol, ureia, FA, AST, LDH, cálcio e fósforo sofreram influência do peso dos animais. Somente as concentrações de CHCM e ureia no Experimento 1, e pré-albumina, alfa- globulinas, FA e AST no Experimento 2 foram influenciadas pela densidade de estocagem, apresentando diferença significativa entre os grupos. Desta forma, conclui-se que os peixes híbridos estudados, em ambos os experimentos, mantiveram a homeostase sanguínea após diferentes condições de adensamento.
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Deficiência dos macronutrientes e do boro em três variedades de amoreiras.

Deficiência dos macronutrientes e do boro em três variedades de amoreiras.

As plantas exibiram sintomas de carência, que foram descritos, na seguinte ordem de aparecimento: nitrogênio, magnésio, cálcio, fósforo, potássio e boro.. **** Professor de Disciplina.[r]

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Avaliação da composição mineral de café solúvel e sucedâneos do café

Avaliação da composição mineral de café solúvel e sucedâneos do café

O P é um componente essencial para as células, pois desempenha uma função crucial nos mecanismos de transferência de energia [83] . Todos os organismos vivos armazenam energia num processo denominado fosforilação, onde a adenosina-5- difosfato (ADP) é convertida em adenosina-5-trifosfato (ATP) pela absorção de fosfato inorgânico. No Homem e nos vertebrados, o P encontra-se sob a forma de ésteres do ácido fosfórico, essenciais à produção de ácidos nucleícos, ADN e ARN e ainda sob a forma de fosfato de cálcio nos ossos. Assim, o P desempenha funções importantes, especialmente na estrutura óssea, onde se encontra na proporção de 1:2 para o Ca e cuja combinação auxilia à ao fortalecimento das estruturas ósseas do organismo. De facto, 85% do P presente no organismo encontra-se sob esta forma [84,93] . Este elemento é ainda essencial para muitas reacções químicas do organismo, uma vez que desempenha funções importantes no metabolismo de hidratos de carbono, lípidos e proteínas [92,94,95] .
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Efeito do regime hídrico e da fertilização azotada no rendimento e qualidade da cultura do tomate

Efeito do regime hídrico e da fertilização azotada no rendimento e qualidade da cultura do tomate

A Tabela A2.22 mostra que as lâminas de água não afetaram significativamente a concentração de cálcio, enquanto a fertilização azotada afetou significativamente a concentração de cálcio nas folhas (Tabela A2.23. nos anexos). Registou-se melhor resultado da concentração de cálcio com a lâmina da água R3 e o pior com a lâmina da água R1. A dose N0 apresentou melhor resultado da concentração de cálcio e a dose N50 apresentou o pior resultado da concentração de cálcio nas folhas, tendo nos frutos sido a N200 (Tabela 15). Em resumo, a concentração de cálcio diminui com o incremento da dose de fertilização azotada, pese embora com alguma irregularidade e aumentou com as lâminas de água aplicada. Blanco e Folegatti (2008) também não constataram diferenças significativas na concentração de cálcio nos frutos com incremento da dose de fertilização azotada. Fernandes et al. (2002) registaram variação da concentração de cálcio nas folhas entre 41 a 47 g kg -1 no híbrido Carmen, num cultivo hidropónico.
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