Top PDF Thalassiosirales (Diatomeae) do rio Guaraguaçu, Bacia Litorânea, PR, Brasil.

Thalassiosirales (Diatomeae) do rio Guaraguaçu, Bacia Litorânea, PR, Brasil.

Thalassiosirales (Diatomeae) do rio Guaraguaçu, Bacia Litorânea, PR, Brasil.

RESUMO – (Thalassiosirales (Diatomeae) do rio Guaraguaçu, Bacia Litorânea, PR, Brasil). Realizou-se o inventário florístico das diatomáceas pertencentes à ordem Thalassiosirales do rio Guaraguaçu. Amostras planctônicas e perifíticas foram coletadas em seis estações ao longo do leito do rio, considerando um gradiente de salinidade sob influência da maré, rio adentro. A análise qualitativa do material permitiu a identificação de 28 espécies, sendo 19 pertencentes à família Thalassiosiraceae. Do total de táxons determinados registraram-se 85,7% marinhas/estuarinas e 14,3% dulcícolas. Cyclotella atomus Hustedt, C. choctawhatcheeana Prasad, Thalassiocyclus lucens (Hustedt) Hakansson & Mahood, Thalassiosira minima Gaarder, T. prochkinae Makarova, T. pseudonana Hasle & Heimdal, T. tealata Takano, T. tenera Proschkina-Lavrenko e Thalassiosira sp. foram os nove novos registros para o Estado do Paraná. Chaves de identificação, descrições, medidas, ilustrações em microscopia óptica e eletrônica de varredura complementam o estudo.
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Thalassiosirales (Diatomeae) da baía de Guaratuba, Estado do Paraná, Brasil.

Thalassiosirales (Diatomeae) da baía de Guaratuba, Estado do Paraná, Brasil.

Cunha & Fonseca (1918) deram início aos estudos florísticos de diatomáceas marinhas e estuarinas no Estado do Paraná. Entretanto, somente em 1959, estes estudos foram retomados por Moreira- Filho quando realizou trabalho sobre a diatomoflúrula perifítica em Sargassum da praia de Caiobá. Desde então, outros autores deram continuidade a estudos envolvendo diatomáceas paranaenses, sendo que atualmente já foram registradas 38 espécies de Thalassiosirales para o Estado (Procopiak et al. 2006). A ordem Thalassiosirales do rio Guaraguaçu, um ambiente estuarino da região litorânea do Paraná foi estudada por Tremarin et al. (2008), tendo encontrado 28 espécies, sendo 23 delas consideradas marinhas e/ou estuarinas.
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Eunotia Ehrenberg (Bacillariophyceae) do rio Guaraguaçu, litoral do Paraná, Brasil.

Eunotia Ehrenberg (Bacillariophyceae) do rio Guaraguaçu, litoral do Paraná, Brasil.

O rio Guaraguaçu é um sistema litorâneo importante pela dimensão e volume d’água, apresentando influência do regime de marés uma vez que parte de seu leito situa- se em região de planície costeira. Está localizado na bacia hidrográfica Litorânea paranaense, abrangendo os municípios de Pontal do Paraná, Paranaguá e Matinhos. Coletas foram realizadas nos meses de abril e outubro/2003 em seis estações de coleta (25º43’S- 48º33’W; 25º40’S-48º30’W; 25º39’S-48º30’W; 25º37’S- 48º30’W; 25º36’S-48º29’W, 25º35’S-48º29’W) durante período de maré alta e baixa, registrando-se os valores de salinidade durante a amostragem (Fig. 1). Vinte e nove amostras foram analisadas. As amostras de plâncton foram coletadas através de rede com abertura de malha de 25 µm e as de perifíton pela raspagem de partes de macrófitas aquáticas submersas. Lâminas para estudo foram confeccionadas com material oxidado através da técnica de Simonsen (1974), modificada por Moreira- Filho & Valente-Moreira (1981). As amostras foram registradas no Herbário da Universidade Federal do Paraná (UPCB). Ilustrações foram obtidas em fotomicroscópio Olympus BX40 com filme Imagelink (Kodak). O registro de ocorrência das espécies para o Estado foi baseado em trabalhos já publicados. As identificações basearam-se, principalmente, em Hustedt (1930), Krammer & Lange-Bertalot (1991) e Metzeltin & Lange-Bertalot (1998). O sistema de classificação
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As chuvas e a erosividade na bacia hidrográfica do rio Jordão-PR

