Top PDF Sinopse taxonômica da família Lauraceae no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Sinopse taxonômica da família Lauraceae no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Sinopse taxonômica da família Lauraceae no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Sinopse taxonômica da família Lauraceae no Estado do Rio de Janeiro, Brasil). O presente trabalho consiste de uma sinopse taxonômica dos gêneros da família Lauraceae no Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Constatou-se a ocorrência de cerca de 109 espécies distribuídas em 16 gêneros: Aniba Aubl., Aiouea Aubl., Beilschmiedia Nees, Cassytha L., Cinnamomum Schaeff., Cryptocarya R. Br., Endlicheria Nees, Licaria Aubl., Mezilaurus Kuntze ex Taub., Nectandra Rol. ex Rottb., Ocotea Aubl., Persea Mill., Phyllostemonodaphne Kosterm., Pleurothyrium Nees, Rhodostemonodaphne Rohwer & Kubitzki e Urbanodendron Mez. Foi elaborada uma chave para identificação dos gêneros, fornecidos descrições e comentários sobre cada um deles, com distribuição geográfica, número de espécies no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro, como também é disponibilizada uma lista preliminar das espécies ocorrentes no Estado.
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Musgos do Pico da Caledônea, município de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Musgos do Pico da Caledônea, município de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Ocorre no Estado de Minas Gerais , Rio de Janeiro , Santa Catarina (Yano 1981). Polytrichum coml11une Hedw., Spec. Material examinado - Brasil, Estado do Rio de Janeiro, Município de No[r]

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A família Eriocaulaceae nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

A família Eriocaulaceae nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Comentários: Planta de hábito muito delicado, se restringindo a menos de 20 centímetros. Pode ser distinguida das demais espécies pelas folhas dispostas ao longo de um caule evidente e por suas brácteas involucrais lineares esverdeadas. A espécie está distribuída no Brasil, Colômbia, Guiana e Suriname. No Brasil, distribui-se pelos estados Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe (Ruhland 1903; Giulietti et al. 2014). No estado do Rio de Janeiro é pouco frequente sendo conhecida somente por materiais de herbários antigos em áreas com vegetação já bastante suprimida. Material examinado selecionado: Macaé, 27.IX.1964, Z.A. Trinta & E. Fromm 971 (HB); Rio de Janeiro, 22.X.1938, A. Lutz 32 (R); 17.VI.1958, E. Pereira et al. 3852 (HB, RB, RFA).
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O caramujo exótico invasor Achatina fulica (Stylommatophora, Mollusca) no Estado do Rio de Janeiro (Brasil): situação atual.

O caramujo exótico invasor Achatina fulica (Stylommatophora, Mollusca) no Estado do Rio de Janeiro (Brasil): situação atual.

Colley (2010), após avaliar as medidas de controle de A. fulica existentes (controle biológico, químico e físico), relatou que a primeira etapa do manejo é diagnosticar o perfil de ocupação do invasor, para escolher posteriormente a melhor medida a ser utilizada e adaptá-la a realidade local. No município do Rio de Janeiro, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (COMLURB) junto com a Defesa Civil do município lançaram uma força tarefa a fim de controlar as populações de A. fulica e conscientizar a população local para que também atue no controle. Essa força tarefa conta com pessoal exclusivo, que utiliza documentos para notificação e educação, e simultaneamente realiza coleta ativa e incineração dos indivíduos no controle (COMLURB, 2009). Outro exemplo é o município de Macaé, que no seu programa de controle de A. fulica também utiliza uma equipe de funcionários da Prefeitura e a população local. As atividades, realizadas desde 2006, incluem mutirão de coleta ativa e palestras de conscientização em escolas públicas e privadas (Barboza, Figura 1. Distribuição de Achatina fulica em municípios do Estado do Rio de Janeiro. a) Mapa do Brasil localizando o Estado do Rio de Janeiro em preto. b) Mapa do Estado do Rio de Janeiro localizando os municípios infestados por A. fulica. Cinza- claro: municípios em que o primeiro registro de A. fulica ocorreu até 2006. Cinza- escuro: municípios que representam novas ocorrências de A. fulica. Branco: municípios em que A. fulica ainda não foi encontrada. 1. Volta Redonda, 2. Pinheiral, 3. Queimados, 4. Japeri, 5. Mendes, 6. Vassouras, 7. Valença, 8. Paty do Alferes, 9. Paraíba do Sul, 10. Comendador Levy Gasparian, 11. Teresópolis, 12. Sapucaia, 13. Carmo, 14. Cantagalo, 15. Cordeiro, 16. Trajano de Moraes, 17. São Sebastião do Alto, 18. Itaocara, 19. Aperibé, 20. São Fidélis, 21. Cardoso Moreira, 22. São José de Ubá, 23. Laje do Muriaé, 24. Bom Jesus do Itabapoana, 25. Carapebus, 26. São Pedro da Aldeia.
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VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

