Top PDF Tabaco e álcool em estudantes: mudanças decorrentes do ingresso no ensino superior

Tabaco e álcool em estudantes: mudanças decorrentes do ingresso no ensino superior

Tabaco e álcool em estudantes: mudanças decorrentes do ingresso no ensino superior

A amplitude e a gravidade dos problemas ligados ao álcool, em Portugal, em termos de saúde pública, impuseram a tomada de medidas, quer de educação e promoção da saúde, quer de natureza legislativa e fiscalizadora. Em 2000 foi criado o Plano de Ação Contra o Alcoolismo (Ministério da Saúde, 2000) que integra um conjunto de medidas adequadas e exequíveis, articuladas ou harmonizadas com o Plano de Ação Europeu sobre o Álcool. Contudo, a dimensão mundial do problema do álcool mantém-se e expressa-se no facto da comunidade internacional, em particular a União Europeia, ter chamado a si a abordagem e a necessidade de reunir esforços no sentido de minorar a dimensão deste problema e resolver os seus aspetos transversais que condicionam o indivíduo e a sociedade onde se insere. Concretamente, a Comissão Europeia identificou as áreas mais preocupantes relacionadas com este consumo e estabeleceu em 2006 uma estratégia comunitária para apoiar os Estados- Membros na minimização dos efeitos nocivos do álcool. A nível nacional procurou articular- se o já referido Plano de Ação Contra o Alcoolismo com o presente Plano Nacional de Redução dos Problemas Ligados ao Álcool que pretende, antes de mais, operacionalizar a maioria das intenções explicitadas no Plano anterior, tendo como objetivo primordial reduzir (passar para oito litros o consumo anual per capita) o consumo nocivo de álcool entre a população e diminuir os seus efeitos perniciosos em termos sociais e de saúde. Pretende, ainda, proporcionar um enquadramento que permita adotar uma estratégia equilibrada através de diversas ações específicas, que vão ao encontro do preconizado pela Comissão Europeia (Ministério da Saúde, 2009). O Plano fixa 25 objetivos e propõe alteração da idade legal para a compra e venda de bebidas alcoólicas em locais públicos, dos 16 para os 18 anos, como de resto já acontece na maioria dos países europeus. Prevê, também, a promoção da fiscalização sistemática nos locais de consumo e de venda.
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AÇÕES AFIRMATIVAS PARA INGRESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

AÇÕES AFIRMATIVAS PARA INGRESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

Observe-se, entretanto, que esta seletividade de alíquotas difere do sistema adotado por outros tributos, como o IPI e o ICMS. Isto porque, enquanto nesses tributos a seletividade se opera majorando a carga de determinados produtos considerados não essenciais (como artigos de luxo, tabaco e álcool), em contrapartida a uma carga tributária menor com relação aos bens indispensáveis (como alimentos e vestuário), no IPVA esta seletividade se dá, especialmente, em razão da utilização do veículo.

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A dependência de tabaco em estudantes de enfermagem

A dependência de tabaco em estudantes de enfermagem

Considerado o tabagismo uma calamitosa epidemia para a saúde do ser humano e per- cebendo as suas particularidades no indivíduo de acordo com a sua personalidade, refletimos agora sobre a sua presença nas populações mais jovens, nomeadamente em estudantes do ensi- no superior. A indústria tabaqueira tem recorri- do nos últimos tempos a técnicas de marketing e de publicidade cada vez mais subtis e enge- nhosas para aumentar as suas vendas e margens de lucro, direcionando‐as para os grupos‐alvo mais vulneráveis, como é o caso dos jovens, principalmente do sexo feminino, que têm sido os principais destinatários de campanhas dissi- muladas, como a criação dos cigarros light, dos cigarros com forma de batom, com a adição de aromas à base de frutos ou de mentol, entre ou- tras. Por outro lado, o jovem adulto, a frequen- tar o ensino superior, vivencia sérias mudanças que circundam várias faces da sua existência, nomeadamente, a escolha de uma carreira pro- fissional, um processo de socialização muito diferenciado (que pode incluir o afastamento da família, uma forte sensação de liberdade e de autonomia), o começo da construção de um futuro de acordo com as perspetivas planeadas, e ainda outros fatores, como o facto de já não ser visto pela sociedade como um adolescente mas sim como um adulto, com responsabilida- des financeiras e sociais. O consumo de tabaco e de álcool nestes estudantes pode ocorrer num
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Avaliação Epidemiológica de Pacientes com Câncer no Trato Aerodigestivo Superior: Relevância dos Fatores de Risco Álcool e Tabaco

