Top PDF Sujeição e singularidade nos processos de subjetivação.

Sujeição e singularidade nos processos de subjetivação.

Sujeição e singularidade nos processos de subjetivação.

É a partir daí que o autor pretende retom ar nos dias atuais a conotação polí- tica das singularidades pré-individuais às quais Deleuze fazia m enção. A política da singularidade qualquer, de um ser cuja com unidade não é m ediada nem por u m a con dição de perten cim en to, n em pela au sên cia da m esm a, m as pelo per ten cim en to en qu an to tal, im plicaria n a relativa au sên cia de con teú dos reivindicativos precisos. Segundo ele, “ a novidade da política que vem, é que ela não será mais uma luta pela conquista ou controle do Estado, mas uma luta entre o Estado e o não- Estado ( a hum anidade) , disjunção irrem ediável das singularidades quaisquer e da organização estatal ” ( AGAMBEN, 1990, p.88, grifado no original) . Este tipo de política nada tem a ver com a sim ples reivindicação do social contra o Estado que se expressa atual- m ente em certos m ovim entos de contestação. As singularidades quaisquer não poderiam com por um a sociedade na m edida em que não dispõem de nenhum a identidade que possam fazer valer, nem de nenhum laço de pertencim ento que poderiam fazer reconhecer. Em últim a instância, com o m ostrava Deleuze, todo Estado pode reconhecer diversos tipos de reivindicação de identidade, e até m es- m o a de um a identidade estatal no interior dele próprio ( o que é confirm ado pelas relações entre terrorism o e Estado nos dias atuais) . “Mas que singularida- des constituam um a com unidade sem reivindicar um a identidade, que os ho- m ens co-pertençam sem um a condição de pertencim ento representável ( m esm o sob a form a de um sim ples pressuposto) constitui o que o Estado não pode tolerar em nenhum caso” ( AGAMBEN, 1990, p.89) . E isto porque o Estado não está verdadeiram ente fundado num laço social, do qual ele seria apenas a expres- são, m as sobre a ausência dos laços que ele interdita.
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Milonga e Processos de Subjetivação

Milonga e Processos de Subjetivação

Esse retraimento do homem moderno, em seu apagamento público, ilustrado no silêncio passivo, remonta o culto a si mesmo na busca pelo conhecimento de si. Há uma valorização desses momentos e estados de retração em detrimento da defesa de sua singularidade individual. Então, estar sozinho além de propiciar uma reserva de si no encobrimento das emoções e um profundo conhecimento de si, era uma fuga do apagamento de si, de suas individualidades, no plasma cinzento crescente dos centros urbanos. Evidentemente que ainda não é a experiência que se vivencia hoje, haja vista a atual variedade de opções de escolhas de auto- referenciação, as subjetividades prêt-à-porter (Rolnik in Cadernos de Subjetividade, vol. 4, p. 93), mas já se estava aprendendo a lidar com uma espécie de não participação da vida pública, na multidão, em contradição com o “eu” espetacular dos artistas performáticos. Assim, o aspecto fundante dos distanciamentos nas relações sociais se assenta na lógica do ressentimento, no medo, no temor da censura. Antes, entende-se que esse ressentimento ataca as intenções e não as
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Processos de subjetivação e identificação: ideologia e inconsciente

Processos de subjetivação e identificação: ideologia e inconsciente

Ora, se até mesmo aquilo que consideramos mais íntimo está atravessado pelo Outro, como seria possível considerar a singularidade? Em artigos anteriores (MARIANI, 2005, 2006) afirmamos que há um modo singular de inscrição da estrutura do processo do significante em cada sujeito. Afirmamos que a singularidade aponta para o heterogêneo, para o descontínuo, e dizemos que pensar a singularidade, portanto, é tocar na questão da produção de diferenças subjetivas que se marcam no campo do homogêneo e contínuo (BIRMAN, 1994, p. 152). Assim sendo, vale a pena retomar o que foi dito sobre a constituição da subjetividade, considerando essa contradição entre o homogêneo e o heterogêneo causada pela singularidade enquanto produção de diferenças. A singularidade pode remeter para o que se encontraria bastante fora da ordem cultural, indo ao encontro, nesse sentido, do que é excêntrico, do exibicionismo, da perversão. Mas não é dessa diferença que se trata aqui. O que mencionamos em Mariani (2006) foi a presença da singularidade que se materializa sempre e não apenas frente à pressão de homogeneidade. Tal singularidade, enquanto diferença, se é resultado de um modo próprio de constituição do sujeito pelo processo significante, resulta também daquilo que escapa à inscrição pela via do significante, ou seja, em termos freudianos, há um algo a mais inscrito no aparelho psíquico e não absorvido no simbólico: a força das pulsões. Como afirma Birman,
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VIVENTES, DISPOSITIVOS E OS PROCESSOS DE SUBJETIVAÇÃO SEGUNDO AGAMBEN