This research looked for evaluate the limits of the Academic Reinforcement Program implementation, created by State Secretariat of Education of Rio de Janeiro State, in 2012 June, in Metropolitan Regional VII schools. The work aims to identify and analyze the existence of problems in program implementation, besides verify the causes of non-joining or partial joining of schools that not developed it. This project aims to reduce the taxes of failure in Mathematics and English Language in high school, and assists in elevating results in large-scale reviews as SAERJ, SAERJINHO, SAEB and PROVA BRASIL. For data collection, a questionnaire was applied to teachers and managers in two schools of studied Regional, one that joined the project and other that don’t developed any action of Scholar Reinforce. In analysis was investigated the external and internal school factors that hindered the schools joining. From these factors, presents an Educational Action Plan (PAE), proposing divulgation strategies of project, besides reinforce the idea of effective parental involvement of scholar life of students. It suggests the improvement of the project methodology and raise questions about structure of schools involved in the process.
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SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

O conceito de accountability, ainda hoje possui dificuldade de tradução do termo. Em artigo publicado na Revista Brasileira de Administração nos idos de 1990, Anna Maria Campos narra e analisa seu processo de apreensão do conceito, quando realizava seu curso de pós-graduação nos EUA, no ano de 1975, e o ouviu pela primeira vez, em um debate. Maior foi sua surpresa por não conseguir acompanhar o debate em torno de conceito accountability, muito menos encontrar uma tradução para o português da palavra. Em decorrência disso a autora começou a desenvolver uma pesquisa em dicionários e livros na tentativa de esclarecimento do conceito, sempre sem êxito na compreensão do termo. Com o passar do tempo Campos foi entendendo que a discussão girava em torno de um conceito-chave na prática da administração e do serviço público, mas cujo significado não conseguia captar. Já no Brasil, indagou a muitas pessoas a respeito do conceito, de maneira que ninguém conseguiu respondê-la. Campos inferiu que a dificuldade de tradução tinha relação direta com o fato de que a inexistência do termo em terras brasileiras era em decorrência da falta do próprio conceito e de sua consequente prática. 25
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Nevo da epidermólise bolhosa: caso clínico e revisão da literatura.

Nevo da epidermólise bolhosa: caso clínico e revisão da literatura.

Professor Adjunto do Serviço de Dermatologia do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (HUGG – UNIRIO) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil[r]

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Sinopse taxonômica e chave ilustrada dos gêneros de Solanaceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil

Sinopse taxonômica e chave ilustrada dos gêneros de Solanaceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil

tes, com a maior riqueza no continente americano (cerca de 950, segundo Nee 1999). Devido ao elevado número de espécies, existem diferentes propostas de organização infragenérica. Nee (1999) sugere a divisão do gênero em três subgêneros, Bassovia, Solanum e Leptostemonum. O subgênero Bassovia está representado no Rio Grande do Sul por duas seções, Pachyphylla e Cyphomandropsis. A primeira delas abrange três espécies nativas e uma introduzida (S. betaceum Cav.), que estavam circunscritas a Cyphomandra (Soares & Mentz 2006) e a segunda agrupa cinco espécies nativas inermes e com anteras atenuadas na porção distal (Mentz et al. 2007). O subgênero Solanum, representado no Estado por 33 espécies nativas e cinco introduzidas (S. castaneum Carvalho, S. muricatum Aiton, S. seaforthianum Andrews e S. tuberosum L.), caracteriza-se por apresentar plantas inermes e com anteras oblongas ou raramente es- treitadas na porção apical (S. lycopersicum L.) e o subgênero Leptostemonum, representado por 19 espécies nativas e quatro introduzidas (S. aethiopicum L., S. mammosum L., S. melongena L. e S. wendlandii Hook. f.), é caracterizado por espécies armadas e com anteras estreitadas na porção distal (Mentz & Oliveira 2004). Diferentes autores discutem a posição das espécies de Lycopersicon Mill. (Spooner et al. 1993; Nee 1999; Hunziker 2001), sendo que os dados mo- leculares sugerem sua inserção em Solanum (Spooner et al. 1993). Segundo Nee (1999), o cone formado pelas anteras nas espécies antes consideradas em Lycopersicon, com um único poro apical, corresponde a cada poro das anteras em Solanum subgênero Leptostemonum, onde estão agrupadas espécies cujas fl ores também apresentam anteras atenuadas no ápice. No entanto, as demais características as colocam no subgênero Solanum (Nee 1999), seção Petota.
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O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A partir de 1977, teve início a realização de movimentação interna de servidores para o preenchimento das vagas e atendimento das carências no âmbito da inspeção escolar no estado do Rio de Janeiro. Até o ano de 2007, os professores inspetores escolares da Secretaria de Estado de Educação eram indicados entre os professores efetivos da rede estadual que possuíam a graduação em Pedagogia, ou Pós-Graduação na área de administração ou supervisão/inspeção escolar. Naquele mesmo ano, o procedimento para ocupação do cargo foi alterado, e a SEEDUC/RJ realizou o primeiro concurso público para o cargo de Professor Inspetor Escolar, para o preenchimento de 500 vagas. Com o ingresso dos aprovados no referido concurso, a atuação da Inspeção escolar no estado se expandiu – após um longo tempo com um número reduzido de inspetores no quadro funcional. Esta expansão, aliada a um contexto social voltado para a garantia do direito à educação, previsto no artigo 6º da Constituição (BRASIL, 1988), trouxe de volta ao sistema estadual uma ação mais visível da inspeção escolar, aumentando sua importância no sistema educacional, e, ainda, a sua visibilidade. Este fato pode ser observado com a mudança de estrutura da Secretaria de Estado de Educação: em 2007, ano da realização do concurso, a inspeção escolar era uma coordenação, com equipes de acompanhamento e avaliação regionais. Sete anos depois, na nova estrutura da secretaria, esta passou a ser uma Diretoria de Inspeção Escolar, Certificação e Acervo, com três coordenações internas e 16 coordenações regionais. Este fato legitima a importância e o poder conquistados pela inspeção, com o ingresso de novos inspetores, com idades, formações e perfis diferentes dos poucos inspetores que ainda restavam do período anterior ao concurso.
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O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Deste modo,no segundo capítulo pretende-se analisar o caso estudado propondo um diálogo sob a luz da teoria das contribuições de estudiosos no tema da gestão escolar, pois a história nos apresenta uma mudança de proposta sobre o que seria administração escolar e do perfil das pessoas envolvidas com educação e que desempenham esta função. Desde “RatioStudiorum”, plano de estudos dos jesuítas que detalhava as regras sobre a organização, estrutura e funcionamento daquele sistema, até os dias atuais, de acordo com Polon (2005), a mudança do contexto histórico tem promovido a ressignificação ou redimensionamento do papel dos hoje chamados diretores escolares. Polon (2005 ) afirma que “as políticas públicas educacionais empreendidas ao longo dos anos 1990 pelo governo brasileiro impulsionaram a redistribuição de responsabilidades administrativas, financeiras e pedagógicas do nível federal ao nível local, gerando impactos sobre a gestão escolar devido à adesão dessas políticas aos princípios de “descentralização”/desconcentração e autonomia, previstos em Lei, como decorrência das novas formas de regulação das políticas do Estado e da ação pública como tendência observada não só no Brasil como em vários outros países do mundo.” (p. 299). Trazendo para ampliara discussão, Luck;(2000), que fala sobre os desafios da liderançanas escolas, bem como Machado e Miranda (2012), que em seus estudos sobre gestão; aborda a Gestão estratégica e afirma que é o caminho para implementação de uma escola com a gestão participativa, o que por conseguinte leva a construção da autonomia.
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Sinopse taxonômica de Cactaceae epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse taxonômica de Cactaceae epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil.

