Top PDF Sinopse taxonômica da família Combretaceae R. Brown na Região Sul do Brasil.

Sinopse taxonômica da família Combretaceae R. Brown na Região Sul do Brasil.

Sinopse taxonômica da família Combretaceae R. Brown na Região Sul do Brasil.

RESUMO – (Sinopse taxonômica da família Combretaceae R. Brown na Região Sul do Brasil). O presente trabalho consiste no estudo taxonômico das espécies da família Combretaceae no sul do Brasil. Constatou-se a ocorrência de nove espécies distribuídas em cinco gêneros: Buchenavia kleinii Exell, Combretum fruticosum (Loefl.) Stuntz, Combretum laxum Jacq., Conocarpus erectus L., Laguncularia racemosa (L.) Gaertn. f., Terminalia argentea Mart., Terminalia australis Cambess., Terminalia glabrescens Mart. e Terminalia triflora (Griseb.) Lillo. Terminalia reitzii Exell e Terminalia ulena Engl. ex Alwan & Stace foram consideradas espécies duvidosas e Conocarpus erectus L. é referida pela primeira vez para o estado do Paraná. Para reconhecimento das espécies são apresentadas chaves de identificação, descrições, ilustrações, distribuição geográfica e comentários.
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Sinopse taxonômica e chave ilustrada dos gêneros de Solanaceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil

Sinopse taxonômica e chave ilustrada dos gêneros de Solanaceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil

4. Bouchetia Dunal in DC., Prodr. 13 (1): 589. 1852. Subarbustos; fl ores brancas ou amareladas, solitárias, axilares, ligeiramente zigomorfas; prefl oração imbricada; estames quatro e um estaminódio (este raramente ausente ou raramente cinco estames férteis), didínamos quando quatro, adnatos na metade inferior do tubo da corola; anteras ventrifi - xas; cápsula ovóide, envolta parcialmente pelo cálice frutífero. Gênero representado por três espécies exclusivamente americanas (Morton 1944; Hunziker & Subils 1983; Hun- ziker 2001). Bouchetia erecta Dunal ocorre na América do Norte e Guatemala, B. arniatera Robinson é endêmica do México e B. anomala (Miers) Britton & Rusby é a única espécie encontrada na região sul do Brasil, na zona limítrofe do Rio Grande do Sul (regiões fi siográfi cas da Campanha e Missões) com a Argentina e Uruguai, ocorrendo também nestes países e no Paraguai (Morton 1944; Hunziker & Subils 1983; Hunziker 2001; Vignoli-Silva & Mentz 2005a).
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Sinopse taxonômica da família Lauraceae no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Sinopse taxonômica da família Lauraceae no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Cryptocarya apresenta cerca de 350 espécies, cujo centro de diversidade está localizado na Malásia, não havendo registros na África Central (Rohwer 1993b). No neotrópico o gênero tem sete espécies de distribuição restrita a América do Sul, ocorrendo no Brasil, Guiana Francesa e no Chile (Kostermans 1937). No Brasil são reconhecidas dez espécies, uma na região amazônica, principalmente no estado do Pará e as demais registradas na região sudeste (Kostermans 1937; 1938). No Estado do Rio de Janeiro são reconhe- cidas oito espécies: C. aschersoniana Mez, Cryptocarya granulata Vattimo-Gil, Cryptocarya
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Sinopse taxonômica de Cactaceae epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse taxonômica de Cactaceae epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil.

Barthlott & Taylor (1995) reconheceram cinco subespécies de Rhipsalis floccosa, e citaram a ocorrência de R. floccosa subsp. pulvinigera para o Rio Grande do Sul. Segundo estes autores, esta subespécie caracteriza-se por apresentar artículos que se colorem com pontos vermelhos quando expostos à intensa luz solar, flores com cerca de 1,8 cm ou mais de diâmetro e frutos de cor magenta, raramente brancos. As plantas observadas no Estado possuem a coloração descrita para os artículos, porém apresentaram flores mais estreitas (1,0-1,7 cm larg.) e não foram encontrados frutos brancos. Rambo (1951) identificou a espécie equivocadamente como sendo R. pentaptera A. Dietr. Lombardi (1991) citou a ocorrência de R. puniceo-discus G.A. Lindb. para o Estado, mas o exame da fotografia da exsicata referida pelo autor (Brasil. Rio Grande do Sul: Canela, H. Neubert, 109 - B), demonstrou tratar-se de R. floccosa. Rogalski & Zanin (2003) citaram a ocorrência de R. sulcata F.A.C. Weber em um levantamento na região do Alto Uruguai, mas a exsicata referida pelas autoras (Brasil. Rio Grande do Sul: Barão de Cotegipe, A. Chaves, HERBARA 5974) é na realidade de R. floccosa. A espécie apresenta hábito semi-ereto quando jovem, tornando-se pendente com o crescimento da planta. No herbário, os artículos secos adquirem aspecto anguloso. R. floccosa floresce de outubro a fevereiro e frutifica de janeiro a junho. 6.4. Rhipsalis paradoxa (Salm-Dyck ex Pfeiff.) Salm- Dyck, Cact. Hort. Dyck. [ed. 1844] 39. 1844 [1845].
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

