Top PDF Saúde ambiental: a importância dos fatores ambientais para a promoção de políticas pública de saúde

Saúde ambiental: a importância dos fatores ambientais para a promoção de políticas pública de saúde

Saúde ambiental: a importância dos fatores ambientais para a promoção de políticas pública de saúde

Este trabalho teve como temática analisar a importância das questões ambientais para a promoção da saúde, sendo relevante a percepção das interferências humanas no meio ambiente e das alterações nos padrões de algumas doenças. Sendo notável a importância da participação e da representação política da sociedade na busca dos direitos e dos deveres para a melhoria das condições sócio-ambientais, e de um ideal de sustentabilidade e saúde. Pensar nas questões ambientais, e no papel do Poder Público na prevenção do dano ambiental e a responsabilidade do Estado pela implementação de políticas públicas com o objetivo de preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais promovendo a saúde, garantindo condições sanitária fundamentais promovendo o bem estar físico, biológico e social do individuo abrangendo definições amplas de saúde. Defendendo a necessidade da participação da sociedade na proteção do meio ambiente e o controle da administração Pública através do Poder público para garantir a preservação do meio ambiente e a saúde da população. Como consequência e visando o equilíbrio ambiental, desencadeia-se o quadro de saúde da população, com visões mais ampliadas dos objetivos do saneamento como: proteger o ambiente; contribuir para o bem-estar social e promover o ser humano, acabam, com frequência refletindo-se em condições essenciais e direitos garantido a todos. Para isso, é necessário que se construa um novo modelo de desenvolvimento em que se harmonizem a melhoria da qualidade de vida das populações, a preservação do meio ambiente e a busca de soluções criativas para atender aos anseios de cidadãos de ter acesso a certos confortos da sociedade moderna, principalmente na promoção da saúde.
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Enfermagem e saúde ambiental: possibilidades de atuação para a promoção da saúde.

Enfermagem e saúde ambiental: possibilidades de atuação para a promoção da saúde.

Tem várias formas de participação, pois participação é consciência social, é poder opinar, dar sugestões, saber ouvir, refletir, dar sugestões, encaminhar propostas, discernir o que é melhor e votar, estando nos lugares onde há o processo de decisão coletiva. É a coisa mais importante que foi criada, porque descentralizou os trabalhos, é democracia, busca do consenso de forma trabalhada, é aglutinar forças para conseguir objetivos. Para haver participação efetiva, é preciso que as pessoas estejam presentes, envolvidas, informadas quanto às discussões para poder ter propostas de encaminhamentos. Então, participação está ligada ao nível de esclarecimento da população, as pessoas têm que entender porque estão ali. É um processo no qual o conhecimento é fundamental, pois você só participa se tiver conhecimento do que vai representar e discutir ter consciência da importância do seu papel para a tomada de decisão, saber que representa uma coletividade e não você mesmo é apresentar alternativas para atender a demanda da população.
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Geoprocessamento e a promoção da saúde: desigualdades sociais e ambientais em São Paulo.

Geoprocessamento e a promoção da saúde: desigualdades sociais e ambientais em São Paulo.

Inicialmente foram selecionadas algumas variáveis que permitissem a caracterização da inserção social da população. Para tanto, buscou-se identificar situa- ções de exposição a diferentes gradientes de condi- ções favoráveis à vida (chances de vida) e de risco para o adoecimento por agravos respiratórios, toman- do-se como foco o coletivo. As variáveis disponíveis no banco de dados fornecidos pelo IBGE, permitiram identificar um conjunto que pudesse retratar os as- pectos de inserção social dos sujeitos e um outro mais voltado para as condições ambientais do domicílio, dada a importância desses fatores no desencadea- mento dos agravos respiratórios. Os conjuntos de variáveis foram denominados indicadores de inser- ção social e de qualidade do domicílio e, ao final, compuseram o índice de potencial de exposição às condições de risco ambiental para as IRA na infân- cia. O esquema utilizado para a construção dos indi- cadores compostos que formaram a base instrumen- tal para a comparação dos setores censitários, visan- do à identificação das desigualdades sociais, poten- cialmente geradoras de iniqüidades em saúde, foi o seguinte:
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Estratégia sustentável de promoção da saúde pública

