Top PDF Taxonomia e distribuição de Cheilolejeunea aneogyna (Spruce) A. Evans (Lejeuneaceae, Marchantiophyta).

Taxonomia e distribuição de Cheilolejeunea aneogyna (Spruce) A. Evans (Lejeuneaceae, Marchantiophyta).

Taxonomia e distribuição de Cheilolejeunea aneogyna (Spruce) A. Evans (Lejeuneaceae, Marchantiophyta).

referindo que “In C. aneogyna and its immediate allies the apical tooth is long and sharp (figure 4)”. Contudo, isto foi provocado em razão de existirem duas plantas diferentes em uma das amostras de Spruce. Examinando os tipos (sintipo) de Lejeunea (Cheilo-Lejeunea) aneogyna e o lec- tótipo designado por Grolle (1979), foi observado que, na exsicata Spruce L419 existem duas plantas, etiquetadas como planta “A” e planta “B” por E.W. Jones, sendo que a maior parte do material corresponde ao conceito de Cheilolejeu- nea aneogyna senso Grolle (planta “A”), e algumas plantas correspondem à Cheilolejeunea adnata var. autoica (planta “B”). Infelizmente, Spruce (1884) não descreve detalhes do dente apical de Lejeunea (Cheilo-Lejeunea) aneogyna. Entretanto, em uma extensa anotação feita por E.W. Jones, ele relata que a planta que ele designou como “A” tem dois dentes convergentes, de igual dimensão, que ele aceitou como Cheilolejeunea aneogyna; relatou, também, que essa mesma planta foi encontrada em outras exsicatas (nº 1682 e 1683) e que ele presume que esta seja a planta que Spruce designou como Lejeunea (Cheilo-Lejeunea) aneogyna (isto pode estar correto, porque uma anotação, provavelmente feita por Spruce, na exsicata L419 indica “sp. nov. aff. L103”). Relatou, ainda, que outra planta, etiquetada como “B”, apre- senta o dente proximal longo e hialino, e que esta planta parece ser idêntica a encontrada por Williams na Rodésia e que seria a planta que Evans aceitou como Cheilolejeunea aneogyna. Concluiu a sua nota referindo que Grolle (1979) identificou a planta “B” como Cheilolejeunea adnata, mas que a planta etiquetada como “B” é monóica, e que sua iden- tidade como Cheilolejeunea adnata deve ser questionada. Na verdade, essa planta foi recentemente definida como uma variedade de C. adnata por Gradstein & Ilkiu-Borges (2009), com base em outro material-tipo.
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TAXONOMIA DOS REPRESENTANTES DA ORDEM NEMALIALES (RHODOPHYTA) E SUA DISTRIBUIÇÃO NAS PROVÍNCIAS FITOGEOGRÁFICAS DO LITORAL BRASILEIRO

TAXONOMIA DOS REPRESENTANTES DA ORDEM NEMALIALES (RHODOPHYTA) E SUA DISTRIBUIÇÃO NAS PROVÍNCIAS FITOGEOGRÁFICAS DO LITORAL BRASILEIRO

Este estudo apresenta o estado da arte sobre a taxonomia dos representantes das Nemaliales e sua distribuição nas províncias fitogeográficas, zona de transição e ilhas oceânicas da costa brasileira. A ordem Nemaliales, estabelecida por Schmitz (1889), engloba representantes com talos cilíndricos ou ligeiramente achatados, ramificados e com organização multiaxial. Esses organismos estão distribuídos principalmente, entre os trópicos de Câncer e Capricórnio (Oceanos Atlântico, Índico e Pacífico). No Brasil ocorrem nas províncias fitogeográficas Tropical e Temperada Quente, zona de transição, representada pela costa do Espírito Santo, e nas ilhas oceânicas (Fernando de Noronha, Abrolhos, Rocas e Sebastião Gomes). Mundialmente a ordem está representada pelas famílias Galaxauraceae (38 espécies), Liagoraceae (118 espécies) e Scinaiaceae (54 espécies), com um total de 210 espécies. No litoral brasileiro ocorrem 22 espécies, com o maior registro de representantes para a província Tropical (19 espécies). Atualmente, a ordem Nemaliales necessita de uma melhor definição tanto taxonômica como filogeneticamente. Por isto, desde 1994, foram iniciadas pesquisas com a utilização de marcadores moleculares, desenvolvidos para nucleotídeos de cloroplasto e mitocôndria, complementando aqueles realizados com marcadores morfológicos.
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Correspondentes bancários como canal de distribuição de serviços financeiros: taxonomia, histórico, limites e pontencialidades dos modelos de gestão de redes