As chuvas e a erosividade na bacia hidrográfica do rio Jordão-PR

O mês principia com o domínio das condições de tempo pela TA. Como pode ser visto na Figura 52, os ventos oscilam entre N-NE e N-NO. Tal contexto já é um indicativo do próximo cenário de tipos de tempo sobre a área de estudo, seja ela, a entrada e domínio no dia 03 pela EC. Com a queda suave da temperatura e aumento considerável da umidade achega-se o primeiro evento pluviométrico do mês, ocorrido no próprio dia 03 (3,2mm). Este dia marca uma situação interessante na organização espacial dos tipos de tempo no Brasil. È explicita a marca divisória entre a TA e a EC que se deu exatamente na fachada litorânea do país, estendendo- se desde o Estado do Ceará até a Bahia Blanca na Argentina. Neste panorama, exerceu papel fundamental na modificação dos tipos de tempo na área de estudo um centro de baixa pressão localizado na intersecção entre o paralelo 30°S e o meridiano 60°O sobre a Argentina com 1006HPa, conforme segue a descrição.
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Diatomáceas de rios da bacia hidrográfica Litorânea, PR, Brasil: Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae.

Diatomáceas de rios da bacia hidrográfica Litorânea, PR, Brasil: Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae.

Material examinado: BRASIL. Paraná: Morretes, rio Nhundiaquara, perifíton, Vila Freitas, rodovia PR-408, 25/III/2000, M. Landucci & E.L. Corrêa (UPCB44535); fitoplâncton, Vila Freitas, rodovia PR-408, 25/III/2000, M. Landucci & E.L. Corrêa (UPCB44536); Antonina, rio do Nunes, perifíton, rodovia PR-340, 25/III/2000, M. Landucci & E.L. Corrêa (UPCB44537); fitoplâncton, rodovia PR-340, 25/III/2000, M. Landucci & E.L. Corrêa (UPCB44538); rio Cachoeira, perifíton, loc.de Bairro Alto, 25/III/2000, M. Landucci & E.L. Corrêa (UPCB44539); Paranaguá, rio do Salto, perifíton, loc.de Quintilha, Rodovia PR-508, 1/I V/2000, M. Landucci & E.L. Corrêa (UPCB44541); fitoplâncton, loc. de Quintilha, Rodovia PR-508, 1/IV/2000, M. Landucci & E.L. Corrêa (UPCB44542); rio Cambará, perifíton, rodovia Alexandra-Matinhos (PR-508), Colônia Cambará, 1/IV/2000, M. Landucci & E.L. Corrêa (UPCB44543); fitoplâncton, rodovia Alexandra- Matinhos (PR-508), Colônia Cambará, 1/IV/2000, M. Landucci & E.L. Corrêa (UPCB44544); Matinhos, Rio da Onça, fitoplâncton, reserva Parque Rio da Onça (nascente), 1/IV/2000, M. Landucci & E.L. Corrêa (UPCB44546); Guaratuba, rio Cabaraquara, fitoplâncton, loc. de Cabaraquara, próximo à PR-412, 2/IV/2000, M. Landucci & D. Atab (UPCB44548).
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Pinnulariaceae (Bacillariophyceae) do rio Guaraguaçu, bacia hidrográfica litorânea paranaense, Brasil.

Pinnulariaceae (Bacillariophyceae) do rio Guaraguaçu, bacia hidrográfica litorânea paranaense, Brasil.

