Top PDF Sinopse das Orchidaceae terrestres ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse das Orchidaceae terrestres ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse das Orchidaceae terrestres ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Sinopse das Orchidaceae terrestres ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil). Realizou-se estudo taxonômico de Orchidaceae terrestres em uma região natural do Rio Grande do Sul, o litoral norte, entre a encosta abrupta da Serra Geral e a linha da costa do Oceano Atlântico (29°10’S a 30°00’S). A área de estudo apresenta clima subtropical úmido do tipo Cfa. Médias anuais de temperatura e precipitação variam de 17,5 a 20,0 °C e de 1.200 a 1.700 mm, respectivamente. A vegetação natural, embora grandemente reduzida e modificada por atividades humanas, é fortemente relacionada às pequenas variações topográficas que afetam a drenagem dos solos. Um total de 42 espécies, incluindo duas novas ocorrências para o Estado, distribuídas em 24 gêneros, foi confirmado como resultado de citações bibliográficas, revisão de herbários e coleta extensiva ao longo da área de estudo. A maioria dos gêneros (17) apresenta uma única espécie, e somente um gênero (Habenaria) concentrou número alto de espécies (8). Os resultados taxonômicos incluem uma nova combinação taxonômica, chaves de identificação para gêneros e espécies, observações taxonômicas e ecológicas, e material examinado.
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Sinopse taxonômica de Cactaceae epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse taxonômica de Cactaceae epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Sinopse taxonômica de Cactaceae epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil). Um estudo taxonômico de Cactaceae epifíticas foi realizado no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. A revisão inclui chaves de identificação, ilustrações, observações ecológicas e taxonômicas, distribuição geográfica e períodos de floração e frutificação das espécies. Foi encontrado um total de seis gêneros e 13 espécies, sendo duas comumente epífitas acidentais, Cereus alacriportanus Pfeiff. e Opuntia monacantha Haw., e 11 epífitas verdadeiras ou habituais, Epiphyllum phyllanthus (L.) Haw., Hatiora rosea (Lagerh.) Barthlott, Lepismium cruciforme (Vell.) Miq., L. houlletianum (Lem.) Barthlott, L. lumbricoides (Lem.) Barthlott, L. warmingianum (K. Schum.) Barthlott, Rhipsalis campos-portoana Loefgr., R. cereuscula Haw., R. floccosa Salm-Dyck ex Pfeiff., R. paradoxa (Salm-Dyck ex Pfeiff.) Salm-Dyck e R. teres (Vell.) Steud. Uma espécie, R. campos-portoana, é referida pela primeira vez para o Estado do Rio Grande do Sul.
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Sinopse taxonômica e chave ilustrada dos gêneros de Solanaceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil

Sinopse taxonômica e chave ilustrada dos gêneros de Solanaceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil

(Sinopse taxonômica e chave ilustrada dos gêneros de Solanaceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil). Este trabalho consiste em uma sinopse taxonômica dos gêneros de Solanaceae no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Constatou-se a ocorrência de 28 gêneros: Acnistus Schott, Athenaea Sendtn., Aureliana Sendtn., Bouchetia Dunal, Browalia L., Brugmansia Pers., Brunfelsia L., Calibrachoa La Llave & Lex., Capsicum L., Cestrum L., Datura L., Dysso- chroma Miers, Grabowskia Schltdl., Jaborosa Juss., Lycianthes (Dunal) Hassl., Melananthus Walp., Nicandra Adans., Nicotiana L., Nierembergia Ruiz & Pav., Petunia Juss., Physalis L., Salpichroa Miers, Schwenckia L., Sessea Ruiz & Pav., Solandra Sw., Solanum L. (incluindo Cyphomandra Sendtn. e Lycopersicon Mill.), Streptosolen Miers e Vassobia Rusby. Destes, 23 apresentam espécies nativas, enquanto cinco estão representados exclusivamente por espécies introduzidas. O número total de espécies é de 149, sendo que 118 são nativas e 31 são introduzidas. Foi elaborada uma chave para identifi cação dos gêneros, fornecidos aspectos taxonômicos relevantes sobre cada um deles e informações sobre as espécies que ocorrem no Rio Grande do Sul.
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Qualidade bacteriológica de queijos artesanais comercializados em estradas do litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil.