Estratégia sustentável de promoção da saúde pública

A consciência de que a agricultura e a saúde estão naturalmente ligadas constituiu o fundamento deste estudo. O trabalho desenvolvido teve como objetivo responder à questão - Qual é a importância da agricultura biológica na saúde pública? A metodologia utilizada para este estudo foi a exploratória, descritiva e reflexiva, com recurso a pesquisa bibliográfica com base em artigos científicos, livros de referência e documentos oficiais. A agricultura biológica é um modo de produção sustentável. Tem como princípios a preservação da natureza, a saúde das populações, ser economicamente viável e promover a justiça social. Aliar a agricultura familiar ao modo de produção biológica (Agricultura Familiar Biológica) terá um efeito potenciador em todos os pilares da sustentabilidade e na saúde pública. O aumento das doenças crónicas não transmissíveis, tais como, doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias, está relacionado com o tipo de dieta. O padrão alimentar mediterrânico é um modelo de alimentação que equilibra os benefícios nutricionais com a proteção ambiental estando em sintonia com os princípios da agricultura biológica. A saúde pública desenvolve a sua ação na promoção da saúde e na prevenção da doença. A saúde é influenciada por múltiplos fatores pelo que é determinante o contributo participativo das diferentes áreas do conhecimento e da sociedade como, por exemplo, a agricultura e a educação, na implementação de estratégias para a promoção da saúde. As evidências científicas permitem concluir que a agricultura biológica influencia positivamente a saúde pública. Na parte final deste trabalho, é proposto um modelo conceptual pictórico da relação entre a agricultura biológica e a saúde pública que pretende sintetizar as principais linhas orientadoras deste trabalho. Este modelo preconiza que a agricultura biológica é uma estratégia sustentável de promoção da saúde pública pelo que se propõe a inclusão da agricultura biológica como indicador de saúde pública. É fundamental investir na área da promoção da literacia em saúde, com o objetivo de sensibilizar a sociedade para a importância da agricultura biológica como estratégia sustentável de promoção da saúde pública.
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Promoção da saúde e qualidade de vida através da educação ambiental

Promoção da saúde e qualidade de vida através da educação ambiental

O Conselho Nacional do Meio Ambiente(CONAMA), que faz parte do Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA), foi criado pela Lei 6.938 de 31 de agosto de 1981 e tem o objetivo de auxiliar e propor ao Conselho de Governo e demais órgãos ambientais diretrizes e políticas ambientais e de deliberar sobre normas e padrões para um ambiente ecologicamente equilibrado e essencial à qualidade de vida. Com a necessidade da inclusão da educação ambiental em todos os níveis de ensino criou a Política Nacional do Meio Ambiente(PNMA) e reforçando essa tendência a Constituição Federal em 1988, no artigo 225 “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado,(...)impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.” No inciso VI do § 1º determina “promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente”(BRASIL, 1988).
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A humanização como dimensão pública das políticas de saúde.

A humanização como dimensão pública das políticas de saúde.

Falar de saúde como processo de produção é falar de uma experiência que não se reduz ao binômio queixa-conduta já que aponta para a multiplicidade de determinantes da saúde e pa- ra a complexidade das relações entre os sujei- tos trabalhadores, gestores e usuários dos ser- viços de saúde. O que se produz neste processo é a um só tempo a saúde e os sujeitos aí impli- cados. Por isso, falamos da humanização do SUS como processo de subjetivação que se efe- tiva com a alteração dos modelos de atenção e de gestão em saúde, isto é, novos sujeitos im - plicados em novas práticas de saúde. Pensar a saúde como experiência de criação de si e de modos de viver é tomar a vida em seu movi- mento de produção de normas e não de assu- jeitamento a elas. A contribuição de Cangui- lhem (1978) para o debate acerca da normati- vidade da vida é indispensável. Este autor nos indicou como a vida se define não por uma as- sujeitamento a normas e sim por uma produ- ção delas. A distinção proposta entre normali- dade e normatividade dá a direção para este debate acerca do tema da humanização como experiência concreta de um homem em proces- so de produção de si e de sua saúde. Por huma- nização entendemos, portanto, menos a reto- mada ou revalorização da imagem idealizada do Homem e mais a incitação a um processo de produção de novos territórios existenciais.
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UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA Doutoramento em Saúde Pública Especialidade em Promoção da Saúde Ramo Saúde Mental

