Top PDF Revisão taxonômica de Lonchocarpus s. str. (Leguminosae, Papilionoideae) do Brasil.

Revisão taxonômica de Lonchocarpus s. str. (Leguminosae, Papilionoideae) do Brasil.

Revisão taxonômica de Lonchocarpus s. str. (Leguminosae, Papilionoideae) do Brasil.

Material selecionado: BRASIL. Alagoas: Quebrangu- lo, Reserva Biológica de Pedra Talhada, 9º15’S, 36º25’W, 4/I/1994, fl ., A. Cervi et al. 7339 (G). Amazonas: Ata- laia do Norte, Rio Javari, fronteira entre Brasil e Peru, 4º33’S, 71º40’W, 18/I/1989, fr., C.A.F. Cid et al. 9955 (K); Boca de Tejo, Rio Juruá, IV/1901, fl ., E. Ule 5446 (K). Bahia: Conceição de Feira, margem esquerda do rio Paraguaçu, 12º32’35”S, 39º03’06”W, 17/II/1981, fl ., A.M. Carvalho et al. 543 (CEPEC, K); Itaberaba, Serra do Orobó, entrada da fazenda Leão dos Brejos, 12º28’11”S, 40º31’13”W, 425 m s.n.m., 28/V/2005, fr., L.P. Queiroz et al. 10714 (K, HUEFS); Jacobina, arredores de Sítio do meio, 11º04’31”S,40º38’50”W, 730 m s.n.m., I/IV/1996, fr., R.M. Harley et al. 2744 (K, HUEFS). Distrito Federal: Brasília, Estação Ecológica da UnB, 17/XI/1980, fr., E.P. Heringer et al. 5726 (K, UEC). Espírito Santo: Conceição da Barra, 21/V/1999, G. Hatschbach et al. 69245 (G, K, MBM). Goiás: Goiânia, Setor Goiânia II, às margens do rio Ribeirão João Leite próximo a ponte, 28/12/2010, fr., M.J. Silva 3234 (UFG). Minas Gerais: Andradas, à beira da estrada na saída da cidade, 7.I.1981, fl ., H.F. Leitão- -Filho et al. 12263 (K, NY, UEC); Belo Horizonte, Villa Maria Brazilina, 12/I/1940, fl ., M. Barreto 10595 (BHCB, M). Paraná: Antonina, Manduíra, 4/I/1979, fl ., G. Hats- chbach 41832 (G, MBM); Guaratuba, Pedra Branca de Araraquara, 20/XII/1967, fl ., G. Hatschbach 18162 (K, M, MBM); Rio Branco do Sul, 7/XII/1967, fl ., G. Hatschbach 18059 (MBM, P). Pernambuco: Brejo da Madre de Deus, Mata do Buriti, 8º12’ 27”S, 36º23’32”W, 19/I/2000, fl ., A.G. Silva et al. 227 (K, PEUFR). Rio de Janeiro: Petrópolis, próximo ao rio Piabanha, 10/V/1867, fl ., A. Glaziou 1029 (C, K, P); Saquarema, Morro dos Pregos, fazenda Santa Barbara, 12/I/2005, fl ., H.C. Lima et al. 6227 (K, RB); Sete Pontes, Praia Grande, 1/II/1874, fl , A. Glaziou 12600 (K, C, P, US). Santa Catarina: Itajaí, Cunhas, 4/I/1955, fl ., R.M. Klein 963 (B, FLOR, G, HB, PACA, US); Rio do Sul, Serra do Matador, 500 m s.n.m., 29/XII/1958, fl ., R. Reitz 6074 (B, L, K, US); Sombrio, Pirão Frio, 28/I/1960, fl ., R. Reitz & R.M. Klein 4153 (G, K, M). São Paulo: Bom Sucesso de Itararé, 24º17’57”S, 49º12’54”W, 19/XII/2007, fl ., F. Chung et al. 233 (ESA); Itatiba, estrada próximo à rodovia Bra- gança Paulista na fazenda Santa Cristina, 23º00’S, 46º34’W, 14/XI/1995, fr., M. Sousa et al. 13383 (K, MEXU, UEC); Limeira, 26/XII/1932, fl ., V. Emelen 127 (SP, SPSF).
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Revisão taxonômica de Gaya Kunth (Malvoideae, Malvaceae) no Brasil