Avaliação Epidemiológica de Pacientes com Câncer no Trato Aerodigestivo Superior: Relevância dos Fatores de Risco Álcool e Tabaco

trata-se de um estudo exploratório, descritivo e de abordagem quantitativa, utilizando dados institucionais por meio da análise do banco de dados do registro Hospitalar de câncer do Hospital universitário cassiano antônio Moraes (rHc-HucaM). sendo assim, é importante salientar que se trata de uma pesquisa com dados secundários. Para isso, analisaram-se as informações colhidas pelo rHc-HucaM, a partir das “Fichas de registro de tumor” dos pacientes atendidos no serviço de cirurgia de cabeça e Pescoço do HucaM, com diagnóstico confirmado por histopatologia para neoplasia maligna do trato aerodigestivo superior, qualificadas pela classificação internacional de doenças para oncologia (cid-o) apud inca 6 de c00.0 a c14.8 e de c31.0 a
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5. INCIDÊNCIA DO CONSUMO DE ÁLCOOL E TABACO EM ESCOLAS PÚBLICAS DO ENSINO MÉDIO DE ARAGUAÍNA.

5. INCIDÊNCIA DO CONSUMO DE ÁLCOOL E TABACO EM ESCOLAS PÚBLICAS DO ENSINO MÉDIO DE ARAGUAÍNA.

Porém, sua concepção contrapõe o que no total resume-se aos inúmeros problemas de saúde que comprometem a vida de qualquer pessoa, sendo entre eles as doenças provenientes do álcool em excesso que causam diversas conseqüências ao organismo como: cirrose hepática, hepatite, fibrose, anemia, aumento de pressão sangüínea, lesões no pâncreas e estômago, entre outras. O cigarro por sua vez é um dos principais problemas no mundo, pois causa diversos tipos de doenças como: câncer de pulmão, câncer de boca, câncer de laringe, câncer no estomago, leucemia, infarto no miocárdio, impotência sexual, entre outros.
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O consumo de tabaco em estudantes de enfermagem

O consumo de tabaco em estudantes de enfermagem

A elaboração do instrumento de colheita de dados foi a primeira etapa de todo este processo. O documento final está organizado em várias partes distintas, corres- pondendo a primeira à apresentação do protocolo, onde é referido o objetivo desta recolha e são dadas as orientações básicas de preenchimento do mesmo. Após leitura atenta destas indicações, o respondente é convidado a descrever os seus dados soci- odemográficos e académicos e, por fim, a preencher as escalas de avaliação das vari- áveis em estudo. Os questionários foram divulgados online, após parecer positivo da Comissão de Ética da Escola Superior de Saúde de Viseu (ESSV) (parecer nº 1/2004, em anexo 2), entre fevereiro e junho de 2014 e tinham um tempo previsto de 25 minu- tos para o seu preenchimento. A colheita de dados para o estudo decorreu na ESSV e em outras escolas superiores de enfermagem/saúde que aceitaram participar. Os par- ticipantes no estudo foram informados de que os dados obtidos ficariam em arquivo, em formato impresso e digital (CD), na biblioteca, da ESSV. Foi assegurado o anoni- mato e a confidencialidade dos dados, respeitada a autonomia a voluntariedade e a liberdade na participação no estudo.
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Álcool, tabaco e outras drogas na atenção básica

