Top PDF Tamanho de parcela amostral para inventários florestais .

Tamanho e formas de parcelas para inventários florestais de espécies arbóreas na Amazônia Central.

Tamanho e formas de parcelas para inventários florestais de espécies arbóreas na Amazônia Central.

Uma das principais ferramentas para quantificar e qualificar o potencial de uma floresta é o inventário florestal. Durante a sua fase de planejamento, é necessário definir a intensidade de amostragem e o tamanho e forma de unidades de amostra para minimizar os custos de coleta de dados, aumentando a precisão do inventário florestal. Este estudo teve como objetivo testar diferentes tamanhos e formas de unidades de amostra para diferentes categorias de diâmetros a altura do peito (DAP). O estudo foi realizado na região de Manaus, incluindo INPA e áreas como a estação experimental da Embrapa em torno da BR-174, no estado do Amazonas, Brasil. Cinco categorias de DAP foram consideradas, como a seguir: 5 centímetros, 10 cm, 20 cm, 25 cm e 45 cm. Para todas as categorias de DAP, vinte e três diferentes tamanhos e duas formas foram testados, de 100 m² a 10.000 m². O número de amostras foi definido como n = 30 para todas as simulações de tamanho, para se confirmar a utilização dos pressupostos do teorema do limite central. A área basal foi utilizada para estimar a incerteza em relação ao verdadeiro valor da média para a comparação entre os diferentes tamanhos para cada categoria de DAP. Quase todos os tamanhos de parcela, em todas as categorias de DAP, obtiveram incertezas inferiores a 10%. Os que obtiveram melhores resultados foram os de 1000 m², 800 m², 1200 m², 2000 m² e 10.000 m² respectivamente, para os DAP mínimos de 5, 10, 20, 25 e 45 centímetros. A maioria dos inventários florestais exploratórios no estado do Amazonas tem sido feita para árvores com DAP maior que 10 centímetros, e os tamanhos variando de 1000 a 2000 m². Os resultados deste trabalho demonstram que o tamanho para o inventário exploratório é adequado, porém, tamanhos diferentes devem ser usados para DAP maior ou igual a 45 centímetros, que é normalmente o DAP mínimo para os planos de exploração madeireira.
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Redução de esforço amostral vs. retenção de informação em inventários de pteridófitas na Amazônia Central.

Redução de esforço amostral vs. retenção de informação em inventários de pteridófitas na Amazônia Central.

representada. Entretanto, conforme o tamanho da unidade amostral aumenta, a heterogeneidade interna tende a aumentar, o que causa problemas para determinar as associações entre espécies e ambiente (Magnusson et al. 2005). Além disso, o aumento no número de indivíduos conforme aumenta o tamanho da unidade amostral pode ser informativo ou não. O aumento no número de indivíduos pode melhorar a representação da distribuição de abundâncias das espécies na comunidade (Hubbell 2001) — o que é informativo, ou apenas repetir o padrão que pode ser observado com menor número de indiví- duos. Portanto, determinar o tamanho ideal de uma unidade amostral para um determinado grupo de organismos envolve maximizar a representação da estrutura da comunidade, ao mesmo tempo em que se minimiza a heterogeneidade ambiental interna. Como o tempo e o custo da amostragem aumentam (embora não necessariamente de forma linear) com o tamanho da unidade amostral, a diminuição do tamanho das unidades permite que um número maior de unidades possa ser amostrado por área com o mesmo custo total. Gentry (1982) mostrou que várias parcelas pequenas são mais eficientes para capturar a diversidade de uma região do que uma parcela grande. É possível reduzir o tamanho ou número de sub-amostras considerados ideais nos programas de inventário tradicionais, com pouca perda de informação. Pesquisadores envolvidos no PPBio mostraram que mais de 75% da informação sobre a composição de espécies é retida utili- zando apenas 12,5% das amostras dos ácaros que foram coletados em uma savana Amazônica. Essa redução tornaria o projeto US$ 5.000 (88%) mais barato (Santos 2001).
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Método de Papadakis e tamanho de parcela em experimentos com a cultura da alface.

