Top PDF Sexual: o contemporâneo da psicanálise.

Sexual: o contemporâneo da psicanálise.

Sexual: o contemporâneo da psicanálise.

O sonho, portanto, como realização de desejo* – infantil, diga-se de passagem, o que mostra a infância originária inarredá- vel ao sujeito e ao seu tempo coevo –, tem, em sua dimensão pre- sente, algo de sua inescapabilidade, ao mesmo tempo que é algo ina- preensível pelo tempo da vigília: o narrar do sonho não se dá sem deixar restos, da mesma forma que aquilo que resta, enigmático (o umbigo do sonho, Nabel des Traums, de que falava Freud), é justa- mente o vazio agudo em torno do qual o texto onírico se estrutura. Não é por menos que Freud diz que o inconsciente é atem- poral, no sentido em que não tem nenhuma relação com o tempo [keine Beziehung zur Zeit]. O que está em jogo nessa operação entre inconsciente e tempo é, para retomarmos os termos de Agamben* sobre o contemporâneo, “uma singular relação”: na esteira de Lacan, chamemo-la rapport [Verhältnis], isto é, uma relação pautada pela escrita (uma relação que se escreve) – diferente, portanto, da rela- ção enquanto relation [Beziehung]. Ora, entre tempo e inconsciente, não há, portanto, relação, mas isso não no sentido em que se fala que não há relação sexual (aforismo lacaniano no qual, segundo o próprio autor, deve-se ler Verhältnis, e não Beziehung, uma vez que o que não há é a escrita do ato sexual, rapport, e na medida em que sua formalização é pura impossibilidade lógica). Na instância do desejo e das letras que escrevem suas articulações, “um homem inte- ligente pode odiar o seu tempo, mas sabe, em todo caso, que lhe pertence irrevogavelmente, sabe que não pode fugir ao seu tempo”* do mesmo modo que não pode fugir ao seu inconsciente: isto é, por mais advertido que o sujeito esteja quanto ao fato de que, para ele, há desejo, este lhe é incontornável. Dito ainda de outro modo: é inescapável o fato de que nele há algo que se impõe, que age a despeito da sua vontade, e que marca – para além da divisão entre um corpo e outro –, a própria divisão entre aquele que, ao falar de si, é de um outro que estará falando.
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Desafios ao psicanalista contemporâneo : empreendedorismo e produção de conhecimento em psicanálise

Desafios ao psicanalista contemporâneo : empreendedorismo e produção de conhecimento em psicanálise

pela Análise de Conteúdo a posteriori de Bardin (2011) através da releitura de Moraes (1999). Foram construídas quatro categorias finais: Incompletude e abertura da Psicanálise: o valor do legado de Freud; A clínica psicanalítica atual: exigência de trabalho ao psicanalista; O ouro da Psicanálise e O enfrentamento do mal-estar próprio da Psicanálise: riscos e potenciais. Concluiu-se ser pertinente ao analista contemporâneo manter as características do pensamento complexo que distingue a Psicanálise e fomentar o diálogo com outros saberes. Os achados deste estudo permitiram definir como empreendedorismo o trabalho criativo do psicanalista diante dos desafios e impasses clínicos e nomear como um analista contemporâneo aquele que, compromissado com o legado freudiano, inquieta-se frente aos interrogantes e produz conhecimento para o avanço e devir da Psicanálise. Mostrou-se relevante que uma formação analítica possa despertar a capacidade criativa e inventiva de um analista. Na segunda seção empírica, optou-se por trabalhar o material oriundo de entrevistas realizadas com três participantes – psicanalistas brasileiros – que realizaram a qualificação profissional também por meio da efetiva realização de Doutorado. Essas entrevistas foram trabalhadas com a Análise de Conteúdo a priori de Bardin (2011), e as categorias definidas: A exigência de trabalho à teoria psicanalítica; A especificidade do método psicanalítico e A técnica psicanalítica e os recursos de investigação do psíquico. Abordaram-se as transformações da Psicanálise como teoria, método e técnica. Evidenciou-se a importância de ser o analista e sua resposta aos desafios clínicos os elementos essenciais no projeto contemporâneo para a Psicanálise.
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A psicanálise e o dispositivo diferença sexual.

