Top PDF Sonho, um observatório psíquico: psicopatologia fundamental e subjetividade.

Sonho, um observatório psíquico: psicopatologia fundamental e subjetividade.

Sonho, um observatório psíquico: psicopatologia fundamental e subjetividade.

É no jogo onírico do esconder e revelar que o subjetivo também se constrói. Determinado por seu caráter fugidio, o sonho é um fenômeno a ser decifrado — um enigma ambivalente e paradoxal que não se constitui para ser resolvido, mas para permanecer como uma possível dimensão do sujeito em busca de sua existência. Nesse sentido, o sonho é resultado de um jogo de forças psíquicas, em permanente tensão, tornando-se um observatório privilegiado, um campo de exame e verificação de acontecimentos em movimento ricos em descobertas. Como num observatório astronômico — quanto mais o ser humano põe-se a contemplar os corpos celestes e suas radiações, mais indaga-se acerca de sua própria realidade, numa relação dialética: distâncias e relações entre os planetas, os desenhos que perfazem, seus atritos e choques, desaparecimentos nos buracos negros, os surgi- mentos de novas constelações e os rastros de luz deixados pelas estrelas que, ao serem avistadas, sinalizam que não mais existem. De maneira análoga, o sonho como observatório psíquico remete aos fenômenos inapreensíveis, porém detec- táveis, do universo da condição humana. É eterno em seu tempo. O enigma da esfinge em Édipo nos indica este rumo.
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Formulando uma Psicopatologia Fundamental.

Formulando uma Psicopatologia Fundamental.

A psicopatologia fundamental visa, portanto, reinscrever a abordagem do sofrimento humano dentro dessa perspectiva, de modo a permitir que seja pensada uma clínica que resgate da paixão e do sofrimento sua capacidade geradora de sabedoria. Ao lado das perspectivas anteriores já indicadas: a de ser responsável por um trabalho de constante delimitação teórica entre as diversas disciplinas envolvidas no campo da psicopatologia – o que implica uma perspectiva histórica e crítica – e a de realizar a teorização do papel dos modelos e paradigmas na constituição tanto do campo da psicopatologia quanto do dispositivo epistemológico de formalização do objeto psicopatológico, surge aqui a terceira tarefa principal que concebemos para a Psicopatologia Fundamental: a de resgate da dimensão de implicação subjetiva na constituição do sofrimento psíquico e estudo das perspectivas clínicas decorrentes de tal postura ético-epistemológica. Vê-se, assim, com este apanhado fragmentário que acabamos de realizar, que a tarefa de especificação da psicopatologia fundamental é ampla e está, em sua maior parte, ainda por fazer. O mesmo se aplica à delimitação de seu objeto psicopatológico que deve contemplar a um só tempo as vicissitudes da modelização em psicopatologia e a incidência da subjetividade no sofrimento psíquico. Contudo, o própria possibilidade contemporânea de avanço da psicopatologia passa por essas graves questões que a psicopatologia fundamental começa a levantar e, quem sabe, no futuro, a propor respostas.
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Catástrofe e representação. Notas para uma teoria geral da Psicopatologia Fundamental.

Catástrofe e representação. Notas para uma teoria geral da Psicopatologia Fundamental.

Em terceiro lugar, de que forma a violência contida na catástrofe glacial se inscreve no humano? A violência contemporânea é uma simples repetição da violência primitiva ou ela é necessária para que, a cada vez, o homem se constitua como tal? Onde termina a violência necessária e começa a violência-repetição que é um sintoma, ou seja, uma manifestação da natureza cronificada do humano e uma tentativa de superar essa cronificação? Como transformar a violência- repetição em uma experiência? É possível dar palavra à catástrofe? Ferenczi, novamente, preocupou-se com a possibilidade e a impossibilidade da representação do trauma. Aqui, mais perto de nós, Arthur Nestrovski, na PUC de São Paulo, vem se preocupando, há alguns anos, com a catástrofe e a representação. Sua pesquisa, que investiga o Shoah, revela elementos muito importantes para a compreensão do trauma psíquico e sua possível representação. No Laboratório de Psicopatologia Fundamental da PUC de São Paulo, Isabel Kahn Marin vem se dedicando à violência na constituição da subjetividade, e sua pesquisa pode vir a ser importante contribuição nesse campo. (cf. Nestrovski, 1998 e Marin, 1999)
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Rev. latinoam. psicopatol. fundam.  vol.13 número2