A idéia da construção de um gasoduto entre a Bolívia e o Brasil remonta à Conferência de Paz da Guerra do Chaco em 1938. Combalida pela guerra, interessava à Bolívia fontes de recursos externos que, se planejava, poderiam ser obtidos pela exportação de hidrocarbonetos para o Brasil, país com quem mantinha, à época, boas relações diplomáticas em decorrência do apoio tácito que por ele lhe foi prestado durante a guerra. Durante a Conferência, chegou-se à formulação do Acordo de Roboré, por meio do qual o Brasil recebia direitos por vinte anos de exploração e importação dos hidrocarbonetos bolivianos. No entanto, até 1958, quando o acordo estava prestes a caducar, nada de efetivo havia-se realizado. O governo revolucionário de Paz Estenssoro, então, a fim de aumentar sua receita externa para amenizar suas dificuldades econômicas doméstica, pressiona o Brasil para que o acordo tivesse realização material. Novas negociações têm início levando à assinatura das Notas Reversais ao Acordo de Roboré. Contudo, o acordo não recebeu ratificação por parte do parlamento brasileiro, em virtude da grande celeuma interna que provocou em um momento de intenso nacionalismo econômico. Durante o governo militar brasileiro, estudou-se novamente a viabilidade da construção de um gasoduto entre Brasil e Bolívia em razão do aumento da vulnerabilidade energética do país, seguindo o primeiro choque do petróleo, sem que novamente se alcançasse algo de concreto. A outra opção que veio a se apresentar à Bolívia foi a exportação de gás para a Argentina, ainda na década de 1970. Uma vez que a Argentina já tinha um mercado de gás bem desenvolvido, as exportações bolivianas serviam apenas para complementar a oferta doméstica, em volumes não muito significativos. 35
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OLIVEIRA 2009 SegurancaEnergeticanoAtlanticoSul AnalisecomparadaAfricaAmericadoSul ANPOCS

OLIVEIRA 2009 SegurancaEnergeticanoAtlanticoSul AnalisecomparadaAfricaAmericadoSul ANPOCS

Para isto, o país precisa ampliar as discussões a respeito do novo marco regulatório e do destino final dos rendimentos petrolíferos. Faz-se necessário a construção de mecanismos de re- investimento das rendas obtidas com um produto finito, em outros setores produtivos, preferencialmente em na geração de energia limpa, que permita ao país consolidar sua posição de potência energética mesmo após o fim do petróleo do pré-sal. Isto pode ser viabilizado direcionando-se os recursos do pré-sal diretamente no processo de desenvolvimento tecnológico e produtivo para viabilizar a transição para a “Era pós-petróleo”. O futuro Fundo destinado a captar os recursos do pré-sal, pode muito bem ser um Fundo para investimento em energia limpa, para garantir a construção de uma nova civilização da “Era pós-petróleo”. Com apenas uma parte dos recursos do pré-sal destinados ao Fundo Social, investidos em tecnologias de uso múltiplo, meios produtivos e infra-estrutura de energia limpa, desde que estas economizem ou substituam o petróleo, gerando energia, emprego e renda, de forma mais diversificada, descentralizada e sustentável. A síntese deste processo estaria no planejamento estratégico para a ampliação da Segurança Energética de longo prazo do Brasil, integrando extensas cadeias produtivas e de fornecedores de equipamentos e serviços para a exploração petrolífera e geração de energia mais limpa, em cooperação com seus vizinhos sul-americanos.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL MESTRADO EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS DISSERTAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL MESTRADO EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS DISSERTAÇÃO