Álcool, tabaco e outras drogas na atenção básica

mostra benéfico, na medida em que o indivíduo passa a não mais ficar exposto a todas as outras substâncias nocivas presentes no cigarro ou no tabaco e preserva suas vias aéreas de agressão. Ao mesmo tempo, essa forma de administração da nicotina permi- te um melhor manejo do paciente para a retirada gradativa da substância, facilitando a abstinência do cigarro (DIEHL; COR- DEIRO; LARANJEIRA, 2010). É recomendada para maiores de 18 anos que fumem mais de 10 cigarros/dia, devendo passar por avaliação prévia; além disso, o paciente deve parar de fumar as- sim que iniciar a TRN, para não ter uma sobrecarga de nicotina. As formas de apresentação da terapia englobam desde adesivos transdérmicos, com duração de efeito de até 24 horas, a gomas de mascar e pastilhas, de efeito mais curto, ambos possuindo apresentações com doses variadas de nicotina, devendo ser usa- dos de acordo com um planejamento adequado, ajustada a dose de acordo com o nível de consumo de cigarro do paciente. Em geral, inicia-se com a dosagem de 14 a 21 mg/dia, podendo ser aumentada a critério médico e, a cada intervalo de 4 a 6 semanas, ser reduzida, de forma gradual, até a retirada completa da nico- tina, sendo recomendado um tempo médio de 6 a 14 semanas de tratamento. No caso das gomas e pastilhas, para aqueles que usam 25 ou mais cigarros por dia, devem ser utilizadas unidades de 4mg, e para os que fumam menos do que isso, unidades de 2mg. Seu uso deve ser feito a cada intervalo de 1 a 2 horas, fa- zendo a redução progressiva do consumo, semelhantemente aos adesivos. Existem ainda outras formulações para TRN, como o spray nasal e os inalantes em aerosol, mas não são práticas co- muns (REICHERT et al., 2008; SOCIEDADE BRASILEIRA DE PNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA et al., 2011).
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As mudanças no ensino superior e a oportunidade do e-Learning.

As mudanças no ensino superior e a oportunidade do e-Learning.

A Universidade como instituição também tem necessidade de mudar não só por causa da grande concorrência entre os cursos mas também pelo imperativo de se auto- financiar (Diário da República, 2007). A flexibilidade de tempo e espaço pode ser um factor de grande peso na escolha de um curso ou de uma instituição. O ensino a distância ou, pelo menos, o modelo de versão mista, b-learning, de ensino presencial com ensino não presencial torna-se então num factor de necessidade. Segundo Marçal Grilo (Grilo, 2002), “As Universidades vão ser, no futuro próximo, confrontadas com uma pressão crescente, no
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Atividade Física, Álcool e Tabaco entre Idosos

Atividade Física, Álcool e Tabaco entre Idosos

O presente estudo evidenciou que, entre os pesquisados, houve predomínio de idosos do sexo feminino, porém, quando associado o gênero aos hábitos de vida estudados, os homens se mostravam em maior quantidade para prática de atividade física, consumo de álcool e tabaco. Isso pode ser explicado devido ao processo de feminização da pessoa idosa, na qual os homens dispõem mais de hábitos considerados não saudáveis (tabagismo e etilismo) do que as mulheres. Dessa maneira, eles ficam mais suscetíveis a doenças e morrem mais cedo 16 .
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Prevalência do consumo de álcool, tabaco e entorpecentes por estudantes de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais.

Prevalência do consumo de álcool, tabaco e entorpecentes por estudantes de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais.

A maioria dos estudantes - 297 (89,7%) - praticava esportes eventualmente, sendo que 217 (65,3%) foram considerados sedentários e apenas 115 (34,7%) praticavam atividades esportivas três ou mais vezes por semana. Embora não tenha sido encontrada relação estatisticamente válida entre prática de esportes e consumo de entorpecentes, foi constatado que os estudantes sedentários consumiam mais bebidas alcoólicas (OR=1,8; p=0,06).

