Top PDF Reutilização de lixo eletrônico no design de novos produtos

Reutilização de lixo eletrônico no design de novos produtos

Reutilização de lixo eletrônico no design de novos produtos

Os eletroeletrônicos são produtos muito utilizados no século XXI e possibilitam uma série de comodidades aos seres humanos. Desde equipamentos industriais a pequenos celulares, estes produtos estão inseridos por completo no cotidiano. Contudo, em oposição às inúmeras comodidades que esses equipamentos oferecem, está a degradação ambiental. A começar pela concepção dos eletroeletrônicos onde a obsolescência programada é implementada em seu desenvolvimento e serve como um artifício manipulador de sua vida útil, que permite aos fabricantes manter a rotatividade de produtos de forma que os consumidores tenham que renovar com frequência seus bens. Esta prática é muito comum e vem criando uma quantidade de lixo insustentável para o planeta. E outro ponto negativo é que na maioria dos países não existe um planejamento adequado quanto ao descarte dos resíduos eletrônicos e isto é um grande problema já que este é um tipo de lixo que possui muitos componentes tóxicos presentes em sua composição. Baseado nestas considerações, o presente trabalho coloca a reutilização como uma das soluções possíveis para prolongar a vida útil do que vem a se tornar lixo eletrônico. Para isso, foram avaliados quais tipos de lixo eletrônico são descartados com maior frequência com base em dados de uma empresa que trabalha com esses resíduos, de forma a auxiliar na escolha da matéria prima a ser utilizada. E também foi realizada uma verificação em torno de trabalhos desenvolvidos no seguimento da reutilização destes resíduos. A intenção foi criar a partir do e-lixo coletado, e com base em experimentações, um artefato que possibilite o upcycle em baixa escala de resíduos eletrônicos. Este produto não deve remeter a algo que foi feito de lixo, mas sim agregar valor e tornar-se desejável pelo consumidor. Para assim demonstrar que é possível criar uma experiência agradável em usuários potenciais com um produto que foi criado a partir de matéria prima que veio de equipamentos eletrônicos descartados.
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Lixo Eletrônico e Ensino de Ciências na EJA

Lixo Eletrônico e Ensino de Ciências na EJA

Segundo Waldman (2007), é possível conhecer o modo de vida, estrutura social, cultura, as relações de comércio, as crenças religiosas, relações de poder de uma sociedade, quando se analisa os resíduos deixados por estes povos. Com o advento da industrialização, os utensílios de cozinha passam a ter substâncias plásticas, a metalúrgica possibilitou o emprego de vários metais em diversos móveis, na construção civil, dentre outros. Com o passar do tempo os móveis, utensílios, os materiais de modo geral que hoje são úteis, serão descartados. Anteriormente, a constituição desses materiais era de compostos orgânicos, mas com a evolução da ciência os novos produtos passaram a compor maior número de substâncias inorgânicas, conferindo-lhe maior durabilidade entre outros aspectos.
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A QUÍMICA NO LIXO ELETRÔNICO: PRODUTO EDUCACIONAL PARA O ENSINO MÉDIO