A psicanálise e o dispositivo diferença sexual.

De fato, se compreendermos a lei como uma estrutura anterior e transcendente às manifestações sociais, políticas e necessariamente históricas, o simbólico na sua versão diferença sexual será apresentado como uma força que não poderá ser modificada e subvertida sem a ameaça de psicose ou perversão. Ao contrário, se compreendermos a lei como algo que é vivido e constantemente reiterado de forma imanente às relações de poder, as possibilidades de modificação e subversão, inclusive do simbólico, não neces- sariamente significarão uma ameaça à cultura e à civiliza- ção. Nesse sentido, seria importante que a psicanálise pudesse estabelecer uma relação mais produtiva com as novas formas de construções de gêneros na cultura contem- porânea, em que as diferenças, singularidades e alteridades estendem e subvertem os limites do simbólico e da própria teoria psicanalítica. Isso significa problematizar determina- dos temas, considerados uma espécie de tabu na teoria psicanalítica, e promover uma abertura para o diálogo com a filosofia pós-metafísica – particulatmente Foucault, Deleuze e Guatari –, o que permitiria a efetivação de uma crítica ao conceito de sujeito, ao lugar transcendente da lei e da figura paterna, como também o redimensionamento do corpo e dos afetos diante da primazia da linguagem. 53
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Abuso sexual: do que se trata? Contribuições da psicanálise à escuta do sujeito.

Abuso sexual: do que se trata? Contribuições da psicanálise à escuta do sujeito.

O artigo é parte da Dissertação de Mestrado “O sujeito abusado da psicanálise”. A partir de uma revisão crítica da bibliografia sobre o tema do abuso sexual, enfatiza a questão do manejo psicanalítico nesses casos e pretende sustentar um diálogo da psicanálise com outros campos de saber, diferenciando a proposta psicanalítica das demais abordagens encontradas na literatura. A tendência contemporânea de normalização e patologização dos casos é outro ponto de questionamento. Tendo como premissa que o manejo clínico não se define previamente à escuta do sujeito, sem levar em conta sua responsabilidade pelo que lhe ocorreu, verificamos que, muitas vezes, em nome de uma “cientificidade” e do “bem-estar” da criança, corre-se o risco de reforçar uma dimensão policial, de vigilância administrativa, e deixar de lado a implicação subjetiva de cada um.
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O sujeito contemporâneo no discurso de alguns autores da psicanálise

O sujeito contemporâneo no discurso de alguns autores da psicanálise

Com diversos trabalhos buscando compreender quais as mudanças ocorridas nas subjetividades ditas contemporâneas, buscamos delimitar o que diziam os autores que advogavam existir uma nova subjetividade nos tempos de hoje. Partindo de uma breve revisão bibliográfica sobre o tema selecionamos de três autores (Joel Birman, Nahman Armony e Jean- Pierre Lebrun) um livro que analisamos detidamente buscando delimitar, em seus discursos, quais os lugares eram configurados para este sujeito, a cultura, a família, o psicanalista etc. Este trabalho analítico foi realizado segundo a Análise Institucional do Discurso (AID) que nos permitiu trabalhar os textos de um ponto de vista pragmático, o que, entre outras coisas, nos possibilitou tratar os autores psicanalíticos sem assumirmos os pressupostos da psicanálise. O trabalho alcançou resultados em duas frentes: mostrou algumas das estratégias discursivas utilizadas pelos autores para legitimarem suas conclusões e concluiu que o sujeito contemporâneo nestes autores é sempre descrito de forma naturalizada, como uma versão que tem algo a mais ou a menos que o “sujeito clássico” atribuído à época freudiana. Nos textos Birman e Lebrun a análise mostrou que o sujeito agora, nestes discursos, não teria mais aquilo que define o “sujeito de fato”, enquanto no texto de Armony o sujeito é delineado como aquele que enfim pôde se desenvolver de forma plena, o “borderline brando”. Para além das argumentações teóricas, tais conclusões são sustentadas pela construção de um lugar privilegiado para o autor, nos discursos analisados o lugar do autor é um lugar de fala privilegiado, o lugar de quem sabe o que diz, que vê “além das aparências”, que é erudito, que é um clínico experiente; este lugar, mais que qualquer articulação teórica ou demonstração clínica, é o suporte das afirmações presentes dos textos analisados.
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Hans Sperber e Freud: a origem sexual da linguagem humana e a psicanálise