Rev. latinoam. psicopatol. fundam. vol.13 número2

O exclusivo patrocínio científico de um periódico é possível e reduz, em grande medida, o conflito de interesses e os problemas éticos decorrentes quan- do se trata de financiamento de fontes não científicas. É claro que, neste caso, os recursos obtidos são proporcionalmente menores. Revistas que contam com o apoio de indústrias, de associações de classes e de outras instituições extrauniversitárias possuem, frequentemente, abundantes recursos financeiros. Porém, sofrem agudos conflitos de interesses e problemas éticos praticamente in- superáveis. Esse arranjo financeiro institucional extracientífico e extrauniversitário limita muitas vezes, com argumentos extracientíficos, como por exemplo a filiação institucional, a aceitação de artigos de reconhecida competência. A RLPF prote- ge-se dessa vulnerabilidade utilizando diversos mecanismos: a detalhada, precisa e pública definição dos requisitos a serem atendidos pelos artigos; aceitação de artigos científicos independentemente de outros critérios como, por exemplo, a filiação institucional e a posição teórica de seus autores; a cuidadosa análise dos artigos por consultores externos selecionados por sua específica capacidade; a restrição do patrocínio a agências de fomento estatais, à contribuição de seus membros e a assinaturas. Finalmente, o Editor Responsável é membro da World Association of Medical Editors ( WAME ), que fornece uma fundamental contri- buição para a responsável política editorial da revista. Dessa forma, é possível à RLPF estabelecer a longa e rica tradição da psicopatologia como discurso sobre o pathos psíquico, levando em conta a subjetividade. Para isso, é necessário, tam- bém, afastar-se de práticas como a utilização irrefletida e mecânica de sistemas classificatórios e a apressada e automática receita de medicação.
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Rev. latinoam. psicopatol. fundam.  vol.4 número1

Rev. latinoam. psicopatol. fundam. vol.4 número1

Creio ser necessário relembrar sempre, com freqüência, que o humano é uma espécie composta de singularidades. Além disso, o humano é uma espécie animal. Uma espécie animal produtora de civilização. Não reconheço nenhuma transcendência no humano. A subjetividade é aquilo que em cada membro da espécie o torna singular e não se reduz à civilização. A subjetividade possui um estatuto de real. Ela resiste a qualquer representação e, por isso, é irredutível à civilização. O humano é, então, não só um animal que produz civilização. Ele é, principalmente, um animal singular, subjetivo, que enfrenta essa singularidade subjetiva produzindo civilização. A psicopatologia é o discurso que representa esse paradoxo: o de sermos, ao mesmo tempo, membros de uma espécie animal e singularidades subjetivas. É por isso que sofremos a tentação de aniquilar a singularidade em favor de uma civilização, pois esta suporta muito mal a subjetividade, a singularidade humana. O projeto da Psicopatologia Fundamental é, pois, evidentemente pretensioso e inalcançável: construir um discurso (uma civilização) representativo desse paradoxo vivido na clínica psicoterapêutica para melhor tratar o pathos psíquico.
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O sofrimento psíquico na perspectiva da psicopatologia fundamental.

O sofrimento psíquico na perspectiva da psicopatologia fundamental.