A QUÍMICA NO LIXO ELETRÔNICO: PRODUTO EDUCACIONAL PARA O ENSINO MÉDIO

6º Momento – Será apresentado o segundo problema aos discentes, como se segue: Situação-problema 02 – Wellington é aluno do primeiro ano da Escola São Francisco Xavier e como a maioria dos adolescentes, é bastante interessado em objetos eletrônicos sofisticados. Certo dia, durante o intervalo, ele e seus amigos estavam em uma conversa bastante empolgante, no corredor do colégio, acerca de produtos eletrônicos (smartphones, tablets, Smart TVs, notebooks, etc.). Eles estavam debatendo sobre quais as melhores tecnologias do momento e também quais as melhores marcas (Motorola, Apple, Samsung, etc.). Os alunos (apesar de todos já possuírem vários desses objetos, como eles mesmos comentavam) estavam muito felizes e empolgados com aquela conversa e interessados em adquirir novos aparelhos eletrônicos mais sofisticados para “ostentar” na escola. Diante disso, surgiu um questionamento bastante perspicaz do aluno que estava ao lado de Wellington, mas que não participava da discussão: O que leva as pessoas querer adquirir novos produtos eletrônicos frequentemente? Na sua opinião, quais as consequências desse processo? A quem interessa o consumo exagerado desses produtos? Em que termos a aquisição de uma versão mais atual de um determinado produto eletrônico que você possui contribui para você? Existe algum problema nessa situação cotidiana apresentada? Qual (is)? Se sim, que ações você poderia desenvolver para solucionar esse problema?
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Educação para a sustentabilidade: utilização de lixo eletrônico na confecção de lixeiras

Educação para a sustentabilidade: utilização de lixo eletrônico na confecção de lixeiras

forma que se transformem em novos produtos (GALVÃO, 2000). É necessário mobilizar a comunidade para sua participação efetiva e ativa na implantação da coleta seletiva de resíduos sólidos, separando os materiais recicláveis e/ou reutilizáveis diretamente na fonte de geração e descartando-os seletivamente. Por outro lado, para que a coleta seletiva seja colocada em prática, é preciso incentivar a implantação de projetos que visem à organização de catadores de resíduos, os quais são os mais afetados pela ausência de políticas públicas e pelo contato direto com o lixo, estando sujeitos à contaminação e doenças (DIAS, 1994). Portanto, qualquer programa de coleta seletiva deve envolver diretamente os catadores que sobrevivem e retiram seu sustento da comercialização dos materiais recicláveis, muitos trabalhando nos lixões (GUIMARÃES 1995).
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RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA: O PAPEL DO CONSUMIDOR NO DESCARTO DO LIXO ELETRÔNICO

RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA: O PAPEL DO CONSUMIDOR NO DESCARTO DO LIXO ELETRÔNICO

Com a popularização de novos tipos de produtos e a introdução acelerada de modernas gerações de equipamentos eletrônicos, novidades que antes demoravam anos para alcançar todos os níveis de classes sociais, atualmente podem ser conhecidas em tempo recorde, fator que alimenta o consumismo (SILVA, 2010). A rapidez da obsolescência desses dispositivos aumenta progressivamente. Muitas vezes, esses aparatos tornam-se “ultrapassados” antes mesmo de saírem das lojas, o que representa um grande problema para as empresas, a sociedade e o meio ambiente, tornando-se verdadeiros lixos eletrônicos (BORGES, 2004; ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA ELETROELETRÔNICA, 2017).
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O r em design : a reutilização aplicada ao design

O r em design : a reutilização aplicada ao design

• Criar novos cenários para um estilo de vida sustentável” (Vezzoli e Manzini 2008, xi). As duas últimas formas de intervenção do design são com certeza as de implementação mais difícil, mas ao mesmo tempo são as que possibilitam melhorias mais significativas. Na actualidade predominam as acções que visam apenas aumentar a eficiência das actividades e processos, continuando o balanço global dos impactos ambientais a crescer rapidamente. Para atingir o desenvolvimento sustentável é essencial que o próprio design seja desenvolvido segundo os mesmos princípios de sustentabilidade. Só assim será possível falar em design sustentável com abrangência ambiental, social, e cultural. A aplicação e integração da reutilização nos processos de design, tem aqui um papel importante como será visto de seguida. "Já não é suficiente simplesmente projectar produtos melhores e mais duráveis. Para ser verdadeiramente sustentável, as soluções precisam tanto de durar mais tempo como de ter uma vida após o seu período de uso normal. Nem todos os produtos podem ser reutilizados como algo diferente do seu design original, mas muitos podiam, se os designers considerassem essa possibilidade no processo de desenvolvimento "(Shedroff e Lovins 2009, 305).
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PALAVRAS-CHAVE Lixo-eletrônico. Reciclagem. Tecnologia.