argelino em Janeiro de 1985, com o requisito de que as vendas deveriam ser efetuadas sob as salvaguardas nucleares da Organização Internacional de Energia Nuclear. Em Maio de 1985, foram assinados os contratos, em Bariloche, para a venda de um reator de 1MW e dos elementos combustíveis para o conjunto subcrítico. Foi acordado que as obras civis do reator estariam a cago da empresa estatal argelina Entreprise Nationale du Génie Civil et du Bâtiment. Por um convênio especial assinado com a INVAP, a CNEA comprometeu-se a exercer o controle e a execução dos trabalhos, assim como auxiliar na capacitação de pessoal argelino. Os bancos argentinos outorgaram avais e crédito à INVAP para as garantias dos trabalhos na Argélia correspondentes ao conjunto subcrítico e ao reator, que deveriam executar-se em 36 meses a contar de Maio de 1985.Em Setembro de 1985, foram assinados novos contratos para a construção de uma planta piloto para a fabricação de elementos combustíveis nucleares e para a construção de uma planta de conversão de concentrado de urânio em dióxido de urânio. Em meados de 1988, foi assinado um acordo amplo de cooperação tecnológica entre a INVAP e o Haut Commisariat a la Recherche (HCR), organismo estatal argelino sucessor do CEN neste aspecto. As obras do reator de 1 MW e da Planta Piloto de Elementos Combustíveis (UDEC) avançaram normalmente e a INVAP estabeleceu um escritório permanente em Argel. Em Março de 1989, começou a funcionar o reator “NUR”. No dia 02 de abril se realiza a cerimônia solene de inauguração, com a presença do presidente da Argélia e de representantes do governo argentino e da CNEA. As tarefas da UDEC avançaram normalmente até 1990, período em que começa uma deterioração das condições de segurança interna da Argélia, o que dificultou o trabalho dos estrangeiros na região. Ademais, houve atrasos na execução da obra civil a cargo da empresa argelina, provocando o vencimento das garantias de muitos equipamentos que deveriam ser instalados. Criou-se uma situação complexa que afetou a continuidade das obras em um ritmo razoável. Mesmo com os diversos inconvenientes, em 1991 já havia sido terminada 90 % da obra, que poderia ser finalizada em 6 meses se não houvesse esta situação de insegurança. Em 1993, a INVAP propôs que parte dos sistemas fosse feita na Argentina, mas os argelinos não aceitaram. Poucos foram os argentinos que continuaram trabalhando na Argélia. No final de 1998, quando as condições de segurança começaram a melhorar, a construção da planta foi reiniciada, sendo finalizada em 1999.
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BRASIL E ARGENTINA EM PERSPECTIVA HISTÓRICA

BRASIL E ARGENTINA EM PERSPECTIVA HISTÓRICA

Mas é bem mais ao sul, onde o Uruguai, geograficamente meio brasi- leiro e meio platino, continua a viver e prosperar galhardamente em seu histórico papel de Estado-tampão, é aí onde La[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

Assim, uma decisão condiciona outra, formando uma cadeia viciosa. Em virtude do revigoramento da diplomacia norte-americana e de seu poder brando, somado ao desgaste entre Brasil e Argentina, a ALCA se torna irreversível. FHC refaz o acordo militar Brasil e EUA rompido desde os anos Geisel. Ao contrário das expectativas de militares brasileiros, a assinatura do acordo só serve para a formulação de um parecer que diz ser inviável, diante dos termos de austeridade fiscal previstos no acordo de ingresso do Brasil na ALCA, a manutenção de Exército no Brasil. O desgaste das Forças Armadas com o público interno também cumpre sua parte. A Rede Globo havia divulgado que as baixas haviam sido de exclusiva responsabilidade dos militares e não da decisão apressada e aventureira de FHC. Por isso, o acordo militar com os EUA na prática serve apenas para a aceleração da aplicação da doutrina McNamara, que já previa desde os anos 1980, a conversão das forças armadas da América Latina à condição de guardas nacionais, restritas à função de combate ao tráfico de drogas. O governo resolve convocar um plebiscito para decidir o futuro das FFAA. Ressentido com as perdas causadas pela guerra e certo de que a responsabilidade era dos militares, a população vota reativamente. A extinção do Exército é aprovada.
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REVISTA BRASILEIRA DE POLÍTICA INTERNACIONAL