No estado do Paraná, os trabalhos com maior repre- sentatividade de espécies da família Pinnulariaceae foram os de Moreira-Filho & Momoli (1966) com 12 espécies e quatro variedades em focos larvários de anofelinos em Curitiba; Momoli (1967) com nove espécie e uma variedade de Pinnularia no estudo das diatomáceas do tanque do Senegaglia, em São José dos Pinhais; Lozovei & Luz (1976) que encontraram 15 espécies no conteúdo estomacal de Diptera culicidae em Curitiba e arredores; Contin (1990) que estudou 31 táxons infragenéricos na região da barragem de captação de água do rio Iguaçu; Rodrigues (1991) com 14 espécies de Pinnulariaceae no estudo das lagoas do Horto Florestal de Maringá; Fürs- tenberger & Valente-Moreira (2000) que registraram oito espécies para a lagoa Tarumã, em Ponta Grossa; Tavares & Valente-Moreira (2000) no estudo da diatomofl órula do lago de Cascavel encontraram oito espécies e uma varie- dade de Pinnularia; Bittencourt-Oliveira (2002) e Moura
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Território da mineração: uma contribuição teórica
							| Revista Brasileira de Geografia

Território da mineração: uma contribuição teórica | Revista Brasileira de Geografia

Portanto, os engenheiros ocuparam uma posição crucial no processo de modernização e industrialização do Brasil. No que se refere particularmente a criação do envirotechnical system da mineração na bacia do Rio Doce, essa presença é indiscutível, pela posição de comando que tive- ram na direção dos empreendimentos e, ao mesmo tempo, pela capacidade de articulação políti- co-social por ocuparem posições chaves no aparelho de Estado e na sociedade. A importância da Vale foi ressaltada por diversos estudos (SILVA, 2004; TRINER, 2011; FISCHER, 2014; ESPINDOLA, 2015). Entretanto, não menos importante que a competência técnica e o protago- nismo dos engenheiros é a discussão ética da responsabilidade dos engenheiros como principais formadores do envirotechnical landscape. Se essa questão se restringia ao problema da ética pro- fissional regulada pelos conselhos federal e regionais da categoria, a partir do desastre da Samar- co/Vale/BHP, faz-se necessário ampliar a análise para agregar aos conceitos de território, territo- rialidade e envirotechnical uma nova abordagem da ética que se denomina de biocultural (ROZZI, 2013). Essa ferramenta analítica possibilita incluir outros agentes, os seres, outras territorialidades e outras relações que não as diretamente acopladas ao envirotechnical system.
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FILOGENIA CITOGENÉTICA E MOLECULAR DE Brycon devillei, Brycon ferox, Brycon insignis, Brycon opalinus e Brycon vermelha (CHARACIDAE: BRYCONINAE) DO LESTE DO BRASIL

FILOGENIA CITOGENÉTICA E MOLECULAR DE Brycon devillei, Brycon ferox, Brycon insignis, Brycon opalinus e Brycon vermelha (CHARACIDAE: BRYCONINAE) DO LESTE DO BRASIL

O gênero Brycon é o principal representante da subfamília Bryconinae, com espécies ocorrendo nas bacias hidrográficas do oeste e leste dos Andes. No Brasil, os briconíneos estão distribuídos nos principais sistemas hidrográficos, e por serem sensíveis às alterações negativas no ambiente de correntes das ações antrópicas, a maioria das espécies dessa subfamília estão ameaçadas de extinção. O objetivo deste trabalho foi testar a hipótese de existência de uma possível unidade filogeográfica dos Bryconinae que ocorrem nas bacias costeiras do leste brasileiro, uma região caracterizada pelo alto grau de endemismo, utilizando dados citogenéticos (coloração convencional, regiões organizadoras de nucléolos – NORs e banda C) e moleculares mitocondriais (citocromo oxidase I e DNA ribossomal 16S). As espécies de Brycon devillei, Brycon ferox, Brycon insignis, Brycon opalinus e Brycon vermelha apresentaram número diploide 2n=50,
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Base legal de águas subterrâneas e identificação das áreas potenciais de conflito para uso em Minas Gerais

Base legal de águas subterrâneas e identificação das áreas potenciais de conflito para uso em Minas Gerais