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Os desafios enfrentados pela mulher contemporânea no ingresso ao ensino superior

Os desafios enfrentados pela mulher contemporânea no ingresso ao ensino superior

O fim do século 19 e começo do século 20 são marcados por grandes acontecimentos. Esses acontecimentos geraram grandes mudanças no cenário socioeconômico do mundo. Graças a essas mudanças, as mulheres começaram a combater a desigualdade em que viviam e lutaram para maior igualdade, inclusive, de educação (ALMEIDA, 1998). Nessa época, elas foram atrás de igualdade para exercer alguma profissão que não fosse no ambiente familiar e com os cuidados com a casa e família. Com as reivindicações e a comprovação de que as mulheres não tinham capacidade apenas no ambiente doméstico, essas tiveram maiores oportunidades para estudar. Isso provou que os movimentos femininos eram essenciais e sem eles a escolarização de meninas não seria possível (ALMEIDA, 1998). A partir do movimento feminino, as mulheres tiveram um incentivo de estudar o que não era da cultura social da época, que correspondia a estudar para ser uma boa mãe e do lar. Elas começaram a reconhecer que assim como os homens, as mulheres poderiam exercer qualquer profissão.
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Estratégias de ensino e motivação de estudantes no ensino superior

Estratégias de ensino e motivação de estudantes no ensino superior

RESUMO: As macro-questões da prática pedagógica e principais estratégias utilizadas nos cursos universitários são apresentadas, ressaltando-se a visão eclética como estratégia de ensino motivadora no âmbito universitário. Os paradigmas, relacionados a modelos tradicionais, e aos “modismos”, bem como a relação entre motivação e novas estratégias pedagógicas potencialmente utilizadas no processo ensino-aprendizagem são discutidos sobre a ótica do ensino superior. Ferramentas tradicionais como aula expositiva clássica ou dialógica, aprendizagem baseada em problemas, uso de ferramentas pedagógicas como seminário, projeto, mapa conceituais e leitura de artigos científicos são abordados sucintamente nesta revisão.
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Fatores que influenciam o ingresso dos jovens no ensino superior: Um estudo de caso

Fatores que influenciam o ingresso dos jovens no ensino superior: Um estudo de caso

Como descrito anteriormente, o presente estudo utiliza a metodologia do Estudo de Caso. Segundo Yin (2001), o estudo de caso é uma investigação empírica de fenômenos contemporâneos dentro de seu contexto da vida real. A partir desta definição, evidencia-se que o método de estudo de caso é apropriado para analisar situações contextuais de fenômenos da contemporaneidade. Como o objetivo do presente artigo é analisar uma possível influencia de aspectos familiares socioeconômicos na pretensão de alunos das duas escolas do ensino médio do Distrito Federal ingressarem no ensino superior, a estratégia do estudo de caso se apresenta adequada.
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Análises de exames de ingresso no ensino superior: tendências nos conteúdos de botânica

Análises de exames de ingresso no ensino superior: tendências nos conteúdos de botânica

