Top PDF Substituição do fubá de milho (Zea Mays, L.) por farinha de pupunha (Bactris Gasipaes, H. B. K.) em rações para Alevinos de Tambaqui (Colossoma Macropomum, Cuvier 1818)1.

Substituição do fubá de milho (Zea Mays, L.) por farinha de pupunha (Bactris Gasipaes, H. B. K.) em rações para Alevinos de Tambaqui (Colossoma Macropomum, Cuvier 1818)1.

Substituição do fubá de milho (Zea Mays, L.) por farinha de pupunha (Bactris Gasipaes, H. B. K.) em rações para Alevinos de Tambaqui (Colossoma Macropomum, Cuvier 1818)1.

of some amazonian fishes for warm wa- ter aquaculture. on Aquacullure in Heated Effluents and Re- circulation Systems, Stavanger 28 - 30 May. Formulación y evaluación dc dietas para C[r]

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Substituição do fubá de milho por gérmen integral de milho na dieta de ovinos.

Substituição do fubá de milho por gérmen integral de milho na dieta de ovinos.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da substituição do fubá de milho pelo gérmen integral de milho, sobre a digestibilidade dos nutrientes na dieta e sobre o desempenho e características de carcaça de ovinos Santa Inês. Quarenta animais, com peso inicial de 17,0±2,5 kg, foram confinados em baias individuais, em delineamento de blocos ao acaso, com cinco tratamentos e oito repetições. As taxas de substituição foram: 0, 25, 50, 75 e 100%. Ao abate, foram obtidos os pesos de carcaça quente e de trato digestivo cheio e vazio, a área de olho de lombo, a espessura de gordura subcutânea e o rendimento de cortes comerciais. A substituição do fubá de milho pelo gérmen integral reduziu linearmente o consumo de matéria seca e os coeficientes de digestibilidade de: matéria seca, matéria orgânica, proteína bruta, fibra em detergente neutro e extrato etéreo . A conversão alimentar não foi afetada pelos tratamentos. O ganho médio diário, o peso vivo final, a área de olho de lombo, a espessura de gordura e os rendimentos de carcaça quente e de cortes comerciais diminuíram linearmente com o aumento nos níveis de substituição. A substituição do fubá de milho pelo gérmen integral de milho, nas dietas de ovinos, prejudica o desempenho e as características de carcaça dos animais.
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CARLA APARECIDA SOARES UTILIZAÇÃO DO FARELO DE TRIGO EM SUBSTITUIÇÃO AO FUBÁ DE

CARLA APARECIDA SOARES UTILIZAÇÃO DO FARELO DE TRIGO EM SUBSTITUIÇÃO AO FUBÁ DE

RESUMO - Foram objetivos dessa pesquisa determinar o tempo necessário para adaptação dos animais as rações e medição do consumo e avaliar o efeito de níveis crescentes de farelo de trigo em substituição ao fubá de milho na ração sobre a produção e composição do leite, os consumos e digestibilidades aparentes da matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), fibra em detergente neutro (FDN), extrato etéreo (EE), carboidratos totais (CT), proteína bruta (PB), consumo de nutrientes digestíveis totais (NDT) e carboidratos não fibrosos (CNF), assim como a economicidade das dietas. Utilizaram-se 12 vacas Holandesas distribuídas em três quadrados latinos (QL) balanceados 4 x 4, de acordo com o período de lactação. As quatro rações experimentais foram formuladas para conter na base da matéria seca 70% de silagem de milho e 30% de uma mistura contendo fubá de milho e ou farelo de trigo, farelo de soja, farelo de algodão, uréia e sais minerais. Foram utilizados níveis crescentes de farelo de trigo no concentrado (0, 33, 67, e 100%) para os tratamentos 1, 2, 3, e 4, respectivamente. Todas as dietas foram isoprotéicas (15% PB). Os resultados de consumo de MS indicaram que 5 dias são suficientes para adaptação dos animais aos tratamentos. Níveis crescentes de farelo de trigo resultaram em aumento linear do consumo de FDN expressos em kg/dia e %PV e decréscimo linear do consumo de CNF, entretanto os consumos de MS, MO, PB, EE, CT e NDT não variaram. As digestibilidades aparentes totais da MS, MO, CT e PB apresentaram comportamento linear decrescente com o aumento dos níveis de farelo de trigo da dieta. Entretanto as digestibilidades do EE e FDN não variaram. A produção de leite corrigida ou não para 3,5% de gordura, os teores de proteína e gordura, os extratos secos totais e desengordurados não foram influenciados pelos níveis de farelo de trigo da ração. A avaliação econômica da dieta apresentou um decréscimo nos custos a medida que aumentava os níveis de farelo de trigo da dieta.
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Farelo da vagem de algaroba em dietas para cabras lactantes: parâmetros ruminais e síntese de proteína microbiana.

