Top PDF Síndromes de polinização e de dispersão em fragmentos da Floresta Estacional Semidecídua Montana, SP, Brasil.

Síndromes de polinização e de dispersão em fragmentos da Floresta Estacional Semidecídua Montana, SP, Brasil.

Síndromes de polinização e de dispersão em fragmentos da Floresta Estacional Semidecídua Montana, SP, Brasil.

RESUMO – (Síndromes de polinização e de dispersão em fragmentos da Floresta Estacional Semidecídua Montana, SP, Brasil). Este estudo teve como objetivo conhecer a distribuição de síndromes de polinização e dispersão entre os estratos verticais e entre a borda e o interior de fragmentos da Floresta Estacional Semidecídua Montana, na Fazenda Bela Vista (46º52’W e 22º47’S, 750-850 m de altitude), Município de Pedreira, Estado de São Paulo. Através de coletas semanais entre agosto/97 e outubro/98, fizemos um levantamento das síndromes de polinização e dispersão de 151 espécies de árvores e arbustos com DAP ≥ 3 cm, considerando os estratos superior (altura >9 m), intermediário e inferior (altura < 4,5 m), a borda (faixa de 50 m) e o interior de três fragmentos (100 ha). Predominou a síndrome de melitofilia, seguida de síndromes não especializadas, falenofilia, miiofilia, psicofilia, quiropterofilia, ornitofilia, cantarofilia e anemofilia. As espécies com síndromes de ornitofilia, quiropterofilia e anemofilia mostraram preferência por ambientes abertos, e as espécies com síndromes de melitofilia tenderam a ocorrer nos estratos superiores. Predominaram síndromes zoocóricas, seguindo-se as anemocóricas e autocóricas. As espécies zoocóricas predominaram nos estratos inferiores. As espécies anemocóricas e autocóricas mostraram preferência por ambientes mais abertos e predominaram nos estratos mais altos no interior da mata. Diferentes síndromes de polinização e dispersão estão associadas a diferentes ambientes e estratos da floresta.
Mostrar mais

21 Ler mais

Composição florística e síndromes de polinização e de dispersão da mata do Sítio São Francisco, Campinas, SP, Brasil.

Composição florística e síndromes de polinização e de dispersão da mata do Sítio São Francisco, Campinas, SP, Brasil.

RESUMO – (Composição florística e síndromes de polinização e de dispersão da mata do Sítio São Francisco, Campinas, SP, Brasil). Foi realizado o levantamento florístico da floresta estacional semidecídua localizada no Sítio São Francisco, bem como a caracterização das síndromes de polinização e de dispersão das espécies. Foram encontrados um total de 46 famílias, 116 gêneros e 148 espécies (50 árvores, 35 lianas, 26 arbustos e 37 ervas). As famílias com maior riqueza de espécies arbóreas foram Euphorbiaceae (8), Fabaceae (7), Meliaceae (6) e Rutaceae (5). Entre as lianas, as famílias mais ricas foram Bignoniaceae (13), Sapindaceae (5) e Malpighiaceae (3); entre as herbáceas, Poaceae (8) e Asteraceae (5); e entre as arbustivas, Piperaceae (7) e Rubiaceae (5). As síndromes de polinização e de dispersão mais freqüentes foram melitofilia (73%) e zoocoria (63%), ambas predominantes no sub-bosque, sendo que algumas espécies apresentaram mais de uma síndrome de polinização. A análise de similaridade com outros sete fragmentos do município mostrou a mata do Sítio São Francisco em posição intermediária entre as formações higrófilas e as estacionais semidecíduas, e a ocorrência de algumas espécies exclusivas de árvores e de lianas.
Mostrar mais

15 Ler mais

Composição florística das epífitas vasculares em duas fisionomias vegetais no município de Botucatu, estado de São Paulo, Brasil.

Composição florística das epífitas vasculares em duas fisionomias vegetais no município de Botucatu, estado de São Paulo, Brasil.

