Top PDF RESERVA FLORESTAL DUCKE: DIVERSIDADE E COMPOSIÇÃO DA FLORA VASCULAR.

RESERVA FLORESTAL DUCKE: DIVERSIDADE E COMPOSIÇÃO DA FLORA VASCULAR.

RESERVA FLORESTAL DUCKE: DIVERSIDADE E COMPOSIÇÃO DA FLORA VASCULAR.

RESULTADOS E DISCUSSÃO A flora vascular da Reserva Ducke encontra-se atualmente com 1.199 espécies coletadas e determinadas, distribuídas em 510 gêneros e 112 famílias.. Incluindo-s[r]

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Flora vascular da Reserva Biológica da Represa do Grama, Minas Gerais, e sua relação florística com outras florestas do sudeste brasileiro.

Flora vascular da Reserva Biológica da Represa do Grama, Minas Gerais, e sua relação florística com outras florestas do sudeste brasileiro.

Este trabalho apresenta o levantamento florístico das plantas vasculares da Reserva Biológica da Represa do Grama, um remanescente de floresta estacional semidecidual do Domínio Atlântico, situado no município de Descoberto, Minas Gerais. Foram realizadas coletas quinzenais de material fértil entre agosto de 1999 e dezembro de 2004. Além do levantamento, fez-se a comparação da composição florística através de análises multivariadas de agrupamento com outras nove áreas (3 de floresta estacional e 6 de ombrófila), cujos levantamentos florísticos de angiospermas tiveram abordagem semelhante. Cada análise foi processada para o conjunto total das espécies e para oito hábitos: árvores (incluindo arvoretas), arbustos, trepadeiras (lenhosas e herbáceas), ervas terrícolas, ervas saxícolas, epífitas, hemiepífitas e parasitas. Na ReBio do Grama foram registradas 644 espécies de angiospermas, distribuídas em 370 gêneros e 100 famílias. Licófitas e samambaias estão representadas por 64 espécies, distribuídas em 37 gêneros e 16 famílias. Seis espécies de angiospermas foram descritas como novas para a ciência. Fabaceae (55 spp.) foi a família com maior riqueza específica, seguida de Rubiaceae (50 spp.), Melastomataceae (28 spp.), Bignoniaceae e Orchidaceae (27 spp. cada) e Myrtaceae (25 spp.). As análises multivariadas sugeriram que os gradientes longitudinais, latitudinais e altitudinais interferem de formas distintas sobre os padrões de riqueza dos diferentes hábitos. O número reduzido de espécies compartilhadas entre as áreas, associado com alta riqueza regionalizada de alguns hábitos demonstra a importância da conservação de fragmentos nas diferentes regiões geográficas da Floresta Atlântica como estratégia para maximizar a conservação da diversidade existente neste domínio fitogeográfico. Palavras-chave: composição florística, Mata Atlântica, Zona da Mata.
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Aspectos da composição e diversidade do componente arbóreo das florestas da Reserva Florestal do Morro Grande, Cotia, SP.

Aspectos da composição e diversidade do componente arbóreo das florestas da Reserva Florestal do Morro Grande, Cotia, SP.

A classificação das florestas do Planalto Atlântico da grande São Paulo sempre se mostrou controversa (Ivanaukas 1997). De fato, alguns autores têm considerado as florestas regionais como um tipo de floresta estacional (Baitello & Aguiar 1982) ou similar à de outras regiões de altitude do Planalto Atlântico (Rodrigues 1986, Silva 1989, Grombone-Guaratini et al. 1990, Cardoso Leite 1995) e do interior paulista (Pagano 1985, Catharino 1989, Martins 1991, Gandolfi 2000). Assim, Gandolfi et. al. (1995) e Pivello & Peccinini (2002) consideraram as florestas paulistanas como “floresta mesófila semidecídua” ou “floresta estacional semidecidual”, enquanto Roizman (1993), Aragaki (1997) e Gomes (1998) consideram mais adequado enquadrá-las como “floresta ombrófila densa”, destacando sua condição de “transição”. A presença regional de espécies arbóreas, arbustivas e herbáceas típicas dos cerrados e das florestas estacionais e elementos associados a florestas mistas e da flora campestre do sul do Brasil, em maior ou menor proporção, é bastante relatada (Joly 1950, Hueck 1956, Garcia 1995, Catharino 1996, Aragaki 1997).
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Fungos causadores de ferrugens (Pucciniales) em plantas da Reserva Florestal Adolpho Ducke, Amazônia Central, Brasil

