Top PDF A teoria das múltiplas inteligências de Gardner aplicada ao ensino de PFOL

A teoria das múltiplas inteligências de Gardner aplicada ao ensino de PFOL

A teoria das múltiplas inteligências de Gardner aplicada ao ensino de PFOL

Este trabalho tem por objetivo discutir as produções, orais e escritas, de alunos do nível pré-intermediário, da turma de Português para Falantes de Outras Línguas (PFOL), da UTFPR. As atividades aplicadas tiveram como base a teoria das múltiplas inteligências (MI), proposta por Gardner (1994, 2001) e observações feitas na turma-alvo, de modo que a pesquisadora pudesse conhecer os alunos e elaborar as atividades de acordo com suas necessidades. A pesquisa se apoiou, também, em autores que utilizaram a teoria das MI em diferentes contextos, como os trabalhos de Antunes (2001, 2002), que se debruçou sobre a aplicação das MI em sala de aula e os de Brunoski & Retorta (2010) e Kozievtch & Retorta (2010), que discutem a inserção das MI no ensino de línguas estrangeiras. Entre os resultados deste trabalho, foi possível verificar que as atividades elaboradas contribuíram para o processo de aprendizagem dos alunos no contexto de PFOL. Além disso, notou-se que habilidades menos exercitadas naturalmente pelos alunos foram aprimoradas por meio de uma metodologia e planejamento que contemplassem suas necessidades, tendo como base a percepção da professora formadora e da pesquisadora.
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O Ensino da História para o século XXI: Uma perspetiva sustentada na teoria das Inteligências Múltiplas

O Ensino da História para o século XXI: Uma perspetiva sustentada na teoria das Inteligências Múltiplas

Apesar de muito diversos, entre si, os trabalhos acabaram por, na sua grande maioria, ir de encontro aos objetivos traçados. Essa diversidade acaba, sempre, por constituir uma riqueza. Até porque, como Gardner notara (2013, fevereiro 18), tudo o que é importante pode ser abordado de várias maneiras distintas. E essa diversidade possibilita algo muito significativo em termos de aprendizagem, e que deve ser aplicado logo após a apresentação dos trabalhos – a construção das conclusões de forma coletiva (“caminhando juntos”). O trabalho passa de cooperativo, dentro de cada grupo, para colaborativo, no âmbito da turma. E essa construção, devido a toda a variedade verificada, será sempre mais completa, mais complexa e mais significativa. E cada aluno terá desempenhado o seu papel nesse processo. E isto é Ensino da História para o século XXI. Tanto que, no final da atividade, quando se voltou à “situação-problema”, foi possível denotar que os alunos conseguiram atingir um patamar superior em termos conceptuais, tendo refinado, de forma significativa, a sua perceção dos conceitos tratados, afastando-se das ideias prévias (estereotipadas e, até, erradas). Exemplo paradigmático foi o facto de já rejeitarem o termo “impressionar” como referência ao Impressionismo, tendo-o substituído por “impressão” (focando a sensação visual, o “primeiro olhar”). No que concerne ao Realismo, aprimoraram o conceito (de apenas “realidade”, para “realidade social” ou “crítica social”). Relativamente ao Simbolismo, a linguagem simbólica foi percebida, também, através do “místico”, do “sonho”, do “subjetivo” e da “rejeição do real” (real enquanto visível, presume-se). Ou seja, em termos metacognitivos, o exercício de “individuação” do processo (que partiu do individual, num contexto grupal, e acabou no coletivo) revelou-se eficaz.
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A Teoria das inteligências múltiplas no ensino e aprendizagem de língua inglesa na escola pública

A Teoria das inteligências múltiplas no ensino e aprendizagem de língua inglesa na escola pública

Ao se trabalhar com as IM, faz-se necessário também definir "inteligência" segundo a teoria. Gardner (1999a), conceitualiza a inteligência como “um potencial biopsicológico para processar informações que pode ser ativado em um determinado contexto cultural para solucionar problemas ou criar produtos que são de valor em uma determinada cultura 7 .” O autor sugere que as inteligências não são coisas que possam ser vistas ou contadas; ao contrário, são potenciais - pressupostamente neurais - que irão ou não ser ativadas, dependendo dos valores de uma cultura em particular, das oportunidades disponíveis nessa cultura, e das decisões pessoais feitas por indivíduos e/ou por seus familiares, professores, e outros. Para Gardner (op. cit), o conceito de inteligência não se limita à capacidade de aprender, mas principalmente à maneira como se apreende o mundo e se propõem soluções
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O uso da gestalpedagogia no desenvolvimento das inteligências múltiplas aplicada no processo de ensino-aprendizagem