Em fragmentos de Floresta Paludosa (FP) e Floresta Estacional Semidecídua (FES), em Botucatu, São Paulo (22º 55’23”S e 48º 27’28”W), através de expedições mensais no período de um ano, foi avaliada a composição florística das epífitas vasculares, classificadas de acordo com as categorias ecológicas e síndromes de dispersão. Foram realizadas comparações das similaridades florísticas com outras florestas também com clima sazonal. As coletas foram depositadas no Herbário Rioclarense (HRCB), depois de identificadas através de consulta bibliográfica, a especialistas e comparação com material de herbário. Foram registradas 87 espécies pertencentes a 51 gêneros e 13 famílias, sendo a FP a fitofisionomia mais rica. Orchidaceae, Polypodiaceae, Bromeliaceae e Piperaceae foram as famílias mais representativas nas duas fitofisionomias. Das espécies amostradas, 72,4% são anemocóricas e 87,4% holoepífitas obrigatórias. Sete espécies encontram-se ameaçadas ou quase ameaçadas de extinção no estado de São Paulo, duas classificadas como “presumivelmente extintas”. A área estudada foi mais similar a áreas no Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina. O presente estudo registra uma das maiores riquezas de epífitas vasculares já encontrada em locais com clima sazonal no Domínio Atlântico, fato que demonstra a importância da conservação e estudos em fragmentos, mesmo que pequenos, alterados e imersos em ambientes antrópicos.
Mostrar mais

17 Ler mais

Polinização em uma comunidade de bromélias em floresta atlântica alto-montana no estado do Paraná, Brasil.

Polinização em uma comunidade de bromélias em floresta atlântica alto-montana no estado do Paraná, Brasil.

A polinização por morcegos foi registrada pela primeira vez no gênero Vriesea Lindl. por Vogel (1969) que, em extenso estudo sobre flores polinizadas por morcegos na região neotropical, sugere que outras espécies do mesmo gênero exibem características quiropterófilas. Isto serviu de base de dados para estudos realizados por Sazima et al. (1995), que confirmam a polinização por morcegos no gênero Vriesea, em especial no subgênero Xiphion, cujas flores apresentam como características comuns coloração das pétalas que varia de branco-amarelada a vermelho-acastanhada, corola tubular alargada, antese noturna, grande quantidade de néctar e odor desagradável. Até o momento, a maioria dos registros de polinização de bromélias por morcegos encontra-se nesse gênero. Porém já houve registro em Alcantarea - Tillandsioideae (Martinelli 1997), e nos gêneros Encholirium Mart. ex Schult. (Sazima et al. 1989) e Puya Molina (Kessler & Kromer 2000), ambas Pitcairnioideae.
Mostrar mais

10 Ler mais

Borboletas (Lepidoptera: Hesperioidea e Papilionoidea) de Val de Serra, região central do Rio Grande do Sul, Brasil.

Borboletas (Lepidoptera: Hesperioidea e Papilionoidea) de Val de Serra, região central do Rio Grande do Sul, Brasil.