Hans Sperber e Freud: a origem sexual da linguagem humana e a psicanálise

Respondemos, assim, ao nosso questionamento sobre o porquê da presença tão intensa da linguagem humana oral articulada na Psicanálise ao recuperarmos as hipóteses de Sperber aqui desenvolvidas. Freud desvia-se para a linguagem lato sensu, para a linguagem onírica, a das ‘traduções’ entre os diversos níveis do aparelho psíquico, mas dá o crédito fundamental à linguagem humana oral articulada com a regra fundamental da sessão de análise. Essas associações, que guardam um paralelo com os desdobramentos dos campos semânticos de Sperber, que derivam em primeira instância do que é dito oralmente num processo analítico, manteriam algo desse significado, dessa força, dessa energia sexual primeva, em primeiro lugar na palavra oral, falada, que se transmite pelo ar e é descodificada pelo ouvido. Se tal força se revela na linguagem lato sensu, esse processo não deve ser entendido como primário, mas como um desdobramento distante do original.
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Religião e psicanálise no Brasil contemporâneo: novas e velhas Weltanschauungen.

Religião e psicanálise no Brasil contemporâneo: novas e velhas Weltanschauungen.

Uma outra dimensão extremamente importante das relações entre psicanálise e religião no Brasil hoje é a da já citada “psicanálise didática cristã”. São assim nomeadas as iniciativas que associam o treinamento em psicanálise e o uso de terapias psicanalíticas a contextos religiosos mais ou menos explícitos. A pesquisa de Carvalho tem se centrado na compreensão desse universo, por meio de redes sociais aglutinadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, embora reme- tam para um contexto nacional. Trata-se de compreender o investimen- to de pastores evangélicos nos saberes e nas práticas psicanalíticas atra- vés de novos cursos de psicanálise com tempo reduzido de formação. Esse fenômeno tem suscitado inúmeros casos jurídicos e institucionais que o transformaram numa das questões mais polêmicas do campo “psi” brasileiro contemporâneo 7 .
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Diversidade sexual e política eleitoral: Analisando as candidaturas de travestis e transexuais no Brasil contemporâneo.

Diversidade sexual e política eleitoral: Analisando as candidaturas de travestis e transexuais no Brasil contemporâneo.

Resumen : Este artículo tiene como objetivo debatir la participación de LGBT en la política ins- titucional brasileña, focalizando en las candidatas que se autoidentifican como travestis/tran- sexuales. En primer término, se hace una revisión del debate académico sobre representación política y representación descriptiva. Utilizando datos cuantitativos, se investiga el perfil social de dichas candidatas (sexo, edad, escolaridad, ideología política, performance electoral, etc.), contrastándolas con candidatos LGB. Luego, se analiza cualitativamente el material de cam- paña de las canditatas trans (banners, websites, blogs, perfiles de Facebook/Twitter, videos online). Los datos cuantitativos y cualitativos han contribuido a responder algunas cuestiones: a) ¿Cuáles son las semejanzas/diferencias entre los perfiles sociales de las candidatas trans y LGB? b) ¿Tienen las candidatas trans un involucramiento previo con el activismo político LGBT o estamos frente a un nuevo tipo de compromiso en la política sexual? c) ¿Se valen estas candidatas de la identidad travesti/transexual (y sus experiencias de discriminación) como un tipo de capital político? Y d), ¿sus propuestas políticas están comprometidas con las demandas del activismo LGBT?
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A Medusa e o gozo: uma leitura da diferença sexual em psicanálise.

A Medusa e o gozo: uma leitura da diferença sexual em psicanálise.