O uso da gestalpedagogia no desenvolvimento das inteligências múltiplas aplicada no processo de ensino-aprendizagem

A cultura ocidental atual, carrega preconceitos sobre a valorização de mente e corpo, esta dicotomia prejudica e reforça a visão de que “coisa da cabeça valem bem mais do que coisa do corpo” (ANTUNES, 1998; p. 50). Na história da espécie humana os gregos promoviam com entusiasmo atividades artísticas e atléticas, percebendo de fonna integral o sentimento entre corpo e cabeça. Um parêntese se faz necessário, os gregos valorizavam os dois (cabeça e corpo) separadamente e não de forma sistêmica, como hoje. Aos poucos este conceito vem ganhando adeptos e quebrando o velho paradigma “mens sana in corpore sano” no sentido de buscar uma harmonia entre mente e corpo, com a mente ‘treinada’ para usar o corpo adequadamente e o corpo ‘treinado’ para responder aos poderes expressivos da mente. Para GARDNER (1994, p. 162), “este divórcio entre ‘mente’ e o ‘físico’ não raro esteve aliado à noção de que o que se faz com o corpo é o resultado tanto menos privilegiado, menos especial do que as rotinas de resolução de problemas desempenhada principalmente através do uso da linguagem, da lógica ou de algum sistema simbólico relativamente abstrato.”
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O ensino de óptica em física : repensando as ações pedagógicas com enfoque na teoria das inteligências múltiplas

O ensino de óptica em física : repensando as ações pedagógicas com enfoque na teoria das inteligências múltiplas

No estudo que deu origem à Teoria das Inteligências Múltiplas (IM), Gardner (2001) afirma que somos dotados de um espectro composto por diversas inteligências e o desenvolvimento individual depende do contexto cultural. Assumindo os pressupostos da teoria das IM e refletindo sobre o contexto do ensino de Óptica, foram desenvolvidas e avaliadas atividades e ações pedagógicas para o Ensino Médio Politécnico, implantado, no Rio Grande do Sul, em 2012, que buscavam ampliar o aprendizado dos alunos. O planejamento das atividades partiu do mapeamento das ideias prévias dos alunos sobre a natureza da luz. Este mapeamento inicial mostrou que os alunos apresentavam dificuldade em expressar a natureza da luz ou descrever o seu significado. Foram desenvolvidas atividades, que foram aplicadas a um grupo de alunos do Ensino Médio Politécnico de uma escola pública estadual urbana, do Rio Grande do Sul, ao longo de um trimestre letivo. Para tanto, foram utilizados os pontos de partida propostos pela Teoria das IM para estimular múltiplas inteligências: Linguística, Lógico-matemática, Espacial, Físico-cinestésica, a Naturalista e Pessoal. O espectro de inteligências, em sua totalidade, não foi estimulado, embora, em cada atividade, se tenha procurado envolver o maior número possível de inteligências. Verificou-se que as atividades promoveram não só a complexificação das ideias prévias, mas o desenvolvimento da autonomia dos alunos para se posicionarem quanto às teorias sobre a natureza da luz e os fenômenos luminosos. Ao longo desta pesquisa, ao buscarmos estimular maior número possível de inteligências, apresentando a Óptica sob diferentes perspectivas, incomuns no ensino de Física, como o uso de atividades de pintura, desenho e contação de histórias, as quais permitiram que os alunos fizessem uso de suas habilidades, construindo o aprendizado em conjunto com os demais colegas e com o professor. Conclui-se que a teoria das IM, praticada na sala de aula, pode se mostrar como uma possível solução para melhorar o rendimento escolar e a autoestima do aluno, uma vez que considera a inteligência pluralista, não enfatizando apenas a linguística e a lógico-matemática.
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A teoria das inteligências múltiplas no ensino de inglês no 1º ciclo do ensino básico

A teoria das inteligências múltiplas no ensino de inglês no 1º ciclo do ensino básico