Este trabalho intenciona verificar, por meio de análises das provas de vestibulares das principais Universidades Federais do Sul do Brasil e do ENEM/MEC, juntamente com uma pesquisa das áreas de saber exigidas pelos PCNs, se existem tendências nos conteúdos de Botânica que foram exigidos nos vestibulares dos últimos anos e se essas tendências podem ter algum impacto sobre a formação dos cidadãos. Os dados sobre as questões foram tabulados em planilhas e classificados nas áreas de Anatomia, Fisiologia, Sistemática, Ecologia, Genética ou Multidisciplinar e nos grupos tradicionalmente tratados pela Botânica: algas, fungos, briófitas, criptógamas vasculares, gimnospermas ou angiospermas. Percebeu-se que entre as áreas, Anatomia Vegetal é a mais tratada nas questões de vestibular e o grupo mais abordado é o das angiospermas. Observou-se que existe um grande desequilíbrio tanto entre áreas quanto entre grupos abordados. Considerando que muitas instituições do ensino médio tem um direcionamento de formação para os concursos vestibulares, pressupõe-se que esse desequilíbrio nos conteúdos pode acarretar em uma deformação nas competências teóricas do cidadão, o que pode refletir diretamente sobre sua percepção do ambiente, biodiversidade e conservação dos ecossistemas.
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Auto-estima, auto-eficácia percebida, consumo de tabaco e álcool entre estudantes do ensino fundamental, das áreas urbana e rural, de Monterrey, Nuevo León, México.

Auto-estima, auto-eficácia percebida, consumo de tabaco e álcool entre estudantes do ensino fundamental, das áreas urbana e rural, de Monterrey, Nuevo León, México.

O pr opósit o dest e est udo foi v er ificar difer enças no consum o de t abaco e álcool ent r e adolescent es das áreas urbana e rural, e se a aut o- est im a e aut o- eficácia se relacionam com o consum o nest es dois grupos de adolescent es do ensino fundam ent al nas áreas urbana e rural de Nuevo León México, ent re j aneiro e j unho de 2006. Est e est udo, descrit ivo e correlacional, se baseou nos conceit os t eóricos de aut o- est im a, aut o- eficácia per cebida e consum o de álcool e t abaco. A m ost r a foi de 359 est udant es. Encont r ou- se difer ença significat iv a de consum o de t abaco ent r e est udant es do ensino fundam ent al, ár eas ur bana e r ur al, ( U= 7513. 50, p= . 03) sendo m ais alt a a m édia de consum o em ár ea ur bana ( X ¯ = . 35) que na r ur al ( X ¯ = . 14) . Encont r ou- se r elação, n egat iv a e sign if icat iv a, en t r e qu an t idade de bebidas con su m idas n u m dia t ípico e a au t o- est im a ( r s = - . 2 3 , p< .001) , assim com o da quant idade de cigar r os consum idos num dia t ípico ( r s = - .20, p< .001) .
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PERSPECTIVAS E MUDANÇAS NAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

PERSPECTIVAS E MUDANÇAS NAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

Fica muito claro que devemos desenvolver em nossa equipe as competências técnicas bem como as competências comportamentais. A primeira trata da melhor maneira para fazer os trabalhos enquanto que a segunda se preocupa em eliminar os vícios comportamentais. Teremos ainda a missão de trabalharmos a questão cultural existentes nas organizações jamais perdendo de vista o planejamento estratégico da IES. Temos que partir do que é possível se ver. Ter esperança para modificar a sociedade de forma consciente. Exemplo concreto que estamos vivenciando no Brasil são as manifestações nas ruas. Movimentos estes que estão trazendo alguma consciência (pensar sobre a realidade) para as pessoas e ai sim serão possíveis gerar alguma mudança. E aqui farei uso do que disse Mészáros (2008), isso não é apenas uma possibilidade, mas uma necessidade urgente que envolve mesmo a sobrevivência da humanidade. No combate à ordem destrutiva do capital, tendo a educação um papel absolutamente crucial. Cabendo a cada um de nós futuros administradores universitários a contribuição para estas mudanças. Fazendo uso da epígrafe de José Martí, “as soluções não podem ser apenas formais; elas devem ser essenciais.”
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Perimetria azul-amarelo em usuários de tabaco-álcool.

Perimetria azul-amarelo em usuários de tabaco-álcool.

Através do gráfico da profundidade do defeito avaliado em decibéis, verificou-se que a maioria dos usuários de tabaco- álcool (64,3%) apresentava maior número de pontos alterados. Nenhum exame apresentou pontos dentro do expectável. Já no grupo controle todos os exames apresentaram-se com menos de dez pontos alterados, com 8 olhos apresentando de 1 a 3 pontos alterados e o restante sem nenhum ponto alterado (Tabela 1).

