Top PDF Subtribo Myrciinae O. Berg (Myrtaceae) na Restinga da Marambaia, RJ, Brasil.

Subtribo Myrciinae O. Berg (Myrtaceae) na Restinga da Marambaia, RJ, Brasil.

Subtribo Myrciinae O. Berg (Myrtaceae) na Restinga da Marambaia, RJ, Brasil.

RESUMO – (Subtribo Myrciinae O. Berg (Myrtaceae) na Restinga da Marambaia, RJ, Brasil). A família Myrtaceae é uma das famílias com maior riqueza de espécies nas Restingas. O principal objetivo deste trabalho foi o levantamento da subtribo Myrciinae (Myrtaceae) nas diferentes formações vegetais da Restinga da Marambaia, no Estado do Rio de Janeiro (43º32’ e 44º01’W; 23º01’ e 23º06’S). Foram registradas as ocorrências dos seguintes táxons: Calyptranthes brasiliensis Spreng., Gomidesia fenzliana O. Berg, G. martiana O. Berg, Marlierea tomentosa Cambess., Myrcia acuminatissima O. Berg, M. lundiana Kiaersk., M. multiflora (Lam.) DC., M. recurvata O. Berg e M. richardiana (O. Berg) Kiaersk. Dois novos sinônimos são propostos para esta última espécie: Aulomyrcia lúcida O.Berg e Myrcia grandiglandulosa Kiaersk. Apresenta-se uma chave de identificação para as espécies, bem como descrições, ilustrações, dados relativos às épocas de floração e frutificação e distribuição geográfica.
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Regeneração e riqueza da formação arbustiva de Palmae em uma cronoseqüência pós-fogo na Restinga da Marambaia, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Regeneração e riqueza da formação arbustiva de Palmae em uma cronoseqüência pós-fogo na Restinga da Marambaia, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

RESUMO – (Regeneração e riqueza da formação arbustiva de Palmae em uma cronoseqüência pós-fogo na Restinga da Marambaia, Rio de Janeiro, RJ, Brasil). A estrutura e a riqueza da formação arbustiva de Palmae foram analisadas em três sítios numa cronoseqüência de regeneração (3, 12 e 84 meses após a última queimada) na Restinga da Marambaia, registrando-se a presença de 29, 41 e 64 táxons, respectivamente. No sítio com maior tempo de regeneração, Allagoptera arenaria (Gomes) Kuntze representou 79% da dominância relativa (DoR), seguida das nanofanerófitas Inga maritima Benth. e Manilkara subsericea (Mart.) Dubard. Na área queimada há 12 meses, A. arenaria representou 88% da DoR, seguida de Inga maritima, Setaria setosa (Sw.) P. Beauv. e Paspalum arenarium Schrad. No sítio com três meses de regeneração, a DoR de A. arenaria foi de 82%, acompanhada de Clitoria sp., Inga maritima e Portulaca mucronata Link. Nos três sítios estudados, a forma de vida mais importante foi geófita rizomatosa, devido à dominância de A. arenaria. Caméfita herbácea escaposa foi a forma de vida que apresentou maior número de espécies nos sítios com três e 12 meses de regeneração e no sítio queimado há 84 meses, as nanofanerófitas acompanharam as caméfitas herbáceas escaposas em número de espécies. Das 29 espécies registradas no sítio com três meses de regeneração, só Portulaca mucronata e Sebastiania corniculata (Vahl) Müll. Arg. originaram-se a partir de sementes, sendo que as demais rebrotaram ou se regeneraram. Sete dias após a queimada A. arenaria apresentou, em média, 8cm de sua parte vegetativa regenerada e com 180 dias apresentou as primeiras inflorescências.
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Subtribos Eugeniinae O. Berg e Myrtinae O. Berg (Myrtaceae) na Restinga da Marambaia, RJ, Brasil.

Subtribos Eugeniinae O. Berg e Myrtinae O. Berg (Myrtaceae) na Restinga da Marambaia, RJ, Brasil.