Busca-se, acima de tudo, "o ideal de um acordo mínimo com relação à delimitação formal e operacional das categorias diagnósticas empregadas" (Costa Pereira, 1998, p. 62). Tentou- se criar uma nomenclatura única que forneça uma linguagem comum a pesquisadores e clínicos de diferentes orientações teóricas, uma abordagem feita unicamente a partir da observação direta dos fenômenos em questão; um sistema de classificação independente de qualquer apriorismo teórico. Isso significa deixar de lado os problemas etiológicos e centrar-se na nosografia. A grande crítica que se faz a esta abordagem é o fato de não levar em conta a subjetividade tanto daquele que está sendo "classificado" quanto daquele que classifica: o olhar de quem olha não é imune à sua própria organização subjetiva (é interessante lembrar que em julho de 2002, numa reunião realizada em Londres, Inglaterra, a Associação Mundial de Psiquiatria e a Organização Mundial da Saúde decretaram uma moratória de 10 anos para seus sistemas classificatórios - o DSM-IV e o CID-10 - pois eles vinham sofrendo severas críticas, pois sua pretensão "universal" revelou-se inoperante).
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Estrutura psíquica e significação da experiência na psicopatologia: ideação suicida como expressão pessoal do sofrimento psíquico

Estrutura psíquica e significação da experiência na psicopatologia: ideação suicida como expressão pessoal do sofrimento psíquico

Este nível 8 de psicopatologia, ou de organização interna, é omnipresente em todos nós. Freud chamava-lhe as linhas de fractura invisíveis, tal como as linhas de fractura de um diamante (S. Freud, 1933). Aplicada suficiente pressão, e a essa pressão atribuiremos aqui a noção de conflito e o que dele imana, o diamante quebrar-se-ia por essas linhas microscópicas. Mas um diamante é um objecto inanimado, sem qualquer palavra ou acção sobre o martelo que está prestes a bater-lhe. Já num ser humano, o caso torna-se mais complicado: o limite de pressão suportável depende da sua capacidade de tolerância e, isso, depende da sua estrutura e do grau de maturidade do seu arsenal defensivo, e da forma de interpretar, significar e valorizar o que acontece fora e dentro de si. Esta estrutura, por sua vez, deriva de uma maior ou menor potencialidade biológica mas, ao contrário das leis da física e da química que determinam, sob certas condições do meio, as ligações dos átomos de carbono num arranjo a que chamamos diamante, o ser humano é também ele participante, agente dessas condições. As condições do meio responsáveis pela desenvolvimento de uma estrutura de carácter ou personalidade correspondem às capacidades de uma mãe ser suficientemente boa, de uma pai ser suficientemente bom, correspondem também às possibilidades de um meio socioeconómico e sociopolítico e às oportunidades e acasos, ora bons, ora maus, que acontecem ao longo da vida. E já que não somos uma tábua rasa no
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Adriana Grosman Os Sentidos da Paixão: um estudo de Psicopatologia Fundamental

Adriana Grosman Os Sentidos da Paixão: um estudo de Psicopatologia Fundamental

“A paixão nos leva assim ao sofrimento, uma vez que, no fundo, ela é a busca do impossível e, superficialmente, a busca do acordo que depende de condições aleatórias. Porém, ela promete uma saída ao sofrimento fundamental. Sofremos pelo nosso isolamento na individualidade descontínua. A paixão nos repete incessantemente: se você possuísse o ser amado, este coração que a solidão estrangula formaria um só coração com o ser amado. Pelo menos em parte essa promessa ilusória. Mas, a paixão, a imagem dessa fusão ganha corpo, às vezes de maneira diferente para cada um dos amantes, com uma intensidade louca. Além de sua imagem, de seu projeto, a fusão precária, que dissimula a sobrevida do egoísmo individual, pode, aliás, tornar-se realidade. Não importa: dessa fusão precária e ao
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Abrigo primordial e envoltura psíquica:duplicidade do setting em psicopatologia fundamental.

Abrigo primordial e envoltura psíquica:duplicidade do setting em psicopatologia fundamental.

Por muito tempo questionei se caberia ao arquiteto projetar obras personalizadas. Mas cada obra arquitetônica exige um processo projetual singular que depende do sujeito, num caminho que vai da subjetividade à objetividade. Tenho percebido que o encontro com a cultura se faz gradativamente, e que é durante a etapa de projetação que o arquiteto pode conduzir o sujeito num caminho em que sua percepção abarque ao final a inclusão da realidade objetiva, pois em última instância a sua obra será uma obra na cidade e isto implica uma certa elaboração de que a obra começa indissociável do sujeito, como objeto subjetivo e vai transformar-se em objeto arquitetônico puro, um objeto parcial que ele usa, mas não é ele. Em análise este grau de realidade vai sendo conquistado pelo analisando na dimensão da responsabilidade e da conseqüência que os abrigos nos desejos podem trazer ao seu convívio na sociedade e à capacidade de sustentar esses desejos.
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O caso clínico como fundamento da pesquisa em Psicopatologia Fundamental.

