Top PDF O gênero Strombomonas (Euglenophyceae pigmentadas) em ambientes lênticos na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Strombomonas (Euglenophyceae pigmentadas) em ambientes lênticos na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Strombomonas (Euglenophyceae pigmentadas) em ambientes lênticos na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (O gênero Strombomonas (Euglenophyceae pigmentadas) em ambientes lênticos na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil). São descritos 17 táxons específi cos e infra-específi cos do gênero Strombomonas Defl ., resultado do estudo realizado em ambientes lênticos da Lagoa do Casa- mento e ecossistemas associados (30°03’-30°34’ S e 50°25’-50°47’ W) e ambientes próximos ao Butiazal de Tapes (30º23’-30º38’ S e 51º16’-51°29’ W) na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, com clima subropical. As coletas abrangeram os períodos de outono (maio e junho) e primavera (outubro) de 2003. São novos registros para o estado do Rio Grande do Sul: Strombomonas conspersa (Pascher) Tell & Conf., S. girardiana (Playf.) Defl . var. triondulata Tell & Zaloc., S. maxima (Skortz.) Defl . var. oviformis Shi e S. tuberosa (Skv.) Defl . var. conspersa (Skv.) Defl ., sendo S. maxima var. oviformis e S. tuberosa var. conspersa novos registros para a América do Sul. Strombomonas scabra (Playf.) Tell var. ovata (Playf.) Tell & Conf. e S. verrucosa (Daday) Defl . se distinguiram por suportar ampla variação na temperatura e condutividade da água e S. scabra var. ovata f. minor Tell & Conf. e S. verrucosa (Daday) Defl . por serem os únicos táxons encontrados nas duas áreas. É fornecida a amplitude de pH, temperatura e condutividade elétrica da água em que cada táxon de Strombomonas foi registrado na Planície Costeira e comparação com os de outros ambientes aquáticos do Estado.
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O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil.

O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil.

RESUMO – (O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil). O levantamento do gênero Phacus Duj. (Euglenophyceae pigmentadas) desenvolvido em duas áreas localizadas na porção norte da Laguna dos Patos: a Lagoa do Casamento e ambientes associados (30°03’- 30°34’S e 50°25’- 50°47’W) e ecossistemas próximos ao Butiazal de Tapes (30º23’- 30º38’S e 51º16’- 51°29’W), resultou na identificação de 37 táxons específicos e infra-espécificos deste gênero. O estudo visou diminuir a lacuna do conhecimento de Phacus na Planície Costeira do Rio Grande do Sul. O clima local é subtropical úmido. As coletas de rede foram realizadas no outono e inverno e primavera/2003 nas margens de lagoas, banhados, alagado e açude. Dentre os táxons identificados nove são novas citações para o Estado e ainda, Phacus agilis Skuja var. inversa Bour., Phacus asymetricus Sokoloff, Phacus elegans Pochm., Phacus orbicularis Hübner f. communis Pop. e Phacus rostafinskii Drez. são novos registros para o Brasil. Todos os táxons são acompanhados das amplitudes máximas e mínimas de temperatura do ar e da água, pH e condutividade elétrica em que cada táxon ocorreu na área de estudo.
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Novos e raros registros de Euglenophyta incolores na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novos e raros registros de Euglenophyta incolores na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Novos e raros registros de Euglenophyta incolores na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil). São apresentados nove táxons de Euglenophyta incolores como resultado do estudo taxonômico em ambientes lênticos (lagoas, açude, canal e banhados) de duas áreas próximas a Laguna dos Patos: a Lagoa do Casamento e ecossistemas associados (30°03’- 30°34’S e 50°25’- 50°47’W) e região do Butiazal de Tapes (30º23’- 30º38’S e 51º16’- 51°29’W) na Planície Costeira do Rio Grande do Sul. As coletas de rede e espremido de macrófi tas aquáticas abrangeram as estações de outono e primavera de 2003. Quanto à distribuição todos os nove táxons de Euglenophyta incolores são novas citações para a Planície Costeira do Estado, sendo primeiros registros para o Brasil: Cyclidiopsis acus Korsch., Entosiphon polyaulax Skuja, Gyropaigne kosmos Skuja, Menoidium tortuosum (Stokes) Lemm. var. playfairii Bour. e Rhabdomonas mirabilis (Playf.) Schroeckh, Lee & Patterson, e ainda para o Rio Grande do Sul: Menoidium gracile Playf., Menoidium pellucidum Perty e Menoidium obtusum Pringheim. O ecossistema banhado foi o que apresentou maior riqueza destacando-se o banhado entre a Lagoa do Capivari e Lagoa do Casamento por ter sido encontrado sete táxons dentre os nove identifi cados. A área da Lagoa do Casamento apresentou maior riqueza de Euglenophyta incolores do que os ambientes próximos ao Butiazal de Tapes, possivelmente por esta área possuir maior contribuição antrópica.
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Euglenophyta no Parque Estadual Delta do Jacuí, Rio Grande do Sul, Sul do Brasil. 3. Gênero Strombomonas Defl..