Fungos causadores de ferrugens (Pucciniales) em plantas da Reserva Florestal Adolpho Ducke, Amazônia Central, Brasil

Embora a distribuição desses fungos seja cosmopolita, Berndt (2012) sustenta que a riqueza de espécies de ferrugens é determinada pela disponibilidade de plantas hospedeiras, ou seja, a riqueza de ferrugens é influenciada pela composição taxonômica da flora vascular de uma determinada região. Zuluaga et al. (2008) consideram que o estudo da biota de ferrugens pode ser empregado como uma ferramenta promissora em análises biogeográficas, devido a este endemismo de gêneros e espécies do grupo em certas regiões, podendo a presença destes fungos servirem como padrão de comparação em estudos ambientais.
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Características físicas e comunidades de macroalgas em um igarapé de terra firme na reserva florestal Adolpho Ducke (MANAUS/AM).

Características físicas e comunidades de macroalgas em um igarapé de terra firme na reserva florestal Adolpho Ducke (MANAUS/AM).

Comunidades de macroalgas têm sido mencionadas para a reserva desde1980 (Uherkocich & Franken, 1980; Necchi Júnior, 1990), e foram detalhadamente estudadas entre 1995 e 2000 por Pascoaloto (1999, 2001b), que verificou a influência dos fatores ambientais sobre as macroalgas nos igarapés Barro Branco e Acará, em segmentos naturais. No igarapé Barro Branco existe uma área represada, que antecede a “piscina” dos funcionários da reserva Ducke, após a piscina o igarapé volta a ser natural. As comunidades de macroalgas da área represada (“lago” do Barro Branco) foram incluídas nos estudos de Raposo (2005) e Silvestre (2007).
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COMPOSIÇÃO DE MÉDIOS E GRANDES MAMÍFEROS EM RESERVA FLORESTAL NO CERRADO DO BRASIL CENTRAL

COMPOSIÇÃO DE MÉDIOS E GRANDES MAMÍFEROS EM RESERVA FLORESTAL NO CERRADO DO BRASIL CENTRAL

According to a global red list, 48% of mammal species recorded in the Brasilia National Forest – Area 1 meet population trend declining and 26%, this data is considered unknown, with occ[r]

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Flores bissexuais ou às vezes unissexuais,

Flores bissexuais ou às vezes unissexuais,

Ervas eretas ou subarbustos, 30–50 cm alt., pouco ramificados. Ramos cilíndricos ou ligeiramente quadrangulares, escamosos, glabros. Estípulas ca. 4 × 2–3 mm, glabras, setas 4–9. Folhas pseudoverticiladas, sésseis; lâmina estreito-elíptica ou linear, 1–2,1 × 0,1–0,6 cm, ápice agudo acuminado, base aguda, glabra em ambas as faces; nervação secundária obscura. Inflorescências em glomérulos terminais, 6– 8 mm compr. Flores com cálice 4-lobado, lobos estreitos, ciliados, 2–3 × 0,5–1 mm; corola 4–6 × 1–1,5 mm; anteras azuladas. Cápsulas com ambos mericarpos deiscentes, 1,8–2,2 mm compr.; sementes oblongas, reticuladas, 0,4–0,7 mm compr. Ocorre no México, Caribe, América Central e América do Sul até Bolívia e Argentina. No Brasil é amplamente distribuída. Na Reserva, ocorre em áreas perturbadas, foi coletada com flores e frutos em março e abril, mas provavelmente floresce e frutifica durante a maior parte do ano (Campos & Brito 1999: pág. 627, 630). 15.III.1996 (fl fr) Costa & Lohmann 479 (INPA NY SPF); 27.IV.1995 (fl fr) Costa et al. 216 (INPA K NY SPF).
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Composição, diversidade e similaridade florística de uma floresta tropical semidecídua submontana em Marcelândia - MT.

