Top PDF Efeitos da luz e da temperatura na germinação de sementes de Syngonanthus elegantulus Ruhland, S. elegans (Bong.) Ruhland e S. venustus Silveira (Eriocaulaceae).

Efeitos da luz e da temperatura na germinação de sementes de Syngonanthus elegantulus Ruhland, S. elegans (Bong.) Ruhland e S. venustus Silveira (Eriocaulaceae).

Efeitos da luz e da temperatura na germinação de sementes de Syngonanthus elegantulus Ruhland, S. elegans (Bong.) Ruhland e S. venustus Silveira (Eriocaulaceae).

RESUMO – (Efeitos da luz e da temperatura na germinação de sementes de Syngonanthus elegantulus Ruhland, S. elegans (Bong.) Ruhland e S. venustus Silveira (Eriocaulaceae)). O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da luz e da temperatura na germinação de sementes de Syngonanthus elegantulus Ruhland, S. elegans (Bong) Ruhland e S. venustus Silveira. Os experimentos foram realizados em câmaras de germinação sob luz e escuro contínuos nas temperaturas constantes de 15, 20, 25, 30, 35 e 40 ºC e alternadas de 25-15, 30-15, 35-15 e 35-25 ºC. A germinabilidade foi baixa (36,5%), sob luz, em S. elegantulus na faixa de 15 a 30 ºC e elevada em S. elegans (75%) e S. venustus (67,5%), na faixa de 20 a 30 ºC. A temperatura de 40 ºC inibiu a germinação de todas as espécies. No escuro, não ocorreu germinação de sementes de S. elegantulus, enquanto S. elegans apresentou valores de percentagem de germinação muito baixos (11,5%), a 25 e 30 ºC e S. venustus (21%), na faixa de 20 a 35 ºC. Temperaturas alternadas favoreceram a germinação como a faixa de temperatura ótima determinada para cada espécie. As espécies são fotoblásticas positivas em ampla faixa de temperatura, indicando adaptação das mesmas a ambientes abertos, expostos ao sol.
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Efeitos da luz e da temperatura na germinação de sementes de Eremanthus (Asteraceae), ocorrentes na Serra do Cipó, MG, Brasil.

Efeitos da luz e da temperatura na germinação de sementes de Eremanthus (Asteraceae), ocorrentes na Serra do Cipó, MG, Brasil.

RESUMO – (Efeitos da luz e da temperatura na germinação de sementes de Eremanthus (Asteraceae), ocorrentes na Serra do Cipó, MG, Brasil). Estudos de germinação são importantes para a propagação de plantas, regeneração e conservação de comunidades vegetais. O objetivo deste trabalho foi avaliar a viabilidade e o comportamento germinativo de sementes de Eremanthus elaeagnus (Mart. ex DC.) Schultz-Bip, E. glomerulatus Less e E. Incanus (Less.) Less. A viabilidade das sementes foi verificada através do teste de tetrazólio. Os testes de germinação foram realizados sob luz e escuro contínuos em temperaturas constantes de 15, 20, 25, 30, 35 e 40 °C e em temperaturas alternadas (fotoperíodo de 12 h) de 15-25, 15-30, 15-35, 20-30, 20-35 e 25-35 °C. A viabilidade das sementes variou significativamente entre populações e diferentes anos de coleta. As percentagens de germinação das sementes foram sempre baixas, devido, principalmente, à ausência de embriões. Sementes de E. elaeagnus germinaram nas temperaturas de 15 a 30°C, de E. glomerulatus de 20 a 30 °C e E. incanus de 15 a 35 °C. As três espécies germinaram na luz e no escuro, apresentando diferenças significativas entre estes dois regimes apenas nas temperaturas de 25 e 35 ºC (E. incanus) e 30 ºC (E. glomerulatus). Em comparação com as outras espécies Eremanthus incanus apresentou maiores percentagens de germinação em faixa de temperatura mais ampla e suas sementes são mais rápidas para germinar.
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Efeitos da luz e temperatura na germinação de sementes de quatro espécies de plantas daninhas do gênero Digitaria.

