Top PDF Sistemas de custeio na gestão hospitalar

Sistemas de custeio na gestão hospitalar

Sistemas de custeio na gestão hospitalar

O Custeio por Atividades, também chamado de Activity Based Costing (ABC), teve sua origem na década de 1980, quando as empresas tiveram de adequar sua estrutura tradicional para um mundo mais com- petitivo. Essa mudança provocou um novo modelo de produção, com no- vas tecnologias e diversificação, no qual os principais elementos de custos como mão de obra direta e matéria-prima passaram a competir com os custos indiretos que começaram a ter um aumento significativo, culmi- nando na criação de um novo sistema que contemplasse as necessidades de novas informações gerenciais que objetivassem o controle, classifica- ção e análise dos custos indiretos da produção (MEGLIORINI, 2011; PE- REZ JUNIOR; OLIVEIRA; COSTA, 2001).
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Maximização de Resultados Econômicos em Empresas Industriais que Utilizam os Sistemas de Custeio e de Gestão ABCABM Combinados com o EVA

Maximização de Resultados Econômicos em Empresas Industriais que Utilizam os Sistemas de Custeio e de Gestão ABCABM Combinados com o EVA

O setor industrial, notoriamente nas últimas três décadas, tem diversificado intensamente a produção para atender exigência dos consumidores em um mercado agora globalizado. Esta diversificação, obtida com aumentos de investimentos em ativos fixos, tecnologias da informação e mão-de-obra qualificada, tem provocado enorme crescimento dos custos indiretos associados aos lotes diferenciados e à complexidade de produtos. Em conseqüência, tem havido distorção nos custos unitários, já que os sistemas tradicionais de custeio se baseiam no rateio de tais custos por volumes globais relacionados com os próprios custos diretos. Tais distorções podem prejudicar decisões econômicas apoiadas em informações oriundas do custeio.
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Sistemas de custeio no âmbito da contabilidade de custos : o custeio baseado nas actividades, um modelo e uma metodologia de implementação

Sistemas de custeio no âmbito da contabilidade de custos : o custeio baseado nas actividades, um modelo e uma metodologia de implementação

Começando por ter sido concebido para o contexto industrial, o ABC também viria a ser utilizado no sector dos serviços (Rotch, 1990, e Antos, 1992). 133 Para Whitt e Whitt (1988) as empresas de serviços deveriam retirar ilações da evolução ao nível das técnicas de gestão desenvolvidas nos ambientes industriais. Por duas grandes razões: 134 por um lado o aumento da competição implicou um maior planeamento e controlo e, por outro, porque o crescimento registado nas empresas de serviços, quer em tamanho, quer ao nível da sua complexidade implicou a necessidade de sistemas de custeio comparáveis aos utilizados na indústria. São vários os exemplos de sucesso da implementação do ABC ao nível das telecomunicações, transportes, comércio, distribuição, marketing, saúde, etc. - Cooper e Kaplan (1992a, 1992b) e King et al (1994).
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SISTEMAS TRADICIONAIS DE CUSTEIO E SISTEMA DE CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES: UMA COMPARAÇÃO DOS SISTEMAS ADOTADOS NA GESTÃO HOSPITALAR

SISTEMAS TRADICIONAIS DE CUSTEIO E SISTEMA DE CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES: UMA COMPARAÇÃO DOS SISTEMAS ADOTADOS NA GESTÃO HOSPITALAR

A apuração e o controle dos custos são ferramentas essenciais para qualquer organização, principalmente para as organizações hospitalares, que enfrentam usualmente limitações em relação aos recursos disponíveis. O presente estudo analisa e compara os diferentes métodos de custeio, entre eles, variável, absorção, RKW e ABC, sendo os três primeiros considerados sistemas tradicionais de custeio. Os métodos Custeio Variável e Custeio por Absorção são os adotados tradicionalmente nas empresas em geral e têm se mostrado inapropriados quando estas atuam em mercados instáveis ou que fornecem produtos inovadores e diversificados, em que os custos dos recursos são de difícil apuração. A diferença entre eles deve-se ao fato de que no custeio variável leva-se diretamente ao resultado os custos fixos, ou seja, são considerados como despesa do período, enquanto que no custeio absorção ficam "estocados" nos produtos não vendidos.
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Aplicação dos sistemas de custeio tradicionais em micro entidades: o caso "casa das madeiras"

