Top PDF Estudos Silviculturais de uma População Natural de COPAIFERA MULTIJUGA Hayne - Leguminosae, na Amazônia Central. 3. Distribuição Espacial da Regeneração Natural Pré-Existente.

Estudos Silviculturais de uma População Natural de COPAIFERA MULTIJUGA Hayne - Leguminosae, na Amazônia Central. 3. Distribuição Espacial da Regeneração Natural Pré-Existente.

Estudos Silviculturais de uma População Natural de COPAIFERA MULTIJUGA Hayne - Leguminosae, na Amazônia Central. 3. Distribuição Espacial da Regeneração Natural Pré-Existente.

Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera mul- tijuga Hayne - Leguminosae, na Amazônia Central.. Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera multijuga[r]

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Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera multijuga Hayne-Leguminosae, na Amazônia Central. 2 - P r o d u ç ã o de óleo-resina 0)

Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera multijuga Hayne-Leguminosae, na Amazônia Central. 2 - P r o d u ç ã o de óleo-resina 0)

É interessante registrar que, na segunda extração, várias árvores apresentaram esse comportamento; mas, na terceira coleta, houve um declínio de produção para todas elas (Fig. 10a e [r]

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Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera multijuga Hayne - Leguminosae, na Amazônia Centra l. 1

Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera multijuga Hayne - Leguminosae, na Amazônia Centra l. 1

3 - Curva de germinação de Copaifera multijuga Hayne: Arvore matriz localizada em solo argiloso... 4 - Curva de germinação de Copaifera multljuga Hayne: Arvore matr[r]

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Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera multijuga Hayne - Leguminosae, na Amazônia Central. IV. Interpretação de dados fenológicos em relação a elementos climáticos.

Estudos silviculturais de uma população natural de Copaifera multijuga Hayne - Leguminosae, na Amazônia Central. IV. Interpretação de dados fenológicos em relação a elementos climáticos.

waí> analysed thhough amultlple regreòòionwith òeven climatÁc variables: maxima tempeAOture, minimal tempeAotuAe, in C; relative humi dity I; total precipitation (mm); total insolat[r]

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Armazenamento de sementes pré-germinadas de Inga vera Willd

Armazenamento de sementes pré-germinadas de Inga vera Willd

Na maioria das sementes, o desenvolvimento pode ser dividido convencionalmente em três fases confluentes. A primeira fase é caracterizada pelo crescimento inicial devido à divisão celular e a um aumento rápido no peso fresco da semente inteira e conteúdo de água. Depois disso há uma fase intermediária de maturação, na qual a semente aumenta de tamanho devido, principalmente, à expansão celular e à deposição de reservas. Finalmente, o desenvolvimento da maioria das sementes termina com uma fase pré;programada da secagem de maturação ou dessecação. Caracteristicamente, essas sementes são chamadas ortodoxas porque se submetem a algum grau de dessecação (BEWLEY ; BLACK, 1994; CASTRO et al., 2004). Isso resulta numa redução gradual no metabolismo da semente e o embrião passa para um estado quiescente. As sementes ortodoxas são exclusivas quanto à tolerância à dessecação, 90 a 95% da água é removida durante o desenvolvimento e a dessecação (BLACK ;PRITCHARD, 2002).
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N ATURAL DEF LORESTAS S ECAS: I