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA Doutoramento em Saúde Pública Especialidade em Promoção da Saúde Ramo Saúde Mental

Um trabalho em promoção da saúde de base local e regional não pode deixar de exigir uma avaliação política e administrativa. O planeamento em promoção da saúde deve incluir: 1) um olhar para os aspectos políticos e administrativos da comunidade local e/ou regional antes da implementação da ação, de forma a garantir o sucesso da mesma; 2) um olhar para as barreiras organizacionais que afectam a aplicação do programa, de forma a garantir a sua exequibilidade e 3) um olhar para as políticas que apoiam o programa e para aquelas que precisam de ser mudadas, criando uma estrutura de suporte que seja efetivamente promotora da execução das estratégias de promoção da saúde, também do ponto de vista político e organizacional a nível local e regional. Foi nesse sentido que o PLPSMA foi apresentado ao NESCFA e ao plenário da CSFA. A apreciação do PLPSMA corresponde ao términos destes estudo, mas não ao final da IPBC, que, por definição, é cíclica e continuamente adaptada à sua comunidade (Minkler & Wallerstein, 2008). A implementação do Programa irá suceder à rigorosa estruturação das ações que se deseja levar a cabo, garantindo um orçamento que garanta a viabilidade dessas ações, bem como a organização e a execução das ações de formação necessárias ao sucesso das intervenções e a um plano de monitorização e de garantia da qualidade. Este último permitirá a necessária avaliação do processo. Neste interessa realçar, entre outros aspectos, de que forma os fregueses irão participar no planeamento (orçamento municipal participativo ou colaboração na gestão do espaço público por associações de moradores, por exemplo) no delineamento das ações a tomar, bem como nas decisões adequadas á promoção da sua saúde e da saúde da comunidade que os envolve.
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Da Saúde Pública às Políticas Saudáveis — Saúde e Cidadania na Pós-modernidade.

Da Saúde Pública às Políticas Saudáveis — Saúde e Cidadania na Pós-modernidade.

Ferraz (1993) chama a atenção para a base conceituai da proposta "em muitos aspectos semelhante à abo rdagem da medicina e da epidemiologia social no Brasil (...), por exemplo no[r]

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Odontologia e Saúde Suplementar: marco regulatório, políticas de promoção da saúde e qualidade da atenção.

Odontologia e Saúde Suplementar: marco regulatório, políticas de promoção da saúde e qualidade da atenção.

Resumo A partir do marco regulatório e de um panorama da odontologia na saúde suplementar, este artigo discute as especificidades do setor odon- tológico no que se refere às políticas de promoção da saúde e qualidade da atenção à saúde propostas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A atuação do Estado na saúde suplementar se dá a partir das leis 9.656/98, que define relações entre operadoras, produtos e seus beneficiários e 9.961/2000, que cria a ANS. Concomitantemente, houve elevado crescimento da odontologia no se- tor, por conta de mudanças no exercício liberal da profissão, trazendo a necessidade de conhecer a ló- gica de organização dos serviços quanto à assistên- cia prestada e ao modelo de atenção praticado. A ANS desenvolve ações para estimular as operado- ras na implantação de programas de promoção da saúde, na busca por um modelo de atenção inte- gral. Ao mesmo tempo, promove a Política de Qua- lificação na saúde suplementar, com ênfase na di- mensão assistencial, porém na odontologia o enfo- que da avaliação ainda é o atendimento individu- al e fragmentado. Por fim, o grande desafio da odon- tologia passa pelo seu fortalecimento enquanto política de saúde pública, acessível a toda a popu- lação, e pela qualificação da atenção odontológica na saúde suplementar.
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Conselhos tutelares e psicologia: políticas públicas e promoção de saúde.

Conselhos tutelares e psicologia: políticas públicas e promoção de saúde.