Aplicação dos sistemas de custeio tradicionais em micro entidades: o caso "casa das madeiras"

A escolha entre a adoção de um método de custeio tradicional ou contemporâneo depende sempre da análise custo benefício que cada entidade tem de avaliar uma vez que a obtenção de maior fiabilidade implica aumento de custos. Kraemer (1995), refere que os sistemas de custeio tradicionais focalizam mais os ganhos do que propriamente o desenvolvimento de novos produtos ou a melhoria de eficiência nos processos produtivos. Nas grandes organizações este problema é eliminado com a adoção dos sistemas de custeio contemporâneos. Nas pequenas e micro entidades é necessário muitas vezes conjugar várias ferramentas (sistema de custeio tradicional, orçamentação, organização interna, etc.) para que seja possível atingir os objetivos da entidade e simultaneamente cumprir com as regras fiscais. A combinação entre a gestão orçamental e o sistema de custeio torna mais dispendioso e complexo o trabalho contabilístico, mas facilita o trabalho dos gestores, pois fornece informações mais precisas da situação económico- financeira da empresa conduzindo para a tomada das decisões que criem valor nas organizações.
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ANÁLISE DO IMPACTO DOS SISTEMAS DE CUSTEIO NO PROCESSO DECISÓRIO

ANÁLISE DO IMPACTO DOS SISTEMAS DE CUSTEIO NO PROCESSO DECISÓRIO

O presente estudo teve como objetivo analisar de que forma a escolha tipológica do sistema de custeio por uma organização pode impactar no apoio da alta gerência a processos de implementação lean. Trata-se de uma pesquisa exploratória de estudo caso aplicado, que por meio da pesquisa experimental, propõe uma replicação adaptada de um modelo de simulação experimental validado a partir de dados reais coletados de uma empresa brasileira de médio porte, na qual desenvolveu-se o próprio estudo de caso. No sentido de oferecer maior suporte empírico de informações a respeito da Contabilidade Enxuta, procedeu-se a comparação dos custos de produção evidenciados por três diferentes sistemas de custeio, entre eles o custeio por fluxo de valor. Para isso, inicialmente, abordou- se no referencial teórico os estudos empíricos que deram base ao questionamento norteador do estudo e que levanta a divergência entre a evolução das estratégias produtivas em indústrias de manufatura e o desenvolvimento do gerenciamento contábil. Em seguida, são ainda abordados neste estudo os seguintes temas que fundamentaram o estudo: Lean Production – Produção Enxuta; Modelo de Congruência; Sistemas de Contabilidade e a Alta Gerência; Sistemas de Contabilidade; Sistemas de Custeio Tradicional; Sistemas de Custeio Tradicional x Lean; Sistema de Custeio Baseado por Atividades (Sistema ABC); Sistema de Custeio Baseado por Atividades x Lean; Lean Accounting (Contabilidade Enxuta); Sistema de Custeio por Fluxo de Valor; Sistema de Custeio por Fluxo de Valor x Lean. No desenvolvimento da análise, apresenta-se o ambiente corporativo da indústria que é objeto deste estudo de caso, os resultados obtidos a partir da metodologia aplicada referentes às implementações adotadas no horizonte de tempo do estudo de caso, assim como, o Modelo de Simulação Experimental configurando cenários e determinando as variáveis experimentais e de fundo, suas implicações em torno dos dados reais coletados, traçando relações entre as condições do ambiente corporativo gerador dos dados e seus resultados em relação a escolha tipológica dos sistemas de custeio sugeridos na presente pesquisa. Após a análise dos resultados obtidos com a aplicação da metodologia proposta, são traçadas as considerações finais do estudo, que confirmam a relevância de se assessorar a alta gerência de uma empresa convergente ao lean com sistemas de contabilidade que promovam um melhor suporte informacional a respeito das implementações enxutas e permita que os seus benefícios sejam reconhecidos e sustentem o apoio à sua continuidade.
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Modelagem de sistemas de manufatura orientada pelo custeio das atividades e proc...

Modelagem de sistemas de manufatura orientada pelo custeio das atividades e proc...