As cinco espécies de borboletas mais abundantes em Val de Serra foram os Nymphalidae Satyrinae Hermeuptychia hermes (Fabricius, 1775) (n = 95) e Yphthimoides celmis (Godart, [1824]) (n = 79),o Heliconiinae Agraulis vanillae maculosa (Stichel, [1908]) (n = 44), e os Nymphalinae Tegosa claudina (Eschscholtz, 1821) (n = 42) e Vanessa braziliensis (Moore, 1883) (n = 36). Três dessas espécies, H. hermes, Y. celmis e V. braziliensis, também foram encontradas com relativa abundância em estudos anteriores realizados em fragmentos de Floresta Estacional Decidual no centro (Dessuy & Morais 2007), norte (Giovenardi et al. 2008) e em outras regiões do estado do Rio Grande do Sul (Morais et al. 2007). A sistemática dos Satyrinae ainda não está completamente elucidada (Marín et al. 2011) e, de acordo com estudo de revisão recente com as espécies do gênero Hermeuptychia, mais de uma espécie desse grupo poderiam ser encontradas em simpatria no Rio Grande do Sul (N. S. Pereira, dados não publicados). T. claudina é uma espécie abundante no estado (Morais et al. 2007), e seus indivíduos são encontrados em ambientes florestais e abertos perturbados tanto na Floresta Estacional Decidual da região norte do estado (Giovenardi et al. 2008, Bonfantti et al. 2009) como na Floresta Ombrófila Mista (Grazia et al. 2008, Romanowski et al. 2009, Iserhard et al. 2010, Ritter et al. 2011). V. braziliensis também é considerada espécie comum em ambientes antropizados (Sackis & Morais 2008) e também ambientes secundários da Floresta Ombrófila Mista, sendo típica de locais abertos em alto de morros (Grazia et al. 2008, Romanowski et al. 2009).
Mostrar mais

9 Ler mais

Floração, frutificação e síndromes de dispersão de uma comunidade de floresta de brejo na região de Campinas (SP).

Floração, frutificação e síndromes de dispersão de uma comunidade de floresta de brejo na região de Campinas (SP).

Esta é constituída por três fragmentos florestais que distam cerca de 500 m da Reserva Florestal de Santa Genebra e que, juntas, formavam an- tes um complexo vegetacional contínuo (Fig. 1). A região apresenta altitudes variando de 580 a 6l0m (Matthes, 1992), sendo que o primeiro e o segundo fragmentos situam-se em uma baixada e o relevo à sua volta é inclinado, enquanto que o terceiro fragmento apresenta um relevo pla- no. Os fragmentos estudados distam cerca de 100 m entre si, e caracterizam-se por apresen- tar solo predominantemente encharcado duran- te o ano todo, e um microrelevo irregular com as espécies distribuídas sobre “montículos de solo”, rodeado por canaletas de drenagem da água proveniente do afloramento do lençol fre- ático.
Mostrar mais

19 Ler mais

Composição da avifauna da Estação Ecológica de São Carlos (Brotas-SP) e reserva ambiental da Fazenda Santa Cecília (Patrocinio Paulista).

Composição da avifauna da Estação Ecológica de São Carlos (Brotas-SP) e reserva ambiental da Fazenda Santa Cecília (Patrocinio Paulista).

A EESCar compreende uma unidade de conservação localizada na região centro-leste do Estado de São Paulo, no município de Brotas, entre as coordenadas geográficas 22º 05’ e 22º 7’ de latitude sul e 48º 00’ e 48º 05’ de longitude oeste, ocupando área de 75,26 ha.; com vegetação típica de FES. Foi criada pelo Decreto nº 26.890 de 12 março de 1987, São Paulo, baseada no Decreto de Desapropriação nº 38.957 de 25 de agosto de 1961, e é administrada pelo Instituto Florestal da Secretaria de Estado do Meio Ambiente de São Paulo. Compreende um dos últimos fragmentos de FES da região de São Carlos, apresentando uma alta diversidade de espécies arbóreas, algumas inclusive ameaçadas de extinção (FELICIANO, 1999). Essa área foi escolhida por ser uma unidade de conservação e estar situada próxima (30 km) da UFSCar, onde foi desenvolvido esse trabalho.
Mostrar mais

103 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Instituto de Ciências Exatas e Biológicas Departamento de Evolução, Biodiversidade e Meio Ambiente Programa de Pós-graduação em Ecologia de Biomas Tropicais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Instituto de Ciências Exatas e Biológicas Departamento de Evolução, Biodiversidade e Meio Ambiente Programa de Pós-graduação em Ecologia de Biomas Tropicais

