Top PDF Um sistema agroflorestal na várzea do estuário amazônico (Ilha das Onças, Município de Barcarena, Estado do Pará).

Um sistema agroflorestal na várzea do estuário amazônico (Ilha das Onças, Município de Barcarena, Estado do Pará).

Um sistema agroflorestal na várzea do estuário amazônico (Ilha das Onças, Município de Barcarena, Estado do Pará).

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Estrutura e distribuição espacial de andirobeiras (Carapa spp.) em floresta de várzea do estuário amazônico.

Estrutura e distribuição espacial de andirobeiras (Carapa spp.) em floresta de várzea do estuário amazônico.

O objetivo geral deste trabalho foi avaliar se a densidade de ocorrência de andirobeiras é dependente da distância do rio Amazonas, analisando sua distribuição espacial e a estrutura diamétrica da população em um trecho de floretas de várzea no Estado do Amapá. Esse trabalho faz parte do projeto Florestam (Ecologia e manejo florestal para uso múltiplo de várzeas do estuário amazônico) e foi desenvolvido em uma área de proteção ambiental (APA) de 136,59 ha, localizada no Distrito da Fazendinha, município de Macapá - AP (00°03’04,24”S e 51º07’42,72”W). Foram lançados 3 transectos perpendiculares à margem do rio Amazonas, distanciados entre si a cada 500 m, para orientar no direcionamento e localização das árvores. Todas as andirobeiras com (CAP) circunferência a altura do peito ≥ 15 cm foram inventariadas e mapeadas, anotando-se o (CAP) e o número da árvore em uma ficha de campo. A influência da distância do rio sobre a densidade das andirobeiras foi analisada por regressão linear. O número de classes diamétricas foi definido conforme Higushi. Foi testado o ajuste da distribuição dos diâmetros das andirobeiras ao modelo exponencial de Meyer. Foi calculado o quociente q de De Liocourt, tanto para a frequência observada quanto para a estimada. Calculou-se o índice de Morisita, variância/média e índice de agregação para se inferir sobre a distribuição espacial. Foram inventariadas 680 andirobeiras produtivas e não produtivas, com uma área basal de 55,84 m², gerando uma densidade de 5 árvores ha -1 . Quanto à distribuição diamétrica, foram geradas
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Composição florística e estrutura da regeneração natural de floresta secundária de várzea baixa no estuário amazônico.

Composição florística e estrutura da regeneração natural de floresta secundária de várzea baixa no estuário amazônico.

Observou-se que os valores desse índice variaram de 2,5 a 3,6 em florestas de várzea do estuário amazônico. Em floresta de terra-firme na Amazônia, Martins (1991) relatou que os valores de H’ variam de 3,5 a 4,7. De modo geral, notou-se que a diversidade muda de acordo com os níveis de abordagem do inventário florestal. Portanto, recomenda-se que as comparações devem ser restritas às mesmas classes de tamanho, ou realizadas com bastante cautela. Rolim & Nascimento (1997) ainda ressaltaram que o índice de diversidade de Shannon- Weaver apresenta pequenas diferenças, entretanto signi- ficativas, entre diferentes intensidades amostrais.
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DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DE UMA POPULAÇÃO DE Pentaclethra macroloba (Willd.) KUNTZE EM FLORESTA DE VÁRZEA DO ESTUÁRIO AMAZÔNICO

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DE UMA POPULAÇÃO DE Pentaclethra macroloba (Willd.) KUNTZE EM FLORESTA DE VÁRZEA DO ESTUÁRIO AMAZÔNICO

The soils of the area are classified as Melanic Gleysols (Embrapa, 2013), soils that have a medium texture, poor drainage and medium to high natural fertility (Yokomizo et al., 2010). According to surveys by pedologist Raimundo Cosme Oliveira Júnior (Embrapa Amazônia Oriental) carried out in the project “ecologia e manejo para uso múltiplo de florestas de várzea do estuário amazônico - Florestam”, all the soils of this region of the estuarine floodplain are classified as Melanic Gleysols Ta Eutrophic, with a predominance of silt textures. Both the sediment and the soil are formed by smectite, ilite, kaolinite, goethite, anatase and quartz (unpublished data).
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REGENERAÇÃO, MANEJO E EXPLORAÇÃO DE AÇAIZAIS NATIVOS DE VÁRZEA DO ESTUÁRIO AMAZÔNICO