Euglenophyta no Parque Estadual Delta do Jacuí, Rio Grande do Sul, Sul do Brasil. 3. Gênero Strombomonas Defl..

RESUMO – (Euglenophyta no Parque Estadual Delta do Jacuí, Rio Grande do Sul, Sul do Brasil. 3. Gênero Strombomonas Defl.). Foram identificados 34 táxons específicos e infra-específicos do gênero Strombomonas Defl. resultado do estudo de amostras qualitativas no Parque Estadual Delta do Jacuí, localizado a 29°56’-30°03’S e 51°12’-51°18’W. As amostragens foram realizadas em 25 ambientes aquáticos em abril/1993 e janeiro/1994 e maio/1998 a setembro/1999. Strombomonas borystheniensis, S. ensifera, S. gibberosa, S. girardiana, S. scabra, S. triquetra var. torta e S. verrucosa foram os táxons mais freqüentes na área, ocorrendo em mais de 50% dos locais amostrados, destacando-se S. verrucosa pela ampla distribuição na área do Parque, com a ocorrência em 96% dos locais estudados. Strombomonas chodatti, S. cuneata, S. moreniensis, S. napiformis var. brevicollis são primeiras citações de ocorrência para o Estado e Brasil. S. confortii, S. fluviatilis var. major, S. morenensis, S. scabra var. intermedia e S. scabra var. ovata f. minor ocorrem exclusivamente na América do Sul. São realizadas considerações taxonômicas e ecológicas sobre o gênero, assim como é fornecida sua distribuição nacional e mundial.
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Composição florística das formações vegetais sobre uma turfeira topotrófica da planície costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

Composição florística das formações vegetais sobre uma turfeira topotrófica da planície costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Composição florística das formações vegetais sobre uma turfeira topotrófica da planície costeira do Rio Grande do Sul, Brasil). Turfeiras topotróficas caracterizam-se como corpos de águas rasas, permanente ou periodicamente alagados por água do lençol freático, percolada através do solo inorgânico das terras altas adjacentes à depressão central da turfeira. Possuem solos orgânicos e a cobertura vegetal é dominanda por fanerógamas aquáticas emergentes. Este estudo visou o levantamento da diversidade específica e caracterização das principais formações vegetais ao longo de duas transecções de 200m em uma turfeira topotrófica na localidade de Domingos Petrolini (Rio Grande, RS). Em março/1998, o total de 48 espécies vegetais (30 famílias) foram encontradas nas 40 parcelas de 5m × 2m observadas nas duas transecções efetuadas. Cerca de 56% das espécies eram plantas aquáticas herbáceas (submersas, flutuantes ou emergentes) e apenas 10% arbustos ou árvores. Sete espécies dominaram a cobertura vegetal (Eupatorium tremulum, Eryngium pandanifolium, Blechnum brasiliense, Rhynchospora sp., Xyris jupicai, Utricularia gibba e Cladium jamaicense). Quatro formações vegetais tipicamente distribuídas em relação à topografia e à distância do lençol freático foram caracterizadas: (1) banhados do capim-navalha Cladium jamaicense, drenados apenas no verão, ocupam a depressão central da turfeira (DCT); (2) planos médios de Gravatás/Caraguatás (Eryngium pandanifolium) associados a samambaia Blechnum brasiliense (+0,5 a +1,5m da DCT); (3) bosques marginais de arbustos palustres (+1 a +3m da DCT) são dominados por Eupatorium tremulum; e (4) campos de turfa recobertos por ciperáceas de pequeno porte, gramas boiadeiras e botões-de-ouro (Xyris jupicai) ocupam a borda do afloramento da turfa (+3 a +4m da DCT).
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Euglenophyceae de ambientes lênticos na planície costeira do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil: gêneros Euglena Ehr. e Lepocinclis Perty.