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Consumo de tabaco e de álcool nos adolescentes do concelho de Mogadouro

Consumo de tabaco e de álcool nos adolescentes do concelho de Mogadouro

Quanto à influência do ano de escolaridade e o hábito de consumir álcool, verificou-se a existência de uma relação significativa (p<0,001***), aumentando a percentagem de consumidores à medida que avança a escolaridade dos adolescentes. É no grupo dos mais novos que se encontra uma menor percentagem de consumidores, dado que corrobora os estudos de outros autores (Hibell et al., 2012; Feijão, 2010; Ferreira e Torgal, 2010; Hibell et al., 2009; Matos e a Equipa do Projecto Aventura Social e Saúde, 2010; Melchior et al., 2008; Rodrigues et al., 2007), e no grupo dos que frequentam o 9º e 12º anos de escolaridade a maior proporção de consumidores de bebidas alcoólicas. Este resultado assemelha-se ao obtido por Ferreira (2008), que concluiu que era no 12º ano que se encontrava maior percentagem de consumidores de álcool. Concluiu-se também, que há uma influência significativa do tipo e nível de ensino (p<0,001), estando a maior prevalência de consumo de álcool nos adolescentes que frequentam o CEF (94,9%), o CPROF (84,6%) e o Ensino Secundário (68,9%). Pensamos que estes resultados possam estar relacionados com o facto de nos Cursos em Alternância se encontrarem estudantes com maior historial de reprovações, maior idade comparativamente ao ano escolar, mais problemas de comportamento e objetivos de vida que não passam por continuar um percurso escolar (Negreiros e Chitas, 2011). Face a estes resultados pensamos ser pertinente um maior investimento que vise mudanças no comportamento dos adolescentes que frequentam este tipo de ensino.
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Ambiente familiar e consumo de álcool e tabaco entre adolescentes

Ambiente familiar e consumo de álcool e tabaco entre adolescentes

Métodos: Trata-se de estudo descritivo, elaborado a partir da análise e aprofundamento da categoria referente ao uso de drogas lícitas e a inluência familiar, presente em um questio- nário semiestruturado, contendo ao todo 25 questões sobre o uso álcool e tabaco, realizado junto a 1.533 adolescentes de ambos os sexos, tendo por critérios de inclusão: adolescentes entre dez e 20 anos de idade, matriculados e frequentando regularmente a sexta, a sétima ou a oitava séries do ensino fundamental e o primeiro, o segundo ou o terceiro anos do ensino médio das escolas estaduais situadas nas regiões de Santo Eduardo e Santa Emília, no município de Embu, no período matutino, e que aceitaram participar das oicinas de prevenção e promoção da saúde realizadas pelo Projeto Corporalidade e Promoção da Saúde. A análise estatística foi aplicada por meio do teste do qui-quadrado, ao nível de signiicância p<0,05, tendo como medida de risco a aplicação do Odds Ratio, com intervalo de coniança de 95%.
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Fatores preditivos do uso de álcool e tabaco em adolescentes.

Fatores preditivos do uso de álcool e tabaco em adolescentes.

Para este estudo, os fatores pessoais abrangeram as características que tornam únicas ou distinguem as pessoas. Esses fatores se classiicam como biológicos, socioculturais e psicológicos. Alguns fatores pessoais não podem ser modiicados. Nesse sentido, foi considerado como fator pessoal psicológico a autoestima, e considerados como fatores biológicos a idade e o gênero. Por outro lado, os pensamentos relacionados à conduta do não consumo de álcool e tabaco foram a assertividade, autoeicácia e resiliência. Essas variáveis são objetivos passíveis de modiicação, por seu alto grau de inluência motivacional na conduta, em intervenções de saúde (7) .
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