The phenology plants and pollinators and dispersal syndromes are critical to maintaining the ecosystem, enabling the regeneration and colonization of new areas by individuals. In this study were characterized and analyzed differences in phenology and the syndromes of plant areas in “Campos Rupestres” (field rocky). The study was realized in, two communities localizated in “Cadeia do Espinhaço” (Espinhaço Range), Minas Gerais, being sampled, in each area, ten populations, with ten individuals randomly assigned from ten herbaceous-shrub species: Baccharis platypoda, Lychnophora ericoides, Microlicia crenulata, Microlicia viminalis, Microlicia sp., Tibouchina heteromalla, Trichogonia hirtiflora, Byrsonima variabilis, Vellozia compacta e Ageratum fastigiatum. In field were analyzed biweekly qualitative and quantitative data for thirteen months. After they have been weighted, was generated the “Índice de Intensidade de Fournier” (percentage Fournier) and the “Índice de Atividade ” (activity index), from which was estimated the intensity of each phenophase per specie and the existence or not of synchrony between areas and seasons. The species that showed significative differences between the tested variables exhibited deciduous pattern, with budding and senescence leaf during all the study period. Regarding the reproductive phenophases, observed that T. hirtiflora, T. heteromalla and B. variabilis had annual flowering, with intensity peaks during the wet season. L. ericoides and M. viminalis were flowering during the same season. The fruiting was continuous throughout the year, also featuring peaks during the rainy season, excepted for B. variabilis that had peak on fruiting in the dry season. The species were predominantly zoochoric and melitophilic. The vegetative and reproductive patterns found in this study are similar to those included for savanna areas. Both sampled areas are isolated by geographical barriers and offer unique characteristics and differentiated microclimates, which make them distinct from each other due your observed asynchrony between the species of the areas. Thus, the answer of plants to the ambient was different in these fields rocky.
Mostrar mais

52 Ler mais

Composição florística e estrutura de uma floresta estacional semidecidual montana em Viçosa, MG.

Composição florística e estrutura de uma floresta estacional semidecidual montana em Viçosa, MG.

RESUMO - Esta investigação teve como objetivo caracterizar a composição florística e a estrutura horizontal da sinúsia arbórea em um fragmento de Floresta Estacional Semidecidual Montana localizado no município de Viçosa, Zona da Mata mineira (20º45’S e 42º55’W). O clima da região é tropical de altitude, com verões chuvosos e invernos frios e secos - Cwa pelo sistema de Köppen. Para o levantamento fitossociológico, foram lançadas cinco faixas compostas de quatro parcelas retangulares contíguas de 10 x 25 m, espaçadas de 80 m, nas quais foram amostrados todos os indivíduos com circunferência à altura de 1,30 m do solo (CAP) igual ou superior a 15 cm. Foram amostradas 124 espécies, distribuídas em 80 gêneros e 41 famílias botânicas. As espécies que apresentaram maior valor de importância (VI) foram: Mabea fistulifera (14,51%), Xylopia sericea (5,09%), Piptadenia gonoacantha (4,89%), Xylopia brasiliensis (3,79%) e Lacistema pubescens (3,65%), enquanto as famílias que se destacaram em valor de importância foram Euphorbiaceae, Annonaceae, Mimosaceae, Lauraceae e Myrtaceae. O índice de diversidade de Shannon (H’) foi de 3,56 e a área basal, de 28,7 m² por hectare, já tendo sido observado espécies representantes dos estádios sucessionais mais avançados.
Mostrar mais

9 Ler mais

Distribuição de espécies com folhas homobáricas e heterobáricas no Cerrado e na Floresta Estacional Semidecídua

Distribuição de espécies com folhas homobáricas e heterobáricas no Cerrado e na Floresta Estacional Semidecídua