Farelo da vagem de algaroba em dietas para cabras lactantes: parâmetros ruminais e síntese de proteína microbiana.

Mais pesquisas com uso de algaroba na dieta de ruminantes são necessárias, pois esse alimento reduz a relação acetato:propionato no líquido ruminal. A substituição do fubá de milho pelo farelo da vagem de algaroba em níveis superiores a 33,3% no concentrado compromete o fluxo de proteína microbiana ao intestino. A secreção de alantoína no leite não é um bom indicador da síntese de proteína microbiana em cabras, mas deve ser somada à excreção urinária de derivados de purina para não subestimar a absorção intestinal de bases púricas. A estimativa da síntese de proteína microbiana em cabras deve ser calculada por meio da excreção de derivados de purina a partir de equações obtidas com caprinos.
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Consumo, digestibilidade aparente, produção e composição do leite de vacas leiteiras alimentadas com farelo de trigo.

Consumo, digestibilidade aparente, produção e composição do leite de vacas leiteiras alimentadas com farelo de trigo.

Objetivou-se, com este trabalho, avaliar o efeito do uso de níveis crescentes de farelo de trigo em substituição ao fubá de milho na dieta de vacas em lactação sobre o período de adaptação das vacas às dietas, produção e composição do leite, os consumos e as digestibilidades aparentes de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), extrato etéreo (EE) e carboidratos totais (CT) e o consumo de nutrientes digestíveis totais (NDT) e carboidratos não-fibrosos (CNF).

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Coeficientes de digestibilidade aparente de alimentos energéticos para juvenis de surubim.

Coeficientes de digestibilidade aparente de alimentos energéticos para juvenis de surubim.

RESUMO - Neste trabalho, determinou-se o valor nutritivo de quatro alimentos energéticos (fubá de milho, sorgo, farelo de arroz integral e quirera de arroz) para juvenis de surubim. Os coeficientes de digestibilidade aparente da matéria seca (MS), proteína bruta (PB) e energia bruta (EB) foram avaliados pela metodologia de substituição do alimento numa ração-referência usando-se 0,1% de óxido crômico como indicador externo. Utilizaram-se 240 alevinos com 30 g de peso médio distribuídos em tanques apropriados para coleta de fezes. O delineamento foi inteiramente casualizado com quatro dietas, cada uma com quatro repetições. O coeficiente de digestibilidade aparente da matéria seca do fubá de milho foi de 62,3%; do farelo de arroz, 59,7%; da quirera de arroz, 40,4%; e do sorgo, 38%. Os coeficientes de digestibilidade da proteína bruta, nesta ordem, foram 87,4; 83,8; 85,3; e 81,1%; e os da energia bruta, 62,4; 66,4; 46,9 e 47,8%. Entre os alimentos avaliados, o que possui maior digestibilidade da matéria seca, proteína bruta e energia bruta é o farelo de arroz e o de menor digestibilidade, o sorgo.
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Desempenho de vacas mestiças em função de suplementação energética e proteica em dietas à base de silagem de milho.

Desempenho de vacas mestiças em função de suplementação energética e proteica em dietas à base de silagem de milho.