A queixa principal da população era a falta de vaga em creches ou escolas. De acordo com um levantamento dos atendimentos realizados em 2005 pelos conselheiros, verificou-se que, dos 1971 casos atendidos, aproximadamente 48,7% estavam relacionados à educação, e destes, 50,6% relacionavam-se a pedidos de vaga em creches; 31,6% dos casos atendidos referiam-se a problemas familiares, como conflito entre os membros, problemas de saúde, comportamento e outros; e 19,7% referiam-se a casos de violência, em sua grande maioria à maus-tratos e negligência. Pôde-se também observar que por trás dos pedidos de vagas existiam muitos outros problemas, como conflitos familiares e situações de violência. Na maioria dos casos atendidos, pôde-se notar alguma violação dos direitos básicos, como moradia, educação, saúde, e alimentação, o que Sales (2007) nomeia de cultura de violência, ligada ao processo de formação da sociedade brasileira e à nossa rarefeita cidadania, principalmente nas classes trabalhadoras, em que o Estado só garante direitos em situações-limite - isto quando o faz. Essa violência sofrida, pela não garantia de seus mínimos direitos, faz com que a violência se torne uma vivência cotidiana nas periferias dos grandes centros urbanos.
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A 'nova' saúde pública e a promoção da saúde via educação: entre a tradição e a inovação.

A 'nova' saúde pública e a promoção da saúde via educação: entre a tradição e a inovação.

A pesar de que las propuest as de la ‘nueva salud pública’ enfat izan la noción de prom oción de la salud com o in v er sión en la au t on om ía d el ‘p ú b lico’ y ar g u m en t an en f av or d e la cen t r alid ad d e las con d icion es sociales en la det er m inación de la salud, la educación en salud per m anece, gener alm ent e, cent r alizada en la responsabilidad individual y en la prevención de enferm edades. Est e art ículo levant a esas cuest iones, present ando las propuest as de la prom oción de la salud, surgida en la década del 70 com o principal est rat egia de la llam ada ‘nuev a salud pública’. Apoy ado en una r ev isión de la lit er at ur a, clasificada de acuer do con los int er eses del lev an t am ien t o pr et en dido, el ar t ícu lo an aliza, t am bién , la aplicación de esas pr opu est as en el cam po de la educación en salud. La j ust ificat iv a par a buscar en la lit er at ur a una fundam ent ación que dé cuent a de est e an álisis est á cen t r ada en la r elev an cia de las t em át icas t r at adas par a la pr áct ica de la en f er m er ía y en la r est r ict a pr oducción de apr ox im aciones t eór icas sobr e la pr om oción de la salud y la educación en salud por par t e de las enfer m er as.
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A Importância das Ligas Acadêmicas na Formação Profissional e Promoção de Saúde

A Importância das Ligas Acadêmicas na Formação Profissional e Promoção de Saúde

Na maioria das universidades a criação de novas LA depende exclusivamente do interesse e motivação por parte dos alunos, destacando a necessidade de regras claras e bem estabelecidas para direcionar a sua criação (PEGO-FERNANDES;  MARIANI, 2010). Estas atendem, também, a proposta de promoção da saúde, como modelo institucionalizado pelo Ministério da Saúde em meados de 1998 a 1999, que tem por objetivo, além de promover a saúde da população, trabalhar na prevenção, recuperação, reabilitação e manutenção da saúde da comunidade (BUSS, 2009).
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A IMPORTÂNCIA DE INICIATIVAS DE PREVENÇÃO E PROMOÇÃO  DA SAÚDE EM DIABETES MELLITUS

A IMPORTÂNCIA DE INICIATIVAS DE PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DA SAÚDE EM DIABETES MELLITUS

desenvolvimento. A abordagem singular e personalizada para cada paciente de acordo com o risco que apresenta é um assunto que ainda precisa ser melhor explorado pela comunidade científica, a fim de descobrir-se se é mais efetivo do que abordagens generalizadas, as quais são mais comuns atualmente, porém não exclui a necessidade de trabalhar a percepção que a comunidade escoar e seus familiares possuem da doença, para que as medidas efetivas de promoção, prevenção e tratamento ocorram de forma concreta. A busca ativa e insistente por pacientes também se mostra importante, pois quando resolvem procurar atendimento médico, podem já ter complicações da doença. Por fim, é de extrema importância ressaltar o papel de projetos que envolvam alunos de medicina, e de outras áreas da saúde, desde os períodos iniciais em ações da atenção primária, para que possam, através dessa experiência, perceber sua pertinência e dar continuidade a essas iniciativas.
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Promoção e educação em saúde no âmbito da Escola de Governo em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública.