N ATURAL DEF LORESTAS S ECAS: I

A ecologia da restauração é prioridade de pesquisa para florestas secas, pois praticamente toda a sua cobertura foi convertida em áreas agrícolas. Porém, até este momento a literatura sobre a regeneração natural e restauração de florestas secas é escassa, comparada às florestas úmidas. A literatura existente mostra que os mecanismos de regeneração natural e os fatores limitantes de florestas secas são peculiares, portanto eles devem ser considerados nos planos de restauração, ao invés de simplesmente utilizar a informação gerada para florestas úmidas. A dispersão de sementes pelo vento durante a época seca, a dormência e quiescência das sementes e a alta capacidade de rebrota, características das comunidades de árvores; a limitação de água na época seca e em períodos secos durante a estação chuvosa, e a relativamente alta disponibilidade de luz no sub-bosque, fatores ambientais; são aspectos relevantes à regeneração de florestas secas (capítulo 1). A irregularidade das primeiras chuvas no início da estação chuvosa pode reduzir a germinação e a sobrevivência de plântulas recém germinadas para algumas espécies de árvores, enquanto outras têm alguma dormência para evitar a germinação precoce e não sofrer os riscos de germinar imediatamente após as primeiras chuvas. O sombreamento pode reduzir os efeitos da dessecação nesta época, embora reduza também o crescimento de plântulas. A estratégia de semeadura direta para a restauração pode ser feita quando as chuvas já estão regulares, aumentando a probabilidade de sobrevivência de algumas espécies (capítulo 2). Embora clareiras sejam um importante nicho de regeneração para árvores de dossel de florestas, por causa da maior disponibilidade de luz, em florestas secas a dessecação de plântulas em grandes clareiras é um fator importante. O sombreamento no sub- bosque não é tão limitante à sobrevivência, porque o dossel é mais aberto que em florestas úmidas, fazendo com que clareiras e sub-bosque não sejam tão discrepantes para a regeneração de árvores. De fato, algum sombreamento é melhor para a regeneração de árvores de dossel (capítulo 3). Enquanto o estabelecimento inicial de árvores de florestas secas é bastante limitado, a rebrota, após injúria, é importante para a sobrevivência de indivíduos estabelecidos. A alta capacidade de rebrota das espécies permite que elas persistam em áreas extremamente alteradas. Em pastagens ativas de até 25 anos, a riqueza de espécies de árvores ainda rebrotando por raízes é um pouco menor que em fragmentos de floresta não explorada. Aparentemente, as espécies com baixa densidade de madeira são as que não persistem rebrotando, provavelmente pela maior susceptibilidade à decomposição quando cortadas ou danificadas. A estaquia de caule e raiz coletadas em áreas em processo de desmatamento pode ser uma boa alternativa para a restauração (capítulo 4).
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SISTEMA DE GESTÃO DE CONTRATOS CONTINUADOS: UMA ANÁLISE DAS LIMITAÇÕES ENFRENTADAS NA GESTÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

SISTEMA DE GESTÃO DE CONTRATOS CONTINUADOS: UMA ANÁLISE DAS LIMITAÇÕES ENFRENTADAS NA GESTÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

A LOA será formada pela elaboração de três orçamentos, sendo estes: fiscal, da seguridade social e dos investimentos de empresa com participação direta ou indireta da União. A LOA irá determinar a estimativa de receita e despesa da União, tendo como intuito alcançar os objetivos e metas previstos no PPA, na forma estabelecida pela LDO. Importante ressaltar que é de competência da União a elaboração do orçamento, sob a responsabilidade do MPOG mediante a Secretaria de Orçamento Federal (SOF). Conforme Vieira e Furtado (2015), para a elaboração da proposta orçamentária, a administração deve observar procedimentos como: as Unidades Gestoras (UG) de cada órgão precisam elaborar suas propostas observando as metas estabelecidas no PPA priorizadas pela LDO em que cada tipo de despesa demonstrará a sua memória de cálculo que ficará em poder de cada unidade para fins de comprovação dos valores consolidados se for o caso; após o término da elaboração de suas propostas deve-se enviá-las ao setor de orçamento de cada instituição que consolidará a proposta orçamentária; tal proposta será enviada para o MPOG por ser o órgão central de planejamento e orçamento, que realiza a consolidação geral. Seguindo o processo, será enviada a proposta orçamentária pelo Presidente da República ao Congresso Nacional (CN) mediante projeto de lei até o último dia de agosto.
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Taxa de cruzamento e sistema reprodutivo de uma população natural de Copaifera langsdorffii Desf. na região de Lavras (MG) por meio de isoenzimasTaxa de cruzamento e sistema reprodutivo de uma população natural de Copaifera langsdorffii Desf. na região de