Objetivou-se avaliar níveis de concentrados energéticos e proteicos sobre o desempenho de vacas leiteiras Holandês x Zebu, com peso corporal de 452±77kg, de terceira e quarta lactação, 80 dias pós-parto e produção de 12,8kg de leite/dia. Nove vacas foram distribuídas em três quadrados latinos 3x3, em períodos experimentais de 10 dias, distribuídas segundo número de lactações, sendo os tratamentos níveis de farelo de soja (FS) em substituição ao fubá de milho (FM) (0,8; 1,6 e 2,4kg/vaca dia, completando para 3,2kg/vaca dia com FM), níveis de FS ou de FM (0,8; 1,6 e 3,2kg/vaca/dia) e silagem de milho como volumoso. Somente o consumo de proteína bruta se elevou com o aumento nos níveis de FS em dietas contendo FM+FS, ao passo que os consumos diários de matéria seca (MS) e das frações nutricionais aumentaram com a elevação do FS ou FM. Os coeficientes de digestibilidade da MS e dos nutrientes não diferiram em dietas contendo FM+FS. A digestibilidade da proteína bruta (PB) aumentou ao passar de 1,6 para 3,2kg/dia de FS. Houve diminuição da digestibilidade da MS, MO e CNF ao passar de 0,8 para 3,2kg/dia de FM e diminuição do NDT ao passar de 1,6 para 3,2kg/dia de FM. As exigências de NDT e PB só foram satisfeitas plenamente com 0,8+2,4kg (FM+FS) e 3,2kg de FS. As dietas contendo FM não atenderam sequer às exigências de NDT. A produção de leite e a sua composição bem como o peso corporal e a eficiência alimentar relacionada ao CMS não foram influenciados pelos tratamentos. A eficiência alimentar em relação ao fornecimento de concentrado decresceu quando se adicionaram níveis crescentes de FS ou FM. Tendo como volumoso a silagem de milho, o fornecimento de fubá de milho ou farelo de soja, nas quantidades analisadas neste experimento, não promove aumento da produção de leite ou de seus constituintes, sendo que a eficiência do uso do concentrado diminui ao se elevar o nível de suplementação.
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Casca de soja em dietas para ovinos.

Casca de soja em dietas para ovinos.

RESUMO - Objetivou-se avaliar a utilização de quatro níveis de casca de soja (0; 8,0; 16,0 ou 24,0%) em substituição ao fubá de milho (0, 25, 50 e 75%) em dietas para ovinos em confinamento. Avaliaram-se o consumo e a digestibilidade dos nutrientes, o desempenho animal, a conversão alimentar e os custos com a dieta. Vinte cordeiros da raça Santa Inês com peso vivo médio inicial de 32,96 kg foram distribuídos em delineamento inteiramente casualizado com quatro tratamentos e cinco repetições. A dieta foi composta de 50% de volumoso (50% de silagem de milho e 50% de cana-de-açúcar picada) e 50% de concentrado. Os concentrados foram compostos de fubá de milho, farelo de soja, mistura mineral e uréia, de modo que o fubá de milho foi gradativamente substituído pela casca de soja. Os animais foram mantidos em baias individuais com comedouro e bebedouro. Não foram observados efeitos dos níveis de casca de soja da dieta sobre o consumo de nutrientes, exceto o de FDN, que aumentou linearmente de acordo com o nível de casca de soja na dieta. Os níveis de casca de soja não influenciaram a digestibilidade dos nutrientes, o ganho de peso (0,215 kg/animal/dia) e a conversão alimentar dos animais (6,20 kg MS/kg peso ganho). O aumento do nível de casca de soja de 0 e 75% na dieta reduziu os gastos com alimentação e aumentou a margem bruta de R$ 10,89 para R$ 18,63 por animal. A substituição de até 75% do fubá de milho por casca de soja na dieta não afeta o desempenho de ovinos em terminação em confinamento.
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Níveis de grão de capim-pé-de-galinha (Eleusine coracana) em dietas para ovinos: consumo e digestibilidade.