Embora exista um número expressivo de estudos sobre anatomia foliar de espécies da floresta estacional e do Cerrado no Brasil (Graçano et al., 2001; Cardoso & Sajo, 2006; Esposito-Polesi et al., 2011; Bieiras & Sajo 2009; Proença & Sajo, 2007; Rio et al., 2005; e Reis et al., 2005), a relação entre traços estruturais e ecofisiológicos tem sido pouco explorada (Tjoelker et al., 2005; Rossatto et al., 2015). Dessa forma, a identificação dos padrões de distribuição de espécies com folhas homobáricas e heterobáricas nesses ambientes pode sugerir se os processos ecofisiológicos característicos de cada ambiente estão relacionados aos padrões estruturais observados.
Mostrar mais

20 Ler mais

Dinâmica da serapilheira e macrofauna edáfica em floresta estacional semidecidual atingida por barragem

Dinâmica da serapilheira e macrofauna edáfica em floresta estacional semidecidual atingida por barragem

Nesse contexto, o presente trabalho teve como objetivo caracterizar o funcionamento ecossistêmico de um fragmento de Floresta Estacional Semidecídua (FES) sob influência de inundação sazonal pelas águas do reservatório de uma Usina Hidrelétrica (UH). Baseado na premissa de que o barramento da água pode gerar alterações nos processos ecossistêmicos de um fragmento de floresta, foram estudadas a produção e a decomposição da serapilheira, bem como a diversidade e a abundância da macrofauna associadas a ela, visando responder se o funcionamento do ecossistema no fragmento florestal sob influência direta da inundação é semelhante ao de uma mata ripária. Foram testadas as seguintes hipóteses: (1) a produção de serapilheira é menor às margens do reservatório em relação ao interior do fragmento; (2) a decomposição da serapilheira é maior às margens do reservatório em relação ao interior do fragmento e (3) a diversidade e a abundância da macrofauna edáfica são maiores nas áreas com maior taxa de decomposição da serapilheira.
Mostrar mais

95 Ler mais

SABRINA FERREIRA LAURITO ESTUDO DO POTENCIAL DE REGENERAÇÃO DE UMA FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECÍDUA, SÃO PAULO, BRASIL

SABRINA FERREIRA LAURITO ESTUDO DO POTENCIAL DE REGENERAÇÃO DE UMA FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECÍDUA, SÃO PAULO, BRASIL

RESUMO- A regeneração natural é um importante processo na evolução das florestas tropicais sendo extremamente complexo devido à abundância de espécies e à sua estrutura e composição florística. A identificação da composição florística dos juvenis estabelecidos é um importante elemento no entendimento da evolução e no conhecimento do potencial de regeneração das florestas tropicais. O presente trabalho visa verificar o potencial regenerante de indivíduos já estabelecidos em um fragmento de Floresta Estacional Semidecídua, localizado na Fazenda Canchim, Embrapa Pesquisa Pecuária Sudeste, São Carlos, São Paulo. Realizou-se levantamento dos indivíduos juvenis em 50 subparcelas, de 2x2m, no interior do fragmento, contabilizando e identificando os indivíduos com 30 ou mais cm até 150 cm. Ocorreram noventa e oito espécies, pertencentes à vinte e nove famílias botânicas. A espécie que apresenta a maior freqüência é Conchocarpus pentandrus (A.St.-Hil.) Kallunki & Pirani, com 19,2 % dos indivíduos amostrados. Apesar da riqueza de espécies de sub-bosque amostrada no estrato regenerante da floresta, o número de indivíduos e a riqueza das espécies arbóreas que poderiam compor o futuro dossel da floresta se apresentaram muito baixos, indicando que as populações destas espécies podem não estar se regenerando satisfatoriamente e a comunidade esteja em desequilíbrio.
Mostrar mais