Barthlott & Taylor (1995) reconheceram cinco subespécies de Rhipsalis floccosa, e citaram a ocorrência de R. floccosa subsp. pulvinigera para o Rio Grande do Sul. Segundo estes autores, esta subespécie caracteriza-se por apresentar artículos que se colorem com pontos vermelhos quando expostos à intensa luz solar, flores com cerca de 1,8 cm ou mais de diâmetro e frutos de cor magenta, raramente brancos. As plantas observadas no Estado possuem a coloração descrita para os artículos, porém apresentaram flores mais estreitas (1,0-1,7 cm larg.) e não foram encontrados frutos brancos. Rambo (1951) identificou a espécie equivocadamente como sendo R. pentaptera A. Dietr. Lombardi (1991) citou a ocorrência de R. puniceo-discus G.A. Lindb. para o Estado, mas o exame da fotografia da exsicata referida pelo autor (Brasil. Rio Grande do Sul: Canela, H. Neubert, 109 - B), demonstrou tratar-se de R. floccosa. Rogalski & Zanin (2003) citaram a ocorrência de R. sulcata F.A.C. Weber em um levantamento na região do Alto Uruguai, mas a exsicata referida pelas autoras (Brasil. Rio Grande do Sul: Barão de Cotegipe, A. Chaves, HERBARA 5974) é na realidade de R. floccosa. A espécie apresenta hábito semi-ereto quando jovem, tornando-se pendente com o crescimento da planta. No herbário, os artículos secos adquirem aspecto anguloso. R. floccosa floresce de outubro a fevereiro e frutifica de janeiro a junho. 6.4. Rhipsalis paradoxa (Salm-Dyck ex Pfeiff.) Salm- Dyck, Cact. Hort. Dyck. [ed. 1844] 39. 1844 [1845].
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes Estabelecimentos de Ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades. As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude. O regime instaurado com o golpe militar de 1964 foi, entretanto, perverso com a juventude, promulgando leis que cercearam a livre organização dos estudantes e impediram as atividades dos Grêmios. Mas a juventude brasileira não aceitou passivamente essas imposições. Em muitas escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. (PARANÁ, 2010, apud MARTINS, 1999, p. 6)
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Sinopse taxonômica da família Combretaceae R. Brown na Região Sul do Brasil.

Sinopse taxonômica da família Combretaceae R. Brown na Região Sul do Brasil.

Pode ser reconhecida facilmente pelo disco nectarífero, desenvolvido, infundibuliforme na base do receptáculo e pela presença de tricomas ferrugíneos, características que a diferenciam de Combretum lanceolatum Pohl ex Eichler, espécie mais próxima. Ocorre em quase todas as formações fitogeográficas do sul do Brasil, não sendo observada na região do Espinilho, área de influência Chaqueana, no Rio Grande do Sul. Muito freqüente na região oeste dos estados do Sul, em áreas de sucessão primária e nas orlas das florestas. Espécie heliófita, escandente sobre as espécies do dossel da floresta. Combretum fruticosum encontra-se protegido da extinção por se desenvolver no Parque Nacional do Iguaçu e nas Áreas de Preservação Ambiental de Guaraqueçaba e Guaratuba, ambos no estado do Paraná. Floresce e frutifica de setembro a janeiro.
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Sinopse taxonômica de Boraginaceae sensu lato A. Juss. no Estado de Alagoas, Brasil.