Método de Papadakis e tamanho de parcela em experimentos com a cultura da alface.

O trabalho teve por objetivo testar a eficiência do método Papa- dakis na melhoria da qualidade de experimentos com a cultura da alface, determinar a melhor forma de estimativa da covariável e o tamanho ótimo de parcela para uso no método. A forma de estimativa da covariável que proporciona maior eficiência do método e o cál- culo do tamanho de parcela ajustado para uso nesse método, foram determinados a partir de oito ensaios de uniformidade com a cultura da alface. A eficácia do uso de análise de covariância (ANCOVA) utilizando a covariável estimada pelo método Papadakis foi testada a partir de um experimento com tratamentos com a cultura da alface, em que a variável estudada foi a massa fresca da parte aérea das plantas. O uso de ANCOVA com a covariável estimada pelo método Papadakis melhora a qualidade de experimentos com a cultura da alface. A covariável que proporciona a maior eficiência da ANCOVA é aquela que considera uma parcela vizinha de cada lado da parcela de referência no sentido da linha de cultivo. O tamanho de parcela na linha de cultivo, ajustado para uso do método, é de quatro plantas (1,2 m) para estufa e túnel, e de cinco plantas (1,5 m) para o campo.
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Dimensões dos ensaios e estimativas do tamanho ótimo de parcela em batata.

Dimensões dos ensaios e estimativas do tamanho ótimo de parcela em batata.

Como conseqüência, os dados de parcelas experimentais de batata (ensaios pequenos) podem ser usados para estimar o índice de heterogeneidade do solo e o tamanho ótimo de parcela, visando à identificação de fatores (tratamentos) que influenciam o planejamento experimental, como o procedido por Martin et al. (2005) com a cultura do milho e Lopes et al. (2005) com a cultura do sorgo. Não é necessária a instalação de ensaios específicos, como o procedido por Oliveira & Estefanel (1995), para estimativas do tamanho de parcela em batata, podendo-se usar os dados de experimentos, desde que a colheita tenha sido realizada em parcelas pequenas (covas) ou em algumas áreas menores e representativas dentro de área maior, a qual será usada para o experimento.
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Comparação de métodos para estimar o tamanho ótimo de parcela em bananeira

Comparação de métodos para estimar o tamanho ótimo de parcela em bananeira

Outro aspecto importante é que, ao estabelecer uma equação de regressão para explicar a relação entre tamanho de amostra e coeficiente de variação, outros fatores podem estar envolvidos. Segundo Chaves (1985), o valor da abscissa no ponto da curvatura máxima deve ser interpretado como o limite mínimo de tamanho de parcela e não o tamanho apropriado. Essa interpretação encontra apoio no trabalho original de Lessman e Atkins (1963), os quais propuseram a notação de ponto crítico e não ponto ótimo.

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Tamanho de parcela e efeito de bordadura no melhoramento de Urochloa ruziziensis.

Tamanho de parcela e efeito de bordadura no melhoramento de Urochloa ruziziensis.

CARGNELUTTI FILHO, A.; TOEBE, M.; BURIN, C.; CASAROTTO, G.; FICK, A.L. Tamanho ótimo de parcela em milho com comparação de dois métodos. Ciência Rural, v.41, p.1890‑1898, 2011. DOI: 10.1590/S0103‑84782011001100007. KRAUSE, W.; RAMALHO, M.A.P.; ABREU, Â. de F.B. Alternativas para melhorar a eiciência dos experimentos de valor de cultivo e uso na cultura do feijoeiro. Revista Ceres, v.54, p.199‑205, 2007.

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Tamanho mínimo de parcela para avaliação de caracteres de raiz em cenoura.

Tamanho mínimo de parcela para avaliação de caracteres de raiz em cenoura.