Efeitos da luz e temperatura na germinação de sementes de quatro espécies de plantas daninhas do gênero Digitaria.

A germinação das sementes é regulada pela interação de seu estado isiológico e das condições de ambiente, sendo que cada espécie vegetal exige um conjunto de requisitos especíicos quanto à disponibilidade de água, temperatura, luz e profundidade de semeadura, para a ocorrência do processo de germinação. A temperatura é considerada ótima para a germinação das sementes quando permite a expressão do potencial máximo de germinação em menor período de tempo (Popinigis, 1985; Mayer e Poljakoff Mayber, 1989). Normalmente, essa temperatura está relacionada à temperatura da região de origem geográica da espécie, considerando a época favorável para a germinação (Andrade et al., 2000). Dessa forma, existem espécies cujo processo germinativo é favorecido por temperatura constante (Varela et al., 1999; Sousa et al., 2000; Silva, 2001), por alternância de temperatura (Santos e Aguiar, 2000; Lopes e Soares, 2003) ou por um intervalo amplo
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Efeitos da luz, temperatura e estresse de água na germinação de sementes de Caesalpinia peltophoroides Benth. (Caesalpinoideae).

Efeitos da luz, temperatura e estresse de água na germinação de sementes de Caesalpinia peltophoroides Benth. (Caesalpinoideae).

Pela curva de dessecação, observa-se que as sementes perdem seu conteúdo de água em 20 horas, quando ocorre a volta ao seu conteúdo inicial (Figura 1). Portanto, a perda de água das sementes de Caesalpinia peltophoroides é mais lenta que sua embebição. Esses dados sugerem que as sementes de Caesalpinia peltophoroides, uma vez embebidas, perdem lentamente água através do tegumento e o processo de germinação poderá não ocorrer, caso o substrato utilizado não forneça água no período de um dia. Assim, os resultados revelam que, em viveiros, o substrato deverá ser mantido úmido com irrigações diárias para a obtenção da germinação de sementes de Caesalpinia peltophoroides.
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Efeito da temperatura e da luz na germinação de sementes de Acacia polyphylla DC.

Efeito da temperatura e da luz na germinação de sementes de Acacia polyphylla DC.

RESUMO – (Efeito da temperatura e da luz na germinação de sementes de Acacia polyphylla DC.). Acacia polyphylla é uma espécie arbórea característica dos estádios iniciais da sucessão secundária, de grande utilidade na recuperação de áreas degradadas. O presente trabalho teve como objetivo estudar a germinação de suas sementes sob diferentes condições de temperatura e luz. Avaliaram-se os efeitos das temperaturas constantes de 15, 20, 25 e 30 ºC e alternada de 20-30 ºC, sob fotoperíodo de oito horas de luz branca. A temperatura constante de 25 ºC foi a mais adequada para a germinação e o estudo de luz foi realizado nessa temperatura. As sementes foram submetidas à ausência de luz e a fotoperíodos de 1 a 12 horas sob luz branca (alta relação vermelho/vermelho-extremo), além de fotoperíodos sob luz branca iniciados e finalizados com luz de sombreamento (baixa relação vermelho/vermelho-extremo). A porcentagem de germinação não foi afetada pelos diferentes fotoperíodos sob luz branca testados, mas fotoperíodo igual ou superior a quatro horas favoreceu o desenvolvimento inicial das plântulas. A germinação não foi afetada pela luz com baixa relação vermelho/vermelho-extremo, mas na ausência de luz as sementes germinaram em menores porcentagem e velocidade.
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Influência de temperatura, substrato e luz na germinação de sementes de bertalha.

Influência de temperatura, substrato e luz na germinação de sementes de bertalha.