PALAVRAS-CHAVE Lixo-eletrônico. Reciclagem. Tecnologia.

Atualmente, observa-se que o uso de equipamentos eletro-eletrônicos – portáteis ou não – tem crescido de forma exponencial. Na medida em que novos e modernos produtos são lançados, os quase recentes produtos tornam-se obsoletos, antes mesmo de envelhecerem, quebrarem ou perderem sua utilidade. Assim, graças a uma onda de evolução tecnológica sem precedentes, os equipamentos eletrônicos descartados se constituem no tipo de resíduo sólido que mais cresce no planeta.

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Avaliação do potencial de migração de metais do lixo eletrônico para o solo

Avaliação do potencial de migração de metais do lixo eletrônico para o solo

O processo de vermicompostagem é realizado na presença de minhocas, que formam no solo uma rede de atividades integradas de forma natural que envolve vários organismos. Além das minhocas, vários microrganismos participam desse processo, destacando-se as bactérias, os fungos, os protozoários e os actinomicetos. Os fungos apresentam capacidade enzimática de degradar substratos bastante complexos e poliméricos, por exemplo, polissacarídeos, como celulose, hemicelulose, lignina, amido, quitina e glicogênio, e proteínas como caseína, queratina e albumina. De acordo com Manahan (2013), alguns fungos presentes no solo produzem ácido cítrico e outros ácidos orgânicos quelantes. Por outro lado, as bactérias, em geral, são efetivas na degradação de produtos solúveis simples.
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Descarte correto do lixo eletrônico: a importância da conscientização para a sustentabilidade

Descarte correto do lixo eletrônico: a importância da conscientização para a sustentabilidade

Diante da visita à Escola Estadual “Francisco Pedro Monteiro da Silva”, ficou perceptível que os alunos do 4º ano do ensino fundamental II reconheciam o que é lixo eletrônico, porém não tinham informações concretas a respeito do seu descarte correto. Portanto, viu-se a necessidade de apresentar as soluções para redução do lixo eletrônico como na extensão de sua durabilidade até sua reciclagem por meio de pontos de coleta.

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ESTUDO SOBRE O LIXO ELETRÔNICO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

ESTUDO SOBRE O LIXO ELETRÔNICO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

De acordo com Leite (2003), esses bens ou materiais transformam-se em produtos denominados de pós-consumo e podem ser enviados a destinos finais tradicionais, como a incineração ou os aterros sanitários, considerados meios seguros de estocagem e eliminação, ou retornar ao ciclo produtivo por meio de canais de desmanche, reciclagem ou reuso em uma extensão de sua vida útil. Essas alternativas de retorno ao ciclo produtivo constituem-se na principal preocupação do estudo da logística reversa e dos canais de distribuição reversos de pós- consumo.
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Desenvolvimento de um aplicativo Android para a conscientização do descarte de lixo eletrônico

Desenvolvimento de um aplicativo Android para a conscientização do descarte de lixo eletrônico

destacam-se: PARCS - Resíduos Eletrônicos que é uma empresa especializada na manufatura reversa de resíduos eletrônicos. A missão da empresa é criar soluções para facilitar o acesso de pessoas físicas e jurídicas ao descarte ambiental e legalmente correto dos resíduos eletroeletrônicos, promovendo assim a sustentabilidade e evitando a degradação ambiental causada pelo descarte incorreto dos mesmos; Instituto Brasileiro de EcoTecnologia (BIET), é uma sociedade civil, de caráter científico e educacional, apartidária, sem fins lucrativos, a sua missão é defender o meio ambiente pela promoção de ações sócio-educacionais, de estudos ou pesquisas e de desenvolvimento regional e humano, preferencialmente autossustentáveis e necessariamente relacionadas com a reutilização, a reciclagem ou a destruição e disposição final, sem causar poluição ambiental, de resíduos da indústria mineral e de partes, peças, componentes ou resíduos de equipamentos de informática, incluídos os aparelhos eletrodomésticos e eletroeletrônicos (e-lixo); a BIET desenvolve programas com outras entidades/empresas de cidades paranaenses interessadas no descarte correto do lixo eletrônico, para agendamento, os interessados devem entrar em contato pelo e-mail citado e fazer a solicitação; a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (CELEPAR) - Governo do Estado do Paraná, também começou um programa de coleta de lixo eletrônico, implantado em 2013, e foi disposto um recipiente para coletar equipamentos eletrônicos individuais inservíveis no Palácio das Araucárias. A caixa foi colocada no andar térreo do prédio, ao lado da porta da central de suporte de TI.
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REFLEXÕES SOBRE ERGONOMIA E DESIGN EMOCIONAL: RELAÇÕES CONTEMPORÂNEAS PARA O DESENHO DE NOVOS PRODUTOS