Folhas elípticas obovadas ou suborbiculadas, ápice arredondado, obtuso ou curto-obtuso-acuminado; base arredondada, obtusa ou aguda, bordo revoluto, coriáceas, discolores, densamente pon[r]

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INVESTIGAÇÃO GEOFÍSICA DAS ESTRUTURAS INTERNAS DOS DEPÓSITOS SEDIMENTARES DO QUATERNÁRIO NA RESTINGA DE MARAMBAIA - RJ

INVESTIGAÇÃO GEOFÍSICA DAS ESTRUTURAS INTERNAS DOS DEPÓSITOS SEDIMENTARES DO QUATERNÁRIO NA RESTINGA DE MARAMBAIA - RJ

O método geofísico Ground Penetration Radar (GPR) é uma técnica de imageamento de subsuperfície muito efetiva em estudos estratigráficos de depósitos sedimentares do Quaternário. A vantagem em aplicar GPR em sedimentologia está na capacidade de imagear pequenas estruturas sedimentares e limites litológicos através das variações das propriedades elétricas. O trabalho descrito aqui foi realizado na Restinga de Marambaia, que encerra a Baía de Sepetiba, localizada ao sul do estado do Rio de Janeiro, sudeste do Brasil. A referida área de estudo é um registro geológico importante da evolução do Quaternário no Brasil, visto que é um marco do processo deposicional sedimentar transgressivo que ocorreu durante a última glaciação, quando o nível do mar estava 80m abaixo do nível atual. Esta foi a principal motivação para realizar um levantamento GPR sobre os depósitos da Restinga de Marambaia.
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ESTRUTURA DO ESTRATO LENHOSO DE UMA COMUNIDADE ARBUSTIVA FECHADA SOBRE CORDÃO ARENOSO NA RESTINGA DA MARAMBAIA - RJ

ESTRUTURA DO ESTRATO LENHOSO DE UMA COMUNIDADE ARBUSTIVA FECHADA SOBRE CORDÃO ARENOSO NA RESTINGA DA MARAMBAIA - RJ

Outra espécie com alta dominância nesse estudo foi Aspidosperma parvifolium, que, embora possua cobertura relativamente baixa em relação às outras dominantes, tem uma alta densidade relativa e possui uma ampla distribuição da população na comunidade estudada, revelada pela frequência relativamente alta. Essa espécie tem uma ampla distribuição pelas regiões tropicais, no Brasil apresenta grande variedade morfológica, destacando-se entre as espécies com maior variação morfológica da família (FARÁG, 1996). Contrastando com as dominantes acima citadas, Pavonia alnifolia é restrita ao litoral dos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, sendo comum nas formações de pós-praia e mata de restinga (ARAUJO et al., 1998), ao mesmo tempo em que é bem representada nesta comunidade arbustiva estudada na Marambaia. Este táxon esteve como na categoria de vulnerável na Lista de Espécies Ameaçadas de Extinção do IBAMA (Instrução Normativa Nº 37-N, de 3 de abril de 1992). Na baixada de Jacarepaguá, e em quase todo o litoral do estado do Rio de Janeiro, esta espécie encontra-se praticamente extinta, isolando-se em áreas bem preservadas como a Restinga da Marambaia, a Reserva Ecológica Estadual de Jacarepiá, município de Saquarema, e no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, município de Macaé (ARAUJO, 1992). Ressalte-se outro fato relevante: Pavonia alnifolia, ainda que com elevado valor de abundância, expressou uma baixa frequência neste estudo na Marambaia, o que pode ser explicado pelo fato de uma tendência natural do táxon em agrupar-se o que, por sua vez, pode também sugerir uma hipótese de crescimento clonal para esta população, fato este visualmente observado nesta população para a comunidade estudada.
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Fungos Micorrízicos Arbusculares em Dois Fragmentos Florestais de Restinga Periodicamente Inundável em Marambaia, RJ.

Fungos Micorrízicos Arbusculares em Dois Fragmentos Florestais de Restinga Periodicamente Inundável em Marambaia, RJ.