Atualmente, a noção de que cada indivíduo é único e possui, em si, características e competências indistinguíveis não é inédita. No entanto, a partir do início do século XX, e até à década de 80, a abordagem predominante no mundo da psicologia para definir e avaliar a inteligência humana era a psicometria. A psicometria defendia a existência de uma única, imutável e inata inteligência passível de ser testada e avaliada, por meio de testes de Quociente de Inteligência (QI), o teste Stanford-Binet (Richards & Rodgers, 2001), e que elegia como primordial a capacidade de raciocínio lógico. Apesar de ter sido bastante inovador para a época, ao longo dos anos 70 e 80 surgiram novas teorias de definição da inteligência, pois chegou-se à conclusão de aquela seria uma estratégia de medição muito redutora e pouco abrangente. Foi por isso que Howard Gardner (psicólogo e investigador da Universidade de Harvard) introduziu uma nova linha de pensamento. Gardner conduziu vários estudos na área da neuropsicologia, nomeadamente numa unidade da especialidade, inspirado pelo estudo das competências humanas e pelos relatos de Norman Geschwind (neurologista comportamental) de casos de pacientes que, tendo sofrido algum tipo de acidente ou trauma, perderam uma determinada capacidade cognitiva mas mantiveram outras (Gardner, 2011a).
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A teoria das inteligências múltiplas como conceito de educação ambiental

A teoria das inteligências múltiplas como conceito de educação ambiental

Muitas pesquisas também foram realizadas, utilizando como base a teoria de Gardner. No norte de Illinois foi elaborado um programa de 12 semanas usando o ensino cooperativo e as Inteligências Múltiplas para aumentar a motivação do aluno em aprender. O público alvo consistiu em alunos do ensino fundamental e médio de uma comunidade socioeconomicamente baixa. O problema de motivação foi atribuído às falhas na aprendizagem e problemas comportamentais, além da falta de incentivo dos pais. As prováveis causas demonstraram que professores não trabalhavam com métodos inovadores. Dados posteriores à realização do programa indicaram uma melhora geral em séries primárias e intermediárias e também houve aumento positivo do comportamento. O programa teve maior aceitação pelos alunos mais novos (CIALDELLA; HERLIN; HOEFLER, 2002).
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Uma proposta de intervenção didático-pedagógica dinâmica e abrangente: o contributo da Teoria das Inteligências de Howard Gardner para o ensino das línguas

Uma proposta de intervenção didático-pedagógica dinâmica e abrangente: o contributo da Teoria das Inteligências de Howard Gardner para o ensino das línguas

A Escola do 3.º Ciclo do Ensino Básico e Secundário Aurélia de Sousa descende da primitiva Escola Industrial Faria Guimarães (Arte Aplicada) cuja atividade se iniciou entre os anos de 1884 e 1885. Esta escola oferecerá, ao longo das décadas subsequentes, vários cursos voltados para a frequência feminina, até que, no decorrer da década de 40 do século XX, o ensino técnico, ao tornar-se numa prioridade estatal, atribuirá nova denominação, pelo decreto-lei 37029 de 25 de agosto de 1948 (Parte I, cap.1º, art.º 4º), decorrente da Reforma de 1948, levada a cabo pelo Ministério da Educação Nacional, à Escola Industrial Faria Guimarães (Arte Aplicada), que se passa a designar Soares dos Reis e criando, inclusive, duas novas instituições: a Escola Industrial Aurélia de Sousa (de frequência feminina) e a Escola Técnica Elementar Ramalho Ortigão (apenas com ciclo preparatório). A partir de 1952, a Aurélia de Sousa passa a funcionar autonomamente, dispondo já, no ano letivo de 1958/59, de edifício próprio, no quarteirão delimitado pelas ruas da Alegria, da Constituição, de Santos Pousada e da atual Aurélia de Sousa, onde ainda hoje se mantém. Na década de 90 surge a nova Reforma do Sistema de Ensino, que prolonga o Ensino Básico até ao 9º ano de escolaridade e define novos planos curriculares para o Básico e para o Ensino Secundário, que passa a integrar o 12º ano. No ano letivo de 2006/07, abre uma via alternativa ao ensino “regular”, incluindo, com sucesso, o Curso Profissional de Técnico de Turismo. Atualmente é frequentada por cerca de 1200 alunos, em regime diurno, distribuídos pelos Ensinos Básico e Secundário.
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Música e ensino de línguas: explorando a teoria das múltiplas inteligências