Qualidade bacteriológica de queijos artesanais comercializados em estradas do litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil.

manufactured according to the good hygiene guidelines; and may be a risk to the consumers’ health. The aim of this research was the assessment of the bacteriological quality of homemade cheese sold in the region along the northern coast of Rio Grande do Sul. Cheese samples were taken and total and faecal coliform counting per gram sample were established. The samples were also examined for the presence of Listeria spp. and Brucella spp. In total, 80 samples, from 29 commercial establishments were analysed, of which 62 of Colonial type; 10, of Provolone; 6 of Ricotta and 2, of Cacciocavallo type. At the moment of sampling, 71% of them were not stored under refrigeration conditions. In all the samples the presence of total coliform could be demonstrated and 62 of these were tested for the presence of faecal coliforms. In 84% of the samples more then 2.73 - 3.7log.UFC g - 1 (from 500 to 5000UFC mL -1 ) of faecal
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CARACTERIZAÇÃO DA MACROFAUNA DE SUBSTRATOS CONSOLIDADOS DO LITORAL NORTE DO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL

CARACTERIZAÇÃO DA MACROFAUNA DE SUBSTRATOS CONSOLIDADOS DO LITORAL NORTE DO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL

Quanto ao bivalve I. bicolor, Agostini & Ozorio (2016) destacam que se trata de registro novo, o qual amplia a distribuição desta espécie exótica no litoral brasileiro. Segundo as autoras, a presença deste molusco nas monoboias de oleodutos de Tramandaí se deve a dispersão por água de lastro devido ao fluxo constante de navios no local. Meios de transportes marítimos são vetores conhecidos ao longo da história da dispersão das espécies nos oceanos, a qual ocorre especialmente através da água de lastro ou da incrustação nos cascos (Coutts et al., 2003). Sob o ponto de vista ecológico, tal fato representa uma grande problemática, pois a introdução de espécies exóticas pode af- etar não somente as atividades humanas, mas também o ecossistema como um todo. Além dos moluscos, outros organismos incrustantes, sedentários e vágeis também foram registrados nas monobóias de oledutos (Tabela III) e para alguns não foi possível chegar a uma identificação precisa como briozoários, parte dos antozoá- rios e nemertinos, picnogonidas, zoantídeos.
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Sinopse da família Cyperaceae em uma área do extremo sul do Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse da família Cyperaceae em uma área do extremo sul do Rio Grande do Sul, Brasil.

Típica da região costeira do sul do Brasil (Barros 1960). Caracteriza-se pelos colmos áfilos e filamentos dos estames longos, acrescentes e hialinos, o que confere o aspecto de algodão (nome popular “algodãozinho-das-dunas”). Ocorre em campos antropizados e naturais, dunas e monocultivos de exóticas arbóreas da área estudada. Floração e frutificação de outubro a abril, com ápice nos meses de verão. (Foto: Trevisan et al. 2008). Material examinado selecionado: 20.III. 2012, fl. e fr., A.C. Soares 257 (HURG).

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História natural de Philodryas patagoniensis (sepentes: colubridae) no litoral do Rio Grande do Sul, Brasil