73 Ler mais

Plano anual de outorga Florestal

Plano anual de outorga Florestal

A FLONA do Amana tem previsto, em seu plano de manejo, uma zona para manejo florestal de 210.000 ha. O acesso pode ser terrestre, pela BR-230 (Transamazônica), fluvial (partindo de Itaituba pelo rio Tapajós ou partindo de Maués pelo rio Amana) ou aéreo (partindo de qualquer centro urbano até algumas das 27 pistas de pouso no interior da unidade). A FLONA contém áreas de três sub-bacias: Tapajós, Parauari e Amana. O rio Amana tem nascentes no interior da floresta. A temperatura média varia entre 25°C e 26°C e a precipitação média entre 1.750 e 2.750 mm. O potencial madeireiro identificado foi de 188 espécies com DAP ≥ 10 cm e 98 espécies com DAP ≥ 50 cm, com características apropriadas para o manejo. O volume total apresentado no inventário foi de 198 m³/ha e o volume comercial de 69,5 m³/ha. As espécies de maior valor comercial são: cumaru, maçaranduba, angelim-vermelho, andiroba, sucupira-preta, sucupira e rouxinho. As espécies não madeireiras que foram identificadas com potencial para uso sustentável e geração de renda são: açaí, babaçu, buriti, patauá, tucum, cipó- titica, timbó, andiroba, castanha-do-brasil, copaíba e seringueira. Os principais meios de suprimento da população existente no entorno da FLONA são provenientes da extração de ouro por garimpagem, criação de aves, agricultura de subsistência, pecuária e extração vegetal.
Mostrar mais

116 Ler mais

Avaliação temporal da regeneração natural em uma floresta estacional semidecídua secundária, em Pirenópolis, Goiás.

Avaliação temporal da regeneração natural em uma floresta estacional semidecídua secundária, em Pirenópolis, Goiás.

O estudo da regeneração natural iniciou-se em abril de 2003, quando foram instaladas no fragmento florestal 16 parcelas de 25 x 30 m, adjacentes umas às outras. As parcelas foram inventariadas incluindo-se na amostragem os indivíduos do estrato lenhoso a partir de 5 cm de diâmetro na altura do peito. Com esses dados, foi efetuada uma análise indireta de gradientes pelo método DECORANA (Detrendend Correspondence Analysis), onde as parcelas se agruparam em função de um gradiente ambiental de umidade, desde uma área de floresta com influência ripária, até uma área de floresta em transição com um cerrado stricto sensu, nas partes mais altas do relevo. Em função da ordenação, foi adotado um delineamento experimental em blocos casualizados, com quatro blocos de quatro parcelas de 25 x 30 m cada uma.
Mostrar mais

11 Ler mais

Composição florística da regeneração natural de espécies arbóreas ao longo de oito anosem um fragmento de floresta estacional semidecidual, em Viçosa, MG.

Composição florística da regeneração natural de espécies arbóreas ao longo de oito anosem um fragmento de floresta estacional semidecidual, em Viçosa, MG.

A partir da década de 1990, grande número de estudos tem sido desenvolvido sobre a composição florística e a estrutura do estrato arbóreo em fragmentos da Floresta Estacional Semidecidual na Zona da Mata de Minas Gerais, destacando-se os trabalhos de Almeida e Souza (1997), Fernandes (1998), Almeida Junior (1999), Louzada (2002), Paula et al. (2002), Meira-Neto e Martins (2002), Ribas et al. (2003) e Silva et al. (2004). Trabalhos envolvendo a regeneração natural de espécies arbóreas nessa região são raros na literatura, mas essenciais para a compreensão dos processos ecológicos requeridos para o manejo adequado desses fragmentos florestais (VOLPATO, 1994; PEZZOPANE, 2001). Dentre os estudos fitossociológicos sobre a vegetação adulta ou regeneração natural desenvolvidos na Zona da Mata de Minas Gerais, os levantamentos florísticos em seqüência de idade, que permitem melhor entender a dinâmica da sucessão vegetal, são ainda escassos, destacando-se os trabalhos de Paula et al. (2002), Ribas et al. (2003) e Silva et al. (2004).
Mostrar mais