Níveis de grão de capim-pé-de-galinha (Eleusine coracana) em dietas para ovinos: consumo e digestibilidade.

quando a ingestão de FDN varia de 11 a 13 g/kg de PV. Assim, a demanda fisiológica dos animais pode ter sido o principal fator regulador do consumo de alimentos, uma vez que as dietas foram formuladas para apresentar rela- ção volumoso:concentrado de 50:50 e os volumosos uti- lizados apresentaram teores médios de FDN. Além disso, os animais alimentados com concentrado com 100% de substituição do fubá de milho pelo grão de capim-pé-de- galinha apresentaram consumo médio de 11,51 g de FDN consumida por kg de PV, o que indica a ocorrência de repleção ruminal. Entretanto, considerando que não foi verificada diferença significativa no consumo diário de MS entre as dietas, é possível que o consumo não tenha sido limitado pelos fatores físicos da dieta.
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Influência da granulometria da matéria-prima na expansão de extrusados de milho.

Influência da granulometria da matéria-prima na expansão de extrusados de milho.

Na produção de extrusados de milho, a indústria usualmente emprega o grits, que consiste no milho limpo, degerminado e moído em granulometria média. Entretanto, visando à redução dos custos de produção, fabricantes de snacks extrusados de milho vêm utilizando o fubá em substituição ao grits, devido ao menor custo apresentado por este. O objetivo deste trabalho foi verificar a influência da granulometria do milho sobre o índice de expansão dos snacks, sua textura e aceitação sensorial. Para isso, foram utilizadas três diferentes granulometrias do milho moído, sendo: grits, fubá mimoso e fubá mimoso fino. O índice de expansão radial foi analisado pela razão entre o diâmetro médio do snack e o diâmetro da matriz utilizada, a textura foi analisada em texturômetro, modelo Texture Analyser TA-XT Plus (Stable Micro Systens). A partir dos resultados obtidos, houve a confirmação da influência da granulometria nos parâmetros físicos, entretanto, não ocorreu alteração na aceitação do produto, indicando, desta forma, ser viável a substituição do grits pelo fubá na produção de snacks sob o ponto de vista do produto final.
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Milho e glicerina bruta em dietas de vacas leiteiras em lactação e ovelhas

Milho e glicerina bruta em dietas de vacas leiteiras em lactação e ovelhas

Objetivou-se avaliar o uso da glicerina bruta e do milho expandido em substituição ao milho moido sobre o consumo da matéria seca, o ambiente ruminal, a produção e a composição do leite, metabolismo de nitrogênio e síntese de proteína microbiana. Vacas multíparas da raça Holandês (n=12) foram distribuídas num arranjo fatorial 2 x 2 (dois tipos de processamento do milho x dois níveis de glicerina) (quadrado latino com três repetições). Os quatro tratamentos foram (MM - milho moído, ME - milho expandido, MMG - milho moído + glicerina e MEG - milho expandido + glicerina). Para os valores de CMS, em gramas por quilograma de peso metabólico, (MM =197,0 g/PM/dia, ME= 190 g/PM/dia, MMG=210 g/PM/dia e MEG=190 g/PM/dia), não se observou diferença significativa (p>0,05) entre os tratamentos. Também não foram verificadas diferenças significativas quanto a produção de leite (MM =22,69 L/dia, ME= 24,34 L/dia, MMG=24,31 L/dia, e MEG=24,65 L/dia), teores de gordura, proteína, lactose, sólidos totais no leite (p>0,05), mas os valores de uréia no leite (MM=19,95 mg/dL, ME=16,91 mg/dL, MMG=15,52 mg/dL, e MEG=14,64 mg/dL) foram menores nos tratamentos com adição de glicerina (p<0,05). A produção de ácidos graxos de cadeia curta variaram no intervalo estudado, as concentrações de acetato, de propionato, de butirato não apresentaram diferenças significativas (p>0,05). Não foram observadas diferenças significativas (p>0,05) nas concentrações da glicose plasmática. A concentração de nitrogênio uréico no plasma, nitrogênio amoniacal e de nitrogênio ureico na urina, não diferiusignificativa (P>0,05). As concentrações de derivados de purina (MM= 174 mMol/dia, ME=187,2 mMol/dia, MMG=190,08 mMol/dia, MEG= 169,1 mMol/dia), as concentrações de purina aborvidas (MM= 176,24 mMol/dia, ME= 195,96 mMol/dia, MMG=197,97 mMol/dia, MEG= 170,06 mMol/dia) e as concentrações de nitrogênio microbiano (MM= 110 mMol/dia, ME=123,33 mMol/dia, MMG= 124,59 mMol/dia, MEG=107,03 mMol/dia), não apresentaram diferença significativa (P>0,05). A substituição do milho moido por milho expandido ou por 5%MS de glicerina é possível, sem grandes alterações nas variáveis estudadas.
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Comportamento ingestivo de ovinos confinados alimentados com inclusões da semente de cupuaçu (Theobroma grandiflorum) em substituição ao grão de milho / Ingestive behavior of confined sheep fed with inclusions of cupuaçu seed (Theobroma grandiflorum) to r