Revisão taxonômica de Gaya Kunth (Malvoideae, Malvaceae) no Brasil

RESUMO - (Revisão taxonômica de Gaya Kunth (Malvoideae, Malvaceae) no Brasil). Gaya inclui 39 espécies distribuídas na região Neotropical, com maior diversidade no Brasil e no Peru. No Brasil foram registradas 14 espécies, sendo oito endêmicas, predominantemente na região Nordeste, no domínio da Caatinga. O gênero caracteriza-se pelas flores pêndulas no botão e eretas na antese, pelo esquizocarpo inflado, pêndulo a ereto na maturidade, com mericarpos apresentando ou não uma estrutura interna, a endoglossa, que pode reter a semente, além de uma constrição no lado ventral ou na porção basal e deiscência por todo o lado dorsal até a constrição, sendo que estes dois últimos caracteres foram explorados pela primeira vez. Este estudo foi baseado na análise morfológica de cerca de 450 materiais de herbário. A taxonomia das espécies foi baseada sobretudo nos caracteres do fruto e da flor, com a detecção de novos caracteres diagnósticos. O trabalho consta de chave analítica, descrições morfológicas, ilustrações inéditas, comentários sobre variabilidade e relações taxonômicas, mapas e distribuição geográfica, novas ocorrências e dados de conservação.
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Revisão taxonômica de Myrocarpus Allemão (Leguminosae, Papilionoideae, Sophoreae).

Revisão taxonômica de Myrocarpus Allemão (Leguminosae, Papilionoideae, Sophoreae).

Material selecionado: ARGENTINA. Missiones: São Pedro, II/1907, s.c. s.n. (LP); s.l., VII/1914, Expedição Cunan Pireibo Leon Misiones 684 (F); Cerro Azul, IX/1969, fl., A. Krapovickas et al. 15455 (LP, MO); Iguassú, IX/1996, fl., J. Herrera 197; Iguazú, IX/1917, fl. fr., s.c. s.n. (Her. Gt. Bertoni 150 A, B); Corrientes: Ituzaingô, Rincón, Sta. María, XI/1988, fr., S.G. Tressens et al. 3443 (MO). BRASIL. Bahia: Boa Nova, II/1973, fl., T.S. Santos 2591 (US); Eunápolis, VII/1970, fr., T.S. Santos 887 (US); Eunápolis, X/1994, fr., A.J. Ribeiro et al. 435 (CEPEC); Una, Km 104 rodovia Una-Ilhéus, VIII/1993, fr., J.G. Jardim et al. 257 (MO); Una, Reserva Biológica Mico-leão, IX/1993, fr., J.G. Jardim
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Revisão taxonômica de Acosmium Schott (Leguminosae, Papilionoideae, Sophoreae).

Revisão taxonômica de Acosmium Schott (Leguminosae, Papilionoideae, Sophoreae).

Acosmium (Leguminosae, Papilionoideae, Sophoreae) foi estabelecido por Schott (1827), com a descrição de uma espécie ocorrente no Brasil, A. lentiscifolium. Desde então, a circunscrição do gênero vem sofrendo modificações. Por um longo período, alguns autores (Bentham 1865; 1870; Harms 1903; 1909; Mohlenbrock 1963) consideraram Acosmium e o gênero Leptolobium Vogel (Vogel 1837) congenéricos com Sweetia Spreng. (Sprengel 1825). Na revisão de Yakovlev (1969), Acosmium foi restabelecido, mas sua delimitação foi ampliada para abranger o gênero africano Dicraeopetalum Harms. Posteriormente, van der Maesen (1970) e Polhill (1981) consideraram Dicraeopetalum como distinto de Acosmium, o que vem sendo confirmado por estudos filogenéticos baseados em seqüências de DNA (Pennington et al. 2001).
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Revisão taxonômica de Micrandra Benth. (Euphorbiaceae s.s.).