REVISTA BRASILEIRA DE POLÍTICA INTERNACIONAL

Rodésia/Zimbábue em 1980, a África do Sul assumiu a tutela sob este grupo e o reorganizou como um movimento terrorista eficaz e na sua arma principal para a desestabilização do governo moçambicano. O terrorismo da RENAMO levou Moçambique à beira de um colapso. Porém, esta oposição armada contra o Estado moçambicano não reflete só as maquinações da África do Sul. A RENAMO conseguiu, também, se aproveitar das divisões na sociedade moçambicana (étnicas, regionais, sociais), do neotradicionalismo, da distância dos chefes tradicionais junto ao Estado e da rejeição da política de modernização e do “jacobinismo” das elites urbanas e socialistas pela sociedade rural. Todavia, entre os pesquisadores, bem como no debate público em Moçambique, a relevância destas raízes locais e, com isso, das razões locais da revolta, estão sujeitas a severas disputas. Nas eleições de 1994, a RENAMO conseguiu 38% dos votos, o seu candidato à Presidência, Dhlakama, 33,7%. A votação reflete uma clara polarização étnica/regional. Para o debate sobre o caráter da RENAMO veja: MINTER, W.. Apartheid’s Contras: An Inquiry into the Roots of War in Angola e Mozambique. Johannesburg & London: Zed, 1996. VINES, A.. Renamo: Terrorism in Mozambique. Centre for Southern African Studies, University of York, London/Bloomington/Indianapolis: James Currey/Indiana University Press, 1991. YOUNG, Tom. “The MNR/RENAMO: External and Internal Dynamics”. Em: African Affairs. 1990, pp. 490-509.
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Helmintos do cachorro do campo, Pseudalopex gymnocercus (Fischer, 1814) e do cachorro do mato, Cerdocyon thous (Linnaeus, 1766) no sul do estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Helmintos do cachorro do campo, Pseudalopex gymnocercus (Fischer, 1814) e do cachorro do mato, Cerdocyon thous (Linnaeus, 1766) no sul do estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

De acordo com estudos realizados no Brasil e países da América Latina (MARTINÉZ et al., 2000; RUAS et al., 2003; VIEIRA et al., 2004), canídeos silvestres P. gymnocercus e C. thous são hospedeiros de um importante número de nematóides, cestóides e trematódeos. A prevalência de para- sitos intestinais pode variar devido a fatores tais como: região geográfica, comportamento do hospedeiro, estação do ano e composição da população dos hospedeiros (LABARTHE et al., 2004). Só foi possível o diagnóstico em nível de Família e Ordem dos cestóides devido ao estádio de desenvolvimento dos espécimes, que apresentavam escólex e o estróbilo com poucas proglótides em início de desenvolvimento, não permi- tindo a visualização de órgãos genitais, os quais são funda- mentais no enquadramento taxonômico dos exemplares. Vá- rios autores têm observado estes cestóides parasitando canídeos sul-americanos, além de outros carnívoros como Felis geoffroyi, F. yagouaroundi e Procyon cancrivorus (SCHMIDT; MARTIN, 1978; MARTINÉZ et al., 2000; RUAS et al., 2002). A origem da infecção se deve, possivelmente, à dieta dos hospedeiros definitivos em seu ambiente natural, sendo freqüente o consumo de peixes, crustáceos de água doce, répteis e pequenos mamíferos, que atuariam como hospedei- ros intermediários ou paratênicos dos parasitos (SILVA, 1994; DOTTO, 2001; JÁCOMO et al., 2004). Na Argentina, há ci- tação de Diphyllobothrium em Lontra provocax, onde foi ci- tado também parasitando várias espécies de peixes de água doce (REVENGA et al., 1995; SATO et al., 1999), que, se- gundo Bueno e Mota-Júnior (2004) também fazem parte da dieta de P. gymnocercus e C. thous. Parasitismo por A. alata foi observado em 42,5% dos animais. Estes valores são seme- lhantes aos encontrados por Shimalov e Shimalov (2002) em Vulpes vulpes (42,6%) na Bielorrussia e são superiores aos valores encontrados por Rigonatto et al. (2004) na Venezuela, que observaram uma prevalência de 16,6% e 12,5%, respec- tivamente em P. gymnocercus e C. thous. Este trematódeo é comumente encontrado no intestino delgado de carnívoros como canídeos, felídeos, mustelídeos e procionídeos. Neces- sita de ambiente com presença de áreas com boa irrigação, que favoreça o desenvolvimento de seus hospedeiros inter- mediários, na sua maioria compostos de anfíbios e moluscos (RIGONATTO et al., 2004), e componentes da dieta dos canídeos silvestres estudados (DOTTO, 2001). Segovia et al. (2002) relataram 19,2% de A. alata em V. vulpes na Península Ibérica, considerando que a área de ocorrência dos hospedei- ros era possivelmente um foco natural de trematodíases
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Sinopse das Orchidaceae terrestres ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse das Orchidaceae terrestres ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil.