Música e ensino de línguas: explorando a teoria das múltiplas inteligências

A humanidade, na sua luta pela liberdade de expressão, paz e evolução social muito deve a gênios cuja Inteligência Interpessoal promoveu verdadeiras revoluções no pensamento. Desde o surgi- mento da filosofia, da instituição do teatro, da política, da oratória na Grécia Antiga, nomes como os de Diógenes, Sócrates e Platão (políticos filósofos, como Platão; ou filósofos políticos, como Só- crates); Ésquilo, Sófocles e Aristófanes (os dois primeiros – tra- gédia, o último – comédia); desde Demóstenes (o maior orador político da Grécia Clássica) a Cícero (maior e mais temível orador político de Roma Antiga); até nomes mais conhecidos como os de Abraham Lincoln, Martin Luther King, Rui Barbosa, Getúlio Var- gas, Mahatma Gandhi, Juscelino Kubitschek, Indira Gandhi, Ma- dre Teresa de Calcutá, Nelson Mandela, John Lennon, Bob Dylan, José do Patrocínio, Irmã Dulce, o Dalai Lama, o Papa João Paulo II, entre inúmeros outros, fazem parte do que poderíamos chamar de patrimônio universal das relações interpessoais do ser humano. Isso não significa que essa inteligência seja utilizada apenas por um grupo especial e limitado de pessoas renomadas. Muito pelo contrário, ela pode ser aplicada por homens e mulheres comuns em qualquer situação, ramo profissional, vocacional e mesmo de- vocionista, dependendo, em suma, apenas da maneira como essas pessoas serão orientadas para pôr tal competência em prática. 4.2 eMPatIa Na ReLaÇÃO eNtRe MúSICa e O SUjeItO INteRPeSSOaL
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Ambiente virtual de apoio ao ensino com ênfase na teoria das inteligências múltiplas e sua aplicação em sistemas digitais

Ambiente virtual de apoio ao ensino com ênfase na teoria das inteligências múltiplas e sua aplicação em sistemas digitais

A psicologia da aprendizagem procura explicar os mecanismos pelos quais os seres humanos conseguem assimilar informações, executar raciocínios lógico-matemáticos e analisar estímulos diversos, como sons, imagens e outros. Os primeiros estudos científicos que objetivaram evidenciar algum tipo de correlação entre a inteligência e o indivíduo foram feitos por um estudante do século XVIII, chamado Franz Joseph Gall. Gall observou certa relação entre os tipos de desenvolvimento intelectual de seus colegas e o formato de suas cabeças e propôs inúmeras evidências, estudadas empiricamente, que forneceriam uma base metodológica para averiguar a inteligência das pessoas (GARDNER, 2002).
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Open A Teoria das Inteligências Múltiplas como Suporte para a Autoria de Vídeos Interativos

Open A Teoria das Inteligências Múltiplas como Suporte para a Autoria de Vídeos Interativos

Esta pesquisa trata da autoria de produção de vídeos interativos por docentes do ensino superior para acionar as capacidades humanas, tomando como base um modelo conceitual ancorado na Teoria das Inteligências Múltiplas de Gardner (2000). A metodologia utilizada foi a experimental descritiva, dentro de uma abordagem qualitativa, e envolveu uma equipe de desenvolvedores da área de ciência da computação e de educação, num contexto em que a experimentação fez surgir uma ferramenta computacional para a construção de conteúdos educativos interativos (MARKER). Essa ferramenta de autoria validou o modelo conceitual, uma vez que a aplicação interativa produzida foi ancorada na Teoria de Gardner, em cuja percepção o sujeito, ao ter determinadas inteligências acionadas, terá o seu potencial cognitivo melhorado. Como prova de conceito, quatro docentes do ensino superior produziram três aplicações interativas, fazendo uso de trinta e um recursos interativos, envolvendo as inteligências linguística, lógico-matemática, espacial, musical, interpessoal e corporal-cinestésica. A partir do uso dessas inteligências, foi possível criar os pontos de entradas ou rotas para o conhecimento conforme Gardner aborda em sua teoria. As mídias utilizadas foram do tipo imagem, áudio e vídeo. As análises mostram que os conteúdos audiovisuais foram produzidos com vistas a acionar um conjunto de inteligências no aprendente. Os docentes, de acordo com as características apontadas por Gardner para cada inteligência em sua teoria, puderam lançar mão das formas inovadoras de autoria de conteúdos educativos. O teste da aplicação interativa produzida foi realizado com aprendentes do ensino superior e do ensino tecnológico, das áreas da ciência da computação e da saúde, respectivamente, estando a faixa etária dos mesmos entre 20 e 40 anos. Considerando que as competências para o uso das tecnologias são uma exigência do mundo globalizado, os achados desta pesquisa podem servir de base para que conteúdos audiovisuais já produzidos possam ser ressignificados.
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Contributo da Teoria das Inteligências Múltiplas como apoio à didática das línguas materna e estrangeira

