Top PDF Taxa de regeneração natural na floresta tropical úmida.

Taxa de regeneração natural na floresta tropical úmida.

Taxa de regeneração natural na floresta tropical úmida.

to, poderá significar uma taxa de regeneração natural maior que zero (0) na categoria de. tamanho imediatamente superior àquela[r]

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Composição florística da vegetação da regeneração natural. 1 ano após diferentes níveis de exploração de uma floresta tropical úmida.

Composição florística da vegetação da regeneração natural. 1 ano após diferentes níveis de exploração de uma floresta tropical úmida.

Valores do grau de homogeneidade (H) nos povoamentos, ) ano após diferentes níveis de redução de densidade.. Através dos 3 índices de agregação Payandeh (Ρ), Mc Guiness (I.G.A.) e Frack[r]

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Diversidade e regeneração natural de árvores em florestas de restinga na ilha do...

Diversidade e regeneração natural de árvores em florestas de restinga na ilha do...

permitindo a colonização por competidores inferiores, de acordo com a hipótese da limitação de recrutamento (Hurtt & Pacala 1995). Além disso, nosso modelo prevê que as plântulas estabelecidas teriam maior chance de sobrevivência, tendo em vista a menor densidade de plântulas e a maior disponibilidade de recursos desse ambiente. Paine et al. (2008) também sugerem que a baixa densidade de plântulas/juvenis no sub-bosque de florestas tropicais com dossel fechado e pouca disponibilidade de luz leva a uma competitividade irrelevante (sensu Paine et al. 2008) entre as mesmas. Na competitividade irrelevante os indivíduos estão isolados pela distância e, dessa forma, as interações entre os eles são reduzidas. Nesse caso, a densidade e a taxa de crescimento dos indivíduos são diminuídas por outros fatores diferentes da competição. Para Paine et al. (2008), se a competição entre plântulas/juvenis é fraca ou ausente, outros processos prevaleceriam na estruturação do sub-bosque dessas florestas, como eventos estocásticos, competitividade entre os adultos e as plântulas/juvenis, necessidades do nicho fundamental ou interações com consumidores. Assim, se a menor competição entre indivíduos do mesmo estágio ontogenético leva ao estabelecimento de mais espécies, a diversidade de adultos nessas florestas seria aumentada (Paine et al. 2008).
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Herbivoria e sua relação com as condições microclimáticas e de uso do solo em uma floresta tropical úmida

Herbivoria e sua relação com as condições microclimáticas e de uso do solo em uma floresta tropical úmida

A relação planta-herbívoro também é vista com bastante atenção, quando se trata de florestas fragmentadas e/ou com efeito de borda. Conforme menciona Wirth et al. (2008), há uma íntima relação com o comportamento dos efeitos de borda pela ação de agentes herbívoros e a alteração no microclima, uma vez, que as atividades de herbívoros provocam aberturas de clareiras em florestas semelhantes as geradas pelo efeito de borda, aceleram a taxa de rotatividade de matéria e fluxo de energia, e consequentemente causam oscilações nas interações tróficas do fragmento e/ ou borda. Simões-Jesus (2007) destaca que os efeitos dessas mudanças ambientais que ocorrem após a fragmentação influenciam drasticamente as condições do sub-bosque de florestas, deixando as comunidades vegetais mais vulneráveis à predação. Por outro lado, o próprio efeito de borda pode afetar a interação de herbivoria. Os primeiros sinais aparecem primeiramente na mudança do microclima local, que por sua vez, atinge a intensidade de incidência luminosa, temperatura, umidade e o vento (Saunders et al. 1991). Assim, verifica-se o reconhecimento crescente da importância global das bordas como um habitat dominante, a importância do estudo microclimático para sua compreensão, o comportamento das comunidades vegetais e a interação entre plantas e herbívoros em experimentos relacionados à fragmentação.
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Análise estrutural da floresta tropical úmida do município de Alta Floresta, Mato Grosso, Brasil.

Análise estrutural da floresta tropical úmida do município de Alta Floresta, Mato Grosso, Brasil.