Como foi mostrado anteriormente conhecer e dimensionar os custos de um sistema fabril e saber aplicar ferramentas adequadas é de fundamental importância. Uma das motivações que levaram ao desenvolvimento desta dissertação é que os sistemas de manufatura precisam ser custeados e avaliados. Vários autores engajaram-se em custear sistemas de manufatura, porém sem o auxílio da técnica da simulação. A idéia de dimensionar custos por meio de softwares de simulação vem sendo aplicada nos últimos anos, porém sem detalhar informações sobre a base de dados formulada para o cálculo destes custos. Assim o trabalho agora proposto visa estudar a Modelagem de Sistemas de Manufatura Discreta, orientada pelo Custeio das Atividades e Processos como objetivo principal. Assim é necessário o estudo de todas as variáveis (atividades produtivas e de suporte) que geram custos dentro de alguns tradicionais sistemas de manufatura.
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Custeio Baseado em Atividades (ABC) aplicado a Sistemas Agroflorestais

Custeio Baseado em Atividades (ABC) aplicado a Sistemas Agroflorestais

Florestas exploradas por meio de Sistemas Agroflorestais tem se tornado cada vez mais um importante meio de produção, atraindo produtores por proporcionar a maximização dos lucros (SANGUINO et al. 2007). O Sistema Agroflorestal (SAF) é uma forma de uso da terra que alia cultivos agrícolas e/ou animais com espécies arbóreas – frutíferas e/ou madeireiras – em sequência temporal ou simultaneamente, interagindo ecológica e economicamente (YOUNG, 1991).

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Sistemas de custeio: estudo de caso em uma indústria de utilidades domésticas em alumínio

Sistemas de custeio: estudo de caso em uma indústria de utilidades domésticas em alumínio

Entre as desvantagens, Padoveze (2000) cita a exclusão dos custos fixos indiretos para valoração dos estoques que causa a sua subavaliação, ferindo os princípios contábeis e alterando o resultado do período; problemas com a identificação dos elementos de custeio, já que, na prática, a separação de custos fixos e variáveis não é tão clara como parece, pois existem custos semi-variáveis e semifixos; o custeamento direto é um conceito de custeamento e análise de custos para decisões de curto prazo, mas subestima os custos fixos, que são ligados à capacidade de produção e de planejamento de longo prazo, podendo trazer problemas de continuidade para a empresa. Como desvantagens o uso deste método está direcionado para fins gerenciais, não sendo admitido seu uso para efeito contábil e fiscal.
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Sistemas de custeio baseados em actividades para o Serviço Nacional de Saúde

Sistemas de custeio baseados em actividades para o Serviço Nacional de Saúde

Outra das caracter´ısticas desta arquitectura ´ e a flexibilidade em termos de am- biente de produ¸c˜ ao, isto ´ e, o sistema tem uma grande capacidade de distribui¸c˜ ao tanto a n´ıvel l´ ogico com a n´ıvel f´ısico. Tipicamente, as aplica¸c˜ oes web baseiam-se no paradigma cliente-servidor, fazendo desta forma uma separa¸c˜ ao tanto f´ısica como l´ ogica de quem consome o servi¸co e de quem o fornece. Este paradigma est´ a for- temente direccionado para a distribui¸c˜ ao, ou seja, diferentes componentes (cliente e servidor) s˜ ao executados em diferentes m´ aquinas normalmente ligadas atrav´ es de uma rede. A arquitectura adoptada para este sistema tira grande partido desta si- tua¸c˜ ao, permitindo-nos a distribui¸c˜ ao das diversas componentes por v´ arias m´ aquinas ligadas por uma rede. Esta arquitectura ainda tira mais partido desta caracter´ıstica com o uso de webservices. Estes permitem uma ainda maior distribui¸c˜ ao, visto tamb´ em poderem ser executados em diferentes m´ aquinas, fazendo recurso da rede para comunicarem, tanto com os sistemas legados, como com a camada l´ ogica deste sistema.
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Sistemas de custeio aplicados à atividade agrícola: o caso vitacress