(Tabela 5), verifica-se que as sementes, quando mantidas a 30ºC constante, nos substratos rolo de papel e sobre areia, apresentaram índices de velocidade de germinação significativamente maiores, enquanto sob temperatura alternada de 20-30ºC, os substratos rolo de papel, sobre areia e sobre vermiculita determinaram aumento significativo nesse índice. Nassif e Perez (2000), estudando os efeitos da temperatura na germinação de sementes de amendoim-do- campo, verificaram que a velocidade de germinação é linearmente dependente da temperatura. Para os substratos sobre areia, sobre vermiculita, sobre papel e rolo de papel nas temperaturas de 30ºC e alternada de 20-30ºC, que apresentaram valores de germinação significativamente maiores, foram feitas as curvas de regressão (Figuras 1 e 2). A equação mostra um coeficiente de determinação alto, sugerindo representar adequadamente os dados observados. Verifica-se (Tabela 2 e Figuras 1 e 2) que o substrato rolo de papel diferenciou-se significativamente dos demais substratos
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Luz, substrato e temperatura na germinação de sementes de cedro-vermelho.

Luz, substrato e temperatura na germinação de sementes de cedro-vermelho.

Apesar da importância da espécie em estudo, os dados acerca dos fatores que influenciam sua germinação são escassos e estão restritos a resumos publicados em anais de congresso. Publicado na íntegra, foi encontrado apenas o trabalho desenvolvido por Andrade & Pereira (1994), que avaliaram os efeitos de diferentes temperaturas e substratos na germinação e vigor da referida espécie. Portanto, conhecer as condições que proporcionem germinação rápida e uniforme das sementes é extremamente útil para fins de semeadura. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de diferentes substratos, temperaturas e regimes de luz na germinação de sementes de C. odorata, para gerar dados que possam ser utilizados na elaboração de metodologia padronizada, com informações que facilitem a germinação e a produção de mudas da espécie estudada.
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Temperatura e luz na germinação das sementes de apaga-fogo (Alternanthera tenella).

Temperatura e luz na germinação das sementes de apaga-fogo (Alternanthera tenella).

(Fausey & Renner, 1997). As sementes de Tridax procumbens demonstraram elevada ger- minação nas temperaturas de 25, 30 e 35 ºC, atingindo valores superiores a 90%; entre- tanto, a 15 e 40 ºC a germinação foi nula (Guimarães et al., 2000). Voll et al. (2003) ava- liaram a germinação de sementes de espécies de plantas daninhas sob temperaturas alter- nadas de 30/20 ºC e obtiveram 88% para Bidens pilosa, 31% para Euphorbia heterophylla e 30% para Sida rhombifolia. Nesse regime de alternância de temperatura, os menores ní- veis de germinação ocorreram para Ipomoea grandifolia (5%), Acanthospermum hispidum (4%) e Commelina benghalensis (3%). Estes autores concluíram que a mesma temperatura tem di- ferentes efeitos na germinação de cada espé- cie. Esses resultados corroboram aqueles obti- dos por Adegas et al. (2003) na germinação de Bidens pilosa sob temperatura alternada de 30/ 20 ºC, a qual foi, em média, de 87,5%.
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Efeitos de altas temperaturas na germinação de sementes de capim-dourado (Syngonanthus nitens (Bong.) Ruhland, Eriocaulaceae): implicações para o manejo.

Efeitos de altas temperaturas na germinação de sementes de capim-dourado (Syngonanthus nitens (Bong.) Ruhland, Eriocaulaceae): implicações para o manejo.