Euglenophyceae de ambientes lênticos na planície costeira do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil: gêneros Euglena Ehr. e Lepocinclis Perty.

RESUMO – (Euglenophyceae de ambientes lênticos na planície costeira do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil: gêneros Euglena Ehr. e Lepocinclis Perty). São apresentados 28 táxons específicos e infra-específicos dos gêneros Euglena Ehr. e Lepocinclis Perty como resultado do estudo do fitoplâncton e perifíton em ambientes lênticos (lagoas, açude e banhados) da Lagoa do Casamento e ecossistemas associados (30°03’- 30°34’S e 50°25’- 50°47’W) e ecossistemas próximos ao Butiazal de Tapes (30º23’- 30º38’S e 51º16’- 51°29’W) na planície costeira do Rio Grande do Sul. As coletas abrangeram as estações de outono e primavera de 2003. As áreas úmidas (banhados) associadas à Lagoa do Casamento na primavera de 2003 apresentaram maior riqueza específica destes dois gêneros. Lepocinclis salina Fritsch var. salina foi a espécie que se distinguiu quanto a distribuição por ter ocorrido em 41,2% do total de amostras analisadas. São novos registros para o estado do Rio Grande do Sul e país, L. playfairiana Defl. var. playfairiana e L. boseensis Xie, Qiu & Ling.
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O gênero Hantzschia Grunow (Nitzschiaceae, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Hantzschia Grunow (Nitzschiaceae, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (O gênero Hantzschia Grunow (Nitzschiaceae, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil). O estudo do gênero Hantzschia em amostragens realizadas em lagoas, banhados, canal e açudes na Planície Costeira do Rio Grande do Sul (30°40´-30°10´ S e 50°30´-51°30´ W), no outono e primavera de 2003, revelou a presença de um táxon específi co e seis infra-específi cos, a saber: Hantzschia amphioxys (Ehrenberg) Grunow, suas variedades (var. amphioxys e var. vivax Grunow) e forma (f. capitata O. Müller), H. elongata (Hatzsch) Grunow com duas variedades (var. elongata e var. linearis O. Müller), H. virgata (Roper) Grun. e Hantzschia sp. São apresentadas descrições, ilustrações, chave de identi- fi cação e comentários sobre as variações morfológicas e a distribuição dos táxons. Cabe ressaltar a presença de H. elongata var. linearis e Hantzschia sp. como novos registros para o Estado do Rio Grande do Sul.
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Ficoflora de ambientes lênticos: estudo preliminar da região de Charqueadas, Rio Grande do Sul, Brasil, com vistas à avaliação ambiental.

Ficoflora de ambientes lênticos: estudo preliminar da região de Charqueadas, Rio Grande do Sul, Brasil, com vistas à avaliação ambiental.