VIVENTES, DISPOSITIVOS E OS PROCESSOS DE SUBJETIVAÇÃO SEGUNDO AGAMBEN

O projeto geral, o dos anos anteriores e o deste ano, é tentar desamarrar ou livrar essa análise do poder dessa tríplice preliminar – do sujeito, da unidade e da lei – e ressaltar, em vez desse elemento fundamental da soberania, aquilo que eu denominaria as relações e os operadores de dominação. Em vez de fazer os poderes derivarem da soberania, se trataria muito mais de extrair, histórica e empiricamente, das relações de poder, os operadores de dominação. [...] Portanto, não perguntar aos sujeitos como, por quê, em nome de que direito eles podem aceitar deixar-se sujeitar, mas mostrar como são as relações de sujeição efetivas que fabricam sujeitos. Em segundo lugar, tratar-se-ia de ressaltar as relações de dominação e de deixá-las valer em sua multiplicidade, em sua diferença, em sua especificidade ou em sua reversibilidade: não procurar, por conseguinte, uma espécie de soberania fonte dos poderes; ao contrário, mostrar com os diferentes operadores de dominação se apóiam uns nos outros, remetem uns aos outros, em certo número de casos se fortalecem e convergem, noutros casos se negam ou tendem a anular-se. Eu não quero dizer, é claro, que não há, ou que não se pode atingir nem descrever os grandes aparelhos de poder. Mas eu creio que estes funcionam sempre sobre a base desses dispositivos de dominação. (FOCAULT, 1999, p. 51)
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Processos de subjetivação e identificação: ideologia e inconsciente.

Processos de subjetivação e identificação: ideologia e inconsciente.

Ora, se até mesmo aquilo que consideramos mais íntimo está atravessado pelo Outro, como seria possível considerar a singularidade? Em artigos anteriores (MARIANI, 2005, 2006) afirmamos que há um modo singular de inscrição da estrutura do processo do significante em cada sujeito. Afirmamos que a singularidade aponta para o heterogêneo, para o descontínuo, e dizemos que pensar a singularidade, portanto, é tocar na questão da produção de diferenças subjetivas que se marcam no campo do homogêneo e contínuo (BIRMAN, 1994, p. 152). Assim sendo, vale a pena retomar o que foi dito sobre a constituição da subjetividade, considerando essa contradição entre o homogêneo e o heterogêneo causada pela singularidade enquanto produção de diferenças. A singularidade pode remeter para o que se encontraria bastante fora da ordem cultural, indo ao encontro, nesse sentido, do que é excêntrico, do exibicionismo, da perversão. Mas não é dessa diferença que se trata aqui. O que mencionamos em Mariani (2006) foi a presença da singularidade que se materializa sempre e não apenas frente à pressão de homogeneidade. Tal singularidade, enquanto diferença, se é resultado de um modo próprio de constituição do sujeito pelo processo significante, resulta também daquilo que escapa à inscrição pela via do significante, ou seja, em termos freudianos, há um algo a mais inscrito no aparelho psíquico e não absorvido no simbólico: a força das pulsões. Como afirma Birman,
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A crise do capitalismo como crise de subjetividade.

A crise do capitalismo como crise de subjetividade.