Revisão taxonômica de Micrandra Benth. (Euphorbiaceae s.s.).

entre a Amazônia e Mata Atlântica. Bem adaptada a vários tipos de habitats, principalmente em floresta de terra firme, floresta montanhosa, semidecídua, floresta alagada, em solo arenoso, argiloso ou umedecido, mais frequente na transição floresta de terra firme para áreas alagadiças. O material coletado por A. Roa 360, no rio Mesay, representa um novo registro de ocorrência para Caquetá, na Colômbia. Floresce praticamente o ano inteiro e frutifica entre setembro e dezembro. Os frutos amadurecem em consonância com o período de floração, com poucas flores remanescentes entre os meses de janeiro a junho. Nomes vulgares: Peru. rio Amazonas: “seringarana”. Suriname: “bartabalie balli” e “koedi biosé balli” (Arawak), “moereidam” e “topoeloe alomé” (Karib). Brasil. rio Solimões: “seringarana”. rio Paraná: “árvore de mamona” (Schultes 1979). São Paulo: “leiteiro-branco” (Lorenzi 2008), “mamoninha”, “mamona de árvore”. Minas Gerais: “leiteiro ou mamona do mato”. Bahia: “mamoninha”, J.C. Jardim 1264, SP).
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Revisão taxonômica da subfamília Crassostreinae (Bivalvia: Ostreidae)

Revisão taxonômica da subfamília Crassostreinae (Bivalvia: Ostreidae)

C. gasar distribui-se ao longo da costa ocidental da África, desde Senegal ate Angola, formando grandes aglomerados sobre as raízes dos mangues. Na America do Sul, esta espécie foi citada na Guiana Francesa e no Brasil por Lapegue et.al. (2002). Lazoski (2004) realizou estudos genéticos de cinco espécies do gênero Crassostrea que ocorrem ao longo da costa oeste do Atlântico, utilizando marcadores moleculares nucleares (aloenzimas e espaçadores ribossomais transcritos – ITS-2) e mitocondriais (citocromo oxidase I – COI e subunidade ribossomal maior – 16S). As espécies de Crassostrea spp. puderam ser separadas sem ambiguidade pelo sistema PCR/RFLP desenvolvido no trabalho. O autor constatou que C. rhizophorae e C. brasiliana foram as populações naturais mais abundantes na costa brasileira e que parecem geneticamente estruturadas, com uma separação clara de estoques ao longo da costa. Uma técnica simples de PCR-RFLP usando a endonuclease Hae III foi descrita por Pie et.al. (2006) para discriminar as espécies de ostras cultivadas no Brasil (C. brasiliana, C. rhizophorae e C. gigas).
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Revisão taxonômica de Kanaima Distant (Hemiptera, Cercopidae, Ischnorhininae).

Revisão taxonômica de Kanaima Distant (Hemiptera, Cercopidae, Ischnorhininae).

Kanaima Distant,1909 (Tomaspidini) é caracterizado por incluir espécies de porte médio, com vértice grande, largo e levemente carenado no centro; tégminas com venação reticulada e proeminente na região apical; pernas moderadamente robustas, tíbias posteriores com 16 espinhos apicais, artículo basal dos tarsos com mais de 15 espinhos apicais distribuídos em três fileiras e muitas vezes ocultos por longas cerdas. O posclípeo inflado e sua forte inclinação para trás, constituem os principais caracteres das espécies do gênero. Em geral a coloração é escura, tendendo do castanho para o preto. Atualmente as espécies distribuem-se no Brasil e Argentina.
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Revisão taxonômica de Microlicia sect. Chaetostomoides (Melastomataceae).

Revisão taxonômica de Microlicia sect. Chaetostomoides (Melastomataceae).

De acordo com o último tratamento realizado por Cogniaux (1891), o gênero Microlicia apresenta três seções, Chaetostomoides (Naudin) Cogn., Pseudomicrolicia Cogn. e Microlicia, cuja circunscrição é baseada principalmente em características do hipanto. As espécies de Microlicia distribuem-se principalmente em Minas Gerais, Bahia e Goiás, com algumas ocorrendo no Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso e em menor número, no Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas e Rondônia. Apenas três espécies são encontradas no Peru, Bolívia, Venezuela e Guianas. No Brasil, as espécies ocupam, preferencialmente, os campos rupestres e adjacências, campos de altitude e campos limpos associados a cerrado formando, na maioria das vezes, grandes populações. O gênero atinge sua maior diversidade nos campos rupestres e formações associadas dos estados de Minas Gerais, Goiás e Bahia. O presente estudo tem como objetivo avaliar a taxonomia de Microlicia seção Chaetostomoides, fornecer o número correto de espécies e sinônimos, dados morfológicos para delimitação da seção, ilustração dos principais caracteres diagnósticos, bem como comentários sobre aspectos taxonômicos, de distribuição geográfica e limites entre as demais seções do gênero.
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Revisão taxonômica e análise filogenética de Heteroponerinae (Hymenoptera, Formi...