Sistemas de custeio aplicados à atividade agrícola: o caso vitacress

A adaptação do método ABC como modelo de custeio da quinta de Almancil da empresa Vitacress Portugal implicou uma análise detalhada aos recursos da empresa no sentido de clarificar a sua relação com a atividade desenvolvida. Esta análise revelou-se morosa uma vez que as contas desta empresa têm um elevado nível de detalhe e são baseadas numa dinâmica de centros de custos, a qual dificulta o desenvolvimento de um modelo de custeio baseado no método ABC. Foi necessário agregar o plano de contas existente em novas rubricas que espelhassem uma dinâmica baseada em atividades e assim produzir informação considerada relevante pelos responsáveis da empresa. Esta tarefa foi facilitada pelo facto da quinta de Almancil ser uma entidade legal distinta no Grupo Vitacress Portugal e por existir uma desagregação dos custos da empresa em fixos e variáveis. Esta desagregação é fundamental para desenhar um modelo de custeio que identifique todos os custos variáveis e fixos dos objetos de custeio e permitir à empresa utilizar o sistema de custeio total, variável ou racional no apuramento de custos internamente.
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Gestão Hospitalar e o uso dos Sistemas de Informação: Aplicação ao CHVR-PR

Gestão Hospitalar e o uso dos Sistemas de Informação: Aplicação ao CHVR-PR

Loureiro (2003), afirma que o conhecimento deve ser gerido como uma abordagem facilitadora e sistemática para aumentar o valor e acessibilidade do capital do conhecimento da organização, de modo a qualificar melhor as pessoas, induzir e disseminar melhor a inovação, assegurando o desenvolvimento das organizações com vista a alcançar a máxima eficácia nos negócios e propagar a inovação. O conhecimento está naturalmente enraizado na experiência pessoal e nos contextos sociais; importa geri-lo, eficazmente, prestando para isso atenção às pessoas, à cultura, às estruturas organizacionais e às tecnologias do ponto de vista da sua partilha e uso. Para Silva e Neves (2003), a gestão do conhecimento representa um conjunto de processos e meios para se criar, utilizar e disseminar o conhecimento como o elemento de maior importância na organização. Permite criar, comunicar e aplicar o conhecimento, com o intuito de se atingir metas e objectivos traçados para a organização, ou seja, é um processo sistemático, articulado e intencional, apoiado na criação, codificação, disseminação e apropriação de conhecimentos, com a finalidade de atingir a excelência. Adquirir conhecimento é sinónimo de aprender, deixa de ser suficiente o conhecimento individual, uma vez que o conceito de aprendizagem organizacional é o que melhor traduz esta realidade. O conceito de cultura ganha relevo para a gestão, estendendo-se dos indivíduos aos grupos profissionais e destes à própria organização, passando a cultura organizacional a ser considerada um factor crítico de sucesso das organizações, tal como foi referido no ponto 2.1.2.1.
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O papel dos sistemas de informação do Hospital de Curry Cabral na gestão hospitalar

O papel dos sistemas de informação do Hospital de Curry Cabral na gestão hospitalar

Como o presente estudo se reporta à análise dos sistemas de informação no serviço de radiologia e a sua actualização, então neste capítulo (capitulo 2) debruçar- nos-emos sobre as compon[r]

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Contabilidade de gestão: técnicas de custeio, gestão empresarial e orçamentação baseadas na actividade

Contabilidade de gestão: técnicas de custeio, gestão empresarial e orçamentação baseadas na actividade

Decisões que se baseiam em custos dos produtos, obtidos com base em imputações, serão sempre suspeitas, pois existirão sempre outros métodos de imputação que proporcionarão diferentes custos dos produtos, com raciocínios igualmente válidos. Os defensores do ABC argumentam que, em muitas circunstâncias, existe uma elevada proporção de custos indirectos que podem ser afectados directamente aos objectos de custo, usando o conceito de actividade/cost-driver. E mais: é o próprio conceito de actividade que permite que uma maior proporção de custos seja tratada como directa ou correlacionável. Em nosso entender, os custos dos produtos baseados na actividade não são perfeitos, mas poderão representar uma melhor estimativa da utilização dos recursos actuais que os sistemas tradicionais e, como tal, poderão ser mais úteis.
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OS DESAFIOS NA GESTÃO HOSPITALAR