A distribuição das espécies epifíticas da família Orchidaceae no litoral do Estado foi estudada por Waechter (1998a), porém, dados sobre as espécies terrestres são relativamente raros e não foram objeto de estudo detalhado para a região, encontrando-se dispersos em estudos florísticos e fitossociológicos sobre o estrato herbáceo de áreas localizadas do litoral. Este estudo objetivou realizar um inventário das espécies terrestres de Orchidaceae ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul. São apresentadas chaves para identificação dos gêneros e das espécies, observações taxonômicas e ecológicas e material examinado, visando facilitar a identificação dos táxons em futuros estudos florísticos ou fitossociológicos que envolvam as Orchidaceae terrestres do litoral norte do Rio Grande do Sul.
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Parasitismo de Gallus Gallus (Linnaeus, 1758) por espécies de Phthiraptera em criações coloniais na região sul do Rio Grande Do Sul, Brasil.

Parasitismo de Gallus Gallus (Linnaeus, 1758) por espécies de Phthiraptera em criações coloniais na região sul do Rio Grande Do Sul, Brasil.

Este estudo foi realizado com o objetivo de conhecer os piolhos (ordem Phthiraptera: Subordens Amblycera e Ischnocera) infestantes de galinhas de criações coloniais no Sul do Rio Grande do Sul. Cinquenta fêmeas adultas foram examinadas, de 10 propriedades rurais localizadas em 5 dife- rentes municípios. As aves foram eutanasiadas e posteriormente lavadas com água e detergente para coleta dos ectoparasitos através de filtragem por passagem em tamis com malha de 150 µm, separando-se em sedimento e sobrenadante, os quais foram preservados em etanol 70% até os processos de triagem e identificação. Cerca de 19.437 piolhos foram examinados e apresentaram a seguinte composição específica: os resultados indicam que a fauna de Phthiraptera em galinhas caipiras na região é composta por: Menopon gallinae (85,9%), Goniodes dissimilis (6,1%), Lipeurus caponis (3,0%), Goniocotes gallinae (2,5%), Menacanthus pallidus (2,1%) e Menacanthus stramineus (0,1%). Constatou-se que todas as aves examinadas estavam parasitadas por uma ou mais espé- cies de Phthiraptera, com predomínio de infestações múltiplas e moderadas (101 a 1.000 piolhos/ ave). M. gallinae é a espécie mais prevalente e abundante (100% das aves parasitadas e média de 334,1 espécimes/ave). O grau de infestação das aves variou entre as propriedades, com médias de 41,2 a 680 piolhos/ave.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS

O terceiro país foi o Brasil, de longe a parte mais interessada por quatro motivos. Primeiro eram pelos motivos geopolíticos já expostos anteriormente e nesse caso a Argentina estava conseguindo implementar a sua política para o Prata. Em segundo lugar o Brasil ainda devia parte da indenização acertada em 1903, o que poderia ser utilizado como justificativa para a Bolívia fazer algum tipo de reclamação. O terceiro motivo era que o projeto desenvolvimentista conduzido pelo Estado Novo necessitava de superávit de petróleo para implantar a política de industrialização. Nessa época a pesquisas de lavra de hidrocarbonetos no Brasil haviam se mostrado decepcionantes. Em contrapartida, pelos conhecimentos geológicos da época, acreditava-se a Bolívia tinha grandes jazidas de petróleo (Hage in: Haag, 2006). O quarto motivo era de ordem interna. Havia uma preocupação constante do governo Vargas com a possibilidade das forças de oposição utilizar os países limítrofes para suas atividades políticas. Este tipo de atitude manifestou-se em 1932, durante a Revolução Constitucionalista de São Paulo. Os revoltosos paulistas atuaram nos países vizinhos, especialmente os que possuíam fronteiras com o Paraná e Mato Grosso, utilizando esse caminho para passagem de armas em troca de café, via porto de Buenos Aires.
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VIZENTINI 2007 OBrasil,oMercosuleaintegraçãodaAméricadoSul