Revisão taxonômica e análise filogenética de Heteroponerinae (Hymenoptera, Formi...

Em 1959, Frei Thomas Borgmeier adiciona uma nova e peculiar espécie ao gênero, H. microps, conhecida até então da Região Sul do Brasil. Graças aos esforços bem sucedidos de coletores como Fritz Plaumann e Karol Lenko, o número de espécimes neotropicais de Heteroponera disponíveis para estudo foi substancialmente elevado nos anos seguintes às publicações de Brown e Borgmeier, até que em 1962, Frei Walter W. Kempf publica seus “Retoques à Classificação das Formigas Neotropicais do Gênero Heteroponera”. O estudo de Kempf consiste na definição mais precisa de duas espécies em particular: H. dolo (Roger) e H. dentinodis (Mayr), resultando no desdobramento de ambas; da primeira separa-se a nova espécie H. robusta, enquanto da segunda desmembram-se as novas espécies H. flava e H. mayri. Finalmente, Kempf esclarece a identidade de H. inermis (Emery), considerando H. schwebeli (Luederwaldt) seu sinônimo júnior. Além das alterações nomenclaturais, Kempf compila a bibliografia referente ao gênero, elabora uma chave de identificação para as espécies neotropicais e atualiza sua distribuição geográfica. Mais tarde, duas novas espécies neotropicais são descritas, H. monticola (Kempf & Brown, 1970) e H. georgesi (Perrault, 1998), mas até este momento, os trabalhos de Brown (1958a) e Kempf (1962) eram as fontes mais completas para a taxonomia de Heteroponera, embora consideravelmente defasadas.
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Filogenia e revisão taxonômica de Davilla Vand. (dilleniaceae)

Filogenia e revisão taxonômica de Davilla Vand. (dilleniaceae)

Material  examinado-­‐  Brasil.  Amanonas:  Amazônia:  Rio  Xeriuini,  6.7.1995,  Adalardo-­‐Oliveira,  A.  2675   (PORT).  Rio  Negro.  Mouth  of  Rio  Jauaperi,  25.6.1992,  Mori,  S.  22487  (PORT).  Rio  Negro  between  Ilha  Jacará   and  Airão,  11.10.1971,  Prance,  G.T.;  Maas,  P.J.M.;  Woolcott,  D.B.;  Coêlho,  D.F.;  Monteiro,  O.P.  &  Ramos,  J.F.   15086  (INPA,  K,  NY,  R,  US).  Lago  do  Castanho-­‐Mirim,  igarapé  Honorato  Pequeno,  21.6.1973,  Albuquerque,   B.;   Coelho,   L.   &   Mello,   F.   783   (INPA).   Rio   Negro,   Paraná   Tauatú,   acima   de   Manaus,   1   dia   de   viagem   em   motor   de   116   HP,   25.6.1979,   Maia,   L.A.;   Soares,   E.;   Ramos,   J.   &   Mota,   C.D.   17   (INPA).   Paraná   Tauatú,   ca.   100   km   NW   of   Manaus,   25.6.1979,   Alencar,   L.   17   (MG,   NY).   Rio   Xeriuini,   6.7.1995,   Adalardo-­‐Oliveira,   A.   2675   (NY).   Parque   Nacional   do   Jaú,   próx.   ao   acampamento   de   Monteiro,   descendo   o   rio   Jaú.   Floresta   de   Igapó.   Abundante   ao   longo   do   rio,   29.6.2000,   Souza,   M.A.D.   &   Pereira,   E.C.   1034   (IAN).   Próx.   ao   acampamento   de   Monteiro,   descendo   o   rio   Jaú,   29.6.2000,   Souza,   M.A.D.   &   Pereira,   E.C.   1034   (INPA).   Parque  Nacional  do  Jaú.  Alto  rio  Jaú.  Floresta  de  igapó.  Aprox.  2  m  acima  d'água,  em  sub-­‐bosque  ou  dossel.   Abundante   ao   longo   de   todo   o   rio,   30.6.2000,   Souza,   M.A.D.   &   Pereira,   E.C.   1046   (IAN,   INPA).   Jutai,   Rio   mutum,   tributário   do   Rio   Jutai,   Reserva   Cujubim,   29.3.2006,   Assunçãon,   P.   &   Zartman,   C.E.   1707   (INPA).   Tefé,   18.8.1947,   Black,   G.A.   1216   (IAN).   Tefé,   lado   esquerdo,   16.10.1975,   Coêlho,   D.   &   Damião,   C.   s.n.   (INPA).   Tefé,   Lago   Tefé,   northwest   shore,   11   a   14.12.1982,   Plowman,   T.;   Davis,   E.W.;   Cid   Ferreira,   C.A.;   Amaral,  I.L.;  Lima,  J.  &  Guedes,  J.  12472  (INPA,  NY).  Tefé,  Igarapé  Xidarini,  margem  direita  subindo  o  igarapé   após  a  cidade  de  Tefé.  Floresta  Amazônica  de  Igapó,  21.3.2011,  Fraga,  C.N.  3205  (RB).    
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Revisão taxonômica de Acianthera sect. Pleurobotryae (Orchidaceae, Pleurothallidinae).