No฀que฀diz฀respeito฀diretamente฀à฀sexualidade฀masculina,฀o฀horror฀à฀pas- sividade฀ é฀ uma฀ de฀ suas฀ características.฀ Na฀ passagem฀ pelo฀ Édipo,฀ a฀ posição฀ passiva฀ pode฀ se฀ confundi[r]

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Rev. Estud. Fem.  vol.24 número1

Rev. Estud. Fem. vol.24 número1

Uma nova fronteira de tensão entre a psicanálise de Millot e Butler com relação à indicação de cirurgia de redesignação sexual é apontada por Porchat. Millot advoga que é necessário um diagnóstico com relação à posição do sujeito em relação à castração simbólica, com a finalidade de avaliar as possibilidades de passar pela cirurgia sem surtar. O que Millot aponta é que, nas estruturas neuróticas, as oscilações da identidade de gênero são tributárias do caráter simbólico da identidade. Essas oscilações podem causar mal- estar, mas não há garantias de que com uma cirurgia essa identidade vá se fixar, pois se trata de uma questão de ordem simbólica, e não do corpo biológico. Isso seria diferente na estrutura psicótica, nos casos em que a identidade de gênero fosse da ordem delirante. Se a característica na neurose é duvidar, pela permanente substituição significante na ordem simbólica, na psicose o delírio fixa significações, por isso o caráter de certeza. Porchat diz que alguns psicanalistas, e aqui se refere à Millot e a Calligaris (p. 111), afirmam que a cirurgia em pessoas nas quais a identidade sexual é da ordem do delírio pode operar produzindo um efeito de estabilização na estrutura, diminuindo o risco de surto psicótico. O problemático, segundo a autora, teria sido o efeito do livro de Millot – Extrasexo –, no qual aparecem esses argumentos, sobre a comunidade psicanalítica. Um efeito de associação da transexualidade com patologia. Frente a esta problemática das cirurgias de redesignação sexual, que aponta quanto as pessoas buscam adequar-se à norma, Butler, segundo Porchat, propõe o cultivo das desidentificações coletivas, o que, segundo ela, poderia redundar em uma (re)conceitualização de quais são os corpos que importam.
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PSICANÁLISE, GÊNERO E SEXUALIDADE

PSICANÁLISE, GÊNERO E SEXUALIDADE

Para Lacan (1985 Apud Ceccarelli, 2010 ) "a teoria lacaniana critica radicalmente a utilização da noção de “gênero” alegando que tais noções não levam em conta a identidade sexual -construção imaginária- se constitui pela articulação do real e do simbólico. Uma vez que o real do sexo é inacessível, o essencial para a construção da identidade sexual é que ela seja simbolicamente reconhecida pela palavra do outro, encarnada por quem acolhe a criança no mundo. Esse reconhecimento inscreverá o recém nascido na função fálica e transformará a criança em ser falante, homem ou mulher. Nada, no psiquismo, permite que o sujeito se situe como macho ou fêmea, é do outro que o ser humano aprende, peça por peça, o que fazer como homem ou mulher."
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Marcus Cesar Ricci Teshainer

Marcus Cesar Ricci Teshainer

Pode-se entender que, na história, há a passagem do poder negativo, ou seja, um poder que nega a vida, para um poder afirmativo da vida. Porém, à custa dessa afirmação, nunca se matou tanto. Populações inteiras foram sacrificadas. As guerras deixaram de ser travadas em nome da defesa de um soberano e passaram a visar valoração da existência de todos. Dizima-se uma população inteira para que outra possa continuar a existir. Para gerir uma determinada vida ou raça, regimes políticos promovem guerras que causam a morte de muitos. O que está em jogo é a soberania de uma determinada raça, a eleição de uma determinada vida, que é, metaforicamente, melhor de ser vivida. Esse é um tema muito contemporâneo; vemos nas disputas do Oriente Médio questões relacionadas à valoração de um tipo de raça, e de um tipo de vida definindo guerras e ataques. As vidas, em um discurso subliminar, valem menos do que o petróleo afinal, a vida ocupa um lugar estratégico na gestão dos governos.
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Romances psicanaliticos e a cultura da psicanalise : fato em ficção