Tais formações vegetacionais, que se localizam em depressões mal drenadas e apresentam influência do lençol freático, tornam-se encharcadas durante os períodos de maior pluviosidade e comumente se desenvolvem sobre Organossolos, com depósitos turfáceos (Menezes & Araújo, 2005) que chegam a atingir uma espessura de mais de 20 cm (Paula et al., 2009). A distância entre FF 1 e FF 2 é de aproximadamente 100 m e tais áreas estão em um gradiente de saturação hídrica do solo por influência do lençol freático de origem marinha. Nos meses mais secos do ano, são observadas apenas algumas poças esparsas nos pontos mais baixos do relevo em FF 1, enquanto em FF 2 se conserva uma lâmina d’água de cerca de 4 cm de espessura em toda a sua extensão, no mesmo período, provavelmente devido à sua maior proximidade com o mar (Paula et al., 2009). Em ambas as áreas a altura média do dossel da comunidade arbórea é de 20 m de altura, embora ocorram espécies fundamentalmente dominantes e emergentes com alturas superiores a 25 m, que são Tapirira guianensis Aubl. e Calophyllum brasiliense Cambess. Tais fragmentos florestais, que possuem menor diversidade de espécies arbóreas quando comparado com outras formações florestais pertencentes ao bioma Mata Atlântica, apresentam com maior valor de importância praticamente as mesmas espécies: Calophyllum brasiliense (FF 1: 90,2%; FF 2: 58,5%), Tapirira guianensis (FF 1: 36,2%; FF 2: 40,9%), Tabebuia cassinoides (Lam.) DC. (FF 1: 21,1%; FF 2: 44,9%), Myrcia acuminatissima O. Berg (FF 1: 48,2%; FF 2: 28,2%), Myrcia multiflora (Lam.) DC. (FF 1: 28,5%) e Diospyros ebenaster Retz. (FF 2: 38,0%) (Paula et al., 2009). Os autores do trabalho anteriormente citado salientam que as condições de anaerobiose são responsáveis pelo acentuado acúmulo de serapilheira sobre a superfície do solo e a baixa diversidade de espécies vegetais.
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Lagartos da Marambaia, um remanescente insular de Restinga e Floresta Atlântica no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Lagartos da Marambaia, um remanescente insular de Restinga e Floresta Atlântica no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

This work presents the results of a survey of the lizard species that occur in Marambaia, RJ. Twelve species of lizards, distributed in seven families were registered. Teiidae is the richest family (3 spp.), followed by Gekkonidae (2), Scincidae (2), Tropiduridae (2), Gymnophthalmidae (1), Leiosauridae (1), and Polychrotidae (1). The lizard fauna of Marambaia is similar to that occurring in other localities in the southeastern coast of Brazil. Nevertheless, Marambaia harbors Cnemidophorus littoralis and Liolaemus lutzae, species restricted to restinga habitats in Rio de Janeiro State and considered under threat. The area also protects typical forest species, including the arboreal lizards Enyalius brasiliensis and Anolis cf. fuscoauratus. Forest and restinga are continuous in Marambaia and represent the richest habitats for lizards, comprising nine and eight species, respectively. The possibility of genetic variability loss due to the geographical isolation of the area, and the apparent difficulty of re-colonization in the case of local loss of diversity, added to environmental modifications caused by human activities, are worrying issues for the conservation of Marambaia herpetofauna.
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Litter Dynamics in a Forest Dune at Restinga da Marambaia, RJ, Brazil

Litter Dynamics in a Forest Dune at Restinga da Marambaia, RJ, Brazil

The production of litter is a function of primary productivity. Therefore, it depends fundamentally on the structure of the tree community (Clark et al., 2001). When comparing the non-flooding restinga forests to each other, the higher annual total litter deposits in the dune forest in Marambaia is due to the taller tree community, which ranges from 8 to 15 m. On the other hand, the tree community in Ilha do Cardoso is lower and ranges from 4 to 7 m (Moraes et al., 1999), whereas in Ilha do Mel the average height is 3 m, with the tallest trees reaching a maximum of 5 m (Pires et al., 2006). The contribution of leaves to total litterfall was higher, followed by twigs, whereas the others fractions together represented only 9% of the total litterfall, in both Year1 and Year2 (Table 1). This result corroborated the pattern commonly observed in the literature.
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Composição de espécies de Bromeliaceae e sua distribuição na restinga de Massambaba, Arraial do Cabo, RJ, Brasil