REGENERAÇÃO, MANEJO E EXPLORAÇÃO DE AÇAIZAIS NATIVOS DE VÁRZEA DO ESTUÁRIO AMAZÔNICO

Considerando a forma como os açaizais vêm sendo explorados, os dados obtidos neste estudo e algumas práticas bem sucedidas realizadas por produtores ribeirinhos, é que se procurou apresentar uma proposta de manejo de exploração para os açaizais nativos do estuário amazônico, acreditando ser possível conciliar a proteção ambiental com o rendimento econômico de modo racional e equilibrado. Esta proposta tem como pressuposto básico o estabelecimento de uma floresta de várzea diversificada, que possa propiciar aos produtores ribeirinhos maior rentabilidade que os açaizais nativos na forma como são explorados atualmente. Nesse contexto deve ser considerado que o manejo e a exploração do maior número possível de espécies, constituirão em aspectos favoráveis para a manutenção da biodiversidade, evitando-se assim o risco da formação de maciços homogêneos de açaizais, com grande tendência atualmente, e também favorecendo o ressurgimento de espécies vegetais nativas que praticamente desapareceram da região.
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Potencial produtivo de madeira e palmito de uma floresta secundária de várzea baixa no Estuário Amazônico.

Potencial produtivo de madeira e palmito de uma floresta secundária de várzea baixa no Estuário Amazônico.

R. Árvore, Viçosa-MG, v.26, n.3, p.311-319, 2002 (6), Leguminosae Caesalpinioideae, Chrysobalanaceae, Guttiferae e Palmae, com cinco cada uma. Leguminosae Papilionoideae e Leguminosae Caesalpinioideae destaca- ram-se como as famílias mais importantes, com 19 espé- cies ao todo, como também verificado em Campbell et al. (1986). O valor do índice de diversidade foi H’ = 3,35, superior ao estimado por Anderson et al. (1995) e Macedo (1996) para florestas exploradas de várzea no Estado do Pará.

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Análise de crescimento de açaizeiros em áreas de várzea do estuário amazônico.

Análise de crescimento de açaizeiros em áreas de várzea do estuário amazônico.

Nas áreas mais distantes dos grandes centros ur- banos, os açaizais nativos são explorados com maior ênfase para a produção de palmito, cuja pressão de corte pode ser intensa, chegando a prejudicar a rege- neração das plantas. Estudos realizados por Pollak et al. (1995) constataram que os extratores de palmi- to adotam o intervalo de um a dois anos de um corte para outro na mesma área, embora tenham encontra- do casos com intervalo de apenas seis meses. Para Costa et al. (1973), o ciclo de corte do palmito em açaizais nativos de várzea deve ser de três anos, en- quanto para Calzavara (1976) deve ser de pelo me- nos quatro anos, quando se pratica o corte raso.
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Análise florística e estrutura de florestas de várzea no estuário amazônico.

Análise florística e estrutura de florestas de várzea no estuário amazônico.

As várzeas amazônicas podem ser divididas em 2 grupos de acordo com o sistema hídrico (Prance 1979). As várzeas de marés, que estão sujeitas aos pulsos de inundação diária; e as várzeas sazonais, que são submetidas ao ciclo anual de enchente e vazante (Tabela 2). As várzeas sob análise constituem um grupo à parte e se distribuem ao longo do estuário até a confluência com o rio Xingu. À montante do estreito de Óbidos, as várzeas não têm mais a influência das marés e se tornam sazonais, com picos de enchente entre maio e julho e de vazante entre novembro e janeiro. Nas várzeas sazonais a altura de inundação é maior (5-10 m) e os ciclos de enchente e vazante apresentam aproximadamente um período de 6 meses cada.
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Comparação florística e estrutural de duas florestas de várzea no estuário amazônico, Pará, Brasil.

Comparação florística e estrutural de duas florestas de várzea no estuário amazônico, Pará, Brasil.

2.2. AMOSTRAGEM E COLETA DE DADOS Os inventários foram realizados pelo método de parcelas temporárias (MUELLER-DOMBOIS e ELLENBERG, 1974), em uma área de 1,5 ha dividida e numerada em 15 parcelas de 10 x 100 m (P1 a P15), onde cada parcela foi subdividida em 10 subparcelas de 10 x 10 m. As parcelas contíguas de P1 a P10 foram instaladas na área 1 (1 ha) e de P11 a P15 na área 2 (0,5 ha), sendo todas paralelas ao rio. A área 2 apresentou amostragem inferior devido ao tamanho reduzido do fragmento florestal onde as parcelas foram instaladas. Foram mensurados todos os indivíduos arbóreos com circunferência a 1,3 m do solo (CAP) > 30 cm. Nas medições dos açaizeiros (Euterpe oleracea Mart.), cada touceira correspondeu a apenas um indivíduo, para que não ocorresse superestimação na abundância da espécie. A identificação das plantas foi realizada em campo por técnicos do Herbário João Murça Pires (MG), do Museu Paraense Emílio Goeldi. Foi coletado material botânico apenas para identificação das espécies que suscitaram dúvidas, e o sistema de classificação utilizado foi Angiosperm Phylogeny Group II (APG II, 2003).
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DINÂMICA SAZONAL DE NUTRIENTES EM ESTUÁRIO AMAZÔNICO.