Revisão taxonômica de Acianthera sect. Pleurobotryae (Orchidaceae, Pleurothallidinae).

Das nove espécies atribuídas ao gênero Pleurobotryum ou relacionadas a ele, hoje parcialmente alocadas em Aciantera sect. Pleurobotryae [Pleurobotryum atropurpureum Barb.Rodr., P. mantiquyranum (Barb. Rodr.) Hoehne, P. rhabdosepalum (Schltr.) Hoehne, P. subulifolium (Kraenzl.) Pabst, P. crepinianum (Cogn.) Hoehne, P. albopurpureum (Kraenzl.) Garay, P. hatschbachii (Schltr.) Hoehne, P. unguiculatum (Hoehne) Hoehne e Pleurothallis teretifolia Rolfe] apenas quatro podem ser claramente diferenciadas sendo os demais nomes sinônimos de espécies já conhecidas, ou não pertencem a esta seção, como é o caso de P. unguiculatum . O levantamento dos exemplares nos herbários consultados mostra que essa seção não é endêmica do Brasil como apontado anteriormente por diversos autores (Pabst & Dungs 1975, Barros et al. 2009, 2013), bem como amplia o conhecimento sobre sobre sua distribuição no território nacional. A escassez de materiais depositados nos herbários sugere que as espécies do gênero são raras na natureza e maiores estudos devem ser feitos a fim de averiguar seu real status de conservação, uma vez que nenhuma delas está relacionada em listas de espécies vegetais ameaçadas e, no entanto, entre todos os materiais examinados apenas um exemplar foi coletado no século XXI.
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Revisão taxonômica de Drymoluber Amaral, 1930 (Serpentes, Colubridae)

Revisão taxonômica de Drymoluber Amaral, 1930 (Serpentes, Colubridae)