Composição, diversidade e similaridade florística de uma floresta tropical semidecídua submontana em Marcelândia - MT.

A área em estudo apresentou um valor de 3,35 e 0,05 para os índices de diversidade de Shannon-Weaver (H`) e de concentração de Simpson (C’), respectivamente, indicando trata-se de uma área com diversidade relativamente alta e baixa concentração de espécies. De acordo com Saporetti Jr. et al. (2003), valores acima de 3,11 para o índice de Shannon- Weaver indicam formações vegetais bem conservadas, definição que se enquadra na área em estudo.

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Interpretação fenológica de cinco espécies de Chrysobalanaceae na reserva florestal Adolpho Ducke, Manaus, Amazonas, Brasil.

Interpretação fenológica de cinco espécies de Chrysobalanaceae na reserva florestal Adolpho Ducke, Manaus, Amazonas, Brasil.

Alencar (1988) determinou que a floração de Copai/era multijuga Hayne teve maior ocorrência entre janeiro e abril (estação chuvosa) e a frutificação com maior freqüência entre maio e[r]

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Dinâmica de uma floresta tropical manejada na Amazônia oriental

Dinâmica de uma floresta tropical manejada na Amazônia oriental

Comparando os índices de diversidade no período de 2004 a 2014, pelo teste t de Hutcheson, para o Nível I de inclusão, verificou-se que não houve diferença significativa (p> 0,05) ao longo de dez anos de monitoramento, indicando não ter havido nesse período, intervenção antrópica ou natural que comprometesse a diversidade florística dessa floresta, considerando apenas a classe de árvores com DAP ≥ 20 cm. Resultados similares foram registrados em uma pesquisa no Município de Moju, PA, onde Araújo (2011) verificou que a exploração florestal não provocou mudanças significativas na diversidade de espécies, ou seja, a floresta manteve sua diversidade alta, do início ao fim do monitoramento. Um outro estudo desenvolvido no Município de Paragominas, PA (VATRAZ, 2012), também constatou que as intervenções de colheita realizadas na área não provocaram alterações significativas na diversidade de espécies. Constatação semelhante a este estudo também foi obtida por Oliveira et al. (2005), avaliando o efeito da exploração de madeira na composição florística e na diversidade de espécies na FLONA Tapajós. Os autores verificaram que a exploração madeireira, independentemente da intensidade, não ocasionou mudanças significativas na diversidade florística da área.
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Diversidade Palinológica das Convolvulaceae do Parque Nacional do Catimbau, Buíque, PE, Brasil.

Diversidade Palinológica das Convolvulaceae do Parque Nacional do Catimbau, Buíque, PE, Brasil.

é comprovadamente a região cuja biodiversidade é a menos conhecida da América do Sul e estudos correntes vêm comprovando um elevado índice de diversidade (Sampaio et al. 2002). Convolvulaceae, família de distribuição predominantemente tropical, compreende cerca de 1.700 espécies (Smith et al. 2004). No Brasil, são reconhecidos aproximadamente 18 gêneros e 300 espécies ocorrentes em formações vegetacionais variadas (Simão-Bianchini & Pirani 1997; Souza & Lorenzi 2005). Na Caatinga, é considerada como uma das famílias mais representativas em número de espécies (Junqueira & Simão-Bianchini 2006). No que tange à taxonomia, pode
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Efeito da pressão antrópica sobre igarapés na Reserva Florestal Adolpho Ducke, área de floresta na Amazônia Central.

Efeito da pressão antrópica sobre igarapés na Reserva Florestal Adolpho Ducke, área de floresta na Amazônia Central.

a expansão urbana de Manaus tem ocorrido de forma horizontal, a partir da região central metropolitana, nas direções norte, leste e oeste, e é contida apenas por barreiras naturais, no caso, os rios Negro, amazonas e Tarumã, ou por áreas públicas de grande relevância destacadas para fins específicos, como a reserva Florestal adolpho Ducke e as terras do exército brasileiro. esta tem sido a forma de expansão urbana do município. em espaço de tempo relativamente curto, a cidade viu seu imenso número de igarapés tornarem-se visivelmente degradados. Na sua área urbana estão localizadas quatro grandes bacias hidrográficas, sendo duas delas inteiramente urbanizadas (São raimundo e educandos), e as outras duas apenas parcialmente (Puraquequara e Tarumã), constituindo uma rede hidrográfica com uma malha de drenagem complexa.
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Flora vascular da Reserva Biológica Municipal da Serra do Japi, Jundiaí, SP