(Efeitos de altas temperaturas na germinação de sementes de capim-dourado (Syngonanthus nitens (Bong.) Ruhland, Eriocaulaceae): implicações para o manejo). Este estudo teve por objetivo investigar potenciais efeitos do fogo na germinação de sementes de capim-dourado (Syngonanthus nitens) (Bong.) Ruhland (Eriocaulaceae). Sementes co- letadas na região do Jalapão, Tocantins, foram submetidas a choques de temperaturas de 60°, 100 °C, 150 °C e 200 °C durante 1, 3 e 5 minutos. Foram feitas 5 réplicas, com 20 sementes para cada tratamento, e controle. As sementes foram dispostas em placas de Petri e em câmaras de germinação a 28 °C, fotoperíodo 12h/12h, por 40 dias. As taxas de germinação das sementes foram analisadas por meio de ANOVA com teste de aleatorização. A maioria dos trata- mentos resultou em altas taxas de germinação (>85%), exceto 200°C/3’ (50%) e 200°C/5’, que apresentou uma queda signifi cativa (4,5%, P<0,05). Os resultados obtidos indicam que as sementes de S. nitens não são estimuladas nem mortas por altas temperaturas, exceto quando combinados temperatura e tempos de exposição extremos (200°C/5’). A passagem do fogo é muito rápida durante queimadas nos campos úmidos, onde S. nitens ocorre e as temperaturas frequentemente não atingem os 150 °C. Nessas condições, estes resultados indicam que as sementes de S. nitens potencialmente sobrevivem à passagem do fogo na maioria das queimadas. Esta informação é de utilidade imediata para o manejo desta espécie de alto valor comercial.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ALINE SANTOS DE ALMEIDA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ALINE SANTOS DE ALMEIDA

O “tempo necessário” para as atividades complementares foi definido no tópico “Objetivos e Metas”, no qual apresentou duas metas referentes ao eixo da jornada de trabalho, a [r]

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O PAPEL DA PRÓ-REITORIA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO PROCESSO DE INCLUSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

O PAPEL DA PRÓ-REITORIA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL E EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO PROCESSO DE INCLUSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

O caso de gestão a ser estudado irá discutir sobre as possibilidades de atuação da Pró-Reitoria de Assistência Estudantil e Educação Inclusiva (PROAE) da Universi[r]

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EVASÃO E PERMANÊNCIA NA EJA: POR UM TRABALHO DE QUALIDADE NA GESTÃO DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

EVASÃO E PERMANÊNCIA NA EJA: POR UM TRABALHO DE QUALIDADE NA GESTÃO DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

O presente trabalho tem como objeto discutir a evasão e permanência na educação de jovens e adultos em uma escola pública da rede municipal de Belo Horizonte. Objetiva, ainda, analisar como a gestão escolar pode contribuir para a identificação dos fatores que levam à evasão, bem como atuar para a sua diminuição elevando os índices de permanência e conclusão dos estudantes nessa modalidade. Trata-se, portanto, de um estudo de caso de uma escola que oferece a modalidade EJA de Ensino Fundamental desde 2002. Tal instituição apresenta uma trajetória de trabalho na busca pela qualidade nessa modalidade de ensino. No entanto, tem na evasão escolar um dos seus principais desafios. Este estudo se justifica pela necessidade concreta da escola de perceber como e de que maneira pode influenciar para aumentar a permanência dos seus alunos na instituição até a certificação e quais ações podem ser implementadas nesse sentido. Entender a dinâmica na qual o problema se dá contribuirá para a proposição de ações e definição da responsabilidade da gestão escolar na diminuição da evasão. A base teórica a ser desenvolvida está apoiada na constituição da EJA enquanto política pública e na necessidade de se definir em que consiste a qualidade de atendimento nessa modalidade de ensino. A metodologia utilizada foi o estudo de caso, com os seguintes instrumentos: entrevista, análise documental, pesquisa bibliográfica e observação participante. Os dados coletados e a sua análise à luz do referencial teórico, constituíram a base para o plano de intervenção. O plano se pautou, principalmente, na atuação da gestão para mobilização e fortalecimento da equipe de trabalho visando a diminuir a evasão e constituir mecanismos sistemáticos de comunicação para o desenvolvimento de um trabalho atento às necessidades dos estudantes.
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DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA UFJF

DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA UFJF

O presente capítulo, por sua vez, tem como objetivo propor ações de intervenção, que visam lançar um novo olhar sobre a política de assistência estudantil da UFJF, de forma que esse p[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SAMARA FREIRE DE OLIVEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SAMARA FREIRE DE OLIVEIRA

de professores, contudo, os resultados encontrados dão conta de que este aspecto constitui-se em preocupação para gestores de escola e da sede da SEduc/AM, em re[r]

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PROPOSTA PARA O MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROPOSTA PARA O MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Mainardes, 2006, p.53), “é onde a política está sujeita à interpretação e recriação e onde a política produz efeitos e consequências que podem representar mudanças e transformações significativas na política original”. Assim, esse contexto diz respeito à execução da política e, desse modo, nota-se que ele guarda relação com a fase de implementação proposta por Condé (2012), entretanto, no contexto elaborado por Ball e Bowe (1992), além de ocorrer a implementação da política, ela está sujeita à interpretação e à recriação. Segundo Mainardes (2006), os profissionais responsáveis pela execução das políticas educacionais assumem papel ativo na sua interpretação, e, em consequência, seus pensamentos e valores influenciam o processo de implementação dessas políticas, ficando sujeitas a interpretações e reinterpretações distintas, ou seja, “os textos das políticas terão uma pluralidade de leituras em razão da pluralidade de leitores” (MAINARDES, 2006, p.53).
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ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

Esta dissertação pretende explicar o processo de implementação da Diretoria de Pessoal (DIPE) na Superintendência Regional de Ensino de Ubá (SRE/Ubá) que conforme a [r]

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PRÁTICAS DE GESTÃO ESTRATÉGICA E SEUS EFEITOS NO SUCESSO ESCOLAR: O ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DA REGIONAL CENTRO SUL FLUMINENSE

PRÁTICAS DE GESTÃO ESTRATÉGICA E SEUS EFEITOS NO SUCESSO ESCOLAR: O ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA DA REGIONAL CENTRO SUL FLUMINENSE

Segundo análise da comunidade escolar, como dificuldades que a escola enfrenta e nas quais precisa melhorar sua atuação, estão a baixa participação das famílias na vida escolar, a clientela diversificada da escola, oriunda de diversos distritos e municípios bem como a falta de oportunidade de acesso a cultura, lazer e emprego do município (C. E. MINISTRO RAUL FERNANDES, 2015a). Embora a comunidade enumere a clientela diversificada como uma dificuldade, Grilo e Kulmann (s/d) defendem a universalização do ensino básico, a partir de um processo democrático, com garantia de acesso e permanência, sem distinção de qualquer natureza, e Silva (2011, s/p) afirma que “a heterogeneidade é algo positivo dentro de uma concepção interacionista, pois sabemos que é na interação, na troca que construímos, reformulamos, ressignificamos conhecimentos”, ou seja, deve-se adotar estratégias diferenciadas para trabalhar com a diversidade, com planejamento que abranja e provoque esse público diverso. De acordo com Burgos (2013, p. 16), o gestor escolar deve estar atento ao seu público, garantindo o direito à aprendizagem como dimensão fundamental, “no sentido de assegurar que esse processo nunca tenha como custo a supressão do sujeito, mas, ao contrário, seja formado a partir dele ”. Assim, buscando melhoria da qualidade de ensino:
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Época de maturação, dispersão, colheita e qualidade fisiológica de sementes de sempre-viva (Syngonanthus elegans (Bong.) Ruhland).

Época de maturação, dispersão, colheita e qualidade fisiológica de sementes de sempre-viva (Syngonanthus elegans (Bong.) Ruhland).