12 Ler mais

FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES E SERAPILHEIRA COMO INDICADORES DO EFEITO DE BORDA EM FRAGMENTO DE FLORESTA ESTACIONAL MYCORRHIZAL FUNGI AND LITTER AS INDICATORS OF THE EDGE EFFECT IN A FRAGMENT SEASONAL FOREST Renata Soares dos Santos1 Patricia Anjos Bi

FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES E SERAPILHEIRA COMO INDICADORES DO EFEITO DE BORDA EM FRAGMENTO DE FLORESTA ESTACIONAL MYCORRHIZAL FUNGI AND LITTER AS INDICATORS OF THE EDGE EFFECT IN A FRAGMENT SEASONAL FOREST Renata Soares dos Santos1 Patricia Anjos Bi

As alterações resultantes dos efeitos de borda podem ser avaliadas através de indicadores ambientais, que permitem identificar o estado de conservação de fragmentos florestais. Esses indicadores constituem-se da agregação de diferentes e múltiplos dados, que representam um fenômeno em estudo (EUROPEAN ENVIRONMENT AGENCY, 2003). O uso de informações acerca de propriedades ou processos biológicos do solo, por exemplo, representa uma importante ferramenta para avaliar e interpretar os efeitos de interferências naturais ou antrópicas no solo, especialmente porque este compartimento do ecossistema é produto da atuação do clima e dos organismos sobre o material de origem ao longo do tempo, sendo, portanto, considerado uma variável integradora (FERREIRA JÚNIOR; SCHAEFER; SILVA, 2012; HEGER; IMFELD; MITCHELL, 2012). Como o solo é composto por propriedades físicas, químicas e biológicas, indicadores que relacionem todos estes fatores apresentam grande potencial de responder a alterações impostas no meio, sendo considerados relevantes para uma completa descrição da qualidade do solo (STENBERG, 1999).
Mostrar mais

12 Ler mais

Taxocenose de anuros de uma mata semidecídua do interior do Estado de São Paulo e comparações com outras taxocenoses do estado, sudeste do Brasil.

Taxocenose de anuros de uma mata semidecídua do interior do Estado de São Paulo e comparações com outras taxocenoses do estado, sudeste do Brasil.

de altitude), município de Ribeirão Grande: uma área conser- vada de floresta ombrófila densa na Serra de Paranapiacaba. O levantamento da anurofauna foi realizado com base em dados coletados entre 1990 e 1991 (Bertoluci 1998, Bertoluci & Rodrigues 2002) nos seguintes ambientes: três lagoas per- manentes localizadas no interior da mata, na interface da mata primária e área aberta e na borda de floresta secundária, charco localizado em área aberta, área encharcada com uma lagoa semipermanente central e margens de um lago permanente em área sob forte influência antrópica. O Parque Estadual de Intervales dista cerca de 220 km da MSJ; e
Mostrar mais

9 Ler mais

Variações florísticas e estruturais do componente arbóreo de uma floresta estacional semidecidual montana em Socorro, SP.

Variações florísticas e estruturais do componente arbóreo de uma floresta estacional semidecidual montana em Socorro, SP.

Um dos principais passos para a conservação de florestas é o conhecimento da composição florística e estrutura, e as relações destas com as variáveis ambientais. Assim, realizou-se o levantamento da comunidade arbórea de um fragmento de floresta estacional semidecidual montana, situada no município de Socorro, SP, bacia do Rio Mogi-Guaçu (22º32’S e 46º34’W, altitude de 750 m), com o objetivo de conhecer sua estrutura e a composição florística, além das variações espaciais relacionadas às variáveis edáficas e à borda do fragmento. Para o mesmo, foram analisadas as seguintes características: densidade, área basal e distribuição de tamanhos das árvores, além da composição, distribuição e diversidade de espécies. Foram alocadas 25 parcelas de 20 × 20 m, para amostragem dos indivíduos com diâmetro à altura do peito (DAP) ≥ 5 cm, onde também foram coletados dados edáficos. Foram registrados 1.360 indivíduos, 166 espécies, 103 gêneros e 41 famílias, bem como quatro grupos de solos: três Argissolos e um Gleissolo. A análise de correlação canônica demonstrou que a densidade das espécies varia nas parcelas e nos tipos de solo, porém não apresentou diferenças significativas. Distância da borda, conteúdo de alumínio, matéria orgânica, potencial hidrogeniônico e saturação por bases no solo foram as variáveis ambientais mais relacionadas com as variações florísticas e estruturais da floresta. Palavras-chave: Bacia do rio Mogi-Guaçu, Mata Atlântica, variáveis ambientais.
Mostrar mais