Flora vascular da Reserva Biológica Municipal da Serra do Japi, Jundiaí, SP

The range is located in a highly populated region within the urban areas of São Paulo, Jundiaí, and Campinas, which potentializes the risks of disordered occupation that the area is subjected to. However, since 1983, Serra do Japi is under governmental trust (CONDEPHAAT - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado/Council for the Defense of the Historical, Archaeological, Artistic and Touristic Heritage) and, from 1984 on, it was declared a reserve (APA - Área de Proteção Ambiental/Environmental Protection Area), partially located within the municipalities of Jundiaí and Cabreúva. The Serra do Japi Biological Reserve (RBMSJ - Reserva Biológica Municipal da Serra do Japi) was created in 1992 (Jundiaí 1991-1992), and in 1993 it was included in the Atlantic Forest Biosphere Reserve (Leitão- Filho & Morellato 1997).
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Chave para os gêneros de Acanthaceae na Reserva Ducke

Chave para os gêneros de Acanthaceae na Reserva Ducke

Erva a subarbusto semidecumbente. Ramos subquadrangulares a cilíndricos, pubescentes, glabrescentes. Folhas com pecíolo 2-6 mm compr., ovais a elípticas 3,5 −6 × 1,4− 2,3 cm, ápice agudo, base atenuada, margem subcrenada. Tirsos terminais e axilares; brac- téolas 2 por flor, oblongas, linear-oblanceoladas a lineares, as das primeiras flores sempre maiores 6 −8 × 0,5−1 mm, ápice acuminado, ciliada; sépalas acuminadas, pubescentes, ciliadas, a ventral oblanceolada, 8 −9 × 4 mm, trinervadas; as ventrais unidas na base, estreita-mente oblanceoladas, assimétricas, 6 −7 × 1−1,5 mm, as laterais linear-lanceoladas, ca. 1 × 0,2 mm; corola branca com manchas púrpuras, 5 −6 mm compr., tubo ca. 4 mm, lábio superior ca. 2 mm compr., bilobado, lábio inferior ca. 3 mm compr., trilo-bado, lobos ca. 2 mm compr., ápice arredondado, lobo central mais largo, glabra externamente, internamente com um anel de tricomas na fauce; todas anteras bitecas, tecas inseridas em alturas diferentes no conectivo. Cápsula oblonga, curtamente rostrada, pubescente; sementes 4. Espécie comum em áreas perturbadas e úmidas, ocorrendo desde o Sul do México até o norte da América do Sul e Antilhas. Na área da Reserva Ducke foi coletada na borda de uma capoeira.
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Estudo fitoquímico e biológico de espécies amazônicas: Pradosia huberi (Ducke) Ducke (Sapotaceae) e Licania macrophylla Bent. (Chrysobalanaceae)

Estudo fitoquímico e biológico de espécies amazônicas: Pradosia huberi (Ducke) Ducke (Sapotaceae) e Licania macrophylla Bent. (Chrysobalanaceae)

Outros estudos demonstraram que o mercado de produtos farmacêuticos movimenta valores da ordem de 320 bilhões de dólares/ano. Considerando apenas o mercado de fitoterápicos e suplementos vitamínicos, o mundo movimentou no ano de 2001 mais de 40 bilhões de dólares. Porém, em uma análise detalhada dos mercados mundiais, observou-se que os mercados Norte Americano, Europeu e Japonês representam 65%, ou seja, os três juntos movimentam mais de 26 bilhões de dólares no ano, enquanto o Sul Americano comercializou apenas US$ 1,4 bilhões (FUNARI et al., 2005). Diante do exposto, esperar- se-ia que países como Brasil, detentor de quase um terço da flora mundial (YUNES et al., 2001), que tem a maior floresta equatorial e tropical úmida do planeta (PINTO et al., 2002), aproveitasse esse nicho tão importante do mercado farmacêutico. Porém, o que se observa é que a ausência de políticas públicas que priorize o aproveitamento sustentável da biodiversidade colabore para a exploração predatória do meio ambiente.
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Diversidade de Oomycota da Reserva Biológica de Paranapiacaba, Santo André, SP: primeiras citações para o Brasil.