Os estudos com relação à similaridade entre as regiões Amazônicas foram realizados por Gentry & Emmons (1987), que compararam 13 regiões em 6 países da Amazônia, utilizando variáveis ambientais, como a taxa de precipitação e tipos de solos de cada local, demonstrando a correlação existente entre as diferentes composições da floresta de sub- bosque. Terborgh & Andresen (1998) obtiveram um padrão em escala regional da composição florística, analisando a similaridade entre 29 locais em 7 países da Amazônia, entre a distância física e a média do número de indivíduos de cada família.
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REGENERAÇÃO NATURAL EM ÁREAS ABANDONADAS APÓS INTENSIVO USO DO SOLO EM UMA ILHA ORIGINALMENTE COBERTA PELA FLORESTA TROPICAL ATLÂNTICA, BRASIL

REGENERAÇÃO NATURAL EM ÁREAS ABANDONADAS APÓS INTENSIVO USO DO SOLO EM UMA ILHA ORIGINALMENTE COBERTA PELA FLORESTA TROPICAL ATLÂNTICA, BRASIL

Plants sampled in the Miconia fields showed lower mean height values than in Gleichenella fern thickets, but they were in the same range of Dicranopteris fern thickets (Figure 4a). Maximum height was the highest in the site 3 of Gleichenella fern thickets (Figure 4b). Considering individual distributions in height classes, most of the sampled individuals were less than 0.50 m (class I), followed by individuals with 0.50 to 1.00 m (class II). Taller individuals were found in the Dicranopteris and Gleichenella fern thickets (p<0.05), except for DS4 and DS5 plots, while in the Miconia fields, we found 96% of individuals with height lower than 1 m. Number of dead plants was greater in the sites 2 and 3 of Gleichenella fern thickets (Figure 4c). Correspondence analysis indicated a gradient in composition and abundance of natural regeneration along vegetation types from Dicranopteris fern thickets to Miconia fields (Figure 5a). The eigenvalue of the first axis was 0.640 and that of the second axis was 0.537. The explained percentage of inertia in the species data was 13.84% for the first axis and 11.62% for the second. The low percentage of inertia indicated that there were other factors affecting abundance and composition of species in our study plots. The hierarchical clustering analysis presented in figure 5b confirmed the CA results. The extreme of gradient, the outlier MS2, was grouped apart from the others followed by the lower outliers GS4, DS5 and GS5. The analysis also indicated two major clusters comprising grouped plots of Miconia fields (except for MS3 and the above mentioned MS2) and fern thickets. However, groups of Gleichenella and Dicranopteris vegetation types could not be clearly distinguished. Also, although some plots were grouped together, the sites of Miconia fields were distantly related to each other. The cophenetic correlation (r = 0.80) indicated that the clustering of plots demonstrated in the dendrogram accurately represented the estimates of Canberra metric distances. All the hierarchical clustering methods tested showed evidences of the gradient in the natural regeneration (results not shown), but varied in the grouping of the outliers and extremes of gradient MS2, DS3, GS4, GS5, and DS5.
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Estratégias funcionais de plantas arbóreas em uma cronossequência na floresta tropical úmida

Estratégias funcionais de plantas arbóreas em uma cronossequência na floresta tropical úmida

Neste sentido, inicialmente foi verificado se nos diferentes orgãos da planta havia intergração das características, definindo estratégias direcionadas para uso rápido (características aquisitivas) ou conservação (características conservativas) do recurso. Os resultados obtidos demonstram que as características funcionais dos diferentes órgãos das espécies apresentam estratégias independentes (uma vez que não existe integração funcional total). Cada característica influencia de forma diferente a aptidão das espécies e esta influência se mantém ao longo do gradiente. Quando as espécies são agrupadas com base no maior número de características aquisitivas ou conservativas, as taxas demográficas apresentam algumas variações ao longo da cronossequência, com maior mortalidade de espécies aquisitivas e intermediárias em áreas com 25 anos de abandono e maior recrutamento de espécies intermediárias e conservativas no final da cronossequência, não sendo observadas diferenças nas vegetações com 17 anos de regeneração, após cultivo de cana-de-açúcar.
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MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOLOGIA JULIANA MIRANDA DA SILVEIRA

MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOLOGIA JULIANA MIRANDA DA SILVEIRA

A Amazônia contém a maior floresta tropical úmida contígua do planeta, mas vem sendo desmatada a taxas alarmantes nas últimas três décadas. O desmatamento traz como conseqüência uma das maiores ameaças à biodiversidade e a perda de serviços ecológicos: o fogo acidental. Atualmente poucas são as propostas de pesquisa na Amazônia que visem avaliar a capacidade de suporte dos ecossistemas após eventuais fogos acidentais. Os efeitos diretos do fogo sobre a biota e suas conseqüências para o funcionamento dos ecossistemas podem atingir estágios que inviabilizam a recuperação das florestas originais. Entretanto, a capacidade de regeneração destas florestas após fogos ocasionais ainda constitui uma séria lacuna em nosso conhecimento. Este projeto visou fornecer subsídios para o equacionamento desta questão, avaliando alguns aspectos da estrutura e função destas florestas. Para tal, foi avaliada a abundância de artrópodes, indicadores da integridade da estrutura florestal, e seu papel em uma das mais importantes funções destes sistemas, que é a decomposição e ciclagem de nutrientes. Neste estudo os seguintes aspectos se sobressaíram:
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O EFEITO DA INUNDAÇÃO SAZONAL SOBRE A REGENERAÇÃO NATURAL EM UMA FLORESTA OMBRÓFILA DENSA ALUVIAL NO ESTUÁRIO AMAZÔNICO

O EFEITO DA INUNDAÇÃO SAZONAL SOBRE A REGENERAÇÃO NATURAL EM UMA FLORESTA OMBRÓFILA DENSA ALUVIAL NO ESTUÁRIO AMAZÔNICO

O estudo foi realizado na Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Combu, no município de Belém (PA), na margem esquerda do rio Guamá, com uma área de aproximadamente 15 km² (Figura 1). A região apresenta floresta primária com estrutura e composição florística variada, composta por cipós, árvores, arbustos, lianas, espécies do sub-bosque e predomínio de palmeiras, sobretudo Euterpe oleracea Mart. (RODRIGUES et al., 2006; LAU; JARDIM, 2013). O clima é do tipo tropical quente e úmido, segundo a classificação de Köppen, com pluviosidade média anual de 2.500 mm e tempe- ratura média de 27°C. A estação chuvosa se concentra nos meses de janeiro a abril; e a estação menos chu- vosa, de maio a dezembro. O tipo de solo é Glei Pouco
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Avaliação temporal da regeneração natural em uma floresta estacional semidecídua secundária, em Pirenópolis, Goiás.

Avaliação temporal da regeneração natural em uma floresta estacional semidecídua secundária, em Pirenópolis, Goiás.

ABSTRACT – The natural regeneration in forest environments is dynamic, variable in space and time and it is in the development cycle of forests. In seasonal tropical forests, due to seasonal climatic changes, natural regeneration depends mainly on availability of soil moisture, which affects patterns of seed production and germination, survival and development of seedling as well. The objective of this study was to analyze the dynamics of natural regeneration in a seasonal semideciduous secondary forest in Pirenópolis, Goiás, Brazil, by analyzing the changes in floristic composition of seedlings and small trees over time and relating them to environmental factors of plots in the study area by using Canonical Correspondence Analysis (CCA). The results indicated that seedlings were more dynamic than small trees mainly because of climate. This occurred because of the greater susceptibility of the seedling to soil water stress and the increase of solar radiation and temperature in the dry season. It was found a high floristic similarity (± 50%) among population of natural regeneration and the tree community, indicating an advanced stage of natural regeneration of the forest, with Diversity Index higher than 3.0 nats.indv-¹. Canonical Correspondence Analysis grouped the species according to the environmental gradient of moisture and shade versus soil cover, placing near to each other, species of humid environments versus species of typical cerrado dry environments.
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Dinâmica do sub-bosque e do estado arbóreo de floresta tropical primária fragmentada na Amazônia Oriental1.