REFLEXÕES SOBRE ERGONOMIA E DESIGN EMOCIONAL: RELAÇÕES CONTEMPORÂNEAS PARA O DESENHO DE NOVOS PRODUTOS

A abordagem por projeto de produtos prazerosos caminha associada ao desafio de compreender as pessoas holisticamente – “ir além do olhar para fatores que influenciam o sucesso – em termos de conclusão de tarefas”, como pontua Jordan (2003); compreender como as pessoas usam os produtos, bem como o papel mais amplo que os produtos desempenham na vida das pessoas; ser capaz de definir especificações do produto que vão além das especificações tradicionais, vinculando os benefícios (prazeres) às propriedades do produto e, por fim, “ligar” estes prazeres ao produto. Os produtos como “objetos vivos”, para além dos parâmetros base da função e do uso (eficácia, eficiência e satisfação), atribuindo personalidade aos mesmos. Nesta perspectiva, os usuários dos produtos não devem ser vistos meramente pelos seus componentes cognitivo e físico, mas deve ser considerado pelo seu componente emocional e interacional com o produto.
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Design e desenvolvimento de novos produtos de mobiliário : aplicação e implementação de uma filosofia de desenvolvimento de produto

Design e desenvolvimento de novos produtos de mobiliário : aplicação e implementação de uma filosofia de desenvolvimento de produto

O principal ponto a atacar para a diminuição do custo do produto seria a estrutura metálica que no protótipo representa 68 % do custo total. Sabendo que com a produção de séries de produtos, poderemos gozar de redução de preços e de descontos. A equipa de desenvolvimento sugere outra solução que seria adoptar a utilização de outros materiais para a sua construção. Uma sugestão é o aço de construção que pode apresentar custos dez vezes inferior ao custo do aço inox, mas partindo para a solução do aço teria de se realizar a protecção da superfície, onde poderíamos adoptar a pintura ou galvanização da superfície entre outros.
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Logística reversa: a gestão do lixo eletrônico em São José dos Campos

Logística reversa: a gestão do lixo eletrônico em São José dos Campos

O advento do avanço tecnológico trouxe consigo o acesso cada vez mais facilitado a recursos eletrônicos. Pesquisas apontam que o número de celulares no Brasil já supera a população, ou seja, estima-se que há mais de um celular por habitante no país. E este é apenas um de muitos exemplos, tendo em vista que a tecnologia dos eletrônicos avança cada vez mais rápido. Neste contexto, a presente pesquisa discute a questão da logística reversa dos resíduos eletrônicos, com base no que rege a Política Nacional de Resíduos Sólidos Brasileira sobre o assunto. Traz ainda um comparativo com a Diretiva Européia de Resíduos, além de conhecer o processo da gestão integrada do tratamento de resíduos sólidos no município de São José dos Campos. Na busca de informações sobre a gestão do lixo eletrônico no município, foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com a Urbam, sociedade de economia mista que presta serviços de urbanização municipal, e com a empresa privada Gm&CLog, que atua no ramo de logística e transportes, especializada em logística e manufatura reversa. Através das entrevistas foi possível concluir que São José dos Campos é pioneiro no Brasil na coleta domiciliar de lixo eletrônico, além de realizar um trabalho de divulgação dos serviços prestados pela Urbam. Na Gm&Cog, pudemos entender melhor o processo de manufatura reversa, além de como o mercado do lixo eletrônico pode ser promissor. Foi realizado ainda, um questionário com a população, objetivando identificar seu nível de entendimento quanto ao tema lixo eletrônico, bem como os locais adequados para descartá-lo. Com a conclusão deste trabalho, espera-se verificar perspectivas possíveis para otimizar os serviços de descarte, coleta, desmonte e destinação final dos resíduos eletrônicos no município.
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Extração de metais das placas de circuito impresso: reciclagem do lixo eletrônico