História natural de Philodryas patagoniensis (sepentes: colubridae) no litoral do Rio Grande do Sul, Brasil

generalista que preda vertebrados de pequeno porte, incluindo aves, anfíbios, lagartos, outras serpentes e roedores (Lema et al., 1983; Di-Bernardo, 1998; Carvalho-e-Silva e Barros-Filho, 1999; Cechin, 1999; Carreira, 2002; Zanella, 2004; Hartmann e Marques, 2005). Apesar da existência de um número considerável de informações sobre a dieta da espécie, estas são na sua maioria esparsas, apenas qualitativas, e referem-se à espécie como um todo, sem considerar as variações intra-específicas que podem ocorrer em função das diferentes condições ambientais a que diferentes populações estão submetidas (Shine et al., 1998). No Rio Grande do Sul, os únicos estudos limitados a uma região que incluíram a dieta da espécie, foram desenvolvidos no Planalto das Araucárias (Di-Bernardo, 1998), no Planalto Médio (Zanella, 2004), na Depressão Central (Cechin, 1999; Hartmann e Marques, 2005) e no Litoral Norte (Oliveira, 2005), sendo que neste último o tema foi abordado apenas superficialmente. O presente estudo apresenta uma avaliação qualitativa e quantitativa da dieta de Philodryas patagoniensis no litoral do Rio Grande do Sul, baseada na análise do trato digestório de exemplares colecionados e de observações feitas sob condições naturais.
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Aceitação da técnica de compostagem de resíduos de pescado pelos pescadores do litoral norte do Rio Grande do Sul: estudo de caso

Aceitação da técnica de compostagem de resíduos de pescado pelos pescadores do litoral norte do Rio Grande do Sul: estudo de caso

Alguns frigoríficos de pescado no Brasil fazem uso da técnica de compostagem como método de tratamento dos resíduos gerados pelo processamento, o qual pode, também, ser facilmente implantado em pequenos empreendimentos. Segundo Gonçalves (2009), a avaliação econômica de uma empresa processadora de tilápias, com volume de processamento de até 200 kg dia -1 de peixe, mostrou que os indicadores econômicos foram positivos, tais como liquidez e taxa de retorno, comprovando a viabilidade do investimento para o tratamento dos resíduos e a produção de composto através da prática da compostagem.
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Urban occupation in North Coast of Rio Grande do Sul, Brazil and its implications in second residence tourism

Urban occupation in North Coast of Rio Grande do Sul, Brazil and its implications in second residence tourism

O Litoral Norte do Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil, é uma região que tem presenciado diversas transformações em suas formas de ocupação e expansão urbana, ao longo da história. Desde as primeiras ocupações por estâncias e fazendas até as modalidades atuais, predominantemente turísticas, os municípios desta região passaram por uma série de modificações de usos e de formas, ao longo do tempo. Este artigo tem como objetivo principal apresentar os períodos de ocupação do Litoral Norte do Rio Grande do Sul e sua relação com o turismo de segunda residência, delimitados através da identificação dos usos, da análise das formas de crescimento urbano, do traçado e das tipologias das edificações, verificados na região. Na pesquisa realizada, foi possível identificar, delimitar e analisar quatro períodos no processo de ocupação da região: estâncias e fazendas (até 1888), turismo de saúde (1888-1940), loteamentos balneários (1940-1995) e condomínios horizontais (1995-2016).
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A toninha, Pontoporia blainvillei (Mammalia: Cetacea), no litoral norte do Rio Grande do Sul : mortalidade acidental em redes de pesca, abundância populacional e perspectivas para a conservação da espécie

A toninha, Pontoporia blainvillei (Mammalia: Cetacea), no litoral norte do Rio Grande do Sul : mortalidade acidental em redes de pesca, abundância populacional e perspectivas para a conservação da espécie