Correspondentes bancários como canal de distribuição de serviços financeiros: taxonomia, histórico, limites e pontencialidades dos modelos de gestão de redes

Nos últimos anos, desenvolveram-se diversos estudos enfocando o surgimento e crescimento do canal de correspondentes bancários (CBs) no Brasil, e destacando seu papel para a construção de um sistema financeiro inclusivo. Por outro lado, existe uma importante lacuna no debate em torno a esse tema, relacionada à compreensão dos diferentes modelos de gestão de redes de CBs. Nesse sentido, o trabalho teve por objetivo expandir o conhecimento disponível sobre os modelos de gestão de redes de CBs no Brasil, explicando a forma como esses diferentes modelos podem influenciar a distribuição de serviços financeiros à população de baixa renda. Para isto, a pesquisa: (i) desenvolveu uma taxonomia dos modelos de gestão de redes de CBs praticados no Brasil; (ii) explicou de que forma esses diferentes modelos surgiram no processo histórico de implantação e crescimento do canal; e (iii) identificou limites e potencialidades dos diferentes modelos na distribuição de diferentes grupos de serviços financeiros para a população de baixa renda. A análise se baseou em metodologia qualitativa e em quadro teórico de referência fornecido por um "modelo multinível expandido", incorporando conceitos do social shaping of technology, da visão estruturacionista da tecnologia e do contextualismo.
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Pinnularia (Bacillariophyta) do curso inferior do rio Negro, Amazonas, Brasil: taxonomia e distribuição temporal.

Pinnularia (Bacillariophyta) do curso inferior do rio Negro, Amazonas, Brasil: taxonomia e distribuição temporal.

Este estudo relata a taxonomia e distribuição temporal do gênero Pinnularia ocorrente no curso inferior do rio Negro (03º02’46,5”S e 60º15’13,1”W) ao longo de um ciclo anual. O trabalho foi conduzido a partir da análise de amostras coletadas na coluna d’água, em escala mensal, entre os meses de outubro de 2002 a setembro de 2003. As espécies foram descritas e comentadas com base na sua morfologia e morfometria. Onze espécies e quatro variedades foram identificadas, ilustradas e incluídas em chave taxonômica. Dois táxons registrados neste estudo, P. sterrenburgii var. sterrenburgii Metzeltin & Lange-Bertalot e P. subgibba var. capitata Metzeltin & Krammer, constituem primeira citação de ocorrência para o rio Negro. Temporalmente, a maior riqueza de espécies ocorreu entre os meses de outubro a dezembro de 2002, período de águas baixas, quando houve provavelmente maior interação entre água e sedimento possibilitando aporte de indivíduos da região bentônica. Considerando a ocorrência dos táxons ao longo do estudo, somente P. confirma foi considerada frequente, estando presente em mais de 50% das amostras analisadas.
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Chonecolea doellingeri (Chonecoleaceae, Hepaticae), taxonomia e distribuição geográfica no Brasil.

Chonecolea doellingeri (Chonecoleaceae, Hepaticae), taxonomia e distribuição geográfica no Brasil.

RESUMO – (Chonecolea doellingeri (Chonecoleaceae, Hepaticae), taxonomia e distribuição geográfica no Brasil). Chonecolea doellingeri (Nees) Grolle é uma espécie urbanizada que cresce, preferencialmente, sobre estipe de palmeira ou outras árvores. Sua distribuição geográfica foi ampliada para o estado do Mato Grosso do Sul e, também, para municípios de outros estados já referidos. Algumas associações da espécie com outras briófitas são apresentadas. Dados palinológicos, baseados em observações sob microscopia de luz (ML) e microscopia eletrônica de varredura (MEV), também estão incluídos no trabalho.
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Taxonomia, distribuição e biologia reprodutiva de Ophiuroidea (Echinodermata) das regiões Sudeste e Sul do Brasil

Taxonomia, distribuição e biologia reprodutiva de Ophiuroidea (Echinodermata) das regiões Sudeste e Sul do Brasil