OS DESAFIOS NA GESTÃO HOSPITALAR

Faculdade ITOP E-mail: dodobio21@yahoo.com.br RESUMO: Este artigo expõe os resultados de estudo acerca dos desafios na gestão hospitalar no Brasil. É um estudo de natureza qualitativa, do tipo exploratório e, para tanto, realizou-se uma revisão bibliográfica de atualização a respeito da temática, assuntos e instrumentos importantes para o desenvolvimento da gestão hospitalar no Brasil. Pensar na gestão de um hospital é, antes de qualquer coisa, conhecer profundamente a instituição em que se trabalha ter conhecimento das normas e rotinas dos serviços que ela presta reconhecer seus pontos fortes e/ou aqueles que precisam ser melhorados para, a partir de então, ser traçado um planejamento claro e organizado para simplificação e eficiência do trabalho. É importante, ainda, definir a forma de gestão que será adotada. O Gestor Hospitalar tem o importante desafio de otimizar a relação custo-benefício, uma vez que lida com a promoção e melhoria da saúde e com a garantia da vida. Qualquer organização de saúde, seja um hospital de alta complexidade ou mesmo um centro de saúde, exige gerência especializada, formada por profissionais efetivamente empenhados na obtenção dos objetivos finais do serviço que dirigem. Torna-se difícil o comprometimento de um administrador que não possui formação própria da área e que não procura desenvolver ou renovar conhecimentos e habilidades gerenciais. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica, descritiva, com abordagem qualitativa. Realizara-se uma revisão da literatura de artigos publicados em períodos nacionais da área gestão hospitalar. A gestão, neste contexto, aparece como um órgão facilitador nesta distribuição de serviços, verificando a diminuição dos problemas enfrentados pelos atuantes na área da saúde, surgindo assim, outro sistema de aumento na troca de informações contínua e cotidiana, criando condições que inovam os sistemas criados e apresentados à população. Conclui-se que por conta deste cenário, a gestão de um hospital é um grande desafio, seja ele qual for: da capital ou do interior, geral ou especializado, de pequeno, médio ou de grande porte, público ou privado.
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A Controladoria como ferramenta de gestão no custeio de uma empresa de construção civil

A Controladoria como ferramenta de gestão no custeio de uma empresa de construção civil

Nesse artigo procurou-se demonstrar que a utilização da controladoria eficiente pode ser primordial para a manutenção de uma empresa no mercado atual além de, assegurar a fidedignidade e integridade dos registros contábeis, onde se torna indispensável para a segurança da empresa e também para resguardar o administrador na sua tomada de decisões. Com isso os processos se tornam ágeis e de fácil entendimento para todos os usuários, tanto internos quanto externos que fazem uso dessas informações. O presente artigo visa apresentar a controladoria como ferramenta de gestão no custeio de uma empresa de construção civil. Atualmente as empresas, sejam nacionais e ou multinacionais, privadas e públicas, possuem algumas falhas em seus controles internos. A importância em desenvolver esta pesquisa busca as informações que ajude a empresa a manter seu equilíbrio mais adequado nas áreas envolvidas na operação. Conseqüentemente com a concorrência de oferta, a situação que antes já era exigido um acompanhamento sistemático, introduziu-se, a partir de então, sistemas de gestão integrados de forma que a expressão controladoria passasse a envolver e apresentar-se como elo que agrega e confronta os aspectos positivos e negativos das organizações, convergindo -as para a busca de uma maior produtividade. As empresas que participaram do questionário foram analisadas com o objetivo de identificar quais os tipos ferramentas são utilizadas por elas para fazer o controle interno.
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O custeio baseado em atividades em serviços de UTI hospitalar

O custeio baseado em atividades em serviços de UTI hospitalar

O atendimento às necessidades e satisfação dos clientes exige que a organização tenha um controle efetivo de seus recursos físicos, humanos e tecnológicos, objetivando alcançar custos compatíveis com o mercado.De acordo com Vecina Neto (2000, p.1613), tanto o Brasil quanto o mundo, passa por uma crise de eficiência, de eficácia e de qualidade. Os sistemas de saúde estão com gastos crescentes, dificuldades de atingir os resultados e com clientes insatisfeitos com os produtos consumidos. A carta de Otawa, conforme Vecina Neto (2000, p.1612-1614), além de vários outros aspectos, aponta dentre outros fatores para explicar a crise na saúde, os seguintes: - Envelhecimento da população: Com a diminuição cada vez maior do número de óbitos, aumento crescente da média de vida da população e queda nos índices de natalidade, a população tende a envelhecer-se. Constata-se também que a taxa de consumo de serviços de saúde para uma pessoa da faixa de 65 anos é cerca de 4 vezes superior àquela abaixo dos 15 anos;
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A Gestão da mudança em sistemas de Informação: a migração do sistema de gestão de doentes para aaplicação SONHO V2 no Centro Hospitalar de Leiria, EPE