Composição de espécies de Bromeliaceae e sua distribuição na restinga de Massambaba, Arraial do Cabo, RJ, Brasil

ity of Saquarema, to the Atalaia hill in the municipality of Arraial do Cabo (Araújo, 2000), and the Massambaba restinga is located within this region. The species rich- ness (seven species) found at the study area is similar to local richness values reported for other brazilian restingas in other studies. The majority of those studies found a lo- cal bromeliad richness value between four and 14 species. The maximum local bromeliad richness value was found at the Ipitangas restinga, in Rio de Janeiro state, where 23 bromeliad species were found (Sá, 1992), whereas at the Praia da Princesa restinga, in Pará state, only one bromeliad species was found (Bastos et al., 1995). This variation in species richness and composition among dif- ferent restinga habitats could be due to the differences in
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Diet anD foraging of the enDemic lizarD Cnemidophorus littoralis (Squamata, teiiDae) in the reStinga De Jurubatiba, macaé, rJ

Diet anD foraging of the enDemic lizarD Cnemidophorus littoralis (Squamata, teiiDae) in the reStinga De Jurubatiba, macaé, rJ

We investigated the diet and foraging of the endemic teiid lizard Cnemidophorus littoralis in a restinga habitat in Jurubatiba, Macaé - RJ. The stomach contents were removed, analyzed and identified to the Order level. There was no relationship between C. littoralis morphological variables and number, length or volume of preys. Termites (48.7%) and larvae (35.5%) were the most important prey items which occurred in the examined lizards´ stomachs. The diet did not differ between males and females. Cnemidophorus littoralis is an active forager and predominantly consumes relatively sedentary prey or prey that is aggregated in the environment. We also found an intact and undigested hatchling of the crepuscular/nocturnal gekkonid lizard Hemidactylus mabouia in the stomach of an adult male of C. littoralis, which indicates that C. littoralis is a potential source of mortality for individuals of H. mabouia in the restinga de Jurubatiba. Keywords: Cnemidophorus littoralis, Teiidae, Squamata, diet, restinga.
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Larvas de insetos associadas a Clusia hilariana Schltdl. (Clusiaceae) na Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

Larvas de insetos associadas a Clusia hilariana Schltdl. (Clusiaceae) na Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

Tabela I. Composição e aspectos comportamentais das espécies de larvas associadas a C. hilariana, no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, obtidas em vistorias durante o período de janeiro de 2003 a dezembro de 2005. As colunas destacam o grau de agregação, uso ou não de abrigos e local de ocorrência da pupa. Área 1– Formação Arbustiva Aberta de Clusia; Área 2 – Formação de Ericaceae; SP – Sítio onde o inseto empupa; S- Solo; FO– Folhiço; SA– Solo dentro do abrigo; P– Planta; SI– Sem informação; ∑ - Somatório das duas áreas. (1) – Primeiro registro no Estado do Rio de Janeiro.
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VULNERABILIDADE AMBIENTAL EM UMA COMUNIDADE RURAL NO ENTORNO DO PARQUE NACIONAL DA RESTINGA DE JURUBATIBA (RJ, BRASIL)

VULNERABILIDADE AMBIENTAL EM UMA COMUNIDADE RURAL NO ENTORNO DO PARQUE NACIONAL DA RESTINGA DE JURUBATIBA (RJ, BRASIL)

Quanto aos aspectos físicos, o assentamento está di- vidido em duas unidades geomorfológicas. A primeira abrange praticamente 75% da área do assentamento e é composta por planícies costeiras fluviais de influência marinha, com sedimentos arenosos e argiloarenosos, com ocorrência de ambientes lacustres e brejosos. A segunda unidade geomorfológica são os feixes are- nosos de Jurubatiba, compostos por cordões arenosos, dunas e restingas litorâneas situadas ao sul do assen- tamento (INCRA, 2011). Devido às características geo- morfológicas, o solo nessa área é de baixa fertilidade e considerado praticamente inapto para a agricultura, exceto em alguns casos como a cocoicultura. Essa uni- dade é onde se localiza a maior parte da reserva legal do assentamento e ela confronta diretamente o PARNA Ju- rubatiba. O assentamento se encontra entre duas bacias hidrográficas: a da Lagoa de Carapebus e a da Rodagem. O relevo é suficiente para separar dois sistemas de dre- nagem, que seguem por bacias distintas e alimentam os ambientes costeiros de restinga (INCRA, 2011).
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Inventário estruturado de formigas (Hymenoptera, Formicidae) em floresta ombrófila de encosta na ilha da Marambaia, RJ.

Inventário estruturado de formigas (Hymenoptera, Formicidae) em floresta ombrófila de encosta na ilha da Marambaia, RJ.