O presente trabalho aborda a taxonomia, distribuição batimétrica e biologia reprodutiva da classe Ophiuroidea. O material utilizado é procedente dos programas “Biodiversidade Bêntica Marinha no Estado de São Paulo”- BIOTA/FAPESP-Bentos Marinho, “Avaliação do Potencial Sustentável dos Recursos Vivos da Zona Econômica Exclusiva”- REVIZEE/Score Sul-Bentos e “Utilização Racional dos Ecossistemas Costeiros da Região Tropical Brasileira: Estado de São Paulo”- INTEGRADO/Subprojeto Bentos. A área de coleta abrange os Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os ofiuróides foram amostrados na região entremarés de praias arenosas, costões rochosos e fauna associada a algas, na plataforma e talude continental, até cerca de 800 m de profundidade, com maior riqueza de espécies na região da plataforma continental. Ao todo foram analisados 28.942 ofiuróides pertencentes a 39 espécies e 8 famílias. Amphiuridae foi a família mais representativa, principalmente na região da plataforma interna, seguida por Ophiuridae, que ocorreu principalmente em áreas de maior profundidade. Quatro espécies representam novos registros para o Brasil, Amphiodia trychna, Ophiochiton ternispinus, Ophiura (Ophiuroglypha) clemens e Ophiomusium eburneum. Ophiomusium acuferum, Ophiactis lymani e Ophiactis savignyi foram redescritas e discutidas esclarecendo equívocos de identificação. O estudo da distribuição batimétrica das espécies mostrou que os padrões observados são semelhantes aos descritos na literatura e estas foram agrupadas de acordo com os ambientes e faixas batimétricas em que ocorrem. A análise histológica das gônadas de Ophioderma januarii permitiu definir o padrão reprodutivo da espécie, a qual é gonocorística, reproduz-se durante todo ano, apresenta um aumento na atividade gonadal nos meses mais quentes e tipo de desenvolvimento lecitotrófico.
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Taxonomia e distribuição do gênero Caulerpa Lamouroux (Bryopsidales - Chlorophyta) na costa de Pernambuco e Arquipélago de Fernando de Noronha, Brasil.

Taxonomia e distribuição do gênero Caulerpa Lamouroux (Bryopsidales - Chlorophyta) na costa de Pernambuco e Arquipélago de Fernando de Noronha, Brasil.

RESUMO – (Taxonomia e distribuição do gênero Caulerpa Lamouroux (Bryopsidales - Chlorophyta) na costa de Pernambuco e Arquipélago de Fernando de Noronha, Brasil). Este trabalho identifica e fornece a distribuição do gênero Caulerpa na costa de Pernambuco (07º30’ S e 09º00’ W) e no Arquipélago de Fernando de Noronha (03º51’ S e 32º25’ W). As coletas foram realizadas em 32 praias da costa de Pernambuco no período entre abril/2004 a novembro/2005, na região entre-marés. Em Fernando de Noronha as coletas foram feitas em junho/2006, na região entre marés e no infralitoral (10, 15 e 21 m de profundidade), em oito praias. Foram, também, analisadas as exsicatas de Caulerpa depositadas no Herbário Professor Vasconcelos Sobrinho (PEUFR) da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Os resultados mostram que o gênero Caulerpa está representado na costa de Pernambuco, por 19 táxons infragenéricos. Algumas espécies apresentaram distribuição restrita como C. kempfii Joly & Pereira, C. lanuginosa J. Agardh e C. serrulata (Forssk.) J. Agardh. Para o Arquipélago de Fernando de Noronha foram registrados três táxons infragenéricos.
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Diversidade de Mimosa L. (Leguminosae) nos campos rupestres de Minas Gerais: taxonomia, distribuição geográfica e filogeografia

Diversidade de Mimosa L. (Leguminosae) nos campos rupestres de Minas Gerais: taxonomia, distribuição geográfica e filogeografia