A Gestão da mudança em sistemas de Informação: a migração do sistema de gestão de doentes para aaplicação SONHO V2 no Centro Hospitalar de Leiria, EPE

Mais do que apenas os aspetos relacionados com componentes técnicas e tecnológicas da área de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e dos Sistemas de Informação (SI), uma adequada Gestão da Mudança é a chave do sucesso para uma migração desta natureza, devendo ser, obviamente, prévia e solidamente suportada por um trabalho preparatório (aspetos técnicos, tecnológicos, de conhecimento das aplicações, conhecimentos dos processos implementados), mas também por um acompanhamento subsequente de correção de todos os incidentes e erros necessários de corrigir, necessidade de alterações da aplicação para irem de encontro aos processos, e melhorias evolutivas igualmente necessárias. A migração para o SONHO V2 é um projeto nacional levado a cabo pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) e que pretende alcançar todos os hospitais públicos e Centros Hospitalares. O CHL foi a quarta unidade hospital a receber o SONHO V2, e o primeiro a migrar de uma aplicação Não-SONHO para SONHO V2. A atualização do SONHO V1 para SONHO V2 é já por si bastante complexa, pelo que a migração de um Sistema Integrado de Gestão Hospitalar Não-SONHO para SONHO V2 ainda o é mais. Neste caso, outros desafios se colocaram que tiveram de ser ultrapassados, outras questões se levantaram que tiveram de ser respondidas, outros problemas surgiram que tiveram de ser resolvidos. Este estudo tem a mais-valia de poder servir de guia de boas práticas às Unidades Hospitalares que ainda não migraram para a aplicação SONHO V2 e que o desejam (ou necessitam) fazer, servindo de ponto de partida de itens a validar ou a ter em consideração no processo de migração.
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SISTEMAS INOVADORES PARA CONHECIMENTO DOS CUSTOS NA GESTÃO FINANCEIRA HOSPITALAR

SISTEMAS INOVADORES PARA CONHECIMENTO DOS CUSTOS NA GESTÃO FINANCEIRA HOSPITALAR

Resumo: Este estudo apresenta a construção de uma matriz maturidade capaz de avaliar a adoção (que está relacionada à inovação tecnológica e contábil) e o uso (que está relacionado ao conhecimento organizacional) dos sistemas de custos e de gestão financeira em hospitais brasileiros. Partiu-se da literatura prévia em contabilidade gerencial aplicada a hospitais, e foi realizado um estudo de casos múltiplos em quatro hospitais com diferentes estereótipos. Os casos reuniram as características de hospitais do tipo público, filantrópico e privado, assim como a existência de atividade de ensino, dessa forma as principais características dos hospitais gerais brasileiros foram contempladas, a fim de representar a realidade da gestão dos hospitais em nível nacional, possibilitando uma melhor calibragem da escala Guttman utilizada na matriz. Os resultados apresentados consistem em uma matriz de maturidade que pode ser testada e validada em outros casos, para em seguida ser aplicada em larga escala e captar a realidade nacional do setor em relação à adoção e ao uso desses sistemas. Palavras-chave: gestão hospitalar, gestão financeira, sistema de custos, matriz de maturidade, inovação e conhecimento..
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Novos Modelos de Gestão Hospitalar

Novos Modelos de Gestão Hospitalar

Relativamente aos hospitais SA, o Relatório de Primavera do Observatório Português dos Sistemas de Saúde nota algumas diferenças em relação aos SA. Em primeiro lugar, existe um aumento do papel do Estado enquanto instrumento de intervenção económica. Depois, o capital é exclusivamente público, não podendo ser alienado a entidades privadas. Em relação ao regime de contratação é preconizada uma aproximação do contrato individual de trabalho, mas a regra é a submissão do estatuto do pessoal à disciplina do direito administrativo. A prestação de contas é remetida à Inspecção-Geral das Finanças para emissão de um parecer, sendo só depois apresentada aos ministérios da tutela. Por fim, a falência por motivos económicos é impedida.
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