Assim, a subjetividade não é desenvolvida exclusivamente pelas semiologias significantes na construção do sujeito individuado da sujeição social. Pelo contrário, para Guattari, existe uma subjetividade pré-individual, que precede todos os modos de subjetivação e vem sendo sistematicamente ignorada pela linguística e pela filosofia analítica. O entendimento do self, ou do sentido linguístico de si, é posterior a etapas de apreensão de si mesmo que não se dão pela experiência verbal, na qual não há diferenciação entre sujeito e objeto, e que se manifestam continuamente ao longo da vida do indivíduo, em paralelo aos processos de fala e cognição. Nessa perspectiva, a noção consciente de si mesmo, “tem a ver com a junção e a disjunção, a complementariedade e a lacuna entre as partes verbais e não verbais da subjetividade, entre semióticas simbólicas a-significantes e semiologias significantes...” (p. 93).
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Organização, Recursos Humanos e Planejamento AS EMPRESAS SÃO GRANDES COLEÇÕES DE PROCESSOS

Organização, Recursos Humanos e Planejamento AS EMPRESAS SÃO GRANDES COLEÇÕES DE PROCESSOS

A experiência tem mostrado que o aperfeiçoamento de processos errados pode levar ao paradoxo dos proces- sos: as empresas podem ter mau desempenho e até mesmo falir ao mesmo tempo que esforços de melho- ria de processos estão sendo feitos para melhorar dra- maticamente a eficiência por meio da economia de tem- po e dinheiro e melhorando a qualidade do produto e o serviço ao cliente. Muitas vezes, os resultados são dra- máticos em termos de processos individuais, mas os re- sultados globais são decepcionantes (Hall et al., 1993). O aperfeiçoamento de processos tem importância fundamental na vantagem competitiva sustentada da empresa (Keen, 1997). Podemos apontar pelo menos quatro razões para ver o aperfeiçoamento de processos de negócio como uma chave para a vantagem competi- tiva na economia de hoje:
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VIOLÊNCIAS E JUVENTUDES: PROCESSOS DE SUBJETIVAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR

VIOLÊNCIAS E JUVENTUDES: PROCESSOS DE SUBJETIVAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR

A elaboração de medidas protetivas ao enfrentamento da violência não deve se restringir a um determinado modelo de comportamento e conduta moral, mas englobar uma compreensão sobre os reflexos da nova cartografia social da juventude. Neste sentido, os casos de violência de jovens no ambiente escolar não apenas devem ser explicados pela deterioração do contexto social e da imagem da escola (e do saber) como lugar de promoção social, mas também decorrentes da alteração dos processos de formação da subjetividade, próprios à nova condição da juventude e ao seu desamparo, que leva os jovens a procederem a um processo de socialização e constituição de sua identidade so- cial no “enfrentamento” com outros jovens. Desta forma, poderemos fornecer subsídios para avançar a discussão sobre a violência e a produção subjetiva de laços violentos na juventude.
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Dispositivo materno e processos de subjetivação : desafios para a Psicologia

Dispositivo materno e processos de subjetivação : desafios para a Psicologia

das como cuidadoras “natas”. Como vimos, e este é o foco do presente artigo, esse dispositivo se construiu historicamente, sobretudo a partir do século XVIII, mo- mento esse no qual a capacidade de maternagem foi compreendida como desdobramento da capacidade de procriação. As mudanças culturais que se operaram não foram apenas externas, mas demandaram mudan- ças subjetivas. Foucault (1996) aponta ter havido a pas- sagem de um poder repressivo a um poder constituti- vo. Das retaliações da Igreja, por exemplo, no século XVIII às mães que abandonavam seus filhos ou deles não cuidavam com o devido esmero, algo novo se pro- duziu: a culpa materna. Houve uma colonização dos afe- tos, traduzindo sua vitória no sentimento de culpa das mulheres. Esse, tão constante na fala daquelas que são mães nos dias atuais, é o sintoma de que a interpelação de certas performances e subjetivação pelo dispositivo materno deram certo. Assim, as mulheres se culpam, quando mães, por cuidarem demais, por cuidarem de menos, por não cuidarem. Culpam-se também por não desejarem ser mães, quando descobrem uma gravidez; por se arrependerem de ter tido um filho (apesar de mui- tas vezes amá-lo, ambivalência); por não se disponibili- zarem a cuidar dos outros.
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Processos de subjetivação em afro-brasileiros: anotações para um estudo.

Processos de subjetivação em afro-brasileiros: anotações para um estudo.