Comportamento ingestivo de ovinos confinados alimentados com inclusões da semente de cupuaçu (Theobroma grandiflorum) em substituição ao grão de milho / Ingestive behavior of confined sheep fed with inclusions of cupuaçu seed (Theobroma grandiflorum) to replace corn grain

A avaliação do comportamento ingestivo na produção animal permite o desenvolvimento de técnicas de manejo e verificar os efeitos de arraçoamento e a qualidade da dieta ofertada, além da seletividade por alimentos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o comportamento ingestivo de ovinos confinados alimentados com diferentes níveis de sementes de cupuaçu em substituição do milho. Foram utilizados 20 ovinos machos deslanados, idade de 10±1 meses, sem raça definida, com peso inicial de 25,9±3,7 kg. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado. As observações do comportamento ingestivo dos ovinos foram realizadas de forma direta, com registro instantâneo em dois períodos de 48 horas consecutivas. Os dados foram submetidos a análise de regressões, ao nível de 5% de significância. O consumo de matéria seca e a eficiencia de alimentação da matéria seca reduziram linearmente, e o tempo de alimentação foi semelhante conforme ocorreu a substituição do grão de milho pela semente de cupuaçu. Para o consumo de fibra detergente neutro e o tempo de ruminação geraram equações quadráticas, com pontos de máxima de 47,9 e 53,5% de substituição. O tempo de ócio teve efeito quadrático, porém com ponto de mínima em 51,3%. A substituição do grão de milho pela semente de cupuaçu altera o comportamento ingestivo e sugere-se substituir o grão de milho pela semente de cupuaçu até o nível de 50% na alimentação de ovinos em sistema intensivo confinado.
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Níveis de suplemento à base de fubá de milho para novilhos Nelore terminados a pasto na seca: desempenho, características de carcaça e avaliação do pasto.

Níveis de suplemento à base de fubá de milho para novilhos Nelore terminados a pasto na seca: desempenho, características de carcaça e avaliação do pasto.

O desempenho de bovinos adultos em terminação em pastagens de capim-marandu durante o período seco aumenta linearmente com os níveis de suplementação. A conversão de suplemento em kg/kg de ganho de peso foi de 13,5:1, típica de suplementação energética. A suplementação de animais adultos em terminação apenas é viável em níveis superiores a 2,0 kg/animal.dia em situações de preços de comercialização favoráveis e insumos mais baratos. A forragem com pelo menos 10% de folhas verdes e disponibilidade total de MS superior a 2,5 t/ha é eficiente em promover desempenhos satisfatórios em animais na fase de terminação.
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Desempenho, parâmetros plasmáticos e características de carcaça de novilhos alimentados com farelo de girassol e diferentes fontes energéticas, em confinamento

Desempenho, parâmetros plasmáticos e características de carcaça de novilhos alimentados com farelo de girassol e diferentes fontes energéticas, em confinamento