Taxa de cruzamento e sistema reprodutivo de uma população natural de Copaifera langsdorffii Desf. na região de Lavras (MG) por meio de isoenzimasTaxa de cruzamento e sistema reprodutivo de uma população natural de Copaifera langsdorffii Desf. na região de

Para fins de conservação in situ, a população estudada mostrou-se potencial considerando a heterozigosidade observada, a baixa endogamia nos adultos e os indícios de seleção para heterozigotos entre a fase de plântula e a fase adulta. Para se obter a área mínima viável para a conservação in situ, tomando-se como 50 o número mínimo de indivíduos para esta prática (Frankel & Soulé 1981) e sendo a relação N e /n da população da mata ciliar igual a 2,08 (41,5/20), e o número médio de plantas reprodutivas por hectare igual a 48, estimado a partir dos dados de Souza (2001), supõe-se que estas poderão ser conservadas em áreas de 0,50 ha [50/(48 × 2,08)], sem que ocorra o perigo da perda de alelos raros a curto prazo. Entretanto, Frankel & Soulé (1981) sugerem 500 ou mais indivíduos para a conservação de uma população ideal (com cruzamentos aleatórios, iguais proporções de indivíduos de ambos os sexos, sem flutuações na população, sem sobreposição de gerações e distribuição aleatória das progênies). Neste caso, a área de floresta requerida para a conservação de Copaifera langsdorffii seria de 5,0 ha, podendo ser considerada uma mata pequena. Este resultado decorre da alta densidade de indivíduos na população e mostra que, para o caso da conservação de ecossistemas florestais, o ideal é que a estimativa da área viável seja realizada a partir das espécies raras (menos de quatro indivíduos por hectare) (Hamrick & Murawski 1991), visto que estas requerem muito espaço para a sua manutenção. Então, utilizando espécies raras na determinação da área mínima viável para a conservação, um grande número de espécies comuns, como a C. langsdorffii, será preservado indiretamente, visto que estas requerem menos área para a sua manutenção.
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Florística e distribuição vertical e horizontal de espécies arbóreas da Mata Atlântica, no Sudeste do Brasil

Florística e distribuição vertical e horizontal de espécies arbóreas da Mata Atlântica, no Sudeste do Brasil

Florística e distribuição vertical e horizontal de espécies arbóreas da Mata Atlântica, no Sudeste do Brasil / Jônio Pizzol Caliman.. Biogeografia Regeneração natural.[r]

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EVASÃO E PERMANÊNCIA NA EJA: POR UM TRABALHO DE QUALIDADE NA GESTÃO DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

EVASÃO E PERMANÊNCIA NA EJA: POR UM TRABALHO DE QUALIDADE NA GESTÃO DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

Percebe-se que grande parte dos alunos declarou receber apoio da família para dar continuidade à sua aprendizagem. Esse ponto revela a preocupação com a continuidade dos estudos, diferentemente de opiniões do senso comum que, muitas vezes, fazem recair sobre a família a falta de interesse na vida escolar. No entanto, isso revela também que, juntamente com a família, a escola precisa, através do seu trabalho diário ou por meio de estratégias de acompanhamento, incentivar os alunos a permanecerem no espaço escolar até a conclusão do ensino básico. Ciente dos fatores externos capazes de influenciar os jovens, adultos e idosos na continuidade ou não dos seus estudos, a escola precisa ser vista como o lugar do retorno, ou seja, de acolhimento do aluno que, por algum motivo, precisou dela se afastar. É necessário que tal possibilidade seja constantemente sinalizada pela instituição.
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Composição e distribuição florística em corredores ecológicos em regeneração natural

Composição e distribuição florística em corredores ecológicos em regeneração natural