Dinâmica do sub-bosque e do estado arbóreo de floresta tropical primária fragmentada na Amazônia Oriental1.

avaliar as modificações anuais da estrutura e da composição florística da regeneração natural e, também, do estrato arbóreo de um fragmento de floresta tropical primária, no período [r]

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Caracterização florística e fitossociológica da regeneração natural em dois trechos de uma floresta estacional semidecidual no município de Viçosa, MG

Caracterização florística e fitossociológica da regeneração natural em dois trechos de uma floresta estacional semidecidual no município de Viçosa, MG

Via de regra pastagens abandonadas são sinônimas de degradação do solo, como resultado de práticas não conservacionistas como queimadas para renovação do pasto, que normalmente provocam perda de nutrientes por lixiviação e volatilização (POGGIANI, 1992; MARTINS et al. 1995) e o pisoteio excessivo do gado que pode levar à compactação e erosão do solo (BARUQUI et al. 1985). A degradação do solo sob a Floresta Tropical já tem início na própria retirada da vegetação arbórea e conseqüente exportação de nutrientes, o que é agravado pelo uso do fogo (POGGIANI, 1992; MARTINS, et al. 1995). Nestas florestas as maiores proporções dos nutrientes do ecossistema encontram-se na vegetação sendo a ciclagem de nutrientes muito importante para a manutenção de um equilíbrio dinâmico. Dessa forma, a derrubada da floresta e implantação de uma monocultura causam uma ruptura no ciclo de nutrientes (GOLLEY et al. 1978; POGGIANI, 1992; DRUMOND, 1996), que podem ser determinantes no curso tomado pela regeneração natural destas áreas após abandono.
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Balanço de emissões e remoções de Gases de Efeito Estufa no campus da Universidade Federal de Viçosa.

Balanço de emissões e remoções de Gases de Efeito Estufa no campus da Universidade Federal de Viçosa.

O solo, principal reservatório terrestre de carbono, compreende aproximadamente o dobro da quantidade de carbono atmosférico e da biomassa vegetal (Bruce  et  al., 1999), no entanto, o solo apresenta baixo incremento de carbono. Ferez (2010) comparando o estoque de carbono orgânico do solo de uma Floresta Estacional Semidecidual e um plantio de restauração, concluiu que não havia diferença significativa entre as áreas. Além disso, segundo a autora, o estoque de carbono na camada de 0-30 cm de profundidade do solo na área de restauração antes do plantio era de 30,9±5,9 tC ha –1 ,
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Florística e estrutura do componete arbustivo-arbóreo de mata de restinga arenosa no Parque Estadual de Itapeva, Rio Grande do Sul.

Florística e estrutura do componete arbustivo-arbóreo de mata de restinga arenosa no Parque Estadual de Itapeva, Rio Grande do Sul.

A análise de correspondência, aplicada à matriz contendo os dados de estudos realizados no Sul do Brasil, indicou a separação das áreas nos dois primeiros eixos de ordenação (Figura 3). Embora seja considerada técnica descritiva e exploratória, a Análise de Correspondência simplifica dados complexos e produz análises de informações que suportam as conclusões. A separação das áreas indica que o local deste estudo aparece como zona de contato entre as formações de restinga do Rio Grande do Sul e áreas de Floresta Ombrófila Densa do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Com relação à distribuição geográfica e aos corredores migratórios, obteve-se a maior parte das espécies como de ampla distribuição, com destaque para S. bonplandii e G. concolor, que contribuíram significativamente com a densidade dos indivíduos na área de estudo. Com relação às espécies do contingente atlântico, destacaram-se: Coussapoa microcarpa, Erythroylum argentinum, Esenbeckia grandiflora, Eugenia schuechiana, Faramea marginata, Ficus organensis, Garcinia gardneriana, Guapira opposita, Myrcia glabra, Myrcia multiflora e Nectandra oppositifolia.
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Regeneração natural de uma área de caatinga no sertão Pernambucano, nordeste do Brasil.

Regeneração natural de uma área de caatinga no sertão Pernambucano, nordeste do Brasil.