RESUMO - Avaliaram-se consumo, desempenho, parâmetros plasmáticos e características de carcaça de 24 novilhos, 3/4 Simental 1/4 Nelore, com peso médio inicial de 370 kg. As dietas foram compostas por 55% de silagem de milho e diferentes fontes energéticas: milho (MI) e substituição parcial do milho pela casca de soja (CS) ou pelo farelo de gérmen de milho (FGM), tendo como fonte de proteína o farelo de girassol. O período de avaliação de consumo e ganho de peso foi de 49 dias. Foram realizadas amostragens de sangue para mensuração dos parâmetros plasmáticos: glicose, uréia, proteína total e albumina. As meia-carcaças direitas resfriadas foram utilizadas para medir a área de olho de lombo (AOL), a espessura de gordura (EG) e o comprimento de carcaça. As dietas não influenciaram os parâmetros plasmáticos. A média obtida para uréia plasmática foi elevada (26,1 mg/dL). As diferentes fontes energéticas não afetaram o ganho de peso e a conversão alimentar, com médias de 1,15 kg/dia e 9,17 kg de MS ingerida/kg de ganho. Não houve efeito sobre o rendimento de carcaça (52,8% peso final e 63,11% PCV), AOL (63,6 cm 2 ) e EG (4,7 mm). O grão de milho pode ser substituído parcialmente pela casca de soja e pelo farelo de gérmen de milho, em dietas para novilhos em confinamento, sem afetar o desempenho e as características de carcaça, permitindo que a escolha entre esses ingredientes seja realizada pela análise econômica.
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Avaliação da qualidade tecnológica de snacks obtidos por extrusão de grão integral de amaranto ou de farinha de amaranto desengordurada e suas misturas com fubá de milho.

Avaliação da qualidade tecnológica de snacks obtidos por extrusão de grão integral de amaranto ou de farinha de amaranto desengordurada e suas misturas com fubá de milho.

Observa-se, na Tabela 2, que o snack extrudado obtido com 100% de grão de amaranto se destacou dos demais por apresentar a menor expansão volumétrica (menor razão de expansão, maior densidade e menor volume específico) e, consequentemente, maior força de quebra e tensão de cisalhamento; isso indica que os lipídeos presentes no grão de amaranto (7,6%, Tabela 1) prejudicaram a expansão e a textura do produto. O excesso de lipídeos provoca um efeito lubrificante durante o processo de extrusão, reduzindo a dissipação da energia mecânica e prejudicando o rompimento dos grânulos de amido (ILO et al., 1999). Além disso,
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Resíduo de polpas de frutas desidratadas na alimentação de leitões em fase de creche.

Resíduo de polpas de frutas desidratadas na alimentação de leitões em fase de creche.

RESUMO - Avaliou-se química e biologicamente o resíduo de polpa de frutas desidratadas destinadas à indústria de alimentos enriquecidos. No estudo de digestibilidade, foram utilizados 12 leitões castrados, híbridos comerciais, com peso inicial de 12,2 ± 1,6 kg, distribuídos individualmente em gaiolas. Os tratamentos foram dieta basal e dieta-teste, com substituição de 30% da matéria seca na dieta basal. Os resultados da composição química foram: matéria seca, 89,54%; amido, 71,1%; glicose, 5,4%; frutose, 2,2%; proteína bruta, 5,33%; energia bruta, 3771 kcal/kg; matéria seca digestível, 96,01%; energia digestível, 3448 kcal/kg; energia metabolizável, 3389 kcal/kg. O estudo de metabolismo e a análise bromatológica indicaram o resíduo de polpas como alternativa a ser avaliada em dietas de leitões. No ensaio de desempenho, foram utilizados 90 leitões com peso inicial de 6,60 ± 0,76 kg, distribuídos em blocos casualizados, com seis repetições e três animais por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de níveis de inclusão do resíduo de polpa (0, 25, 50, 75 e 100%) em substituição ao milho da dieta-controle. As fases estudadas foram inicial-1(14 dias), inicial-2 (21 dias) e período total. Não houve diferenças entre os níveis de inclusão estudados sobre as variáveis de desempenho. Em dieta farelada, o resíduo de polpa de frutas desidratadas pode substituir totalmente o milho.
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SUBSTITUIÇÃO DE FONTE DE AMIDO POR FIBRA SOLÚVEL EM DETERGENTE NEUTRO NA DIETA DE VACAS.

SUBSTITUIÇÃO DE FONTE DE AMIDO POR FIBRA SOLÚVEL EM DETERGENTE NEUTRO NA DIETA DE VACAS.