Resumo – (Composição e distribuição florística em corredores ecológicos em regeneração natural). As intervenções no meio ambiente exercidas pelo homem nas últimas décadas têm modificado a paisagem e reduzido os ecossistemas naturais a fragmentos, que são hoje, considerados reduto de grande parte da biodiversidade ainda existente. O presente trabalho trás os dados obtidos através de um estudo realizado em quatro corredores ecológicos localizados no Município de Lençóis Paulista, SP, que conectam diferentes fragmentos florestais em meio a uma matriz de eucalipto. Esses corredores ecológicos são faixas de terra lineares, que anteriormente faziam parte do plantio de eucalipto, aonde desde 2002, vem ocorrendo o processo de regeneração natural. Foi realizado um levantamento ecológico rápido na faixa central dos corredores amostrando os indivíduos vegetais com altura ≥ 1,30 m em 268 parcelas de 20 x 25 m, cobrindo uma área de 13,4 ha. No total foram amostrados 11.111 indivíduos, distribuídos em 154 espécies, 100 gêneros e 47 famílias. Fabaceae e Myrtaceae foram as famílias mais ricas. A proximidade com os fragmentos florestais afetou a composição, a densidade e a riqueza da regeneração natural. Houve tendência a uma variação gradual da similaridade florística ao longo de parcelas contíguas.
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REGENERAÇÃO NATURAL INICIAL RÁPIDA EM PASTAGENS ABANDONADAS APÓS USO PROLONGADO NO SUDOESTE DA AMAZÔNIA BRASILEIRA Gustavo Paiva Evangelista da Rocha

REGENERAÇÃO NATURAL INICIAL RÁPIDA EM PASTAGENS ABANDONADAS APÓS USO PROLONGADO NO SUDOESTE DA AMAZÔNIA BRASILEIRA Gustavo Paiva Evangelista da Rocha

por ano (R 2 = 0,63; p < 0,001). A ocorrência de espécies pouco abundantes (< 2 plantas) aumentou com o tempo do abandono, enquanto a abundância relativa das principais espécies pioneiras tendeu a reduzir com o avanço da sucessão florestal. Mesmo constrangida pelo uso prolongado frequentemente associado a queimadas, a regeneração natural ocorre de forma relativamente rápida devido ao alto potencial de rebrota das espécies pioneiras que formam sítios secundários nos primeiros anos de sucessão. Em um segundo momento a regeneração é favorecida pela dispersão de sementes, possivelmente influenciada pela cobertura florestal adjacente, o que foi marginalmente suportado pelos resultados do presente estudo. É importante que ações de restauração ecológica em pastagens abandonadas na Amazônia considerem o potencial de regeneração natural da floresta, tendo em vista a velocidade e a intensidade desse processo, e considerando também o histórico de uso e a paisagem adjacente. Esforços visando a recuperação de áreas devem ser direcionados para manutenção do processo de regeneração natural (incluindo proteção contra o fogo) em detrimento a ações mais onerosas como o plantio de mudas e enriquecimento.
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UMA PROPOSTA DE CONSOLIDAÇÃO DA PROVA PADRONIZADA NA REDE MUNICIPAL DE TERESINA

UMA PROPOSTA DE CONSOLIDAÇÃO DA PROVA PADRONIZADA NA REDE MUNICIPAL DE TERESINA

[...] 1. O poder dos testes e exames para afetar indivíduos, instituições, currículos é um fenômeno perceptivo: se os estudantes, professores ou administradores acreditam que os resultados de um exame são importantes, importa pouco se isso é realmente verdadeiro ou falso – o efeito é produzido pelo que os indivíduos percebem ser. 2. Quanto mais indicadores sociais quantitativos são usados para tomar decisões sociais, mais provavelmente se distorcerão tais processos tentando monitorá-los. 3. Se importantes decisões são supostamente relacionadas aos resultados dos testes, então os professores ensinarão para o teste. 4. Em cada ambiente em que se operam testes, desenvolve-se uma tradição baseada em exames passados, o que eventualmente define “de fato” o currículo. 5. Os professores dirigem particular atenção à forma das questões dos testes (por exemplo, resposta curta, ensaio, múltipla escolha) e ajustam o que ensinam de acordo com ela. 6. Quando os resultados dos testes são o único ou mesmo o árbitro parcial do futuro educacional ou das escolhas de vida, a sociedade tende a tratar o resultado dos testes como o principal objetivo da escolarização, em vez de um indicador útil do desempenho, ainda que falível. 7. Os testes transferem controle do currículo para a agência que controla o exame (OLIVEIRA e SOUSA , 2010, p. 798).
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Abundância e distribuição de aves de rapina noturnas no Parque Natural da Arrábida e Parque Natural Sintra-Cascais