Promoção e educação em saúde no âmbito da Escola de Governo em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública.

O “a g g i o rn a m e n t o” das in stituições acad êm icas está en tre seu s p rin cip ais desafios em um tem - p o d e rá p id a s m ud an ças so cia is c o m o as q u e se ve rificam n este fin al de sécu lo. No caso d as e sc ola s d e sa ú d e p ú b lica, c u jas fu n çõ es c en - t rais são a cap acitação d e recu rsos h u m an os e a p esqu isa e o desen volvim en to d e tecn ologias, além d a ação p olítica n o in terior da socied ad e, e sta n ec essid a d e d e c on sta n te a tu alizaç ã o f ren te à con ju n tu ra cresce d e im portân cia. Is s o p o rqu e p recisam n ão só aten d er às áreas cie n - tífica e acad êm ica, com o tam bém resp on d er as dem and as do sistem a d e saúde, p rin cip al u suá- rio dos recursos hu m an os capacitados e dos co- n h ecim en tos e tecn ologias que elas p ro d u ze m . O p róp rio objeto da saúd e p úb lica, além d a su a p r á tica e d os m ét od os e t éc n ic as p o r e la u t i l i z a d o s, encon tra-se em tra n s f o rm ação c o n s- t a n t e. No n ível ep istem ológico, a re c o n s t ru ç ã o d a saú d e p ú b lica p a ssa p or su p e ra r as falsas op osições en tre teor ia e p r ática , objeto e con - t e x t o, in d ivid u al e c oletivo, p e ssoa e p op u la- ç ã o, b iológico e social, qu an titativo e q ualitati- vo, d esc ri t i vo e an alítico, c on cre to e a b stra t o ; “... n a esfera m etod ológica , bu sca -se a h ibrid i- z ação d as est ra tégia s ex t e n s i vas de in ve s t i g a ç ã o com t écn ica s qu a lit a t iva s ...; e n o ca m p o d a p rática d a sa ú d e p ú blica, p ro c u ra-se a re d e f i n i- çã o d e m od elos orga n i z a t iv os e de est ra t é g i a s s a n i t á r i a s” (Sán ch ez et al., 1998).
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Fatores terapêuticos identificados em um grupo de Promoção da Saúde de Idosos .

Fatores terapêuticos identificados em um grupo de Promoção da Saúde de Idosos .

O objeivo do estudo foi ideniicar fato- res terapêuicos presentes em grupo de promoção da saúde de idosos. Estudo descriivo exploratório com abordagem qualitaiva, cujos dados foram coletados por meio de grupos focais realizados com paricipantes do grupo e suas coordena- doras, entre dezembro de 2010 e abril de 2011. Os dados foram submeidos a análise de conteúdo, modalidade temái- ca. Os achados mostraram convergência de respostas entre os participantes da pesquisa, indicando ressonância e com- plementaridade na identificação dos fatores terapêuicos coesão, insilação de esperança, socialização, comparilhamen- to de informações, fatores existenciais, altruísmo, aprendizagem interpessoal e universalidade. A ideniicação desses vá- rios fatores no grupo estudado comprova seu potencial terapêuico, especialmente por atender as necessidades dos idosos, mantê-los saudáveis, fortalecer o seni- mento de amor pela vida e pertença a um grupo social.
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Bromélia: promoção da biodiversidade x riscos à saúde ambiental

Bromélia: promoção da biodiversidade x riscos à saúde ambiental

A degradação do meio ambiente tem como uma de suas consequências o aumento nos índices de doenças ocasionadas por vetores como mosquitos, ratos, pombos, entre outros. Alguns animais, em especial, alguns insetos, têm a capacidade de carregar em seus organismos vírus, bactérias e protozoários que em um meio impactado podem se tornar um risco à população por transmitirem doenças; sendo que esses vetores vêm aumentando principalmente pelo desmatamento e crescimento dos centros urbanos, tornando nosso meio cada vez mais vulnerável a impactos que refletem diretamente na saúde pública.
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Políticas públicas de promoção da saúde no Brasil: análise dos Programas Academia da Saúde e Vida Saudável