Contributo da Teoria das Inteligências Múltiplas como apoio à didática das línguas materna e estrangeira

A utilização da teoria de Gardner para a escolha de atividades tem de ser diferente no ensino de LM e no ensino de LE. Em geral, a aprendizagem de uma LE, pelo menos nos níveis iniciais, é uma experiência intrinsecamente motivadora para os alunos, uma vez que é óbvio para eles que estão a aprender uma nova língua, que lhes permite contactar com novas culturas e novas realidades. Por outro lado, no ensino de LM, é necessário que o docente continue a estimular a motivação dos alunos para os novos conteúdos a estudar e para os conteúdos a aprofundar e poderá fazê-lo através de estratégias e atividades diferentes daquelas a que os alunos já estão habituados a realizar. Em H. Puchta (2012), por exemplo, é apresentada uma atividade para trabalhar a inteligência musical, a corporal-cinestésica e a verbo-linguística que se chama “Pontuação com percussão”. Em traços gerais, a atividade propõe que se selecione uma passagem de um texto, que se divida a turma em grupos de trabalho compostos pelo número de pessoas igual aos sinais de pontuação diferentes no texto e que cada aluno atribua ao sinal de pontuação um som. No final o grupo lê, em voz alta, o texto fazendo o som que atribuiu aos sinais de pontuação. Com esta atividade não só se consegue a atenção dos alunos para a importância dos sinais de pontuação mas também se consegue promover a leitura e a motivação por estarem a realizar uma tarefa diferente das tarefas típicas de pontuar textos ou corrigir sinais de pontuação.
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“iM’expreso!”: a teoria das inteligências múltiplas no desenvolvimento da expressão oral na aula de E - LE

“iM’expreso!”: a teoria das inteligências múltiplas no desenvolvimento da expressão oral na aula de E - LE

Um dos aspetos de referência obrigatória quando se fala de ensino-aprendizagem, quer seja de línguas ou de outra disciplina qualquer é a avaliação, dado que é tão importante saber avaliar como as estratégias a utilizar. Gardner não esqueceu esse ponto e refere que se deve dar aos alunos projetos para aprender, a oportunidade de mostrar o que aprenderam de várias formas e de se autoavaliarem e assumirem a responsabilidade sobre a sua própria aprendizagem. Porém, a avaliação tradicional não está concebida para avaliar as diferentes inteligências dos alunos, daí ser necessário criar instrumentos para tal. Tanto Gardner como Armstrong defendem que através da observação podemos analisar as capacidades dos alunos no tratamento da informação, na criação de produtos e na resolução de problemas. Contudo, Armstrong (2001:121-123) defende que para que a avaliação seja efetiva e exista um acompanhamento personalizado do desenvolvimento individual é necessário documentá-la e para isso enumera alguns recursos: “anotações nas aulas, como que se de um diário se tratasse, com uma entrada diferente para cada aluno registar os seus êxitos académicos e não académicos e as suas reflexões; ficheiros, para arquivar exemplares ou amostras de trabalhos; gravações de áudio, vídeo ou fotografia; provas informais para recolher informação qualitativa; entrevistas com os alunos para falar sobre os seus progressos; avaliação de competências para saber o que os alunos sabem ou não fazer; calendários, onde os alunos registam as atividades diárias.”
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As inteligências múltiplas e o processo de ensinoaprendizagem