Aos curadores e funcionários de todas as coleções que visitei e daquelas que emprestaram material para meus estudos: Guarino R. Colli, Marcela A. Brasil e Mariana C. M. Viana (Coleção Herpetológica da Universidade de Brasília); Paulo C. A. Garcia e Patrícia S. Santos (Coleção Herpetológica da Universidade Federal de Minas Gerais); Jacques H. C. Delabie (Coleção Zoológica Gregório Bondar); Francisco “Kiko” Luís Franco e Valdir José Germano (Instituto Butantan); Maria Rita. S. Pires e Bruna Imai (Laboratório de Zoologia de Vertebrados, Universidade Federal de Ouro Preto); Luisa Sarmento e Fabiano Lanschi (Museu de Biologia Mello Leitão); Gláucia Maria F. Pontes (Museu de Ciências e Tecnologia, PUC-RS); Luciana B. Nascimento (Museu de Ciências Naturais da PUC-MG); Hussam Zaher e Carolina Mello (Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo); Antônio J. S. Argôlo (Museu de Zoologia da Universidade Estadual de Santa Cruz); Renato Neves Feio (Museu de Zoologia João Moojen, Universidade Federal de Viçosa); Ronaldo Fernandes e Marcelo Gomes (Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro); Ana Lúcia C. Prudente, João Fabrício M. Sarmento, Alessandra Travassos e Paula C. R. Almeida (Museu Paraense Emílio Goeldi); Paulo S. Bernarde (Universidade Federal do Acre, Campus Floresta); Diva Maria Borges-Nojosa e Daniel C. Lima (Universidade Federal do Ceará); Marcos André Carvalho (Universidade Federal do Mato Grosso); Darrel Frost e David Kizirian (American Museum of Natural History, EUA); Alan Resetar e Kathleen M. Kelly (Field Museum of Natural History, EUA); Ronald Heyer, Kevin de Queiroz, Roy McDiarmid, George Zug, Addison Wynn, Kenneth Tighe, Jeremy F. Jacobs e Robert Wilson (National Museum of Natural History, Smithsonian Institution, EUA).
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Revisão Taxonômica de Algumas Espécies de Ravenelia em Leguminosas do Cerrado Brasileiro

Revisão Taxonômica de Algumas Espécies de Ravenelia em Leguminosas do Cerrado Brasileiro

A espécie R. lonchocarpi foi relatada em L. campestris por Lagerheim & Dietel (Dietel, 1894); em Lonchocarpus sp. por Jackson (1931); em L. latifolius HBK por Silveira (1951) e em L. nitidus Benth. por Lindquist & Costa Neto (1963), sendo todas as amostras coletadas no Brasil. Baxter (1968) fez uma revisão das espécies de Ravenelia ocorrendo em Lonchocarpus spp., e com isso examinou os aspectos nomenclaturais acrescentando detalhes morfológicos confirmados no presente estudo. De acordo com Baxter (1968), a descrição do urédio de R. lonchocarpi feita por Arthur (1925), baseou-se no estádio uredinial de Puccinia nephroidea Syd. Os dois urédios diferem quanto à base dos urediniósporos, mas as paráfises de P. nephroidea são de paredes relativamente finas, redondas nos ápices e septadas. As paráfises de R. lonchocarpi têm paredes grossas ou sólidas,
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Revisão taxonômica de Leptolobium (Papilionoideae, Leguminosae).

Revisão taxonômica de Leptolobium (Papilionoideae, Leguminosae).

Material selecionado: BOLÍVIA. Sandoval: Santa Cruz, San Matias, IV/1980, fr., Krapovickas & Schinini 36287 (NY). BRASIL. Bahia: Barra da Estiva, 17/I/2002, fl ., Rodrigues et al. 1315 (MIRR, UEC). Ceará: Araripe, s.d., est., Allemão & Cyneiros 442 (R). Distrito Federal: Brasília, 04/X/1965, fl . fr. imat., Irwin et al. 8939 (C, F, NY). Id., 24/X/1981, Pereira 118 (IBGE). Goiás: Itumbiara, 17/XI/1973, fl ., Hatschbach 33365 (C, NY, MICH, UEC). Maranhão: Santa Quitéria, 24/IV/1999, fl ., Líbano 11 (MG). Mato Grosso: Cáceres, 30/X/1985, fl ., Ferreira et al. 6561 (F, MICH, NY). Cuiabá: 07/III/1983, fr., Macedo & Assumpção 1748 (UEC). Mato Grosso do Sul: Selviria, 06/XI/1985, Martins et al. 68 (SP, UEC). Minas Gerais: Itutinga, 12/X/2001, fr., Rodrigues et al. 1207 (UEC). Jaboticatubas, 21/XI/2000, fl ., Rodrigues & Tozzi 1001 (UEC). Piauí: Piracuruca, 04/IV/2002, fr. imat., Rodrigues et al. 1476 (UEC). Rondônia: Vilhena, 31/X/1979, fl ., Nelson et al. 341 (NY). São Paulo: Mogi-Guaçu, 19/ XI/1980, fl ., Mantovani 1365 (NY, SP, UEC). Tocantins: Ilha do Bananal, 22/V/1979, Pires & Santos 16968 (MG).
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Scarabaeidae s. str. (Coleoptera: Scarabaeoidea) de um fragmento de Floresta Amazônica no estado do Acre, Brasil. 1. Taxocenose.