Diversidade de Oomycota da Reserva Biológica de Paranapiacaba, Santo André, SP: primeiras citações para o Brasil.

RESUMO – (Diversidade de Oomycota da Reserva Biológica de Paranapiacaba, Santo André, SP: primeiras citações para o Brasil). Para o estudo da diversidade de Oomycota da Reserva Biológica de Paranapiacaba, amostras de água e solo foram coletadas trimestralmente, de novembro/2003 a novembro/2004 e iscadas com substratos celulósicos e queratinosos. De 175 isolamentos realizados, 35 espécies foram identificadas, sendo seis mencionadas pela primeira vez para o Brasil e, descritas, comentadas e ilustradas no presente trabalho. Destas, uma é pertencente a Leptolegniellaceae (Leptolegniella exogena Karling), uma a Pythiaceae (Pythium helicandrum Drechsler) e quatro a Saprolegniaceae (Achlya treleaseana (Humphrey) Kauffman, Leptolegnia subterranea Coker & Harvey, Saprolegnia blelhamensis (Dick) Mil’ko e S. terrestris Cookson ex Seymour).
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Composição da flora vascular em um remanescente de floresta montana no semi-árido do nordeste do Brasil.

Composição da flora vascular em um remanescente de floresta montana no semi-árido do nordeste do Brasil.

Componente não arbóreo - O reduzido número de levantamentos avaliando o componente não arbóreo dificulta uma maior discussão dos padrões florísticos nas florestas da região. Nas florestas montanas do semi-árido nota-se que a contribuição percentual dos arbustos e subarbustos na flora total é duas vezes maior na estacional mais interiorana estudada por Lima (2006), que na ombrófila mais próxima à costa atlântica analisada por Ferraz (2002) (tabela 2). É possível que tal padrão se justifique pela maior penetração de luz nas florestas estacionais, devido ao dossel ser mais aberto, bem como por se tratar de um ambiente mais seco. Todavia, deve-se destacar que em Bonito e na área de estudo, não respondem a esse padrão, provavelmente por serem florestas montanas secundárias, como já mencionado anteriormente.
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Chave para gêneros de Rutaceae da Reserva Ducke

Chave para gêneros de Rutaceae da Reserva Ducke

Flores bissexuadas, 5-meras, zigomorfas, alvas a amarelas ou esverdeadas; sépalas conatas na base, quincunciais, persistentes; corola de 5 pétalas desigualmente conatas, curva n[r]

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Chave para as espécies de Selaginella na Reserva Ducke

Chave para as espécies de Selaginella na Reserva Ducke

Caule principal reptante, não articulado, glabro, 1-pinado, com microfilos dimorfos; ramos laterais inteiros ou curtamente dicotômicos na ext remidade, retos ou levemente curvados, últimos ramos 5-10 mm larg. (incluindo os microfilos); rizóforos dorsais, dispostos ao longo de todo o caule principal; microfilos em 4 fileiras; microfilos laterais patentes, 3-5 mm compr., lanceolados, ápice obtuso, base arredondada, margem hialina, ciliada principal-mente na base, cílios alvos, longos; microfilos dorsais ovais, assimétricos, ápice aristado, base desprovida de a urículas, margem hialina, ciliada, principalmente na base, cílios alvos, longos; Chave para as espécies de Selaginella na Reserva Ducke
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Chave para os gêneros de Polypodiaceae na Reserva Ducke

Chave para os gêneros de Polypodiaceae na Reserva Ducke

e 3,0- 4,2 cm larg.; pecíolo 2-4 mm compr.; lâmina elíptica, cartácea, base cuneada, ápice longo- atenuado, margem plana, glabra em ambas as faces; costa proeminente em ambas as fa[r]

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