As águas subterrâneas são consideradas como um meio de desenvolvimento econômico e social, sobretudo de regiões extremamente carentes e com escassez de água superficial. Em Minas Gerais, muitos municípios são abastecidos por exploração de água subterrânea, de forma exclusiva ou complementar. Neste contexto foi feito um levantamento da base legislativa federal e estadual, vigente que rege as águas subterrâneas brasileiras, afim compreender suas especificidades e compreender sua aplicação no sistema que rege as águas no país. A identificação das áreas potenciais de conflitos de uso e gestão procede com a espacialização do cadastro de pontos de captação de águas subterrâneas do Banco público de dados SIAGAS disponibilizados pela CPRM. Apresenta-se a análise da distribuição a partir das províncias hidrogeologicas do estado e também a partir das unidades de planejamento UPGRHs. As focos de concentrações encontram-se nas áreas das Bacias do Rio Verde Grande, Bacia do Jequitaí e Pacuí, Bacia do Rio das Velhas, Nas respectivas regiões de concentração são também áreas que enfrentam intenso uso e exploração de águas subterrâneas caracterizando como áreas de potenciais conflitos de uso e gestão no Estado de Minas Gerais.
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PADRONIZAÇÃO DE LIMIARES DE ÁREA ACUMULADA MÁXIMA PARA DEFINIÇÃO DE REDES DE DRENAGEM ATRAVÉS DE MODELOS DIGITAIS DE ELEVAÇÃO EM DIFERENTES ESCALAS

PADRONIZAÇÃO DE LIMIARES DE ÁREA ACUMULADA MÁXIMA PARA DEFINIÇÃO DE REDES DE DRENAGEM ATRAVÉS DE MODELOS DIGITAIS DE ELEVAÇÃO EM DIFERENTES ESCALAS

Caminhos de Geografia Uberlândia v. 13, n. 42 jun/2012 p. 228–239 Página 230 bióticas e abióticas definidas e próprias: a planície do Pantanal e as áreas de planalto e serras circunvizinhas. O clima da bacia do rio Cuiabá pode ser classificado como tropical quente semi- úmido com sazonalidade marcada por dois períodos bem distintos, seco e chuvoso (Figueiredo, 1996; Miranda e Amorin, 2000). A temperatura média anual em Cuiabá varia de 22 a 25°C, enquanto a mínima anual oscila entre 17 e 20°C, e a máxima média anual assume valores entre 29 e 32°C (Musis, 1997).
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Qualidade do ar interno na Biblioteca Nacional do Brasil no Rio de Janeiro, Brasil

Qualidade do ar interno na Biblioteca Nacional do Brasil no Rio de Janeiro, Brasil

Instalada em 1910 na área central da cidade do Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional (BN) do Brasil tem sob sua guarda mais de 9 milhões de itens, entre livros, periódicos, manuscritos, gravuras e mapas. A coleção de obras raras inclui a primeira edição do épico Os Lusíadas, de Luís de Camões, publicado em 1584; e a Bíblia Mazarin de 1462, que se acredita ser a segunda versão impressa das Escrituras e, consequentemente, é um dos mais valiosos livros do mundo. A conservação preventiva é, por tudo isso, o principal objetivo desta pesquisa.
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Perspectivas de efetivação da cobrança pelo uso da água no Brasil com base na investigação da percepção e aceitação social na porção mineira da Bacia do Rio Paraíba do Sul

Perspectivas de efetivação da cobrança pelo uso da água no Brasil com base na investigação da percepção e aceitação social na porção mineira da Bacia do Rio Paraíba do Sul

Dissertação intitulada “Perspectivas de Efetivação da Cobrança pelo Uso da Água no Brasil com Base na Investigação da Percepção e Aceitação Social na Porção Mineira da Bacia do Rio Paraíba do Sul”, de autoria do mestrando Tarcisio Tadeu Nunes Junior, aprovada pela banca examinadora constituída pelos seguintes professores:

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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Caracterização fisiográfica, da cobertura florestal nativa e do produtor rural do alto Rio do Peixe - Alvinópolis, MG.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Caracterização fisiográfica, da cobertura florestal nativa e do produtor rural do alto Rio do Peixe - Alvinópolis, MG.