RESUMO – O artigo traz reflexões a partir da apresentação de acontecimentos sócio-históricos do sistema escravista percorrendo dois ângulos: sociológico e psicológico. Em relação ao primeiro, por se tratar de uma visão de mundo do que é “ser humano”, deu-se ênfase à ideologia do branqueamento para compreender a influência de tal ideologia nos processos de construção das subjetividades de afro-brasileiros, e o segundo, ancorando-o no entendimento de que as relações sociais geram afetos que influem no desenvolvimento biopsicossocial dos envolvidos, afirma que as subjetividades não se fazem ao acaso, não são substâncias em si mesmas, ao contrário, são construídas por meio das várias práticas sociais. Por fim, intenta-se chamar a atenção dos profissionais da Psicologia para refletirem sobre a necessidade de revisão das formas de trabalho com as diversidades populacionais para contribuir no fomento aos estudos dessa temática bem como aos serviços que a área possa oferecer aos indivíduos desse grupo.
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Deficiência mental leve: processos de escolarização e de subjetivação

Deficiência mental leve: processos de escolarização e de subjetivação

deficiência mental basicamente no Ensino Fundamental. Mas há ainda uma série de processos que impedem que grande parcela desses alunos atinja a escolarização completa, ou no mínimo o Ensino Médio completo, compondo o que atualmente se denomina de Ensino Básico. O alto índice de reprovação, evidenciado pelos dados educacionais e que tem como conseqüência a defasagem série e idade, torna-se um componente fundamental na interpretação do baixo desempenho acadêmico, enquanto possível quadro de deficiência mental em crianças e adolescentes. Considerando as histórias de duas crianças que participaram intensamente do sistema público de ensino, analisadas neste trabalho, vemos que nossas colaboradoras são representantes desse imenso grupo de alunos com deficiência, presentes nas estatísticas governamentais. Nesta pesquisa, procuraremos transitar com essas ex-alunas pelos bastidores do sistema regular de ensino naquilo que é reservado aos deficientes, desvelando aspectos de um processo de aprofundamento do quadro de deficiência que não comparece nas estatísticas do Ministério da Educação, mas que revelam os caminhos tortuosos percorridos por aqueles que, mesmo apresentando uma deficiência considerada pelos especialistas como leve, procuram na escolarização um sentido para a vida, um direito de cidadania. A coragem é a marca desse trabalho, coragem para enfrentar situações de preconceito, sofrimento, desvalorização, incapacidade... São histórias de resistência, de sobrevivência, de abnegação.
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A subjetividade sugere uma presença individual que se relaciona com outros para alcançar o grau de sujeitos. É o que subjaz ao termo ‘multitude’: a possibilidade que temos de fa- zer-nos muitos e de nos ‘empoderarmos’ para poder nomear as coisas, ou seja, construí-las sem depender de um mundo transcendente de essências abstratas. A subjetividade, portan- to, reconhece que os indivíduos consistem em fluxos descen- trados de posições e situações em função das relações sob as quais vivem, e não em centros autônomos e descontextualiza- dos. A subjetividade não se dá, pois, no vazio. Sempre depen- derá da estrutura de relações na qual se situa se com a qual contribui para criar e transformar. A subjetividade é, por conseguinte, um processo de subjetivação, ou seja, um pro- cesso de mediação entre o que nomeamos e o que nos nomeia, em nossos termos, entre os aspectos causais e os metamórfi- cos e interativos dos processos culturais em que estamos inse- ridos. (grifo nosso).
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Documentário: um outro campo experimental no estudo dos processos de subjetivação.

Documentário: um outro campo experimental no estudo dos processos de subjetivação.