A toninha, Pontoporia blainvillei, é a espécie de pequeno cetáceo mais ameaçada na América do Sul, devido às capturas acidentais em redes de pesca em toda sua distribuição geográfica. Na costa do Brasil, a região onde a espécie sofre os mais altos níveis de mortalidade acidental é o Rio Grande do Sul. A presente tese apresenta os resultados de três trabalhos distintos relacionados a aspectos populacionais e da conservação da espécie: um estudo sobre a mortalidade causada pelas capturas acidentais em redes de pesca, uma estimativa de abundância populacional, e um ensaio crítico sobre perspectivas de conservação, recomendações de políticas públicas e medidas de manejo para a pesca. Com os objetivos de apresentar estimativas de mortalidade atualizadas, identificar épocas do ano, tipos e tamanho de rede de pesca e faixas de profundidades com maior risco de captura, foi realizado entre 2002 e 2004, no litoral norte do Rio Grande do Sul, um estudo sobre as interações da pesca e a toninha. As comunidades de pesca de Torres e Tramandaí foram monitoradas durante 350 dias para seleção das embarcações colaboradoras, condução de entrevistas com pescadores e distribuição dos cadernos de bordo e embarques acompanhando as operações de pesca. No total, foram coletados dados relativos a 823 operações de pesca realizadas pelas treze embarcações monitoradas. Foram registradas as capturas acidentais de 99 toninhas em 74 eventos de captura. A mortalidade anual de toninhas foi extrapolada para as 31 embarcações da pesca comercial costeira que atuam em Torres e Tramandaí, resultando em duas estimativas, dependendo do índice empregado: 429 animais (IC 95%: 168 – 853) utilizando CPUE e 353 toninhas (IC 95%: 171 – 629) utilizando taxa de captura. Os resultados desse trabalho não apontam soluções rápidas e fáceis para a mitigação das capturas
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Dieta da tartaruga-verde, Chelonia mydas Linnaeus, 1758 (Testudines, Cheloniidae), no litoral norte do Rio Grande do Sul

Dieta da tartaruga-verde, Chelonia mydas Linnaeus, 1758 (Testudines, Cheloniidae), no litoral norte do Rio Grande do Sul

Todas as espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil estão protegidas por leis federais e por acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário. As cinco espécies que ocorrem no Rio Grande do Sul estão incluídas na lista brasileira de espécies ameaçadas de extinção. A tartaruga-de-couro e a tartaruga-de-pente estão incluídas na Lista Vermelha da União Mundial para a Conservação da Natureza (IUCN) como criticamente ameaçadas e as demais como ameaçadas ou vulneráveis (IUCN, 2006). Todas estão incluídas no Apêndice I da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Selvagens (CITES), constam também dos Apêndices I e II da Convenção sobre Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens (CEM ou Convenção de Bona) (H YKLE , 1999). Recentemente, o Brasil tornou-se signatário da Convenção Interamericana para a Proteção e a Conservação das Tartarugas Marinhas. O litoral do Rio Grande do Sul é considerado uma importante área de alimentação e desenvolvimento para os indivíduos juvenis e sub-adultos de pelo menos três das cinco espécies ocorrentes no Brasil. Devido a isso o RS foi recentemente considerado uma área de extrema importância biológica para a conservação das tartarugas marinhas (D I -B ERNARDO et al., 2003).
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Variação vertical de briófitas epífitas na Área de Proteção Ambiental Morro de Osório, Osório, Rio Grande do Sul, Brasil

Variação vertical de briófitas epífitas na Área de Proteção Ambiental Morro de Osório, Osório, Rio Grande do Sul, Brasil

Resumo - A variação vertical de briófitas epífitas foi estudada em um remanescente de Mata Atlântica no município de Osório (Litoral Norte do Rio Grande do Sul), a Área de Proteção Ambiental Morro de Osório (APA Morro de Osório). A Mata Atlântica é uma floresta tropical com grande diversidade de mi- croambientes e possíveis substratos para colonização de briófitas. O tronco de árvores em florestas tropicais representa uma complexa integração entre briófitas e microambientes, e a distância acima do nível do solo é um fator que contribui para a colonização destas espécies. As coletas foram realizadas em 10 transectos de 10 m cada, selecionados aleatoriamente na área de estudo. Foram coletadas amostras em todos os tron- cos com DAP entre 15-35 cm, ocorrentes a um me- tro de cada lado do transecto. Para a verificação da ocorrência de zonação vertical o tronco foi dividido em três níveis de altura: nível I (de 0 - 0,5 m alt.), nível II (0,5 - 1m alt.) e nível III (1 - 1,5 m alt.). Foi encontrado no total 32 espécies em 34 forófitos cole- tados. A análise da diversidade das espécies em cada nível, mostrou que não houve variação relevante en- tre os diferentes níveis. Onde o primeiro apresentou 23 espécies e os níveis II e III, ambos com 25 espé- cies. Porém a composição das espécies em cada nível obteve uma pequena diferenciação, onde os níveis 1 e 2 apresentam 3 espécies exclusivas, enquanto que o nível 3 apresentou quatro espécies exclusivas. Os re- sultados alcançados corroboram outros encontrados em áreas de Floresta Atlântica.
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Florística e distribuição geográfica das samambaias e licófitas da Reserva Ecológica de Gurjaú, Pernambuco, Brasil.