DINÂMICA SAZONAL DE NUTRIENTES EM ESTUÁRIO AMAZÔNICO.

Os parâmetros estudados variam em escala temporal de acordo com as estações do ano em associação com o clima da região amazônica. Esta variação é mais nítida durante o período chuvoso, pois ocorre um máximo de entrada alóctone através do escoamento superficial e sub-superficial. Além disso, verificaram-se alterações longitudinais nos parâmetros analisados e na dinâmica das zonas do estuário do rio Paracauari as quais são controladas principalmente pela descarga fluvial, pelos efeitos da precipitação, do vento, da maré, das correntes de maré, pela influência do manguezal e da várzea, das águas costeiras da Baía do Marajó e, no caso dos nutrientes essenciais, podem-se considerar também as trocas com a atmosfera.
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Policultivo coom diferentes espécies frutíferas de valor econômico.

Policultivo coom diferentes espécies frutíferas de valor econômico.

Com base no desenvolvimento vegetativo das plantas das espécies de sapotizeiro, cajazeira, mangueira, aceroleira, cajueiro e gravioleira, no ano de 2002, houve necessidade de reavaliar o suprimento de água para essas espécies. Foi ajustado um calendário de irrigação para o sistema, constando o tempo médio de funcionamento da irrigação ao longo do ano, bem como o volume médio água fornecida às espécies (Tabela 2). Na elaboração desse calendário levou-se em consideração a evapotranspiração de referência do Campo Experimental de Pacajus, a vazão dos microaspersores, o desenvolvimento das plantas e a necessidade hídrica das espécies. Este procedimento permitiu ajustar à quantidade de água fornecida às espécies, mediante o porte das plantas. Destaca-se que tanto no planejamento como no manejo da irrigação considerou-se o sistema como um todo e não os seus componentes individualmente, ou seja, a necessidade hídrica de cada espécie isoladamente. No manejo futuro do sistema de irrigação, infere-se que haverá necessidade de anualmente efetuar avaliação do desenvolvimento das plantas para ajustar a projeção das necessidades hídricas das espécies, tendo em vista que pode haver diferença na sua adaptação ao sistema de policultivo.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGROECOLOGIA E DESENVOLVIMENTO RURAL AÇÃO BIOINDICADORA DA ENTOMOFAUNA EM CANAVIAL PLANTADO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGROECOLOGIA E DESENVOLVIMENTO RURAL AÇÃO BIOINDICADORA DA ENTOMOFAUNA EM CANAVIAL PLANTADO

A implantação de um sistema como esse numa atividade tão organizada como é o setor sucroalcoleiro é bastante complexa. As primeiras questões são de ordem prática que exigem estudos de viabilidade técnica. Outro aspecto é a viabilidade econômica, afinal é uma atividade que demanda altos volumes de capital monetário, e não pode haver perda de produção, produtividade ou incremento de custos e ainda, se possível, resultar em dividendos econômicos. Esses aspectos, embora trabalhosos, são relativamente fáceis de serem mensurados através de técnicas conhecidas e rotineiras ligadas a agronomia e a engenharia florestal. O problema mais delicado é avaliar aspectos ambientais, positivos ou negativos do sistema cana-árvore em grande escala, afinal trata-se de uma proposta ousada e inédita a implantação de florestas sistematizadas em canaviais.
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Crescimento de recepas de cafeeiro eanálise funcional dos micro- organismos do solo em sistema agroflorestal com macaúba

Crescimento de recepas de cafeeiro eanálise funcional dos micro- organismos do solo em sistema agroflorestal com macaúba