Scarabaeidae s. str. (Coleoptera: Scarabaeoidea) de um fragmento de Floresta Amazônica no estado do Acre, Brasil. 1. Taxocenose.

Canthidium Erichson (1847). Gênero com 153 espécies descritas, em situação sistemática semelhante a Ateuchus; uma revisão provavelmente criará alguns novos gêneros. A maior parte das espécies é também copro-necrófaga e vive em florestas ou savanas neotropicais, porém há diversas espécies carpófagas e micetófagas, e algumas com suspeita de mirmecofilia (Gill 1991, Vaz- de-Mello & Louzada 1997, Vaz-de-Mello et al. 1998). Canthidium gerstaeckeri Harold (1867) e C. splendidum Borre (1880) são citados pela primeira vez para o Estado do Acre, ocorrendo em outras localidades amazônicas.
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Diversidade de Scarabaeidae s. str. (Coleoptera) da Reserva Biológica Guaribas, Mamanguape, Paraíba, Brasil: uma comparação entre Mata Atlântica e Tabuleiro Nordestino.

Diversidade de Scarabaeidae s. str. (Coleoptera) da Reserva Biológica Guaribas, Mamanguape, Paraíba, Brasil: uma comparação entre Mata Atlântica e Tabuleiro Nordestino.

RESUMO. Diversidade de Scarabaeidae s. str. (Coleoptera) da Reserva Biológica Guaribas, Mamanguape, Paraíba, Brasil: uma comparação entre Mata Atlântica e Tabuleiro Nordestino. Os Scarabaeidae consomem fezes e carcaças de grandes vertebrados. Comunidades de escarabeídeos foram comparadas entre áreas de Mata e Tabuleiro da Reserva Biológica Guaribas, Mamanguape, Paraíba. As amostragens foram realizadas mensalmente durante o período de Novembro/2001 a Abril/2002 em áreas de Tabuleiro e Mata. Para coleta dos insetos foram utilizadas 24 armadilhas pitfall iscadas, 12 em cada área, sendo seis iscadas com fezes humanas e seis com fígado apodrecido. Na área de Mata foram coletados 15 espécies e 1298 indivíduos. Na área de Tabuleiro, 25 espécies e 2235 indivíduos. Onze espécies ocorrem conjuntamente nos dois ambientes, sendo 14 registradas apenas para o Tabuleiro e 4 para a Mata. Dichotomius sericeus (Harold, 1867) foi a espécie mais abundante nas duas áreas. A área de Tabuleiro apresentou maior riqueza, entretanto a Mata apresentou maior dominância. O compartilhamento de espécies comuns entre a Mata e o Tabuleiro confere a estes ambientes similaridade moderada.
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A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

112 - outubro especializados e assalariados, que se definiam como artistas, tendo como referência o passado de organização artesanal do trabalho, mas já enfrentando as vicissitudes do trabalhar para outrem em troca de um salário. Este segmento começara a ser mais claramente identificado, na Corte, alguns anos antes. Em 1858 ocorreu um movimento que ficou registrado como a primeira greve no Brasil, uma greve de tipógrafos, que reivindicando aumento salarial paralisaram o trabalho nas folhas diárias do Rio. Cientes do potencial do seu ofício, publicaram inclusive um jornal diário – o Jornal dos Tipógrafos –, das páginas do qual se extrai uma concepção sobre a especificidade do artista, trabalhador especializado que merecia ser mais bem tratado, pois portava a dignidade de um ofício. Mas, brotavam das páginas do jornal, também, as denúncias da exploração patronal dos trabalhadores submetidos ao assalariamento. A bancar o jornal e organizar os tipógrafos estava uma associação constituída com objetivos mutuais, a Imperial Associação Tipográfica Fluminense. 20
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EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