Florística e distribuição geográfica das samambaias e licófitas da Reserva Ecológica de Gurjaú, Pernambuco, Brasil.

Vários levantamentos florísticos foram realizados para o estudo das samambaias e licófitas ocorrentes em remanescentes de Floresta Atlântica Nordestina, principalmente em Pernambuco, onde estes grupos vegetais são mais conhecidos justamente pela maior quantidade de trabalhos já efetuados. Entre alguns dos principais estudos podemos citar: Xavier & Barros (2003), desenvolvido na Serra Negra, município de Bezerros; Pietrobom & Barros (2003), com levantamento florístico em São Vicente Férrer; Santiago & Barros (2003), que estudaram fragmentos de um Refúgio Ecológico em Igarassu; Xavier & Barros (2005) e Santiago et al. (2004), que realizaram inventários em remanescentes de Floresta Atlântica localizados em Brejos de Altitude e Pietrobom & Barros (2007), com levantamentos florísticos em fragmentos florestais do Engenho Água Azul, município de Timbaúba. Apesar do nível de devastação do ecossistema Floresta Atlântica, todos esses trabalhos evidenciam sua importância para esses grupos vegetais, já que nos remanescentes estudados foi encontrada uma considerável riqueza de samambaias e licófitas, assim como a presença de espécies raras e bioindicadoras. O conhecimento da biodiversidade dos ecossistemas, através de levantamentos florísticos, constitui importante embasamento para a conservação, bem como para uma potencial exploração racional dos recursos e das áreas naturais ainda existentes (Menini Neto et al. 2007). Portanto, o presente estudo teve como objetivo inventariar as espécies de samambaias e licófitas
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Estimativa populacional e uso do hábitat do boto-cinza (Sotalia guianensis) no litoral sul do Rio Grande do Norte

Estimativa populacional e uso do hábitat do boto-cinza (Sotalia guianensis) no litoral sul do Rio Grande do Norte

No entanto, a exploração de recursos e degradação de hábitat causada pelos humanos colocou em risco diversas populações naturais, o que levanta questões conservacionistas relacionadas à manutenção e abundância destas populações. A dependência de densidade pode ter um efeito regulador na população. Quando ocorre uma movimentação de indivíduos que se deslocaram de um hábitat degradado para aéreas onde se encontram outros indivíduos, o aumento da densidade pode resultar em maior competição entre os indivíduos e aumento da mortalidade e, conseqüentemente, numa redução no tamanho da população. Isto pode ser previsto apenas se o grau de dependência da densidade de uma determinada população possa ser determinado dentro de cada área. Para isto é necessário detectar mudanças em parâmetros como a taxa de nascimento e mortalidade nas áreas de ocorrência da espécie (Goss-Custard & Sutherland, 1997). Um exemplo das conseqüências da exploração desenfreada pode ser visto nas muitas espécies de mamíferos marinhos. Sabe-se que mudanças nas taxas de nascimento, taxa de crescimento dos indivíduos e idade de maturidade sexual estão correlacionadas com a história e padrões de exploração das espécies (Lockyer, 1984). Para as cachalotes (Physeter macrocephalus) da África-do-Sul (Best et. al., 1984) e o golfinho-rotador (Stenella longirostris) do Pacífico Leste (Perrin & Henderson, 1984) a diminuição drástica de indivíduos destas populações tornou disponível maior quantidade de recursos para a população remanescente, causando diminuição no intervalo reprodutivo e a idade de maturidade sexual.
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Caracterização da piscicultura continental no Litoral Norte do Rio Grande do Sul