Quanto a dominancia no fitoplancton foram encontradas esp6cies nessa condic;ac somente para os corpos d'agua mais fortemente acidos (n° 2, 6 e 12); os demais aprese[r]

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Strombomonas Deflandre (Euglenophyceae) em ambientes aquáticos na Área de Proteção Ambiental do Ibirapuitã, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil

Strombomonas Deflandre (Euglenophyceae) em ambientes aquáticos na Área de Proteção Ambiental do Ibirapuitã, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil

RESUMO - (Strombomonas Deflandre (Euglenophyceae) em ambientes aquáticos na Área de Proteção Ambiental do Ibirapuitã, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil). Este trabalho é resultado do estudo taxonômico de táxons do gênero Strombomonas Defl. na Área de Proteção Ambiental do Ibirapuitã, localizada no sudoeste do Estado do Rio Grande do Sul. As amostras foram coletadas entre março/2011 e março/2012 abrangendo 10 locais, sendo seis no rio Ibirapuitã e quatro em ambientes lóticos e lênticos próximos a esse rio. A análise qualitativa de 26 amostras resultou na identificação de 18 táxons específicos e infraespecíficos. É proposta uma nova combinação Strombomonas scabra (Playf.) S.M. Alves-da-Silva comb. nov. Strombomonas brasiliensis Conf. é o primeiro registro para o Estado. Strombomonas verrucosa (Daday) Defl. var. verrucosa foi muito frequente ocorrendo em amplo espectro de variáveis ambientais como: condutividade elétrica, pH, temperatura da água, sílica e matéria orgânica.
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Pequenos mamíferos não-voadores (Didelphimorphia, Rodentia) em dois fragmentos de mata de restinga de Rio Grande, planície costeira do Rio Grande do Sul.

Pequenos mamíferos não-voadores (Didelphimorphia, Rodentia) em dois fragmentos de mata de restinga de Rio Grande, planície costeira do Rio Grande do Sul.

As assembléias de pequenos mamíferos dos fragmentos de mata de restinga amostrados no presente estudo apresentaram riquezas de espécies semelhantes a aquelas encontradas em estudos realizados em outras formações florestais do Brasil meridional, apesar das diferenças em relação à composição e dominância de espécies. Cherem & Perez (1996) registraram a ocorrência de três marsupiais e oito roedores no norte de Santa Catarina, sendo Akodon montensis (Thomas, 1913) a espécie mais capturada em Floresta de Araucária e O. nigripes em Mata Ciliar. Em uma área de Floresta Ombrófila Densa Submontana na Ilha de Santa Catarina, Graipel et al. (2006) amostraram quatro marsupiais e sete roedores, com dominância de Euryoryzomys russatus (Wagner, 1848). Dalmagro & Vieira (2005) registraram um marsupial e seis roedores em Floresta de Araucária no Parque Nacional de Aparados da Serra, Rio Grande do Sul, sendo O. nigripes a espécie mais presente. Horn (2005) amostrou três marsupiais e oito roedores em uma mata palustre localizada no extremo norte da Planície Costeira do Rio Grande do Sul (bioma Tabela 1. Número de indivíduos capturados e porcentagem relativa de capturas (entre parênteses) das espécies de pequenos mamíferos não-voadores em amostragens sazonais realizadas em um fragmento de mata palustre (MP) e um fragmento de mata arenosa ciliar (MC) no município de Rio Grande, Estado Rio Grande do Sul, Brazil.
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Aspectos florísticos e ecológicos de epífitos vasculares sobre figueiras isoladas no norte da planície costeira do Rio Grande do Sul.

Aspectos florísticos e ecológicos de epífitos vasculares sobre figueiras isoladas no norte da planície costeira do Rio Grande do Sul.