Os tratamentos não influenciaram a concentração de AGV’s totais ou a relação acetato/propionato (Tabela 7). Em termos absolutos esta relação foi maior para a dieta com 100% de polpa cítrica (média de 1,39), seguida pelo tratamento com 50% de polpa cítrica e 50% de milho grão (média de 1,24) e milho grão triturado (média de 1,13). Apesar da rápida fermentação da polpa cítrica no rúmen e do seu potencial de proporcionar uma maior energia fermentável para aumentar a produção de proteína microbiana, alimentando açúcares em lugar de fontes de amido na dieta, ela não diminui o pH ruminal ou melhora a eficiência de utilização de nitrogênio, bem como a produção de proteínas do leite em vacas leiteiras (26 ) . Os resultados assemelham-se aos obtidos por Salvador et al. (12) , que não
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Fermentação da proteína de seis alimentos por microrganismos ruminais, incubados puros ou com monensina ou rumensin®.

Fermentação da proteína de seis alimentos por microrganismos ruminais, incubados puros ou com monensina ou rumensin®.

vel e proteína microbiana dos alimentos energéticos e protéicos, independentemente da presença ou não de antibióticos, encontram-se na Figura 1. Observou- se taxas de produção de amônia de 4,20; 3,72; 3,86; 2,64; 5,58 e 8,31%/h para o fubá de milho, farelo de soja, farelo de trigo, glúten de milho, sorgo e uréia, respectivamente. Verifica-se que os parâmetros ava- liados atingiram o platô entre 24 e 48 horas. Portanto, optou-se por fazer as análises estatísticas dos efeitos de tratamentos às 48 horas de incubação para os

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Extração das proteínas do fubá de milho e obtençãode hidrolisados protéicos com baixo teror de fenilalanina

Extração das proteínas do fubá de milho e obtençãode hidrolisados protéicos com baixo teror de fenilalanina

Visando o desenvolvimento de formulações dietéticas com baixo teor de fenilalanina (Phe), foram preparados dez hidrolisados enzimáticos à base de fubá de milho, obtidos pela ação da corolase PP. O carvão ativado (CA) foi empregado como meio adsorvente para remover a Phe, utilizando o processo de passagem em coluna e três procedimentos distintos foram testados. A eficiência da remoção foi avaliada por espectrofotometria derivada segunda, determinando-se o teor de Phe livre no fubá de milho, assim como nos hidrolisados após tratamento com CA. O carvão ativado mostrou-se eficaz na remoção de Phe, tendo o percentual de remoção variado de 68,63 a 97,55 %, e o teor final de Phe de 18,80 a 240,75 mg Phe/100g de hidrolisado. Para os diversos parâmetros estudados, observaram-se efeitos variados sobre a remoção de Phe, sendo que os melhores resultados foram encontrados para a concentração do extrato protéico de 1 g/100 mL; relação enzima: substrato de 2 %; relação proteína: carvão de 1:88,5; o emprego de um tipo de carvão ativado (tipo A) e na ausência de liofilização.
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Efeitos da substituição do grão de milho pelo de milheto (Pennisetum glaucum (L.) Br.) na digestibilidade dos nutrientes e no desempenho de bovinos confinados

Efeitos da substituição do grão de milho pelo de milheto (Pennisetum glaucum (L.) Br.) na digestibilidade dos nutrientes e no desempenho de bovinos confinados

Trabalhando com bodes castrados e dietas com 40,0% de concentrado, em que o milheto substituía 0; 50,0 e 100,0% do milho, TERRILL et al. (1998) observaram queda linear nos valores de energia metabolizável, que foram de 2,43; 2,28 e 2,03 Mcal/kg MS, respectivamente, correspondendo a 67,2; 63,0 e 56,1% de NDT. Para dietas com 100% de grãos esses valores foram de 3,26; 3,16 e 3,02 Mcal/kg MS, equivalentes a 90,1; 87,4 e 83,5% de NDT, respectivamente para dietas com 0; 50,0 e 100,0% de substituição do milho pelo milheto. Assim, os autores calcularam que o milheto apresenta 92,0% da energia do milho, enquanto HILL et al. (1996) estimaram esse valor variando de 85,0 a 90,0%. Nota-se, portanto, que os valores de NDT observados (Tabela 4) são inferiores aos citados na literatura e tal diferença é explicada pela menor proporção de concentrado (35,0%) nas dietas utilizadas no presente estudo.
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