RESUMO: Objetivou-se analisar a estrutura da regeneração natural das espécies lenhosas de área de caatinga no município de Floresta-PE com importância madeireira, buscando com informação para o manejo florestal sustentado dessa formação. O inventário florestal foi realizado em uma área de cerca de 50 ha com vegetação de caatinga na fazenda Itapemirim (8°30´37” S e 37°59´07” W), município de Floresta-PE. Em 40 unidades amostrais de 5 x 5 m, foram mensurados os indivíduos em quatro classes de tamanho: classe 1 = 20 – 50 cm; classe 2 = 51 – 100 cm; classe 3 = 101 – 150 cm; classe 4 = maior que 151 cm e menores que 6 cm de CAP. Em 37 parcelas, havia indivíduos dentro do nível de inclusão e foram identificadas 15 espécies pertencentes a sete famílias botânicas, destacando-se Euphorbiaceae, Anacardiaceae e Fabaceae. O Índice de diversidade de Shannon-Weaver (H’) foi de 1,91 nats.ind. -1 ,
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Fenologia de espécies florestais em floresta tropical úmida de terra firme na Amazônia Central

Fenologia de espécies florestais em floresta tropical úmida de terra firme na Amazônia Central

Cedrelinga catenaeformis (Uma vez, Ago. A espécie Osteoph/oeum platysper· mum nunca foi observada desfolhada. Vê-se que a maioria dos pontos de ocorrência da floraçã[r]

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ESTRUTURA POPULACIONAL E REGENERAÇÃO DE ESPÉCIES ARBÓREAS NA FLORESTA NACIONAL DE SÃO FRANCISCO DE PAULA, RIO GRANDE DO SUL.

ESTRUTURA POPULACIONAL E REGENERAÇÃO DE ESPÉCIES ARBÓREAS NA FLORESTA NACIONAL DE SÃO FRANCISCO DE PAULA, RIO GRANDE DO SUL.

próximo do “J invertido” (Figura 2A). Contudo, ao se analisarem as populações nos diferentes ambientes, identificou-se que nos Grupos 1 e 3 (Figuras 2B e 2D) os indivíduos pertencentes à CT II apresentaram a distribuição diamétrica decrescente e nas menores classes ocorreram falhas no processo de regeneração, com ausência de indivíduos na RNE e CT I para Grupo 1 e, na CT I, para o Grupo 3. Este comportamento pode demonstrar instabilidade populacional, pois, segundo Jarenkow (1985) e Martins (1993), a ausência de indivíduos em alguma categoria do ciclo de vida pode comprometer sua permanência na comunidade. Nesse sentido, pode-se inferir que as mudanças ambientais referentes ao histórico de perturbação influenciaram negativamente o desenvolvimento de Blepharocalyx salicifolius, considerando-se que a mesma não pertence ao grupo ecológico de pioneiras (CARVALHO, 2006), remetendo à necessidade de menores intensidades de luminosidade nas fases inicias de germinação e estabelecimento. Dessa forma, os indivíduos já estabelecidos na ocasião das perturbações, permaneceram na comunidade e, no presente estádio sucessional, atuam como fonte de sementes para a retomada do equilíbrio no ciclo
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Composição florística da regeneração natural de espécies arbóreas ao longo de oito anosem um fragmento de floresta estacional semidecidual, em Viçosa, MG.

Composição florística da regeneração natural de espécies arbóreas ao longo de oito anosem um fragmento de floresta estacional semidecidual, em Viçosa, MG.