Os dados foram submetidos à análise de homogeneidade de variância entre os locais (teste de Bartllet), de normalidade (Lilliefors), sendo os caracteres formato de ombro e formato de ponta transformados em para atender a pressuposição de normalidade. Posteriormente, realizou-se análise de variância conjunta e análise de representatividade do número mínimo de plantas para representar linhagens utilizadas em combinações híbridas por dois métodos diferentes, objetivando maior confiabilidade dos resultados: determinação baseada na estabilização da média e variância genética por meio de reamostragem com simulação de subamostras e pelo método da curvatura máxima modificado. Para o primeiro método, iniciou-se com subamostras de duas plantas, com incremento de uma planta, de uma rodada para a outra. O número de plantas foi sucessivamente aumentado até se atingir o total de 15. Para cada tamanho de subamostra fizeram-se 15 rodadas, de forma aleatória, com reposição. Para cada subamostra, foram estimados os parâmetros genéticos, obtendo-se em seguida a média das 15 subamostras do mesmo tamanho. Determinou-se o número de plantas para representar a população, visualmente, como o ponto do qual a estimativa do parâmetro escolhido tornou-se estável, dentro de intervalo de confiança, de acordo com retas de limites superiores e inferiores da média mínima não significativa (LMNS), pelo teste t a 5% de probabilidade, tomando- se como referência a média obtida com nove populações de meio-irmãos de cenoura (Figura 2). Os cálculos foram realizados utilizando-se o aplicativo computacional Genes (C RUZ , 1997).
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Um método para condução de inventários florestais sem o uso de equações volumétricas.

Um método para condução de inventários florestais sem o uso de equações volumétricas.

A equação 2 foi utilizada para estimar a altura relativa em condições de campo, tendo sido construída a tabela apresentada no Quadro 1. Utilizando essa tabela, coleta- ram-se os dados pelo método da altura relativa, nas quatro parcelas. Em seguida, foram empregadas as informações obtidas das cinco árvores medidas em cada parcela (dap, Ht, hr e dhr) no cálculo do coeficiente angular da reta que é formada nos intervalos entre o dap e a altura relativa (intervalo I) e entre a altura relativa e a altura total (intervalo II). Estes coeficientes angulares (CAR) foram obtidos, conforme Andrade & Leite (2001), por:
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Predição da distribuição de espécies florestais usando variáveis topográficas e de índice de vegetação no leste do Acre, Brasil

Predição da distribuição de espécies florestais usando variáveis topográficas e de índice de vegetação no leste do Acre, Brasil

Apesar das potencialidades do uso e aplicação da modelagem de distribuição de espécies para a conservação da biodiversidade, planejamento, desenvolvimento e implementação de políticas públicas reguladoras da exploração dos recursos naturais, existem problemas associados ao uso dessa técnica (Cayuela et al. 2009; Kamino et al. 2012; Teixeira et al. 2014). A escassez e a baixa precisão espacial dos dados de ocorrência das espécies estão entre os principais entraves para o planejamento de conservação nos trópicos (Cayuela et al. 2009). Assim, uma das principais questões nos estudos que envolvem a modelagem preditiva da distribuição de espécies é como obter informações sobre os registros de ocorrência destas espécies. No caso das espécies florestais, uma alternativa é a utilização dos dados provenientes dos levantamentos para a realização dos planos de manejo florestal, reconhecidos como uma fonte de dados para estudos de diversidade e distribuição espacial de espécies em sistemas florestais amazônicos que apresentam uma precisão espacial maior do que as informações provenientes de outras bases, como por exemplo, de herbários e museus disponíveis na rede speciesLink. O objetivo deste trabalho foi avaliar se a utilização de inventários florestais pode melhorar a estimativa de probabilidade de ocorrência, identificar os limites da distribuição potencial e preferência de habitat de um grupo de espécies florestais de interesse madeireiro na região leste do estado do Acre.
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Palavras-chave:Floresta tropical; inventário; planejamento do uso da terra; tamanho de parcela; forma de parcela;

Palavras-chave:Floresta tropical; inventário; planejamento do uso da terra; tamanho de parcela; forma de parcela;