RESUMO – (Aspectos florísticos e ecológicos de epífitos vasculares sobre figueiras isoladas no norte da planície costeira do Rio Grande do Sul). Estudos com epífitos vasculares no Brasil normalmente não consideram árvores isoladas em áreas antropizadas, as quais permitem o estabelecimento e preservação de uma porção representativa da flora epifítica original. Neste trabalho, enfoca-se a composição florística dos epífitos vasculares em espécimes isolados de Ficus organensis (Miq.) Miq. no norte da planície costeira do Rio Grande do Sul. A área de estudo fica situada no entorno da cidade de Terra de Areia (29°35’ S e 50°04’ W), com clima subtropical úmido (Cfa). Sessenta árvores foram inventariadas. Foram encontradas 77 espécies, 33 gêneros e 10 famílias. A família Orchidaceae e o gênero Tillandsia L. apresentaram os maiores números de espécies. A categoria ecológica mais diversificada foi a dos holoepífitos, com 69 espécies, a maioria delas apresentando a suculência como adaptação para o estresse hídrico. A proporção de espécies anemocóricas (51) foi praticamente o dobro das zoocóricas (26). A percentagem das espécies epifíticas, em relação à flora epifítica regional, foi de 30,8%. A proporção de Orchidaceae foi relativamente menor, provavelmente devido a maiores exigências em relação aos hábitats florestais originais. A família com maior importância fisionômica foi Bromeliaceae. O predomínio das espécies anemocóricas sobre as zoocóricas, nas árvores amostradas, é menor do que em áreas com florestas preservadas.
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Epífitos vasculares sobre espécimes de Ficus organensis isoladas no norte da planície costeira do Rio Grande do Sul: padrões de abundância e distribuição.

Epífitos vasculares sobre espécimes de Ficus organensis isoladas no norte da planície costeira do Rio Grande do Sul: padrões de abundância e distribuição.

conferindo-lhes a capacidade de colonizar rapidamente os forófitos jovens. Estas espécies mantêm-se como dominantes na comunidade mesmo nas árvores maiores. A ocorrência de poucas espécies com grandes valores de importância e de muitas com valores baixos espécies também foi registrada em outros levantamentos da flora epifítica vascular na região litorânea do sul do Brasil (Waechter 1992, 1998b; Kersten & Silva 2001). Em Microgramma vacciniifolia, o rizoma reptante estende-se sobre os fustes e ramos, permitindo a ocupação de extensas áreas das copas das árvores (Dislich & Mantovani 1998; Waechter 1998b; Kersten & Silva 2001). Tillandsia aeranthos e T. usneoides são espécies heliófilas e que apresentam uma intensa reprodução clonal, principalmente a última espécie (Reitz 1983). Rhipsalis teres é a única espécie pioneira com
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Eunotiaceae (Eunotiales, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Sul do Brasil.

Eunotiaceae (Eunotiales, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Sul do Brasil.

RESUMO – (Eunotiaceae (Eunotiales, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Sul do Brasil). O estudo da família Eunotiaceae em diferentes ambientes (lagoas, banhados e açude) na Planície Costeira do Rio Grande do Sul foi realizado no outono e primavera de 2003. Foram identiicados 26 táxons especíicos e infra-especíicos, um pertencente ao gênero Actinella e 25 a Eunotia. A maior riqueza de espécies de Eunotia foi registrada nos banhados, onde a vegetação marginal foi mais abundante e as águas mais ácidas (pH 4,3 e 5,4). Eunotia bilunaris (Ehr.) Souza, E. tridentula Ehr. var. tridentula, E. vumbae Choln., E. yberai Freng. e E. zygodon Ehr. tratam-se de primeiras citações para a Planície Costeira do sul do Brasil. As espécies são descritas, comentadas e ilustradas em microscopio óptico (MO) e/ou em microscópio eletrônico de varredura (MEV).
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Sinopse da família Cyperaceae em uma área do extremo sul do Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse da família Cyperaceae em uma área do extremo sul do Rio Grande do Sul, Brasil.

Endêmica da planície costeira do Rio Grande do Sul (Trevisan & Boldrini 2008) caracteriza-se pelos escapos não septados, rizomas sublenhosos, espiguetas palhetes, com glumas de ápice emarginado, sendo a inferior estéril, cartilaginosa, ultrapassando, em comprimento, as demais, pelo aquênio trígono, palhete, e pela ausência de cerdas hipóginas. Ocorre em áreas ajardinadas, banhados, campos antropizados e naturais, dunas, lagos e monocultivos de exóticas arbóreas. Floração e frutificação de setembro a maio, com ápice de novembro a março. (Ilustração: Trevisan & Boldrini 2008).
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O gênero Chaptalia (Asteraceae, Mutisieae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Chaptalia (Asteraceae, Mutisieae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