RESUMO – A florística da regeneração natural foi estudada em 10 locais, com seis sub-parcelas em cada local, em 1992, 1995 e 2000, em fragmento de Floresta Estacional Semidecidual Montana, em Viçosa, MG. A amostragem da classe 1 de tamanho de planta (até 1 m de altura), classe 2 (1-3 m de altura) e classe 3 (>3 m de altura e <5 cm de DAP) foi realizada em unidades de 0,5 x 10 , 0,5 x 20 e 1 x 20 m, respectivamente. Foram amostrados 4.149 indivíduos pertencentes a 42 famílias e 160 espécies, sendo 11,7% pioneiras, 62,1% secundárias iniciais e 26,2% tardias. O número de famílias permaneceu estável, e o número de espécies aumentou entre 1992 e 2000. Fabaceae, Myrtaceae, Rubiaceae e Lauraceae destacaram-se em todas as classes de tamanho de planta. O número de ingressos foi superior ao desaparecimento de espécies em 1995 e 2000. O Índice de Shannon- Weaver foi significativamente (P ≤ 0,05) inferior na classe 1 apenas em 1992, e, considerando a média de todas as classes, aumentou de 3,45 em 1992 para 3,67 e 3,64 em 1995 e 2000, respectivamente. O índice de equabilidade de Pielou por ano de amostragem variou de 0,71 a 0,74 e aumentou de 0,71 na classe 1, a 0,79 e 0,82, nas classes 2 e 3 de tamanho. Os resultados do presente estudo indicaram a necessidade de se monitorar a composição florística da regeneração natural, ao longo de um período, em parcelas permanentes, para facilitar o entendimento da dinâmica da vegetação em fragmentos de florestas secundárias.
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Níveis de regeneração natural em floresta de terra firme no Amapá Brasil.

Níveis de regeneração natural em floresta de terra firme no Amapá Brasil.

ABSTRACT – This study aimed to identify natural regeneration in dense ombrophilous phytophysiognomy of the State Forest of Amapá, describing relations between vertical stratums. The study area is located in Porto Grande/AP, eastern Amazon. Three conglomerates were implanted, equidistant at 2.500 m, for natural regeneration estimative. We used 100 plots of 10 x 10 m for study of saplings (5.0 < DBH (diameter at 1.30 m soil) < 10.0 cm) and sticks (5 x 5 m) (2.5 < DBH <5.0 cm) in each conclomerate. We collected the heights and popular names. The heights were divided into three classes of regeneration to estimate phytosociological parameters of frequency and density, as well as regeneration by size class and overall. Diversity was estimated by Shannon Index. Floristic similarity between sticks and saplings was also analyzed. The inventory included 2,700 individuals belonging to 38 botanical families, 93 genera and 141 species of trees, with 6 undetermined. The Shannon index was 4.21 (saplings) and 4.11 nats.ind.-1 (sticks). It has been found the occurrence of 33 common species in three classes of regeneration. The total natural regeneration varied from 10.3 to 0.1% (sticks) and 5.6 to 0.1% (saplings). The species with the lowest percentages were Indeterminate, Vouacapoua americana, Carapa guianensis, Virola calophylla and Manilkara huberi. Thus, it is evident that species are developing their successional process efficiently, ensuring conservation of phytophysiognomy in the region.
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FLORÍSTICA E CLASSIFICAÇÃO DA REGENERAÇÃO NATURAL EM FLORESTA OMBRÓFILA MISTA NA FLORESTA NACIONAL DE SÃO FRANCISCO DE PAULA, RS

FLORÍSTICA E CLASSIFICAÇÃO DA REGENERAÇÃO NATURAL EM FLORESTA OMBRÓFILA MISTA NA FLORESTA NACIONAL DE SÃO FRANCISCO DE PAULA, RS

and smaller than 30 cm. The lianas, creepers and herbs also had their circumferences measured and identified up to the species level, when possible. The density data for species formed a matrix (180x70) used in the multivariate analysis. The presence of vegetation grouping in state of natural regeneration inside the forest was tested by TWINSPAN Method (Two-way indicator species analysis). The existence of three ecological groups (G-1, G-2 and G-3) was proved. G-1 was characterized by good water availability and for having intermediate environmental characteristics, for locating in the topographical position regarding the medium hillside. G-2 occurred in the base hillside of the forest, presenting strong influence of the hydric saturation and subjected to sporadic overflow; and, in G-3, in the topographical position of the hillside higher/plateau that consequently doesn't suffer influence of the elevation of hydric saturation. The indicative species of the groups were: Sebastiania brasiliensis Spreng. (G-1); Matayba elaeagnoides Radek., Myrceugenia myrcioides Cambess O. Berg , Myrceugenia oxysepala (Burret) D. Legrand et Kausel and Cinnamomum glaziovii (Mez) Kosterm.(G-2); and Zanthoxylum petiolare A. St.-Hil & Tul. (G-3).
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