Abundância e distribuição de aves de rapina noturnas no Parque Natural da Arrábida e Parque Natural Sintra-Cascais

Embora as espécies em estudo (Strix aluco e Athene noctua) não se encontrem em estado crítico no panorama nacional, é neste sentido, e dado a escassez de dados referentes a esta temática no Parque Natural da Arrábida (PNArr) e no Parque Natural de Sintra- Cascais (PNSC) que é de extrema importância o levantamento da sua distribuição e abundância em ambos os parques, de forma a salvaguardar a conservação e manutenção dos ecossistemas bem como das espécies em questão. Ambas as áreas de estudo estão localizadas perto de grandes áreas urbanas e são influenciadas pelo seu alastramento e crescimento demográfico, no entanto, há espécies que estão bem adaptadas e dependem desta humanização, nestas estão incluídas algumas aves de rapina noturnas, como o Mocho-galego e a Coruja-do-mato (Martínez & Zuberogoitia 2004b) espécies alvo deste estudo.
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AVALIAÇÃO DA REGENERAÇÃO NATURAL EM NASCENTES PERTURBADAS NO MUNICÍPIO DE LAVRAS, MG

AVALIAÇÃO DA REGENERAÇÃO NATURAL EM NASCENTES PERTURBADAS NO MUNICÍPIO DE LAVRAS, MG

Considerou-se como regeneração natural todos os indivíduos arbustivo-arbóreos com DAP (Diâmetro Altura do Peito) inferior a 5 cm e altura superior a 0,10 m. As coletas foram realizadas aos 18 e 24 meses após o cercamento das nascentes. Todos os indivíduos amostrados foram plaqueteados, identificados quanto à família, espécie e nome popular, e medidos a altura e DAS (Diâmetro Altura do Solo). O material botânico testemunho foi herborizado e depositado no herbário da Universidade Federal de Lavras (Herbário ESAL). As identificações foram feitas com base na literatura especializada e consulta a especialistas e coleções dos Herbários ESAL. As espécies foram classificadas nas famílias reconhecidas pelo sistema do Angiosperm Phylogeny Group II (APG, 2003).
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REGENERAÇÃO NATURAL EM PASTAGENS ABANDONADAS

REGENERAÇÃO NATURAL EM PASTAGENS ABANDONADAS

As gramíneas de pastagens são apontadas, em muitos trabalhos, como a principal vegetação inibidora da regeneração natural (BOCCHESE et al., 2008; COSTA; MITJA; LEAL FILHO, 2013). O conceito de plantas inibidoras faz parte de um conjunto de mecanismos que atuam sobre as comunidades vegetais, contribuindo para o direcionamento da sucessão natural. Segundo o modelo sucessional de Connell e Slatyer (1977), existem três modelos principais de desenvolvimento sucessional: facilitação, inibição e tolerância, que descrevem o efeito de uma espécie na probabilidade de assentamento de outra, podendo esse efeito ser positivo, negativo ou neutro. A sucessão resultará em parte das mudanças no ambiente causadas pelos colonizadores dominantes das fases iniciais. A inibição pode ocorrer tanto pela competição efetiva pelos recursos disponíveis, como por interferência direta por meio de químicos nocivos, como a alelopatia (BARBOSA; PIVELLO; MEIRELLES, 2008). Tais características são compatíveis, por exemplo, com as espécies do gênero Urochloa, largamente usadas em pastagens brasileiras, as quais são excelentes competidoras com alto poder de resistência (DIAS-FILHO, 2006).
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Amostragem e variabilidade espacial de atributos químicos do solo em área de vegetação natural em regeneração.

Amostragem e variabilidade espacial de atributos químicos do solo em área de vegetação natural em regeneração.