Os processos de subjetivação na produção fílmica Alguns textos teóricos, regularmente, trabalham o espectador como um dos pólos de uma relação ativa ou passiva com o filme, fixando-se ora na análise da produção fílmica ora no sujeito, para desenvolver seus estudos sobre como ocorre essa relação. Discutem o sujeito como receptor ou, então, como produtor ativo dos significados das mensagens, ou ainda, os modos de emissão das mensagens em seu poder de determinar, no sujeito, um certo significado. Outros textos entendem o processo de construção da imagem como coexistente à constituição do sujeito/espectador e que ambos mudam ao longo da história do cinema. A nossa perspectiva, neste trabalho, não será a de criticar uma ou outra forma de análise, mas sim a de fazer um mapeamento, no qual possa se dar visibilidade aos processos de subjetivação nelas em curso.
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HISTÓRICO DOS SISTEMAS DE FABRICAÇÃO

HISTÓRICO DOS SISTEMAS DE FABRICAÇÃO

Desde os primórdios da Primeira Revolução Industrial, também denominada revolução do carvão e do ferro, ocorrida em 1780, e posteriormente da Segunda Revolução Industrial, do aço e da eletricidade, iniciada em 1860, os processos de fa- bricação vêm evoluindo e obtendo níveis cada vez maiores de produtividade. Desde então, métodos, técnicas, mecanismos e materiais foram criados para operacionali- zação e melhorias dos sistemas produtivos.

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ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: PERSPECTIVAS E DESAFIOS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: PERSPECTIVAS E DESAFIOS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

No Brasil, a falta de uma fiscalização mais rigorosa é uma das razões que possibilitam que certas empresas utilizem os estágios como forma de dispor de uma mão-de-obra qualificada, [r]

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Uma Avaliação dos Impactos Macroeconômicos e Sociais de Programas de Transferência de Renda nos Municípios Brasileiros

Uma Avaliação dos Impactos Macroeconômicos e Sociais de Programas de Transferência de Renda nos Municípios Brasileiros

Nesse trabalho, procuramos avaliar os efeitos do Programa Bolsa Família (PBF) e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), os dois maiores programas brasileiros de transferên[r]

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INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NOS PARÂMETROS DE RESISTÊNCIA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NOS PARÂMETROS DE RESISTÊNCIA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

Observa-se que devido às diferenças que ocorrem nos diversos processos de beneficiamento dos minérios ou mesmo devido a variabilidade das frentes de lavra, os rejeitos gerados apresentam uma grande heterogeneidade. Aliado a estas características observa-se que o método de disposição representa também um importante fator no atípico comportamento geotécnico dos sistemas de disposição de rejeitos. Durante a deposição, diferentes regiões do depósito podem apresentar características granulométricas, mineralógicas e estruturais diferentes em função das variáveis que controlam os processos de descarga da lama. Assim, os projetos de disposição destes rejeitos normalmente estão associados a um baixo controle geotécnico e refletem as deficiências nas especificações técnicas que praticamente inexistem na fase de concepção e/ou durante a construção. Desta forma, estas estruturas geralmente apresentam riscos potenciais de ruptura.
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Buracos Negros na Formação Inicial de Professores de Matemática.

Buracos Negros na Formação Inicial de Professores de Matemática.

A ideia imediata do conceito de buraco negro potencializa nosso pensamento sobre os processos de subjetivação 2 vivenciados por jovens em formação inicial 3 do Curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal de Pelotas. É nesse ambiente de estudo e de pesquisa que esta investigação cartográfica 4 foi desenvolvida. A turma era formada por onze alunos que realizavam seus estágios docentes, sendo três rapazes e oito moças, com idade média de vinte anos. Apenas uma estagiária possuía formação em Magistério, o que lhe possibilitava atuar em sala de aula nos Anos Iniciais de uma escola da rede pública municipal, ao mesmo tempo em que realizava sua formação universitária. Mesmo assim, a referida aluna compôs o grupo de sujeitos (estagiários), visto que sua atuação docente também foi tida como inicial pelo pouco tempo de trabalho que ela exercera até o presente momento.
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REDES DE PEQUENAS EMPRESAS - AS VANTAGENS COMPETITIVAS NA CADEIA DE VALOR

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS - AS VANTAGENS COMPETITIVAS NA CADEIA DE VALOR

A produção compartilhada é algo que as próprias empresas podem decidir entre si. A situação mais comum é a de pontos de estrangulamento de uma empresa que correspondam a ociosidade em outras, ou a partilha de recursos que seriam subutilizados se fossem ocupados por apenas uma das empresas. Mas o compartilhamento vai além, através do uso conjunto de Know-how e divisão de riscos no desenvolvimento de novos processos. -Funções de Gestão

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