Políticas públicas de promoção da saúde no Brasil: análise dos Programas Academia da Saúde e Vida Saudável

Resumo: A Política Nacional de Promoção da Saúde (PNaPS) foi implantada em 2006, com o intuito de auxiliar a campanha de combate as doenças não transmissíveis juntamente com o Sistema Único de Saúde (SUS). A partir de 2014 foi reformulada e teve a inserção de programas voltados ao sedentarismo, tabagismo e má alimentação, visando auxiliar na promoção da qualidade de vida da população brasileira. O objetivo da presente investigação foi analisar os programas de promoção da saúde, em especial os programas Academia da Saúde e Vida Saudável, a fim de identificar a oferta de políticas públicas nessa área, sua organização e público-alvo atendido. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica e documental. Os resultados indicam que os programas de promoção da saúde no Brasil são viáveis para a melhora do estado de saúde dos sujeitos sociais, contudo é necessário maior fiscalização dos meios públicos, quanto à organização, financiamento e a inserção de profissionais vinculados ao trabalho de cada programa ofertado nessa política.
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Promoção da saúde ocular e prevenção precoce de problemas visuais nos serviços de saúde pública.

Promoção da saúde ocular e prevenção precoce de problemas visuais nos serviços de saúde pública.

Com relação ao conteúdo cognitivo (Tabela 2), no que dizia respeito à “Idade na qual se completa o de- senvolvimento visual”, verificou-se que 82,0% (50) dos pediatras pesquisados erraram ou não souberam respon- der esta questão. As crianças na faixa etária de 0 a 7 anos (fase em que ocorre e se completa o desenvolvimento do aparelho visual) são levadas aos pediatras com maior freqüência em relação a outras idades. Portanto, promoção da saúde ocular e prevenção precoce de pro- blemas visuais deveriam ocorrer nesta fase. Pelos resul- tados obtidos, a maioria dos pediatras pesquisados desconheciam a idade em que se completa o desenvol- vimento visual. Pode-se inferir que não sabiam, portan- to, desconheciam o período da vida da criança em que devia atuar no sentido de prevenir a instalação de problemas visuais irreversíveis.
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XII CURSO DE MESTRADO EM SAÚDE PÚBLICA Área de Especialização em Promoção e Protecção da saúde

XII CURSO DE MESTRADO EM SAÚDE PÚBLICA Área de Especialização em Promoção e Protecção da saúde

Para além destas causas que têm um efeito directo sobre a fertilidade do casal, existem ainda determinantes biológicos e comportamentais que afectam a capacidade de êxito numa gravidez. Nestes encontramos, como já referido, o adiamento da idade procriativa nas sociedades mais modernas para idades em que biologicamente a mulher é menos fértil, a alimentação, o consumo aumentado de substâncias tóxicas, tais como álcool, tabaco, estupefacientes, fármacos e outras drogas, associado ao aumento do número de casos de estados de ansiedade e depressão, por vezes com repercussões psicossomáticas ainda de difícil sinalização clínica (Remoaldo et al, 2004; Rodrigues, 2011). De referir também a influência de determinantes socioeconómicos tais como (Caleiro, 2008) evoluções demográficas ao longo dos tempos (envelhecimento da população, desertificação de algumas regiões do país, aumento do número de divórcios), acessibilidade aos serviços de saúde, o uso generalizado de contraceptivos, a mudança do conceito de “valor” na sociedade actual, com a materialização de bens como objecto de satisfação pessoal. Certamente por detrás de alguns destes factores, está a força económica, que condiciona de modo decisivas mudanças sociais.
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O papel do Médico de Saúde Pública nas Políticas Públicas

O papel do Médico de Saúde Pública nas Políticas Públicas

De acordo com a definição do Grupo de Avaliação das Nações Unidas (UNEG - United Nations Evaluation Group) , adotada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).. Com o apoio técnico da Org[r]

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