O solo apresentou maior número de horas mensais de temperaturas mais elevadas na segunda linha de cultivo dos cafeeiros (café 2) (Tabela 3). Tal efeito pode ter sido causado pela macaúba reduzir a incidência de radiação como apresentado a seguir na linha mais próxima. Esse resultado é comum e esperado, sendo confirmado em alguns trabalhos em que a temperatura do solo foi menor no cultivo de café sombreado em relação ao cafeeiro a pleno sol, onde a palmeiras no sistema podem contribuir para a menor amplitude térmica do agroecossistema (Morais et al. 2006; Camargo, 2010; Bote et al. 2011).
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ARRANJOS DE ÁRVORES NA DEPOSIÇÃO DE SERAPILHEIRA E ATRIBUTOS FÍSICOS DO SOLO EM CAFEZAL ERIVALDO SILVA DE OLIVEIRA

ARRANJOS DE ÁRVORES NA DEPOSIÇÃO DE SERAPILHEIRA E ATRIBUTOS FÍSICOS DO SOLO EM CAFEZAL ERIVALDO SILVA DE OLIVEIRA

Os efeitos da arborização do cafezal variam com o desenho do sistema, ou seja, com o arranjo espacial entre as árvores e o cafeeiro. Objetivou-se avaliar o efeito da distribuição espacial de árvores, nos atributos físicos de um Cambissolo Háplico em cafezal sombreado. O experimento foi realizado em uma lavoura cafeeira sombreada com espécies nativas no município de Santo Antônio do Jardim, SP. Os tratamentos foram dispostos em arranjo fatorial 2 x 3 com 6 repetições. Dois locais de amostragem do solo: linha de plantio das árvores (LPA) e entrelinha das árvores (EPA). Três profundidades de coletas do solo: 0-0,10m, 0,10-0,20m e 0,20-0,40m. Amostras deformadas e indeformadas do solo foram coletadas, conforme os tratamentos, entre os meses de março e junho de 2017 para determinar os atributos físicos. Determinou-se a granulometria, grau de floculação (GF), densidade do solo (Ds), densidade de partículas (Dp) e diâmetro médio ponderado dos agregados (DMP). Na profundidade 0-10 cm foram encontrados os menores valores Ds, sendo 1,3 g cm -3 na LPA e 1,39 g cm -3 na EPA. Os valores de GF na LPA em
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Diferenças estruturais e diversidade entre sistema agroflorestal e um fragmento de floresta estacional semidecidual

Diferenças estruturais e diversidade entre sistema agroflorestal e um fragmento de floresta estacional semidecidual

A agricultura convencional hoje vigente mostra- se ao longo dos anos como uma forma degradante á saúde do meio ambiente. Diversos tipos de impactos negativos são criados através dela. A agroecologia e os sistemas agroflorestais podem ser alternativas viáveis á inversão deste quadro, pois aliam técnicas de manejo agrícola com conceitos ecológicos, visando à otimização da produção que, com um manejo adequado, pode gerar impacto ambiental positivo. Este estudo teve como objetivo a avaliação das diferenças estruturais e de diversidade da comunidade arbórea de um sistema agroflorestal em comparação a um fragmento de floresta estacional semidecidual, para que os parâmetros fitossociológicos avaliados e este entendimento ecológico funcionem como indicadores pertinentes à avaliação de tais sistemas e possam auxiliar no manejo de sistemas agroflorestais já existentes e na implantação de futuros sistemas agroflorestais mais produtivos. Os critérios utilizados para a obtenção dos resultados indicaram diferenças significativas na estrutura e diversidade da comunidade arbórea entre o sistema agroflorestal e o fragmento florestal. Apesar de serem próximos geograficamente, os dois sistemas possuem índices de estrutura e diversidade diferenciados. Com base nos dados e em observações de campo, o sistema agroflorestal aporta espécies arbóreas provindas ou não do fragmento florestal adjacente, e isto pode comprovar a eficiência dos sistemas agroflorestais como estratégia para recuperação de áreas degradadas. Avaliando-se o quadro presente é proposto neste trabalho como manejo futuro neste sistema agroflorestal, o aperfeiçoamento do manejo da cultura do café e a produção de mudas de espécies nativas provenientes do fragmento de floresta através de um viveiro, para posterior implantação no sistema agroflorestal.
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GLAUCE REGINA MELLO DOS SANTOS ANDRADE UM NOVO CAMINHO NA CONSTRUÇÃO DA GESTÃO DO COLÉGIO ESTADUAL SOL NASCENTE