O caso clínico como fundamento da pesquisa em Psicopatologia Fundamental.

Recebido/Received: 16.9.2011 / 9.16.2011 Aceito/Accepted: 25.11.2011 / 11.25.2011 Copyright: © 2009 Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental/ University Association for Research in Fundamental Psychopathology. Este é um artigo de li- vre acesso, que permite uso irrestrito, distribuição e reprodução em qualquer meio, desde que o autor e a fonte sejam citados/This is an open-access article, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original author and source are credited.

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Rev. latinoam. psicopatol. fundam.  vol.9 número4

Rev. latinoam. psicopatol. fundam. vol.9 número4

O primeiro e mais importante é que seja uma narrativa do vivido, isto é, a escrita quando é de Psicopatologia Fundamental, inclui sempre o relato de caso, a descrição de personagem denominada paciente, ou seja, um sujeito afetado pelo pathos psíquico. O paciente, quer seja ele médico, psicológico, psicanalítico, filosófico ou artístico é sempre, na escrita, um personagem, uma figura que não possui correspondência bi- unívoca na realidade material e histórica.

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Percepções do sofrimento psíquico na obra de Patativa do Assaré.

Percepções do sofrimento psíquico na obra de Patativa do Assaré.

levando em conta o exposto até aqui, procuramos com este artigo conjugar o estudo do sofrimento psíquico com a elaboração de sentidos de subjetividade que levam a uma percepção de identidade cultural possível de ser observada como comum a um grupo social. a partir de registros históricos existentes sobre a constituição da cultura do Ceará aliadas à veriicação de como o prazer e o desprazer podem ser expressos em manifestações da cultura popular tradicional cearense, neste caso na poesia popular de Patativa do assaré, desenvolvemos este estudo que despretensiosamente possa ser capaz de revelar novas faces das identiicações deste povo. Se- guindo os critérios mais elementares de cientiicidade, é um estudo aberto, sujeito a novas formas de interpretação e reelaboração de seu conteúdo, incluindo a sugestão de novas abordagens e meios de veriicação.
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A contribuição da Psicopatologia Fundamental para a Saúde Mental.

A contribuição da Psicopatologia Fundamental para a Saúde Mental.

Freud inaugura um discurso sobre o pathos, uma psicopatologia, onde falar de normalidade, a não ser do ponto de vista estatístico, não faz mais sentido pois um tal estado sem tensão – o nirvana – só seria alcançado com a morte do organismo. Nesta perspectiva, as neuroses passam a ser compreendidas como criações que garantiriam a sobrevivência da espécie contribuindo, ao mesmo tempo, para a construção do psiquismo humano. Isto significa que, para Freud, em “Neuroses de transferência: uma síntese”, as neuroses e as perversões são modos de subjetivação encontrados pelo sujeito. Por outro lado, aquele que não alcança a subjetividade, que não responde ao pathos com a sua “psicopatologia individual”, é levado ao extermínio. Ou seja, como escrevi em outro lugar,
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É possível uma Psicopatologia Fundamental na infância?.

É possível uma Psicopatologia Fundamental na infância?.

Outra decorrência desse estado indefinido de nosso sujeito: se a Psicopatologia Fundamental dirige-se a um sujeito em sofrimento, gerando dele sua capacidade de sabedoria, e extraindo [r]

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Rev. latinoam. psicopatol. fundam.  vol.1 número3

Rev. latinoam. psicopatol. fundam. vol.1 número3

Marta Rezende Cardoso é psicanalista, doutora pela Université Paris 7 – Denis Diderot e Professora Adjunta de Psicologia Clínica da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ela vem se dedicando a pesquisar a natureza e a função psicopatológica do supereu e possui trabalhos publicados na França e no Brasil. O artigo que aqui se publica estabelece uma vinculação entre autobiografia literária e pesquisa psicanalítica no espírito que rege a Psicopatologia Fundamental que é uma posição em relação ao sofrimento humano que está disposta a importar experiências e conhecimentos de outras áreas.
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Rev. latinoam. psicopatol. fundam.  vol.1 número2