Distribui-se amplamente em toda a América tropical, desde o sul dos Estados Unidos até a região do Rio de La Plata na Argentina e Uruguai, não ocorrendo no Chile (Burkart 1944; Cabrera & Klein 1973; Nesom 1995). No Brasil ocorre em todas as Regiões. No Rio Grande do Sul a espécie distribui-se amplamente em todas as regiões fisiográficas, onde pode ser encontrada em vegetação campestre de solos secos ou rochosos, bordas e interior de matas em solos úmidos e áreas com intensa influência antrópica. Apesar disso, é frequentemente encontrada em locais úmidos e sombreados. Trata-se da espécie mais conhecida e coletada do gênero, apresentando ampla gama de registros nos herbários visitados. Conforme os critérios estipulados pelo IUCN (2001) a espécie enquadra-se como fora de perigo (LC) por ser amplamente distribuída no estado e estar presente até mesmo em áreas altamente antropizadas.
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O gênero Senna (Leguminosae, Caesalpinioideae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Senna (Leguminosae, Caesalpinioideae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

Segundo Irwin & Barneby (1982), S. leiophylla é uma espécie rara e local, que possui somente quatro coleções para o Paraguai, Argentina e Brasil, onde foi encontrada somente no Rio Grande do Sul. Esta espécie foi incluída neste estudo em razão da única coleção realizada no Estado ser o material tipo, feita por Sellow em 1823 e analisada através de fotografia. Senna leiophylla possivelmente está extinta no Rio Grande do Sul, visto que não foi novamente coletada. Dentre as espécies ocorrentes no Rio Grande do Sul, S. leiophylla é mais próxima de S. obtusifolia, por apresentar 2-3 pares de folíolos e pedúnculos de até 5mm compr., porém distingue-se prontamente desta pelas pétalas maiores (26-33mm compr.). Neste trabalho, a descrição apresentada para S. leiophylla foi baseada na fotografia do tipo e em Irwin & Barneby (1982).
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A Guerra do Chaco

A Guerra do Chaco

como sua capital, e passou a exigir que as tropas brasileiras se retirassem de Assunção. O Governo Imperial, com os conservadores à frente e o Visconde de Rio Branco, José Maria da Silva Paranhos, na Presidência do Conselho de Ministros, reagiu, por outro lado, endurecendo sua posição, e assinou a paz em separado com o Paraguai, com o que rompeu, virtualmente, o Tratado da Tríplice Aliança. O conflito armado só não irrompeu porque, naquelas circunstâncias, nem o Brasil nem a Argentina estavam em condições de arcar com seus custos, ainda mais sem os recursos da Grã-Bretanha, cujos vastos e crescentes interesses, na região do Prata, sérios danos, certamente, sofreriam. Assim, o General Bartolomé Mitre, com as credenciais de Plenipotenciário, viajou então ao Rio de Janeiro, em 1872, e restaurou o clima favorável ao prosseguimento das negociações. Posteriormente, em 1875, o próprio Carlos Tejedor, como Plenipotenciário do Governo de Nicolás Avellaneda, continuou o trabalho e, através de sigilosa combinação com o representante do Paraguai, Jaime Sosa, procurou manter a Villa Occidental sob a soberania da Argentina, em troca do perdão da dívida de guerra. Mas a diplomacia do Brasil, informada sobre o acordo, atuou rapidamente e, a manipular o Governo do Paraguai, forçou a rejeição dos tratados de paz e de limites, que Tejedor e Sosa firmado haviam. O entendimento só alcançado foi, em 1876, quando Bernardo de Irigoyen, substituto de Tejedor, aquiesceu em fixar, no rio Pilcomayo, a linha de fronteira da Argentina, submetendo a questão de Villa Occidental à arbitragem do Presidente dos Estados Unidos, Rutherford Hayes. A decisão, anunciada em 1878, favoreceu o Paraguai e Villa Ocidental, com a retirada da Argentina, passou a chamar-se Villa Hayes. O Brasil obteve, assim, um triunfo, ao conseguir demarcar, conforme suas conveniências geopolíticas, as fronteiras do Paraguai com a Argentina, que incorporou o Chaco Austral, ao sul do rio Bermejo, e o Chaco Central, situado entre o Bermejo e o rio Pilcomayo, mas não pode assenhorear-se, igualmente, do Chaco Boreal ou Gran Chaco, com cerca de 297.938 km², o equivalente a três quintas partes do território total do Paraguai.
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AGROECOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS NA AMÉRICA LATINA: O CASO DO BRASIL

AGROECOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS NA AMÉRICA LATINA: O CASO DO BRASIL

A experiência brasileira na constituição e organização do movimento agroecológico, apresenta algumas carac- terísticas que merecem ser sublinhadas. Em primeiro lu- gar, o fato de que esse movimento foi se instituindo e se consolidando no decorrer das últimas décadas a partir de variados formatos e ênfases, mas sempre tendo como fundamento uma crítica objetiva aos padrões socialmente excludentes e ambientalmente predatórios que caracte- rizam a agricultura e o desenvolvimento rural no Brasil. A partir dessa leitura crítica sobre a natureza e das relações subjacentes ao modelo hegemônico de desenvolvimento rural, o campo agroecológico brasileiro, reunido na ANA e na ABA-Agroecologia, assume a compreensão de que o enfrentamento desse modelo é, antes de tudo, um desafio no plano político (Petersen 2008). Sob essa perspectiva, a proposta agroecológica emergiu e tem feito seu caminho num campo de disputa na sociedade, no qual a produção familiar assume uma franca oposição aos privilégios de uma elite econômica predatória e parasitária. Essa disputa política não poderá se resolver sem a efetivação de uma estratégia de ocupação massiva dos territórios pelas expe- riências da Agroecologia como força material de produ- ção e fonte de inspiração de políticas (Gomes de Almeida 2009).
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I - Complexos Regionais de Segurança e a América do Sul

I - Complexos Regionais de Segurança e a América do Sul

Entretanto, o vínculo mais estreito entre a conjuntura doméstica e a segurança regional acontece no caso brasileiro. Não resta dúvida de que a crise política no Brasil, com a desmoralização do Partido dos Trabalhadores e o risco de impeachment do próprio presidente Lula, abala toda a constelação de segurança na América do Sul. A perspectiva de um processo de polarização social e político interno, com agravamento das relações civil-militares e riscos institucionais diversos devido à incerteza que se abre, é algo de uma magnitude que parece somar e transcender todas as crises políticas recentes na região, do colapso do governo argentino em 2001 à escalada repressiva que acompanhou os violentos protestos sociais na Bolívia em 2003 e 2005, passando pelo golpe e pelo paro venezuelano. O colapso do governo Lula ameaça levar de roldão uma recém nascida Comunidade Sul-Americana das Nações que já enfrentava sérias demandas de institucionalização e equacionamento de uma agenda comum para tratar dos problemas relacionados ao conflito armado colombiano, narcotráfico, transformação das forças armadas e participação em Operações de Paz e missões da ONU. 9
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Quando da independência do Brasil, as prisões serviam para punir os condenados, mas já tinham uma visão ressocializadora, com a apresentação em 1823, de um projeto de Código Penal por José Clemente Pereira e Bernardo Pereira de Vasconcelos. As normas sugeridas por Vasconcelos foram bastante alteradas, uma vez que instituíam a pena de morte. Foi nesse mesmo período que Dom Pedro I aprovou o Código Criminal do Império, tendo como base a justiça e a igualdade, com inspiração nos Códigos Criminais da Áustria (1803), França (1810), Baviera (1813), Nápoles (1819), Parma (1820) e da Espanha (1822). Dentre suas principais características, normatizava a redução das penas de morte e a não aplicação de penas cruéis nas penitenciárias, salvo os açoites aplicados aos escravos.
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