As inteligências múltiplas e o processo de ensinoaprendizagem

Este trabalho tem por finalidade analisar e compreender, através de uma pesquisa de natureza bibliográfica, o conceito de Inteligências Múltiplas (IM), bem como de esclarecer a relação das IM com o processo de ensino- aprendizagem. De modo específico, intenciona caracterizar as IM, analisar suas implicações para a Educação e listar estratégias para a estimulação das IM na escola. Para apresentar o conceito de IM, foi realizado um breve histórico da Psicometria e dos testes de inteligência, com a proposta de quantificação do intelecto através do Quociente de Inteligência (QI). A teoria das IM surge como uma oposição à visão quantitativa e acadêmica de inteligência da Psicometria, que reduz o intelecto a habilidades verbais e lógico-matemáticas. A partir de uma perspectiva multidimensional do ser humano, Gardner (1995, 2001) delimita oito tipos de inteligência que constituem capacidades humanas universais, baseado em critérios por ele próprio estipulados, que supõem a interação entre a hereditariedade e o ambiente cultural. As implicações da teoria para a Educação rompem com a visão tradicional, que enfatiza apenas duas modalidades de inteligência: a linguística e a lógico-matemática. A prática escolar requer uma estimulação das diferentes IM, a fim de que o aluno possa se desenvolver plenamente como pessoa. A literatura especializada apresenta estratégias que podem ser utilizadas tanto pelo professor, como pela família, para o desenvolvimento de cada uma das IM. O estudo realizado permitiu concluir que a teoria as IM promove relações inovadoras com o processo de ensino-aprendizagem, possibilitando entender e atender às necessidades dos estudantes de forma individual, considerando a realidade sociocultural na qual estão inseridos. Cabe ao professor estimular as IM, desenvolvendo projetos ou atividades que favoreçam o desenvolvimento pleno do aprendiz. As estratégias de ensino devem se adaptar ao perfil individual de capacidades do aluno, caracterizando uma Educação personalizada e não mais padronizada.
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O estimulo às Inteligências Múltiplas no Berçário

O estimulo às Inteligências Múltiplas no Berçário

O desenvolvimento de cada tipo de inteligência, através de estímulos, proporcionará um processo de ensino e aprendizagem mais eficaz. Contudo é importante ressaltar que não existe uma receita pronta de como o(a) educador(a) deve aguçar as Inteligências Múltiplas em sala de aula. Segundo GUIMARÃES (1997. p.12) ao citar um comentário de Kátia sobre a teoria das inteligências Múltiplas, esta ressalta que Gardner ao difundir a teoria não apresenta metodologias ou formas de avaliações, mas sim, formas de estimulação das habilidades dos indivíduos em qualquer ambiente, porque o ser humano em sua totalidade pode adquirir conhecimento a qualquer hora, em qualquer lugar e a partir destes aplicá-los para resolução de problemas no seu cotidiano.
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Ensino de Física e inteligências múltiplas: softwares educativos como coadjuvantes no processo de  de inteligências lógico  Matemática e Linguística

Ensino de Física e inteligências múltiplas: softwares educativos como coadjuvantes no processo de de inteligências lógico Matemática e Linguística

A atualização no processo de ensino e, mais especificamente, no processo de aprendizagem são os pilares que norteiam este trabalho. A ótica de que o aluno é alguém passivo no papel de aprendiz deve ser mudada e, desta forma, a Teoria das Inteligências Múltiplas é uma ferramenta que pode proporcionar o início de uma discussão frutífera acerca deste assunto. O objetivo geral consiste em identificar, de acordo com a Teoria das Inteligências Múltiplas, os níveis de inteligência Lógico – Matemática e Linguística com o intuito de se tomarem decisões acerca de alterações no processo de aprendizagem em Física para que as inteligências citadas possam ser desenvolvidas. Na realização deste trabalho utilizou –se pesquisa em campo de natureza quantitativa cuja coleta de dados ocorreu durante o ano de 2015 junto à uma amostra de 226 alunos de todo o ensino médio em uma escola pública estadual em Fortaleza, que constituiu o grupo de testes. O grupo de controle foi formado por alunos egressos da mesma escola que possuíam bons rendimentos na disciplina de Física e ingressaram em cursos de Faculdades e Universidades que estão, diretamente relacionados à disciplina de Física. O instrumento de coleta de dados consiste em planilha que contém o inventário das Inteligências Múltiplas desenvolvido por Gardner. Os dados apontam que as inteligências diretamente relacionadas à aprendizagem em Física são: Lógico – Matemática, Linguística e Musical. A sistematização destes dados resultou em um produto educacional que se caracteriza como um manual que orientará ao professor de Física acerca de como utilizar o conhecimento das inteligências múltiplas dos estudantes em sala de aula com o intuito de promover uma maior compreensão dos conceitos físicos trabalhados, bem como uma maior participação dos alunos no processo de aprendizagem.
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A aplicação da Teoria de Inteligências Múltiplas de Howard Gardner no Ensino de Geografia