O transporte de cargas no Brasil emitiu 105,2 MtCO 2 e em 2015, o que correspondeu a aproximadamente metade das emissões do segmento de transportes ou um quinto das emissões do universo dos setores de Energia e PIUP. A elevada predominância do modal rodoviário no país, quando comparado a outros países de dimensões continentais (Figu- ra 10), explica, em grande medida, a enorme importância que o óleo diesel tem no consu- mo energético dos transportes e nas emissões de GEE relacionadas à energia, bem como a presença dos caminhões como principal fonte emissora, não apenas no segmento de transportes, mas no setor de energia como um todo. Basta ver que as emissões dessa ca- tegoria de veículos no Brasil (85,5 MtCO 2 e) são maiores, por exemplo, do que as emissões de toda a queima de combustíveis 4 no segmento industrial (71,8 MtCO
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Formas de resistência camponesa: visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

Formas de resistência camponesa: visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

A pesquisa, ainda incipiente, mostra a mobilização dos camponeses nessa época. As divisões entre as facções da classe dominante criaram fi ssuras na arquitetura do poder. No caso do campesinato, o PCB foi a primeira or- ganização política a incorporar o camponês como constituinte do partido. Na época da revolução de 1930, as Delegacias Estaduais de Ordem Política e Social (DEOPS), entidade policial criada em 1924, já estavam espalhadas pelo país. Em São Paulo, o DEOPS estava bem representado no interior do estado, e pesquisa realizada em seu arquivo mostra a presença do PCB nas fazendas e a adesão dos camponeses ao partido. Um só exemplo é a revista em quadrinhos, O Trabalhador Agrícola, publicada em dezembro de 1930. Uma página de imagens mostra um homem gordo, deitado em um sofá, fumando um charuto com a legenda, “Os senhores fazendeiros passam a vida de papo para o ar gozando... gozando...”. A imagem abaixo é de um camponês trabalhando de costas quebradas no sol quente e a legenda diz: “...de seus ‘servos’ e a elles pertencem as terras do Brasil...mas é precizo reagir!”. A terceira e última imagem na página é a de um camponês atirando com espingarda no fazendeiro gordo, correndo de medo com seus braços no ar. A legenda fi nal, em letras garrafais, diz: “CONFISCA AS TERRAS TRABALHADORES DO CAMPO”. O confi sco do documento pelo DEOPS e a presença da delegacia no campo demonstram, no mínimo, a preocupa- ção do Estado com a mobilização dos camponeses. A linguagem de Vargas demonstra, no mínimo, a decisão de desenvolver um projeto para controlar o processo da inclusão política dos camponeses.
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Revisão taxonômica e relações filogenéticas do grupo Acanthicus (Siluriformes,Lo...

Revisão taxonômica e relações filogenéticas do grupo Acanthicus (Siluriformes,Lo...

Diagnose. Spectracanthicus sp. “Tapajós” pode ser distinguido dos seus congêneres (exceto Spectracanthicus sp. “Tocantins” e S. murinus) pelo perfil pontudo do focinho em vista dorsal e pelo padrão de coloração marrom escuro sem pontos ou manchas (vs. com pontos pequenos claros em S. murinus, S. punctatissimus e Spectracanthicus sp. “Tocantins”; e manchas grandes brancos em Spectracanthicus sp. “bola branca”) e pelos dentes bastante finos (vs. maderadamente finos em S. punctatissimus e Spectracanthicus sp. “bola branca”; e robustos em Spectracanthicus sp. “Tocantins”). Outras sinapomorfias da espécie são: etmóide lateral retangular com expansão lateral curta ou ausente (vs. triangular com expansão ventro-lateral desenvolvida); nasal quadrangular, moderadamente alongado (vs. nasal alongado em forma de L); processo anterior do pterótico-supracleitro sem contato com a margem posterior da órbita (vs. grande contato com a órbita em S. murinus e pequeno contato nas demais espécies); expansão laminar posterior do EB4 ausente ou bastante curta (vs. presente ou curta); processo ventral do VCW aproximadamente retangular (vs. aproximadamente circular); área cartilaginosa do basipterígio curta (vs. alongada nas demais espécies, exceto em S. murinus); fenestra anterior à seção cartilaginosa grande (vs. pequena a média nas demais espécies, exceto em Spectracanthicus sp. “Tocantins”).
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