VIZENTINI 2007 OBrasil,oMercosuleaintegraçãodaAméricadoSul

91 É necessário enfatizar que o Brasil possui relações intensas e amistosas com a Venezuela, independente de que governo esteja no poder em qualquer um dos dois países. Acordos sobre controle de fronteira, complementação econômica, integração das redes de transporte e de energia foram estabelecidos entre Caracas e Brasília já em 1994, durante os governos Itamar Franco e Rafael Caldera (Protocolo La Guzmania). Vale lembrar que, há mais ou menos dois anos, quando da greve dos petroleiros e da ocupação de refinarias, o ex-presidente FHC enviou o exército para manter os serviços funcionando. Desta forma, a ajuda brasileira não representa nenhum tipo de "solidariedade esquerdista" ou intromissão em assuntos internos de outro país, como argumentou a oposição venezuelana, pois atende à solicitação de um governo democraticamente eleito e está em conformidade com o direito internacional. Ao Brasil não interessava o caos político ou econômico em suas fronteiras (como já acontece em relação ao conflito na Colômbia), com um colapso da economia venezuelana ou uma guerra civil, que poderiam vir a ocorrer. Muito menos a quebra das regras constitucionais e a deposição de um governo eleito, o que já foi evitado com sucesso em mais de uma oportunidade pelo Mercosul em relação ao Paraguai.
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Uso, ocupação das terras e banco de dados geográficos da metade sul do Rio Grande do Sul.

Uso, ocupação das terras e banco de dados geográficos da metade sul do Rio Grande do Sul.

Foram integrados ainda ao BDG os dados dos municípios na forma de três instrumentos públicos de gestão territorial: 1) Conselho Regional de Desenvolvimento da Região Sul (RIO GRANDE DO SUL, 1994a), fórum de discussão e de decisão, que objetiva a promoção do desenvolvimento regional, harmônico e sustentável, por meio da integração dos recursos e das ações de governo na região; 2) Associação dos Municípios da Zona Sul (AZONASUL, 2006), que objetiva realizar ações integradas, visando ao desenvolvimento econômico, social e cultural da região, e promover levantamentos e estudos voltados ao desenvolvimento regional; e 3) Comitê da Bacia Hidrográfica da Lagoa Mirim (RIO GRANDE DO SUL, 1994b), o qual objetiva a gestão participativa e descentralizada dos recursos hídricos por meio da implementação dos instrumentos técnicos de gestão, da negociação de conflitos e da promoção dos usos múltiplos da água, integrando ações governamentais. Por fim, visando analisar espacialmente a distribuição das diferentes classes de uso e ocupação, foram utilizados diferentes procedimentos em ambiente de SIG: consultas espaciais a partir das informações geocodificadas e dos dados vetoriais via linguagem SQL (Linguagem de Consulta Estruturada), operadores de contexto, operadores matemáticos e avaliações estatísticas. Alguns resultados foram analisados considerando informações do Atlas Socioeconômico do RS de 2005 e do Censo Agropecuário de 2006, por serem estudos com datas próximas às da maioria das datas das imagens de satélites utilizadas.
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Viola caipira: das práticas populares à escritura da arte