A aplicação da Teoria de Inteligências Múltiplas de Howard Gardner no Ensino de Geografia

Da mesma forma que as TIC são fortes potenciadoras do processo de ensino- aprendizagem, podemos dizer que a TIM também pode constituir uma interessante base de desenvolvimento de novos métodos de formação dos nossos jovens. Esta teoria permite uma visão mais ampla daquilo que são as habilidades do ser humano e se tivermos em conta que existe uma grande variedade de inteligências humanas, isso irá conduzir- nos a uma nova visão sobre o ensino, ou seja, um ensino mais centrado nas individualidades dos alunos, onde o professor deverá conhecer melhor cada um dos seus estudantes para, dessa forma, preparar novas ações didáticas (Gardner, 1995; Laburú et al., 2003).
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O aprendizado sobre o corpo humano por meio da teoria das inteligências múltiplas de Gardner (1985)

O aprendizado sobre o corpo humano por meio da teoria das inteligências múltiplas de Gardner (1985)

A proposta da utilização da Teoria das Inteligências Múltiplas de Gardner, em sala de aula, visa desenvolver no estudante a percepção sobre a importância do estudo do corpo humano, onde o educando terá a oportunidade através da disciplina de Ciências, de forma diferenciada de aproveitar a sua capacidade para interagir com este conhecimento. Sendo assim, o objetivo desta pesquisa foi analisar a aprendizagem dos estudantes, através desta metodologia diferenciada de ensino- aprendizagem utilizada no Colégio estadual Maria Montessori em Curitiba-PR. O desenvolvimento foi delineado com a introdução aos temas relacionados ao corpo humano, com exposição dos conteúdos, seguido por atividades em sala, explorando de forma dinâmica e contextualizada, através uma reflexão baseando-se no conhecimento formal e sua transformação em conteúdo prático dando um significado ao conhecimento referente ao corpo humano. Com isso, contribui-se na formação do estudante, permitindo que ele possa interpretar fatos, fenômenos e processos naturais além de entender a interação do seu próprio corpo com a natureza, onde foi um agente ativo da formação do seu conhecimento.
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Construção de conteúdos digitais interativos a partir da Teoria das Inteligências Múltiplas de Gardner

Construção de conteúdos digitais interativos a partir da Teoria das Inteligências Múltiplas de Gardner

Além disso, o ponto de partida desse modelo foi considerar que cada indivíduo tem habilidades diferentes e refletir sobre a seguinte questão: de que forma poderíamos encontrar subsídios que viessem propiciar a construção de um modelo conceitual que ancorasse a possibilidade do uso de estratégias de ensino-aprendizagem com vistas a uma nova visão de educação. Fundamentada nessa indagação, Soares (2014) encontrou a contribuição nas ciências cognitivas que permitiu pensar modelos em que os indiví- duos, ao trabalhar com conteúdos educativos, pudessem potencializar determinadas inteligências, e, como elas estão interligadas, permitiu alcançar um melhor nível de competência na sua aprendizagem. Esse cenário é intrínseco à compreensão de apren- dizagem apresentado por Gardner (2000) em sua Teoria.
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A TEORIA DAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS DE HOWARD GARDNER E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CONSTRUINDO UMA EDUCAÇÃO PARA TODOS

A TEORIA DAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS DE HOWARD GARDNER E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CONSTRUINDO UMA EDUCAÇÃO PARA TODOS

Outra contribuição dessa teoria que pode ser aplicada à Educação Inclusiva é que, por meio do domínio dos postulados dessa teoria o educador poderá se cons- cientizar e aceitar que cada indivíduo é único, singular e, por isso, distinto dos demais que estão ao seu redor. Para promover a inclusão ele precisará entender que a escola é um local heterogêneo, que abriga discentes que apresentam pontos fortes e outros que são mais fracos; desenvolvendo a consciência de que tantos os pontos fracos como os fortes são passíveis de desenvolvimento. A Teoria das Inteligências Múltiplas propõe então que a função principal do educador é a de auxiliar os discentes a de- senvolverem as suas diferentes inteligências, a fim de torná-los futuros sujeitos ativos na sociedade (CAMPOS; SILVA, 2009; MORAES, 2013). Na opinião de Gardner (1995):
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