Romances psicanaliticos e a cultura da psicanalise : fato em ficção

セッ@ âmbito do debate sobre o discurso acerca da psicanálise, ou dos diferentes discursos resultantes de análi se dos romances que caracterizam a psicanálise como [r]

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SOBRE O POSSÍVEL PARENTESCO ENTRE O CANALHA E O PSICOPATA

SOBRE O POSSÍVEL PARENTESCO ENTRE O CANALHA E O PSICOPATA

Ágora (Rio de Janeiro) v. XXI n. 2 mai/ago 2018 244 - 254 247 Retomando a questão da canalhice, Lacan diz que uma análise não seria aconselhável a um canalha, especialmente se essa tiver o cunho didático. Contudo, Lacan sublinha que, tal como foi exposto, não é possível saber se uma análise é a princípio didática, afinal, ela pode ser apenas de cunho terapêutico. Lacan afirma que uma análise didática, quando aplicada a um canalha, faria dele um “bobão”, um “idiota”. Lacan aconselha, por fim, que seria mais interessante para a comunidade analítica incitar a análise de cunho terapêutico em tais casos, fazendo com que o canalha escapasse, “sobrenadasse” do âmbito da psicanálise com sua quota suficiente de canalhice. O autor afirma que nada seria mais assustador que uma análise executada por um canalha. Caso este viesse a concluir a sua análise didática, iríamos nos deparar com um idiota que, embora menos inofensivo que um canalha-psicanalista, traria, igualmente, um grande desserviço à prática psicanalítica.
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Sob o véu da mundialização: crise, imperialismo e guerra — Outubro Revista

Sob o véu da mundialização: crise, imperialismo e guerra — Outubro Revista

A violência do projeto imperialista, imanente à expansão do capital financeirizado, sem dúvida reforçará as resistências e as lutas sociais de uns três quartos da humanidade, esmagad[r]

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SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

De acordo com o Consed (2011), o cursista deve ter em mente os pressupostos básicos que sustentam a formulação do Progestão, tanto do ponto de vista do gerenciamento qua[r]

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REFLEXÕES SOBRE O FLUXO ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO: O CASO DA ESCOLA ESTADUAL PRESIDENTE TANCREDO NEVES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

REFLEXÕES SOBRE O FLUXO ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO: O CASO DA ESCOLA ESTADUAL PRESIDENTE TANCREDO NEVES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Esta dissertação analisa o fluxo dos alunos de ensino médio da Escola Estadual Presidente Tancredo Neves, entre os anos de 2013 a 2016, bem como investiga as p[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA JONAS CORDEIRO DA SILVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA JONAS CORDEIRO DA SILVA

A Escola Estadual Médio Solimões (EEMS), objeto deste estudo, é considerada uma escola de médio porte, segundo a classificação estabelecida pela Secretaria de Educ[r]

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Comportamentos de Risco com Impacte na Segurança do Sangue e na Gestão de Dadores: Critérios de Inclusão e Exclusão de Dadores por Comportamento Sexual – Normas de Orientação Clínica

Comportamentos de Risco com Impacte na Segurança do Sangue e na Gestão de Dadores: Critérios de Inclusão e Exclusão de Dadores por Comportamento Sexual – Normas de Orientação Clínica

A. Os critérios de suspensão baseados em comportamentos sexuais, incluindo sexo oral, estão indubitavelmente associados a um aumento de prevalência de doenças infeciosas, algumas das quais transmissíveis pela transfusão. Há um conjunto de variáveis que afetam o nível de risco por comportamento sexual: consumo de álcool e drogas previamente ou durante contacto sexual, número de parceiros (sequenciais ou concorrentes), práticas sexuais desprotegidas (para doenças infeciosas), parceiros com infeções sexualmente transmissíveis (IST), participação em práticas homossexuais ou heterossexuais anais 8,28 .
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e psicanálise

e psicanálise

Pelo quadro, vê-se que o autor considera como transformações as paródias (com função lúdica), os travestimentos burlescos (com função satírica) e as trans- posições (com função séria).[r]

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