Caracterização da piscicultura continental no Litoral Norte do Rio Grande do Sul

Uma realidade diferente foi relatada por Piedras e Bager (2007) na região Sul do estado, onde a maioria dos criadores utilizavam somente resíduos vegetais nos sistemas de criação, enquanto que no Litoral Norte se destaca a oferta de ração com a complementação de resíduos agrícolas nos sistemas de criação das espécies. Essa diferença de manejo alimentar pode ser devido ao tempo entre uma pesquisa e outra, uma vez que atualmente existe maior facilidade de acesso à informação e à obtenção de insumos como rações para peixes do que há 10 anos.
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O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Ao mesmo tempo em que a própria legislação universaliza e garante a qualidade da educação, estas garantias do direito e do acesso à educação não garantem, de fato, a permanência desses alunos com sucesso e qualidade. Neste sentido, entende-se que o professor inspetor escolar deve atender a uma sociedade que requer cada vez mais educadores participativos e democráticos. Além disso, os novos paradigmas da educação nacional encaminham uma questão de ordem prática: são desafios que colocam o Inspetor Escolar para a observância da legislação educacional junto às escolas, pelo seu papel de legítimo representante da administração do Sistema Educacional. Fazendo-se uma leitura mais atenta da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e de alguns de seus artigos, esta remete a algumas competências que o Inspetor Escolar pode exercer, em ação solidária com as escolas, seus diretores e demais profissionais da comunidade escolar e em interação com setores da Secretaria de Educação. Tais ações podem ser mais voltadas para a orientação e o acompanhamento das práticas educacionais e dos registros, com uma abordagem mais orientadora e colaborativa, feita por meio das visitas regulares que abandonem o caráter de visitas de fiscalização e se consolidem como visitas de orientação e acompanhamento. O Inspetor Escolar deve ainda assegurar o funcionamento regular da escola, interpretando e aplicando as normas do ensino, orientando a escola na aplicação das normas. Enfim, diante de uma sociedade que tem se modificado, com inovações que acontecem todos os dias, constata-se a necessidade de uma nova educação, um novo sistema de pensar a escola, suas práticas e seus profissionais e de se definir a função dos Inspetores Escolares. Com a mudança das práticas, as mudanças na legislação serão inevitáveis, acarretando assim a transformação da identidade profissional do professor inspetor escolar no estado do Rio de Janeiro e aproximando-o ainda mais dos espaços escolares em que atua.
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AVALIAÇÃO DE METODOLOGIA DE AQUISIÇÃO DE DADOS PARA REPRESENTAÇÃO DE FEIÇÕES MORFOLÓGICAS DE PRAIAS ARENOSAS ATRAVÉS DE MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO.

AVALIAÇÃO DE METODOLOGIA DE AQUISIÇÃO DE DADOS PARA REPRESENTAÇÃO DE FEIÇÕES MORFOLÓGICAS DE PRAIAS ARENOSAS ATRAVÉS DE MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO.