Sinopse taxonômica de Boraginaceae sensu lato A. Juss. no Estado de Alagoas, Brasil.

Distribui-se no Brasil, nas regiões Nordeste, Centro- Oeste, Sudeste e Sul, associada a ambientes de orlas em áreas florestadas e ecotonais floresta-cerrado (Taroda 1984). Em Alagoas, habita a vegetação litorânea em corpos florestais atlânticos e restingas, mas, principalmente, em tabuleiros ou, menos freqüentemente, em florestas interioranas e carrasco, associada, especialmente às áreas de influência da bacia do rio Pratagy. Coletada florida em janeiro, março, e de outubro a dezembro e frutificada de janeiro a março, e em junho, novembro e dezembro.

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REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Esta pesquisa descreve o Projeto Reforço Escolar, criado pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro em junho de 2012 e implementado em algumas escolas da rede. Inicia-se pela apresentação do cenário em que se encontrava a educação fluminense, sua estrutura e seu funcionamento, faz menção a políticas implementadas pelo atual Secretário de Educação com vistas à melhoria da qualidade de ensino do estado. Dentre as políticas adotadas elegeu-se para a presente pesquisa, o Projeto Reforço Escolar que tem por objetivo a diminuição dos índices de reprovação em Matemática e Língua Portuguesa no Ensino Médio, além de auxiliar na elevação dos resultados nas avaliações em larga escala como SAERJ, SAERJINHO, SAEB e Prova Brasil. O foco dessa pesquisa são as escolas da Diretoria Regional Metropolitana III. Autores como Luckesi (2000;2012) , Sant’anna (2011), Werneck (2000;2011;2012;2013), Ferreira (2006) e Freire (2006) sustentam teoricamente as reflexões sobre Formação Continuada de Professores, Avaliação da Aprendizagem e Direito de Aprender, conceitos relevantes para a presente pesquisa. Como instrumento da pesquisa foram utilizados: questionário aos docentes envolvidos no Projeto, entrevista com o órgão responsável pelo Reforço e observações de campo do próprio pesquisador. A análise dos resultados permitiu- nos traçar um diagnóstico para a elaboração de um Plano de Ação Educacional (PAE), que propõe estratégias de divulgação do Projeto e reforça as ideias da Formação Continuada, sugerindo algumas estratégias de aprimoramento e levantando questões a respeito da estrutura das escolas envolvidas no processo.
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MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Para melhor entendimento, a Resolução SEEDUC n° 4940 (BRASIL, 2013) estabelece os critérios de classificação em categorias das unidades escolares da rede pública estadual. É fundamental destacar que nesta classificação, a pontuação depende do número de turmas e número de alunos matriculados (enturmados) no sistema Conexão Educação com 35 alunos, assim,a cada conjunto de cinco turmas corresponde a 10 pontos. Para o número de turnos em cada unidade escolar,leva-se em consideração 5 pontos para cada turno em funcionamento e, outros itenstambém garantem pontuação, como exemplo a unidade escolar que possuir público alvo da Educação Especial incluídos em classes comuns, será acrescida de 1 (um) ponto, e unidades com regime de horário integral, os pontos são contados em dobro. Desta forma, a classificação de cada unidade escolar fica definida de acordo com a pontuação obtida. Esta pontuação nos faz perceber que quanto maior o valor, maior é a unidade escolar.
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PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Em paralelo a esse levantamento com os alunos ingressantes, foi aplicada a Prova Brasil também aos alunos reprovados na 1ª série do CELS. A finalidade desse levantamento foi investigar se o aluno reprovado conseguiu ao menos absorver parte dos conteúdos oferecidos na 1ª série do ensino médio e, com isso, melhorar suas habilidades esperadas nas disciplinas de Matemática e Língua Portuguesa durante o ensino fundamental. Caso contrário há um indicativo de que não adianta deixar o aluno ingressante cursar a 1ª série sem oferecer um processo de readequação e nivelamento de conteúdos mínimos e obrigatórios do ensino fundamental, pois ele estará fadado ao insucesso acadêmico, sendo reprovado ao final do ano letivo ou abandonando a escola. Essa evidência, se confirmada, reforça a proposição do PAE e o programa piloto para o CELS a ser oferecido aos alunos ingressantes com grande defasagem já no início do período letivo.
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PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Uma das primeiras ações do novo Programa de Educação do Estado foi o lançamento do Currículo Mínimo. Uma equipe de professores da rede estadual, que se inscreveram e foram selecionados, ficaram responsáveis pela seleção dos conteúdos mínimos necessários, inicialmente, para seis (6) disciplinas: Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Filosofia e Sociologia. Com essa medida, pretendia-se uniformizar e oportunizar os conteúdos necessários determinados para uma etapa de ensino. Na realidade das escolas, era comum acontecer que os alunos transferidos para outras unidades ou até mesmo na própria escola, perdessem a continuidade dos conteúdos por não haver uma sistematização na rede. O Currículo Mínimo procura contemplar todos os conhecimentos importantes para uma formação integral do aluno na educação básica, preparando-o para a vida, para o trabalho e para o prosseguimento dos estudos. Com o cumprimento do Currículo Mínimo necessário para determinada etapa de ensino, os estudantes podem ter a garantia de estarem sendo preparados para as avaliações externas, como Prova Brasil e ENEM.
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Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