Uma análise dos processos de ocupação e crescimento econômico da bacia do rio Doce, concentrados principalmente nos últimos 50 anos, mostra que aconteceram de uma forma totalmente desordenada, sem levar em conta os possíveis reflexos futuros. Nas cidades, praticamente todo o esgoto e lixo são lançados nos cursos d'água ou em suas margens. Associadas a estes, concentrações pontuais de grandes indústrias podem comprometer tanto qualitativa quanto quantitativamente os usos múltiplos dos recursos hídricos. Na zona rural encontram-se vastas áreas em estado avançado de desertificação, lagoas eutrofizadas, nascentes desprotegidas e processos erosivos. Da cobertura vegetal original, mais de 90% foi extinta. Estima-se que menos de 7% da região possui cobertura vegetal florestal sendo que menos de 1% encontra-se em estágio primário. Devido às características dos solos da bacia do rio Doce e ao manejo inadequado, a erosão tem se tornado um dos maiores problemas ambientais na região (CBH-Doce, 2008)
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Análise de variâncias pluviométricas na bacia hidrográfica do rio Taboão - RS.

Análise de variâncias pluviométricas na bacia hidrográfica do rio Taboão - RS.

Segundo Borges e Bordas (1990) a bacia do rio Ijuí, é representativa de uma área do planalto basáltico sul americano, que abrange 1 x 10 6 km², em termos de relevo, tipo de solo, regime de precipitação, e uso do solo, o qual é essencialmente agrícola. Desde 1989 o Instituto de Pesquisas Hidráulicas – IPH vem desenvolvendo pesquisas hidrológicas nesta bacia, sendo monitoradas diversas variáveis como capacidade de armazenamento e movimento da água no solo, descarga líquida e sólida, sedimentos e qualidade da água (Castro et al., 2000). Mendiondo et al. (2002), abordaram a questão da transferência e correlação de dados de hidrograma em bacias embutidas com
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Medidas de controle de erosão em estradas rurais na bacia do Rio das Pedras, Guarapuava-PR.

Medidas de controle de erosão em estradas rurais na bacia do Rio das Pedras, Guarapuava-PR.

RESUMO: O traçado das estradas que cortam grande número de rios e a drenagem lateral nas estradas faz com que as águas cheguem rapidamente à rede de drenagem aumentando a vazão. Disso resulta grande produção de sedimentos haja vista que algumas estradas e caminhos internos não possuem dissipadores de energia. Portanto o presente trabalho teve por objetivo analisar e discutir o sistema viário das estradas rurais da bacia do Rio das Pedras, Guarapuava-PR e a construção de caixas de contenção como medida preventiva para dissipar energia e conseqüentemente a entrada de sedimentos nos canais luviais. No estudo utilizou-se de dados cartográicos e de campo para mensurar as estradas rurais e as caixas de contenção. Por meio da análise dos resultados constatou-se que o número de caminhos internos supera as estradas principais, que em grande parte não possui dissipadores de energia, potencializando a entrada de sedimentos nos cursos d‘água. Ao todo foram selecionados dez pontos aleatoriamente na bacia e foram veriicados 792 cruzamentos de estradas rurais e cursos d’água. Nas estradas rurais com caixas de contenção veriicou-se que em torno de 70% destas encontravam-se inativas, havendo uma deterioração em média de 10% do total de caixas de contenção mensuradas a cada dois anos.
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OS USOS DA NATUREZA E AMBIENTE NA COMUNIDADE DO GUARAGUAÇU COMO ELEMENTOS PARA UMA PROPOSTA EM TORNO DA AGROECOLOGIA EM PONTAL DO PARANÁ - PR

OS USOS DA NATUREZA E AMBIENTE NA COMUNIDADE DO GUARAGUAÇU COMO ELEMENTOS PARA UMA PROPOSTA EM TORNO DA AGROECOLOGIA EM PONTAL DO PARANÁ - PR

Esses saberes representam uma estratégia de sobrevivência de povos e comunidades no Brasil. Geralmente eles estão associados a benzedeiras, mateiros, curadores etc. É uma relação entre conhecimentos práticos e místicos que resultam no domínio da flora local e seus usos para a cura. No caso do Guaraguaçu temos o fenômeno da expansão das religiões chamadas evangélicas e, segundo os moradores, o número de adeptos já está em torno de 90%. Por conta disso possuem resistências até para falar de benzedeiras, mesmo que relacionem seus saberes a elas, pois como disse uma participante de nosso grupo “eu não sou e não quero ser chamada de bruxa”. Do outro lado o que temos é uma herança indígena e que ainda se faz presente através dos Guaranis que habitam o local.
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Estrutura organizacional do fitoplâncton nos sistemas lóticos e lênticos da bacia do Tietê-Jacaré (UGRHi-Tietê-Jacaré) em relação à qualidade da água e estado trófico