Viola caipira: das práticas populares à escritura da arte

A viola chegou ao Brasil com os portugueses e desde então é citada em documentos históricos, mas sem uma descrição detalhada de modo a permitir uma identificação precisa, já que a palavra viola é empregada para inúmeros instrumentos. No entanto, podemos constatar características semelhantes nas violas brasileiras colhidas em campo, na primeira década do século XX, e nas violas portuguesas colhidas em campo, nesta mesma época, e destas com violas portuguesas do século XVI e do século XVIII que chegaram até nós. Na região Centro- Sul do Brasil, a viola caipira, principal instrumento das práticas musicais tradicionais desta região, é adotado para outros estilos de música e sofre significativas modificações provindas da luteria violonística. Neste sentido, iremos mostrar que, na década de 1960, uma série de acontecimentos musicais envolvendo este instrumento, uns isolados, uns derivando de outros, vão construindo o estabelecimento da viola como importante instrumento da música brasileira atual. Dentro desta perspectiva, tivemos de nos defrontar com o preconceito, ainda existente, à palavra caipira e, para tal, buscamos reflexões de importantes estudiosos sobre o que diz respeito ao mundo do caipira: sua fala, seus costumes, sua música; seu passado e seu presente. No caso específico da música, para termos uma visão crítica atual, enviamos a pergunta “música caipira – o que é e o que não é?” a pessoas de diferentes áreas culturais ligadas ao universo caipira. Na análise das respostas, verifica-se o quão diverso é o entendimento sobre a música caipira. Retomando o tema central de nossa tese, o avivamento da viola caipira só foi possível graças ao interesse de um público consumidor de arte, da mídia radiofônica e da indústria da cultura. Para analisarmos este fato, mostramos as estratégias e o papel de diretores e produtores artísticos em levar ao disco as práticas musicais
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Processo de produção e processo de trabalho na cultura do café: uma comparação entre café commodity e café especial do Sul de Minas Gerais.

Processo de produção e processo de trabalho na cultura do café: uma comparação entre café commodity e café especial do Sul de Minas Gerais.

O presente trabalho tem como objetivo principal verificar as condições de vida e trabalho dos trabalhadores da lavoura do café commodity e do café especial no Sul de Minas Gerais, região que representa aproximadamente 50% da produção de café do Brasil. A cultura do café é uma das mais importantes no país a partir de sua chegada ao final do século XVIII. Desde então, o Brasil mantém a posição de maior produtor de café do mundo. Além da movimentação financeira do café no agronegócio, podemos considerar que a lavoura do café está entre as que mais empregam mão-de-obra no campo, antecedida pelos grãos, cana-de-açúcar e laranja. Desde os anos 2000, os rendimentos das lavouras de café não estão sendo favoráveis aos produtores brasileiros, e, por isso, tem se iniciado uma discussão sobre a necessidade do aumento destes rendimentos e da abertura de novos mercados consumidores do café brasileiro. Com isso, a busca pela agregação de valor ao café tornou- se a pauta do dia. A pesquisa realizada nas fazendas produtoras abordou tanto os processos de produção do café bem como o processo de trabalho. Esta pesquisa permitiu perceber as diferenças existentes nos processos de produção e também nos processos de trabalho nas lavouras. Detalhando cada uma das atividades e investigando as relações de trabalho existentes nas diferentes produções cafeeiras, observou-se que as lavouras de café especial requerem maior quantidade de trabalho para a execução de suas tarefas, a fim de garantir um café de qualidade. Em contrapartida, melhoram as condições de vida e trabalho dos trabalhadores, principalmente pelo fato de que os produtores de café especial necessitam atender às exigências do mercado externo para que seu café seja aceito. Através dessa relação, é que o trabalhador se beneficia.
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Perda de diversidade taxonômica e funcional de aves em área urbana no sul do Brasil.

Perda de diversidade taxonômica e funcional de aves em área urbana no sul do Brasil.

Para testar a primeira hipótese deste estudo – relação à riqueza e abundância contra o gradiente de urbanização – foram realizadas análises de regressões lineares utilizando os escores do eixo 1 da PCA (medida que representou o gradiente de intensidade de urbanização) sobre a riqueza e abundância (valores em escala log) das aves. Para testar a segunda hipótese deste estudo – a influência das variáveis ambientais na composição taxonômica das aves – foi realizada uma análise de correspondência canônica (CCA, Ter Braak, 1986). Para analisar a terceira hipótese, foi calculada a diversidade funcional (DF) para cada ponto amostral a partir da entropia quadrática de Rao (Rao, 1982), baseada numa matriz de dissimilaridade utilizando a distância de Gower (Gower, 1971). A DF foi obtida considerando separadamente os grupos de atributos que contêm relações funcionais (por exemplo, dieta), assim como para todos os atributos reunidos (diversidade funcional total), através do software Syncsa 2.6.9 (por V. D. Pillar, disponível em http://ecoqua.ecologia.ufrgs.br). Além disso, a redundância funcional (RF) foi calculada segundo de Bello et al. (2007), entendida como sendo a diferença entre a diversidade taxonômica (calculada a partir do índice de Gini-Simpson) e a funcional (Rao) (Pillar et al., 2013). A seguir, análises de regressões lineares foram
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