Extração de metais das placas de circuito impresso: reciclagem do lixo eletrônico

27 A composição diversa do e-lixo pode causar impactos negativos no meio ambiente e na saúde humana Elementos como arsênio, berílio, cádmio, chumbo e mercúrio causam efeito deletério nos sistemas digestivo e neurológico, afora outros problemas (WIDMER et al., 2005). O risco vem, portanto, dos metais pesados presentes nas peças dos aparelhos descartados. O cromo hexavalente, espécies halogenadas, clorofluorocarbonetos (CFC), bifenilos policlorados (PCB), cloreto de polivinil (PVC), retardadores de chama bromados (PBB e PBDE) e amianto também são bastante tóxicos (CCE, 2000; WIDMER et al., 2005). Devido ao risco da produção de gases e efluentes tóxicos, essas substâncias devem ser retiradas dos aparelhos eletroeletrônicos descartados com a devida precaução, ou seja, antes de qualquer ação, como disposição em aterro ou incineração (SIQUEIRA, MARQUES, 2012).
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QUÍMICA E ARTE CONTEMPORÂNEA: UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR DO TEMA LIXO ELETRÔNICO

QUÍMICA E ARTE CONTEMPORÂNEA: UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR DO TEMA LIXO ELETRÔNICO

Assim como o presente artigo, as propostas se ancoram na interdisciplinaridade, explorando também a contextualização e a transdisciplinaridade. Sá, Vicentin e Carvalho (2010) relatam uma proposta realizada por professores de Química, História e Arte que consistiu na criação de uma peça teatral, verificando o desenvolvimento simultâneo de habilidades das três disciplinas. Argolo, Coutinho e Chacon (2012) trabalharam com a química dos materiais utilizados pelos artistas e os produtos formados pela deterioração das obras de arte para aplicar uma metodologia que explora a questão da restauração. Zanetic (2006), articulando a literatura e a física, apresenta um ensaio em defesa de uma formação científica que abarque a leitura para que possa se tornar mais significativa e contribuir para a alfabetização científica e literária.
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A Educação Ambiental como instrumento na administração dos problemas do lixo eletrônico: uma proposta

A Educação Ambiental como instrumento na administração dos problemas do lixo eletrônico: uma proposta

Resumo: O lixo eletrônico é um resíduo sólido com milhões de toneladas produzidas anualmente, e que causa sérios problemas ambientais, legais e sociais devido a sua composição. A solução deste pode ser pela reciclagem, reuso e descarte final adequado, que podem ser também alcançadas mediante educação da sociedade, de acordo com princípios definidos em conferências internacionais e pela legislação brasileira. Essa educação pode ser feita no ambiente educacional formal e não-formal. Exposições de fotografias, exemplos de lixo eletrônico e de objetos feitos a partir dos mesmos, questionários sobre a presença do lixo eletrônico na rotina diária, simulações de tratamento químico do lixo eletrônico são exemplos destas atividades.
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Desenvolvimento de novos produtos em estanho