Este estudo descreve uma modificação do método de parcelas de 0.1 ha desenvolvido por Gentry, que nós adaptamos para sítios de pesquisa ecológica de longa-duração na Amazônia brasileira. Nosso objetivo foi desenvolver um método que fosse apropriado para pesquisas ecológicas de longa-duração (componente PELD), mas que permitissem inventários rápidos para avaliação da complementaridade biótica e planejamento do uso da terra na Amazônia (componente RAP). A filosofia por trás do método é a de maximizar a probabilidade de amostrar adequadamente as comunidades biológicas, para o que são necessárias áreas amostrais grandes, e ao mesmo tempo minimizar a variação nos fatores abióticos que afetam estas comunidades, o que requer amostragem de áreas pequenas. Para conseguir isto, as parcelas são longas e estreitas, com seu maior eixo orientado ao longo das curvas de nível do terreno. Este desenho minimiza a variação interna de topografia e solo em cada parcela, e permite o uso destas variáveis como preditoras das distribuições de espécies. O desenho pode ser usado para vários taxa e estágios de vida, ajustando a largura da parcela ou distribuindo sub-amostras ao longo da parcela. As parcelas são distribuídas sistematicamente em uma grade de trilhas, que é usada para amostrar taxa que não podem ser amostrados em parcelas pequenas. Cada grade de trilhas e parcelas constitui um sítio de pesquisa. A distribuição sistemática de parcelas na paisagem permite estimativas não tendenciosas da distribuição, abundância e biomassa das espécies em cada sítio, e comparações biogeográficas entre sítios. Os custos de implementação são moderados, considerando a grande produção gerada pelos estudos integrados.
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Tamanho ótimo de parcela em milho com comparação de dois métodos.

Tamanho ótimo de parcela em milho com comparação de dois métodos.

De maneira geral, para os 12 caracteres avaliados, com exceção das alturas de planta (AP) e de espiga (AE) na colheita, o tamanho ótimo de parcela (Xo) estimado por meio do método da curvatura máxima modificada (CMM) foi maior em relação ao obtido pelo método curvatura máxima do modelo do coeficiente de variação (CMCV), independentemente do híbrido. Também para os 12 caracteres avaliados, com exceção das alturas de planta (AP) e de espiga (AE) na colheita, o tamanho ótimo de parcela (Xo) foi menor para o híbrido simples, maior para o híbrido duplo e in ter mediário par a o h íbr ido tr iplo. Ainda, independentemente do método e do híbrido, o tamanho ótimo de parcela (Xo) dos caracteres produtivos foi maior que dos morfológicos (Tabelas 1, 2 e 3), o que pode estar relacionado à maior variabilidade dos caracteres produtivos em relação aos morfológicos. Esses resultados sugerem que há variabilidade do tamanho ótimo de parcela (Xo) entre os métodos, os híbridos e os caracteres. Variabilidade do tamanho ótimo de parcela (Xo) entre os métodos (STORCK & UITDEWILLIGEN, 1980; STORCK et al., 2006), os híbridos (MARTIN et al., 2005; STORCK et al., 2006) e os caracteres (STORCK & UITDEWILLIGEN, 1980; CHAVES & MIRANDA FILHO, 1992; RESENDE & SOUZA JÚNIOR, 1997) também foram evidenciados nesses estudos.
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Método para estimar o tamanho amostral em análises de medidas repetidas.

Método para estimar o tamanho amostral em análises de medidas repetidas.

Apesar de a abordagem teórica desses métodos, tais como a modelagem das diferentes estruturas da matriz de covariâncias, estimativas de parâmetros por máxima verossimilhança e razão de verossimilhança ser ampla (Berk, 1987; Geary, 1989; Mansour et al.,1991; Scheiner & Gurevitch, 1993; Davidian & Giltinan, 1996), não têm sido constatados estudos sobre a determinação do tamanho amostral mínimo que auxilie o pesquisador a escolher a precisão com que se deseja testar os tratamentos.

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Tamanho, forma de parcelas e suficiência amostral para avaliação e monitoramento...

Tamanho, forma de parcelas e suficiência amostral para avaliação e monitoramento...