RESUMO – Este trabalho teve como objetivos estimar o número de subamostras de solo, considerando-se métodos de estatística clássica e geoestatística, e determinar a variabilidade espacial dos atributos de fertilidade de um Argissolo Vermelho-Amarelo, textura argilosa, em uma área de vegetação natural em processo de regeneração, no Município de Alegre, ES. Amostras de solo foram coletadas na profundidade de 0-0,20 m, nos pontos de cruzamento de uma malha com intervalos regulares de 10 m, perfazendo um total de 64 pontos. Observou- se baixo nível de fertilidade do solo. Considerando uma variação de 5% em torno da média no método da estatística clássica, necessita-se de maior número de amostras em relação à geoestatística. Todos os atributos químicos apresentaram dependência espacial de moderada a alta, com exceção da capacidade efetiva de troca catiônica (CTCe), que apresentou efeito pepita puro. O modelo de semivariograma que mais se ajustou aos dados foi o esférico. Os mapas de isolinhas permitiram visualizar a distribuição espacial diferenciada dos teores dos atributos químicos do solo.
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Distribuição espacial de insetos aquáticos em igarapés de pequena ordem na Amazônia Central.

Distribuição espacial de insetos aquáticos em igarapés de pequena ordem na Amazônia Central.

Igarapés de pequena ordem, nas reservas do Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais - INPA, a cerca de 80 km ao norte da cidade de Manaus, AM foram estudados quanto à composição das comunidades de insetos aquáticos em diferentes substratos. Em cada um dos 20 trechos amostrados, foram coletadas amostras nos quatro substratos principais: folhiço retido em áreas de correnteza, folhiço depositado no leito do igarapé, areia e raízes/vegetação nos barrancos marginais. Este estudo teve como objetivo avaliar a entomofauna aquática e relacioná-la com substratos específicos dentro do igarapé. O substrato com maior número de gêneros foi folhiço retido em áreas de correnteza (106) enquanto areia apresentou o menor número (55). As maiores similaridades ocorreram entre os substratos de folhiço depositado em áreas de remanso e barrancos marginais. As menores similaridades ocorreram entre folhiço retido em áreas de correnteza e areia. Alguns táxons coletados mostraram-se indicadores de um tipo de substrato, enquanto outros estiveram presentes em todos os substratos amostrados. Alguns táxons indicadores de folhas em correnteza foram encontrados em folhiço depositado em áreas de remanso em outros estudos na região Sudeste do país. Isso indica que a velocidade da correnteza pode estar determinando a fauna que ocupa esse biótopo. Igarapés maiores, com maiores valores de vazão e ordem, apresentaram comunidades mais distintas nos diferentes substratos amostrados que os igarapés menores.
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A PRODUÇÃO DA SAÚDE E A POPULAÇÃO DO CAMPO: UMA EXPERIÊNCIA NO ASSENTAMENTO DE REFORMA AGRÁRIA EM PERNAMBUCO – BRASIL

A PRODUÇÃO DA SAÚDE E A POPULAÇÃO DO CAMPO: UMA EXPERIÊNCIA NO ASSENTAMENTO DE REFORMA AGRÁRIA EM PERNAMBUCO – BRASIL

três etapas: pré-análise, com a escolha dos documentos a serem submetidos de acordo com a formulação de hipóteses e dos objetivos a serem atingidos; a exploração do material: leitura e seleção nas relatorias do conteúdo de acordo com os temas pré-definidos; e o tratamento dos resultados juntamente com sua interpretação. Para o tratamento dos resultados, foi utilizado o quadro sinóptico, metodologia esta que primeiramente se categoriza o conteúdo selecionado de acordo com sua ordem semântica, ou seja, o tema. Dentre os temas mais discutidos nas relatorias dos encontros presenciais no assentamento, quatro quadros sinópticos foram pré- formulados, agrupando estes temas mais aparentes: gênero; educação; movimento social e assentamento; promoção à saúde. Devido à relevância e grande quantidade de conteúdo para os objetivos da pesquisa, somente um deles foi explorado (Promoção à saúde),
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