Estrutura organizacional do fitoplâncton nos sistemas lóticos e lênticos da bacia do Tietê-Jacaré (UGRHi-Tietê-Jacaré) em relação à qualidade da água e estado trófico

A vegetação ripária pode sombrear o leito do rio reduzindo a produção primária de algas, mas por outro lado ajuda a nutrir o mesmo com folhas, galhos etc. Quando a vegetação riparia é alterada, podem ocorrer efeitos de longo alcance, ou seja, a diminuição da entrada de matéria orgânica particulada, assim como uma diminuição de sombreamento e aumento de escoamento de mais nutrientes oriundos dos usos ali instalados como, por exemplo, pastagem e agricultura, contribuindo para que isso acabe acarretando em um aumento de produtividade e consequente modificação da cadeia trófica (TOWNSEND et al, 2006; TUNDISI e MATSUMURA- TUNDISI, 2008). Segundo Tundisi e Matsumura-Tundisi (2008) os rios distinguem-se de áreas alagadas e sistemas lênticos tanto pelo permanente movimento horizontal das correntes quanto pelas interações com sua bacia hidrográfica, a qual contribui com material alóctone. O fitoplâncton é mais presente em rios com baixa correnteza.
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Tendências temporais e espaciais da qualidade das águas superficiais da sub-bacia do Rio das Velhas, estado de Minas Gerais.

Tendências temporais e espaciais da qualidade das águas superficiais da sub-bacia do Rio das Velhas, estado de Minas Gerais.

O grupo 2, com exceção da estação BV160, é formado por esta- ções a jusante do encontro dos ribeirões Onça e Arrudas com o Rio das Velhas, recebendo, por conseguinte, todos os poluentes origina- dos desses cursos d’água. Essas cinco estações (BV083, BV105, BV153, BV137 e BV156) estão todas localizadas sequencialmente na calha do Rio das Velhas, apresentando valores medianos de IQA entre 30 e 48 (esse último valor para a estação BV156, mais a jusante entre as cinco). A estação BV160, mais isolada entre as seis do grupo 2, localiza-se no Ribeirão das Neves, fora da calha do Rio das Velhas, perto da cidade de Pedro Leopoldo, e recebe toda a poluição proveniente do município de Ribeirão das Neves e uma parcela de Pedro Leopoldo. Apesar da localização distinta em relação às demais, possui IQA mediano muito baixo, com o valor de 39, justificando o seu agrupamento pela AC.
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Influência antrópica na qualidade da água da Bacia Hidrográfica do Rio São Miguel, Carste do Alto São Francisco, Minas Gerais

Influência antrópica na qualidade da água da Bacia Hidrográfica do Rio São Miguel, Carste do Alto São Francisco, Minas Gerais

O outro domínio está situado no centro e leste foi denominado Área de Concentração do Relevo Cárstico e subdividida em 3 unidades. A Unidade Doresópolis, a oeste e noroeste, é drenada pelo Ribeirão dos Patos que possui suas nascentes na Serra da Pimenta, tem cota de 745m no médio curso e 650m na depressão alagada de um graben pleistocênico de direção N40W. A bacia hidrográfica do rio São Miguel situa-se nas 2 outras unidades. Unidade Arcos, que a leste é drenada pelo rio Candongas e apresenta depressão na cota 693m correspondente ao graben homônimo de direção N30W. Esta é bordejada a nordeste por escarpas suaves sobre gnaisses e cobertura de pelitos e a sudoeste por escarpa contínua de calcário. Nesta unidade destacam-se feições cársticas como dolinas e lapiás. E a Unidade Pains, no centro e sul, é a unidade mais elevada com cotas variando de 965 a 730m (FIGURA 5). Ela é drenada pelo rio São Miguel e concentra a maior parte das feições cársticas exuberantes como torres, dolinas, uvalas, controladas pelas falhas N50W, além de sumidouros e drenagem subterrânea (SAADI et. al., 1998).
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