de 2011 – quando seus representantes entregaram aos membros do COI uma notificação elaborada pela defensoria pública com base em argumentos das associações de moradores (Gismondi, 2010); o Ato Unificado “Você Pensa que a Copa é Nossa?”, em 30 de julho de 2011, ocasião em que cerca de 700 manifestantes bloquearam um dos aces- sos à Marina da Glória – local do sorteio das eliminatórias da Copa do Mundo – e uma comissão fez chegar às autoridades do governo uma carta com as reivindicações do movimento (Granja; Gomes, n. 80, ago. 2011); a manifestação na Feira Internacional Soccerex, em 26 de novembro de 2011, frequentada por empresários, cartolas e ex-joga- dores de futebol de todo o mundo; o Ato “O Maraca é Nosso”, contra a privatização do estádio pelo governo do estado e a apropriação priva- da dos recursos públicos nele investidos em nome dos megaeventos; o Ato Nacional de Lançamento do Dossiê Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Brasil (apresentado à Prefeitura) e do Portal Popular da Copa, em 12 dezembro de 2011; e o protesto do mesmo Comitê Popular da Copa no Aeroporto Internacional do Galeão, ho- ras antes da chegada da Bandeira Olímpica – que pretendia entregar ao prefeito o “Troféu Remoção”, composto por um tijolo, com uma armação em metal com pedras de cimento (Tabak, 2012)
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A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

Na discussão do caminho para o socialismo, com o movimento internacional dos trabalhadores já dividido entre as influências de Marx, Proudhon e Bakunin, no período que antecede a Comuna, novas questões vão surgir a partir da avaliação do significado da experiência comunarda. Marx assume, na obra citada que não bastava aos trabalhadores tomarem o Estado centralizado, pois este havia se tornado um poderoso instrumento burguês, inicialmente para afastar o domínio feudal e adiante para garantir a escravização do trabalho ao capital. Era necessário mudar a natureza deste Estado: “O brado de ‘República social’ com que a revolução de fevereiro foi anunciada pelo proletariado de Paris, não expressava mais que o vago desejo de uma República que não acabasse com a forma monárquica da dominação de classe, mas com a própria dominação de classe. A Comuna era a forma positiva dessa República”. 4
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