Com base nestes estudos e considerando que a heterogeneidade pode ser causa de erros na amostragem de florestas tropicais nativas, espera-se encontrar dificuldades semelhantes para obtenção de tamanhos de parcela em restauração. As áreas em restauração são muito heterogêneas, já que o plantio de restauração consiste em uma mistura de diferentes espécies com características distintas entre si e que interagem com o ambiente de forma particular, ou seja, a mesma espécie pode apresentar alturas diferentes, por exemplo, dependendo de vários fatores, como suas características genéticas, do trato recebido no viveiro, das características do solo e do meio físico onde é plantada, do tratamento no plantio, das interações bióticas com outras espécies, do ambiente físico do plantio, dentre muitas outras que fazem com que a resposta de cada indivíduo seja única. Além disso, diferente das florestas naturais em que a localização de cada espécie depende de fatores bióticos e abióticos, na restauração as mudas são inseridas em campo arbitrariamente. Dessa forma, é necessário que estas áreas sejam tratadas com muita particularidade, não sendo passíveis de generalizações.
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Proposta de método para estimação de tamanho de parcela para culturas agrícolas.

Proposta de método para estimação de tamanho de parcela para culturas agrícolas.

Vários são os métodos que visam a estimar esse ponto e a indicá-lo como o tamanho ótimo da parcela (X 0 ). A literatura contempla diversos métodos para sua determinação, que se valem de vários princípios, como a identificação do ponto, de forma visual (Federer, 1955), por métodos algébricos (Lessman & Atkins, 1963; Méier & Lessman, 1971), com base em modelos de superfície de resposta (Barros & Tavares, 1995), a partir de experimentos com aplicação de tratamentos (Rossetti, 2002; Alves & Seraphin, 2004), por uso do coeficiente de autocorrelação parcial de primeira or- dem (Paranaíba et al., 2009), ou, ainda, de regressão linear com resposta em plateau (Cargnelutti Filho et al, 2011).
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Ajustamento simultâneo de equações de biomassa de pinheiro manso no sul de Portugal

Ajustamento simultâneo de equações de biomassa de pinheiro manso no sul de Portugal

Sumário. Apresenta-se um sistema de 4 equações de biomassa acima do solo para Pinus pinea L. ao nível da árvore individual que permitem, a partir de dados recolhidos em inventários florestais convencionais, estimar a biomassa total e das componentes: agulhas, ramos, lenho e casca. Foram abatidas 40 árvores na região sul de Portugal e as suas componentes pesadas integralmente. No tratamento estatístico utilizou-se o método do ajustamento simultâneo que tem a vantagem de assegurar a compatibilidade entre os valores preditos pelas equações parciais, com o valor obtido para a biomassa total acima do solo que corresponde ao somatório daquelas 4 equações. Os resultados do ajustamento para a biomassa de casca (R 2 aj.=0,83) e
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Borboletas (Lepidoptera: Papilionoidea e Hesperioidea) do Sudoeste do Pampa Brasileiro, Uruguaiana, Rio Grande do Sul, Brasil.

Borboletas (Lepidoptera: Papilionoidea e Hesperioidea) do Sudoeste do Pampa Brasileiro, Uruguaiana, Rio Grande do Sul, Brasil.

A proporção de espécies por família de borboleta se equipara aos dados obtidos em outros trabalhos realizados no Rio Grande do Sul, os quais diferem do restante do país. A família com maior representatividade foi Nymphalidae (50%), seguida de Hesperiidae (24%), Pieridae (15,2%), Lycaenidae + Riodinidae (8,7%) e Papilionidae (2,1%) (Tabela 2). Dados similares foram obtidos no Parque Estadual do Espinilho, onde Nymphalidae aparece também como a família mais representativa, mas com um percentual menor (Tabela 2). Marchiori & Romanowski (2006) destacam a diferença de proporção com a diminuição de Lycaenidae e aumento de Nymphalidae do PEE e seu entorno em relação a outros inventários realizados no país. A família Nymphalidae, seguida por Hesperiidae e Lycaenidae, foram as mais representativas no estudo de Iserhard & Romanowski (2004) para uma área de Floresta Ombrófila Densa no Rio Grande do Sul. No presente trabalho há uma inversão de riqueza entre Lycaenidae e Pieridae, sendo a última possuidora de mais espécies em relação a Lycaenidae (Tabela 2), padrão este não evidenciado no Parque Estadual do Espinilho e na Mata Atlântica do Rio Grande do Sul. Porém, cabe ressaltar a diferença marcante na fisionomia e composição da vegetação entre a Floresta Atlântica e o Pampa, o que pode modificar a representatividade e composição das famílias de borboletas associadas a cada um desses biomas. Mesmo assim, acredita-se que com o aumento do esforço amostral, haveria uma modificação na representatividade destas famílias para o PNMU, principalmente em Lycaenidae e Hesperiidae. Tais famílias são mais difíceis de capturar devido ao seu tamanho diminuto e sua agilidade no voo, além de ser necessário um esforço maior de amostragem para que sua representatividade seja maior.
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Tamanho ótimo de parcela e número de repetições relacionados à acurácia seletiva