1997). A coleta de formigas que nidificam em galhos acrescentou informações sobre a biologia das espécies. Esta técnica contribuiu também para um maior conhecimento da riqueza local, uma vez que apresentou espécies exclusivas e possibilitou a identificação das espécies que se utilizam deste sítio para nidificação. A densidade de galhos finos colonizados por formigas na ilha da Marambaia foi bem superior ao encontrado por C ARVALHO & V ASCONCELOS (2002) em floresta Amazônica

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OS DESAFIOS DA GESTÃO FINANCEIRA E PRESTAÇÃO DE CONTAS ESCOLAR: O CASO DA REGIONAL SERRANA II/SEEDUC – RJ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

OS DESAFIOS DA GESTÃO FINANCEIRA E PRESTAÇÃO DE CONTAS ESCOLAR: O CASO DA REGIONAL SERRANA II/SEEDUC – RJ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Atualmente, a AAE da unidade escolar recebe durante o ano letivo repasse da SEEDUC-RJ de dez parcelas destinadas à merenda, no valor de R$ 2.254,00,e dez no valor de R$ 5.376,00 cada uma, voltada para a manutenção. Além disso, recebe verbas extraordinárias, tais como cota extra de merenda e de manutenção, nos mesmos valores citados acima, só que sem número de repasses definidos e direcionados às unidades escolares para que possam começar o ano letivo com recursos emergenciais; um repasse de kit de material esportivo de R$ 5.400,00; e um de kit cultura de R$ 7.000,00. Já para o transporte escolar são realizados dez repasses durante o ano letivo, sendo que o valor não é fixo, pois varia de acordo com o número de dias letivos e com a quantidade de quilômetros rodados por dia. Quanto ao salão do livro, o valor deve ser depositado em dezembro.
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Contribuição à taxonomia de Marlierea (Myrciinae; Myrtaceae) no Brasil.

Contribuição à taxonomia de Marlierea (Myrciinae; Myrtaceae) no Brasil.

Marlierea Cambess. está representado por 62 espécies no Brasil, sendo 12 na Amazônia brasileira (Sobral et al. 2012), porém, Rosário (2012) atualizou este número para 14 espécies amazônicas. Apresenta distribuição exclusivamente Neotropical e está entre os menores, mais complexos e menos estudados gêneros de Myrtaceae (Rosário & Secco 2006). McVaugh (1968) relata que Marlierea reúne mais de 90 espécies, estando mais de 50% concentrados no sul do Brasil, 25% na região das Guianas e o restante nas Antilhas ou em outra parte da América do Sul tropical.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Grande parte da pesquisa buscou analisar atividades cotidianas dos gestores, bem como a sua importância para o alcance das metas estabelecidas pela SEEDUC/RJ, inclusive no que se admite quanto à adimplência das prestações de contas, de sua responsabilidade. Não ignorando o fato de a pesquisa ter sido feita com, aproximadamente, um quarto do universo de gestores, quadro composto, em sua maioria, por gestores adimplentes, os resultados apontam que as maiores dificuldades são situações que caberiam à própria SEEDUC solucionar, como, por exemplo, a carência no quadro de pessoal da escola. Essa é, na verdade, uma situação cuja gerência não cabe nem à Regional, tampouco ao diretor. Resta-lhe apenas pensar em estratégias para driblar tal realidade. Essa carência pode ser até um fator gerador de vários outros problemas que são apresentados ao gestor, dando sequência a diversas situações já sinalizadas como resultado da pesquisa neste trabalho, como, por exemplo, a dificuldade em cumprir os prazos estipulados pela Secretaria de Educação e a falta de disponibilidade para se dedicar à prestação de contas da unidade escolar.
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A ATUAÇÃO DOS AGENTES DE ACOMPANHAMENTO DA GESTÃO ESCOLAR (AAGE) NA REGIONAL NORTE FLUMINENSE (SEEDUC-RJ) – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A ATUAÇÃO DOS AGENTES DE ACOMPANHAMENTO DA GESTÃO ESCOLAR (AAGE) NA REGIONAL NORTE FLUMINENSE (SEEDUC-RJ) – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O programa foi criado em parceria entre o INDG e a SEEDUC-RJ, no final de 2010, ou seja, logo após a posse do secretário Wilson Risolia. Inicialmente, de acordo com os decretos mencionados, houve a reestruturação das antigas trinta Regionais Pedagógicas que atuavam na metrópole e também em alguns municípios situados no interior do Estado, transformando-se nas atuais Regionais Pedagógicas e Administrativas (em número de 14), mais a Diretoria Especial de Unidades Escolares Prisionais e Socioeducativas (DIESP). Além disso, foi definido um novo modelo de ocupação das funções estratégicas. Anteriormente, tais funções eram exercidas por pessoas nomeadas, sobretudo, por indicação política. Nesse novo modelo, passou-se a levar em consideração a capacidade do servidor da Secretaria, instaurando-se processos seletivos internos específicos, compostos por quatro fases, previstos em edital, para as funções de superintendente, diretor e coordenador de Regional, diretor escolar, AAGE, coordenador pedagógico e orientador educacional. Esse modelo, que é definido por ações meritocráticas, a partir do Decreto nº 42.793, tem como princípio criar condições para cada servidor buscar uma promoção dentro da instituição, levando em consideração sua competência e capacidade de trabalho.
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AGROECOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS NA AMÉRICA LATINA: O CASO DO BRASIL

AGROECOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS NA AMÉRICA LATINA: O CASO DO BRASIL

A experiência brasileira na constituição e organização do movimento agroecológico, apresenta algumas carac- terísticas que merecem ser sublinhadas. Em primeiro lu- gar, o fato de que esse movimento foi se instituindo e se consolidando no decorrer das últimas décadas a partir de variados formatos e ênfases, mas sempre tendo como fundamento uma crítica objetiva aos padrões socialmente excludentes e ambientalmente predatórios que caracte- rizam a agricultura e o desenvolvimento rural no Brasil. A partir dessa leitura crítica sobre a natureza e das relações subjacentes ao modelo hegemônico de desenvolvimento rural, o campo agroecológico brasileiro, reunido na ANA e na ABA-Agroecologia, assume a compreensão de que o enfrentamento desse modelo é, antes de tudo, um desafio no plano político (Petersen 2008). Sob essa perspectiva, a proposta agroecológica emergiu e tem feito seu caminho num campo de disputa na sociedade, no qual a produção familiar assume uma franca oposição aos privilégios de uma elite econômica predatória e parasitária. Essa disputa política não poderá se resolver sem a efetivação de uma estratégia de ocupação massiva dos territórios pelas expe- riências da Agroecologia como força material de produ- ção e fonte de inspiração de políticas (Gomes de Almeida 2009).
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Estrutura do estrato herbáceo na formação aberta de Clusia do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

Estrutura do estrato herbáceo na formação aberta de Clusia do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

A formação aberta de Clusia estende-se por cerca de 40% da área da Restinga de Carapebus (Henriques et al. 1986) que está incluída no PARNA da Restinga de Jurubatiba. Esta se caracteriza por apresentar ilhas de vegetação intercaladas por áreas de areia branca, onde elevadas temperaturas, salinidade e solos pobres restringem a colonização via sementes. Tem sido proposto que plantas pioneiras e/ou facilitadoras (e.g., Allagoptera arenaria, Aechmea nudicaulis e Clusia hilariana) favorecem a entrada de outras espécies nesta comunidade (Scarano 2002; Zaluar & Scarano 2000).
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O Desafio da Sustentabilidade na Construção Civil

O Desafio da Sustentabilidade na Construção Civil

Por não termos reagido a tempo, não apenas no Brasil, o setor en- contra-se na incômoda situação de ser apontado como o vilão da Na- tureza, sendo obrigado a defender-se de duras críticas de lideranças e instituições, que, muitas vezes, desconhecem a complexidade desse macrossetor da economia. Muitas soluções e conceitos apresentados como inquestionáveis e universais são, em muitas situações, inócuos ou, até mesmo, apresentam impactos ambientais e sociais negativos, po- dendo colocar em risco a própria qualidade de vida da sociedade. Talvez por ser percebida como uma atividade simples – afinal uma parte subs- tancial da construção de edifícios é feita sem assistência profissional, sem que grandes perdas de desempenho sejam evidentes – muitos se julgam competentes para opinar e apresentar soluções de sustentabili- dade para um tema que, como demonstraremos neste livro, é complexo.
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