Segundo Giulietti et al. (1996) o tamanho das populações naturais das sempre-vivas tem diminuído drasticamente em razão da coleta indiscriminada, somados ao fato de algumas espécies apresentarem distribuição restrita e as inflorescências serem removidas antes da produção de sementes. Dessa forma, seria interessante o conhecimento do período de produção e de dispersão, assim como da qualidade fisiológica das sementes em diferentes períodos para viabilizar estratégias de colheita desta espécie. Para Eriocaulaceae são apresentados trabalhos para diversos gêneros: Actinocephalus (ORIANI et al., 2005; SANO, 2004); Paepalanthus (COAN et al., 2002; SCATENA & ROSA, 2001) e Eriocaulon (SCATENA et al., 1999b). As poucas informações sobre Syngonanthus relatam resultados referentes à anatomia (SCATENA et al., 2004; SCATENA & MENEZES, 1996); à morfologia (SCATENA et al., 1996) e à germinação (OLIVEIRA & GARCIA, 2005).
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Estudos em Eriocaulaceae Mart.: caracterização morfológica do tegumento e germinação de sementes

Estudos em Eriocaulaceae Mart.: caracterização morfológica do tegumento e germinação de sementes

Eriocaulaceae is distributed by Africa and America, having as major diversity’s center the Espinhaço Range, in Minas Gerais and Bahia states (Brazil). Recently, Comanthera L.B.Sm. was restablished from Syngonanthus Ruhland, and molecular phylogenetics analyses show them as monophyletic and sister groups. This study aimed to characterize the external morphology of Comanthera seed coat and its subgenres using SEM. There were analyzed seeds from nine species of Comanthera which were compared to four species of Syngonanthus and one of Leiothrix Ruhland.Comanthera seed coat shows a rough pattern, caused by different types of thickening of periclinal faces, allowing us to separate the two subgenera. Syngonanthus seeds have a reticulated pattern and present uniform features between sections, so it’s not possible distinguish them by examining the seed coat. Leiothrix seeds have a third pattern, consisting of striations. The observed features of the seed coat corroborate the division for the genera Syngonanthus and Comanthera and allow distinguishing Comanthera’s subgenus, thus presenting taxonomic and phylogenetic value.
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ELAINE COSTA TOLEDO OS EFEITOS DA LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

ELAINE COSTA TOLEDO OS EFEITOS DA LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

As atividades referentes aos estágios e à graduação em Nutrição no país são definidas pela legislação trazendo consequências diretas na condução dessas atividades. Essa legislação e as normas internas da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) normatizam os estágios supervisionados do seu curso de graduação em Nutrição, o que leva a dificuldades que precisam ser resolvidas na prática. Esta dissertação busca analisar essa legislação a fim de verificar seus efeitos no Estágio Supervisionado do curso de Nutrição da UFJF. O estudo de caso foi adotado como metodologia de pesquisa, no qual se realizou uma análise comparativa das leis e normas, análise documental e aplicação de questionários aos atores diretamente envolvidos nos estágios. Observou-se que o curso atende ao que é preconizado pela legislação quanto ao caráter educativo do estágio como parte do currículo do curso. Porém, os documentos regulamentadores do estágio do curso precisam de ajustes de forma a contemplar de forma efetiva o que determina a legislação. A legislação também trouxe desafios ao cotidiano do estágio, tais como a necessidade de conciliar os interesses do curso com as expectativas dos preceptores, o papel destes na supervisão direta do estagiário e a postura desejável deste estagiário perante o ambiente profissional. A partir desses resultados foi elaborado um plano de intervenção que visa aprimorar a condução dos estágios em sintonia com a legislação vigente. Dentre as ações propostas estão: atualização dos documentos norteadores do estágio, encontros periódicos de integração entre a comissão de estágio do curso e os preceptores e adoção de esquemas para a condução dos estágios. Conclui-se que a legislação afeta os estágios do curso trazendo aspectos positivos, limitações e desafios na prática desses estágios. A configuração dos estágios do curso de Nutrição da UFJF revela-se como um ponto chave para a implementação das ações propostas no plano de intervenção como também para inspirar boas práticas em outros cursos de graduação.
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