Os campos rupestres ocorrem na Cadeia do Espinhaço (MG e BA) e em ilhas florísticas isoladas, em Goiás, no sudoeste e sul de Minas Gerais, Pará, Rondônia, Roraima, São Paulo e no Distrito Federal. Estes campos apresentam uma combinação de fatores físicos que, associados às adaptações das espécies ao ambiente e à evolução biótica em resposta à história climática e geológica da região, levam a uma alta diversidade biológica, que tem chamado a atenção de pesquisadores sobre sua conservação. Mimosa é um dos maiores gêneros de Leguminosae e o mais bem representado de Mimosoideae nos campos rupestres. Caracteriza-se pelas folhas bipinadas, foliólulos sésseis, o 1º par de cada pina comumente diferenciado em parafilídios, flores 3-5-6-meras, isostêmones ou diplostêmones, filetes alvos, róseos ou amarelos, livres ou curtamente monadelfos e frutos do tipo craspédio ou sacelo. Apesar de ser monofilético, apresenta diversos problemas de delimitação infraespecífica. Neste trabalho são apresentados a diversidade, os padrões de distribuição geográfica, o status de conservação das espécies de Mimosa dos campos rupestres de Minas Gerais (CRMG) e a filogeografia de M. radula. Os estudos foram baseados no exame de cerca de 4.000 espécimes de 23 herbários, observações de campo e coletas de material botânico nas Unidades de Conservação localizadas na Cadeia do Espinhaço e áreas disjuntas. São fornecidas descrições, chave de identificação, ilustrações e comentários sobre a taxonomia, nomes populares, usos, distribuição geográfica e hábitats preferenciais das espécies. Os critérios da IUCN foram utilizados para a determinação do status de conservação de cada táxon. A região trnD-trnT do genoma cloroplastídico foi usada para investigar a estrutura filogeográfica de M. radula. O gênero está representado nestes campos por 75 espécies, sendo este número 1,7 vezes maior do que o citado na literatura. A maior parte das espécies está incluída na seção Mimosa (31 spp), seguida pela seção
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A comunidade de Pimplinae (Hymenoptera, Ichneumonidae) em área de Mata Atlântica de região de Campos do Jordão, SP, Brasil : taxonomia, diversidade e distribuição

A comunidade de Pimplinae (Hymenoptera, Ichneumonidae) em área de Mata Atlântica de região de Campos do Jordão, SP, Brasil : taxonomia, diversidade e distribuição

Zaglyptus Foerster (Figura 23) - Coloração preta, avermelhada e branca. Carena occipital completa, carena submetapleural representada apenas por um vestígio na região anterior; ausência da nervura 3rs-m na asa anterior; presença de protuberâncias na face posterodorsal do propódeo; fêmeas com ápice do ovipositor abruptamente afilado, projetando além do ápice do metassoma; garras tarsais com um lobo basal (GAULD, 1991). Gênero moderadamente pequeno de distribuição cosmopolita. São citadas cinco espécies para a região neotropical, apenas uma para o Brasil (YU et al., 2005). São espécies associadas a aranhas que guardam seus ovos. As larvas se desenvolvem como ectoparasitóide idiobionte gregário de aranhas ou pseudoparasitoides de ovos de aranha (GAULD, 1991). Neste estudo foi descrita uma nova espécie para esse gênero.
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Taxonomia, distribuição ambiental e considerações biogeográficas de algas verdes macroscópicas em ambientes lóticos de unidades de conservação do sul do Brasil

Taxonomia, distribuição ambiental e considerações biogeográficas de algas verdes macroscópicas em ambientes lóticos de unidades de conservação do sul do Brasil

Outro pressuposto da utilização destes organismos neste tipo de estudo é que a identificação dos táxons seja segura e represente da melhor forma unidades confiáveis de medida. Assim, a utilização de táxons em nível específico se torna a opção mais recomendada e a indução da reprodução sexuada dos organismos estéreis seria a melhor alternativa. Entretanto, como já discutido acima, a indução da reprodução sexuada é considerada inviável em estudos ecológicos por dois motivos principais: 1) apesar de vários estudos buscarem induzir a reprodução sexuada em laboratório, não se conhece uma maneira eficaz de consegui-la, além de provavelmente existirem diferenças na indução entre táxons distintos e; 2) a taxonomia destes grupos tem se baseado na combinação de alguns caracteres que são reconhecidamente variáveis e sofrem efeitos especialmente da poliploidia não representando, portanto, linhagens naturais. Além disso, ainda no contexto dos trabalhos ecológicos, mesmo se considerados somente os organismos férteis coletados no campo há o problema de que a reprodução sexuada é induzida por condições desfavoráveis (Hainz et al. 2009) e, portanto, a presença de uma espécie pode estar mais relacionada a um estresse ambiental do que propriamente a uma condição ecológica.
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Revisão da taxonomia e distribuição do gênero Trechona C. L. Koch, 1850 (Arachnida: Araneae: Dipluridae)