Desenvolvimento de novos produtos em estanho

Seguidamente apresentam-se todos os estudos feitos no âmbito deste projecto. Todos os temas abordados e aqui tratados foram alvo de pesquisas bibliográficas que serão referenciadas no local onde forem citadas, e que podem ser consultadas no final deste trabalho. Entre elas constam diferentes livros sobre estanho, publicações diversas e revistas científicas de associações ligadas a este material, bem como muitos sites fidedignos. Hoje em dia a internet é uma ferramenta poderosa para pesquisa, contudo com algumas reservas dada a existência de muita informação por vezes errada. Convém referir desde já que dado o estanho ser um material usado desde a antiguidade, maior parte dos livros encontrados para o assunto são anteriores a 1970. Contudo continuam actuais pois o material não mudou a sua estrutura e o seu comportamento com o tempo, como é desde já bastante óbvio. Mudaram-se sim algumas técnicas para a produção de peças sobretudo um avanço tecnológico ao nível dos equipamentos quer da extracção, quer do tratamento e do fabrico, contudo esse assunto foi pesquisado em livros mais recentes. Finalmente deve referir-se que ao utilizarmos processos tecnológicos que permitem a concepção de peças onde se combina o estanho com outros materiais, se inova, criando-se assim novas oportunidades para a comercialização deste produto junto de um público mais jovem que tradicionalmente não compra este tipo de objectos por achar o seu design antiquado e mais fora de moda.
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Criação e desenvolvimento de novos produtos

Criação e desenvolvimento de novos produtos

O tema value co-creation é um tema cada vez mais dominante desde a sua introdução no ano 2000. Segundo este conceito «value is considered to be a jointly created phenomenon that emerges in interaction between the organizations and consumers through the integration of resources» (Piligrimiene, Dovaliene, Virvilaite, 2015:452 Apud Prahalad e Ramaswamy, 2000, 2004). Para atingir esta criação de valor, não são necessárias quaisquer tipo de transações, basta apenas uma troca de recursos entre os consumidores e as organizações; recursos estes que vão além de bens e/ou recursos monetários. Esta troca de recursos tem sido cada vez mais utilizada com o desenvolvimento de tecnologias de informação e o crescente uso da Internet (Prahalad e Ra maswamy, 2004; Piller e Walcher, 2006; Füller, 2010). As divisões entre os consumidores e as empresas tendem então para o seu desaparecimento, uma vez que os consumidores se encontram cada vez mais envolvidos na criação de conteúdos para as empresas. Além da criação de produtos, os clientes envolvem-se, de forma cada vez mais frequente, em gerar ideias e/ ou feedback e promover produtos e serviços. (Jaakola e Alexander, 2014; Prahalad e Ramaswamy, 2004). Todos estes fatores contribuíram para o aumento do interesse das organizações em abordar clientes com o objetivo de melhorar a sua performance no mercado.
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Riscos na reutilização de produtos médicos esterilizados em óxido de etileno

Riscos na reutilização de produtos médicos esterilizados em óxido de etileno

segue para a próxima fase, com a injeção de nitrogênio visando a inertização dos produtos que compõem a carga do ciclo de esterilização. Em seguida realiza-se o vácuo para a retirada de bolsas de ar nos produtos. A partir deste ponto a mistura esterilizante é injetada na câmara permanecendo no seu interior por tempo de exposição determinado pelo operador. Transcorrido este tempo de esterilização a bomba de vácuo é acionada para remoção do gás óxido de etileno do interior da câmara. Na sequência, o gás nitrogênio é admitido na câmara interna para retirada do excesso de óxido de etileno evitando, assim, o contato deste com o oxigênio e ar, promovendo condições seguras para a próxima fase que é a aeração mecânica. Pulsos de ar comprimido e nitrogênio são injetados na câmara durante a fase da aeração mecânica por tempo ou quantidade de pulsos pré-determinados. Após esta fase é realizada a hiperventilação que consiste na injeção de ar filtrado para o interior da câmara com o sistema de vácuo ligado. Os gases retirados da câmara são enviados ao lavador de gases, por tubulação, onde ocorre a solubilização do óxido de etileno em água em meio ácido. Esta solução ácida de etilenoglicol deve ter destino final como resíduo químico (Manual da Mirax Industrial Ltda).
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