Dentre os trabalhos que tratam da quantificação do volume arenoso utilizando diferentes meto- dologias e aparelhos temos Morton et al. (1993) que utilizou o GNSS no método de posicionamento cinemático adaptado em um veículo traçado comparando-os com dados de levantamento tradicional com teodolito na praia arenosa de Galvestone no Golfo do México; Huang; Jackson; Cooper (2002) comparou resultados de dados obtidos por GNSS no método de posicionamento RTK e por perfis obtidos por estação total com uma precisão planimétrica de 0,010m e altimétrica de 0,019m em na praia de Runkerry no nordeste da Irlanda; Baptista et al. (2008) realizou o monitoramento de diversas praias no litoral de Portugal com GNSS em um sistema multiantena adaptado em um quadriciclo e em um monociclo obtendo precisão de 0,03m planimétricos e 0,04m altimétricos gerando MDE. Modelos Digitais de Elevação (MDE) de praias arenosas são informações importantes nos estudos de dinâmica costeira em distintas aplicações. A comparação multitemporal entre esses elementos permite a identificação e a mensuração das variações temporais superficiais e volumé- tricas ocorridas nas linhas de costa (LC) e nas superfícies de praia, o cálculo das áreas e volumes de erosão/acresção, além da orientação e do transporte de sedimentos (BAPTISTA et al., 2008; ROCHA et al., 2009; SANTOS; AMARO; SOUTO, 2011, AMARO et al., 2013, SANTOS, 2014). Essas informações integradas podem ser utilizadas em questões relacionadas à evolução costeira, tais como na alimentação dos modelos de prognósticos de LC, na identificação das zonas de risco à erosão costeira,no auxílio aos estudos de uso e ocupação sustentável do solo em áreas de intensa dinâmica costeira (erosão/acresção) sobre atividades antrópicas, na análise da elevação do nível do mar e de fenômenos climáticos globais como o El Niño e a La Niña (SOUTO et al., 2004; ESTE- VES et al., 2006; KLEMAS, 2011; AMARO; SANTOS; SOUTO, 2012).
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Número cromossômico, comportamento meiótico e viabilidade de grãos de pólen em populações de Vasconcellea quercifolia A. St. Hill. (CARICACEAE) nativas do Vale do Taquari/RS

Número cromossômico, comportamento meiótico e viabilidade de grãos de pólen em populações de Vasconcellea quercifolia A. St. Hill. (CARICACEAE) nativas do Vale do Taquari/RS

Embora estejam citados em literatura análises citogenéticas do mamãozinho-do-mato (ÉDER- SILVA et al., 2007; NETO et al.,2009; NETO, 2010) estas não foram realizadas em populações das espécies ocorrentes no Rio Grande do Sul. Segundo Stance (2000) muitas vezes as contagens cromossômicas restringem-se a um ou poucos indivíduos e populações, o que pode dificultar o reconhecimento de uma eventual variabilidade intraespecífica para determinada característica. Sendo assim, é muito importante que a determinação do número de cromossomos seja feita em vários indivíduos e populações por espécie, e que exsicatas do material analisado sejam mantidas em herbário para certificar o trabalho (CASTRO et al., 2006). O reconhecimento desta variabilidade é base para o desenvolvimento de programas de melhoramento e para utilização em programas de melhoramento genético em andamento, como é o caso do mamoeiro (Caryca papaya).
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Aspectos da biologia reprodutiva de Eretmochelys imbricata (testudines, cheloniidae) no litoral sul do Rio Grande do Norte, Brasil

Aspectos da biologia reprodutiva de Eretmochelys imbricata (testudines, cheloniidae) no litoral sul do Rio Grande do Norte, Brasil

Na Praia do Forte (Bahia, Brasil), os ninhos de E. imbricata que apresentam tempo de incubação mais longos também apresentam taxas de eclosão mais altas (Gustave Lopez, comunicação pessoal). Se os ninhos que incubam mais lentamente apresentam melhores taxas de eclosão, é possível que os ninhos lavados pelo mar estejam se resfriando ao entrar em contato com a água, proporcionando uma incubação mais lenta. O tempo de incubação é freqüentemente associado com a proporção sexual, ou seja, ninhos com períodos de incubação mais extensos são relacionados à proporção sexual em favor de machos (Kamel & Mrosovsky, 2006). Marigatolius (2006) questionou a transferência de desovas que estão susceptíveis a serem lavados pela maré, argumentando que apesar do percentual de eclosão diminuir, a proporção sexual em favor dos machos (sexo raro; Limpus, 1992; Leon & Diez, 1999; Carrillo et. al. 1999) aumenta. Diante do cenário atual de aquecimento global e tendência de maximização de fêmeas sendo produzidas, qualquer input no sexo raro pode aumentar o fitness do indivíduo.
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