Revisão da taxonomia e distribuição do gênero Trechona C. L. Koch, 1850 (Arachnida: Araneae: Dipluridae)

Espécie baseada em uma fêmea holótipo de Bogotá, Colômbia (corpo 34 mm de comprimento). O holótipo é um espécime alfinetado e fixado a seco, depositado no ZMHB. Uma fotografia do habitus do holótipo, gentilmente enviada pelo curador do ZMHB, Dr. Jason Dunlop, foi analisada. De acordo com a fotografia e a descrição original de KARSCH (1879), o holótipo tem fiandeira lateral posterior 1,5 mais longa que o corpo e não possui faixas transversais sobre o abdome. Além disso, Karsch não citou a existência de cerdas clavadas sobre a face interna da coxa do pedipalpo. Todas as espécies de Trechona conhecidas têm fiandeiras mais curtas (até pouco mais de 75% do comprimento do abdome), faixas transversais sobre o abdome e uma espessa camada de cerdas clavadas na face interna da coxa do pedipalpo. Assim, Trechona sericata deve ser excluída do gênero. As fiandeiras alongadas, com pernas e tarso flexível, indicam que esta espécie poderia pertencer ou ao gênero Linothele Karsch 1879, ou a Ischnothele Ausserer 1875. Linothele é um gênero comum na Colômbia, com algumas espécies que ostentam fiandeiras muito longas e tarso flexível. Ischnothele também é encontrada na Colômbia, representada por Ischnothele caudata Ausserer 1875, uma espécie de ampla distribuição naquele país (COYLE, 1995). Levando em consideração o abdome alongado, as pernas relativamente longas, a forma da carapaça e a região ocular ampla do holótipo, além da coloração acobreada, é evidente que T. sericata pertence a Linothele, assemelhando-se a L. megatheloides Paz & Platnick 1977. Então, Trechona sericata = Linothele sericata (Karsch, 1879) comb. nov.
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Taxonomia e distribuição do gênero Navicula "sensu stricto" (Bacillariophyceae) em reservatórios da Bacia do Alto Tietê e de bacias vizinhas

Taxonomia e distribuição do gênero Navicula "sensu stricto" (Bacillariophyceae) em reservatórios da Bacia do Alto Tietê e de bacias vizinhas

Por identificarem espécies e variedades, destaquem-se os de Tavares (2001) que realizou o levantamento florístico das Naviculales (Bacillariophyceae) do Estado de São Pa[r]

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Taxonomia e distribuição das lagostas (Crustacea: Decapoda: Achelata e Polychelida) no Oceano Atlântico

Taxonomia e distribuição das lagostas (Crustacea: Decapoda: Achelata e Polychelida) no Oceano Atlântico

O presente estudo aborda aspectos sistemáticos e biogeográficos das lagostas pertencentes as infraordens Achelata Scholtz & Richter, 1995 e Polychelida De Haan, 1841 que ocorrem no Oceano Atlântico. Constituindo um relevante recurso ecológico, comercial e científico, são encontradas em uma grande variedade de habitats e profundidades desde a região intertidal até a região abissal, ultrapassando os 5000m. De acordo com os dados obtidos através da literatura e da análise de exemplares provenientes de coleções carcinológicas nacionais e internacionais a fauna de lagostas (Achelata e Polychelida) do Oceano Atlântico é composta por 50 espécies, distribuídas em 3 famílias, 3 subfamílias e 18 gêneros. Para os táxons são fornecidas diagnoses e chaves de identificação, sendo que o tratamento formal de cada espécie inclui sinonímia, tipo(s), localidade-tipo, descrição, tamanho, coloração, hábitat, distribuição geográfica, observações, mapa de distribuição e ilustrações. O estudo biogeográfico realizado caracteriza e discute os padrões distribucionais encontrados, juntamente, com os fatores abióticos que influenciam na distribuição das espécies. São ainda analisados os graus de valência ecológica das espécies em relação aos tipos de substratos ocupados e gradientes batimétricos.
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Taxonomia e distribuição da família Porcellanidae Haworth (Crustacea: Decapoda: Anomura) no litoral brasileiro

Taxonomia e distribuição da família Porcellanidae Haworth (Crustacea: Decapoda: Anomura) no litoral brasileiro

Foram identificadas 20 espécies de porcelanídeos, porém, devido à ampla distribuição geográfica e à ampla variação morfológica, acredita-se que algumas espécies, tais como Petrolisthe[r]

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Anatomia, taxonomia e distribuição geográfica dos caracóis gigantes do "Complexo...

Anatomia, taxonomia e distribuição geográfica dos caracóis gigantes do "Complexo...

Somente no final do século XIX, quando já eram descritas 28 espécies dos atuais Megalobulimus, que uma sistemática e taxonomia baseadas em caracteres da anatomia dos tecidos moles foram iniciadas com os trabalhos de Pilsbry (1894), que criou a subfamília Acavinae na família Helicidae, a qual foi posteriormente elevada pelo mesmo autor à família (Acavidae) com a subfamília Strophocheilinae para abrigar os gêneros Gonyostomus Beck, 1837 e Strophocheilus, este último incluía no subgênero Borus, os atuais Megalobulimus (Pilsbry, 1902). Os acavídeos foram definidos por terem uma genitália simples com o vaso deferente inserido diretamente no pênis ou ampliado em uma epifalo sem flagelo; ausência de saco de dardo ou glândulas mucosas, mas às vezes com um apêndice alto na vagina; ovos com cascas fortes e jovens muito grandes na eclosão; mandíbula sólida, lisa ou verticalmente estriada; rádula com dentes todos unicúspides; concha embrionária grande, claramente diferenciada do crescimento posterior por escultura, e; concha grande e sólida (Pilsbry, 1894), enquanto que os Strophocheilinae possuíam como caracteres o rim longo; ausência de um ureter tubular; abundante venação na região cardíaca da cavidade palial, e; mandíbula sólida e lisa (Pilsbry, 1902). Posteriormente a família Acavidae foi elevada à superfamília Acavoidea, e a subfamília Strophocheilinae à família Strophocheilidae, sendo esta a sistemática atual (Bouchet & Rocroi, 2005).
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OSTRACODES DA FORMAÇÃO SANTANA (CRETÁCEO INFERIOR, APTIANO SUPERIOR), BACIA DO ARARIPE, NE-BRASIL: TAXONOMIA, DISTRIBUIÇÃO ESTRATIGRÁFICA E PALEOECOLOGIA

OSTRACODES DA FORMAÇÃO SANTANA (CRETÁCEO INFERIOR, APTIANO SUPERIOR), BACIA DO ARARIPE, NE-BRASIL: TAXONOMIA, DISTRIBUIÇÃO ESTRATIGRÁFICA E PALEOECOLOGIA

Diagnose. Subovalada em vista lateral, com maior altura na região mediana. Valva esquerda maior que a direita; caracterizada por ornamentação composta por costelas e sulcos que se estendem ao longo de toda a valva. Charneira formada por barra e canelura. Cicatriz do adutor apresenta seis marcas; mandibular, duas; obliquamente anteroventrais em relação às do adutor; e antenal, duas, anterodorsais às mandibulares. Dimorfismo sexual moderadamente acentuado, relacionado a altura e comprimento das carapaças (Martin, 1958, Moore, 1961). Distribuição estratigráfica. Jurássico superior, Oxfordiano, ao Cretáceo inferior, Barremiano (El Albani et al., 2004); possivelmente até o Cenomaniano médio (Viviers et al., 2000). Discussão. Cetacella se assemelha ao gênero Petrobrasia Krömmelbein, 1965 com relação à ornamentação estriada, mas difere pelo formato geral da carapaça: o primeiro tende a ser elíptico, enquanto o segundo é subtriangular. Em relação a Damonella Anderson, 1966, apresenta o mesmo formato geral, mas com discrepâncias na ornamentação e recobrimento na margem ventral, bastante pronunciado em Damonella e uma das principais características diagnósticas do gênero. Em relação a Zonocypris Müller, 1898, apresenta grande semelhanças de ornamentação tamanho e formato geral, embora seja evidente a diferença em vista dorsal na comparação com a espécie-tipo, Z. madagascariensis Müller 1898 (Müller, 1898, Lyubimova et al., 1960). O gênero inicialmente foi registrado no Kimmeridgiano da Alemanha (Martin, 1958; Moore, 1961); trabalhos posteriores apontam ocorrências no Cretáceo, desde o Barremiano (El Albani et al., 2004) até possivelmente o Aptiano- Cenomaniano médio (Viviers et al., 2000).
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O gênero Holochilus (Mammalia: Cricetidae) no Rio Grande do Sul: taxonomia e distribuição.

O gênero Holochilus (Mammalia: Cricetidae) no Rio Grande do Sul: taxonomia e distribuição.

Segundo Hershkovitz, 1955, o gênero está constituído por duas espécies, H.. magnus com distribuiç=-ao restrita ao Uruguai e sul do Brasil.[r]

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Ingeae Benth. (Leguminosae Mimosoideae) no estado de Minas Gerais, Brasil: taxonomia, morfoanatomia de nectários extraflorais e padrões de distribuição geográfica

Ingeae Benth. (Leguminosae Mimosoideae) no estado de Minas Gerais, Brasil: taxonomia, morfoanatomia de nectários extraflorais e padrões de distribuição geográfica

Comentários: Albizia lebbeck é reconhecida pelos foliólulos com ápice obtuso, nervação palminérveos e inflorescência em pseudo-racemo terminal (Barneby & Grimes, 1996). No presente trabalho, considerou-se a unidade de inflorescência do tipo umbeliforme por apresentar flores laterais pediceladas e apenas uma flor terminal séssil, aproximando-se mais do tipo umbela, reunidas em fascículos. Em Minas Gerais, ainda se diferencia das outras espécies por apresentar folhas entre 17 e 40 mm comprimento e unidades de inflorescência tipo umbeliforme. A espécie é nativa do Leste da Ásia e devido à importância econômica possui distribuição pantropical, com ocorrência na África, Oceania, Ásia e nas Américas do Norte, Central e do Sul (Barneby & Grimes, 1997; Ildis, 2011). Em Minas Gerais, é encontrada em capoeiras, beira de estradas sob domínio fitogeográfico da Floresta Atlântica e Cerrado e cultivada em praças, ruas e quintais. Pelo fato de a espécie ser exótica, não foi estabelecido status de conservação para ela. Floresce entre os meses de novembro e março e frutifica entre março e setembro.
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Taxonomia, filogenia e distribuição de Cercomacra Sclater, 1858 (Aves: Thamnophi...

Taxonomia, filogenia e distribuição de Cercomacra Sclater, 1858 (Aves: Thamnophi...

Machos são indistinguíveis daqueles de Cercomacra manu, porém as fêmeas podem ser diagnosticadas pelo padrão mais estriado do ventre, presença de penas brancas evidentes no mento e especialmente pelo dorso cinza (olive gray 5Y 4/2), seguindo os mesmos padrões das coberteiras das rêmiges, sem qualquer traço de marrom ou oliva (Figura 39). Possui ombros brancos, em contraste com fêmeas de Cercomacra manu. Embora esta conclusão baseia-se na única fêmea disponível em coleções (MPEG 52307), a vocalização de duas populações alopátricas pôde ser definida. Aqui se assume que o canto do tipo 2 corresponde ao táxon sem nome disponível. Há diferenças significativas na morfometria dessas duas espécies, sendo Cercomacra manu maior em todas as medições, nas quais há sobreposição na distribuição de valores (Tabela 22). A diagnose vocal está no formato e duração das segundas e quarta notas (mais longas e com variação de frequência similar à temporal) das frases com quatro notas. Ocorre ao sul do rio Amazonas no Brasil, ao leste do rio Tapajós ao leste até o Maranhão, sempre associada aos tabocais. Com exceção dos indivíduos coletados em Paranaíta, não há outros representantes deste complexo no interflúvio Madeira-Tapajós (Figura 38). Em Abunã, Rondônia, a coloração do dorso de uma fêmea (INPA 198) coletada na margem oeste do rio Madeira corresponde a Cercomacra manu, enquanto o canto de um macho gravado na mesma localidade foi atribuído ao da espécie nova III.
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