Tamanho ótimo de parcela e número de repetições relacionados à acurácia seletiva

Planejar os ensaios e avaliar a magnitude da precisão experimental é importante para determinar o nível da credibilidade dos resultados obtidos na pesquisa. Existem diversos métodos para estimar tamanho de parcela e diferentes estatísticas como medida de precisão. Recentemente, a acurácia seletiva tem sido mencionada como sendo uma estatística adequada para avaliar a precisão experimental. O objetivo deste trabalho é propor uma estimativa do tamanho ótimo de parcela relacionado à variabilidade da área experimental e à acurácia seletiva pré-fixada. O método foi aplicado a um conjunto de seis ensaios com batata. O tamanho ótimo de
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Comprimento e largura do tamanho ótimo da parcela experimental em batata.

Comprimento e largura do tamanho ótimo da parcela experimental em batata.

variáveis (β 1 e β 12 ). Assim, a magnitude da influência da variação no comprimento das parcelas é o fator determinante do tamanho de parcela estimado como ponto crítico de uma função de superfície de resposta para o rendimento da cultura da batata. Por exclusão, a variação na largura (uso de duas ou mais linhas), bem como a interação linear entre largura e comprimento (não-significativos), têm suas influências reduzidas. Assim, o tamanho ótimo de parcela experimental na cultura de batata pode ser constituído por uma linha de 24 covas. Também, no aspecto da metodologia para estimar o tamanho ótimo de parcelas pode-se usar apenas o rendimento das covas de algumas linhas da área experimental, o que contempla grande redução de recursos humanos.
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Tamanho amostral e método de amostragem de características do girassol

Tamanho amostral e método de amostragem de características do girassol

RESUMO - No girassol, além do rendimento de sementes, existe interesse na avaliação do número de folhas, dos diâmetros do capítulo e do caule e da altura da planta, e porque estas características podem estar associadas com o rendimento de sementes ou com o acamamento. O objetivo do trabalho foi determinar o tamanho ideal da amostra (a partir do qual o coeficiente de variação experimental, CV, se estabiliza) para avaliação das quatro características referidas. Quinze cultivares foram avaliadas no delineamento experimental de blocos ao acaso com dez repetições. As características foram avaliadas com dois métodos de amostragem (em uma só fileira de plantas ou nas duas fileiras da área útil da parcela) e tamanhos amostrais de duas a 18 unidades amostrais, com intervalos de duas plantas. Nos dois métodos de amostragem, a precisão experimental, medida pelo CV, aumentou com o aumento do tamanho da amostra. Uma amostra formada por dez unidades amostrais é adequada para avaliação do número de folhas, dos diâmetros do capítulo e do caule e da altura da planta de cultivares de girassol. A partir deste tamanho amostral não se obtém ganhos adicionais na precisão experimental. Este tamanho amostral pode ser usado com a avaliação de plantas em uma só fileira ou em duas fileiras da área útil da parcela, desde que, com ele praticamente não existiram diferenças entre métodos de amostragem, no que se refere à precisão experimental. Contudo, é mais prático e rápido fazer a amostragem em uma só fileira de plantas. Palavras-chave: Helianthus annuus L.. Altura da planta. Número de folhas. Diâmetro do caule. Diâmetro do capítulo.
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