GLAUCE REGINA MELLO DOS SANTOS ANDRADE UM NOVO CAMINHO NA CONSTRUÇÃO DA GESTÃO DO COLÉGIO ESTADUAL SOL NASCENTE

Por fim, consta no primeiro Relatório de Visita\2011, que é preciso resolver a situação da defasagem idade série; do baixo desempenho dos alunos do ensino fundamental e do ensino médio no sistema de avaliação do estado do Rio de Janeiro (SAERJ); do baixo índice de aprovação em curso superior; da violência envolvendo membros da comunidade escolar (professores, alunos e funcionários), uma vez que não há registro de atividade preventiva; da falta registro de meios pedagógicos para melhorar o processo ensino aprendizagem, pois não consta registro de práticas pedagógicas bem- sucedidas na sala de aula, bem como de registro de aulas atrativas e de cumprimento do currículo mínimo por parte dos professores; da carência de professores e da frequência dos pais em reuniões para discutir o desempenho dos alunos.
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Os ambientes, a pesca e a gestão das pescarias da piramutaba (Brachyplatystoma vaillantii) no Estuário Amazônico-PA

Os ambientes, a pesca e a gestão das pescarias da piramutaba (Brachyplatystoma vaillantii) no Estuário Amazônico-PA

Segundo os entrevistados, a piramutaba se encontra nos rios Pará, Amazonas e no Estuário que vai até a costa do Amapá. Conforme os pescadores industriais e artesanais, a frota industrial atua na área próxima à costa do Amapá, enquanto que as pescarias artesanais estão mais próximas à costa da ilha do Marajó. As pescarias artesanais são realizadas próximas às ilhas Machadinho e Mexiana, e a noroeste da ilha de Marajó, nos municípios de Chaves e Afuá (Figura 2). De acordo com o relato dos pescadores industriais, a operação da frota pesqueira é realizada no litoral Norte entre a Guiana Francesa e a fronteira do Brasil, no estado do Maranhão.
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Atributos físicos da qualidade de um solo sob sistema agroflorestal.

Atributos físicos da qualidade de um solo sob sistema agroflorestal.

No projeto Vitrine de Tecnologias da Embrapa, loca- lizado no Parque Rural, Brasília, DF, implantado há seis anos, existem vários módulos demonstrativos de tecnologias de sistemas agrícolas, entre os quais um sob sistema agroflorestal (SAF) e outro sob sistema de plan- tio convencional (SPC). O solo da área da vitrine é um Latossolo Vermelho argiloso, originalmente com baixa fertilidade e elevada acidez.

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MULTIFUNCIONALIDADE 
    DA AGRICULTURA FAMILIAR: O MODELO DO SISTEMA AGROFLORESTAL NO SEMARIDO 
    BRASILEIRO  UM ESTUDO DE CASO

MULTIFUNCIONALIDADE DA AGRICULTURA FAMILIAR: O MODELO DO SISTEMA AGROFLORESTAL NO SEMARIDO BRASILEIRO UM ESTUDO DE CASO

Adão de Jesus Oliveira, filho de uma das famílias que foram expulsas de suas terras, estudante da Escola Rural de Ouricuri começou a conhecer novas técnicas de tratar a terra e as plantas. Esse conhecimento foi se ampliando através dos diversos processos de capacitação que participou, principalmente promovidos pela ONG CAATINGA. Atualmente o agricultor trabalha com agroecologia no sistema de agrofloresta, desenvolvendo diversas atividades como a apicultura, criação de animais e cultivo agroecológico em vazante. Na atuação social, ele e a esposa, são sócios e fazem parte da diretoria da associação comunitária, como também são sócios da ONG CAATINGA.
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OS DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE ARQUIVOS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: O CASO DA CAP/PROGEPE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

OS DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE ARQUIVOS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: O CASO DA CAP/PROGEPE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

1) analisar os entraves na implementação da gestão arquivística de documentos no âmbito da Coordenação de Administração de Pessoal, de forma a produzir diagnóstico sobre a situação atual da gestão de arquivo corrente nesse espaço; 2) estabelecer quais são as fragilidades desse processo que resultam na sobrecarga de materiais e tarefas sobre o servidor incumbido do arquivamento; 3) identificar os fundamentos e procedimentos da política de arquivos a nível global, de maneira a esclarecer qual a postura assumida pela UFJF na formulação e execução de tal política; 4) analisar o processo de implantação do Sistema de Arquivos da UFJF (SIARQ-UFJF), cuidando em observar como seu progresso e desafios encontrados impactam o caso de gestão delineado no âmbito da CAP; 5) apresentar um plano de ação que contribua para o enfrentamento dos efeitos colaterais do movimento de expansão universitária, mediante correções no planejamento decisório dos gestores, capacitação dos servidores para implementação de valores e atitudes favoráveis à gestão arquivística e adequação dos espaços físicos disponíveis para a guarda da documentação, com possível expansão dos mesmos.
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