17 Ler mais

Evolução dos processos ecossistêmicos em reflorestamentos da Floresta Estacional Semidecídua.

Evolução dos processos ecossistêmicos em reflorestamentos da Floresta Estacional Semidecídua.

A análise de processos do ecossistema como, por exemplo, o ritmo de aumento de biomassa nas árvores e o acúmulo de serapilheira no solo, podem indicar uma recuperação mais rápida ou mais lenta de reflorestamentos (Lu et al. 2003, Moreira & Silva 2004). Assim, esses processos podem ser bons indicadores na comparação de reflorestamentos de diferentes idades, mostrando como está o andamento da restauração, usando os fragmentos florestais da região, como referência. A biomassa aérea tende a aumentar ao longo da sucessão secundária, de maneira mais rápida no início (Brown & Salimon 2000) até atingir o clímax, quando a quantidade ganha e perdida entra em equilíbrio (Brown & Lugo 1990, Engel & Parrotta 2003). Assim, espera-se que a biomassa cresça com a idade em reflorestamentos jovens que não atingiram o clímax estrutural. Da mesma forma, a necromassa, composta principalmente pela serapilheira, deve aumentar com a idade dos reflorestamentos, o que indicaria o restabelecimento da ciclagem de nutrientes (Carvalho & Vasconcelos 1999, Moreira & Silva 2004), juntamente com uma recuperação das propriedades físicas do solo.
Mostrar mais

10 Ler mais

Estrutura e composição do estrato de regeneração em um fragmento florestal urbano: implicações para a dinâmica e a conservação da comunidade arbórea.

Estrutura e composição do estrato de regeneração em um fragmento florestal urbano: implicações para a dinâmica e a conservação da comunidade arbórea.

RESUMO – (Estrutura e composição do estrato de regeneração em um fragmento florestal urbano: implicações para a dinâmica e a conservação da comunidade arbórea). Este estudo foi realizado em um fragmento de floresta estacional semidecídua, sujeito a longo histórico de perturbação antrópica, localizado no perímetro urbano de Uberlândia, MG. Teve como objetivo avaliar a composição e a estrutura do estrato regenerativo e comparar com a comunidade adulta do dossel, de forma a revelar informações importantes sobre o funcionamento do ambiente e a dinâmica dessa formação vegetal. Para o levantamento do estrato regenerativo, utilizaram-se 30 parcelas de 10×10 m, onde todos os indivíduos com altura igual ou superior a um metro tiveram medidos a altura e o diâmetro ao nível do solo. A presença de espécies tardias de grande porte no estrato adulto, sem a correspondência de abundância no estrato regenerativo, sugere que as perturbações atingem diretamente o estrato inferior. O dossel da floresta estacional do Parque do Sabiá é composto de árvores que, provavelmente, possuem dezenas de anos e a formação de clareiras, naturais ou antrópicas, estimula o estabelecimento de espécies pioneiras. De forma geral, as espécies importantes do estrato regenerativo sugerem que a comunidade está sofrendo mudanças na sua composição florística, em um processo de sucessão caracterizado pela presença de grande número de indivíduos regenerantes, de espécies pertencentes aos primeiros estágios sucessionais.
Mostrar mais

11 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados