Top PDF Taxonomia do gênero Heliotropium L. (Heliotropiaceae) no Brasil.

Taxonomia do gênero Heliotropium L. (Heliotropiaceae) no Brasil.

Taxonomia do gênero Heliotropium L. (Heliotropiaceae) no Brasil.

Material selecionado examinado: BRASIL. Alagoas: Joaquim Gomes, XI/1982, fl. fr., Staviski & Sant’ana 391 (MAC); Maceió, IV/1996, fl. fr., Reis s.n. (MUFAL 2836); Olho d’Água do Casado, III/1999, fl. fr., Silva & Moura 52 (PEUFR); Rio Largo, IV/1996, fl. fr., Araújo et al. 23 (MAC, MUFAL); União dos Palmares, XII/1997, fl. fr., Assis et al. 119 (MUFAL). Bahia: Caetité, III/1994, fl. fr., Souza et al. 5399 (ESA); Casa Nova, XII/1956, fl. fr., Dobereiner 39 (RFA); Feira de Santana, IX/1997, fl. fr., Moraes & Costa-Neto 110 (HUEFS); Filadélfia, 10º45’S, 40º04’W, II/1974, fl. fr., Harley 16150 (IPA, K); Itanagra, VIII/1975, fl. fr., Gusmão 187 (ALCB); Paulo Afonso, I/2003, fl. fr., Rebouças 08 (PEUFR). Ceará: Crato, V/1999, fl. fr., Miranda & Lima 3374 (HST); Ererê, IV/2005, fl. fr., Melo et al. 494 (PEUFR); Jaguaruana, VI/1998, fl. fr., Barbosa 10 (VEN); Quixadá, IV/2005, fl. fr., Melo et al. 500 (PEUFR); Santana do Cariri, XII/1981, fl. fr., Peixoto & Peixoto 1635 (UEC); Tauá, XI/1999, fl., Veríssimo 19 (MOSS). Goiás: Monte Alegre de Goiás, 13º14’S, 04º70,9’W, XI/1991, fl., Vieira et al. 1196 (CEN). Maranhão: São Luiz Gonzaga, 04º19’S, 44º40’W, X/1980, fl. fr., Daly et al. D401 (INPA, MG, NY, UEC). Mato Grosso: São Félix do Araguaia, III/1997, fl., Souza et al. 14450 (ESA). Mato Grosso do Sul: Aquidauana, IV/1990, fl. fr., Silva & Leone 12 (COR, PEUFR); Bela Vista, III/2004, fl. fr., Hatschbach et al. 76959 (MBM); Nhecolândia, X/1976, fl., Allem 04 (CEN). Minas Gerais: Pedra Azul, X/1978, fl. fr., Coons 78/1145 (VIC); Pirapora, X/1978, fl., Coens 78/1053 (VIC); Pouso Alegre, IV/1927, fl. fr., Hoehne s.n. (SP 19208). Pará: Santarém, X/1950, fl., Black & Ledoux 50 (IAN). Paraíba: Areia, VII/1989, fl. fr., Lima 23 (EAN); Brejo da Cruz, 06º20’S, 37º33’W, VI/1984, fl. fr., Collares & Dutra 160 (CH, HRB, RB); Cajazeira, V/1982, fl. fr., Miranda & Moura s.n. (JPB); João Pessoa, X/1987, fl. fr., Moura 370 (JPB); Santa Terezinha, IV/2004, st., Melo & Xavier 439 (PEUFR); São João do Cariri, II/1962, fr., Mattos & Mattos s.n. (HAS 66046); São José do Espinhara, IV/2004, fl. fr., Melo & Xavier 445 (PEUFR); Souza, VII/1937, fl. fr., Luetzelburg 28640 (IPA). Pernambuco: Águas Belas, XI/2004, fl. fr., Melo & Silva 469 (PEUFR); Brejo da Madre de Deus, IX/2000, fl. fr., Cantarelli et al. 444 (IPA, MAC, PEUFR, UFP); Ouricuri, V/2003, fl. fr., Rocha 17 (UFP); Garanhuns, XI/2004, fl. fr., Melo &
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Taxonomia e variação geográfica das espécies do gênero Alouatta Lacépède (Primates, Atelidae) no Brasil.

Taxonomia e variação geográfica das espécies do gênero Alouatta Lacépède (Primates, Atelidae) no Brasil.

RESUMO. Neste estudo analisou-se a variação geográfica e não-geográfica de táxons de bugios, gênero Alouatta Lacépède, 1799, que ocorrem no Brasil, com o objetivo de esclarecer a taxonomia do grupo. Para a análise morfológica, examinou-se um total de 1.286 espécimes mantidos em cinco museus brasileiros e dois norte-americanos. O material consistiu basicamente de peles, crânios e ossos hióides; esqueletos e espécimes preservados em via úmida foram escassos. O estudo se baseou na análise qualitativa dos complexos morfológicos em adição a 18 morfométicos do crânio e osso hióide. Antes das decisões taxonômicas, elaborou-se um estudo de variação geográfica, sexual, ontogenética e individual. Reconheceu-se 10 espécies de Alouatta ocorrendo no Brasil, sendo a maioria definida por caracteres discretos, porém diagnósticos. São elas: Alouatta caraya (Humboldt, 1812), A. fusca (Geoffroy Saint-Hilaire, 1812), A. clamitans Cabrera, 1940, A. belzebul (Linnaeus, 1766), A. discolor (Spix, 1823), A. ululata Elliot, 1912; A. juara (Linnaeus, 1766), A. macconnelli (Humboldt, 1812), A. puruensis Lönnberg, 1941 e A. nigerrima Lönnberg, 1941. Alouatta macconnelli e A. clamitans mostraram notável variação geográfica na coloração da pelagem e algumas variáveis morfométricas (polimorfismo) o que dificultou as definições e limites dos táxons. Alouatta belzebul apresentou variação em mosaico na coloração da pelagem. Alouatta ululata e A. puruensis foram definidas pela presença de dicromatismo sexual na pelagem, mas este caráter pode ser um artefato e necessita estudos adicionais para corroborar sua validade. Sinonimizou-se Alouatta belzebul mexianae Hagmann, 1908 com A. discolor; e a validade de Alouatta seniculus amazonica Lönnberg 1941, não foi considerada.
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Contribuições ao conhecimento do gênero Verbesina L. (Heliantheae-Asteraceae) no Brasil : taxonomia e filogenia

Contribuições ao conhecimento do gênero Verbesina L. (Heliantheae-Asteraceae) no Brasil : taxonomia e filogenia

Verbesina L. (Tribo Heliantheae, subtribo Verbesininae) é um gênero subarbustivo a arbustivo, às vezes arbóreo, raro herbáceo, de filotaxia alterna a oposta e lâminas foliares inteiras, pinatifidas a pinatipartidas. A capitulescência é do tipo corimboide, os capítulos podem ser discoides ou radiados e as cipselas possuem de 2 (-3) alas e 2 (-3) aristas. O número cromossômico básico para o gênero é x=16, 17, 18, sendo para as espécies brasileiras o número encontrado foi x=17. Verbesina contêm cerca de 300 espécies com distribuição nas Américas sendo México e Andes locais de maior diversidade. Para o Brasil são registradas nove espécies de ocorrência nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Caracteres micromorfológicos das cipselas apresentaram-se como uma valiosa ferramenta em auxílio à taxonomia, também relacionados a grupos filogenéticos associados ainda a caracteres foliares e cor da corola. Os grãos-de-pólen de Verbesina são homogêneos, porém atributos como espessura da exina, distância entre espinhos e lado do apocolpo podem ser usados na caracterização das espécies. A monofilia de Verbesina foi corroborada assim como uma origem norte-americana com várias introduções independentes na América do Sul, principalmente na região andina. As seções taxonômicas descritas para Verbesina apresentaram-se de forma geral artificiais. Uma data média de 9,04 Ma é estimada para a origem de Verbesina, com as introduções na América do Sul iniciadas por volta de 3,38 Ma, por eventos de dispersão da América do Norte e Central via o Istmo do Panamá. As introduções no Brasil ocorreram entre 2,05-1,61 Ma, por dispersão, a partir de espécies andinas.
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Taxonomia de espécies do gênero Elysia Risso 1818 (Mollusca: Gastropoda: Sacoglossa) do Brasil

Taxonomia de espécies do gênero Elysia Risso 1818 (Mollusca: Gastropoda: Sacoglossa) do Brasil

O gênero Elysia Risso, 1818 representa quase um terço do total de espécies descritas da ordem Sacoglossa, representado por animais com traços evolutivos únicos ou raros no mundo animal. No Brasil, oito espécies válidas são registradas até o presente: Elysia canguzua, Elysia chitwa, Elysia. evelinae, Elysia flava, Elysia ornata, Elysia serca, Elysia subornata e Elysia tuca. Apesar de numeroso, o gênero é pouco estudado anatomicamente, com a maioria dos trabalhos mais recentes voltados apenas para a morfologia externa, coloração e rádula. Desse modo, as características morfológicas e anatômicas das espécies já descritas não são conhecidas ao ponto das sinapomorfias serem identificadas, o que caracteriza Elysia como um gênero parafilético. Com o intuito de acrescentar informações que colaborem com a elucidação do complexo de espécies do gênero Elysia, foi realizada uma caracterização detalhada dos sistemas digestório, reprodutor e nervoso, além da diferenciação externa das espécies encontradas. Duas espécies formalmente não nomeadas para a Ciência são descritas e comparadas com espécies válidas. Características morfológicas como a presença de ornamentação, comprimento pericardial, anastomose dorsal e forma dos parapódios se mostram importantes na identificação das espécies. A coloração difere, principalmente, na presença de pigmentação preta, azul e laranja. O sistema reprodutor se modifica no tipo de sistema (androdiáulico ou triáulico), no número de ampolas hermafroditas, na ocorrência de receptáculo genital e sua conexão com oviduto, na forma da próstata e do pênis e no arranjo dos ductos do sistema. O sistema digestório, apesar de bem semelhante entre os membros, se diferencia, principalmente, na forma da massa bucal e posicionamento do ascus, no tamanho do esôfago e da bolsa esofágica, na ocorrência de pregas no estômago e intestino e no posicionamento do ânus. A rádula, apesar de não ser uma característica diagnóstica determinante na identificação de Elysia, fornece informações valiosas sobre as espécies. O sistema nervoso também se mostrou com um importante papel na identificação das espécies, se diferenciando no tamanho dos gânglios, comissuras e nervos. A adição dessas informações, somadas a fotografias de exemplares vivos e microscopia eletrônica da rádula, atualiza o conhecimento sobre as espécies encontradas no século passado no país. Embora muitos trabalhos recentes reportem a capacidade fotossintética, parentesco molecular e desenvolvimento larval em Elysia como principal solução para resolver a parafilia do gênero, a anatomia e morfologia se mostra crucial nesse processo.
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Taxonomia de Paspalum L., grupo Linearia (Gramineae - Paniceae) do Brasil.

Taxonomia de Paspalum L., grupo Linearia (Gramineae - Paniceae) do Brasil.

gêneros Mesosetum Steud. (Filgueiras 1986) (figura 2E), Acroceras Stapf, Homolepis Chase, Streptostachys Desv. e Tatianix Zuloaga & Soderstrom apresentam hilo linear (Zuloaga & Soderstrom 1985). Quase todas as espécies de Paspalum dos grupos Linearia e Notata possuem hilo elíptico, segundo a classificação de Filgueiras (1986). O hilo de P. pallens é sub-linear (figura 10H). Por outro lado, o hilo de P. plicatulum Michx. e de P. rojasii Hack. é referido como “alongado” por Sendulsky (1965). O hilo dessas duas espécies é semelhante ao de P. pallens (figura 10H). Todavia, Sendulsky (1965) não ressalta este caráter como novo para o gênero, o que aqui é enfatizado. Acentua-se a necessidade de melhor avaliação deste caráter.
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Open O gênero Inga (Leguminosoe, Mimosoideae) no Nordeste do Brasil: citogenética, taxonomia e tecnologia de sementes

Open O gênero Inga (Leguminosoe, Mimosoideae) no Nordeste do Brasil: citogenética, taxonomia e tecnologia de sementes

Inga subnuda Salzm. ex Benth. e I. cylindrica (Vel.) Mart. são espécies arbóreas nativas de ocorrência na costa do Brasil em Florestas ombrófilas, estacionais e restinga arbustiva. São importantes para o sombreamento da cultura do café, na utilização da madeira como lenha e pela sarcotesta adocicada comestível das sementes. O objetivo deste trabalho foi avaliar o armazenamento de sementes de Inga subnuda e I. cylindrica mantidas dentro e fora do fruto e acondicionadas em sacos de polietileno, visando reconhecer o período e as condições para a conservação da sua qualidade fisiológica. O experimento foi conduzido no Laboratório de Análise de Sementes do CCA-UFPB, entre março e maio de 2005, utilizando-se frutos e sementes de I. subnuda e I. cylindrica recém- colhidos em remanescentes de Mata Atlântica, nos municípios de Taquaritinga do Norte - Várzea Alegre e na Serra do Biturí - Brejo da Madre de Deus, no Estado de Pernambuco. Os tratamentos constituíram-se de duas espécies (I. subnuda e I. cylindrica), dois tipos (sementes dentro e fora do fruto) e sete períodos de armazenamento (0, 4, 8, 12, 16, 20 e 24 dias). O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado seguindo um esquema fatorial 2 x 2 x 7. As variáveis avaliadas foram: porcentagem de germinação e de emergência, índices de velocidade de germinação e de emergência, comprimento e massa seca da raiz e parte aérea. O armazenamento de sementes de I. subnuda e I. cylindrica fora do fruto, em sacos de polietileno fechados, a 12°C, com teor de água inicial em torno de 49,04 e 52,42%, respectivamente, proporciona melhor conservação da qualidade fisiológica das sementes no período entre 12 e 16 dias, enquanto as sementes conservadas dentro do fruto têm o potencial germinativo e o vigor reduzidos.
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Taxonomia do gênero Euploca Nutt. (Heliotropiaceae) no Brasil.

Taxonomia do gênero Euploca Nutt. (Heliotropiaceae) no Brasil.

Material selecionado examinado: BRASIL. Acre: Rio Branco-Brasiléia, X/1980, fl . fr., Nelson 753 (INPA). Alagoas: Arapiraca, V/1982, fl . fr., Lyra-Lemos & Staviski 478 (MAC); Estrela de Alagoas, 09º23’00”S, 36º46’15”W, s/d, fl . fr., Lyra Lemos 5343 (IMA); Piranhas, X/1999, fl . fr., Silva & Moura 1128 (PEUFR); Traipu, V/1990, fl . fr., Lyra-Lemos & Esteves 2534 (MAC). Bahia: Abaíra, 13º18’S, 41º48’W, XII/1992, fl . fr., Hind et al. 50477 (CE- PEC, HUEFS, K, SPF); Caraíba, VIII/1994, fl . fr., Guedes s/n (ALCB 26953, CTES 284223); Glória, VII/1995, fl . fr., Bandeira 250 (HRB, IPA, HUEFS); Irecê, V/1984, fl . fr., Fotius 3859 (IPA); Itiúba, 10º42’S, 39º50’W, I/1997, fl . fr., Arbo et al. 7298 (CEPEC, CTES); Jacobina, X/1995, fl . fr., Jardim et al. 695 (CEPEC); Jequié, III/1977, fl . fr., Sheperd et al. 4458 (UEC); Juazeiro, III/2004, fl . fr., Félix et al. 10117 (EAN); Lagoa da Eugenia, 10º40’S, 39º43´W, II/1974, fl . fr., Harley 16238 (IPA, K); Livramento de Nossa Senhora, 13º37’22”S, 41º49’17”W, I/2005, fl . fr., Melo et al. 488 (PEUFR); Queimadas, 10º55’35”S, 39º36’00”W, XI/1986, fl . fr., Queiroz 1157 (HUEFS); Rio de Contas, I/2005, fl . fr., Melo et al. 489 (PEUFR); São Sebastião do Passé, X/1998, fl . fr., Nascimento et al. 91 (ALCB); Tucano, X/1961, fl . fr., Lima 61-3941 (IPA). Ceará: Caridade, II/1997, fl . fr., Ferrucci & Figueiredo 1138 (CEPEC); Crato, VIII/1986, fl . fr., Lima 270 (IPA); Santana do Cariri, XII/1981, fl . fr., Peixoto & Peixoto 1645 (UEC); Serra de Baturité, X/1939, fr., Eugenio 80/A (RB); Quixadá, IV/2005, fl . fr., Melo et al. 501 (PEUFR). Goiás: Campinaçu, X/1995, fl . fr., Walter 2782 (CEN); Niquelândia, VII/1994, fl . fr., Filgueiras & Oliveira 2969 (IBGE, UEC). Maranhão: Benedito Lei- te, I/2005, fl . fr., Miranda et al. 4770 (HST); Santa Inês, X/1975, fl . fr., Santos 3069 (CEPEC). Mato Grosso: Poconé, IX/1991, fl . fr., Schessl 2207 (CH); Xavantina, VII/1976, fl . fr
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Revisão da taxonomia e distribuição do gênero Trechona C. L. Koch, 1850 (Arachnida: Araneae: Dipluridae)

Revisão da taxonomia e distribuição do gênero Trechona C. L. Koch, 1850 (Arachnida: Araneae: Dipluridae)

Ciências Naturais da Bélgica (IRNSB), pois a maioria dos aracnídeos coletados pela missão belga ao Brasil, e publicados no mesmo volume em que foi descrita T. adspersa, foram depositados nesse museu, incluindo seis espécies de opiliões (KURY, 2003). Infelizmente, o holótipo não foi encontrado no IRNSB (L. Baert, comunicação pessoal) e está, provavelmente, perdido. Tanto a descrição, como as ilustrações fornecidas por BERTKAU, 1880 (pr. 1, fig. 9) indicam tratar-se de um espécime de Nemesiidae. O holótipo é uma pequena aranha (corpo comprimento 11 mm), com manchas claras abundantes, dispostas transversalmente, no abdome, palpo com tíbia curta e engrossada e bulbo copulatório afinando regularmente até a extremidade do êmbolo, todas características similares ao de alguns representantes de Nemesiidae. Além disso, uma fêmea de um gênero inédito de Nemesiidae (R. Baptista, com. pessoal) foi coletada próximo à localidade-tipo, muito similar à descrição de Bertkau. Como não é possível realizar uma atribuição genérica precisa, “Trechona adspersa” é considerada como Nemesiidae incertae sedis.
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Sinopse taxonômica de Boraginaceae sensu lato A. Juss. no Estado de Alagoas, Brasil.

Sinopse taxonômica de Boraginaceae sensu lato A. Juss. no Estado de Alagoas, Brasil.

Tratamento – Os estudos morfológicos comparativos foram desenvolvidos no Laboratório de Taxonomia Vegetal (LATAV) da Universidade Federal Rural de Pernambuco, baseando-se em espécimes depositados nos herbários MAC e MUFAL, complementados pela análise de materiais pertencentes aos herbários IPA, PEUFR e UFP. Para a identificação dos táxons foram consultados protologos, floras locais e regionais (Smith 1970; Guimarães et al. 1971; Harvey 1995; Costa & Prance 1999; Ranga & Cavalheiro 2002; Melo & França 2003; Melo & Sales 2004; 2005a; Melo & Andrade 2007), além de estudos revisionais (Taroda 1984) ou, quando possível, os espécimes-tipo. As estruturas morfológicas, vegetativas e reprodutivas, foram caracterizadas com base nos trabalhos de Hickey (1973), Radford et al. (1974), Rizzini (1977) e Payne (1978). O tratamento intrafamiliar fundamentou-se em Gürke (1893) e Al- Shehbaz (1991), enquanto o infragenérico fundamentou- se em Johnston (1928; 1930), Taroda & Gibbs (1986a; 1986b; 1987) e Förther (1998). Foram também consultados os trabalhos de Melo & Sales (2004; 2005a)
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Taxonomia do gênero Macropeplus Perkins (Monimiaceae, Monimioideae)

Taxonomia do gênero Macropeplus Perkins (Monimiaceae, Monimioideae)

Monimiaceae sensu lato, é composta por cerca de 30 gêneros e 400 espécies de árvores ou arbustos, raramente plantas escandentes, distribuídas nas regiões tropicais e subtropicais, especialmente no Hemisfério Sul, sendo o Sul- Sudeste do Brasil e o Arquipélago Malaio os principais centros de dispersão (Hutchinson, 1964; Barroso et al. 1978). No Brasil ocorrem seis gêneros e cerca de 95 espécies (Peixoto et al. ined.b), sendo Siparuna Aublet e Mollinedia Ruiz & Pav. os mais numerosos. A família foi tratada do ponto de vista taxonômico por Jussieu (1809), Tulasne (1857), Perkins (1898), Perkins & Gilg (1901), Hutchinson (1964), que de modo geral a subdividiram em subfamílias, englobando tribos e gêneros reconhecidamente de difícil interpretação e de afinidades filogenéticas mais ou menos estreitas (Peixoto, 1987; Lorence, 1985). Segundo Cronquist (1981), a família engloba quatro subfamílias: Monimioideae, Atherospermoideae, Hortonioideae e Siparunoideae, constituindo-se em um grupo reconhecidamente polifilético. Schodde (1970), com base em caracteres morfológicos, propôs a elevação de Siparunoideae à categoria de família, estabelecendo assim Siparunaceae. Renner (1998) e Renner & Zanis (ined.), com base principalmente em evidências moleculares, mostraram a estreita afinidade de Monimiaceae sensu str. com Lauraceae e de Siparunaceae com Atherospremataceae.
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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

Mas, estava pensando vindo para cá. Bom eu militei no PCB. Eu sou forjado no pior partido político que o Brasil já teve, mas na melhor escolha de quadros que este país já conheceu que é o finado PCB, o Partido Comunista Brasileiro. Eu participei da luta pela Constituinte, pelas Diretas Já, a Campanha de Anistia, enfim... Dediquei uma parte importante da minha juventude a isso e estou pensando hoje, em 2010, então estamos completando vinte cinco anos da Nova República. Vinte cinco anos. E eu acho um absurdo, depois de vinte e cinco anos da reconquista da democracia, de derrotar uma ditadura, estar aqui, discutindo com vocês a mesma coisa [risos do público], isso é um absurdo, é um atraso. O que eu quero denunciar é o seguinte: o Brasil, a sociedade brasileira, é vitima de ataques à democracia. O mensalão é um ataque à democracia, como legislação especifica a. legislação eleitoral é um ataque a democracia. E a sociedade tem que reagir com firmeza a isso. Eu digo isso com firmeza porque quando eu era membro do movimento estudantil, com capa preta e tudo mais, eu conheço todos os caras que estão aí no poder, eram os caras que não estudavam [risos e aplausos]. Eles roubavam a eleição do DCE, eles faziam da prática do roubo, prática política, hoje moramos num país onde o presidente faz da mentira prática política, esta é a verdade e
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João Márcio Mendes Pereira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense Contato eletrônico: joao_marcio1917yahoo.com.br Resumo: O texto analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados

João Márcio Mendes Pereira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense Contato eletrônico: joao_marcio1917yahoo.com.br Resumo: O texto analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados

É curioso que os proponentes do MRAM, de modo geral, tenham adotado o discurso da complementariedade entre a sua proposta e o “modelo tradicional”, uma vez que, seguindo o seu próprio raciocínio, não se consegue explicar por que se precisa complementar o que, em tese, é caro demais e não funciona. Depois de condenarem politicamente o tal “modelo tradicional” a uma posição marginal e residual, por que razão o mesmo deveria ser “complementado”? Não é difícil perceber que a própria lógica desse discurso, toda estruturada sobre a suposta negatividade “genética” do modelo desapropriacionista, anula a retórica da complementariedade. Além disso, há um problema de fundo nesse tipo de formulação. Se já é discutível fazê-lo para outras sociedades, como é possível, no Brasil, sustentar seriamente a tese da falência do tal “modelo tradicional” de reforma agrária, se o mesmo nunca foi levado adiante de maneira substantiva? Não é difícil perceber que o pressuposto do discurso do BM ⎯ reproduzido por inúmeros intelectuais brasileiros, muitos dos quais outrora ligados à esquerda ⎯ era (e continua sendo), no mínimo, equivocado.
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Coleção História Social do Campesinato no Brasil

Coleção História Social do Campesinato no Brasil

Portanto, as negociações em torno das alternativas de ocupação do espaço físico e social marcaram e impregnaram a proposição de modos de vida orientados por valores cuja elaboração tornou possível a legitimidade da coexistência política e cultural. Modos de vida que também reafi rmam o direito à luta pela autonomia, emblematizada pela célebre referência à vida na fartura. Ora, tudo isso, relembramos, fora construído no contexto de imposição de formas de dominação objetivadas com base na grande produção. Por esse motivo, a vida segundo a lógica expropriatória objeti- vada na grande propriedade foi concebida como destruidora da dignidade social. A honra estava (assim e inclusive) pautada pela defesa do acesso à alimentação, todavia em condições socialmente concebidas como adequa- das à reprodução saudável do trabalhador e dos membros de sua família. Dessa forma, no Brasil, os produtores agregados pela forma de orga- nização camponesa estão presentes como atores sociais que participaram e participam da construção da sociedade nacional. Esse reconhecimento não se funda tão-somente em uma dimensão politizada de defesa dessa visibilidade social. Ele também se explica pelos princípios de constituição das formas hegemônicas de organização da produção social. Destacaremos três dimensões desse protagonismo. Em primeiro lugar, o campesinato representa um pólo de uma das mais importantes contradições do capital no Brasil, que consiste em sua incapacidade de se “libertar” da propriedade fundiária. O signifi cado que a propriedade da terra tem até hoje, como um elemento que ao mesmo tempo torna viável e fragiliza a reprodução do capital, gera uma polarização (de classe) entre o proprietário concentrador de terras (terras improdutivas) e aquele que não tem terras sufi cientes. Desse fato decorrem duas conseqüências principais. Por um lado, essa contradição não é residual na sociedade brasileira, constituindo-se um dos pilares de sua estrutura social; por outro, a principal luta dos camponeses é pela construção de seu patrimônio, condição sine qua non de sua existência. Essa luta foi e continua sendo muito forte em diversos momentos e sob as mais variadas formas. Ela tem um caráter eminentemente político e corresponde ao que se costuma chamar o “movimento camponês”.
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SOBRE A RELAÇÃO ENTRE REGIMES POLÍTICOS E DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO: APONTAMENTOS PARA UM ESTUDO SOBRE A HISTÓRIA DA CT DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO

SOBRE A RELAÇÃO ENTRE REGIMES POLÍTICOS E DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO: APONTAMENTOS PARA UM ESTUDO SOBRE A HISTÓRIA DA CT DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO

RESUMO : Esse trabalho é um estudo preliminar – através de uma revisão da literatura, em especial daquela relativa a estudos sobre a ciência – acerca das relaçõ[r]

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Octavio Ianni e o proletariado rural no Brasil — Outubro Revista

Octavio Ianni e o proletariado rural no Brasil — Outubro Revista

Florestan Fernandes (1972), em Anotações sobre Capitalismo Agrário e Mudança Social no Brasil, já chamava atenção para o fato de que as análises em torno da economia agrária brasileira possuem lacunas de monta, especialmente no que diz respeito i) a estudos sistemáticos sobre a heterogeneidade e complexidade da população brasileira e ii) às formas de trabalho e à evolução do mercado interno do século XVI aos nossos dias. Cinco décadas após essa sinalização, este artigo tematiza introdutoriamente parte do segundo desafio lançado pelo célebre pensador: as formas de trabalho e as particularidades assumidas pela extração de trabalho excedente no campo brasileiro a partir da segunda metade do século XIX.
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O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Observações: ocorre no Brasil (RJ, SP, PR, SC, RS). Coletada com flores e frutos durante praticamente todo o ano. No Paraná é bastante comum em formações pioneiras (Restingas), onde ocorre em solos arenosos em locais ensolarados nas bordas da mata, junto à praia. A morfologia de suas flores varia bastante, o que pode causar confusão com E. puniceoluteum F. Pinheiro & F. Barros. As flores de E. fulgens variam desde o amarelo até o vermelho, que tende para o alaranjado, e possuem labelo trilobado, com lobos laterais suborbiculares, lobo mediano emarginado a profundamente emarginado de margens fimbriadas e istmo pouco evidente. Epidendrum puniceoluteum, por sua vez, apresenta flores predominantemente vermelho-purpúreas, tendendo para o bordô, e labelo com lobos laterais obtriangulares, lobo mediano bilobulado e istmo bastante evidente. Foram encontrados, porém, exemplares que apresentam características intermediárias entre elas, e que, por ocorrerem na mesma faixa de restinga, acredita-se que sejam híbridos naturais entre essas duas espécies. 9. Epidendrum geniculatum Barb. Rodr., Gen. Spec. Orchid.
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André Luiz da Costa Moreira

André Luiz da Costa Moreira

O presente estudo objetivou levantamento das espécies de Jacquemontia Choisy (Convolvulaceae) ocorrentes no estado de Goiás e Tocantins e a ampliação do conhecimento sobre os limites morfológicos das espécies e sua distribuição geográfica. Os estados de Goiás e Tocantins estão localizados nas regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil, respectivamente. O estudo foi baseado na análise de espécimes depositados em herbários da região Centro-Oeste, sendo estes UB, CEN, HEPH e IBGE, além de herbários com acervos representativos de diversas regiões como ESA, MBM, R, RB, SP, SPF e UEC, além das observações de algumas espécies no campo e materiais-tipo. Foram registradas 17 espécies, sendo 16 ocorrendo para o estado de Goiás e sies para Tocantins: Jacquemontia blanchetii Moric., J. choisyana Meisn., J. densiflora (Meisn.) Hallier f., J. evolvuloides (Moric.) Meisn., J. fusca (Meisn.) Hallier f., J. gracilis Choisy, J. gracillima (Choisy) Hallier f., J. heterotricha O'Donell, J. nodiflora (Desr.) G.Don, J. sphaerocephala Meisn., J. sphaerostigma (Cav.) Rusby, J. spiciflora (Choisy) Hallier f., J. tamnifolia (L.) Griseb., J. velutina Choisy, J. villosissima Ooststr., J. warmingii O´Donell, Jacquemontia sp. nov. Quatro espécies constituem-se em registro de nova ocorrência para Tocantins, e uma nova espécie de Jacquemontia é registrada para Goiás. Foram elaboradas descrições, ilustrações, chave de identificação e comentários taxonômicos e ecológicos sobre as espécies estudadas.
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Estratificação Socioeconômica e C

Estratificação Socioeconômica e C

Pesquisas ad hoc são feitas em praticamente todas as áreas de conhe- cimento: em marketing (por exemplo, testando o conceito de um novo pro- duto, de uma nova embalagem, em pré e pós-teste de comerciais etc.); em recursos humanos (pesquisa sobre clima organizacional, ergonomia, satis- fação com benefícios sociais dados aos empregados etc.); em educação (per- cepção de alunos em relação a pontos fortes e fracos associados a diferentes processos de ensino/aprendizagem), em arquitetura (percepção de mora- dores em relação a plantas de apartamentos); em medicina (descrição de sensações ou reações por pacientes quanto ao uso de novos medicamentos); em engenharia automotiva (avaliação feita por motoristas de estabilidade, desempenho, consumo de combustível, conforto de um automóvel); em ci- ência política (fatores relevantes considerados pelos eleitores na escolha de um candidato a prefeito); em sociologia (percepção em relação a questões de homofobia, preconceito racial, geracional, socioeconômico, de gênero etc.). Pesquisas ad hoc são aquelas mais comumente realizadas pelas empre- sas (anunciantes, veículos de comunicação, agências de propaganda etc.), pelo governo, por organizações do terceiro setor, por partidos políticos, por instituições religiosas e, inclusive, por pesquisadores acadêmicos e por alunos de mestrado e doutorado na elaboração de suas dissertações e teses, respectivamente.
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Carla de Barros Reis Diego Resende Martins Lucas Gomes

Carla de Barros Reis Diego Resende Martins Lucas Gomes

A análise da utilização dos serviços de saúde no Brasil no período 1998-2008 sugere uma melhora, principalmente na área do cuidado primário. Essa melhora ocorreu tanto no aumento das taxas de utilização como na redução das desigualdades sociais especialmente para os indicadores de consulta médica e consulta odontológica. No Brasil, o IC relativo à utilização de consultas médicas reduziu de 0,07 para 0,04, um decréscimo de cerca de 50%. Ao padronizar por idade e sexo, observou-se uma diminuição da desigualdade favorável aos ricos. Esse resultado reflete a estrutura etária mais envelhecida dos grupos de maior renda. Por outro lado, a inclusão das medidas que controlam para o estado de saúde aumentou a desigualdade social, evidenciando as piores condições de saúde dos indivíduos mais pobres 30,31,32 .
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Identificação e avaliação de novas adesinas em Leptospira interrogans por shotgun...

Identificação e avaliação de novas adesinas em Leptospira interrogans por shotgun...

Por outro lado, as proteínas poderiam ser secretadas pelas bactérias logo após sua expressão, sendo somente possível observá-las na fração do sobrenadante das culturas, a qual é geralmente eliminada durante o processamento dos extratos de leptospiras. Matsunaga e colaboradores demonstraram a presença da forma secretada da proteína LigA nos sobrenadantes de culturas, e a expressão das proteínas LigA e LigB apresentou níveis aumentados após cultivo in vitro de leptospiras a 37°C e com adição de 80-120 mM de NaCl, condições que mimetizam o ambiente presente na infecção de hospedeiros (MATSUNAGA et al., 2005; MATSUNAGA et al., 2013). Contudo, a partir da realização de um experimento semelhante, em que bactérias L. interrogans foram cultivadas em meio EMJH ou EMJH com adição de 120 mM de NaCl, a 30°C ou 37°C (Tabela 6 da seção Material e Métodos), não foi possível detectar a expressão in vitro da proteína LepA388 e dos outros membros da família paráloga DUF_61 (Figura 39). Estudos adicionais envolvendo a análise de expressão in vivo podem contribuir para uma melhor determinação das condições de expressão das proteínas desta família, assim como seu papel na infecção de leptospiras no hospedeiro.
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