Rev. latinoam. psicopatol. fundam. vol.1 número2

Este evento e uma realizable do Laboratorio de Psicopatologia Fundamental do Nucleo de Psicanalise do Programa de Estudos Pos- Graduados em Psicologia Clinica da Pontiffcia Universidade [r]

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Rev. latinoam. psicopatol. fundam.  vol.6 número3

Rev. latinoam. psicopatol. fundam. vol.6 número3

Em 2004, o VII Congresso Brasileiro de Psicopatologia Fundamental pas- sa a ser realizado junto com o I Congresso Internacional de Psicopatologia Fun- damental ocorrendo na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-RJ , de 4 a 7 de setembro.

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Rev. latinoam. psicopatol. fundam.  vol.4 número1

Rev. latinoam. psicopatol. fundam. vol.4 número1

Nesta edição inaugural, transcrevemos os depoimentos de duas perso- nalidades maiores da Psicopatologia Fundamental: Pierre Fédida, o criador desse novo campo e diretor do Laboratório de Psicopatologia Fundamental da Universidade de Paris 7 e Manoel Tosta Berlinck, introdutor, no Brasil, e líder da Rede Universitária de Pesquisas em Psicopatologia Fundamental. Ambos foram entrevistados às vésperas do V Congresso Brasileiro de Psi- copatologia Fundamental, realizado em setembro de 2000, em Campinas. Aquele era um momento extremamente propício para que ambos se expli- cassem sobre a especificidade da proposta da Psicopatologia Fundamental e sobre sua pertinência na abordagem do pathos no início desse novo milênio. Esperamos que essa nova seção constitua um espaço agradável e fe- cundo, sustentando um debate vibrante sobre as grandes questões ligadas ao sofrimento e às paixões humanas no contexto e contemporâneo.
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Rev. latinoam. psicopatol. fundam.  vol.3 número2

Rev. latinoam. psicopatol. fundam. vol.3 número2

Os diversos Congresses Brasileiros de Psicopatologia Fundamental tern sido reunioes realizadas com o espfrito proprio da Palis, onde diferentes se reunem na Agora para se con- vencerem m[r]

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FATORES DE INFLUÊNCIA NA AVALIAÇÃO DOS OBSERVATÓRIOS SOCIAIS DO BRASIL ENTENDIDOS COMO SISTEMAS DE VIGILÂNCIA INFORMACIONAL INFLUENCE FACTORS IN EVALUATING SOCIAL OBSERVATORIES OF BRAZIL UNDERSTOOD AS SURVEILLANCE SYSTEMS INFORMATIONAL

FATORES DE INFLUÊNCIA NA AVALIAÇÃO DOS OBSERVATÓRIOS SOCIAIS DO BRASIL ENTENDIDOS COMO SISTEMAS DE VIGILÂNCIA INFORMACIONAL INFLUENCE FACTORS IN EVALUATING SOCIAL OBSERVATORIES OF BRAZIL UNDERSTOOD AS SURVEILLANCE SYSTEMS INFORMATIONAL

Pode-se apreciar que entre os observatórios pesquisados, só um observatório foi criado na década de 1990, de fato, é junto a Observatório da Imprensa (1995), os mais antigos de Brasil. Dois observatórios surgiram em 2005, outros dois 2006 e o mais atual em 2009, corroborando a hipóteses de que este século permitiu o desenvolvimento distos sistemas devido à proliferação das TIC. Por tanto, os observatórios escolhidos têm experiência de mais de dez anos no trabalho de monitoramento informacional e, podem contribuir com ideais e opiniões certeiras para a identificação dos parâmetros mais importantes na hora de avaliar este tipo de site. Apesar de terem surgido em diferentes Estados, notou-se na amostra selecionada uma prevalência maior no Estado Rio de Janeiro.
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